Os dados foram apresentados, esta terça-feira, por técnicos da FEE, na Assembleia Legislativa durante reunião da Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia.
Segundo Thomas Kang, pesquisador economista da Fundação e Rafael Bernardini, Coordenador do Núcleo de Indicadores Sociais da Fundação, o índice de faltas de jovens entre 15 e 19 anos é 7,9% o maior da região Sul.
No ensino infantil (entre 4 e 6 anos) os dados são mais desanimadores, quando o Estado está com 60% de assiduidade, abaixo da média nacional, que é de 80% nesta faixa etária.
O estudo final deve ser concluído em 30 dias.
Foram cruzados os dados dos últimos 15 anos onde se encontrou a redução do número de homens, o aumento de idosos, a queda na taxa de natalidade e a emigração, fatores que indicam a queda de 14% da população educacional na faixa dos 6 aos 17 anos.
O estudo completo resultará na o mapa mapa regional de ocupação das escolas públicas. Para ex-secretária estadual da Educação Iara Wortmann, o trabalho da FEE será ferramenta fundamental para encontrar respostas para o fato de os alunos não chegarem no Ensino Médio e, quando alcançam, abandonam essa importante etapa do processo educacional.
Autor: da Redação
Evasão escolar no Ensino Médio do RS é o maior da Região Sul
Procurador diz que Cunha liderava "célula criminosa" em Furnas
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, acusou o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, de liderar uma célula criminosa em Furnas, empresa subsidiária da Eletrobras investigada na Operação Lava Jato.
A conclusão do procurador está no pedido de abertura de um inquérito contra Cunha, feito ontem ao Supremo.
“Sabemos que a organização criminosa é complexa e que, tudo indica, operou muitos anos por meio de variados esquemas estabelecidos dentro de Furnas e da própria Câmara dos Deputados, entre outros órgãos públicos. Essa célula tem como um dos seus líderes o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, do PMDB do Rio de Janeiro.”, afirma Janot.
Conforme a delação premiada do senador Delcídio do Amaral (MS), Cunha atuou na Câmara para alterar a legislação do setor elétrico, entre 2007 e 2008, a fim de favorecer a empresa Serra da Carioca II, na venda de ações para Furnas.
No mesmo depoimento, Delcídio relatou que Eduardo Cunha tinha pessoas indicadas em Furnas. Segundo ele, Cunha usava requerimentos para convocar empresários que tinham contratos com a estatal.
“Este procedimento de fazer requerimentos e usar expedientes parlamentares é muito comum do Eduardo Cunha”, destacou outro trecho
* Com informações da Agência BrasilPorto Alegre: relógios de rua só voltam a funcionar em setembro
Desligados desde julho do ano passado, os relógios de rua de Porto Alegre só estarão de volta, provavelmente em setembro.
“Se não tivermos problemas essa é a expectativa”, afirmou o coordenador do Grupo de Trabalho (GT) responsável pela licitação do mobiliário, Arnaldo Guimarães.
A prefeitura anunciou nesta segunda-feira, 2, a abertura do edital de Licitação para a instalação de 100 novos relógios digitais.
Atualmente, Porto Alegre conta com aproximadamente cinquenta relógios, que serão substituídos.
Ainda serão colocados mais 50, pelo consórcio vencedor, que terá exclusividade na exploração publicitária.
Os envelopes serão abertos no dia 17 de junho. Uma comissão de cinco técnicos da Prefeitura avaliará a melhor proposta, levando em conta os critérios técnicos (material, serviço e assistência) e preço.
A decisão deve sair em 15 dias, segundo Guimarães.
O consórcio terá 60 dias para iniciar os trabalhos (substituição e instalação dos novos relógios). Como contrapartida, a empresa vencedora deverá instalar pelo menos oito mil placas com nomes de ruas e avenidas, no prazo de cinco anos.
Ainda haverá o repasse anual de cerca de R$ 300 mil para o município.
O valor do contrato é de R$ 12.888.177,60 (doze milhões, oitocentos e oitenta e oito mil, cento e setenta e sete reais e sessenta centavos), estimado pela Fazenda. A concessão é de 20 anos.Porque Lula não foi ao Anhangabaú
PINHEIRO DO VALE
Em boca fechada não entra mosca. Foi atentando a esse ditado popular que o ex-presidente Lula tomou a decisão de não comparecer ao palanque oficial do Vale do Anhangabaú, em São Paulo, no 1o de Maio.
As grandes expressões das forças remanescentes da Base Aliada subiram e se postaram ao lado da presidente Dilma Rousseff no ato político contra o impeachment, mas que, também, poderia ser qualificado de semioficial, uma vez que ela anunciou ali algumas medidas de governo, como o reajuste do Bolsa Família e a correção do Imposto de Renda.
Falar manso depois de tudo que Lula andou dizendo em outros palanques pareceria incoerente ou sugeriria um recuo. Abrir a boca era correr um risco desnecessário.
O exemplo está à frente: o líder da Contag, Aristides dos Santos, dias antes fora chamado a depor na comissão especial do INCRA e FUNAI da Câmara dos Deputados.
Aristides fez uma daquelas bravatas comuns nos discursos de lideranças sem-terra, mas como foi dita no Palácio do Planalto, em frente à presidente da República, deu pretexto para a bancada da direita convocá-lo a depor.
Se fosse ao Anhangabaú, Lula iria falar num palanque que tinha a bordo a presidente. Por ter assinado atos de governo, o recinto poderia ser chamado de um puxado do Palácio. E aí as palavras pronunciadas naquele ambiente poderiam ganhar foros de ameaças concretas em ambiente oficial, oferecendo à oposição os requisitos para levar Lula a depor na Câmara. Seria muito arriscado.
Lula pautou-se pela análise de custo-benefício de sua presença naquele evento. Suas palavras não mais poderiam mudar nada. Na Comissão do Senado as cartas já estão abertas e o resultado dessa fase selado. O que ele falar daqui por diante já estará noutro contexto, será parte de sua campanha eleitoral.
Correr o risco de ter de depor na Câmara acusado de incitar violências seria uma exposição infantil. Os exemplos estão fresquinhos: convocações inúteis de depoentes protegidos por habeas corpus para se negarem a responder a perguntas muitas vezes capciosas. É só vexame inútil.
Melhor não se expor. Sua garganta anda mal, constituindo-se num álibi perfeito para justificar sua ausência. A campanha das eleições está na rua.
No domingo à noite a TV Brasil já botou no ar uma cartão pedindo antecipação das eleições presidenciais. É quase oficial.
Há um movimento forte entre essas correntes no sentido de que a presidente Dilma Rousseff encaminhe o quanto antes, enquanto ainda está na presidência, uma Proposta de Emenda Constitucional mudando as regras e convocando eleição imediata.
Há dúvidas se uma PEC pode mexer numa cláusula pétrea como o mandato presidencial. Mas seu encaminhamento, originado no Executivo, tem força suficiente para botar o assunto no espaço político-legislativo.
Por isto, Lula teria ponderado: se Aristides Santos teve de ouvir calado ofensas a título de inquirição, proferidas com tamanha violência, ele tendo de ouvir calado a tantas ofensas, diante das câmeras, assistido na tevê por sua família, amigos e correligionários, sem pode dizer palavras, era uma verdadeira cadeira do dragão.
Por outro lado, responder aquelas afirmações de deputados protegidos pela imunidade seria um verdadeiro tiro no peito. Melhor não ir ao comício.Eleições já ganha adeptos
RANDOLFE RODRIGUES
Para além das superficialidades e dos escândalos que tendem a apontar soluções simples para problemas complexos, a verdadeira crise que o Brasil experimenta é a de representação.
O Governo não governa, o Parlamento não legisla nem fiscaliza e o Povo não é chamado a decidir.
Do ponto de vista econômico, os anos de bonança animados pela alta das commodities deram lugar sucessivamente à carestia desenfreada, uma profunda recessão e à quebradeira de empresas.
Só no comércio varejista, no ano passado, quase 100 mil empreendimentos foram fechados. A consequência é o desemprego em massa.
Manter a popularidade em alta enquanto os preços aumentam, quando há escassez de postos de trabalho e ainda sobra mês depois que acaba o salário ,é uma missão impossível no Brasil e em qualquer lugar.
A opção neoliberal do segundo Governo Dilma a afastou de sua plataforma eleitoral, agravou os gargalos na infraestrutura do país, enfraquecendo a competividade e acentuando nosso atraso tecnológico, com graves reflexos na produtividade.
A economia parou.
Do ponto de vista institucional, vivemos o maior desencontro entre Legislativo e Executivo do qual se tem notícia.
O eclipse total do diálogo levou a presidente da República e o presidente da Câmara dos Deputados a atuarem não como chefes de poderes independentes, mas sim como comandantes de tropas inimigas.
Enquanto Dilma não demonstrava capacidade de reagrupar a base e de dialogar com o Congresso, o presidente da Câmara passou a atuar de modo deliberado para restringir a mobilidade do governo, usando para isso manobras regimentais sucessivas.
Asfixiado, o Palácio do Planalto capitulou, demonstrando que aquilo que parecia o ocaso de um governo era, de fato, o réquiem final do presidencialismo de coalizão.
O sumário julgamento do relatório que pede o impedimento da presidente a partir de argumentos frágeis foi apenas o corolário desse desencontro trágico.
Do ponto de vista político, os escândalos de corrupção envolvendo a quase totalidade dos partidos e lideranças, de situação e de oposição, descredenciaram o maniqueísmo e com ele uma saída a frio para a crise.
O impasse não tem mais como ser resolvido ignorando o desejo de participação da ampla maioria da população. O dique está prestes a ser rompido.
O que vem das ruas claramente é a rejeição de um modelo. Pesquisa recente do Instituto Datafolha mostrou que 61% desejariam afastar a presidente Dilma, enquanto 58% mandariam o vice-presidente Michel Temer, o sem voto, igualmente para casa.
A rejeição ao vice-presidente, inclusive, consegue a proeza de unir os movimentos favoráveis e contrários ao impeachment.
Dando conta da contaminação do ambiente político e das narrativas fragmentadas que estão sendo construídas, a revista britânica The Economist que circulou no dia 21 de abril, data de Tiradentes, o herói traído da Inconfidência, cunha a palavra “traição” como fio condutor das articulações de bastidores no Congresso Nacional.
Lembra a célebre frase de Leonel Brizola: “A política ama a traição e abomina os traidores”.
Reconhecendo a fragilidade do governo e a iminência do impedimento de Dilma, os editores da revista afiançam, com propriedade, que o vice Michel Temer “dificilmente será percebido como alguém com legitimidade para governar o país”.
O eco das ruas que atravessou o Oceano Atlântico também anima juristas e políticos de diferentes vertentes.
Em palestra na manhã de sexta-feira, 22 de abril, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa defendeu, de modo fundamentado, a realização de novas eleições presidenciais.
“Deem ao povo a oportunidade de decidir”, sugeriu o ex-ministro, que também se posicionou em relação ao impeachment, dizendo não enxergar “razões justas” para o afastamento da presidente.
“Organizem eleições, deixem que o povo resolva”, conclamou Barbosa.
Com a presidente e o vice sem apoio das ruas e o terceiro na ordem de sucessão prestes a experimentar o frio do cárcere, percebe-se claramente que um problema excepcional exige uma solução excepcional — e proporcional à gravidade do momento: eleições.
É preciso devolver à soberania popular a escolha dos novos mandatários da Nação.
Em resposta ao impasse político presente, um grupo suprapartidário de senadores apontou para o futuro e assinou a PEC 20/16, que prevê excepcionalmente uma eleição presidencial simultânea com as eleições municipais de outubro de 2016.
Ora, se a saída da crise de representação pela via do voto já ganhou as manchetes internacionais, o parecer de juristas renomados e a opinião majoritária das ruas, inclusive de lados opostos do espectro político, o que falta para que o eleitor seja chamado para dizer quem é que ele quer que dirija os destinos da Nação?
As eleições diretas estão para a democracia como a água benta está para o rito católico: purifica a matéria, espanta o mal e potencializa os efeitos positivos da oração.
Só os agentes das sombras podem temer a luz das urnas.- Randolfe Rodrigues, historiador, é senador pelo Amapá e líder da REDE no Senado.
Quatro anos em obra: corredor da Protásio é liberado
A partir das 11 horas desta segunda-feira 2, estará liberado o corredor de ônibus da avenida Protásio Alves, entre as ruas Vicente da Fontoura e Lucas de Oliveira, a partir das 11h desta segunda-feira, 2.
A liberação do corredor garantirá uma melhora significativa na circulação de veículos em toda a extensão da avenida Protásio Alves, sem compartilhamento no trânsito das vias laterais entre carros e ônibus.
Técnicos e agentes de fiscalização do transporte estarão presentes no local para monitorar as alterações a partir da manhã desta segunda.
Vanderlei Cappellari | Foto: Elson Sempé Pedroso
Redução dos tempos de viagem dos ônibus e mais conforto com a pista de rodagem mais regular, são as melhorias mais evidentes segundo o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari.
A obra foi iniciada em março de 2012 e executada pelo valor de R$ 18 milhões. Com a qualificação, o sistema de transporte coletivo da cidade recebe sete quilômetros de corredor de ônibus com pavimentação nova e mais resistente.E no Cunha, não vai nada?
P.C.DE LESTER
O “Fora Cunha” é o unico bordão que frequenta manifestações dos dois lados, contra e a favor do impeachment de Dilma.
Talvez a única unanimidade nacional neste momento tumultuado seja o mal estar que ele provoca em todos: enquanto Eduardo Cunha permanecer na presidência da Camara, não se poderá levar nada disso a sério.
Mas ele está lá, entrando para mais uma semana triunfante. É o recordista em protelações na Comissão de Ética, com quase 200 dias empurrando o processo com as mais diversas manobras.
No STF onde estão meia dúzia de inquéritos incriminando Cunha, não há sinais de julgamento. Segundo O Globo, que ouviu ministros em reserva, o Supremo não quer julgar agora no calor do impeachment.
Até porque, segundo o jornal, a tendência entre os ministros do Supremo é absolver Cunha.
Junto ao “novo presidente” Cunha está ainda em melhor situação.
Na semana passada, começou a circular nas redes sociais um vídeo em que Michel Temer aparece numa reunião de evangélicos, dizendo que “Eduardo Cunha é um homem de fé”.
Quando recebe uma missão, Cunha cumpre sem hesitação, disse Temer no vídeo gravado durante a campanha de 2014.
Cunha se elegeu, tornou-se presidente, conduziu com maestria o impeachment que abre o caminho para o poder de Temer. O que terá ele a temer?
Onyx é o candidato do DEM à prefeitura de Porto Alegre
felipe uhr
Onyx Lorenzoni é mais um pré-candidato ao Paço Municipal em Porto Alegre.
O anuncio foi feito pelo vereador e presidente do Democratas em Porto Alegre, Reginaldo Pujol, durante reunião da executiva municipal do partido realizada na noite da última sexta-feira, na sala 301 da Câmara Municipal de Porto Alegre.
O comunicado oficial deve vir em meados de maio, conforme disse o próprio Onyx quando teve a palavra diante dos 75 presentes na reunião.
As tratativas estão bem encaminhadas. Conforme Pujol, o DEM já tem apoio dos partidos Solidariedade e PSC (Partido Social Cristão). “Eles irão com a gente na proporcional” garantiu o vereador que ainda procura mais um ou dois partidos “para engordar a chapa”.
Com isso a coligação também espera eleger no minimo 4 vereadores. “Se nós contarmos os votos que o (Claudio) Janta (SDD) e o Dr. Thiago (DEM) tiveram na última eleição, já temos 3 vagas. Podemos tranquilamente conseguir uma quarta ou quinta vaga” afirmou o líder do DEM na vereança.
Pujol vê como essencial mais uma ou duas alianças, para melhorar o tempo de TV e dar força na campanha. Na próxima semana começa a ir atrás de lideranças do PPS, PSDB e PP. O parlamentar não admitiu mas o DEM deve ir em busca de um vice de peso para Onyx.
“Ele é o nosso ponta de lança” assim Pujol, ao lado de Germano Bonow e do vereador do Dr. Thiago, anunciou Onyx Lorenzoni que durante 30 minutos falou sobre Impeachment e eleições.
“Quero muito concorrer” afirmou o pré-candidato do DEM
“Tchau Querida” assim abriu sua fala o Deputado Federal Onyx Lorenzoni. Diante dos correligionários de partido, referindo-se ao encaminhamento do Impeachment da presidente Dilma Rousseff.
“Fizemos um trabalho com muito esforço” afirmou o deputado, explicando a dificuldade que foi chegar aos 342 votos e consequentemente passar deste número
Disse também que se sentia muito orgulhoso e fundamental para o processo já que desde o começo liderou a oposição ao atual governo. ” Quando éramos grande minoria, se assustavam quando eu enfrentava o governo”
Sobre um possível governo Temer, o parlamentar disse que o DEM deve apoiar, porém, acha que não deveria ganhar cargos ou ministérios.
Sobre Porto Alegre, manifestou seu interesse pessoal em governar a capital. Falou em uma campanha honesta e sem muitos recursos. Criticou a falta do financiamento privado para essas eleições. “Vai ter muita gente sujando a mão com isso, mas eu não vou” reiterou
Disse que quando candidato não irá se comprometer com aquilo que não possa entregar. “Precisamos dar uma saúde que funcione, uma cidade segura e uma educação que evolua” ressaltou.
Por fim, falou da responsabilidade de se candidatar e que se for ao segundo turno irá ganhar as eleições. Onyx já foi candidato em 2004 e 2008, quando obteve 80.633 e 38.803 respectivamente.Obra faz ciclovia da Loureiro da Silva subir na calçada
A ciclovia da avenida Loureiro da Silva está em obras.
As alterações estavam previstas e são contrapartida do empreendimento que está sendo construído no local pelo grupo Cyrela Goldstein.
Um faixa de acesso de veículos ao edifício está sendo construída, para que a entrada e saída de carros não interfira na circulação da avenida.
Com isso, a ciclovia e o passeio tiveram de ser deslocados.
A ciclovia, que ficava no nível da via, passará para o nível da calçada, o que frequentemente é criticado por ciclistas por dificultar a circulação das bicicletas e colocar em risco a segurança dos pedestres.
A EPTC informou que a calçada será ampliada e que a área será retirada do terreno do empreendimento. Outra contrapartida do empreendimento é o trecho de ciclovia da avenida Érico Veríssimo, que vai da Ipiranga até a Venâncio Aires.
A ciclovia da Loureiro da Silva foi inaugurada em 2014, sob muitas críticas dos usuários e cicloativistas, que a classificavam como “calçadovia”. Em alguns trechos, a ciclovia sobre na calçada, passa por trás de paradas de ônibus e concorre em espaço até mesmo com mesas de bar.

Exposição na Câmara homenageia Alceu Collares
A partir da próxima segunda-feira (02/05) estará aberta a exposição O voto e o pão, que conta a vida política de Alceu Collares.
Aos 88 anos, Collares possui mais de 50 de vida pública. Elegeu-se a um cargo público pela primeira vez em 1964, como vereador.
Foi deputado federal, prefeito de Porto Alegre e governador do Rio Grande do Sul. Há 10 anos não concorre a nenhum cargo público, a última vez foi nas eleições estaduais em 2006.
No dia 3. terça-feira um documentário sobre a vida do político será exibido no auditório Ana Terra, na Câmera.
Um livro com sua biografia também será lançado. A exposição fica na câmera até o dia 13 de maio e pode ser visitada das 8 às 18 horas, no saguão do Plenário Otávio Rocha, no 2º piso da Câmara (Avenida Loureiro da Silva, 255). Entrada gratuita. Informações: (51) 3220-4227 e 3220-4228.


