Autor: da Redação

  • Padilha terá que se explicar na Comissão de Ética

    Paulo Victor Chagas,  da Agência Brasil
    A Comissão de Ética Pública da Presidência da República decidiu abrir nesta segunda-feira (20) processo para investigar a conduta do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e do subchefe de Assuntos Jurídicos da pasta, Gustavo do Vale Rocha.
    Padilha terá 30 dias para se manifestar sobre a declaração, feita por ele durante evento na Caixa Econômica Federal, sobre critérios para a indicação de ministros pelo presidente Michel Temer.
    De acordo com o presidente da comissão, Mauro Menezes, o chefe da Casa Civil terá que esclarecer a fala em que teria discutido a nomeação do ministro da Saúde, Ricardo Barros, tendo como objetivo “supostamente [a garantia] de votos para a base do governo no Congresso Nacional”.
    No caso de Gustavo Rocha, a investigação vai apurar se houve infração ética na atuação dele como advogado da primeira-dama Marcela Temer, em processo movido contra os jornais Folha de S.Paulo e O Globo.
    Na ação, Rocha pede que os veículos de comunicação sejam proibidos de publicar o conteúdo encontrado no celular de Marcela, usado por um hacker na tentativa de extorquir dinheiro dela.
    De acordo com o colegiado, o subchefe da Casa Civil terá dez dias para se manifestar. “Houve um questionamento sobre o ajustamento ético dessa atuação para alguém que ocupa um cargo no governo”, explicou Mauro Menezes.
    A comissão abriu o processos de investigação após denúncias apresentadas por parlamentares do PT.
    Já o processo aberto em agosto do ano passado contra o secretário de Comunicação da Presidência, Márcio Freitas, sobre o vínculo com uma entidade do PMDB, teve um pedido de vista feito pelo conselheiro Américo Lacombe. Ele solicitou mais tempo para analisar o tema após o relator do caso, Marcelo Figueiredo, votar por uma advertência ao secretário.
    Segundo o presidente da comissão, o voto contém uma recomendação contrária à celebração de contratos dessa natureza. “Há uma presunção que o exercício de cargos dessa relevância não é compatível com a remuneração partidária, como foi o caso”, afirmou.
    Mudança na Lei das Estatais
    De acordo com Mauro Menezes, a Comissão de Ética aprovou ainda a redação de uma proposta que proíbe ministros e presidentes de empresas estatais de divulgar antecipadamente informações que possam causar impacto no mercado.
    Ele explicou que a alteração na Lei 13.303/2016, conhecida como Lei das Estatais, está prevista em um decreto presidencial que regulamenta a legislação.
    As mudanças, porém, ainda precisam passar por ajustes técnicos na Casa Civil antes de ser publicadas no Diário Oficial da União. Segundo as sugestões de texto, as autoridades devem “resguardar o sigilo das informações relativas a ato ou fato relevante, às quais tenham acesso privilegiado em razão do cargo, função ou emprego público de que sejam titulares, até sua regular divulgação ao mercado”.
    “Não se trata de cerceamento, há um disciplinamento. A liberdade de expressão não é um direito incondicionado, pois, no ambiente do mercado, as informações são utilizadas para favorecer ou desfavorecer [a cotação dos títulos de alguma empresa]”, afirmou Menezes.
  • Financiar a dívida pública é a melhor aplicação

    A dívida pública brasileira é o melhor negócio para os rentistas. Garante rentabilidade 3 a 4 vezes maior do que os titulos de renda fixa dos bancos, cujos lucros gigantescos vêm daí também. O país vai mal mas e os aplicadores estão lavando a égua.
    Informações do Instituto Assaf:
    O Instituto Assaf levantou as principais aplicações financeiras nos últimos 10 anos, ou seja, de 2007 a 2016. Os dados demonstram os resultados acumulados de janeiro de 2007 a dezembro de 2016.
    Os valores acumulados são dos rendimentos nominais brutos, sem considerar custos operacionais e Imposto de Renda.
    São apurados, também, os rendimentos reais (descontada a inflação medida pelo IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), conforme tabela a seguir:
    Rentabilidade Nominal Rentabilidade Real
    Título Público     417,60%                               182,64%
    Renda Fixa         182,57%                                 54,30%
    Ouro                    173,20%                                49,19%
    CDB                    163,20%                                43,73%
    Poupança            102,25%                               10,44%
    Imóveis                100,03%                               9,23%
    Dólar                       53,28%                            -16,30%
    Bolsa                     35,43%                              -26,05%
    Inflação                  83,13%                               0,00%
    FONTE:         Instituto Assaf
     
     

  • Aumentos à BM aprovados por Tarso aliviam dor de cabeça de Sartori

    Na comparação com outros estados, onde a crise entre governo e polícia militar levou a segurança pública à situação de calamidade, o governador  Ivo Sartori, no Rio Grande do Sul, tem um quadro mais estável, ainda que crítico.
    Isso se deve a medidas tomadas no governo anterior.  Em julho de 2013, o governador Tarso Genro (PT) aprovou por unanimidade na Assembleia Legislativa, o projeto que aumenta o salários de brigadianos e policiais civis em 282% até 2018.
    Na época, o Rio Grande do Sul estava em último na lista dos salários-base para a PM quando pagava em torno de R$ 1,4 mil para um solado da Brigada Militar.
    Hoje este valor é entorno de R$ 3,1 mil e fez o  RS subir para a décima oitava colocação no ranking nacional.
    Num estado em que ocorrem quase 40 assassinatos num fim de semana, como o último, é dificil afirmar que algo vai bem na segurança.
    O governador já enfrentou protestos de policiais e brigadianos diante do Palácio, já foi vaiado por familiares de novos policiais na Escola de Polícia, pelos parcelamentos nos salários e os cortes no orçamento .
    Mas poderia estar pior, como no Espirito Santo que, não por acaso, ocupa o lugar que já foi do Rio Grande do Sul, com os PMs mais mal pagos do país.

  • Vereadores discutem circulação de catadores nesta terça

    A Comissão de Defesa do Consumidor, Direitos Humanos e Segurança Urbana (Cedecondh) realiza uma reunião com o tema: “Por que restringir o trabalho e a circulação de catadores carrinheiros em Porto Alegre?”. A atividade será na terça-feira (21/2), a partir das 14h30min, na Sala 302 da Câmara Municipal.
    ]O presidente da Cedecondh, Marcelo Sgarbossa (PT), lembra que a proibição total da circulação de carrinhos de catadores está prestes a entrar em vigor na Capital. “No ano passado, a Câmara aprovou a prorrogação do prazo por mais seis meses. Esse período termina na segunda semana de março”, destaca o vereador.
    Além de lideranças locais, a Cedecondh convidou a Associação de Reciclagem Ecológica da Vila dos Papeleiros (Arevipa), o Movimento Nacional dos Catadores de Recicláveis (MNCR), o Projeto Ecoprofetas – Associação Caminho da Águas, o Centro de Assessoria Multiprofissional (CAMP), e o Instituto Cultural Integração do Areal da Baronesa do Futuro.
    Foram convidados também representantes do Gabinete do Prefeito, das secretarias municipais de Infraestrutura e Mobilidade (Smim) e de Desenvolvimento Social Urbana, da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) e da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc). A comissão também encaminhou convites ao Ministério Público Estadual, Ministério Público do Trabalho da 4ª Região e Defensoria Pública do Estado.

  • Linha T12 da Carris será a primeira a receber GPS

    A partir desta semana, os ônibus que fazem a linha T12, da Carris, passarão a operar com GPS. Os equipamentos estão sendo instalados nos 15 carros da linha. Na terça-feira, 21, iniciará o treinamento dos funcionários que irão operar o sistema e a transmissão dos dados dos veículos e imagens de rastreamento da frota. A gestão será feita pela companhia em parceria com a Procempa e a EPTC.
    Trata-se de um projeto piloto. Depois que o sistema for implantado, a prefeitura pretende disponibilizar um aplicativo para celulares, onde os usuários do transporte público possa verificar onde está o ônibus e quanto tempo levará para chegar até as paradas, que também serão georreferenciadas.
    Para a prefeitura, a vantagem é ter o controle da localização de cada veículo, tempo de deslocamento e problemas e imprevistos na rota, como congestionamentos ou atrasos.

  • Projeto bilionário valoriza duas empresas que Sartori quer privatizar

    A Copelmi Mineração apresentou ao governador Ivo Sartori um projeto para instalar um parque carboquímico no Rio Grande do Sul, com investimento de  4,4 bilhões de dólares (mais de R$ 13 bilhões).

    Pioneira na exploração do carvão mineral no Brasil, a Copelmi fornece mais de 80% do carvão de uso industrial no país – mantém a concessão de mais de 3 bilhões de toneladas de carvão mineral.

    O alvo imediato do novo projeto é a produção de gás, que tem um potencial de mercado enorme no Estado.
    O diretor da Copelmi, Roberto de Faria, disse que a intenção é vender 1,5 milhão de metros cúbicos por dia para a Sulgás, que permitiria quase dobrar a oferta de gás no Estado.
    O diretor da Copelmi garante que o gás extraído do carvão local teria preço menor do que o gás natural que vem da Bolívia.
    A empresa desenvolve o projeto desde 2014 e tem como parceiro um grupo coreano que deve participar com 30% no investimento. A intenção é começar a construção em 2018, com prazo de três anos para conclusão da obra.
    O gás de que o Rio Grande do Sul hoje dispõe vem da Bolívia, mas está limitado às dimensões do gasoduto, que tem mais 3 mil quilômetros de extensão, mas não dá vazão a mais do que 2,8 milhões de metros cúbicos por dia.
    Além disso, o contrato para fornecimento do gás, entre a Petrobrás (que tem 49% da Sulgás) e o governo boliviano, termina em 2019.
    A Sulgás   atende hoje mais de 11 mil clientes, entre residências, comércios, indústrias, usinas térmicas – mas o potencial, segundo projeções da própria empresa, vai a mais de 100 mil clientes.
    A Sulgás estima que a demanda por gás no Estado em dez anos pode chegar a 10 mil metros cúbicos por dia.
    Hoje, se não houvesse o gargalo do gasoduto boliviano, o Rio Grande do Sul estaria consumindo 5 milhões de metros cúbicos diários, o dobro do consumo atual.
    Além da Sulgás, que seria a distribuidora desse gás extraído do carvão, a Companhia Riograndense de Mineração (CRM), detentora das maiores e mais acessíveis reservas carboníferas do pais, seria valorizada com a ampliação do mercado.
    Ambas as empresas,  Sulgás e CRM, são controladas pelo governo do Estado e estão na lista de privatizações que faz parte do “ajuste fiscal” promovido pelo governo de Ivo Sartori.

  • 30 mil na Cidade Baixa em uma tarde escaldante de carnaval

    Matheus Chaparini
    Eram aproximadamente cinco horas da tarde do sábado quando a União da Vila do IAPI começou a tocar samba na rua Joaquim Nabuco. Estavam abertos os trabalhos de uma tarde intensa de carnaval na Cidade Baixa. Os termômetros marcavam mais de 35ºC, mas no asfalto a sensação era de muito mais calor. “Tem um sol por pessoa hoje”, exagerou um folião.
    O desfile simultâneo de três blocos juntou entre 25 e 30 mil pessoas no bairro boêmio, segundo estimativas da Brigada Militar.
    De azul, vermelho e branco, a União da Vila chegou com sua bateria, mestre sala, porta bandeira e três porta estandartes e se juntou ao bloco Galo de Porto, que saiu da Joaquim Nabuco e percorreu a Lima e Silva. O galo é uma criação de pernambucanos que moram em Porto Alegre, em homenagem ao Galo da Madrugada, um dos blocos mais tradicionais de Recife.

    Escola de samba União da Vila do IAPI de juntou ao bloco Galo de Porto / Matheus Chaparini
    Escola de samba União da Vila do IAPI de juntou ao bloco Galo de Porto / Matheus Chaparini

    Na esquina com a Sofia Veloso, o bloco cruzou com o Maria do Bairro, que faz seu carnaval no mesmo local há 11 anos. “Teve um tempo que o Maria do Bairro ia até a meia noite”, lembrou de cima do caminhão um dos organizadores, criticando o limite de horário imposto nos últimos anos – até as 21h. A bateria do Areal do Futuro – que faz seu desfile dia 4 de março – engordava a festa da Maria.
    A antiga Rua da Margem, atual João Alfredo, era o trajeto do desfile do bloco Do Jeito Que Tá Vai, que saiu do Largo Zumbi dos Palmares.
    O desfile triplo deste sábado abriu a programação oficial do carnaval de Porto Alegre, que conta ainda com dezenas de desfiles até maio. Além dos blocos que desfilam nesta programação, vão para a rua blocos independentes, como a Turucutá, que sai no dia 19 de março, o bloco Avisem a Shana que Sábado Vai Chover, no dia 11 de março.
    Como é carnaval, a programação está sempre sujeita ao acréscimo de novos blocos. Nos últimos anos têm surgido em Porto Alegre diversos blocos independentes, ou piratas, a exemplo do que ocorre no carnaval carioca. São grupos que desfilam de forma autônoma, com percussão e metais, geralmente sem auxílio de carro de som, fazendo carnaval não necessariamente em época de carnaval. Além do bloco da Shana, É primavera, Axé que Enfim são alguns exemplos.

  • Barco e ônibus se integram para novo roteiro turístico

    O barco Cisne Branco  fará sua primeira viagem levando turistas de Porto Alegre a Santa Cruz em 11 de março.
    O embarque é 7h do sábado,no Armazém B3  do Cais do Porto, em Porto Alegre.
    Com serviço de lanche da manhã e almoço a bordo, o passeio pelo Rio Jacuí passa pela Ilha do Lage, Ilha da Ponta Rasa, Ilha do Fanfa (onde Bento Gonçalves foi derrotado!), Granja Carola, Colônia Penal General Daltro Filho, Charqueadas, São Jerônimo, até a chegada a cidade de Santo Amaro, onde termina o trecho hidroviário.
    Mais adiante uma à Eclusa de Amarópolis – obra de engenharia, para regular o volume das águas do Jacuí, aumentando-lhe o estirão navegável nos períodos de estiagem e contendo o ímpeto e violência do caudaloso rio durante as cheias, amenizando assim os efeitos das enchentes na Grande Porto Alegre.
    Na chegada a Santa Cruz do Sul, via rodoviária, um breve tour pela cidade de colonização germânica e acomodações no hotel Charrua, localizado no centro da Cidade. Tarde livre e a oportunidade de apreciar o verdadeiro jantar típico alemão.
    No domingo, manhã livre, desocupação do Hotel, e saída para o almoço. Durante a estada em Santa Cruz do Sul haverá passeio pela cidade, incluindo a Catedral de São João Batista em estilo Gótico, o Parque da Santa Cruz e a Gruta dos Índios.
    O retorno será via rodoviária, com previsão de chegada em Porto Alegre às 18h.
    “O objetivo do passeio é proporcionar um maior contato das pessoas com a natureza e as paisagens da região disponibilizando um roteiro especial com navegação pelo Rio Jacuí, conhecendo uma das Eclusas de nosso Estado e aproveitando Santa Cruz do Sul”, explica a proprietária da embarcação, Adriane Hilbig.
     
    Roteiro Hidro-rodoviário a Santa Cruz do Sul a bordo do CISNE BRANCO
    Data: 11 e 12 de março de 2017
    Embarque: Cais do Porto de Porto Alegre – armazém B3 às 07h
    Retorno: final da tarde de domingo
    Investimento por pessoa – R$ 698,00 à vista ou 3 x R$ 250,00 (entrada em dinheiro ou depósito + 2 x cartão ou cheque).
    Serviços Incluídos:

    • Navegação no “Cisne Branco” de Porto Alegre até Santo Amaro (ou São Jerônimo) em caso de cheias, e transporte de ônibus na parte terrestre do roteiro;
    • Uma diária de hotel com café da manhã, sem extras. Acomodação em duplos ou triplos conforme disponibilidade.
    • Visitas do programa
    • Refeições (sem bebidas): lanche da manhã a bordo, almoço e jantar do 1º dia e almoço do 2º dia.
    • Guias/ coordenadores

    Reservas e informações pelo fone: (51) 3224.5222 ou nas principais agências de viagem

  • Dengue, chikungunya e zika, nenhum caso em 2017

    A Secretaria da Saúde apresentou17,  durante a reunião do Grupo de Monitoramento de Ações Estratégicas de Combate ao Aedes aegypti, não registrou nenhum caso autóctone de dengue, chikungunya e zika nas primeiras 6 semanas do ano em relação ao mesmo período de 2016.
    Foram confirmados apenas quatro casos de dengue, um de chikungunya e um de zika, importados
    Somente em relação a dengue a queda foi acentuada. Em 2016, no mesmo período haviam sido confirmados 187 casos de dengue sendo 86 autóctones.
    O Secretário da Saúde, João Gabbardo comemorou os números e deu os méritos as ações realizadas pela Secretaria: “A boa notícia que temos até o momento mostra a efetividade das ações que começamos no ano passado. É fruto do trabalho de todos” afirmou.

  • PSOL pede tombamento de escola

    A bancada do PSOL na Câmara Municipal protocolou, nesta sexta-feira, 17, um projeto de lei propondo tombamento da Escola estadual de Ensino Fundamental Maria Thereza da Silveira. Localizada na rua Furriel Luiz Antônio de Vargas, 135, entre os bairros Bela Vista e Mont´Serrat, zona nobre de Porto Alegre, a escola tem 164 alunos, mas condições para acolher até 250 nas suas salas de aula que além de toda a infraestrutura, contam com ar-condicionado, oferecendo conforto aos alunos.
    A defesa da escola é uma bandeira defendida pelo deputado Pedro Ruas desde 2016. A escola está sob ameaça de fechamento, devido a uma Ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público Estadual, em 2014, sob a alegação de que o uso da área onde se localiza a escola, de propriedade do IPE, estaria causando prejuízo ao IpeSaúde.
    O MP quer que o Estado remunere o uso da área ou a saída do local, o que significaria a venda do terreno para que os recursos entrem nos cofres do IPE. Como o Judiciário não acatou os pedidos, mandando apenas regularizar com documentação o uso por parte da Secretaria de Educação, o MP recorreu e, nova decisão foi tomada, no sentido de que as partes firmassem acordo.
    “Foi o acordo mais inacreditável que vimos. Secretaria de Educação e Ipergs decidindo pela fechamento da escola e apontando cronograma para essa finalidade. O ensino, a educação e a vida daqueles alunos não foi levada em conta”, afirma Ruas.
    Pelo projeto de lei apresentado pelos vereadores Fernanda Melchionna, Roberto Robaina e Alex Fraga, a escola deve ser tombada porque representa, um dos últimos endereços onde Leonel Brizola construiu uma “brizoleta”.
    Fundada em 1956, nos fundos da igreja Mont`Serrat, na Anita Garibaldi, com saída para a Furriel, a escola precisou deixar o endereço que era da Curia Diocesana e então o governador Leonel Brizola, em 1962, mandou construir três pavilhões “brizoletas” no endereço, uma área pertencente ao IPE. A inauguração ocorreu em 1963, portanto, há 54 anos no mesmo endereço. A deputada Juliana Brizola e seu irmão gêmeo, vereador pelo Psol no RJ, Leonel Brizola Neto, foram alfabetizados nas “brizoletas” em 1982. O que mudou foi o prédio, a partir de autorização do governo do estado, em 1985.