Com prazo final previsto para o dia 10 de julho, as inscrições para o 14º Concurso Nacional de Contos Josué Guimarães foram prorrogadas até o dia 28 deste mês. O concurso faz parte da programação da Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo e é destinado a contistas com obras inéditas.
Os primeiros colocados serão premiados com R$ 5 mil e R$ 3 mil e poderão ter seus textos editados em antologia organizada pelo Instituto Estadual do Livro (IEL), órgão da Secretaria da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer (Sedactel), e publicados em coedição com a Fundação Universidade de Passo Fundo (UPF) e Prefeitura de Passo Fundo, que são promotoras da iniciativa.
Como participar
Podem participar contistas com textos não publicados, inclusive na internet. Os originais devem ser apresentados em quatro vias, em formato A4, digitados em uma só face, espaçamento duplo entre linhas, fonte Times Roman, tamanho 12, e identificados apenas com o pseudônimo do autor.
Todas as vias devem ser reunidas em único envelope, no qual deverão constar o título do concurso e o pseudônimo do autor. Nesse mesmo envelope deve ser colocado outro envelope, contendo a identificação do autor, seu endereço completo, telefone, um breve currículo e a indicação dos títulos dos contos.
Os interessados devem entregar ou enviar via correio dois textos para a sede do IEL (Rua André Puente, 318, bairro Independência, Porto Alegre/RS, CEP 90035-150). Não são aceitas inscrições por e-mail. O nome dos vencedores será divulgado na abertura da 16ª Jornada Nacional de Literatura, no dia 2 de outubro, no Portal das Linguagens/UPF.
O concurso
Em 2017, quando serão celebrados os 36 anos das Jornadas Literárias, acontece a 14ª edição do Concurso Nacional de Contos Josué Guimarães. Iniciado em 1988, o concurso homenageia o jornalista e escritor sul-rio-grandense que apoiou a criação e a expansão das Jornadas Literárias de Passo Fundo, que se realizam a cada dois anos, desde 1981. Após uma interrupção desde 2015, o evento volta a ser realizado, de 2 a 6 de outubro, com patrocínio do Banrisul, Corsan, Cia. Zaffari & Bourbon e apoio do IEL (Sedactel) e Ministério da Cultura, além da parceria cultural do Sesc, entre outras empresas e órgãos.
SERVIÇO
Prazo: Até 28 de julho
Regulamento: http://www.upf.br/16jornada/14-concurso-de-contos-josue-guimaraes
Inscrições: Via correio ou pessoalmente, na sede do IEL (Rua André Puente, 318, bairro Independência, Porto Alegre/RS, CEP 90035-150)
Informações: iel@sedactel.rs.gov.br e (51) 3314-6450
Autor: da Redação
Instituto Estadual do Livro prorroga inscrições para o Concurso Nacional de Contos Josué Guimarães
Quarta do IAB debate Função Social da Propriedade e as Decisões Judiciais
O IAB RS promove na Quarta do IAB (19/07), às 19h30, debate sobre “A função social da propriedade e as decisões judiciais”.
Participam como convidados o advogado Jaques Alfosin, o juiz João Ricardo Santos Costa, do TJ-RS, membro da Associação Juízes pela Democracia; e o promotor Cláudio Ari Pinheiro de Mello, da Promotoria de Habitação e Defesa da Ordem Urbanística.
A função social da propriedade constitui o marco regulatório da política urbana brasileira desde a Constituição Federal de 1988, e ganhou regulamentação a partir do Estatuto da Cidade (2001), contudo, parece não ter o devido peso nas decisões do Poder Judiciário quando trata do tema do Direito à Habitação e à Cidade.
Casos como o recente despejo violento da Ocupação Lanceiros Negros evidenciam a inobservância deste princípio. Decisões judiciais determinam a desocupação imediata sem sequer exigir do proprietário ações que façam os imóveis cumprirem sua função social num prazo determinado.
O evento integra o Ciclo de Debates Desafios Urbanos.
Coloque na agenda
O que: “Debate Função Social da Propriedade e as Decisões Judiciais”
Quando: dia 19 de julho, às 19h30min
Onde: IAB RS (Rua General Canabarro 363, Centro Histórico de Porto Alegre
Informações: (51) 3212 2552 ou iabrs@iabrs.org.brJornada de Iniciação Científica, da Zoobotânica, recebe inscrições até 18/07
O período de inscrições da XIII Jornada de Iniciação Científica – Meio Ambiente – promovida pela Fundação Zoobotânica do RS e Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luís Roessler (FEPAM), foi prorrogado até dia 18 de julho de 2017.
O edital de abertura com orientações para elaboração do resumo e minipôster pode ser acessado aqui. As inscrições deverão ser feitas exclusivamente online.
A Jornada ocorre entre os dias 12 a 15 de setembro de 2017, na Fundação Zoobotânica. O evento conta com o apoio do CNPq e Fapergs.
Maiores informações sobre o evento podem ser encontradas nos telefones (0 xx 51) Telefone: (51) 3320-2057 / 3320-2048 ou pelo e-mail jornada.fzbrs.fepam@gmail.com.Fepam suspende projetos de hidrelétricas no Camaquã
O Programa Gaúcho de Incentivo às Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), lançado pelo governo do Estado na quinta-feira passada, apresentou 91 projetos viáveis de licenciamento ambiental para geração de energia hídrica no Rio Grande do Sul.
Outras três propostas foram consideradas inviáveis e oito estão suspensas temporariamente pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), para finalização de estudo. Dois destes projetos estão previstos para o Rio Camaquã.
De acordo com matéria no jornal Minuano, a construção de PCHs no Camaquã é discutida desde 2010. Diferentes projetos chegaram a ser apresentados à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O licenciamento ambiental, que é formalizado pela Fepam, é indispensável para o avanço de qualquer proposta.
CEF reabre programa de desligamento voluntário e espera adesão de 5,5 mil funcionários
A Caixa Econômica Federal (Caixa) reabriu nesta segunda-feira, 17/07, o Programa de Desligamento Voluntário Extraordinário (PDVE). O período de adesão vai até o dia 14 de agosto. O programa é voltado aos empregados que desejarem se desligar voluntariamente da empresa e que se enquadrem nas regras estabelecidas pela entidade. O objetivo é que o programa alcance 5,5 mil funcionários.
Em fevereiro, foi aberto um PDV com o objetivo de alcançar 10 mil funcionários, dentre os cerca de 30 mil que trabalhavam na empresa. Segundo a Caixa, 4.429 participaram do programa no início do ano.
Segundo a entidade, o incentivo financeiro, de caráter indenizatório, será equivalente a dez remunerações base do empregado, limitado a R$ 500 mil, considerando como referência a data de 31 de junho. O benefício será pago em parcela única, sem incidência de Imposto de Renda (IR), recolhimento de encargos sociais e contribuição à Fundação dos Economiários Federais (Funcef).
Podem aderir ao programa os empregados aposentados pelo INSS até a data de desligamento, sem exigência de tempo mínimo de efetivo exercício na Caixa; os aptos a se aposentarem pelo INSS até 30 de dezembro, também sem exigência de tempo; os com, no mínimo, 15 anos de trabalho na Caixa, no contrato de trabalho vigente, até a data de desligamento; ou ainda os com adicional de incorporação de função de confiança/cargo em comissão/função gratificada até a data de desligamento, também sem exigência de tempo na Caixa.
Segundo o banco, o objetivo é ajustar a estrutura ao cenário competitivo e econômico atual, buscando mais eficiência. A opção pela adesão fica a critério do empregado. A Caixa analisará a proposta e poderá acatá-la ou recusá-la. O desligamento ocorrerá por meio de rescisão do contrato de trabalho a pedido, dispensando-se o cumprimento de aviso prévio. O desligamento dos funcionários que aderirem ao PDV deve ocorrer de 24 de julho a 25 de agosto, conforme o banco.Retiradas famílias de Reserva Florestal da Zoobotânica, em Sapucaia
Cleber Dioni Tentardini
Por determinação judicial, foi cumprida na quinta-feira ação de reintegração de posse em uma pequena área da Reserva Florestal Padre Balduíno Rambo, na divisa entre Sapucaia do Sul e São Leopoldo.
Ainda há vários problemas fundiários na extensa reserva, que fica ao lado do Parque Zoológico, sendo que ambos pertencem à Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul. Calcula-se que cerca de 500 famílias ainda ocupem a região, reconhecida pelo Governo do Estado como área de conservação ambiental através do Decreto 41.891, de 16 de outubro de 2002.
A reserva possui cerca de 780 hectares de campos e floresta, reservados à conservação ambiental, conforme o seu plano de manejo. É uma das maiores, senão a maior, extensão florestal contínua inserida na área urbana na Região Metropolitana de Porto Alegre, com cerca de 450 ha de bosques misto, contendo eucaliptos e mata nativa composta de espécies típicas da bacia do Rio dos Sinos.
Rua Viva: Bicicleta, futebol e xis vegano na praça Sevigné
Matheus Chaparini
A pracinha está encravada na fronteira entre o Centro Histórico e a Cidade Baixa, cercada por um colégio e duas faculdades, alguns bares e restaurantes. Mas não foram estas características que fizeram dela um ponto de encontro confirmado de Porto Alegre. A Selene incluiu em seu cardápio o xis vegano. Foi aí que a praça bombou.
De terça a sábado, o movimento noturno é certo na praça e no entorno
Há cerca de dois anos, o movimento naquele canto da cidade, que já era crescente, explodiu. Em qualquer noite, entre terça e sábado, o movimento é certo naquele trecho que pode ser delimitado fisicamente entre a esquina das ruas Fernando Machado e Marechal Floriano Peixoto e a praça Marquesa de Sevigné. Ou, no roteiro de quem vem do Centro pós expediente, do salgado vegano da Confeitaria Dona Laura até um litrão na praça, ou uma saideira a raros e honestos seis pilas no tradicional Grand’s Bar. No sentido inverso, pode-se começar com um xis vegano no MM e encerrar o rolê com uma cerveja na calçada no mercadinho.
Durante o dia, o cenário ganha ainda mais um atrativo, a trilha sonora da Power Discos, uma pequena loja de vinis, sempre com porta aberta e boa música.
São basicamente dois públicos que se misturam por ali. No meio da quadra o Brechó do Futebol foi o pioneiro de uma série empreendimentos – bar com arquibancada, café, champanharia, almondegaria. Ali se concentra um público interessado no futebol, reduto tricolor. Bebe-se cerveja artesanal. Nas pontas, a confeitaria Dona Laura e o MM Lanches reúnem outra gurizada e os postes e grades se enchem de bicicletas.
Praça do Xis
Selene incluiu no cardápio as opções veganas e o xis bombou
Selene Telles Bueno é peça-chave na transformação daquele ambiente. Mudou-se para uma casa junto à praça há dez anos e abriu uma carrocinha de cachorro quente junto ao chafariz. O dog não era exatamente um sucesso de vendas. O xis entrou no cardápio, mas também não salvou a lavoura. Até que um rapaz chamado Matheus, morador da casa do estudante da UFRGS, deu o toque: xis vegano
“Eu nem sabia o que que era vegano!”, conta Selene. “O Matheus começou a vir todos os dias e ler trechos de livros sobre veganismo.”
Aprendeu fazendo. Começou com um hambúrguer de soja, hoje são 19 variedades. Abóbora é o campeão de vendas, beterraba, a novidade, pinhão, o próximo desafio. Funcionando das onze e meia às onze e meia, o MM é um negócio familiar que garante o sustento de dez pessoas. As opções de carne continuam no cardápio, mas representam não mais do que 10% das vendas.
Uma reforma realizada em 2012 também contribuiu para mudar os ares da praça. “Era uma praça morta, suja, cheia de cocô. Tu te sentia mal de estar aqui às sete da noite. Às oito, tu era assaltado certo.”
Felipe vende espetinhos de carne no point dos veganos
Do outro lado da praça, um churrasquinho. E carne assada vende no meio desse povo que não come bicho morto? O Felipe garante que sim. “Só ponta de filé, carne boa.”
Felipe Garcia é metalúrgico, trabalhou em grandes indústrias, “mas aí a crise, né…” Há um ano ele começou um negócio, com apoio da vizinha Selene. No primeiro mês, vendia não mais que meia dúzia em uma noite inteira. Com uma clientela fiel, hoje ele afirma que cumpre a meta de cinquenta espetinhos em pouco mais de três horas.
Praça-musa
Através da janela do seu apartamento, o cartunista Uberti fez um livro. “Graça na Praça” foi lançado em 2010 pela L&PM. Durante dois anos, Uberti fez um desenho semanal. O cenário, sempre a antiga praça do triângulo. Pela janela, viu a época da praça mal cuidada e pouco habitada, a reforma e a chegada do movimento.
Morador há mais de 30 anos, Uberti tem até uma miniatura do chafariz em sua casa, dentre suas centenas de miniaturas de carros, aviões, trens.

Devaneando com o olhar janela afora, imaginou uma cena e desenhou: um piá fantasiado de batman em cima do chafariz ameaça pular, para diversão dos colegas e desespero da mãe.
Já com o livro pronto em mãos, viu a cena se concretizar. Apareceu um guri com a tal da fantasia de super herói correndo em torno da fonte. Porém, no episódio da vida real, o menino foi impedido pelo pai quando tentava subir o primeiro patamar do chafariz.
Rua do Futebol
A ideia começou com o Carlos Caloghero, que vendia camisetas antigas de futebol em casa e pela internet. O quarto ficou pequeno e surgiu a necessidade de se mudar para um local maior.
Em junho de 2010 nasceu o Brechó de Futebol, reunindo loja e bar. Na quadra pouco movimentada, os vizinhos eram uma papelaria e uma lan house que abria de vez em quando. O movimento cresceu, o brechó expandiu e ganhou novos vizinhos. Atualmente, eles ocupam quatro imóveis com um bar, loja e café e afirmam que os outros comércios não são concorrência, mas uma parceria, onde a clientela de um acaba respingando de alguma forma no estabelecimento do outro.
Em dia de jogo, a calçada vira arquibancada na Fernando Machado
A ligação do Brechó com o Grêmio vem da gênese. Os três sócios – Caloghero e os Andrés, Damiani e Zimmermann – se conheceram bebendo nos bares do entorno do Estádio Olímpico. No início do negócio, a maior parte do público era de amigos gremistas. Com o tempo a clientela diversificou. “Se tem jogo bom passando, enche de gente. Não é um bar do Grêmio”, explica Zimmermann.
Nas paredes cobertas de imagens, camisetas e mantas de clubes do mundo todo, encontra-se até mesmo uma flâmula do título mundial do Inter e fotos de alguns heróis colorados.
Praça do Triângulo
Aquele pequeno pedaço de terra em formato triangular, delimitado pela rua da Figueira – Coronel Genuíno, rua do Arvoredo – Fernando Machado, e rua da Olaria – Lima e Silva, virou praça há 140 anos. Em 1887, o vereador Leopoldo Masson propôs à Câmara Municipal destinar verba para o ajardinamento. Como contrapartida, os moradores deveriam providenciar a instalação de um chafariz. A fonte, que substituiu um bebedouro para cavalos, é a mesma até hoje.
Dois anos depois, um abaixo-assinado pedia um nome, que custou a vir. Em um mapa de 1949, ela aparece como Praça do Triângulo. Em 1966, vem o nome oficial: Praça Marquesa de Sévigné.Deputado quer unidades móveis para a esterilização de cães e gato
O deputado Gilmar Sossella (PDT) apresentou projeto de Lei (PL 73 2017) dispondo sobre o controle populacional de cães e gatos no Rio Grande do Sul, por meio de unidades móveis de esterilização – “Projeto Castramóvel”.
As unidades móveis ou “castramóveis” deverão ser devidamente adequadas para a realização dos serviços, contando com mesa de cirurgia, aparelho de anestesia inalatória, balança para pesagem dos animais e demais materiais cirúrgicos e equipamentos que se fizerem indispensáveis.
Conforme justifica Gilmar Sossella, o controle populacional de animais evita o abandono e o sofrimento das espécies, além de combater a proliferação de zoonoses nos municípios gaúchos.
Entre as finalidades da proposta, salienta que busca-se promover a conscientização da comunidade em relação aos cuidados necessários à criação de animais e a importância da castração. “Trata-se de medida efetiva no auxílio à saúde pública e uma importante ferramenta na garantia dos direitos dos animais”, destaca.
Deverão ser contemplados neste projeto, conforme ao matéria do parlamentar, os municípios que se cadastrarem junto à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação, e o cronograma de atuação deverá observar a ordem de cadastramento, logística e a necessidade de atendimento el localidades com quadros de superpopulação ou epidemias de zoonoses. O Estado deverá informar aos municípios contemplados a data de atuação das unidades móveis com antecedência mínima de 30 dias.
(Com informações da Assessoria)
Reportagem diz que delação de Pallocci "causa pesadelo na Globo"
O ex-ministro Antonio Palocci está disposto a fechar uma delação premiada, mas o Ministerio Público Federal está relutante porque ele pretende incriminar a Rede Globo, o que não seria do interesse das autoridades que conduzem a Lava Jato.
As revelações foram feitas em reportagem especial transmitida no Domingo Espetacular, da Rede Record.
O autor da reportagem, Luiz Carlos Azenha, ex-funcionário da Globo, afirmou que a hipótese da delação de Palocci “causa pesadelos na emissora da familia Marinho”.
As acusações contra a Globo envolvem sonegação de impostos, empresas de fachada no exterior e fraude em contratos para a transmissão da Copa do Mundo. Parte dessas denúncias já foram divulgadas.
Palocci, condenado a 12 anos, está preso em Curitiba e trocou de advogado recentemente, conforme a reportagem, visando fechar o acordo de delação premiada.
Em seu depoimento ao juiz Sérgio Moro, em abril deste, ano o ex-ministro declarou que que teria muito a contribuir com as investigações.
http://www.jusbrasil.com.br/diarios/55902702/trf2-jud-jfrj-25-06-2013-pg-343Frio da madrugada faz uma vítima em Porto Alegre
O frio da madrugada em Porto Alegre, onde a temperatura chegou aos 7 graus, fez uma vítima na capital na virada de domingo para segunda-feira, 17.
O homem, de aproximadamente 50 anos, segundo a polícia, era morador de rua e não portava identidade. Ele foi encontrado sem roupas numa calçada da avenida Goethe, próximo do parcão.A delegada Roberta Mariana Bertoldo da Silva, que atendeu o caso, a hipótese mais provável sobre a causa da morte é o frio. “Por enquanto só temos essa possibilidade. Ele não tinha vestígios de violência, só um ferimento na perna, mas nada significativo. Vamos depender do exame [da perícia] para determinar a causa da morte.”
Testemunhas relataram à polícia que no domingo viram a vítima se acomodando no local para dormir. Ao lado do corpo dele foram encontradas roupas.





