As PPPs (parcerias público-privadas) propostas pelo governo gaúcho para dinamizar o Parque Assis Brasil, palco da Expointer, em Esteio, devem ficar em banho-maria até o desfecho das eleições de 5 de outubro ou, quem sabe, até que tome posse o novo governo, em janeiro.
Nitidamente, os protagonistas das mudanças estão pisando em ovos.
Os dois contratos de longo prazo (25 anos) assinados este ano entre o Parque e seus dois principais usuários – a Associação dos Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) e o Sindicato da Industria de Máquinas (Simers) — foram passos importantes no sentido de um novo modelo operacional. Mas só redundarão em obras a partir de 2015, pois dependem de investimentos em infraestrutura do governo estadual.
Por baixo das mudanças já iniciadas pelo subsecretário Adeli Sell, diretor do parque, há uma polarização política mal disfarçada pelo PT e seus adversários, especialmente o PP, cuja candidata Ana Amélia Lemos lidera as pesquisas de intenção de voto para o Palácio Piratini.
Se o governador for reeleito, é provável que as PPPs decolem definitivamente e, em 2018, o Parque Assis Brasil já tenha se tornado o Parcão de Esteio, com funcionamento o tempo todo e não apenas na época da Expointer. Se vingar outro nome na disputa, a troteada pode mudar de ritmo. E de rumo. (Geraldo Hasse)
Autor: da Redação
Parcão de Esteio: no meio do jogo político
Cortes na RBS podem chegar a 250
Este texto resume diversas conversas com jornalistas da RBS que, por razões óbvias, preferem não ser identificados:
- A crise na RBS começou a dar sinais mais evidentes há um mês, com movimentos internos que mostravam aos editores e repórteres que se formava uma tormenta no horizonte.
- Decisões que eram vendidas externamente como cases de sucesso, internamente viravam pesadelos empresariais. O melhor exemplo é o da TV Rural. Começou mal, com uma turbulenta negociação com Nizan Guanaes, e acabou ainda pior, sendo vendida a preço de banana para a Friboi do Joesley Batista, hoje mais conhecido como o marido da Ticiana Villas Boas.
- A atual leva de demissões, 130 agora, terá uma segunda onda, de mais 120 em novembro. O número mágico de 250 degolas é o patamar estabelecido pelos mestres da tesoura da RBS, que precisam fazer caixa. Quedas de tiragem nos jornais do grupo, incluindo ZH e Diário Gaúcho, recomendam as demissões.
- A degola só não chegou a 250, agora, por conta das eleições. Era preciso mão-de-obra agora para enfrentar os desafios de uma campanha pesada. Fechadas as urnas, mais 120 serão sacrificados. Ordens da matemática financeira.
- A ordem para economizar centrou fogo no time de executivos, funcionários que, além dos altos salários, acumulavam bônus de rendimento ou gratificações que chegavam a 5 ou 10 salários extras no ano. Como a ideia é fazer caixa, mandaram fogo nos caixa-alta.
- A demissão dos dois comandantes de dois jornais importantes, Alexandre Bach (Diário Gaúcho) e Ricardo Stefanelli (Diário Catarinense) confirmam esta orientação.
- O corte dos dois cargos maiores da mais importante sucursal da RBS – o diretor corporativo Alexandre Kruel Jobim, filho de Nelson Jobim, e Klécio Santos, editor-chefe da empresa – reforça a informação.
- Além da economia com os dois executivos de Brasília, a RBS vai economizar com a remoção de Porto Alegre do diretor de Jornalismo, Marcelo Rech, que ocupou a vaga de Augusto Nunes na direção da redação quando o paulista deixou o jornal.
- Rech deve assumir, em Brasilia, a dupla função de Jobim e Klécio.
- O Diário Gaúcho, que já trabalhava no osso com apenas 20 jornalistas na redação, agora ficará reduzido a 12.
- O nome em ascensão na empresa é o de Fábio Bruggioni, que comanda a louvada e.Bricks, decantada por Duda em sua nota de Pandora como a saída de futuro para a RBS.
- Na nova ordem, ganha força a atual diretora de redação, Marta Gleich, que agora paira sobre o Diário Gaúcho e o Diário Catarinense. Os editores de ZH suspeitam que o desenho da degola foi rascunhado por Marta e seu marido, Cézar Freitas, homem forte da RBS TV e que está voltando para a rádio Gaúcha, uma das poucas unidades que dá lucro na organização.
- Os cortes só não foram maiores na base, na redação, porque os salários já são muito baixos, por volta de R$ 2 mil em Porto Alegre.
- O clima na RBS é de estarrecimento, com a fórmula desastrada para anunciar os cortes. Uma vídeo-conferência e uma nota oficial anunciando na segunda-feira o corte iminente de 130 postos para a quarta-feira. Criou-se um clima de terror durante 48 horas sobre uma comunidade de 6 mil pessoas, desinformadas sobre quem seria ou não demitido.
- Na vídeo-conferência, Duda chegou a responder perguntas anônimas. Uma delas indagava porque a comida nos restaurantes da casa era “ruim e fria”, arrancando gargalhadas em meio à tensão.
- Num certo momento, traindo a irritação, Duda reclamou dos boatos que infestavam a RBS pela ‘rádio corredor’, que sempre entra no ar em momentos de crise: “Isso não monetiza nada”, reclamou.
- No embalo da insensibilidade, Duda misturou o drama das demissões com os mirabolantes projetos do futuro, incluindo as estimativas otimistas sobre os negócios de vinho e cerveja, pouco comuns a empresas de comunicação. “Espero que vocês se tornem sócios da Wine”, conclamou Duda, sem qualquer senso de oportunidade, tentando vender ações da empresa a pessoas atormentadas pela demissão iminente.
- Para culminar, a nota oficial do presidente-executivo do grupo e vídeo-conferencista Eduardo Sirotsky Melzer era assinada informalmente por ‘Duda’, com um sentido íntimo e fofo que não cabe num documento assustador.
- O vexame de comunicação da RBS, ao anunciar de forma tão desastrada seus ajustes financeiros e seu drama trabalhista, quebra a imagem nacional do grupo como uma empresa modelar, moderna, pujante, inovadora. Num único dia, a alta direção da RBS escancarou sua fragilidade, sua desorientação estratégica e sua desumana política trabalhista.
- As demissões de hoje e de novembro próximo lançam uma sombra sobre o futuro do maior grupo de comunicação do sul do país.
Mais de 180 veículos de comunicação são de candidatos
Canais de televisão, emissoras de rádio e jornais. Pelo menos 189 veículos de comunicação são de candidatos que disputam as eleições deste ano. O levantamento, feito pelo UOL, mostra que a prática não é regulamentada e pode ser prejudicial ao processo democrático. Para a reportagem, o site conversou com o coordenador da ONG Intervozes, Pedro Ekman.
“O problema é que eles [candidatos donos de empresas] têm o controle editorial sobre a programação que lhes convêm, mesmo que não façam propaganda eleitoral abertamente. É uma vantagem sobre os demais candidatos, já que ele pode operar sua pauta política na TV ou no rádio”, explicou o profissional da entidade ao UOL.
Candidato ao Senado, o ex-governador Tasso Jereissati (PSDB-CE) foi quem declarou o maior patrimônio em veículos. Ele informou que tem R$ 3,2 milhões em ações na TV Jangadeiro, que é afiliada da Band.
O segundo lugar da lista fica com José Sarney (PMDB-MA), que disputa a vaga de deputado estadual. O político disse ter R$ 2,7 milhões em ações na TV Mirante, afiliada da Globo. Na eleição pelo cargo de deputado federal, Paulo César de Oliveira Lima (PMDB-SP) é o terceiro do ranking, sendo dono de R$ 2,4 milhões em cotas da TV Fronteira, também afiliada da Globo.
“O Congresso Nacional é quem concede a concessão pública para rádios e emissoras de TV, e neste caso são os próprios congressistas que as recebem”, disse Ekman.
Outro político citado pelo UOL é o candidato à Presidência, o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Ele declarou ter ações da empresa Diários Associados S/A, que comanda 10 emissoras de TV, 12 rádios e 11 jornais no país.
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[related limit=”5″]Nova lei quer regras da Copa para licitações
O Senado pode votar esta semana o projeto PLS 559/2013, que altera a Lei 8666, conhecida como Lei das Licitações. O projeto permite, por exemplo, a adoção das regras do Regime Diferenciado de Contratações (RDC) em todas as obras públicas, em nível federal, estadual e municipal.
O chamado RDC foi criado em 2011 para agilizar as obras da Copa do Mundo e das Olimpíadas. Hoje, é usado em todas as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), nas áreas de Saúde e Educação e na construção de aeroportos e de presídios.
A aplicação generalizada do RDC foi incluída inicialmente na MP 630, que tratava da adoção do regime para os presídios. O governo até tentou ampliar o RDC para agilizar obras, mas sofreu muitas críticas. A oposição já avisou que será contra a inclusão do projeto na pauta do Senado desta quarta-feira, alegando que não quer a adoção do RDC em todas as licitações.
As emendas ainda geram muita polêmica. Uma delas possibilita à empreiteira executora da obra se responsabilizar também pela manutenção e/ou operação do objeto executado por prazo não superior a cinco anos. Outra emenda dispensa os vencedores das licitações via “contratação integrada” de seguirem – como se exige nas demais modalidades – os parâmetros de custos do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi) e do Sistema de Custos de Obras Rodoviárias (Sicro). As empreiteiras estão livres para utilizar os preços que quiserem.
Na mesma linha, uma terceira emenda dispensa as empreiteiras de entregarem ao contratante o detalhamento dos quantitativos e custos unitários, bem como das Bonificações e Despesas Indiretas (BDI) e dos Encargos Sociais (ES). Isso significa que o poder público e os tribunais de contas não terão parâmetros para julgar os eventuais pedidos de aditivos.
A quarta emenda diz que, para se valer da “contratação integrada”, a obra deve envolver inovação tecnológica ou técnica; execução com diferentes tecnologias ou com tecnologias de domínio restrito. Paredes de PVC que estão sendo utilizadas em creches públicas, por exemplo, podem se enquadrar em qualquer uma das justificativas. A mesma emenda faculta o julgamento da proposta por critério diferente do tradicional, de técnica e preço. Isto é, o critério de seleção apenas por preço também seria válido.
O IAB (Instituto de Arquitetos do Brasil), a FNA (Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas), a AsBEA (Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura), a ABAP (Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas), a ABEA (Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo) e o SINAENCO (Sindicato da Arquitetura e Engenharia) querem eliminar do projeto da nova lei a “contratação integrada” e seus adendos.
A relatora da proposta na comissão especial do Senado criada para discutir uma revisão da Lei de Licitações, senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), defendeu na segunda-feira que o projeto seja votado nesta semana. Kátia Abreu disse que está se negociando um texto de consenso, para viabilizar a votação.
A comissão especial foi nomeada em 3 de junho de 2013, tendo na presidência o senador Vital Rego (PMDB-PB). Como subsídio para iniciar seu trabalho, a comissão herdou mais de 700 proposições já feitas no Congresso, sendo 518 de iniciativa da Câmara, 157 do Senado e 50 medidas provisórias do Governo. A comissão promoveu uma série de audiências públicas, com a participação de várias entidades, mas nem todas as sugestões foram acatadas. Por exemplo, a extinção da “contratação integrada”.A Filarmônica de Israel e Bombardeios sobre Gaza
Enio Squeff
As cordas da Filarmônica de Israel já foram consideradas as melhores do mundo. O estatuto de Israel como país civilizado passava necessariamente pela grande música e não foram poucos os grandes regentes do mundo, entre eles o inesquecível Arturo Toscanini – o maior entre os maiores da primeira metade do século XX – que subiram ao pódio da orquestra, também pela honra de a regerem. Difícil prever o que tais músicos diriam da ofensiva de Israel pela Faixa de Gaza num dos massacres mais assustadores de um país que nem por isso se julga menos civilizado.
Um deles, o argentino israelense Daniel Barenboim, igualmente um grande pianista e regente, já expôs a sua inconformidade com o tratamento que Israel vem dispensando aos palestinos. Muitos israelenses o consideram um “traidor”. Nem por isso, entretanto, apesar da polêmica, o governo de Israel julga que deva qualquer explicação à civilização pelo que está fazendo.
Maestro Daniel Barenboim
A alegação, como sempre, vai na rasteira da política norte-americana da qual Israel é caudatária: nada do que Israel faz, não se faz à imagem e semelhança das ações inauguradas no mundo como a doutrina “made in USA” de combate ao terrorismo – seja o que for que se entenda por tal.
O comentarista internacional Emir Sader disse há dias na TV Brasil que era impossível tratar a mediação do conflito da Faixa de Gaza, pelos Estados Unidos, como coisa realmente séria. De fato, o tempo que os EUA concedem a Israel para um cessar fogo, vem sendo contada menos pelos dias ou pelo horror provocado no mundo, do que pelo número de árabes mortos.
Parece haver um consenso de que a razzia israelense tem de ser dura o suficiente para mostrar que os pogroms contra os árabes são meticulosamente programados com o Império. O castigo tem que ser cruel e inesquecível para que a afronta de qualquer resistência dos palestinos nunca se repita.
Um massacre programado e prorrogável até o limite do genocídio? Pode ser.
Sob a alegação da extirpação do terrorismo, os EUA mataram dezenas de milhares de iraquianos – que não tinha nada a ver com o chocante atentado às Torres Gêmeas. Valeu, no entanto, pelo exemplo. Nunca se terá qualquer justificativa para que o Hamas mate indiscriminadamente civis israelenses. Mas sua ameaça latente será sempre uma justificativa para que Israel enterre qualquer veleidade de país civilizado.
E faça as vezes de país terrorista, por sua vez, “preventivamente” digamos, matando milhares de palestinos da Faixa de Gaza. Que, se não têm nada a ver com o Hamas, quem sabe devam ser mortos por ostentarem os mesmos nomes de alguns deles, ou pior, a cor amorenado dos árabes: “Se não foste tu, foi teu pai”: é isto que o lobo diz ao cordeiro na fábula de La Fontaine, não é mesmo?
Há uma relutância – deve-se reconhecer – normalmente inspirada no medo global aos Estados Unidos, em condenar a ação do Estado Hebreu. Aqui e ali, uma ou outra voz tenta uma desculpa. A de que Israel precisa se defender chega às raias da imbecilidade: imaginem as polícias do Rio, de São Paulo ou de Porto Alegre a bombardear favelas e vilas para livrá-las dos bandidos.
Todos concordam que é um absurdo. Mas, no fundo, é exatamente a mesma coisa. Ah, dizem alguns defensores de Israel – lamentavelmente, morreram algumas crianças (em Gaza já são centenas): paciência, que se vai fazer? Israel tem o direito de defender as suas.
Mas a morte de crianças não justifica a morte de outras. Ou justifica?
Outra tese – essa mais estapafúrdia, confere à indústria bélica a culpa pelo conflito. O Hamas, com seus foguetes busca-pés, alimentaria parte da indústria que, por sua vez, cumularia os israelenses de armas de destruição em massa – mas tudo dentro da lógica de que, quanto mais destruição, melhor. Israel, com mais dinheiro, provindo principalmente dos EUA, levaria mais armas, as mais sofisticadas – quanto ao Hamas, com seus traques, ficaria patente que são todos celerados. Eles venceram, as eleições em Gaza, ao que se diz, legitimamente.
Mesmo assim, não duvidariam um só instante de deixarem que seus filhos, mulheres, irmãos e irmãs morressem sob os bombardeios israelenses – ou seja, uma estultice. Mas assim como alguns rabinos de extrema direita insistem em que os palestinos gostam de expor seus parentes aos alvos das bombas de Israel, há quem retome as teses genocidas dos nazistas. E tudo para argumentar que Israel tem de ser destruída a qualquer preço.
Não parece haver o que argumentar enquanto a ideia de civilização não for prevalente. Uma coisa é certa. Enquanto Estado, com a sua bela Filarmônica, para ficar apenas na grande música, cabe a Israel cumprir as leis que a direita fascista de seus atuais dirigentes teima em ignorar e que tem a respaldá-los justamente os Estados Unidos, um país que, por sua vez, bem que poderia mostrar que suas portentosas instituições culturais são índices de civilidade e não de mero marketing. Ou propaganda “para inglês ver”.
Elias Canetti, judeu, um dos maiores escritores contemporâneos, parece ter entrevisto o que Israel e todos os países que se julgam acima da humanidade, podem fazer e fazem. E em nome, não da sua preservação, mas da sanha de alguns de seus dirigentes. Em sua trilogia autobiográfica, conta Elias Canetti, de um judeu vienense que ele considerava acima de tudo um homem justo e bom. E que, ao saber que na primeira Guerra Mundial os aviões começaram a ser usados para bombardeios, teria exclamado: “ E as cidades, meu Deus, que será das cidades?”
Os Estados Unidos mostraram, em primeira mão, o que o pior pesadelo não poderia engendrar, ao destruírem, sob bombas atômicas, as cidades de Hiroshima e Nagasaki. Talvez não tivessem feito mais do que os nazistas e os ingleses fizeram, respectivamente, com Londres, Berlim, Dresden e Leipzig. Mas os israelenses não estão fazendo menos, ao bombardearam criminosamente a Faixa de Gaza.
Em tempo: nunca o Brasil foi tão digno quanto no episódio em que chamou seu embaixador de Israel ao Brasil. O governo de Israel que vocifere à vontade pela afronta. Mas não contará com o Brasil na passividade vergonhosa do resto do mundo, com os atos criminosos perpetrados por sua cúpula dirigente. É uma boa nova, digna de um grande país.RBS anuncia 130 demissões
O presidente da RBS, Duda Melzer, enviou aos funcionários na tarde desta segunda-feira a seguinte carta:
Caros colegas,
Escrevo para reforçar a mensagem que compartilhei com vocês nesta segunda-feira, em videoconferência, e para detalhar minha visão em relação ao futuro da nossa empresa, pois quero manter entre nós um ambiente de clareza e transparência.
As transformações radicais e a velocidade impressionante pelas quais a indústria da comunicação tem passado exigem energia e dedicação para entender o momento e também coragem para promover os ajustes que precisam ser feitos para continuarmos crescendo.
Mudar não é opcional. É vital para o nosso projeto empresarial.
O cenário atual apresenta realidades paradoxais. Por um lado, os modelos tradicionais estão altamente desafiados. Por outro, o avanço tecnológico e a forma de consumir mídia nunca geraram tantas oportunidades e tanta abertura para a inovação como nos dias de hoje. Aquelas empresas que têm a coragem de se posicionar no mundo novo sairão fortalecidas.
Nesse sentido, acredito muito na relevância dos nossos produtos, no jornalismo de qualidade, na comunicação e no desejo cada vez maior por conteúdo de entretenimento diferenciado. As necessidades continuarão existindo. O que muda é a forma como serão atendidas. Se queremos continuar crescendo temos de nos reinventar imediatamente, investindo em atividades e negócios que geram resultados positivos e deixando de fazer o que não agrega para nossa empresa e para o mercado.
Quero convidar todos vocês a romper paradigmas, quebrar barreiras e colocar a RBS cada vez mais no grupo das empresas vencedoras, daquelas empresas que constroem oportunidades de mercado para se posicionar e conquistar a liderança.
Teremos uma semana intensa pela frente, pois na quarta-feira faremos cerca de 130 demissões, de um universo de 6 mil pessoas, com o objetivo de buscar produtividade e maior eficiência. São cortes que precisam acontecer, principalmente na operação dos jornais. Não estou de forma alguma insensível ao impacto que demissões geram na vida das pessoas e da própria empresa, porém acredito que tanto os profissionais quanto as empresas precisam repensar o modo como atuam.
O Grupo RBS emprega milhares de pessoas. Não promover mudanças seria uma irresponsabilidade com estes profissionais, um erro com todos vocês, além de um descaso com nossos clientes e com o nosso projeto de futuro, que já está em andamento.
É importante destacar que a RBS não passa por uma crise financeira. Ao contrário. Estamos investindo e redesenhando a nossa operação, buscando velocidade e desprendimento que são vitais para a preservação do nosso projeto empresarial.
Fizemos, nos últimos 12 meses, uma análise muito detalhada de todos os nossos negócios e atividades. Eu me envolvi pessoalmente nesse processo. A partir do que vimos, fizemos investimentos importantes que ajudam a deixar clara a nossa crença no negócio.
Dobramos as equipes dedicadas ao digital, tanto nas redações quanto no Tecnopuc, e triplicamos os investimentos nesta área. Até o fim do ano, só no Tecnopuc, em Porto Alegre, teremos quase 100 profissionais trabalhando exclusivamente na criação de soluções digitais para nossos produtos, em especial para os jornais.
Os 50 anos de Zero Hora marcaram o início de uma grande renovação do jornal, que agora começa a ser replicada em outros veículos. Inovamos na organização do conteúdo e criamos novos espaços para fortalecer o vínculo com o leitor. A partir de amanhã, Diário Catarinense, A Notícia e Jornal de Santa Catarina entram também nessa nova fase.
Na TV, teremos nesse ano as 18 emissoras com equipamentos totalmente renovados e tecnologia de última geração, cobrindo com sinal digital o Rio Grande do Sul e Santa Catarina antes do prazo determinado pelo governo federal.
Em rádio, nosso alcance cresceu com o lançamento da Gaúcha Serra, da Gaúcha Santa Maria e da Gaúcha Zona Sul. O rádio também tem feito um excelente trabalho na internet.
Na e.Bricks, nossa empresa digital criada há três anos em São Paulo, lançamos o Early Stage, um fundo para impulsionar ideias em tecnologia – um negócio contemporâneo que atrai empreendedores em busca de parceria para crescer. O fundo deve chegar ao final do ano com 16 empresas no portfólio.
Também na e.Bricks, ampliamos a operação da Wine, que já é a maior empresa de vinhos online do mundo, tanto que estamos agora preparando sua entrada no mercado internacional. E muitos de vocês que já são sócios da Wine agora poderão também ser da Have a Nice Beer, o maior clube online de cervejas da América Latina, que está vindo para o Grupo.
Gostaria ainda de citar dois exemplos de inovação e empreendedorismo que marcam a nossa gestão. O primeiro é o HypermindR, um centro de pesquisa no Rio de Janeiro, que vai desenvolver softwares para medir hábitos do consumidor. E o segundo diz respeito ao nosso modelo de gestão de pessoas, baseado na meritocracia. As ferramentas que desenvolvemos para dar mais transparência aos planos de carreira tornaram-se benchmark para muitas empresas e agora serão disponibilizadas ao mercado através da Appus, um negócio que nasceu aqui, dentro do RH.
Temos apoio dos acionistas nas nossas decisões e temos também pessoas qualificadas e comprometidas, recursos financeiros, solidez de caixa, coragem, energia e desapego para deixar de fazer coisas que não agregam e investir no que pode nos fazer crescer.
Na próxima sexta-feira, vou apresentar aos líderes da empresa a Carta Diretriz, um documento que reforça na RBS princípios como simplicidade, produtividade e eficiência, qualidade, inovação, crescimento sustentável e meritocracia. Tenho dito que somos uma empresa em beta. Isso significa que nosso processo de transformação será contínuo e permanente.
Como presidente, tenho compromisso com os acionistas, com a história da nossa empresa, com o nosso público e os nossos clientes.
Estou motivado, principalmente, pela grande confiança que tenho no trabalho e no comprometimento de cada um de vocês.
Vamos em frente!
DudaExpointer 2014: na era das parcerias público privadas
Desde o início do ano dirigido pelo ex-vereador portoalegrense Adeli Sell, o Parque Assis Brasil, que abriga a tradicional Expointer, está sendo remodelado para funcionar sob gestão público-privada.
Já foram fechados dois contratos de concessão de longo prazo (25 anos) com os dois principais usuários do parque — a Associação Brasileira dos Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) e o Sindicato da Indústria de Máquinas (Simers).
Além da cobertura da arena de provas da ABCCC, os principais projetos previstos para o parque incluem um hotel, um agroshopping, um centro de eventos, um centro agrotecnológico e um centro agroeducacional.
Nesta terça-feira, 5, será o lançamento oficial da Expointer 2014.
Iniciada em 1901 nos quatro hectares do parque Menino Deus em Porto Alegre, a Expointer ganhou dimensão internacional no final dos anos 1960 quando foi transferida para os 141 hectares do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio.
Este ano serão expostos cerca de seis mil animais, predominando os equinos e os bovinos de corte e leite. Mantém-se a área de exposição de máquinas e implementos agrícolas, cujas vendas recordes de R$ 3,2 bilhões, em 2013, refletiram o otimismo dos produtores de grãos e criadores de gado.
Os temas predominantes em palestras e seminários serão a melhoria da infraestrutura viária e da logística de exportação, o controle da sanidade animal e o problema das fraudes no transporte de leite.Guerra gaúcha disputa o Kikito em Gramado
Baseado no romance de José Antonio Severo, “Os Senhores da Guerra”, dirigido por Tabajara Ruas é um dos oito filmes brasileiros (selecionados entre 112 inscritos) que disputarão os prêmios do 42 Festival de Cinema, em Gramado, de 8 a 16 de agosto.
O filme foi saudado pelo crítico Rubens Ewald Filho, na coletiva que anunciou os filmes selecionados. Segundo ele, a lista dos concorretes “é a melhor dos últimos anos”. E para Os Senhores da Guerra, única produção gaúcha que concorre ao prêmio principal, distribuiu elogios: “É o melhor filme do Tabajara Ruas, o melhor épico gaúcho já realizado. É um filme que vocês vão se orgulhar”, afirmou.
O filme conta a história dos irmãos Julio e Carlos Bozzano, jovens da elite política, que ficam em lados opostos numa guerra civil. A ação se desenrola entre duas batalhas, sob um fundo histórico.
A primeira batalha marca o ocaso dos caudilhos gaúchos, com a derrota dos lendários guerrilheiros pampeanos Zeca Neto e Honório Lemos. A segunda traz à cena política o jovem tenente Luiz Carlos Prestes, de 25 anos, que iniciou ali, no Passo da Cruz, a marcha da sua famosa coluna. Nesse combate morreu, também com 25 anos, Carlos Bozzano, a mais promissora liderança política daquela geração. Era tal o seu prestígio, que não faltaram suspeitas de que sua morte tinha sido um plano de Getulio Vargas, para eliminar um concorrente. Tudo isso ocorreu em 1924.
No elenco os atores André Arteche e Rafael Cardoso, como os irmãos Bozzano e mais 40 expressivos nomes da cena gaúcha. Direção de fotografia do veterano Ivo Czamanski, direção musical de Pirisca Grecco e direção de arte de Eduardo e Raiza Antunes. Roteiro de Tabajara Ruas e José Antonio Severo. Produção executiva: Ligia Walper.
Enquadrado nas leis de incentivo a cultura, o filme foi produzido com o patrocínio da Embraer, Banrisul e CEEE, através do Pro-culturaLIC e BRADESCO, ITAU, AMBEV, AZUL e BADESUL, através da Lei do Audiovisual/Ancine. Entre os muitos apoios à nossa produção, destacam-se as prefeituras de Santa Maria, Caçapava do Sul, Bento Gonçalves, Garibaldi, Barra do Ribeiro, Gravataí e Canela.
Contatos: Ligia Walper
[icon name=”envelope-o” class=””] walper.ruas@wruas.com.br

OS SENHORES DA GUERRA
Tabajara Ruas
“O cenário e a época são os últimos dias da revolução de 1923, no Rio Grande do Sul. O protagonista é o jovem advogado Júlio Rafael Bozano, possuído e atormentado pelos demônios da política. O narrador é o secretário da força comandada por Bozano. Sua voz nos leva para dentro dos acampamentos, para as rodas de fogo, para as reuniões do alto comando, para as inquietações que pontuam a véspera das batalhas e das perseguições, para o horror e para a loucura.
José Antônio Severo é um escritor dotado de sutil arte narrativa, e isso explica porque, no interior desta vertiginosa aventura de cavalaria, desenvolva uma meditação original, profunda e documentada sobre o sul do Brasil. Romance histórico no marco da rica tradição riograndense do gênero, Os senhores da guerra é um painel minuncioso e revelador de uma das tantas guerras civis desconhecidas da maioria dos brasileiros.
Acima de todas essas questões, este é um romance de finíssima textura, onde conhecemos um personagem invulgar, pleno de nuances e surpresas, um personagem sublime e trágico pela maneira descarnada e brutal com que luta pelo poder. Depois deste livro, Júlio Rafael Bozano não será mais um obscuro herói de nossas guerras civis, mas um personagem de primeira linha da ampla galeria de tipos marcantes da literatura brasileira.
Nunca se ouviu de forma tão nítida, num romance brasileiro, o som de patas de cavalos marchando na planura. Nunca sentimos, tão próximos, tão familiares, os homens que montam esses cavalos e jogam suas vidas em batalhas cruentas, ignoradas pela História. Eles são os últimos senhores da guerra, personagens da nossa fronteira meridional e do pampa, e estão recriados de forma admirável por José Antônio Severo neste monumental romance.”
Ele destacou quea relação de concorrentes “é a melhor dos últimos anos”. E para OS SENHORES DA GUERRA, única produção gaúcha que concorre ao prêmio principal, distribuiu elogios: “É o melhor filme do Tabajara Ruas, o melhor épico gaúcho já realizado. É um filme que vocês vão se orgulhar”, afirmou. (veja em http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2014/07/festival-de-cinema-anuncia-candidatos-e-mudancas-para-2014-em-gramado.html)
O filme , realização da Walper Ruas Produções, narra a história verídica dos irmãos Julio e Carlos Bozano. Jovens da elite gaúcha no início do século XX, cultos, unidos por profunda amizade, acabam se enfrentando em lados opostos na guerra civil de 1924 no RS. Idealizado inicialmente como dois filmes, foi editado num único longa de 124 minutos.
No elenco estão os atores André Arteche e Rafael Cardoso, como os irmãos Bozano e mais 40 expressivos nomes da cena gaúcha. Direção de fotografia do veterano Ivo Czamanski, direção musical de Pirisca Grecco e direção de arte de Eduardo e Raiza Antunes. Roteiro de Tabajara Ruas e José Antonio Severo.
OS SENHORES DA GUERRA é apresentado por EMBRAER, BANRISUL & CEEE – Governo do Estado do RS, Pró-Cultura RS/LIC e Secretaria de Estado da Cultura, BRADESCO, ITAU, AMBEV, AZUL e BADESUL, através da Lei do Audiovisual/Ancine. Entre os muitos apoios à nossa produção, destacam-se as prefeituras de Santa Maria, Caçapava do Sul, Bento Gonçalves, Garibaldi, Barra do Ribeiro, Gravataí e Canela.
Os ingressos para a exibição já se encontram a venda em ingressorapido.com.br ao preço de R$ 20,00 e 10,00 (meia).

José Antônio Severo
Os Senhores da Guerra é um romance histórico ambientado no caldeirão político em que se transformou o Rio Grande do Sul na primeira metade de século. Sobre este livro, o escritor Tabajara Ruas escreveu:
“O cenário e a época são os últimos dias da revolução de 1923, no Rio Grande do Sul. O protagonista é o jovem advogado Júlio Rafael Bozano, possuído e atormentado pelos demônios da política. O narrador é o secretário da força comandada por Bozano. Sua voz nos leva para dentro dos acampamentos, para as rodas de fogo, para as reuniões do alto comando, para as inquietações que pontuam a véspera das batalhas e das perseguições, para o horror e para a loucura.
José Antônio Severo é um escritor dotado de sutil arte narrativa, e isso explica porque, no interior desta vertiginosa aventura de cavalaria, desenvolva uma meditação original, profunda e documentada sobre o sul do Brasil. Romance histórico no marco da rica tradição riograndense do gênero, Os senhores da guerra é um painel minuncioso e revelador de uma das tantas guerras civis desconhecidas da maioria dos brasileiros.
Acima de todas essas questões, este é um romance de finíssima textura, onde conhecemos um personagem invulgar, pleno de nuances e surpresas, um personagem sublime e trágico pela maneira descarnada e brutal com que luta pelo poder. Depois deste livro, Júlio Rafael Bozano não será mais um obscuro herói de nossas guerras civis, mas um personagem de primeira linha da ampla galeria de tipos marcantes da literatura brasileira.
Nunca se ouviu de forma tão nítida, num romance brasileiro, o som de patas de cavalos marchando na planura. Nunca sentimos, tão próximos, tão familiares, os homens que montam esses cavalos e jogam suas vidas em batalhas cruentas, ignoradas pela História. Eles são os últimos senhores da guerra, personagens da nossa fronteira meridional e do pampa, e estão recriados de forma admirável por José Antônio Severo neste monumental romance.”Pronatec oferece seis mil vagas em cursos gratuitos em Porto Alegre e Região Metropolitana
As Agências do Sine de Porto Alegre e Região Metropolitana dispõem de 6.897 vagas em cursos gratuitos do Pronatec para trabalhadores, empregados e desempregados, com idades a partir de 16 anos. As pré-matrículas começaram na sexta-feira, 1º de agosto.
Pessoas com deficiência e profissionais que solicitam seguro-desemprego pela segunda vez em 10 anos são público prioritário.
Interessados devem se dirigir à Agência FGTAS/Sine de sua cidade, portando Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). Menores de 18 anos devem estar acompanhados de responsável.
Pronatec
O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) objetiva ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica. As capacitações são realizados nas unidades de ensino do Sistema S (Senai, Senac, Senar e Senat) e em instituições federais de ensino superior.
Mais informações estão disponíveis no site da FGTAS, órgão vinculado à Secretaria do Trabalho e do Desenvolvimento Social (www.fgtas.rs.gov.br).
Confira os cursos e vagas disponíveis em cada cidade:
Agência FGTAS/Sine de Porto Alegre
Há 2.262 vagas na capital, distribuídas nos cursos de Agente de Inspeção de Qualidade (40), Agente de Limpeza e Conservação (80), Almoxarife (40), Assistente de Produção Cultural (50), Atendente de Lanchonete (80), Auxiliar de Recursos Humanos (22), Auxiliar de Serviços em Comércio Exterior (32), Balconista de Farmácia (80), Camareira em Meios de Hospedagem (32), Confeiteiro (47), Editor de Vídeo (30), Espanhol Básico (78), Figurinista (30), Fotógrafo (20), Frentista (35), Garçom (52), Libras Básico (78), Libras Intermediário (80), Operador de Caixa (80), Operador de Câmera (30), Operador de Computador (53), Operador de Supermercados (80), Operador de Telemarketing (80), Organizador de Eventos (20), Padeiro (47), Porteiro e Vigia (80), Programador de Sistemas (30), Programador Web (20), Promotor de Vendas (81), Recepcionista de Eventos (20), Recepcionista em Meios de Hospedagem (36), Salgadeiro (47), Trabalhador Doméstico (67), Agente de Inspeção de Qualidade (20), Ajustador Mecânico (20), Assistente de Controle de Qualidade (36), Assistente de Planejamento e Controle de Produção (32), Auxiliar de Recursos Humanos (22), Cabista de Sistema de Telecomunicações (25), Cozinheiro Industrial (80), Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão (95), Impressor de Offset (20), Instalador e Reparador de Linhas de Telecomunicação (25), Instalador e Reparador de Rede de TV a Cabo (25), Mecânico de Máquinas Industriais (25), Operador de Injetores para Termoplásticos (30), Pedreiro de Alvenaria (20), Pedreiro de Alvenaria Estrutural (20), Pedreiro de Revestimentos em Argamassa (40), Pintor de Obras (20) e de Programador de Sistemas (30).
Agências de Porto Alegre:
Agência FGTAS/Sine Tudofácil Zona Norte
Endereço: Rua Domingos Rubbo, 51
Horário de atendimento: 7h30 às 19h30
Agência FGTAS/SINE Centro
Endereço: Rua José Montaury, 31
Horário de atendimento: 8h às 17h
Agência FGTAS/SINE Azenha
Endereço: Av. Dr. Carlos Barbosa, 618
Horário de atendimento: 8h às 17h
Alvorada
Rua Senador Salgado Filho, 69 – 8h às 12h e das 13h às 17h
Oferece os cursos de Pedreiro de Revestimentos em Argamassa (20) e de Pintor de Obras (20).
Cachoeirinha
Av. Flores da Cunha, 393 – 8h às 16h
Dispõe de 206 vagas nos cursos de Agente de Limpeza e Conservação (24), Auxiliar Administrativo (21), Costureiro (40), Montador e Reparador de Computadores (20), Operador de Computador (20), Porteiro e Vigia (21), Aplicador de Revestimento Cerâmico (20), Pedreiro de Alvenaria (20) e de Pintor de Obras (20).
Campo Bom
Av. dos Estados, 902 – 8h às 16h
São 145 vagas nos cursos de Acabador de Calçados (29), Alimentador de Linha de Produção (21), Confeccionador de Calçados (53), Impressor de Offset (21) e de Impressor Flexográfico (21).
Canoas
Rua Ipiranga, 140 – 8h às 16h
Oferece o curso de Soldador no Processo Arame Tubular em Aço (22).
Estância Velha
Rua Portão, 200 – 9h às 16h
Dispõe de 255 vagas nos cursos de Auxiliar Administrativo (30), Costureiro (20), Montador e Reparador de Computadores (15), Operador de Computador (50), Aplicador de Revestimento Cerâmico (20), Costureiro de Calçados (20), Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão (20), Operador de Empilhadeira (60) e de Pedreiro de Alvenaria (20).
Esteio
Av. Presidente Vargas, 2536 – 8h às 12h e das 13h às 17h
São 130 vagas nos cursos de Eletricista Industrial (25), Operador de Empilhadeira (25) e de Operador de Processos Químicos Industriais (80).
Gravataí
Rua Adolfo Inácio Barcelos, 774 – 8h às 12h e das 13h às 17h
Oferece 161 vagas nos cursos de Agente de Limpeza e Conservação (34), Operador de Supermercados (23), Porteiro e Vigia (26), Promotor de Vendas (57) e de Vendedor (21).
Guaíba
Rua Acre, 234 – 8h às 12h e das 13h às 17h
Dispõe de 128 vagas nos cursos de Carpinteiro de Obras (20), Desenhista Mecânico (20), Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão (68) e de Pedreiro de Alvenaria (20).
Nova Santa Rita
Rua Laranjeiras, 195 – 8h às 17h
São 180 vagas nos cursos de Auxiliar Administrativo (20), Costureiro (20), Manicure e Pedicure (20), Operador de Computador (20), Ajustador Mecânico (20), Desenhista Mecânico (20), Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão (20), Montador de Paineis Elétricos (20) e de Soldador no Processo MIG/MAG (20).
Novo Hamburgo
Rua David Canabarro, 58 – 7h30 às 16h30
Oferece 1.703 vagas nos cursos de Auxiliar de Recursos Humanos (85), Soldador no Processo MIG/MAG (40), Administrador de Banco de Dados (40), Agente de Limpeza e Conservação (40), Almoxarife (40), Atendente de Lanchonete (23), Auxiliar de Faturamento (40), Auxiliar Financeiro (40), Comprador (72), Operador de Supermercados (27), Porteiro e Vigia (68), Promotor de Vendas (39), Trabalhador Doméstico (20), Vendedor (20), Agente de Inspeção de Qualidade (20), Alimentador de Linha de Produção (78), Aplicador de Revestimento Cerâmico (49), Aplicador de Revestimentos Assoalhados (20), Armador de Ferragem (78), Assistente de Planejamento e Controle de Produção (20), Carpinteiro de Obras (68), Carpinteiro de Telhados (68), Confeccionador de Bolsas em Couro e Material Sintético (20), Confeccionador de Calçados (20), Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão (49), Fresador Mecânico (20), Impressor de Offset (78), Impressor Flexográfico (78), Instalador Hidráulico Residencial (68), Mestre de Obras (49), Moldador de Plástico por Injeção (27), Operador de Injetora e Extrusora de Plástico (31), Operador de Injetores para Termoplásticos (31), Operador de Processos Químicos Industriais (31), Pedreiro de Alvenaria (68), Pedreiro de Revestimentos em Argamassa (49), Pintor de Obras (29), Programador de Sistemas (20), Retificador Mecânico (20) e de Torneiro Mecânico (20).
Parobé
Av. Taquara, 361 – 12h30 às 18h30
Dispõe de cursos de Costureiro (20) e de Confeccionador de Calçados (20).
Portão
Rua Ivoti, 101 – 8h às 11h30 e das 13h às 16h30
São 96 vagas nos cursos de Auxiliar de Manutenção Predial (25), Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão (25) e de Operador de Injetores para Termoplásticos (46).
São Leopoldo
Rua Independência, 490 – 8h às 16h30
Oferece 822 vagas nos cursos de Administrador de Banco de Dados (20), Almoxarife (54), Auxiliar de Recursos Humanos (62), Programador de Sistemas (42), Ajustador Mecânico (75), Almoxarife de Obras (25), Armador de Ferragem (41), Auxiliar de Manutenção Predial (50), Carpinteiro de Obras (25), Eletricista de Rede de Distribuição de Energia Elétrica (80), Eletricista Industrial (25), Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão (66), Encanador Instalador Predial (25), Fresador Mecânico (25), Libras Básico (25), Marceneiro (20), Montador de Estruturas Metálicas (25), Operador de Máquinas de Usinagem com Comando Numérico Computadorizado (45), Pedreiro de Alvenaria (25), Programador de Sistemas (42) e de Soldador no Processo MIG/MAG (25).
Sapiranga
Rua Padre Reus, 229 – 7h às 16h
Dispõe de 240 vagas nos cursos de Auxiliar Administrativo (40), Costureiro (20), Desenhista de Moda (40), Operador de Computador (20), Recepcionista (20), Aplicador de Revestimento Cerâmico (20), Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão (20), Modelista de Cabedais de Calçados (20), Pedreiro de Alvenaria (20) e de Pintor de Obras (20).
Sapucaia do Sul
Av. Assis Brasil, 47 – 8h às 17h
São 128 vagas nos cursos de Ajustador Mecânico (29), Caldeireiro (16), Desenhista Mecânico (16), Operador de Injetores para Termoplásticos (16), Pedreiro de Alvenaria (35) e de Traçador de Caldeiraria (16).
Triunfo
RS 244 – km 34 – Rincão dos Pinheiros
Oferece 319 vagas nos cursos de Cabeleireiro (20), Contador de Histórias (20), Espanhol Básico (20), Operador de Computador (29), Recreador-Monitor (20), Ajustador Mecânico (25), Caldeireiro (25), Desenhista Mecânico (25), Eletricista Industrial (20), Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão (25), Montador de Andaimes (20), Operador de Empilhadeira (25), Soldador no Processo MIG/MAG (25) e de Soldador no Processo TIG em Aço (20).
Viamão
Rua Américo Vespúcio Cabral, 50 – 7h às 16h
Dispõe de vagas no curso de Assistente de Planejamento e Controle de Produção (20).A Revolução Eólica (46) – Mais três parques eólicos no Pampa
Começa esta semana a construção de mais três parques eólicos na região do Cerro Chato, em Santana do Livramento (RS), na fronteira com o Uruguai, em pleno pampa.
O projeto, fase 2 do Complexo Eólico Livramento, que prevê quatro parques, com 34 aerogeradores numa área de 4.380 hectares, e capacidade instalada de 68 megawatts (MW) de energia.
Por enquanto, três foram contemplados no último leilão realizado pelo governo federal. São eles: Galpões (8MW), Capão do Inglês (10MW) e Coxilha Seca (30MW). Apenas Ibirapuitã II (20MW) ficou de fora.
Os contratos preveem o início de suprimento em 1º de setembro de 2015, com prazo de vinte anos. O investimento é de R$ 270 milhões.
Assim como a fase 1 do Complexo Eólico Livramento, estes também são gerenciados pela Eletrosul Centrais Elétricas, que detém 49% do investimento, em parceria com a Fundação Eletrosul de Previdência e Assistência Social – Elos, com 10%, a Renobrax, empresa de engenharia de Porto Alegre, e o Fundo de Investimento Privado (FIP) Rio Bravo , com 41% das ações. A estatal e as parceiras constituíram a Livramento Holding S.A para gerenciar as usinas.
Três empresas formam o consórcio construtor: a fabricante argentina de aerogeradores IMPSA; o grupo português Efacec, especializado em equipamentos eletromecânicos; e a Iccila, empreiteira local da construção civil, que está executando os trabalhos de infraestrutura da área – abertura das vias de acesso aos locais onde serão instalados o canteiro de obras e as turbinas.
No Cerro Chato, apenas Ibirapuitã II (parte superior, em rosa) ainda não foi contratado
Leilão teve recorde de projetos
O Leilão de Reserva que o governo federal promoveu em 23 de agosto do ano passado, exclusivo para fonte eólica, teve cadastrados na Empresa de Pesquisa Energética (EPE) 655 projetos em nove estados, somando capacidade instalada de 16.040 megawatts (MW).
“É recorde, o maior número de projetos já inscritos em um leilão para energia eólica no mundo”, entusiasmou-se o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim.
A Bahia foi a campeã em inscrições com 238 parques, que somam 5.854 MW. Em segundo aparece o Rio Grande do Sul, com 153 projetos para produzir 3.437 MW.
O leilão apresentou duas novidades: a primeira é que atrela a contratação de parques eólicos à garantia de conexão na rede de transmissão, que elimina o risco de os empreendimentos ficarem prontos e não terem como escoar a produção. A segunda, é que a energia negociável será calculada com base em um critério de pelo menos 90% de chance de a produção dos empreendimentos eólicos ser igual à quantidade vendida. “Haverá apenas 10% de probabilidade de o parque gerar menos energia do que o volume vendido no leilão”, explicou Tolmasquim. (Cleber Dioni Tentardini)




