“A humanização que qualifica” é o tema da palestra do médico José J. Camargo ao meio dia desta terça-feira, 10, na Associação Comercial de Porto Alegre.
“A humanização, diz ele, é um conceito que cresceu muito nos últimos anos, na área de saúde, estabelecendo uma relação mais próxima entre o médico e o paciente”.
Um projeto foi implantado na rede pública pelo Ministério da Saúde, no ano 2000, com o objetivo de promover uma nova cultura de atendimento, “os profissionais de saúde enxergarem mais o ser humano e não só a doença”.
Autor de livros sobre o tema, como “O que cabe em um abraço”, “A tristeza pode esperar” e “Do que você precisa para ser feliz?”, Camargo sabe por experiência que entre dois profissionais igualmente qualificados, vai prevalecer “o mais carinhoso”.
Cirurgião de renome internacional, Camargo foi o idealizador e atual diretor do Centro de Transplantes da Santa Casa, responsável por mais da metade dos transplantes de pulmão feitos até hoje no Brasil.
Foi pioneiro na América Latina (1989) e fez o primeiro transplante de pulmão com doadores vivos fora dos EUA (1999).
Além das aulas na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, chefia a equipe que mais transplanta pulmões no país.
Nesta segunda-feira, 9 de abril, acontece a segunda mesa do seminário “Desenvolvimento nacional: dilemas e perspectivas”. O tema é: “Soberania nacional e integração internacional não subordinada”
É a partir das 18h30, no auditório Dante Barone da Assembleia Legislativa do RS.
Na abertura será feita uma homenagem ao ex-presidente Lula, preso na carceragem da Policia Federal de Curitiba. A informação é do organizador do evento, presidente da Fundação Mauricio Grabois, Raul Carrion.
O evento terá como debatedores Ronaldo Carmona, professor concursado da Escola Superior de Guerra (ESG) que substitui Renato Rabelo, presidente da Fundação Maurício Grabois que ficará em são Paulo por causa da situação política nacional; David Deccache, da Fundação Lauro Campos e; o sociólogo Miguel Rossetto, ex-ministro do Desenvolvimento Agrário e a historiadora Analúcia Danilevicz, da Nerint/UFRGS.
O seminário acontecerá até o dia 8 de maio, uma vez por semana, a partir das 18h30, no auditório Dante Barone da Alergs. O objetivo é debater com importantes nomes da academia, da política e das principais fundações do país, as possibilidades e propostas para a superação da atual crise brasileira, considerando os interesses do país e do povo e a soberania nacional.
O seminário é promovido pelo Instituto Latino-americano de Estudos Avançados (ILEA/UFRGS), pelas fundações Maurício Grabois, Perseu Abramo, Leonel Brizola/Alberto Pasqualini, João Mangabeira e Lauro Campos, Instituto Histórico Geográfico-RS, Sociedade de Economia-RS, Sindicato dos Economistas-RS, Comitê em Defesa da Democracia e Cebrapaz.
No dia 6 de outubro de 2015, com pompa e circunstância, o prefeito José Fortunati. assinou a ordem de serviço para o início da revitalização da Orla do Guaíba, uma das obras mais polêmicas e mais esperadas pela populalão de Porto Alegre.
Previa-se que em 18 meses (abril de 2017) estaria revitalizada e entregue à população uma área de dez hectares na beira do lago, entre a Usina do Gasômetro e a Rótula das Cuias.
A revitalização, conforme um projeto do arquiteto Jaime Lerner, iria custar R$ 68 milhões, dinheiro já garantido através de um financiamento internacional.
Mas, desde então, os adiamentos se sucedem.
Na última sexta-feira, 6 de abril de 2018, depois de uma vistoria, o vice-prefeito Gustavo Paím, anunciou mais uma vez uma nova data para a conclusão das obras.
Ele disse que faltam ainda muitos detalhes que impossibilitam a entrega da orla ao público antes de julho. Serão 33 meses, quinze de atraso, se o novo prazo for realmente cumprido.
O projeto prevê construção de ciclovias e novos passeios, com iluminação em fibra ótica e lâmpadas LED. Ao longo do trecho, também estão colocados 47 postes inclinados com iluminação cênica de LED, criando atração turística.
Também estão previsto um ancoradouro para barcos de passeio e para o Cisne Branco, um restaurante e seis bares, quatro decks, duas quadras de vôlei, duas de futebol e duas academias ao ar livre, vestiário, playground, além de duas passarelas metálicas com jardim aquático. O restaurante e os bares serão envidraçados, permitindo a abertura total no verão.
Sobre os bares, haverá belvederes em laje de concreto, no nível da avenida, funcionando como mirantes e áreas de estar.
A Praça Júlio Mesquita também ganhará uma quadra de futebol em piso de concreto, um playground e um deck de madeira. Com foco na segurança de quem frequentar o parque, além da iluminação especial, será colocada uma central de segurança com a Guarda Municipal para videomonitoramento da região.
A licitação para executar a obra foi vencida pelo consórcio Orla Mais Alegre, que ofertou o menor preço e atendeu às exigências do edital de licitação, que continha mais de 5 mil itens.
O consórcio é composto pelas empresas Procon Construções Indústria e Comércio, Sadenco – Sul Americana de Engenharia e Comércio Ltda, e SH Estruturas Metálicas e apresentou proposta de revitalização no valor de R$ 60.682.477,52.
Dos cinco consórcios que se apresentaram para participar do processo licitatório, quatro foram habilitados.
Seguida do consórcio Orla Mais Alegre, a proposta do consórcio Alberto Couto Alves foi a segunda mais baixa, no valor de R$ 61.391.541,37. O consórcio Home/ Portonovo ofertou R$ 66.823.803,19. O consórcio Pelotense/ Cidade apresentou a maior proposta, no valor de R$ 67.134.69,96. O teto estabelecido pela prefeitura era R$ 67,8 milhões.
Não foi divulgado o valor total final estimado para a obra agora.
Atos de desagravo à prisão do ex-presidente Lula estão sendo organizados em vários países por seus partidários.
O secretário nacional de Relações Internacionais da CUT, Antônio Lisboa, disse que a central recebeu dezenas de manifestações de apoio por meio de vídeos, cartas e mensagens.
Segundo ele, está sendo organizado um “dia global” de atividades nas Embaixadas do Brasil, que deve acontecer concomitantemente no mundo inteiro.
A data deverá ser marcada ao longo da semana devido ao fuso horário de cada país. Lisboa disse que o número de apoio já é impressionante.
“De imediato existe essa proposta da Confederação Sindical Internacional (CSI) de fazer um dia de ação global pela liberdade de Lula, ao mesmo tempo em que muitas pessoas estão querendo vir ao Brasil prestar irrestrito apoio e solidariedade ao nosso ex-presidente porque sabem que Lula é inocente e está sofrendo perseguição política”, destacou Lisboa.
Os coletivos internacionais contra o impeachment se formaram em 2016 de maneira espontânea em vários países, para mostrar ao mundo que o Brasil estava sofrendo um golpe de Estado.
Segundo explicou Sarquis, a principal função dos coletivos é informar a imprensa internacional dos fatos reais e fomentar as mídias progressistas com imagens e notícias que acontecem nos países em que moram.
No dia 8, foram realizados atos na Cidade do México e em Roma. Na manhã de domingo, manifestantes se reuniram em importante ato na Praça da República em Paris, França.
O líder do movimento francês de esquerda França Insubmissa, Jean-Luc Mélenchon, falou da prisão do ex-presidente Lula em um discurso que está circulando desde ontem nas redes sociais. Ele disse que o ex-presidente foi vítima de um “golpe judicial” por meio da Operação Lava Jato. Chamou Lula de camarada e pediu que ele aguente firme a pressão a que vem sendo submetido.
Na próxima terça-feira (10), em frente à Embaixada do Brasil em Madrid, estão sendo chamadas manifestações para denunciar a condenação de Lula e pela democracia.
O domingo de sol foi um cenário perfeito para o encerramento da terceira edição da “Virada Sustentável”, em Porto Alegre.
Foram mais de 200 atividades voltadas para a conscientização dos problemas ambientais.
A Virada é um evento inspirado nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável lançados pela ONU, para serem cumpridos pelas maiores nações até 2030.
Nesta edição, a programação tentou integrar não apenas noções ambientais, mas também econômicas e sociais.
Assim surgiram 14 “trilhas temáticas” que incluíram os objetivos mundiais lançados pela ONU em 2015.
A missão número 10 de redução das desigualdades sociais, por exemplo, inspirou a trilha “Vozes Negras”, que reuniu grupos e lideranças negras em Porto Alegre para aplicar atividades sobre a valorização da cultura afro. A número cinco, de igualdade de gênero, garantiu debates feministas.
— O entendimento de sustentabilidade é ambiental, econômico e social. Educação de qualidade é algo sustentável — observou Julia Froeder, envolvida na organização.
A programação, que se dividiu entre a Redenção, o campus da Unisinos em Porto Alegre, a Casa de Cultura Mario Quintana e o Sesc Protásio Alves, acabou sendo um mapeamento de tudo aquilo na cidade que passa a mensagem de um futuro diferente: desde a apresentação jovem e política do Bloco da Laje até brinquedos feitos com bambu e coleta diária de resíduos.
17 objetivos da ONU para serem alcançados pelas nações até 2030
Acabar com a pobreza em todas suas formas no mundo.
Acabar com a fome, conseguir segurança alimentar e a melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável.
Garantir uma vida saudável e promover o bem estar para todos em todas as idades
Garantir uma educação inclusiva, igualitária e de qualidade e promover oportunidades de aprendizagem durante toda a vida para todos.
Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas.
Garantir a disponibilidade de água e sua gestão sustentável e saneamento básico para todos.
Garantir o acesso a uma energia palpável, segura, sustentável e moderna para todos.
Promover o crescimento econômico sustentável, inclusivo e perene, o pleno emprego produtivo e o trabalho decente para todos.
Construir infra-estruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação.
Reduzir a desigualdade nos e entre os países.
Conseguir que as cidades e os assentamentos humanos sejam inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.
Garantir modalidades de consumo e produção sustentáveis.
Adotar medidas urgentes para combater o aquecimento global e seus efeitos.
Conservar e utilizar de maneira sustentável os oceanos, os mares e os recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.
Proteger, restabelecer e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerenciar os parques de forma sustentável, lutar contra a desertificação, conter e inverter a degradação das terras e frear a perda da diversidade biológica.
Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, facilitar o acesso à justiça para todos e criar instituições eficazes e inclusivas em todos os níveis.
Fortalecer os meios de execução e revitalizar a Aliança Mundial para Desenvolvimento Sustentável.
Todas as atividades tiveram entrada franca.
A maior parte da agenda ocorreu em cinco pontos da cidade: Casa de Cultura Mario Quintana, Vila Flores, Parque da Redenção (foto), Unisinos – Campus Porto Alegre e Sesc Protásio Alves.
virada sustentável
O Relatório Final da Subcomissão da Memória, Verdade e Justiça será lançado nesta segunda-feira, 9, às 10h, na Sala de Convergência Adão Pretto, térreo da Assembleia Legislativa.
E escolha desta data para o lançamento, deve-se ao fato de em 9 de abril de 1964 ter sido editado o Ato Institucional nº 1, documento que desestruturou a democracia, cassando, demitindo e perseguindo inimigos políticos.
A publicação apresenta 13 depoimentos, 11 dos quais de pessoas perseguidas, cassadas, presas e torturadas, além de documentos sobre os delitos praticados no período da ditadura militar no Rio Grande do Sul e Brasil.
Entre as recomendações estão algumas no sentido de dotar o Estado para que a segurança pública tenha como foco os Direitos Humanos.
O Relatório é o resultado dos trabalhos da Subcomissão, criada na Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia, cujo proponente e relator foi o Deputado Pedro Ruas.
DEPOENTES:
Bruno Mendonça Costa – médico-psiquiatra
Carlos Frederico Guazzelli – advogado, defensor público
A presidente do PT, senadora Gleise Hoffmann, fez uma declaração de guerra à Rede Globo, no ato em defesa de Lula no sindicato dos metalúrgicos em São Bernardo, neste sábado.
Ela falou logo depois que Lula deixou o palco, carregado pela massa de sindicalistas que cercavam o carro de som.
Disse que agora o primeiro passo dos militantes em defesa de Lula é acampar em Curitiba e não sair de lá enquanto ele não for solto. Também a Praça dos Três poderes em Brasilia deve ser ocupada por manifestantes.
“Eu sou Lula” é a campanha que os petistas estão lançando.
Outro ponto é uma campanha contra a Rede Globo. “Contra ela vamos cerrar fileiras”, disse a senadora, pedindo aos que defendem o ex-presidente Lula que deixem de assistir, ler e ouvir os veículos da Rede Globo. “Ela é nossa inimiga”.
Falou num tom agressivo: “Fica de helicóptero mesmo, porque aqui embaixo você não é bem vinda”, disse referindo-se ao Globocop, que sobrevoava o evento.
Repórteres da Globo tem sido hostilizados em eventos em defesa do ex-presidente e ele mesmo em seu discurso atribuiu à Globo a sua prisão: “Eu disse ao Moro: vocês vão me prender porque a Globo exige”.
O ex-presidente Lula falou pouco depois do meio dia no ato religioso em homenagem ao aniversário de sua mulher, Marisa Letícia, em São Bernardo do Campo.
Fez um discurso emocionado, em tom de candidato e disse que ia se entregar à polícia federal na tarde deste sábado. “Vou chegar para o delegado e dizer: Estou à disposição.”
“Eu não to escondido, eu vou lá na barba deles, para eles saberem que eu não tenho medo, que não vou correr e para saberem que eu vou provar a minha inocência”, diz Lula.
“Quanto mais dias me deixarem lá, mais Lulas vão nascer neste país”.
Lula diz que muitas pessoas sugeriram que ele procurasse asilo no Uruguai ou em embaixadas de outros países. “Não tenho mais idade para isso e que vai enfrentar todos “olho no olho”.
“Eu não pararei porque eu não sou mais um ser humano, eu sou uma ideia, uma ideia misturada com a ideia de vocês”.
Lula diz que vai atender o mandado de prisão. “Vou atender porque eu quero fazer a transferência de responsabilidade.”
Disse que seu maior orgulho é ter sido o único presidente sem diploma universitário e o que mais criou universidades no país.
Prometeu reverter o processo de privatizações em andamento no país. “Eles não vender a Petrobrás, a Eletrobrás ou o BNDES. Nós vamos fazer uma constituinte e mudar todas essas leis que estão entregando o patrimônio nacional”
Disse que “a história vai apontar quem cometeu crime”. “Sairei mais forte e verdadeiro.
Quando ele concluiu seu discurso a multidão começou a gritar: “Não se entrega, não se entrega”.
Lula saiu do sindicato dos metalúrgicos carregado por uma multidão, grande maioria seus antigos companheiros do movimento sindical em São Bernardo do Campo.
O bispo dom Angélico Sândalo comandou o ato que definiu como “celebração da palavra”. Ele conheceu Lula ainda nos anos 1970, quando atuava na Pastoral Operária. “Lula é meu amigo, o Brasil deve muito a esse metalúrgico”, afirmou o religioso ao chegar à sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, às 9 horas deste sábado (7). Dom Angélico celebra o ato religioso em memória da ex-primeira dama Marisa Letícia, que hoje completaria 68 anos.
Dom Angélico destacou que Lula “fez um governo voltado para o povo”. O religioso lembrou do golpe de 1964 para afirmar que o Brasil vive um momento semelhante, em golpe do poder econômico com apoio do Parlamento. “Isso é um desrespeito solene à democracia”, afirmou.
Ele afirmou ser amplamente favorável à punição de crimes de corrupção, mas lembrou que não basta ser acusado, é preciso provar. “Parte do Supremo foi politizada. O próprio comandante do Exército pisou na Constituição”, afirmou, em referência ao general Eduardo Villas Boas, que na noite anterior ao julgamento do pedido de habeas corpus preventivo de Lula no STF, na quarta-feira (4), pressionou a suprema corte, por meio de sua conta no Twitter, para que rejeitasse o pedido.
Mesmo assim, Dom Angélico prefere manter o otimismo. “Sou um brasileiro que era jornalista no golpe militar de 1964. “Minha palavra é sempre de esperança”. Falando de Lula, ele afirmou que “a cabeça dele e o coração não estão presos; espero que para o bem do Brasil não seja por muito tempo”.
Às 9h20, chegaram ao sindicato os senadores Gleisi Hoffmann e Lindbergh Farias, e pouco depois vários artistas, entre eles, Osmar Prado, Celso Frateschi e Ailton Graça. O ato religioso foi celebrado em frente ao sindicato, com apoio do carro de som estacionado no local.
Uma hora depois do prazo dado pelo juiz Sérgio Moro, ainda não havia clareza do que vai acontecer no caso da prisão do presidente Lula.
Lula permanecia dentro do Sindicato dos Metalúrgicos com lideranças do PT e de outros partidos de esquerda. Seu pronunciamento anunciado para as 16 h não foi feito.
No entorno do sindicato uma multidão de militantes segue desde a madrugada expondo cartazes e cantando palavras de ordem enquanto os oradores se revezam sobre o carro de som.
Informações passadas aos jornalistas que acompanham a movimentação no Sindicato davam conta de que uma negociação entre os representantes de Lula e os agentes da Polícia Federal estava em andamento.
A ideia de resistir e não se entregar, defendida por alguns partidários de Lula está descartada, segundo parlamentares petistas.
O Sicredi – cooperativa de crédito com mais de 3,7 milhões de associados e atuação em 21 estados brasileiros – anunciou os resultados financeiros auditados de 2017.
No ano passado, a instituição registrou 20% de crescimento, alcançando o resultado líquido de R$ 2,35 bilhões. Os ativos totais apresentaram crescimento de 17,3%, na comparação com o ano anterior, chegando a R$ 77,3 bilhões.
O grande destaque, porém, foi a poupança, cujos depósitos cresceram quase 40% em relação ao ano anterior.
Em patrimônio líquido, o Sicredi também conquistou resultado positivo, com aumento de 18,2%, totalizando R$ 12,8 bilhões.
O Índice de Basileia Aglutinado (análise gerencial que compara o patrimônio de referência de todas as entidades do Sistema com os riscos de suas atividades) foi de 24,03%, em dezembro de 2017, o que representa confortável situação patrimonial.
Os depósitos totais cresceram 17,5%, com volume de R$ 50,4 bilhões.
A poupança foi a categoria que apresentou o melhor desempenho, com aumento de 39,4%, alcançando R$ 9,59 bilhões de carteira. Na sequência, estão os “depósitos à vista”, com incremento de 23,9%, totalizando R$ 7,16 bilhões.
“O ano de 2017 foi um dos melhores da trajetória do Sicredi, pois continuamos contribuindo fortemente com os nossos associados e com o desenvolvimento local. Conquistamos um crescimento sólido em indicadores financeiros, mesmo com todas as adversidades do cenário econômico. Também cabe destacar o processo de transformação digital por meio do qual estamos realizando a substituição progressiva dos sistemas que processam os nossos produtos e serviços (core bancário) e o desenvolvimento da nossa plataforma digital Woop Sicredi”, afirma o presidente-executivo do Banco Cooperativo Sicredi, João Tavares.
A carteira de crédito totalizou R$ 43,9 bilhões no final de dezembro de 2017, aumento de 21,1% na comparação com o mesmo período no ano anterior. Desse total, R$ 25,2 bilhões foram destinados para o crédito geral, enquanto o crédito rural recebeu R$ 18,7 bilhões. A taxa de inadimplência fechou 2017 com 1,74%, apresentando decréscimo de 0,64 pontos percentuais na comparação com dezembro de 2016.
As receitas de serviços somaram R$ 1,56 bilhão, aumento de 21,0% nos últimos 12 meses, com destaque para as receitas originárias de tarifas e serviços bancários (R$ 619,4 milhões), seguros (R$ 263,7 milhões), cartões (R$ 219,8 milhões), cobranças (R$ 212,0 milhões) e consórcios (R$ 141,0 milhões).
Também no ano passado, o Sicredi – pioneiro em cooperativismo de crédito no País e modelo de governança no segmento – atingiu a marca de 1.575 agências, em 21 estados brasileiros, com um portfólio que oferece mais de 300 soluções financeiras para os associados. A instituição financeira cooperativa conta com 22,8 mil colaboradores em 1.212 cidades. Em 199 municípios, o Sicredi é a única instituição financeira presente.
Conheça o Sicredi
Com presença nacional, o Sicredi possui 117 cooperativas em 21 estados*, possui 1.575 agências e gera 22,8 mil empregos diretos em 1.212 municípios no país. Em 199 municípios brasileiros, o Sicredi é a única instituição financeira presente.
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
CENTRAL SICREDI SUL/SUDESTE (Consolidado RS e SC) – Reúne 42 cooperativas e 673 pontos de atendimento: 585 no RS e 106 em SC, atingiu os R$ 39,64 bilhões em Ativos Adm, registrando crescimento de 17,2%. Atualmente, somos 1.770.837 associados, tendo aumentado 3,4%. O Patrimônio Líquido ficou acima dos R$ 5,92 bilhões, com uma evolução de 18,1% sobre o ano passado. Os Depósitos Totais cresceram 15,9%, somando mais de R$ 22,28 bilhões. A Carteira de Poupança soma, até o momento, mais R$ 5,17 bilhões, avançando 38,6% no período. E as Operações de Crédito Totais registraram 18,2% de crescimento, somando mais de R$ 19,06 bilhões. Cobertura de 91,36% dos municípios do RS, sendo que em 100 municípios o Sicredi é a única instituição financeira presente. Em SC, tem cobertura em 27% do estado, tendo 3% da população catarinenses associada e 13% das empresas.