
O Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MACRS) está abrigando desde quinta-feira (13) o Festival de Esculturas Itinerantes. Esta é a primeira vez que o evento ocorre no Rio Grande do Sul. A mostra, que conta com a participação de 31 artistas de diferentes estados do Brasil e internacionais, foi criado a partir do Festival de Esculturas do Rio de Janeiro que, em abril de 2019, chega a sua quarta edição ocupando, simultaneamente, diferentes museus, centros culturais e praças da cidade do Rio de Janeiro. Ela está no sexto andar da Casa de Cultura Mario Quintana, e pode ser visitada até o dia 14 de outubro. A entrada é gratuita.
Com a curadoria e organização do produtor carioca de artes visuais, Paulo Branquinho, o evento apresenta esculturas de diferentes técnicas, materiais e estilos, na qual o visitante passeia pela diversidade. “Pretendemos acrescentar a esta mostra itinerante cinco novos artistas de cada Estado, por onde a mesma passar, fortalecendo a exposição com a apresentação de seus trabalhos. O Festival vem promovendo também um intercâmbio entre os artistas de diferentes gerações, estilos, cidades e nacionalidades, buscando sempre o novo”, explica Branquinho.
Participam do Festival artistas já estabelecidos nessa vertente artística como os cariocas Gonçalo Ivo, Raul Mourão, Marcos Cardoso, Robson Macedo, Gianguido Bonfanti e Cris Cabus; o paulista Ângelo Augusto Milani; o mineiro Jorge dos Anjos; a chilena Lorena Olivares; o dinamarquês Jesper Neergaard; o italiano Renato Brunello e o uruguaio Boris Romero. Do Rio Grande do Sul integram a mostra Catiuscia Dotto, Ingrid Loal, Leonardo Loureiro, Lucas Stray e Roberto Chagas.
Os artistas
Albenzio Almeida (RJ), Alex Moreira (BA), Anderson Dias (RJ), Ângelo Augusto Milani (SP), Boris Romero (Uruguai), Carlos Muniz (MG), Carlos Krauz (RS), Catiuscia Dotto (RS), Cecília Ribas (RJ), Cris Cabus (RJ), Dudu Garcia (RJ), Gabriel Fonseca (RJ), Gonçalo Ivo (RJ), Ingrid Noal (RS), Jesper Neergaard (Dinamarca), Jorge dos Anjos (MG), Leonardo Loureiro (RS), Lorena Olivares (Chile), Lucas Strey (RS), Marcelo Gomes (RJ), Marcos Cardoso (RJ), Paulo Jorge Gonçalves (RJ), Raul Mourão (RJ), Renato Brunello (Itália), Roberto Chagas (RS), Robson Macedo (RJ), Rodrigo Pedrosa (RJ), Sandra Passos (RJ), Teresa Mazzei (ES), Zé Tarcísio (CE).
SERVIÇO
Festival de Esculturas Itinerantes
Local: Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul – 6º andar da CCMQ (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico).
Inauguração: 13 de setembro | Quinta-feira | 19h.
Visitação: de 14 de setembro a 14 de outubro, de terça-feira a sexta, das 9h às 18h30, e sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h30.
Entrada gratuita
Autor: da Redação
Museu de Arte Contemporânea abriga Festival de Esculturas Itinerantes
Evento que reúne 31 artistas chega ao Rio Grande do Sul pela primeira vez. Funcionários fazem manifestação no lançamento de livro sobre fundações
“Nâo à extinção, volta fundação”, era o grito de mais de uma centena de funcionários na calçada da avenida Lima e Silva, defronte ao bar Parangolé, onde o jornalista Cleber Dioni Tentardini autografou o livro “Patrimônio Ameaçado”, lançado pela JÁ Editora.
A obra relata o processo de extinção de oito fundações estaduais do Rio Grande do Sul.
A extinção decidida pelo governo de José Ivo Sartori no início de 2016 chocou a comunidade científica do Estado e motivou um movimento de resistência dos servidores que ainda busca reparação na Justiça.
Cerca de 300 funcionários passaram pela sessão de autógrafos e no final uma parte deles se reuniu na calçada defronte ao bar, brandindo o livro e gritando palavras de ordem.Livro sobre extinção das fundações estaduais já está circulando
Foi lançado na quinta-feira, 13, o livro-reportagem “Patrimônio Ameaçado” sobre o processo de extinção das fundações públicas estaduais do Rio Grande do Sul.
O jornalista Cleber Dioni Tentardini acompanhou durante três anos os movimentos de resistência que se mantêm e ainda questionam na Justiça a drástica decisão e a falta de argumentos razoáveis do governo Sartori para o encerramento das atividades de oito fundações estaduais e uma companhia – Cientec, Piratini, FEE, Metroplan, FZB, FDRH, Fepagro, Feeps e Corag.
O livro-reportagem traz entrevistas com dirigentes, servidores e comunidade intelectual, que alertam para as perdas imensuráveis com o fim de instituições que há mais de meio século prestam relevantes serviços aos governos e à população: o acervo e a experiência que se dispersam, as pesquisas que se truncam, as séries estatísticas que se perdem, a produção de conhecimento que estanca.
A obra, de 200 páginas, com fotografias, conta um pouco da história de pioneirismo dessas instituições e mostra que a extinção pura e simples, feita de forma improvisada, com a distribuição de suas atribuições, serviços e funcionários estáveis para outros órgãos da administração direta, representa grave ameaça a um patrimônio público, material e imaterial, cujo valor é incalculável.
“Serão perdas que se incorporam a um período histórico de retrocessos, sem que se perceba claramente o quanto significam. Mais tarde, as novas gerações vão se dar conta de que houve um tempo sem rumo, em que andamos para trás”, afirma o editor, jornalista Elmar Bones.
O autor/foto Igor Sperotto
A série jornalística que dá nome ao livro revela aos leitores detalhes das coleções científicas e o trabalho realizado nos diversos setores do Museu de Ciências Naturais, Jardim Botânico e Parque Zoológico, as três instituições vinculadas à Fundação Zoobotânica. Esse especial, publicado no site do jornal JÁ, desde agosto de 2015, conquistou quatro prêmios nos principais concursos jornalísticos do Estado em 2017.
Patrimônio Ameaçado traz ainda uma síntese das ações do Ministério Público Estadual e das negociações das entidades sindicais com o governo e os processos judiciais, nas esferas civil e trabalhista, alguns ainda em andamento, como este trabalho, que está aberto para constante atualização.
O livro teve edição gráfica de Andres Vince, revisão de Tetê Martins e colaboração dos jornalistas Geraldo Hasse, Tiago Baltz, Felipe Uhr e Mateus Chaparini. O valor é de R$ 40,oo.
Imagens do lançamento:




Foto: Ricardo Stricker/JÁ Ciro Gomes ataca Haddad e o PT: "O Brasil não aguenta outra Dilma"
Ao participar ontem, no Rio, da segunda sabatina com presidenciáveis, promovida pelo jornal O Globo, o candidato do PDT, Ciro Gomes não poupou ataques a Fernando Haddad e ao PT.
Disse que o candidato petista faz política “com punhozinho de renda” e não tem experiência. “O Haddad não conhece o Brasil”, declarou.
Ciro atacou também a vice da chapa, Manuela D’Ávila (PCdoB) – criticada pela falta de experiência e maturidade -, e o próprio o ex-presidente Lula, a quem tinha poupado até agora. Disse que vê isolado e “meio que cercado de puxa-sacos” – “Ele perdeu um pouco a percepção genial que tinha da realidade” – e ao partido que ameaça sua chegada ao segundo turno em outubro: “O PT só pensa em si”.
Ciro sugeriu que Haddad pode ser alvo de impeachment como foi a sucessora e também apadrinhada de Lula, Dilma Rousseff.
Deu estocadas no líder das pesquisas Jair Bolsonaro (PSL), e disse que seu vice, o general Hamilton Mourão (PRTB) é um “jumento de carga”.
Afirmou que, se fosse presidente, o comandante do Exército, general Villas Bôas, estaria demitido e “provavelmente pegaria uma cana”, por ter dito que o próximo presidente pode não ter legitimidade para governar. “Eu mando, eles obedecem”, disse, ao mostrar como procederia em relação às Forças Armadas.
Mesmo numa sabatina permeada por temas econômicos – em que apresentou propostas para a reindustrialização, defendeu a tributação sobre lucros e dividendos, e uma alíquota mais progressiva sobre heranças, além de detalhar seu plano de limpar o nome dos brasileiros do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) – Ciro não perdeu oportunidade de criticar o adversário.
Ao falar sobre sua proposta para desconcentrar o sistema bancário, foi lembrado da tentativa de Dilma intervir no setor. Achou uma ofensa ser comparado à petista – cujo governo definiu como “desastrado” – mas comparou Haddad à ex-presidente.
Fez as deferências de praxe em seu discurso – “é uma mulher honrada, decente” – para logo em seguida mandar sua mensagem. “Olha aí como é que funciona esse negócio de indicar pessoas que não têm treinamento. (…) Outro ramo é o dela, não esse [a política]”, disse.
O ex-governador do Ceará afirmou que a petista foi incapaz de ter “um terço dos deputados para impedir um golpe contra o país no primeiro ano de mandato”. Disse que “uma pessoa boa como o Haddad” não terá pulso para encarar a o jogo bruto no Congresso. “Como vai encarar? Com punhozinho de renda, da USP, da Maria Antonia?”, disse.
Numa estratégia de desconstruir Haddad, Ciro destacou a importância de se eleger um presidente com liderança. Contou que, quando Lula foi condenado em segunda instância, se viu “cercado por praticamente 48 horas” por emissários do ex-presidente, como Dilma e Roberto Requião, que o queriam para vice da chapa petista. “Agradeci a honra mas disse que isso não era forma de se construir uma liderança. O Brasil não precisa de presidente por procuração, por mais respeitável que seja o outorgante. O Brasil não aguenta outra Dilma”, disse.
Para Ciro, o atual candidato do PT também seria um “presidente por procuração”, não por demérito, mas porque “o Haddad não conhece o Brasil”. “Ele não tem experiência, daí até ele saber onde fica a Cabeça do Cachorro, o Vale do Jequitinhonha, o [Vale do] Mucuri, em Minas Gerais; mesmo em São Paulo, o Vale do Ribeira, o Alto Solimões… Aí fica difícil, de fato”, afirmou.
O presidenciável continuou a associação Dilma/Haddad: “A gente já viu esse filme. No auge da crise do impeachment, a Dilma nomeou Lula ministro. Eu quase morro de vergonha naquela ocasião. E agora Lula tá na cadeia. O que vai acontecer?”, perguntou, para logo desenhar uma cenário pessimista caso o PT volte ao Planalto. “Uma crise tremenda. Basta o PT voltar ao poder que essa crise vai se eternizar, porque basicamente PT e PSDB construíram isso. O espasmo mais doído e mais ameaçador é o Bolsonaro, que surgiu a partir daí”, disse.
Ciro também buscou igualar o PT ao deputado de extrema direita. Em sua opinião, ambos estariam “insultando a inteligência média do povo brasileiro a toda hora”. “Um por gratidão [a Lula], outro por solidariedade cristã pela violência absolutamente descabida que sofreu”, disse, ao se referir à facada da qual Bolsonaro – uma “aberração” – foi alvo em ato de campanha em Juiz de Fora (MG).
Vox Populi mostra transferência de votos para Haddad que já lidera com 22%
O Instituto Vox Populi divulgou nesta quinta-feira uma nova pesquisa feita entre os dias 7 e 11, na qual o candidato do PT, Fernando Haddad aparece na liderança da disputa presidencial com 22%, confirmando a expectativa de transferência de votos do ex-presidente Lula, que teve sua candidatura impugnada pelo TSE.
Jair Bolsonaro, do PSL, aparece em segundo, com 18%. Ciro Gomes, do PDT, registra 10%, enquanto Marina Silva, da Rede, e Geraldo Alckmin, do PSDB, aparecem com 5% e 4%, respectivamente. Brancos e nulos somam 21%.
A pesquisa voi encomendada pela CUT. O Vox Populi ouviu 2 mil eleitores em 121 municípios entre 7 e 11 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para cima ou para baixo. O índice de confiança chega a 95%.
O instituto tomou a decisão de associar Haddad diretamente a Lula no questionário, ao contrário das demais empresas de pesquisa. Segundo Marcos Coimbra, diretor do Vox Populi, não se trata de uma indução, mas de fornecer o máximo de informação ao eleitor.
“Esconder o fato de que o ex-prefeito foi indicado e tem o apoio do ex-presidente tornaria irreal o resultado de qualquer levantamento. É uma referência relevante para uma parcela significativa dos cidadãos. Chega perto de 40% a porção do eleitorado que afirma votar ou poder votar em um nome apoiado por Lula”.
Um pouco mais da metade dos entrevistados (53%) reconhece Haddad como o candidato do ex-presidente. O petista, confirmado na terça-feira 11 como o cabeça de chapa na coligação com o PCdoB, também é o menos conhecido entre os postulantes a ocupar o Palácio do Planalto: 42% informam saber de quem se trata e outros 37% afirmam conhece-lo só de nome.
O desconhecimento é maior justamente na parcela mais propensa a seguir a recomendação de voto de Lula, os mais pobres e menos escolarizados. De maio para cá, decresceu sensivelmente o percentual de brasileiros que afirmam não saber que o ex-presidente está impedido de disputar a eleição: de 39% para 16%.
Ainda assim, é em meio a este público que Haddad registra grandes avanços. Na comparação com a pesquisa de julho, o ex-prefeito passou de 15% para 24% entre os eleitores com ensino fundamental e de 15% para 25% entre aqueles que ganham até dois salários mínimos. O petista chega a 31% no Nordeste e tem seu pior desempenho na região Sul (11%), mesmo quando associado ao ex-presidente.
Ciro Gomes é o menos rejeitado (34%) entre os cinco candidatos mais bem posicionados. Haddad tem a segunda menor taxa, 38%. No outro extremo, com 57%, aparece Bolsonaro.
O deputado, internado desde a sexta-feira 7 no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, registra contudo o maior percentual de menções espontâneas (13%), contra 4% de Ciro e Haddad, 3% de Marina e 2% de Alckmin.
O fato de as citações espontâneas se aproximarem da porcentagem registrada por Bolsonaro nas respostas estimuladas demonstra, ao mesmo tempo, um teto do candidato do PSL e uma resiliência que tende a leva-lo à próxima fase da disputa presidencial.
O Vox realizou diversas simulações de segundo turno. Bolsonaro venceria Alckmin (25% a 18%), empataria tecnicamente com Marina (24% a 26%) e perderia para Ciro (22% a 32%) e Haddad (24% a 36%). O pedetista e o petista vencem os demais. O instituto não fez a simulação de um confronto entre os dois.
Movimento de mulheres contra Bolsonaro chega a um milhão
O movimento das mulheres contra o a candidatura à Presidência da
República, pelo PSL, Jair Bolsonaro, cresce no Facebook.
Existem vários, mas o Mulheres Unidas Contra o Bolsonaro criado há menos
de duas semanas na rede social, atingiu 1 milhão de integrantes na
madrugada de quarta-feira, 12.
A publicitária Ludmilla Teixeira, uma das criadoras do grupo, disse à
imprensa que Bolsonaro representa tudo que é de atraso na luta
pelos direitos das mulheres e que ataca diretamente a licença
maternidade, a diferença salarial entre homens e mulheres.
No Rio Grande do Sul, também foi criado o grupo Mulheres Unidas
Contra o Bolsonaro e em 30 dias teve mais de 10 mil adesões. Nesta
quarta-feira, 12, estavam inscritas 13.295 mulheres.
Segundo as administradoras, “a finalidade é combater a ameaça que
é a eleição de Jair Bolsonaro e outros candidatos com propostas
fascistas, racistas e misógicas, que ameaçam diretamente a vida das
mulheres.” E, ainda, promover manifestações de repúdio ao ideário.
Também querem debater projeções para as eleições a nível nacional
e estadual, de maneira respeitosa, sem sobreposição de uma
candidata, ou outra.
No Facebook também existem grupos de mulheres de duas a seis mil
integrantes, apoiando Bolsonaro, alguns criados nos últimos dias
para rebater os das mulheres contra o capitão reformado.Candidata do PC do B diz que foi discriminada pela Federasul
Recebemos da candidata ao Senado, Abigail Pereira, do PC do B a seguinte nota:
Federasul realizou nesta quarta-feira, 12 de setembro, às 11h30, o evento “Tá na Mesa”, painel para debate entre candidatos ao Senado pelo Rio Grande do Sul. A entidade, no entanto, convidou apenas cinco dos candidatos do Estado: Beto Albuquerque (PSB), José Fogaça (MDB), Luiz Carlos Heinze (PP), Mario Bernd (PPS) e Paulo Paim (PT). Como visto, nenhuma das candidatas mulheres gaúchas ao Senado foram convidadas para o debate.
A equipe da candidata pelo PCdoB, Abigail Pereira, entrou em contato com a Federasul para entender o critério de seleção para a participação no evento. Segundo a entidade, a representatividade dos partidos dos candidatos na Câmara dos Deputados foi o que definiu a escolha.
No entanto, pelo menos um dos partidos de um candidato (PPS) tem menos representatividade na Câmara do que o PCdoB, partido de Abigail. Como consta no site da Câmara dos Deputados, o PPS tem oito deputados em exercício e quatro que não estão em exercício. Ou seja, 12 deputados no total. Já o PCdoB conta com dez deputados em exercício na Câmara e cinco que não estão em exercício, no total de 15 deputados.
Sendo assim, fica claro que o critério de representatividade estabelecido pela Federasul não foi levado em conta, visto que a candidata Abigail Pereira não foi convidada para o debate. Além disso, sabemos que outras candidatas mulheres ao Senado cujos partidos também contam com mais representatividade também não foram convidadas para o evento.
A Federasul tem o direito de convidar os candidatos de sua preferência para participar de seus eventos. No entanto, a entidade parece não ser honesta ao informar um critério de escolha que não é posto em prática. Mais do que isso, chama a atenção o fato de este critério não ser levado à risca justamente com as candidatas mulheres ao Senado, já tão pouco representadas na política.
A Federasul afirma em seu site que o evento “Tá na Mesa” sempre se posicionou dentro do “conceito amplo e irrestrito de diversidade”. Nesse painel, no entanto, não parece ter honrado esse propósito”.
Eleição 2018: partipação das mulheres fica no limite da lei
As regras, que obrigam os partidos a apresentar 30% de candidaturas de mulheres e a destinar parte do fundo partidário para elas, não garantem uma efetiva participação feminina nos espaços de poder.
Maioria do eleitorado brasileiro, com 52% do total, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o total de mulheres candidatas pouco ultrapassa a cota mínima estabelecida. Nas últimas eleições mais recentes, em 2016, a participação feminina chegou apenas a 31,89%.
Nas eleições deste ano, segundo o TSE, são 8,3 mil mulheres disputando votos, o que corresponde a apenas 30,64% do total de candidatos.
“As redes que os homens formam por tradição e até por cultura paternalista são mais fortes do que as formadas pelas mulheres”, analisa a socióloga Fátima Pacheco Jorgão.
Atualmente, apenas 12% dos mandatos no Congresso Nacional são femininos e entre os mais de 50 mil vereadores em todo o país, aproximadamente 16% são mulheres.
(Com informações da RBA)CCMQ promove curso gratuito com o ator Carlos Simioni

Curso com Carlos Simioni está com inscrições abertas. Foto: Alessandro Poeta Soave/Divulgação
A Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) promove entre os dias 1º e 5 de outubro o curso “A Presença do Artor”, com Carlos Simioni. A atividade é gratuita e vai ocorrer das 14h às 18h, na Sala Cecy Frank (4º andar da CCMQ). As inscrições devem ser feitas até o dia 26 de setembro pelo e-mail cursos.artescenicas.ccmq@gmail.com, mediante envio de currículo resumido e carta de intenção. As vagas são limitadas e a lista dos selecionados será divulgada no dia 28 de setembro.
No dia 3 de outubro, às 20h, o ator-pesquisador do LUME Teatro de Campinas faz uma demonstração técnica de “Prisão para a Liberdade”, no Teatro Bruno Kiefer às 20h. A entrada é franca.
O curso
Durante o curso serão abordadas pesquisas desenvolvidas por Simioni, como a presença do ator, emanação de energia, a construção do corpo interior e a estrutura física da voz. “Neste curso vamos trabalhar a dilatação do corpo, a expansão da energia no espaço, o campo magnético, a transformação do peso do corpo em energia, a ação energética e a construção da presença cênica como princípios da dança pessoal, elementos técnicos desenvolvidos Lume durante décadas de pesquisa teatral”, explica.
Em “Prisão para a Liberdade”, o ator aborda a própria trajetória junto do LUME e revela que a técnica pode ser tanto uma prisão quanto um trampolim. Em sua demonstração técnica, Carlos Simioni fala sobre o percurso desde a fundação do teatro (1985); seu encontro com mestres; e as técnicas desenvolvidas junto do grupo, como o treinamento físico cotidiano, a construção de técnicas de expansão e dilatação do corpo no espaço e no tempo, técnicas de manipulação de diferentes qualidades de energias e sua distribuição no espaço, além do treinamento vocal e para a elaboração de personagens e construção de cenas.
FICHA TÉCNICA
Concepção e atuação: Carlos Simioni | Coordenação técnica: Francisco Barganian | Apoio administrativo: Giselle Bastos | Design gráfico e fotos: Arthur Amaral | Registro audiovisual: Alessandro Poeta Soave | Assessoria de comunicação: Marina Franco | Direção de produção: Cynthia Margareth | Produção Executiva: Juliana Kaneto | Realização: LUME Teatro
Sobre o ator
Ator–pesquisador e diretor, Carlos Simioni foi o primeiro discípulo de Luís Otávio Burnier, com quem fundou o LUME e desenvolveu pesquisas nas áreas da antropologia teatral e cultura brasileira e trabalhou na elaboração, codificação e sistematização de técnicas corpóreas e vocais de representação para o ator. Atualmente participa oito espetáculos: Kelbilim, Cravo Lírio e Rosa, Shi-Zen – Sete Cuias, Parada de Rua, Sopro, Abre- Alas, Os Bem Intencionados e Prisão para a Liberdade.
Desde 1989 é ator do Grupo Internacional “VINDENES BRO – Ponte dos Ventos”, na Dinamarca, onde desenvolve técnicas de treinamentos para o ator, e atua nos espetáculos” Ur-Nat” e “The Voices of The Windows”, sob orientação e direção da atriz e diretora Iben Nagel Rasmussen – Odin Teatret.
É fundador e coordenador do PATUANÚ – Núcleo de Pesquisa em Dança de Ator, grupo itinerante de pesquisa com atores e dançarinos de diversos estados brasileiros. É professor convidado da Teaterhoyskolen Rodkild – Escola Superior de Teatro da Dinamarca desde 2007.
Apresentou espetáculos e ministrou cursos na Itália, Alemanha, França, EUA, México, Colômbia, Argentina, Portugal, Inglaterra, Coréia do Norte, Noruega, Bolívia, Costa Rica, Dinamarca, Egito, Grécia. Nicarágua, Escócia, Peru, Bélgica, Israel, Espanha, Equador e Polônia.Clique aqui para Responder ou Encaminhar 8,93 GB (59%) de 15 GB usados
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DetalhesOspa Jovem abre inscrições para concertos dirigidos a estudantes do ensino fundamental

Maestro Arthur Barbosa rege a Ospa Jovem. Foto: Ana Eidam/Divulgação A Fundação Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Fospa) está recebendo inscrições para a Série Concertos Didáticos 2018. O projeto tem o objetivo de aproximar os jovens da música orquestral através de exibições com viés educativo. Neste ano, os concertos serão apresentados pela Orquestra Sinfônica da Escola da Ospa (Ospa Jovem) e são voltados a estudantes do primeiro ao quarto ano do ensino fundamental.As escolas interessadas em inscrever turmas de alunos devem enviar e-mail até o dia 26 de setembro para o endereço ospaconcertosdidaticos@gmail.com com o título “Inscrição – Concertos Didáticos 2018″ e a fichade inscrição (disponível no site da Ospa) preenchida. Na hora do envio, a escola deve informar o dia escolhido. A entrada é franca.Cachorro Abelardo
Cachorro Abelardo participa do concerto. Foto: Mai Yandara/Divulgação O maestro Arthur Barbosa, regente da Ospa Jovem, conduzirá as exibições, que contarão também com a participação do “Cachorro Abelardo” (o ator Mário de Ballentti). A intenção dos Concertos Didáticos é complementar a educação musical dos alunos, contribuindo também para a formação de novas plateias para a música de concerto. A programação é desenvolvida especialmente para os estudantes, contemplando assuntos como o funcionamento de uma orquestra, a divisão dos naipes (grupos de instrumentos) e o papel do maestro.SERVIÇOConcertos da Ospa | Série DidáticosQuando: Dias 02 de outubro, terça-feira, às 15h00, e 03 de outubro, quarta-feira, às 15h00Local: Sala de Concertos da Casa da Música da Ospa (Av. Borges de Medeiros, 1501 – Centro Administrativo Fernando Ferrari)PROGRAMALudwig van Beethoven: Ruínas de AtenasJacques Offenbach: Abertura Orfeu (can can)John Williams: Marcha ImperialPerez Prado: Mambo Nº 8Johann Strauss: Marcha RadetzkyTetris (Arranjo de Arthur Barbosa)Folclore Russo (Korobeiniki)Steve Harris: The TrooperRegente: Arthur BarbosaParticipação: Mário de Ballentti (Manipulador de bonecos – Cachorro Abelardo)








