Autor: da Redação

  • ARI pede respeito às regras e aceitação do resultado eleitoral

    NOTA DA ARI: DEMOCRACIA E VERDADE
    Na antevéspera do primeiro turno das eleições presidenciais de 2018 e no contexto de uma disputa política caracterizada pelo acirramento de posições e ideias, por episódios de violência, por discursos autoritários e pela ampla disseminação de informações falsas em redes sociais, a Associação Riograndense de Imprensa (ARI) manifesta sua preocupação com o futuro do país e reafirma seu compromisso irrenunciável com a democracia e com a liberdade de expressão.
    Com 82 anos de atuação na defesa do jornalismo responsável e do direito dos cidadãos a informações verdadeiras, independentes e plurais, a ARI posiciona-se intransigentemente pelo respeito às regras do jogo democrático, confiando que as instituições brasileiras, fortalecidas por três décadas de normalidade democrática, saberão conduzir a transição de poder em todas as instâncias do Executivo e do Legislativo, em consonância com a vontade soberana da população.
    Na condição de entidade representativa dos profissionais de imprensa do Rio Grande do Sul, a ARI acredita que a verdade, o voto livre e consciente, a aceitação do resultado eleitoral e o exercício da cidadania por todos, governantes e governados, são pré-requisitos para a construção de um país melhor e mais próspero.
     
    Luiz Adolfo Lino Souza
    Presidente da ARI
    Batista Filho
    Presidente do Conselho Deliberativo da ARI

  • Vila Flores promove ato coletivo pela paz nas eleições

    Durante toda essa semana as janelas dos 40 empreendimentos do Vila Flores, bairro Floresta, se preparam para um ato coletivo pela paz e não-violência no próximo domingo (07) – quando acontecem as eleições.
    Todas as janelas estão customizadas com intervenções artísticas nas cores da bandeira do Brasil e com diferentes significados e palavras de ordem.
    A mobilização faz parte do lançamento da campanha #paravirarojogo que será lançada nesta sexta-feira (05), em Porto Alegre.
    Artistas, acadêmicos e comunidade se reunem às 18h30min, no Vila Flores para receber a especialista em segurança pública, Melina Riso, a diretora do Instituto Fidedigna, Aline Kerber, o delegado e diretor de Homicídios Paulo Grilo e o rapper Rafa Rafuagi. Uma programação cultural antecede e encerra o ato.
    Campanha e livro Segurança Pública Para Virar o Jogo serão lançados 
    Um dia antes de os rumos do país e do estado serem definidos, o Instituto Fidedigna, baseado em Porto Alegre, e o Instituto Igarapé, baseado no Rio de Janeiro, chamam a atenção para o futuro da segurança pública no Brasil. As duas entidades integram a Campanha Para Virar O Jogo, que contempla o lançamento de livro de mesmo nome, escrito por Ilona Szabó e Melina Risso. Melina Risso se une a Diretora do Instituto Fidedigna, Aline Kerber em um painel no Vila Flores, no dia 05 de outubro, 18h30. O debate contará também com a participação do delegado e Diretor Estadual de Homicídios, Paulo Grillo e o MC Rafa Rafuagi.
    A proposta do Igarapé, Fidedigna e outras sete organizações não governamentais (Sou da Paz, Visão Global, Promundo, Alana, Luta pela Paz, Embaixada da Paz e ISER) é apresentar outra linguagem e evidências sobre o tema para reforçar o alerta dos especialistas já feitos por meio de estudos como, a Agenda RS Pela Paz, lançada em Porto Alegre em agosto.
    O Brasil é campeão mundial em homicídios com mais de 63 mil homicídios no último ano, um triste recorde que sustenta há anos.
     

  • UFSC nega envio de mensagens em apoio a candidatos

    A Administração da Universidade Federal de Santa Catarina negou nesta quarta-feira, 03, no fim da tarde, que tenha sido usado endereço eletrônico da instituição para enviar mensagens de cunho partidário, com conteúdo aparentemente em apoio ao PSL, partido de Jair Bolsonaro.
    O e-mail, cujo título é “Análise dos Candidatos à Presidência da República e suas Posições”, foi enviado no domingo, dia 30 de setembro, no início da noite, a partir do endereço ufscfloripa1960@gmail.com, com identificação da Universidade.
    Estima-se que mais de mil endereços de e-mail tenham recebido a mensagem, com dois arquivos anexados, onde são listadas uma série de ações e a posição dos partidos políticos sobre cada uma delas.

    Não é mencionado nome de candidato, mas no rodapé do quadro comparativo o aviso: “Não tenha medo de se posicionar contra ideias marxistas e o gramscismo das instituições de ensino superior”, diz parte do texto, que segue com outras citações.
    A UFSC disse que trata-se de mensagem enviada por endereço eletrônico externo e estranho à instituição e que, “obviamente, não representa nenhuma manifestação oficial e, sequer, verdadeira. Recomendamos que seja ignorada e informamos que serão acionadas as instâncias devidas de modo a apurar as responsabilidades pela autoria da mensagem”, conclui.

  • O tempo não é linear – ou a política que dá voltas

    MARÍLIA VERONESE
    Fecho os olhos e de repente sou de novo uma estudante de 21 anos e não mais esta professora de 50, que hoje escreve para não enlouquecer. Estou num comício do Lula em Porto Alegre, o ano é 1989, acho que o mês é setembro, mas pode me falhar a memória nesse devaneio… Olívio tem cabelo e bigode pretos, Tarso é um galã intelectual de baixa estatura, tem pouca mulher no palanque (tinha alguma? Já não lembro bem), todos cantavam “Lula lá” (o jingle da campanha), empolgados. A sombra do candidato da Globo, o “caçador de Marajás”, dissipava-se naquela empolgação. Iríamos eleger o primeiro presidente operário da história da nação. Viva! Que entusiasmo! CORTA.
    Outra cena no mesmo ano, novembro; estudantes da PUC caminham em direção ao estacionamento daquela universidade. Classe média umas, média alta outras. Iam de carro pra faculdade (eu dividia carro com irmão e ia quando dava).  “-Não estou gostando do rumo dessa eleição”, diz uma eleitora do Brizola.    “-Eu devia ter votado no Brizola…” responde a outra que caminhava ao lado dela. “-Em quem tu votou?” pergunto eu, eleitora do Lula. “No Maluf”, responde a outra. Penso cá comigo, “Mas quem raios vota no Maluf e poderia votar assim, de sopetão, no Brizola?!” sem entender nada. Me calo. Ao final daquele dia, confirma-se: Lula e Collor estavam no segundo turno. Apertado. Brizola em terceiro, quase foi ele a duelar com Collor (AH! SE LULA E BRIZOLA TIVESSEM SE UNIDO, BATÍAMOS O COLLORIDO NO PRIMEIRO TURNO![1]) grito eu desatinada. [Mas cada um tinha seu próprio projeto de ser presidente e não abriria mão, não é mesmo?!] Bom, logo Brizola avisa que precisará engolir o sapo barbudo e declara seu apoio a Lula no segundo turno. Nova esperança. Vamos lá. Comício com multidão e cantoria. Muita gente esperançosa, ou seria iludida…? CORTA.
    Na manhã da confirmação da eleição do Collor, saio de casa com a cara fechada. Amarro uma fita preta no braço, pra simbolizar o luto. Perdemos, não adianta, o Brasil nunca será justo. As elites e a classe média inculta e vil não deixam. Vou pro estágio de psicologia clínica comunitária no Campus Aproximado da PUC na Vila Fátima. Lá pelo menos posso fazer alguma coisa pelo povo da periferia. CORTA.
    Tomo um susto, abro os olhos. Volto à minha pele atual e já tenho meio século de existência, que baque. Eleição presidencial novamente. O fascismo ronda, é ainda pior que em 89. Collor era um canalha, mas fingia discurso democrático, apesar de conservador e moralizante.  Hoje – e me certifico de estar em 2018, olhando no espelho -, perdemos aquele mínimo pacto social de democracia, mesmo que fingido. Nem as aparências se salvam mais, ou tentam enganar. As pessoas deliram abertamente nas redes sociais, acham lindo ser violento e estúpido, acreditam em mentiras absurdas, acham que todo maluco por aí ter uma arma na mão vai solucionar a violência (mesmo que seja óbvio que vai agravá-la e muito). Candidatos a presidente exaltam o nome de torturadores que levavam crianças para ver a mãe ser brutalmente torturada. Seres ignóbeis dizem que é mentira. Onde estou? Será na mesma Porto Alegre que elegeu Olívio em 89, iniciando um ciclo de democracia participativa que nos botou no mapa do mundo com o Fórum Social Mundial, no início dos anos 2000? Fico tonta e tudo se confunde com David Gilmour cantando Wish You Were Here[2] ao fundo. Começo a cantar também. CORTA.
    Acordo e aceito. Não, não é a mesma Porto Alegre. É uma cidade triste, emburrecida, esburacada. Não se abre mais para receber Noam Chomsky ou Vandana Shiva ou Boaventura de Sousa Santos.  Tá mais pra convidar o Alexandre Frota (dou uma escapada de volta a 89 pra lembrar da Claudia Raia dizendo que o Collor era bem nascido e não iria roubar, ela que foi casada com o Frota) ou o Olavo de Carvalho. Tá mais pras madames cheias de botox que tomam Rivotril com Veuve Clicquot para espairecer, nos seus condomínios fechados, as bandeiras do Brasil penduradas nas sacadas (e fotos delas em Miami e Orlando em cima da bancada de mármore).
    Essa é a nova estética. E toda a estética tem uma ética, como dizia Paulo Freire… ou era o contrário? A toda ética acompanha uma estética? Enfim. A estética atual é grotesca, agressiva, quer exterminar aquilo que não se acomoda bem em seu mundo de plástico e mármore, cheio de preconceitos e ódios. De gente que adora postar fotos em lugares lindos e de manter “boa aparência” na vitrine social dos “bem-nascidos”. Aliás, lembram quando se pedia “boa aparência” nos classificados de emprego?! Depois, graças ao pacto democrático mínimo que conseguimos estabelecer, isso ficou parecendo discriminatório. Todos têm direito a um emprego, a trabalhar e receber salário digno, mesmo quem não tiver a “apresentação ideal”. Discriminação é anticonstitucional… Gentes! Isso tá acabando, viram? Os anúncios de emprego voltarão a exigir “boa aparência”. E talvez peçam também por “mulheres de direita”, que seriam mais limpas, higiênicas e belas. E quem diz essas estultices está com boas chances de ser eleito pelo voto popular.
    Quem são os culpados da hecatombe ético-estético-política por que passa o Brasil? Muitos acusam o PT, porque dizer “a culpa é do petê” virou o maior lugar comum nacional. Mas eu vejo essa culpa bastante diluída (e o petê tem parte dela, sim). Prefiro falar em responsabilidades a falar em culpa, e quando se pensa no que o maior partido do país virou, em nível nacional, é realmente preocupante. Como essa estratégia para as eleições presidenciais de 2018 foi traçada? Em plenárias democráticas com amplos debates e votações? Pelo que soube, foi por decisão pessoal de Lula. O dono do partido é um líder carismático adorado e inquestionável, aquele da tipologia weberiana. Instituições democráticas não podem funcionar assim.
    Não nego que o cara é um fenômeno, realmente. De boia-fria a operário sindicalista a deputado constituinte e a presidente da república! Que pegou uma onda favorável na economia e fez programas sociais louváveis – embora dentro dos preceitos de uma economia neoliberal de mercado -, tirando milhões da miséria, levando água a regiões secas (o programa das cisternas é uma lindeza), abrindo a universidade para os pobres. Quem mais tem essa trajetória no Brasil? A da Marina é bonita também, mas como chegou a presidente, o Lula é o próprio self-made-man. Com ele, os pobres começaram a acreditar que era possível, que podiam ser o que quisessem, que podiam sonhar alto. Lideranças populares entre os catadores de material reciclável eram apontadas como possíveis futuros presidentes do Brasil e, obviamente, foi a figura do Lula que os inspirou a aspirar.
    E foi aí que as elites do atraso, para citar Jessé de Souza, da rapina eterna desse país, acharam que bastava. Era preciso manter o esquema escravagista que os sustenta no topo da pirâmide social e podendo explorar os pobres à vontade, sem serem incomodados.  A primeira coisa era destruir Lula como fonte de inspiração; demonizá-lo, destruí-lo moralmente. E começaram a campanha. Como a política no Brasil desde sempre se fez com conchavos, não demoraram a achar algum (quando seus políticos amigos participam, escondem-nos cuidadosamente). E foram pra cima, com tudo. Escarafuncharam toda a vida de Lula e nesse meio tempo criaram-se fakes a vontade, tendo o “Lulinha” sido apontado como dono de metade do Brasil, da Friboi etc. E as madames acreditaram em tudo porque convinha ao seu modo de vida, e botaram a bandeira do Brasil na janela, porque eram limpas, de direita e estavam longe da corrupção.
    Os que fuçavam a vida financeira do Lula não achavam muita coisa, então um apartamento meio fuleiro no Guarujá-SP teria de servir, pronto (ué, mas ele não era o gênio do crime?!). Até barco de lata serviu. Criaram a onda, a mídia insuflou o ódio e pimba!  Estava aberto o baú dos horrores e seus shows diuturnos.
    E cá estamos, em outubro de 2018. Falta só um ano pra completar três décadas que me separam daquela menina que estudava psicologia e queria um mundo mais justo, porque tinha aprendido que era o certo, que a justiça para todos seria o ápice da humanidade. Justiça sempre foi a palavra que mais me encantou, tenho-a até tatuada na pele. Mas como foi que chegamos até aqui, mesmo?
    Empresas de mídia de massa, com seus jornalistas coniventes, pusilânimes e puxa-sacos (“podemos tirar, se achar melhor”)[3]; partes do poder judiciário e legislativo, igualmente pusilânimes, desonestos e que impediram uma presidenta honesta, mas acusada de estelionato eleitoral, porque tinha de “servir a dois senhores”: o “mercado” que lhe exigiu Levy e o povo que lhe exigia seus direitos. O dinheiro acabou, ela tentou manter os direitos do povo, fez manobras fiscais e… sofreu deposição. Foi um golpe, porque não havia razões para isso. O que houve foi uma manobra de gente muito rica e poderosa usando palhaços e palhaças plastificados e com cabelo acaju, no congresso nacional e no senado federal, gente da pior qualidade cuja feiura e falta de ética foi descoberta no dia 17 de abril de 2016. Usaram ainda uma figura patética que volta e meia era possuída pelo demônio e girava camisetas no ar, e que na absoluta crise ético-estética do país foi alçada ao papel de “advogada brilhante”. Isso sem falar em juízes de piso medíocres e obcecadamente partidários. Como essa gente horrenda tomou conta? O que os artífices de um país mais justo e decente fizeram de tão errado? Como chegamos ao ponto crítico em que estamos?
    Muito já se escreveu tentando responder; eu inclusive, aqui nesta coluna. Cursos foram ministrados em aulas na pós-graduação, Brasil afora. Teve racismo, teve machismo, teve classismo e demais preconceitos, de vários tipos. Mas teve também falta de visão para usar estratégias e ferramentas de comunicação com mais sabedoria, nomear um STF mais digno e competente (fico pensando no meu colega de Unisinos, o grande jurista Lênio Streck, sonho com ele entrando lá e chutando uma daquelas porcarias pra fora), dialogar muito mais com as bases e saber fazer mea culpa pública quando necessário, sensibilizando o povo e não permitindo que a pecha de “corrupto” colasse, ou seja, estratégia. CORTA.
    Eu e muitos companheiros e companheiras que foram às ruas em 2016 e voltaram agora em 2018 pedíamos, desde a farsa do impedimento-golpe, que se formasse uma frente ampla democrática, do centro à esquerda do espectro político (podendo incluir uma eventual direita democrática, que eu estou achando que nem existe no Brasil), para salvar um projeto de Estado democrático de direito. Uma sociedade alinhada com os valores dos objetivos de desenvolvimento sustentável, que sucederam os objetivos do milênio da Organização das Nações Unidas. São dezessete e podem servir de horizonte normativo para sociedades democráticas, para orientar sua norma jurídica. Coisas como “acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável; acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares; tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis; alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”… e por aí afora. Conheça os demais no site abaixo, nesta nota rodapé[4].  Se o coiso ganhar, nos afastaremos cada vez mais de todos eles.
    Mas não foi possível fazer a frente democrática (afinal, como em 89, cada qual tinha seu projeto de poder ou presidência, não é?) e os que não quiseram compô-la têm responsabilidade nessa tragédia que vivemos. E ainda pode piorar muito. Querem nomes? Só alguns, completem a lista: Lula tem culpa, Ciro tem culpa, Marina tem culpa, FHC tem culpa. Esperávamos mais de todos eles. Esperávamos a frente democrática capaz de criar um novo pacto social para substituir o da Nova República, depois de 30 anos. Não sou mais aquela menina de 20 anos. Não tenho mais aquela sensação de ter toda a vida pela frente. Militei pelas Diretas Já aos 16 anos, estreando naquela ocasião em passeatas, quase sempre violentamente reprimidas pelas cacetadas e bombas da BM, mesmo quando pacíficas (aliás, quando a recomendação da ONU vai ser seguida e as polícias desmilitarizadas e democratizadas?).
    Domingo passado (29/09/18) fomos às ruas bradar por decência, justiça, dignidade, por mais amor e menos ódio, por direitos iguais para todos, por liberdade, que são alguns dos sentidos do #elenão. Estávamos alegres e esperançosas. As pesquisas da semana, manipuladas ou não (e não o podem ser em demasia, ou os institutos perdem a credibilidade), foram balde de água fria. Parece que o Brasil das horrorosidades, das aberrações ético-estético-políticas está na frente. E podem eleger a vilania e a barbárie, enterrando pactos democráticos, ou prendendo-os em masmorras com Brilhante Ustra montando guarda. CORTA.
    Respiro profundamente. Se eles têm espíritos sinistros e sombrios, nós temos os espíritos da luz nos guardando. Marielle encarnará em cada jovem mulher que no dia 29 de setembro foi às ruas, e com ela mais e mais flores brotarão do asfalto. Os netos de Chico Buarque também são compositores…, porque apesar daqueles todos, amanhã vai ser outro dia. A vida se reproduzirá e trará novas perspectivas de ação. Novas gerações de amantes da justiça crescerão e a buscarão incansavelmente; e a potência disso tudo haverá de trazer melhores dias de novo. O pacto será resgatado da masmorra. CORTA PRO FUTURO.
    Nos aguardem. A gente já chega já!
     
    Referências
    [1] No primeiro turno, Fernando Collor teve 20,6 milhões de votos (o equivalente a 28% do total). Lula teve 11,6 milhões de votos (16,08% do total), conquistando a vaga do segundo turno numa disputa apertada com Leonel Brizola, que obteve 11,1 milhões de votos, apenas 454.445 a menos (cerca de 0,5% do total de votos). Fonte: http://memoriaglobo.globo.com/programas/jornalismo/coberturas/eleicoes-presidenciais-1989/o-primeiro-turno.htm
    [2] http://www.youtube.com/watch?v=IXdNnw99-Ic
    [3] http://www.cartacapital.com.br/blogs/midiatico/podemos-tirar-se-achar-melhor-podemos-2154.html
    [4] http://nacoesunidas.org/conheca-os-novos-17-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-da-onu/

  • Defensoria faz mutirão na Lomba do Pinheiro

    Defensores Públicos e servidores estarão à disposição para dialogar com a população, esclarecer dúvidas jurídicas e realizar encaminhamentos. A unidade móvel da Instituição estará presente e servirá de apoio para realizar a entrega de cartilhas e materiais de divulgação sobre os serviços da Defensoria Pública.
     
    Serviço 
    Mutirão de Orientação Jurídica, Educação em Direitos e Ajuizamento de ações de família, saúde e violência doméstica e familiar contra a mulher
    Data: 05/10/2018
    Horário: 13h às 16h
    Local: CRAS Lomba do Pinheiro -Rua Coronel Jaime Rolemberg de Lima, 108.

  • Tentando polarizar, Ciro Gomes diz que vai "tirar a máscara" de Bolsonaro

    Em um evento de campanha em São Paulo, o candidato à presidência Ciro Gomes (PDT) sugeriu que seu oponente Jair Bolsonaro (PSL) usa “atestado médico falso” para justificar sua ausência no último debate entre presidenciáveis, na Rede Globo, na quinta-feira (4).
    Tentando polarizar o debate, apresentando-se como o que pode derrotar Bolsonaro no segundo turno, Ciro desafiou: “Vou tirar a sua máscara”.
    Bolsonaro foi orientado por seu médico a não participar do debate da Globo. “Depois da nossa avaliação clínica, nós contra-indicamos participação em debates ou em qualquer atividade que pudesse cansá-lo ou que o obrigasse a falar por mais de 10 minutos. Por que isso? Recentemente, ele foi submetido a duas cirurgias de grande porte. Uma em Juiz de Fora para salvar a vida dele. E outra para corrigir uma obstrução intestinal gravíssima que ele teve”, informou o cirurgião Antônio Macedo, que esteve na casa do candidato nesta quarta-feira (3) e falou com jornalistas na saída.
    Apesar das declarações do médico, Ciro está cético quanto à impossibilidade de Bolsonaro participar do encontro. “Você não pode deixar de ir ao debate. Você está mentindo, e atestado médico falso é crime”, afirmou. “Vá ao debate da Globo que eu vou mostrar que você é uma cédula de R$ 3”, disse.
    Do outro lado, a campanha de Bolsonaro avalia transferir o horário das transmissões que vêm sendo feitas ao vivo pela página no Facebook do candidato das 20h40 para 22h (de Brasília), mesmo horário previsto para o início do debate da Globo. O objetivo seria apresentar as propostas do candidato e competir com o debate televisionado – e não comentar o programa.

    (Com informações do Infomoney)

     

  • Campanha do Brinquedo Solidário segue até 11 de outubro em Porto Alegre

    Lançada em 11 de setembro pela prefeitura, a Campanha do Brinquedo Solidário recebe doações até dia 11 de outubro.

    Mais de 800 crianças atendidas pela Fundação de Assistência e Cidadania (Fasc) serão beneficiadas.

    Podem ser doadas bonecas, carrinhos, jogos, brinquedos pedagógicos, entre outros presentes, em condições de uso, que serão entregues para as crianças no dia 12 de outubro.
    A campanha é coordenada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Esporte (SMDSE), com o apoio do Sindilojas e conta com 28 pontos de coleta em endereços comerciais e mais dez escolas infantis onde os porto-alegrenses podem entregar sua contribuição.

    Pontos de Coleta
    Paço Municipal – Praça Montevidéu,10
    Sindilojas, rua dos Andradas,1234- 22ª andar
    Demhab, avenida Princesa Isabel, 1115
    Amobela, rua Dr. Nilo Peçanha, 1250
    Fasaúde, rua Cel. Corte Real, 75
    Hospital Ernesto Dorneles, avenida Ipiranga, 1801
    Shopping Iguatemi, avenida João Wallig, 1800
    Shopping Total, avenida Cristovão Colombo, 545
    Rua da Praia Shopping, rua dos Andradas, 1001 – 4° Andar
    Pharmaplus, avenida Osvaldo Aranha, 1441
    Pharmaplus, rua Jerônimo Coelho, 243
    Sindihospa, rua Cel. Corte Real, 58
    Academia Ponto Saúde, rua Antão de Farias, 67
    Unisinos, avenida Dr. Nilo Peçanha, 1600 – Boa Vista
    Senac, avenida Alberto Bins, 665 – 6º andar
    Procempa, avenida Ipiranga, 1.200
    Rede Zaffari – Zaffari CenterLar
    Zaffari Fernando Machado
    Zaffari Otto
    Zaffari Hípica
    Bourbon Assis Brasil
    Bourbon Ipiranga
    Bourbon Country
    Associação Comercial de Porto Alegre (ACPA), rua Visconde do Cairú, 17
    Condomínio América Business Square, avenida Soledade, 569
    Fundação Universitária Mário Martins, rua Dona Laura, 221
    OAS Empreendimentos Imobiliários, avenida Pe. Leopoldo Brentano, 700
    Sindiregis, rua Cel. Genuíno, 421 sala 302
    Escolas Infantis
    Abelhinha Sapeca, rua Evaristo Da Veiga, 252, Partenon
    Aprendendo a Crescer, rua Prof. Juvenal Muller, 122, Rio Branco
    Banana Nanika, avenida Protásio Alves, 2820, Alto Petrópolis
    Brincar e Aprender, rua Garibaldi, 800,  Independência
    Cicla, rua Machado de Assis, 945, Jardim Botânico
    Escola Descobrindo o Saber, rua Rincão, 245, Ipanema
    Geração Alegria, rua Carlos Von Koseritz, 505, São João
    Girafinha Travessa, rua da República, 384, Cidade Baixa
    Pequeno Aprendiz, rua Vitor Hugo, 25, Petrópolis
    Filhos da Promessa, rua Sinke, 60, Menino Deus

  • Campeões do mel fizeram boas vendas na Expointer

    O melhor mel do Rio Grande do Sul foi escolhido na Expointer, em Esteio. Foram sete concorrentes entre os nove  apicultores participantes da Feira da Agricultura Familiar.
    O vencedor  foi Rui Model, apicultor profissional de Gramado. Em segundo lugar,
    Lorivio Schüller, de Agudo, ali representado pela filha Meline, estudante de agronomia em Santana do Livramento.
    O terceiro, Edson Schwendler, de Venâncio Aires, o mais feliz da turma por ter vendido cerca de uma tonelada de mel em potes plásticos de um quilo a R$ 20 cada.
    Ex-fumicultor, na metade da Expointer ele precisou buscar mais mel em sua terra. Os demais apicultores, que insistiram em manter o preço a R$ 22 ou R$ 23 por quilo, não chegaram a vender tanto, mas a maioria voltou para casa sem sobras de mel.
    Na média, os nove expositores venderam um total de 6 a 7 toneladas de mel, fazendo cerca de 6% do movimento financeiro dos 280 estandes da agricultura familiar.
    Aparentemente, esse é um volume pequeno quando comparado às vendas da Festa do Mel realizada anualmente entre 1966/1979 na Praça da Alfândega de Porto Alegre, logo após a Feira do Livro.
    Veja-se a propósito a coluna publicada em 14 de maio 1982 no Correio do Povo Rural pelo professor Hugo Muxfeldt, o Tio Hugo, o mais antigo apicultor em atividade na capital gaúcha, onde mantinha uma escola de apicultura com sede em sua residência na rua Garibaldi 1317 (hoje um prédio de três andares). Segundo Muxfeldt, nessa festa no centro de POA os apicultores vendiam acima de 10 toneladas  de mel a granel.
    Ele não informa o preço do quilo, mas dá a entender que era muito barato naqueles anos de “inflação galopante”.
    Em 1982, havia no Rio Grande do Sul 30 associações municipais de apicultura, “metade adormecida”, segundo a versão do Tio Hugo.
    Em 2018, são 90 as associações, mas a metade delas não está com as anuidades em dia junto à FARGS — Federação Apícola do Rio Grande do Sul.
    Com cerca de 30 mil apicultores, a maioria amadores, o Rio Grande é o maior produtor nacional de mel.

  • 7º Vive Petrópolis terá atrações culturais e homenagens no dia 6

    Vive Petrópolis, evento cultural organizado por moradores do bairro Petrópolis, chega à sétima edição no sábado, dia 6 de outubro, com uma programação recheada de atrações como cinema, circo, música e literatura. Também haverá uma homenagem ao escritor Luiz Fernando Veríssimo, pela passagem de seus 82 anos.
    As atividades acontecem a partir das 11 horas na Praça Mafalda Veríssimo, conhecida como a Praça da Caixa D’Água, que se tornou um símbolo do bairro. O local foi totalmente reformado pela própria comunidade.
    Já estão confirmadas atrações, a partir das 13h, como “El Circo” dos internacionais Jade &Filipe, diretamente de Milano, e o Ritual da Primavera, com alunos Escolas Waldorff, além de bancas com comidas, bebidas e artesanato.
    Serão projetados dentro da Caixa os filmes, realizados pelo Coletivo Catarse, Nêga Lú, produção em parceria com o Nuances, a websérie Tainhas no Dilúvio e o filme de ficção Paralelo, realizado em parceria com o Cinehibisco.
    Haverá sessão de autógrafos do livro-reportagem Patrimônio Ameaçado, que relata a história de resistência das fundações públicas estaduais, entre elas a FEE, Cientec e Zoobotânica, responsável pelo Jardim Botânico de Porto Alegre, e ainda leituras de poesias e show da Barão e Os Vermelhos, tocando o melhor do rock nacional.
    Leve seu animal de estimação, cadeira e chimarrão. O evento é aberto, só é pedida a contribuição de um livro infantil para a Campanha Vó Chica/Vila Safira. A Praça Mafalda Veríssimo fica na rua Felipe de Oliveira, esquina rua Borges do Canto.
    Programação
    13h – Início do nosso evento – Dança Circular
    Lançamento do livro Patrimônio Ameaçado, do jornalista Cleber Dioni Tentardini (Editora JÁ);
    PassaBola poética com Cacau, Guél Fernandes & Pedro Marodim;
    14h – Cinema na Caixa d água. “Tainhas no Dilúvio”” & Nega Lú”. Produção  Coletivo Catarse 14 anos;
    15h – Meninos Gaiteiros & Everson Lisboa;
    16h – Trio Bamba Jade, Filipi e Denise;
    Abu Monex, cantor Senegalês;
    18h – Banda Barões & Os Vermelhos;
    19h – Encerramento
    Confere aqui como foi a última edição do encontro cultural comunitário.

  • Nova promoção do Grêmio reúne conteúdos históricos e sorteios semanais

    O Grêmio lançou um produto inédito no Brasil, que reúne conteúdos históricos exclusivos do Tricolor com sorteios de prêmios com base em títulos de capitalização emitidos pela Icatu Capitalização na modalidade de incentivo e com aprovação da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP.
    São sorteios semanais de prêmios em dinheiro por apenas R$ 10,00, tudo de forma digital.
    Por meio do site gremiomais.net, app e site oficial do Grêmio, aplicativos de parceiros e equipamentos de autoatendimento da Saque Pague (a partir de novembro) e milhares de pontos de venda credenciados, tais como bazares, tabacarias, mercados e outros com a devida sinalização do produto, os gremistas terão acesso aos conteúdos e a dois números da sorte para concorrer ao sorteio semanal.
    Neste primeiro, os prêmios serão um carro modelo HB20 Unique 1.6/2019 (R$ 41.250,00),  dez smartphones Samsung Galaxy S7 (R$ 1.875,00) e cem sorteios de kit do Grêmio (R$ 412,50).
    Segundo explica o executivo de marketing do Grêmio, Beto Carvalho, o “Grêmio Mais é um produto inovador que mescla conteúdo com premiação, utilizando o ambiente digital em todo o seu contexto funcional.
    Além disso, o produto já nasce como patrocinador do uniforme, com a marca no calção, que estreia na partida contra o Bahia, pelo Campeonato Brasileiro, no próximo sábado, dia 6 de outubro”.
    Para o presidente do Grêmio, Romildo Bolzan, o Tricolor hoje lança um produto do ponto de vista de Clube, inédito, e que se converterá em  mais um acerto mercadológico: “Hoje nós apostamos na paixão do torcedor. O Grêmio está muito confiante de que este é um processo de sucesso. A nossa marca entrou para consolidar iniciativas que vão ao  encontro de um processo cada vez mais de formação de receitas e de formação de relacionamento com seu torcedor e temos a certeza de que o GrêmioMais cumprirá este objetivo”, destacou.
    Os números da sorte dão o direito de concorrer ao sorteio da semana, realizado sempre com base na extração da Loteria Federal do Brasil, às 19h de cada sábado.
    O período para compra do Grêmio Mais, de modo a participar do sorteio, está compreendido entre as 21h de sábado e as 17h do sábado seguinte, quando será realizado o sorteio.
    O projeto é uma parceria do Tricolor com a empresa IDT – Desenvolvimento em Tecnologia da Informação – que tem como co-fundador José Renato Hopf, empresário com larga atuação no mercado de meios de pagamentos no Brasil e fundador da Getnet e hoje à frente da 4all Tecnologia.
    Jorge Ferreira, CEO da IDT, atuou ao lado do José Renato, como comercial nas operações de GetNet e 4all, estará na condução desta operação.
    Conforme destaca Jorge Ferreira, “a união de tecnologia e paixão, será o grande fator de sucesso deste projeto. O que mais buscamos é o maior engajamento do torcedor com o Clube, através dos conteúdos históricos e benefícios de prêmios através de um processo totalmente digital, preservando a confidencialidade dos dados de nossos clientes.”