Suspensas desde ontem, as vacinações contra a gripe só serão retomadas na segunda-feira. Uma nova remessa com 180 mil doses chegou nesta quinta-feira para a Prefeitura e a distribuição entre os 108 postos da Capital deve ser finalizada amanhã, segundo a Secretaria Municipal da Saúde.
Com a nova remessa, o número de doses repassados ao Município atinge 592 mil, superando assim a meta de vacinar 590 mil pessoas relativas ao grupo prioritário.
São deste grupo pessoas com 60 anos ou mais, crianças de seis meses a menores de cinco anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas de cinco a 59 anos portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (apresentar comprovante), trabalhadores da área da saúde e povos indígenas.
Autor: da Redação
Porto Alegre: vacinações serão retomadas na segunda-feira
Parlamentares e ativistas se unem para pressionar por novo projeto
Matheus Chaparini
Deputados, vereadores e integrantes de movimentos sociais realizaram na tarde desta quinta-feira o lançamento da Frente Parlamentar e Social por um Cais Mauá de Todos. A cerimônia aconteceu na Assembleia Legislativa. A criação do grupo foi articulada pelo deputado Tarcísio Zimmermann (PT) a partir do que chamou de “um positivo desafio das entidades à Assembleia.”
Deputado Tarcísio Zimmermann é o coordenador da frente / Marcelo Bertani / Agência ALRS
Zimermmann afirmou que a cidade de Porto Alegre “não poderia ter sido assaltada desta forma por um projeto que obedeceu acima de tudo aos interesses da especulação imobiliária.” O deputado recusou a pecha de “arautos do atraso”, atribuída aos militantes da causa por setores que defendem o atual projeto de revitalização.
“Queremos um projeto que integre o Cais Mauá com a história de Porto Alegre. Queremos um projeto que inclusive ouse enfrentar o problema do trem, do muro e da avenida Mauá, que separam a cidade do rio” e concluiu: “Queremos ser o símbolo do futuro, de quem ousa enfrentar obstáculos e quer colocar de fato o rio de frente pra cidade e a cidade de frente pro rio.”
Modelo de revitalização é anacrônico e antidemocrático
Caio Lustosa defendeu o caráter público do Cais
Falando em nome da Agapan, o advogado Caio Lustosa defendeu a importância do envolvimento dos deputados e vereadores “para dar respaldo a uma luta que tem características comunitárias e populares.”
Caio Lustosa afirmou que as margens do Guaíba são de domínio público e não podem sofrer o que chamou de “um processo de privatização arrogante a absurdo.” O representante da Agapan defendeu a retomada do caráter público do uso espaço e defendeu que um projeto de reformulação do espaço deve atender aos interesses “de uma cidade múltipla como Porto Alegre e não de uma minoria voraz e especuladora.”
O professor Luciano Fedozzi fez a leitura do manifesto do Comitê UFRGS pelo Cais Mauá, que critica o modelo adotado para a reforma da área: “O empreendimento expressa uma concepção anacrônica em termos urbanísticos, sociais, ambientais e políticos.Fundamenta-se em um paradigma urbanístico já superado há pelo menos duas décadas.”
O manifesto é assinado por 108 professores das mais variadas áreas da Universidade.
Pouca participação dos vereadores
A vereadora Jussara Cony (PCdoB) lamentou a baixa participação dos seus colegas de Câmara e garantiu que fará um esforço para atrair mais vereadores para a frente. São apenas quatro no grupo. Na Câmara Municipal, além de Jussara, assinaram o manifesto de criação da Frente Parlamentar e Social Fernanda Melchionna (Psol), Sofia Cavedon (PT) e Marcelo Sgarbossa (PT).
Jussara Cony também criticou a falta de participação popular no processo de revitalização da área. “O que está acontecendo com o Cais não tem absolutamente nenhuma participação de quem constrói essa cidade, que são seus trabalhadores”, afirmou.
Integrantes
Parlamentares:
Deputado estadual Tarcísio Zimmermann (PT) – coordenador
Deputada estadual Manuela D’Ávila (PCdoB)
Deputado estadual Adão Villaverde (PT)
Deputado estadual Jeferson Fernandes (PT)
Deputado estadual Zé Nunes (PT)
Deputado estadual Pedro Ruas (PSOL)
Vereadora Sofia Cavedon (PT)
Vereadora Fernanda Melchiona (PSOL)
Vereadora Jussara Cony (PCdoB)
Vereador Marcelo Sgarbossa (PT)
Entidades:
Agapan
IAB RS (Instituto dos Arquitetos do Brasil – Departamento RS)
Associacao dos Geografos Brasileiros Seção Porto Alegre
MoGDeMA – Movimento Gaúcho em Defesa do Meio Ambiente
Comitê UFRGS em defesa do Cais Mauá
Cais Mauá de Todos
Mobicidade (Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta)
Minha Porto Alegre
Chega de Demolir Porto Alegre
Movimento Francisclariano da Diocese Meridional de Porto Alegre
DEFENDER – Defesa Civil do Ptrimônio Histórico
Associação Comunitária do Centro Histórico
AREVIPA – Associação dos Recicladores da Vila dos Papeleiros
Centro Comunitário de Desenvolvimento da Tristeza, Pedra Redonda, Vila Conceição e Vila AssunçãoA marcha dos mentecaptos*
Benedito Tadeu César**
Nesta quarta, 4 de maio de 2016, na Câmara Municipal de Porto Alegre, seria reavaliada a Moção de Repúdio ao Reitor, ao Vice Reitor e a um professor da Faculdade de Direito da UFRGS por terem permitido e participado de debates sobre o momento político atual na universidade.
Na votação realizada na semana passada, a moção foi aprovada por 14 votos contra 13.
Os debates foram acalorados. O auditório da CMPA foi ocupado por manifestantes a favor e contra a moção e os ânimos se exaltaram, tanto no Plenário quanto no Auditório.
A ala da direita urrava impropérios contra o “comunismo” e pela “escola sem ideologia”. A da esquerda gritava por democracia e contra o fascismo.
Todos os vereadores que se manifestaram, a não ser o proponente da moção, declararam voto contrário a ela, em nome da liberdade de pensamento e de expressão. O proponente, em seu discurso, em dado momento, fez menção a mim, afirmando que o professor Benedito Tadeu César, militante do Partido dos Trabalhadores, se utiliza dos bens públicos para fazer pregação ideológica em sala de aula, utilizando equipamentos e emails da universidade para isso.
Ao final dos debates, a moção em discussão foi retirada, obedecendo a um acordo feito entre as partes em disputa. O vereador que censurava a UFRGS, seu reitor, vice e professores, retirou a moção em troca da retirada de moção anterior que censurava o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) pelo apoio que expressou à médica pediatra que se recusou a atender ao filho da suplente de vereadora do PT, Ariane Leitão, por motivos ideológicos.
Na saída do Auditório da CMPA, cruzei com o vereador proponente da Moção de Repúdio à UFRGS e que havia feito referência a mim. Tentei esclarecer, cordialmente, que ele estava mal informado a meu respeito.
Disse-lhe que, mesmo que eu quisesse me utilizar dos bens, do ambiente e dos alunos da UFRGS para fazer pregação ideológica, eu não poderia pelo simples fato de já ter me APOSENTADO desde o mês de julho de 2010.
Disse-lhe que a desinformação pode provocar erros graves e que ele deveria ser mais cuidadoso em suas afirmações. Ele respondeu que eu havia proposto à Associação dos Docentes da UFRGS uma nota contra a sua moção, ao que eu lhe respondi que ele continuava mal informado, pois, não obstante eu tenha sido diretor da ADUFRGS, me encontro há anos afastado da militância docente.
Exaltado, ele pôs-se a gritar, chamando-me de filho da puta!
Subi o tom, respondendo-lhe que lhe faltava educação e que ele me devia desculpas, tanto pela calúnia relativa ao uso indevido da posição de docente universitário, quanto pela ofensa que ele acabava de me fazer.
Afirmei que se ele não o fizesse eu o processaria por calúnia e injúria. Chamei-o de mal educado e de mentecapto* e, ao mesmo tempo, afirmei que ele sequer deveria saber o significado desta palavra.
Ânimos serenados, dirigi-me à saída do edifício, quando fui alcançado por um funcionário da CMPA, informando-me que três integrantes da Banda Loca, que compunham a maioria da platéia favorável à Moção de Repúdio aos Reitores e Professor da UFRGS, estavam planejando me bater na saída do prédio.
Caminhamos até a porta principal, no andar superior, e, ali, o funcionário chamou dois seguranças que se encarregaram de retirar os indivíduos que me esperavam, com cara de poucos amigos, na rampa de acesso.
Enquanto esperava para sair em segurança, algumas senhoras de idade avançada e moças aproximaram-se do vereador Adeli Sell (PT), celular em punho, chamando-o de “corno”, na tentativa de fazer com que ele revidasse.
Outros integrantes da Banda Loca surgiram, também com celulares em punho, e tentaram provocar tumulto, nos empurrando e insultando, com o objetivo de criar uma reação e filmá-la.
Antes disso, ainda durante os debates em Plenário, eles já haviam provocado um tumulto envolvendo uma aluna da UFRGS, que foi intimidada, e um professor universitário de outra universidade que saiu em sua defesa.
Naquele momento, ele filmaram a reação do professor e estão divulgando o vídeo editado na página da Banda Loca e do MBL.
A direita raivosa e obscurantista avança.
Na verdade, por trás do aparente recuo advindo da retirada da Moção de Repúdio à UFRGS, o que ocorreu foi uma vitória, ainda que relativa, desta direita babona.
Ao que tudo indica, a Moção contra a UFRGS foi uma reação contra a Moção de Repúdio ao Simers e seu apoio à discriminação ideológica a uma criança.
Atacaram a UFRGS para conseguir um acordo que sepulta um ato de barbárie contra a inteligência e a tolerância política.
O acordo feito, ainda que necessário para manter o equilíbrio na CMPA, favorece enormemente às forças do atraso e da incivilidade.
* mentecapto adjetivo substantivo masculino
1. que ou quem é mentalmente desordenado; que ou quem perdeu o juízo, o uso da razão; alienado, louco.
2. que ou quem é destituído de inteligência, de bom senso; tolo, néscio, idiota.
**Benedito Tadeu César é cientista políticoA queda de Cunha e seu impacto sobre o processo de impeachment
Onze votos a zero. Esse foi o placar da sessão em que os ministros do Supremo Tribunal Federal decidiram pelo o afastamento de Eduardo Cunha do mandato de deputado e da presidência da Câmara.
A decisão tomada agora à tarde em Brasilia seguiu a recomendação do ministro Teori Zavascki na manhã desta quinta-feira;
Ao defender a decisão, Teori disse que Cunha atua com desvio de finalidade para “promover interesses espúrios” e que sua permanência no comando da Câmara causa constrangimento cívico.
O ministro José Eduardo Cardozo, da Advovacia Geral da União, já anunciou que pretende usar a decisão para anular o impeachment da presidente Dilma Rousseff.
“A decisão do Supremo mostra clarissimamente. Indiscutível. Eduardo Cunha agia em desvio de poder”, disse Cardozo.
Embora esteja praticamente definida a aprovação pelo Senado do parecer que pede o impeachment de Dilma, o impacto da suspensão de Cunha será grande nos desdobramentos do processo.
No mínimo ela reanima os defensores de Dilma que já estavam jogando a toalha.
Afastado do mandato de deputado, Eduardo Cunha terá direito a todos os privilégios de presidente da Câmara enquanto mantiver o diploma parlamentar, conforme a Secretaria-Geral do Legislativo.
Ele poderá continuar usando a residência e o carro oficial da presidência da Câmara, continuará acompanhado por uma equipe de seguranças e terá direito a usar o jato da Força Aérea Brasileira (FAB).O peemedebista também manterá todos os benefícios de deputado federal, como foro privilegiado, salário de R$ 33.763,00, benefícios como auxílio-moradia ou apartamento funcional, cota parlamentar (para custear passagens aéreas, gasolina, gastos com telefone e escritório parlamentar no respectivo estado – o valor varia conforme o estado) e verba de gabinete no valor de R$ 92.053,20 para o pagamento de assessores.A situação de Cunha é inédita, segundo a Secretaria-Geral da Câmara,
Não há registro de um deputado afastado do mandato por decisão judicial.
O afastamento não implica em nova eleição para a presidência da Câmara, porque houve vacância do cargo.
Novas eleições só poderão ser convocadas se Cunha tiver o diploma de deputado cassado.
Assumiu interinamente o primeiro-vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA). Ele ficará no posto até que haja uma decisão em definitivo. Se o Supremo apenas confirmar o afastamento de Cunha, Maranhão poderá continuar na cadeira de presidente.Como diria Honório Lemes…
PINHEIRO DO VALE
A quinta-feira amanheceu com fogo nas ventas.
A batalha do Planalto Central chega ao clímax. As duas frentes se inflamam e entram em nos grandes entreveros.
Na frente judicial a ofensiva é um ataque maciço: o procurador geral Rodrigo Janot despejou um balde de pedidos de indiciamentos para possíveis réus de foro privilegiado; no Supremo, o ministro Teori Zavascki pede a suspensão do mandato de deputado federal do presidente da Câmara Eduardo Cunha, que significará, no fim, sua retirada do tabuleiro .
No front politico, o processo do impeachment chega a seu ápice.
Batendo em retirada com pouca munição, assim pode-se entender a declaração do senador Lindemberg Farias, depois de ouvir a leitura do relator da Comissão Especial do Impeachment, Antônio Anastasia.
Isto quer dizer: a bancada de sustentação da presidente Dilma Rousseff no Senado jogou a toalha na Comissão e se prepara para a batalha do Plenário, que deve se iniciar dia 11 de maio, quando se votará o parecer o senador tucano de Minas Gerais.
Que nem Honório de Lemes, autor da frase da abertura, os dilmistas estão dispostos a não se entregar, pois acrescentariam a oração subordinada do Leão do Caverá: “mas peleando”.
Com isto, o senador Lindemberg inicia o recuo da tropa de choque para a segunda linha de defesa, no plenário do Senado.
Não há muitas expectativas de melhorar resultados no primeiro embate, pois já se dão como favas contadas que o processo será instaurado. Leia-se: Dilma vai ser afastada nesta primeira fase.
A aposta é que na votação final não se repita o resultado de 11 de maio. O desastre anunciado do governo de Michel Temer pode levar o núcleo indecisos, cerca de 10 senadores, a barrarem o impeachment.
No placar atual a bancada leal tem 21 senadores. Faltariam sete para melar o golpe.
Já na frente de batalha judiciária, tudo pode acontecer: a metralhadora giratória de Janot botou todo o mundo escondido na trincheira para escapar das balas. No Supremo, o primeiro passo de Teori indica que vem chumbo grosso, pois ele começou atirando diretamente no chefe do bando, o famigerado Cunha, alvo das balas de todos os lados.
Voltando ao velho Honório: “Não ‘tá morto quem peleia”.Diversão e informação em vez de gritos de protesto
Alegria, diversão e beleza é o que promete para o final da tarde desta sexta-feira, no Largo Glênio Peres, o Comitê em Defesa da Democracia e do Estado Democrático de Direito, que reúne profissionais universitários e artistas de diversas áreas.Sob a coordenação da artista plástica Zoravia Bettiol e direção cênica de Marcelo Restori, uma performance a partir das 17 horas pretende atrair a atenção das pessoas que vivem nas áreas mais afastadas do centro de Porto Alegre, que costumam circular pelas imediações do Mercado Público no final do dia.De acordo com recentes pesquisas do Instituto Data Popular, estas parcelas da população são as que estão menos informadas e menos sensibilizadas pela crise política criada para afastar a presidente da República. Artistas circenses, malabares e outros artistas de rua e das artes cênicas também foram convidados a participar, com adereços e indumentárias coloridas (chapéus, palas, cartazes, faixas etc.).A página do movimento Artes na Rua pela Democracia no Facebook é http://www.facebook.com/events/1157550137608954/"Prevenção com efetivo baixo é difícil" diz comandante da BM de Porto Alegre

Tenente-Coronel Mário Ikeda | Foto: Divulgação
Uma audiência pública debateu questões de segurança Pública em Porto Alegre. Participaram vereadores, representantes de conselhos, associações de bairros e autoridades de Segurança Pública. O orador mais aguardado, o comandante do policiamento na Capital, o Tenente-Coronel Mário Ikeda, foi o último a falar.
Durante as quase 3 horas, o comandante ouviu diversas criticas relativas a segurança: insegurança, falta de policiamento, manutenção dos postos da Brigada que estão fechando, parcerias público privadas foram alguns dos temas levados a plenário durante do debate.
Após ouvir todos eles Ikeda sintetizou: “Prevenção com efetivo baixo é difícil”
O Comandante comentou como a Brigada vem trabalhando, com número reduzido, nos últimos tempos. Segundo Ikeda atua em três frentes:- atendimento de ocorrências. “Recebemos de quatro a cinco mil ligações para o 190 todos os dias” alertou ikeda, dos quais 800 viram registro policial.
- Prevenção : “Não funciona mais com atingamente à “Pedro e Paulo”, o efetivo é baixo e temos que dar conta de diversas áreas”
- Repressão: Ikeda citou as operações conjuntas. Disse que a Brigada atua com o auxílio da Guarda Municipal, Policia Civil e até mesmo da Smic.
Por fim, Ikeda também criticou a descriminalização do uso de droga, como uma causas do aumento do tráfico. “Durante esta audiência já recebi comunicado de pelo menos três apreensões” relatou.
Com novo BikePoa, Prefeitura promete 400 bicicletas permanentes
Foi assinado na manhã desta quarta-feira, 4, no auditório da EPTC, o contrato de cinco anos para o novo Bike Poa. A empresa vencedora Samba Transportes Sustentáveis, Ângelo Leite já opera o serviço na capital.
O novo contrato prevê o uso ininterrupto de 400 bicicletas divididas em 40 postos. Hoje a EPTC calcula que estejam em funcionamento aproximadamente 300 bicicletas. O restante está em manutenção ou foi furtado. Como o contrato era provisório, a Prefeitura não tinha como exigir que as 400 bicicletas estivessem na rua, o que poderá acontecer agora.
Também será disponibilizado wi-fi para todas as estações. A empresa deverá cumprir o prometido na licitação em até 120 dias.
Os valores seguirão inalterados, R$ 5 por dia e R$ 10 o passe mensal, durante os cinco anos de contrato previstos na licitação. Com a licitação, a empresa responsável pelo sistema terá de atender a índices de qualidade, como tempo de recomposição de bicicletas e vagas livres nas estações, assim como compartilhar as informações com a EPTC, que vai fiscalizar o serviço. O BikePoa iniciou no dia 22 de setembro de 2012 e operava via manifestação de interesse, sem custos ao município.Vacinação: situação será normalizada sexta na capital
Por falta de vacinas, a Secretaria Municipal da Saúde reduziu para quatro o número de postos para as aplicações. A previsão é que o quadro se normalize a partir de sexta-feira quando chegarão noa remessa de vacinas.
O Secretário Estadual da Saúde. João Gabbardo anunciou, via twitter a chegada de 802 mil doses nesta quinta-feira que serão distribuídas para todos os Municípios conforme a demanda.
Porto Alegre já atingiu 55% da meta de vacinação do público prioritário. Fazem parte deste grupo: pessoas com 60 anos ou mais, crianças de seis meses a menores de cinco anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas de cinco a 59 anos portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (apresentar comprovante), trabalhadores da área da saúde e povos indígenas.
Confira os quatro locais de vacina disponiveis em Porto Alegre:
US Santo Alfredo – Rua Santo Alfredo, 37 – Partenon
US Tristeza – Rua Wenceslau Escobar, 2442 – Cristal
US Restinga – Rua Abolição, 850 – Restinga
US IAPI – Rua 3 de Abril, 90, Passo D’AreiaProcon multa editora Globo por propaganda enganosa
O Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) de Porto Alegre multou nesta quarta-feira, 4, a editora Globo no valor de R$ 596.243,83. A penalidade é resultado de processo administrativo promovido pelo Procon desde outubro de 2015. Na época, foram interditados quatro pontos de venda de revistas da editora.
O órgão constatou prática de propaganda enganosa, vícios no consentimento do consumidor na aquisição de assinaturas, renovações automáticas de assinatura e cobranças indevidas em cartões de crédito sem o consentimento do consumidor. Revistas eram oferecidas como brindes em aeroportos, estações do metrô, supermercados e shoppings centers, mas os consumidores viravam assinantes sem saber.
As atividades da editora Globo chegaram a ser suspensas temporariamente pelo crescente número de reclamações protocoladas contra a empresa no órgão municipal, que fez com que a editora figurasse entre as 10 mais reclamadas do ranking do Procon Porto Alegre.
Para o diretor executivo do Procon Porto Alegre, Cauê Vieira, a aplicação da multa se mostrou necessária pela incapacidade demonstrada pela editora em adequar as suas práticas à legislação, mesmo que provocada diversas vezes pelo Procon Municipal. “As modernas relações de consumo dependem da confiança recíproca entre consumidor e fornecedor e casos como estes, em que havia claramente a intenção de enganar o consumidor pelo ardil da oferta de brindes e assinaturas de contratos em branco, devem ser duramente combatidos pelos órgãos de proteção e defesa do consumidor”, conclui Vieira.



