Se o porte de arma fosse liberado e a compra de um revólver fosse fácil, como quer o candidato Jair Bolsonaro, o desfecho do atentado que ele sofreu no dia 6 de setembro poderia ser outro.
Nas investigações que fez, a Polícia Federal descobriu que Adélio Bispo, o homem que deu a facada em Bolsonaro tentou inicialmente comprar um revólver. Pesquisou, foi a repartições se informar e chegou a ir a um clube de tiro. Só desistiu quando viu que as exigências eram muitas.
Autor: da Redação
Homem que deu facada em Bolsonaro queria comprar um revólver
Déborah Finocchiaro se apresenta no Sarau Alice, falando de livro sobre os muitos ricos
A atriz Déborah Finocchiaro está preparando uma leitura cênica sobre o livro “Ricos Podres de Ricos” (Tomo Editorial) – do economista e professor Antonio David Cattani e mostrará parte desse novo trabalho no Sarau Alice. O Sarau acontecerá na quarta feira ,no dia 17, a partir das 20 horas no bar Divina Comédia (República 649).“A luta de classes existe, mas é a minha classe, a classe rica que está fazendo a guerra e nós estamos ganhando”. A frase de Warren Buffet – segunda pessoa mais rica do mundo. Fortuna de 75 bilhões de dólares – abre o livro de Cattani. Na obra, ele explica em linguagem simples – “sem economês” – como o aumento da riqueza nas mãos de poucas empresas ou pessoas é um risco à democracia, além de uma ameaça ao próprio capitalismo. “É a crônica de um desastre anunciado”, declarou o autor na revista Extra Classe.
Artista de múltiplas linguagens e com diversos espetáculos em cartaz há vários anos – incluindo o monólogo “Pois é, vizinha”, que comemorou 25 anos de reprises – Deborah, mostrará, em primeira mão, essa “Crônica de um desastre anunciado” – como definiu o próprio autor – traduzida para a linguagem teatral. A noite promete, ainda, as performances dos poetas Gonçalo Ferraz, Mário Pirata e Fátima, alémdas apresentações dos músicos Cristiano Hanssen, Nivaldo José, Clebes Brum Pinheiro e o duo de violões “Batuque de Cordas”, integrado por Vinicius Correa e Cláudio Veiga.
Os participantes também terão acesso a um bazar de arte e artesanato com obras de cartunistas como Santiago, Moa, Edgar Vasques e Rafael Correa; dos artistas visuais Augusto Abreu, Ernani Chaves, Amaro Abreu; dos fotógrafos Otávio Teixeira, Marco Nedeff, Eneida Serrano e Luiz Abreu; das artesãs Mariza Rigo, Lúcia Achutti e Rosina Duarte; dos escritores Rafael Guimarãens, José Antônio Silva, Dois Santos dos Santos, bem como livros da Editora Libretos.
Com 18 anos de atuação, ALICE é uma organização sem fins lucrativos que trabalha para revelar o que a sociedade não vê, defendendo o direito de todos à comunicação, à cultura, à arte e à convivênciaharmônica em uma sociedade sustentável. Nessa linha, desenvolve projetos alternativos e autônomos envolvendo comunidades ignoradas pela mídia tradicional e negligenciadas pelas políticas públicas, entre eles o Jornal Boca de Rua – feito e vendido por moradores de rua de Porto Alegre desde o ano 2000. Assim, contribui para democratizar e qualificar a informação e alinha-se à luta por um mundo mais justo.Ugeirm/Sindicato lança nota sobre "conversa" com o candidato Ivo Sartori/MDB
“A direção da UGEIRM recebeu, através das redes sociais, uma “convocação” do atual governador e candidato à reeleição, José Ivo Sartori, para uma conversa com os servidores da segurança pública. Tal chamado se dá ao mesmo tempo em que o governo retém, ilegalmente, a contribuição dos servidores fazem às entidades sindicais.
Logo depois de confirmadas as candidaturas para o governo do estado, a UGEIRM encaminhou a todos os candidatos um convite para comparecer à sede do sindicato e apresentar suas propostas às eleições de outubro. A assessoria da candidatura do atual governador respondeu, dizendo que não compareceria a nenhum debate de entidades corporativas e priorizaria os debates nos meios de comunicação. O que demonstrava que o diálogo com os servidores da segurança pública não era de seu interesse nessas eleições. Tal resposta foi recebida com naturalidade pelos policiais civis, pois seguiam a lógica adotada durante todo o governo Sartori/MDB e repetia a posição tomada nas eleições de 2014, quando o governador também se negou ao diálogo com os servidores da segurança pública.
Policial foi atingida por bala de borracha durante votação do Pacote do governo na Assembleia Durante os quatro anos de mandato do governo Sartori/MDB, a UGEIRM se colocou permanentemente à disposição do diálogo com o governo, com a finalidade de encontrar soluções para os graves problemas da segurança pública gaúcha. Em todos esses momentos, fomos solenemente ignorados pelo governador do estado. Quando da apresentação dos seus projetos na Assembleia Legislativa, o único “diálogo” apresentado, foram as bombas de gás lacrimogênio e as balas de borracha que nos impediram de ingressar nas galerias para acompanhar as votações. Em nenhum projeto apresentado, que diziam respeito aos servidores públicos, houve sequer uma consulta às entidades sindicais. Quando os policiais convocaram uma paralisação de denúncia da situação calamitosa da segurança pública no estado, a resposta do governo foi um vídeo, divulgado nas redes sociais, onde acusava os sindicatos de irresponsáveis com a população gaúcha.
Nesses lamentáveis quatro anos de governo, os policiais receberam seus salários religiosamente em atraso. A decisão de atrasar os salários foi tomada sem nenhum diálogo com as entidades. Desde o seu primeiro ano de mandato, o governo instaurou o caos nas carceragens das delegacias, com presos superlotando as celas e algemados em corredores ou detidos em viaturas estacionadas nas calçadas, colocando a vida dos policiais em risco. A UGEIRM, em conjunto com a OAB, convocou todos os setores da sociedade civil, incluindo o Legislativo, o Judiciário e o Executivo, na busca de soluções para o problema. Novamente, o governo ignorou o chamado das entidades ao diálogo e preferiu anunciar soluções esdrúxulas, como a inauguração de um ônibus cela para desafogar as carceragens. Precisamos ir ao Uruguai para dialogar com a OEA (Organização dos Estados Americanos) que, ao contrário do governo Sartori/MDB, nos recebeu prontamente. A nossa tabela de subsídios foi duramente atacada pelo governo e a sua bancada, quando da discussão da Lei estadual de Responsabilidade Fiscal na assembleia Legislativa. Na ocasião, os deputados da base governista acusaram os servidores da segurança pública de responsáveis pela crise financeira do estado. Um desses parlamentares chegou a dizer que a opinião dos servidores não interessava, pois servidor público não elege ninguém.
Portanto, a direção da UGEIRM avalia que tal convocação por parte do candidato à reeleição, José Ivo Sartori, não oferece qualquer benefício para a categoria e a população gaúcha. Se o governador quiser conhecer as propostas dos policiais civis para a segurança pública do estado, a UGEIRM não terá nenhum problema em enviar nosso Programa elaborado em conjunto com o Conselho de Representantes da entidade. Caso o governador consiga sua tão sonhada reeleição, a entidade estará, como sempre esteve, à disposição para o debate institucional com o novo governo.
Por outro lado, se o governador quiser, como ocupante atual do Palácio Piratini, discutir com o sindicato a situação da segurança pública, o atraso dos salários, a situação das carceragens, ou qualquer outro tema que diga respeito à categoria, estaremos à disposição. Mas não participaremos de atos de campanha do atual governador. Qualquer reunião com o governador será realizada nas dependências do Palácio Piratini, durante o horário de expediente e terá que constar da agenda do governador. Esse diálogo com o governo vem sendo buscado incessantemente pela UGEIRM. Nos últimos seis meses, a direção vem, diariamente, reiterando um pedido de audiência com o Chefe da Casa Civil que nos ignora solenemente.”Violonista Fernanda Krüger recebe flautistas para concerto na Pinacoteca Ruben Berta
O Auditório Briane Bicca da Pinacoteca Ruben Berta recebe nessa terça-feira, 16, às 18h30, uma nova edição do Projeto Clássicos na Pinacoteca. O recital “Fernanda Krüger Convida Flautistas” reúne quatro instrumentistas atuantes no cenário musical do Rio Grande do Sul. O auditório fica rua Duque de Caxias, 973 – Centro Histórico – Porto Alegre) r
Fernanda Krüger, Clarissa de Godoy Menezes, Cláudia Schreiner e Eliana Vaz Huber, profissionais do violão, da flauta doce e da flauta transversa, são também colegas de instituição, trabalhando na área de educação musical do Instituto Federal do Rio Grande do Sul – Campus Porto Alegre. As quatro musicistas são professoras do Projeto Prelúdio e do Curso Técnico em Instrumento Musical.
O repertório escolhido conta com obras para violão solo, trio de flautas doces, obras para flauta doce e violão e para flauta transversa e violão. A apresentação reúne compositores consagrados do repertório erudito violonístico, como Matteo Carcassi (1792-1853), Heitor Villa-Lobos (1887-1959) e Aníbal Augusto Sardinha (1915-1955), conhecido como Garoto, importante influência para a bossa nova. Também no repertório obras de uma época de grande importância para a flauta doce, o Barroco, como a música de Jean-Baptiste Loeillet (1680-1730).
O recital apresenta ainda obras de câmara de compositores da cena musical gaúcha e brasileira: Bruno Kiefer (1923-1987), com músicas para flauta doce e violão; Gaudêncio Thiago de Mello (1933-2013), com obras para flauta transversa e violão, arranjadas por Daniel Wolff; Fernando Mattos (1963), com obra original para trio de flautas doces. No recital será executada pela primeira vez a obra “Milonga da Mina”, de Mattos, escrita especialmente para este recital.
Clássicos na Pinacoteca
FERNANDA KRÜGER CONVIDA FLAUTISTAS
16 de outubro de 2018, terça-feira, 18h30
PINACOTECA RUBEN BERTA (rua Duque de Caxias, 973 – Centro Histórico – Porto Alegre)
Ingresso: contribuição espontânea (lotação: 50 lugares)
Contato: acervo@smc.prefpoa.com.br / (51) 3289 8292
Ospa apresenta concerto gratuito em Alvorada
Nesse domingo, dia 14, às 19h, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) coloca a cidade de Alvorada na rota de sua Série Interior de concertos. Na ocasião, os músicos interpretam obras de compositores como Verdi, Piazzolla, Strauss e Guerra-Peixe, além de trilhas de filmes, na Paróquia São José Operário (Rua Oceania, 166 – Passo do Feijó). A regência é de Evandro Matté, diretor artístico da sinfônica, e os solos são da fagotista Ange Bazzani e do oboísta Érico Marques. O evento, patrocinado pela Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), tem entrada franca.A noite começa com a trilha do famoso musical “West Side Story”, conhecido como “Amor, Sublime Amor”, do compositor norte-americano Leonard Bernstein (1918-1990). Depois, a Ospa presta homenagem à música de ópera com a interpretação de trechos de obras de Giuseppe Verdi (1813-1901) e Pietro Mascagni (1863 – 1945). Na sequência, a fagotista Ange Bazzani e o oboísta Érico Marques executam ao lado da orquestra o “Concertino para Oboé, Fagote e Cordas” de João Guilherme Ripper. Um dos mais destacados compositores de sua geração, Ripper é o atual presidente da Academia Brasileira de Música e criou esta peça para representar musicalmente o Rio de Janeiro.Na sequência, a sinfônica apresenta “Vozes da Primavera”, valsa de Strauss II (1825-1899). Passando da tradição europeia para a música latino-americana, a orquestra dá continuidade ao concerto com “Mourão” de César Guerra-Peixe (1914 – 1993). A expressividade portenha também ganha vida com “Libertango”, de Astor Piazzolla (1921-1992). Por fim, contemplando os fãs da sétima arte, o repertório destaca populares trilhas de cinema: “O Poderoso Chefão”, de Nino Rota (1911-1979), e “Piratas do Caribe“, de Klaws Badelt (1967-).
Regência é do maestro Evando Matté. Evandro Matté (regente)É diretor artístico e maestro da Ospa, da Orquestra Unisinos Anchieta e da Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro. Ocupa, também, o cargo de diretor artístico do Festival Internacional SESC de Música, que acontece em Pelotas. . Realizou sua formação musical na Universidade Federal do RS, na University of Georgia (EUA) e no Conservatoire de Bordeaux (França). Esteve à frente de orquestras da Argentina, Uruguai, Croácia, Itália, China, Alemanha, Estados Unidos e República Checa. É coordenador do projeto social Vida com Arte, que atende 250 crianças, proporcionando inclusão social através da música.Ange Paola Bazzani (fagote – Brasil)Natural da Colômbia, Ange é a primeira mulher a ocupar o cargo de fagotista em quase sete décadas de história da Ospa. Especialista em Música Orquestral pela Academia de Música da OSESP, também já integrou a Orquestra Sinfônica da Colômbia e a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais.Érico Marques Cunha (oboé – Brasil)Oboísta da Ospa, especializou-se na Royal Academy of Music (Inglaterra) após vencer o Concurso Eleazar de Carvalho em 2015. Já atuou como oboé solista da Orquestra Sinfônica de Goiânia e da Filarmônica de Goiás.Sobre a Fundação OspaA Fundação Orquestra Sinfônica de Porto Alegre é um complexo musical-educativo que, desde 1950, realiza um trabalho de difusão da música orquestral e formação de plateias no Rio Grande do Sul. Vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, mantém a orquestra, um coro sinfônico e uma escola de música.A Ospa possui uma extensa agenda de concertos em todo o Estado, atingindo um público abrangente e diversificado. Orquestra mais antiga do país em atividades ininterruptas, sua programação é constituída pelas séries Theatro São Pedro, UFRGS, Igrejas, Araújo Vianna, Interior, Música no Museu, Didáticos, Ospa Jovem e concertos especiais.Mais informações em www.ospa.org.br.Concerto da Ospa em Alvorada | Série InteriorQuando: Dia 14 de outubro de 2018, domingoHorário: 19hLocal: Paróquia São José Operário (Rua Oceania, 166 – Passo do Feijó).ENTRADA FRANCAPROGRAMALeonard Bernstein: West Side StoryGiuseppe Verdi: Abertura da ópera “Nabucco”João Guilherme Ripper: Concertino para Oboé, Fagote e CordasJohann Strauss II: Vozes da PrimaveraPietro Mascagni: Intermezzo SinfônicoCésar Guerra-Peixe: MourãoAstor Piazzolla: Libertango (Arranjo: Alexandre Ostrovski)Nino Rota: O Poderoso ChefãoKlaws Badelt: Piratas do CaribeRegente: Evandro MattéSolistas: Ange Bazzani (fagote) e Érico Marques (oboé)
Aberto Caminhos de Artes e Estudio Dezenove inauguram exposição de Rogério Livi e Bruno Tamboreno
A GALERIA ABERTO CAMINHO DE ARTES E ESTUDIO DEZENOVE (GALERIA DO RIO DE JANEIRO), INAUGURAM SEGUNDA EDIÇÃO PROJETO VITRINE EFÊMERA EM PORTO ALEGRE COM AS EXPOSIÇÕES “VIDA”, DE ROGÉRIO LIVI E “DESVIO”, DE BRUNO TAMBORENO
A parceria entre os espaços que já vem se consolidando desde o final de 2017, tem como inspiração projeto de mesmo nome realizado na vitrine do Estudio Dezenove desde o final dos anos 90 em Santa Teresa no Rio de Janeiro.
Para esta edição do Projeto espaço cultural Aberto Caminho de Artes apresentará na Vitrine Efêmera a instalação “Vida”, do artista Rogério Livi com curadoria de José Francisco Alves. Para o artista, esta instalação representa nossa vida cotidiana, que pode ter tanto momentos de cor, quanto espinhos.
No espaço interno, acontece a mostra “Desvio” do artista Bruno Tamboreno, que pode ser entendida como um enquadramento de um processo de criação que, por sua natureza, é disforme e não linear.
O evento acontece no dia 20 de outubro, sábado, às 11h. O ABERTO fica na Mal. Floriano, 760, no Caminho dos Antiquários, Centro Histórico. As exposições permanecem até 01 de dezembro. Entrada gratuita.
O projeto…
Vitrine Efêmera é fruto da parceria do ABERTO CAMINHO DE ARTES com o Estudio Dezenove do Rio de Janeiro e tem como inspiração projeto de mesmo nome realizado na vitrine desse último espaço desde o final dos anos 90. O contexto de Vitrine Efêmera no Rio de Janeiro é o bairro de Santa Teresa, historicamente um lugar de muitos acontecimentos na arte e na cultura, sem dúvida um território fértil para muitas manifestações artísticas. Pela vitrine do Estudio Dezenove já passaram mais de 60 artistas contemporâneos e tal projeto segue sendo uma referência na cena artística da cidade do Rio de Janeiro.
O ABERTO CAMINHO DE ARTES é um espaço cultural que busca na sua essência a exacerbação da liberdade criativa e o convívio plural de todas as formas de manifestações culturais. No Centro Histórico, coração pulsante da cultura em Porto Alegre a arte contemporânea, música, literatura, arte urbana, fotografia, cinema, dança… enfim, a arte, é levada para a rua que é onde estão as pessoas para a qual ela é feita. Tudo isso junto ao Caminho dos Antiquários, destino cultural há mais de 10 anos na cidade. A coordenação do projeto é de Marla Trevisan e Julio Castro, com parceria cultural da Babilônica Arte e Cultura.
Os artistas…

Obra de Rogerio Livi- Equilíbrio II (002). Foto: Divulgação Rogério Pohlmann Livi
Cachoeira do Sul /RS, 1945
Dedica-se à escultura, desenho, fotografia, vídeo e história da arte. Foi professor e pesquisador em Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e desde 1998 frequenta oficinas no Atelier Livre Xico Stockinger em Porto Alegre. Participa de exposições coletivas desde 2001, destacando: Mestres Reinventados, galeria do DMAE, Porto Alegre, 2018; Água, Essência da Vida, Palácio do Ministério Público do RS, Porto Alegre, 2018; Aã, Fundação Vera Chaves Barcelos, Viamão, 2017; Incentivo à Produção Chico Lisboa, MARGS, 17/12/2016 a 29/01/2017; Identidade Desenho, Porão do Paço, Porto Alegre; em 2014 e em 2016; Vontade: para tudo na vida, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (MAC RS), 2014; Salão da Câmara Municipal, Porto Alegre, 2014; Entre: curadoria A-Z, MAC RS, 2013 e O jardim do Rei, uma visão poética da História Natural de Buffon, Museu de Ciências Naturais FZB RS (Prêmio Especial do Júri no Açorianos de Artes Plásticas 2013); A imagem da palavra, Centro Subte, Montevidéu, Uruguai; Idades Contemporâneas: Poéticas em Paralelo, MAC RS, 2012; Do Atelier ao Cubo Branco, MARGS, Porto Alegre, 2011. Expos em parceria: com Silvia Livi no Porão do Paço, 2016; com Antônio Augusto Bueno, 2° Prêmio IEAVi 2013, CCMQ (Menção Honrosa); com Carlos Krauz, Espaço Chico Lisboa, 2012 e com Selir Straliotto, Ecarta, 2009, em Porto Alegre. Exposições Individuais: Voo 4° Prêmio IEAVi, Galeria Virgilio Calegari, CCMQ; 2016 (Indicada para o Prêmio Açorianos de Escultura); Floresta Fantástica, Galeria Lunara, 2013; Pictóricas, Espaço Rotta Ely, 2009; Microvariações sobre um tema, Atelier Subterrânea, Porto Alegre, (Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, Artista Revelação 2008 e o Prêmio RBS Cultura 2009 Artista Revelação) e em reedição ampliada na Feevale, Novo Hamburgo, 2009. Pelo Prêmio Maria Conceição Menegassi do Salão do Atelier Livre 2005, fez individual com Esculturas Cinéticas no Centro Municipal de Cultura, Porto Alegre, em 2006.
Tem obras no MAC RS e na Pinacoteca Municipal, Porto Alegre.

Sem titulo-Desenho e Lito Waterless. B Tamboreno . Foto; Divulgação
Bruno TamborenoBagé, RS, 1989
Bacharel em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul -UFRGS
Discente do curso de Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS
Integrante da Equipe da Pinacoteca Barão de Santo Ângelo, do Instituto de Artes da UFRGS.
Membro do NAI – Núcleo de Arte Impressa da UFRGS.
Exposições:
FUTURAMA 3 – Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul MAC-RS. Porto Alegre, 2018;
Núcleo de Arte Impressa – IAB-RS. Porto Alegre, 2018;
Dialogando com a Imagem – Casa de Cultura Pedro Wayne. Bagé/RS, 2017;
Bruno Tamboreno e Gilberto Tomé, II Concurso de Arte Impressa do Goethe-Institut – Galeria do Goethe-Institut.
Porto Alegre/RS, 2017
Entre Imagens – Bruno Tamboreno. IAB-RS – Porto Alegre/RS, 2017
Novíssima Geração, desenho e pintura – Museu do Trabalho, Porto Alegre/RS 2017
Faturas – Memorial do Rio Grande do Sul, Porto Alegre/RS – 2016
Três Novos Olhares – Centro Cultural CEEE Erico Verissimo
Porto Alegre/RS – 2016
Coletiva no MGB – Museu da Gravura Brasileira – 2016
Água e gordura não se misturam: LitografIA – Sala Ado Malagoli,
Instituto de artes UFRGS. Porto Alegre/RS – 2016
Água e gordura não se misturam: LitografIA – UNIVATES. Lajeado/RS – 2016
Processos Cruzados – Clube de Cultura. Porto Alegre/RS – 2015
Os Coletivos – Casa de Cultura Pedro Wayne. Bagé/RS – 2010
Serviço
Vitrine Efêmera Vida, de Rogério Livi com curadoria de José Francisco Alves
Desvio, exposição de Bruno Tamboreno
Abertura: 20.10.2018, sábado, das 11h às 14h.
Local: Aberto Caminho das Artes. Rua Marechal Floriano Peixoto, 760.
Horários: Segunda a sexta, das 14h às 17h. Aos sábados conforme a agenda disponibilizada em facebook/abertoartes
Encerramento: 01.12
ABERTO Caminho de Artes
Rua Marechal Floriano Peixoto, 760 – Centro Histórico, Porto Alegre/RS Brasil
Horário:
Seg-Sex: 13h-17h
Sáb: 10h-15h
Donaldo Schüler e a literatura que moldou o Ocidente
Francisco Ribeiro
Aos 86 anos o professor, escritor e tradutor, Donaldo Schüler, lança o seu mais novo trabalho, Literatura grega: irradiações (Ateliê Editorial). Trata-se de um ensaio de quase 300 páginas sobre a literatura oral e escrita da civilização fundadora daquilo que entendemos por Ocidente. Tradutor de James Joyce, Schüler sintetiza, sem perder profundidade, a influência de uma literatura que se espraiou pelo mundo, e cujos traços são encontrados na poesia, no romance, no teatro, e até em prosaicas cantigas folclóricas gaúchas como o tatu e a chimarrita. Ou na prosa de escritores brasileiros como Erico Verissimo e João Guimarães Rosa, autores que assim como Homero também são grandes contadores de histórias.
Donaldo Schüler
Schüler, um excelente scholar, sabe que mexer na mitologia e na literatura grega pode transformar-se num interminável entreabrir de gavetas de narrativas que se interligam umas as outras. A começar pela Teogonia, de Hesíodo, e suas histórias de deuses, semideuses e suas relações com os mortais, como os personagens de Homero, reais ou fictícios, meros joguetes dos caprichos dos filhos de Zeus. Na lógica da época de Homero o homem, por mais que tente, não foge ao seu destino, já previamente traçado, trágico na maioria das vezes. Cobiça e vingança são os grandes motores.
O que não impediu o surgimento de histórias e aventuras incríveis, como aquelas descritas na Iíiada e na Odisseia. Da primeira, as inesquecíveis proezas de Aquiles, algoz de Heitor, o não menos nobre e valente príncipe troiano, irmão de Paris, o raptor da bela Helena. Tróia, reino de Príamo, e das mulheres Hécuba, Andrômaca, Cassandra, personagens que ganharam protagonismo e vida complexa na dramaturgia. Também extraordinárias são as histórias contidas na Odisséia, vividas por outro herói da guerra de Tróia, o ardiloso Ulisses, na sua longa volta pra casa. Narrativas seminais, fontes de inspiração para o teatro grego clássico de autores como Eurípides e Sófocles. Uma dramaturgia poderosa cujo legado fará sentir-se nas línguas e nas penas de William Shakespeare e Jean Racine, e do nosso Nélson Rodrigues. São irradiações da cultura e da língua de um povo que há três mil anos chama o sol de hélios.
Ítaca, a ilha, reino de Ulisses. Lugar mágico, a referência que não o faz perder o sentido de sua vida, voltar ao lar onde está sua mulher, Penélope, e o filho, Telêmaco. Perspectiva que lhe que faz recusar a generosa oferta de imortalidade e juventude eterna prometida por Calipso. Ulisses, mesmo no paraíso, chora no rochedo, diante do mar, de saudade de casa. Se o lamento, falsamente impotente, é uma espécie de resistência, naquela recusa estaria, segundo o filósofo francês Luc Ferry, a origem da filosofia, a procura de uma sabedoria laica.
E filosofia é o que não falta no ensaio de Schuler. Dos pré-socráticos a Platão, Aristóteles, até os modernos Martin Heidegger e Jean-Paul Sartre. Deste último, protótipo do intelectual engajado, as perguntas: por que escrevemos? E para quem escrevemos? Questões que estão na gênese de Literatura grega: irradiações, e que Donaldo Schüler partilha com os leitores nesta exclusiva entrevista ao JÁ.
JÁ – Quando surgiu a idéia de escrever este livro?
DS – Trata-se de uma reflexão antiga. Eu comecei a lecionar em 1964. Foi um período, até 1968, mais ou menos livre, de muita agitação no teatro e na universidade. Mas, com o Ato Institucional Número 5 (AI-5) as coisas começaram a mudar. Dava-se ênfase na época à função social dos cidadãos. Então, indaguei-me qual seria a minha função social como professor de literatura grega. Na verdade a Grécia funda o Ocidente. De certa forma somos todos helenizados por causa desta herança grega, forma de pensar e de refletir. E com a globalização, na medida em que os povos forem se ocidentalizando, entra em vigor também este modo de pensar grego.
É um livro para iniciados?
Cabe a pergunta de Sartre: para quem você escreve? É um livro para todos. Não se trata de um trabalho dirigido a especialistas com um vocabulário, jargão, que só eles entendem. Procurei escrever de uma forma bem acessível. Mas isto não deve prejudicar os problemas que são colocados em discussão. Quero me comunicar com pessoas que têm a mesma preocupação, refletir sobre a narrativa. É um convite para aqueles que querem conversar, debater.
Como a literatura grega se reflete no Brasil?
Na grande literatura, Machado de Assis, por exemplo. Mas também percebi o reflexo dela em alguns dos meus trabalhos, examinando a poesia feita no Rio Grande do Sul, nas cantigas do nosso folclore como as do tatu e da chimarrita, cujos modelos vieram da Europa, mas se desenvolveram autonomamente aqui. Letras do tatu falam de um sujeito marginalizado que luta para sobrevivência e que conta as suas dificuldades aos que passam. É um herói popular. A Ilíada e a Odisséia têm uma mesma origem. Uma literatura oral que depois vai se tornando escrita. Também tem muita semelhança com o sistema métrico que se encontra no cordel nordestino. Algumas das narrativas têm características épicas. A gente percebe esta poeticidade épica que nasce do próprio povo. São esses os fenômenos que, uma vez refletidos, permite o estabelecimento de relações, semelhanças.
O tempo e o vento, romance do Erico Veríssimo, caberia em algum canto de Homero?
Claro. Em 1948 estava em discussão temas que envolviam, por exemplo, o contador de histórias e o sujeito que trabalha com a palavra. João Guimarães Rosa versus Clarice Lispector, ela com o novo romance francês – gente como Alain Robbe Grillet – que não contava mais história. Muitos passaram a desprezar o contador de histórias. Érico Veríssimo dizia que era um contador de histórias. Era autêntico. Cheguei a falar com o Erico sobre isso. E ele ficou do lado de Ulisses, como um contador de histórias. O mérito dele é esse, escreveu uma história da qual não existe documentos. O início de O tempo e o vento é puramente ficcional, mítico, é Homero. Nós nos reconhecemos naquelas origens que são puramente ficcionais. Um passado puramente inventado.
O mesmo ocorre com a Ilíada e a Odisséia, muitos lendo como se fossem fatos históricos.
Isso é um problema milenar. Eu poderia dizer que toda a História é ficção. Essa coisa, a partir do século XIX, quando nasce a historiografia, de narrar às coisas como elas efetivamente o são, isso não acontece. Trata-se de uma questão de perspectiva, tese, de escrever algo diferente. Não se deve fazer diferença entre o mito e uma sociedade científica como a nossa. O Claude Levi – Strauss, antropólogo, já escreveu sobre isso. Ele disse que os homens são racionais desde o momento em que apareceram. Esta é a característica principal do Homo sapiens. Pode-se voltar para as cavernas, 40 mil, 50 mil anos atrás e verificar que há representações de gente que pensava.
E que ficcionava?
Exato. Historiografia? Ora, fora Homero, naquela época, não existe nada. O que se tem de importante, enquanto narrativa? A luta do homem contra as suas dificuldades. Nisto eu me encontro. Agora os fatos, ele pega banalidades e as transforma.
Heródoto, o pai da História, faz a mesma coisa. Dá pra dizer que ele, sobre a guerra do Peloponeso, escreve um romance histórico para os padrões de hoje que, tecnicamente, aproxima-se de Guerra e Paz, do Tolstoi, que também pega fatos históricos e ficcionaliza. Hoje valorizamos muito a verificação. Deixamos de nos exprimir e isso põe em risco a nossa humanidade. Espero que um astrônomo, por exemplo, diante de um universo, talvez, de bilhões de galáxias, narre-o de um jeito que eu possa participar. E não com cálculos matemáticos que jamais possa decifrar.
O sr é muito familiarizado com a obra de James Joyce, tendo, inclusive, traduzido Finnegans Wake. Neste seu ensaio há referências a Guimarães Rosa. Ele seria uma espécie de fusão entre Homero e Joyce?
Rosa numa entrevista disse que não conhecia James Joyce na época em que escreveu o Grande sertão: veredas. Mas têm aproximações flagrantes. Tem a questão da época, das vanguardas, do contato, através do modernismo brasileiro, com autores como Joyce, Ezra Pound. Quer dizer, mesmo que não tenha havido contato direto, lido, vivia-se na época, sentia-se as coisas de uma determinada maneira. E ele, certamente, não ficou imune.
Uma das indagações, hoje, é sobre o desaparecimento da narrativa.
Em seu lugar entrou os dados e, com a internet, milhões deles. Muita gente, principalmente os jovens, anda na rua com um aparelho na mão, e o que recebem? Dados. As pessoas não conversam mais, recebem informações pelas redes sociais, e que acabam se atrapalhando pela abundância. Se não tomar cuidado, elas apenas passam de imagens a discursos soltos que não se conectam uns com os outros. A narrativa serve justamente para ligar uma coisa à outra. Quem fez isso pela primeira vez no ocidente foi Homero. Arte de narrar é o que estamos fazendo agora, conversando. A narrativa popular começa aí, quando um grupo de pessoas se reúne em torno da fogueira e começa a contar coisas que são reelaboradas, que são únicas. Enfim, nós não somos unidos pelos dados, que atrapalham, mas pelo discurso, pela palavra. Nosso problema é o excesso de informação. Os teóricos também estão refletindo sobre a sociedade do cansaço.
Como assim?
Pense no homem em geral. Somos uma sociedade do cansaço. Por quê? A sociedade atual, de mercado, é de competição e estabelece metas cada vez mais elevadas, sempre superiores ao que o indivíduo pode realizar. E a robotização pode chegar a um ponto tal em que o homem seja eliminado. Estamos todos nivelados nesta situação. Chego em casa, cansado, e sento na frente do televisor e fico recebendo imagens até dormir. Seria melhor sentar, tomar um chimarrão e conversar. Esse foi o ponto de partida desta literatura grega que atingiu tal requinte.
O chimarrão?
(risos) Não, a conversa.
Mas tinha o vinho, o fogo, pão e azeitonas. Muito bom, assim, poder sentar e deitar conversa fora, filosofar e depois escrever, construir narrativas – misturando deuses, mitos e homens – que serão lembradas através dos tempos, como os feitos de Aquiles e, principalmente, da viagem de Ulisses..
Isso, encontrar a nossa Ítaca. O ócio contra o negócio. Não podemos deixar que o negócio nos destrua. Qual o sentido da vida de um indivíduo que luta para sobreviver? Fazer algo para o qual uma máquina ainda não foi inventada? Como me humanizo? Diante da minha mulher, dos meus filhos, netos, amigos, etc. Mas, note-se bem, não sou um saudosista. Meu melhor momento é este. Se exige de mim que eu reflita o momento que estou vivendo. Não posso negar as vantagens da Internet. Mas devo saber o que fazer com isso. Tempos atrás eu precisaria ir para Londres consultar livros que só existiam lá. Hoje com o computador tenho acesso a tudo.
Exceto a imortalidade, a sociedade de consumo tenta nos oferecer o mesmo que Calipso a Ulisses.
Fazemos isso via academia de ginástica, remédios, cosméticos, cirurgias. Uma luta pelo rejuvenescimento. Ulysses, mesmo no paraíso, escolhe a dor, a morte. Isso é uma advertência para quem busca o paraíso: por quanto tempo agüentaríamos viver nele? A morte nos estabelece o limite dentro do qual nós vivemos. Nós somos a única espécie animal que conhece a morte, É um conhecimento, vou desprezar isso? Chegamos a Heidegger que no Ser e tempo fala que vivemos para a morte. Escrevi um livro de quase 300 páginas, este, e que poderia ser de três mil se vivesse mais 50 anos. Também é preciso aceitar a idade que se tem. Nasce-se todos os dias. E a cada dia se é outro. Enfim, tenho 86 anos pela primeira vez na vida. É uma descoberta. Não dá pra ficar pensando no que seria se tivesse 40. Ou querer procurar profissionais que reduzam até 60. Repito, não tenho nenhuma saudade. Meu momento é este, agora, com todas estas confusões.
E também não é preciso levar os gregos tão a sério, não é?
Não. Fazem piadas sobre eles próprios, críticas a sua própria cultura. Numa viagem a Grécia, o nosso guia, cuja mãe era espanhola, contava o seguinte causo, umas das diferenças entre a igreja ortodoxa grega e a católica romana. Na ortodoxa as noivas têm que casarem virgens. Se aparecer uma noiva que não é virgem ela tem que dar uma volta em torno da igreja para cada homem que transou. Tem noiva que fica correndo em torno da igreja. Aí os convidados ficam com pena dela e emprestam uma bicicleta. Isto é fantástico, Homero puro, e nos conduz a Zorba, o grego que, apesar de toda aquela desgraça, consegue dançar.Eduardo Leite corre atrás e declara apoio constrangido a Bolsonaro
O candidato à reeleição, Ivo Sartori, sacou primeiro e no primeiro instante em que se definiu o segundo turno, declarou apoio a Bolsonaro na disputa com Fernando Haddad à presidência da República.
Eduardo Leite, seu oponente, candidato ao governo do Estado pelo PSDB, tentou ficar neutro, mas foi pressionado pelos aliados empolgados pela onda bolsonarista entre os gaúchos e aderiu.
Ontem, disse que a escolha “foi fruto de necessidade de escolher um lado da disputa”.
Em entrevista após encontro na Federação Sindical dos Servidores Públicos do Estado (Fessergs), na manhã de quinta-feira (11), Leite se esquivou e optou por não chamar sua decisão de apoio:— (É) uma declaração de voto. Nós temos que ter decisão, são dois caminhos possíveis. O que não significa… tem que deixar claro que não é uma adesão às suas ideias, completamente — ponderou o tucano.Leite disse que um eventual apoio a Fernando Haddad “seria um prêmio à corrupção”:— O candidato (Fernando) Haddad não construiu sua própria liderança, ele foi ungido por alguém que está na cadeia, isso é muito ruim para o país. Significa adesão às ideias do outro candidato, completamente? Não, mas entre as duas alternativas, para o Brasil, entendemos que é melhor a candidatura de Jair Bolsonaro.Leite falou que acredita no apoio do candidato derrotado no primeiro turno Jairo Jorge que fez 11% dos votos, terceiro maior índice no Estado. “Estamos em contato, respeitamos o tempo de cada um. Temos pontos em comum: a candidatura do Jairo Jorge falava muito em políticas de desenvolvimento, inclusive de redução de impostos, o que nos une. Entendemos que é bem possível construir este apoio.O candidato do PSDB avaliou que uma definição poderá ocorrer na segunda-feira:— As lideranças políticas da nossa coligação também estão ajudando a construir esta aproximação, mas pelo que eu sei o PDT tem reunião marcada para segunda-feira..
Folha explica que o nome de Onyx Lorenzoni se pronuncia "Onix"
O jornal Folha de São Paulo considerou relevante explicar a seus leitores que o prenome do deputado Onyx Lorenzoni “se pronuncia Onix”.
É que Lorenzoni, deputado federal pelo DEM, partido sem expressão no Rio Grande do Sul, está prestes a se tornar um dos políticos mais poderosos do país.
Segundo a própria Folha “em encontro com parlamentares eleitos pelo PSL, o candidato a presidente Jair Bolsonaro anunciou o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) —a pronúncia é Oníx— como seu futuro chefe da Casa Civil, caso seja eleito no segundo turno”.
Bolsonaro, como previsto, também anunciou o general da reserva Augusto Heleno como seu nome para o Ministério da Defesa e, como já sabia, confirmou Paulo Guedes como chefe de uma futura pasta da Economia (Fazenda e Planejamento).
Apoiador de Bolsonaro desde o primeiro momento, Lorenzoni foi o articulador dos apoios ao candidato entre o chamado “baixo clero”. da Câmara Federal.Grupo Pituna faz show exclusivamente com música instrumental brasileira, no Chapéu Acústico.
O projeto Chapéu Acústico, segundo o seu curador Marcos Monteiro, está sempre garimpando talentos da música instrumental do cenário gaúcho. “Nessa busca encontramos o trabalho primoroso do grupo Pituna, uma música arejada, super elaborada e fundamental no resgate de grandes gênios da nossa música instrumental brasileira, artistas reconhecidos mundialmente e poucos valorizados na sua própria terra natal”, segundo Monteiro.Ele é a próxima atração do projeto, na terça-feira, dia 16, na Biblioteca Pública Estadual.
Formado por músicos com considerável circulação no meio instrumental gaúcho, o Pituna surgiu da vontade de tocar somente música brasileira. Com ênfase no improviso e no garimpo de temas que soem familiares mesmo ao ouvinte mais desatento, o resultado sonoro do grupo é o que se pode chamar de música universal.
Com Isaias Luz (violão),Rodrigo Cordeiro (bateria), Térence Veras (guitarra) e Vinicius Poletto(baixo), o grupo apresenta um repertório baseado exclusivamente em compositores brasileiros como Hermeto Pascoal, Milton Nascimento, Cesar Camargo Mariano, Toninho Horta, entre outros.
Já se apresentou na programação paralela do POA Jazz Festival de 2017, do Villa do Jazz, no festival Angela Flach e é banda contumaz nos bares de música instrumental de Porto Alegre e região metropolitana. O Pituna acaba de gravar seu primeiro EP com composições inéditas.
Foto: Eduarda Furini/Divulgação
SERVIÇO:
Dia 16 outubro de 2018 (terça-feira).
Hora: a partir das 19h.com entrada franca.
Local: Biblioteca Pública do Estado/BPE-RS (Riachuelo, 1190).






