O mercado de carros no país cresceu 5% nos últimos seis meses. A informação circulou no evento que reuniu nesta quinta-feira em Gravataí a elite empresarial e política do Rio Grande do Sul.
No ato, o presidente da General Motors no Mercosul, Carlos Zarlenga, anunciou um investimento de R$ 1,4 bilhão para ampliar a fábrica de Gravataí, que já produz 350 mil unidades dos modelos Onix e Prisma por ano.
O investimento faz parte do programa anunciado pela multinacional em 2015, quando previu aplicação de R$ 13 bilhões em suas plantas no âmbito do Mercosul.
Segundo o diretor de comunicação da GM, Nelson Silveira, a empresa é líder nas vendas de carros no Brasil há dois anos.
A fábrica de Gravatai é a maior do grupo na região e considerada uma das mais eficientes do mundo. A produção de automóveis no Rio Grande do Sul começou no ano 2.000 quando foi inaugurada a planta em Gravataí, com capacidade para produzir 120 mil automóveis por ano.
O governador Ivo Sartori participou do evento nesta quinta-feira. O projeto de expansão conta com incentivos fiscais do Estado.
Autor: da Redação
GM anuncia ampliação em momento de retomada das vendas de carro
A rua e a rede
Mauro Santayana
José Dirceu, em recente entrevista para um site argentino, comentou que as ruas são mais importantes que a “rede”.Não sei se poderíamos concordar com essa afirmaçãoA Rede não só é a nova rua, em certo sentido, como ela antecipa o que vai ocorrer nas ruas.Onde nasceram os “coxinhas”?Na Rede.E depois tomaram as ruas.Onde nasceram os movimentos fascistas, como o MBL e o Vem pra Rua?Na Rede, e depois tomaram as ruas.Onde nasceu o impeachment de Dilma?Na Rede, e depois tomou a rua.Onde nasceram as “10 Medidas Contra a Corrupção”?Na Rede e depois saíram – em busca de assinaturas e apoio – para a rua.Onde nasceram – por meio da disseminação repetitiva e goebbeliana, de mentiras, mitos e paradigmas – as mais recentes derrotas para a democracia brasileira?Na indiferença das lideranças que deveriam defendê-la na Rede e na mais absoluta incapacidade de reação na internet de modo geral, que depois se refletiu nas ruas.No exterior, e com razão – li uma vez, em uma pichação, em um muro de Berlim: Netz zuerst, strasse dann ! se diz que o trabalho na Rede – principalmente no sentido do convencimento e da mobilização – precede a ocupação – no sentido da marcação simbólica de território e de demonstração de apoio da população – do asfalto.Onde nasceu – e está crescendo a cada dia – a candidatura Bolsonaro, mais uma vez sem nenhuma reação digna de nota, por parte daqueles que dizem estar preocupados com o futuro da democracia brasileira?Para reflexão e debate:No Facebook – 4.5 milhões de curtidas na principal página de Bolsonaro (não interessa se “fakes” ou não) contra menos de 3 milhões para Lula.No Google, 458.000 resultados – a maioria negativos – para Luis Inácio Lula da Silva, contra 980.000 citações para Jair Messias Bolsonaro.No Youtube, 18.600 resultados para Luis Inácio Lula da Silva, contra 19.800 para Jair Messias Bolsonaro.Junte-se a isso, 2.900.000 curtidas de Moro apenas em suas duas principais páginas, 398.000 resultados para Sérgio Fernando Moro no Google, e 77.000 vídeos para ele no Youtube, e dá para ter – olavetes, villetes, lobetes, somadas – uma ideia aproximada do recente crescimento do eleitorado de extrema-direita no Brasil.(Publicado no DCM)"Constituinte exclusiva é caminho para sanear a política", diz presidente da ACPA
A Associação Comercial de Porto Alegre surpreendeu ao lançar esta semana um manifesto em defesa de uma Assembléia Nacional Constituinte, exclusiva para estabelecer novas bases para a vida política no país.
O presidente da entidade, Paulo Afonso Pereira, explicou ao JÁ que a decisão foi unânime na diretoria:
“O que nos moveu, acima de tudo, foi a convicção de que uma atitude tem que ser tomada imediatamente, diante do descalabro político que assola o país. Então, levantamos essa bandeira, para motivar outros grupos que tem a mesma preocupação e formar um movimento que leve à mudança, porque esse pessoal que está lá não vai mudar nada”.
Ele reconhece que o caminho para viabilizar a proposta ainda não está claro: “O caminho vai se definir à medida em que avança a mobilização. Não queremos liderar, mas queremos fazer parte de um movimento de cidadania”.
A idéia de uma constituinte exclusiva transita desde o início do ano entre o empresariado do setor comercial. Desde abril, o presidente do Sebrae, Afif Domingos, tem procurado políticos e empresários para tentar viabilizar a proposta que exclui das discussões o atual Congresso, contaminado pelo petrolão.
“O atual Congresso perdeu a legitimidade para discutir essa matéria”, justifica Afif.
Os partidos políticos indicariam os candidatos à constituinte, que seriam eleitos pelo povo. Só poderiam disputar as vagas pessoas sem mandato, que teriam seis meses para aprovar as mudanças da lei eleitoral.
Os constituintes ficariam proibidos de disputar o pleito de 2018, trabalhariam nos finais de semana e não seriam remunerados.
O limite para mudar as regras da próxima eleição é 1.º de outubro deste ano, mas a ideia é incluir na emenda que viabilizar a constituinte uma ampliação desse prazo para que a reforma possa ser votada até seis meses antes do pleito de 2018.
Um grupo de advogados notáveis, à frente o ex-presidente da OAB Reginaldo de Castro, já formaram um grupo para participar do debate e “mostrar ao País a necessidade de nova Constituinte”.
A ideia da Constituinte pode ganhar força porque a reforma política em discussão na Câmara empacou.
Projetos polêmicos enfraquecem Marchezan na Câmara de Vereadores
A primeira sessão plenária após o recesso dos vereadores, na Câmara Municipal de Porto Alegre foi quente. Começou com o ainda líder do Governo, Clàudio Janta (SDD) pedindo a retirada dos projetos enviados na semana passada pelo Prefeito Nelson Marchezan Júnior.
O pacote do prefeito mexe nas isenções do transporte público e nas gratificações dos servidores públicos municipais.
Em seu discurso Janta admitiu que o transporte público está sucateado e que algumas isenções devem ser revistas mas foi enfático ao dizer que os projetos enviados “não resolvem” o sistema de transporte públicos. “Nenhum direito adquirido deve ser retirado” defendeu o vereador.
Outra reivindicação de Janta foi a retirada do projeto que altera o pagamento de salários e, consequentemente, o dia do décimo terceiro para o dia 5 de janeiro. “Décimo Terceiro é uma gratificação natalina” bradou.
Se não forem retirados os projetos, Janta não será mais o líder, conforme avisou ainda na tribuna.
Depois dele, defesas e críticas de diversos vereadores foram ouvidos em relação aos projetos enviado por Marchezan.
Nos bastidores se fala em queda da força política de Marchezan entre os vereadores. “Ele vai se complicar muito aqui dentro” revelou um vereador ao repórter, pedindo anonimato.
Oposição se mexeu no Plenário
Alguns fatos ocorridos ainda na sessão plenária, não deixam dúvidas: Marchezan perde força no legislativo. Um deles, é um pedido de representação ao Ministério Público de Contas de inspeção especial no transporte público de Porto Alegre, diante do decreto do Prefeito Marchezan que acaba com a gratuidade da 2ª passagem.
A iniciativa da líder da oposição, Fernanda Melchionna (PSol) teve a assinatura de 16 parlamentares, inclusive da base aliada.
Outro fato, foi a convocação de dois secretários à Câmara de Vereadores. O secretário de Serviços Urbanos, Ramiro Rosário e o diretor da Procempa, Michel Costa. A oposição quer esclarecimentos sobre os serviços realizados pela secretaria e o departamento. Um convite será enviado pela casa nos próximos dias aos respectivos representantes do executivo.
Temer contou com 12 votos de deputados gaúchos para barrar denúncia, 18 foram contra o presidente
Em sessão que durou mais de 12 horas, na noite desta quarta-feira, a Câmara dos Deputados barrou a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer, acusado de corrupção passiva junto com o seu ex-assessor Rodrigo da Rocha Loures.
Votaram a favor do relatório do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), 263 deputados. Já os votos contrários foram 227, duas abstenções e 19 ausências. A oposição precisava de 342 votos para rejeitar o relatório e autorizar as investigações pelo STF.
No entanto, somados os votos a favor, as abstenções e as ausências, o placar a favor de Temer sobre para 284. Para aprovar mudanças na Constituição, por exemplo, são necessários 308 votos.
Ao todo, 12 parlamentares gaúchos se posicionaram a favor de Temer e contra o encaminhamento da denúncia ao STF. Já dezoito foram contra o relatório que mandava arquivar a denúncia.
Foi registrada uma ausência, do deputado Giovani Cherini, que está de licença médica.
Apesar da vitória ao impedir andamento das investigações contra o presidente Michel Temer, o resultado da votação do parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) contrário à autorização para a investigação do Supremo Tribunal Federal (STF) ficou abaixou das projeções feitas pelos principais aliados do governo. Nos últimos dias e até o início da votação, os governistas acreditavam que teriam mais de 270 votos com facilidade.
Um dos principais articuladores do Palácio do Planalto na Câmara, o vice-líder do governo Darcísio Perondi (PMDB-RS), minimizou o placar. “As circunstâncias são complicadas”, disse. “Os 264 votos são uma demonstração de força boazinha”.
O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) avaliou que o resultado de hoje pode influenciar no resultado de uma eventual nova denúncia a ser apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra Temer. “A pressão da sociedade tende a mudar votos para a votação da segunda denúncia. É nisso que a gente [da oposição] aposta”.
Confira os votos dos deputados gaúchos:
Afonso Hamm (PP) – NÃO
Afonso Motta (PDT) – NÃO
Alceu Moreira (PMDB) – SIM
Bohn Gass (PT) – NÃO
Cajar Nardes (PR) – SIM
Carlos Gomes (PRB) – NÃO
Danrlei (PSD) – NÃO
Darcísio Perondi (PMDB) – SIM
Giovani Cherini (PDT) – Ausente
Heitor Schuch (PSB) – NÃO
Henrique Fontana (PT) – NÃO
Jerônimo Goergen (PP) – NÃO
João Derly (REDE) – NÃO
José Fogaça (PMDB) – SIM
José Otávio Germano (PP) – SIM
Jose Stédile (PSB) – NÃO
Luis Carlos Heinze (PP) – NÃO
Marco Maia (PT) – NÃO
Marcon (PT) – NÃO
Maria do Rosário (PT) – NÃO
Mauro Pereira (PMDB) – SIM
Onyx Lorenzoni (DEM) – NÃO
Osmar Terra (PMDB) – SIM
Paulo Pimenta (PT) – NÃO
Pepe Vargas (PT) – NÃO
Pompeo de Mattos (PT) – NÃO
Renato Molling (PP) – SIM
Ronaldo Nogueira (PTB) – SIMGoverno gaúcho consegue vitória no STF e suspende pagamento da dívida com a União
“Acredito que este é mais um passo, mas também é o reconhecimento das atitudes que tomamos até hoje, procurando fazer o melhor para equilibrar as finanças do Estado do Rio Grande do Sul. Essa caminhada vai continuar, e vamos seguir fazendo aquilo que precisa ser feito”, afirmou o governador José Ivo Sartori sobre a decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que aceitou a liminar requerida pelo Estado para suspender o pagamento das prestações mensais da dívida com o governo federal.
A medida garante também que não haverá bloqueio de repasses da União ao Rio Grande do Sul e que o Estado não será incluído em cadastros de inadimplência. O STF determina que, em caso de bloqueio de algum valor nas contas do Estado em razão do não pagamento da parcela da dívida vencida no último dia 31 de julho, seja feita a restituição em 24 horas. A decisão do ministro será levada ao Pleno do Supremo Tribunal Federal para referendo.
“A medida requerida teve por fundamento o agravamento da crise financeira, chegando ao seu ápice em julho, considerando todos os esforços para sanar as finanças estaduais, o risco concreto de efeitos irreparáveis à prestação de serviços públicos essenciais e a necessidade de aplicação dos fundamentos adotados na ação que concedeu medida cautelar semelhante ao Estado do Rio de Janeiro”, informou o procurador-geral do Estado, Euzébio Ruschel.
O procedimento judicial para suspensão do pagamento da dívida foi encaminhado ao STF na última segunda-feira (31). No dia seguinte, o governador José Ivo Sartori, o procurador-geral Euzébio Ruschel e o secretário de Planejamento, Governança e Gestão, Carlos Búrigo, tiveram audiência com o ministro Marco Aurélio, em Brasília.
O governo diz que O valor da prestação de julho da dívida do Estado com a União, em torno de R$ 140 milhões, foi transferido para o pagamento de mais uma parcela dos salários dos servidores do Executivo.02Vereadores querem auditoria sobre corte na segunda passagem de ônibus em Porto Alegre
Dezesseis vereadores irão protocolar nessa quinta-feira, 02/08, pedido de inspeção especial no transporte público de Porto Alegre, diante do decreto do prefeito Nelson Marchezan Júnior que acaba com a gratuidade da 2ª passagem e estipula um pagamento de 50% do valor integral.
A iniciativa partiu da oposição, liderada pela vereadora Fernanda Melchionna e formada por 3 vereadores do PSOL e 4 vereadores do PT, mas também conta com as assinaturas de 3 vereadores do PDT, 2 vereadores do PSB, e ainda André Carús (PMDB), Cassiá Carpes (PP), Tarcisio Flecha Negra (PSD), e Dr. Thiago (DEM).
O pedido de representação é focado em 2 argumentos: 1) Fim da Isonomia dentro do Sistema – por ser uma concessão pública todos os usuários devem ter os mesmos direitos após ingressarem no sistema. Assim deve ter o MESMO DIREITO de chegar no local que desejar, pagando somente uma única tarifa. Os usuários que por ventura não tenham uma linha direta em seu trajeto normal de trabalho/estudo não podem ser duplamente penalizados (pagando mais meia tarifa) pelas deficiências do sistema de transporte público.
2) Fere a Concorrência Pública 1/2015 – A concorrência pública deixa explicito que a “criação ou extinção de isenções, gratuidades ou outros benefícios dados aos USUÁRIOS deveria ser remetido a recalculo tarifário, se o governo Marchezan não realizar a revisão tarifária antes da entrada em vigor do decreto estará cometendo ato ilícito, já que irá beneficiar os empresários em detrimento a população.
A representação será entregue ao procurador-geral do Ministério Público de Contas (MPC), Geraldo Da Camino, às 15h30 desta quinta-feira.Projeto que restringe ciclovias é retirado de votação na Câmara
O projeto de Lei que restringe as ciclovias em Porto Alegre, foi retirado da pauta de votação. O PLC 021 prevê que as ciclovias sejam implementadas apenas se não retirarem espaço para carros e estacionamento de veículos.
O vereador João Carlos Nedel (PP), autor do projeto, alegou que pediu o adiamento da votação para que seja marcada uma audiência pública.
“Pediram a realização de uma audiência para discutir o tema, eu achava que não precisava”, justificou o parlamentar. O projeto de Lei tramita desde 2014 na Câmara.
Na prática, o projeto não tinha votos suficientes para ser aprovado. O próprio governo já havia dado a orientação para barrar a proposta. Com isso, o vereador ganha tempo para mudar a opinião de seus colegas de parlamento.
Nedel propõe ainda uma revisão do Plano Diretor, finalizado em 2009, e que prevê 490 km de ciclovia na cidade, hoje com pouco mais de 40 km executados."Ciência na Praça" mostra acervo no Jardim Botânico de Porto Alegre
Mais uma edição do projeto “Ciência na Praça” vai mostrar ao público o trabalho do Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica, neste domingo, dia 6 ede agosto.
O evento ocorre das 10h às 16h no estacionamento do Jardim Botânico de Porto Alegre.
Este projeto visa divulgar o trabalho de pesquisa realizado no Museu, buscando, desta forma, a popularização do conhecimento científico.
Durante todo o dia, pesquisadores nas diversas áreas do conhecimento biológico estarão em contato com o público visitante, passando informações e conteúdos sobre a flora e fauna nativa do Estado do Rio Grande do Sul.Ensino privado no RS demitiu 2,8 mil professores em oito meses
O Sindicato dos Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (Sinpro/RS) registrou 2.803 demissões de professores das educações básica e superior, no período de dezembro de 2016 a julho deste ano.
Foram 2.043 dispensas na educação básica, que envolve os ensinos infantil, fundamental e médio, e 760, no ensino superior.
Só na Pontifícia Universidade Católica do RS (PUC/RS), naquele período, o sindicato assinou 105 demissões e 19 pedidos de desligamentos de docentes, de um quadro de 1.300 professores. A PUC não confirmou os dados. Há pouco mais de uma semana, a estimativa da universidade era de que as rescisões ficassem entre 50 e 100, conforme noticiado pelo jornal JÁ.
O total de rescisões, que inclui também pedidos de dispensa, transferências, óbitos e términos de contrato, entre outros motivos, atingiu 4.738 profissionais. Houve uma pequena queda, comparando ao mesmo período do ano passado, quando foram assinados 4.913 desligamentos.
“As rescisões ficaram na média, entre 10% e 13% da categoria, principalmente nos meses de dezembro, janeiro e julho”, diz o diretor do Sinpro/RS, Amarildo Cenci.
O quadro de professores do ensino privado no Estado gira em torno de 36 mil professores.
O presidente do Sindicato do Ensino Privado do RS (Sinepe/RS), Bruno Eiserik, diz que os motivos que estão levando as instituições a demitirem têm relação direta com a crise econômica.
“De 2014 para 2015, as instituições de ensino privado perderam 8 mil alunos, então a forma de readequar à realidade, infelizmente, é reduzir o quadro de professores”, afirma Eiserik.
O Sinepe tem 500 associados e cerca de 350 mil alunos vinculados às instituições do ensino privado.
O presidente ressalta que a queda na concessão de bolsas do FIES, o programa de financiamento estudantil do ensino superior, reflete também na redução de alunos.
“De 2015 para 2016, registramos 100 mil bolsas a menos”, revela Eiserik.
E a tendência é piorar, segundo ele, devido às alterações previstas pelo governo federal no FIES.
“Impor às instituições que assumam o risco de inadimplência, além de um pacote de descontos nas mensalidades que chegam a 25%, e o congelamento dos valores, irão reduzir ainda mais a adesão das universidades ao programa”, completa.
