O ano é 1987; o Brasil no pico histórico da inflação. O Governo Sarney chegava ao auge do seu desgaste. O Centrão – grupo parlamentar que dava sustentação à Constituinte – arrastava os seus passos e protelava o desejo do povo pelas Diretas Já. A luta pelas eleições livres recrudescia e ganhava novamente as ruas. Os grandes partidos, que tinham feito parte do maior movimento cívico da Era Republicana, estavam todos empoleirados em torno do poder.
Por outro lado, as forças populares, que emergiam, tinham seus dois grandes líderes, Brizola e Lula, rompidos. Foi, então que. Luís Carlos Prestes intermediou a reaproximação deles em torno do desejo massivo do povo pelas Diretas. A partir desse movimento, foram orquestrados dois grandes comícios, um em São Paulo, organizado pelo PT, e outro no Rio de Janeiro, aos cuidados do PDT.
Esse é o cenário do documentário jornalístico “Onde está a Esperança?”, do diretor e roteirista Caco Coelho, que será apresentado pela primeira vez ao público, com entrada franca, no próximo dia 18 de dezembro, às 19h, no Memorial Luís Carlos Prestes, com o apoio do Diretório Metropolitano do PDT de Porto Alegre, no dia em que se completam 30 anos do comício realizado no Rio de Janeiro.
Imagens inéditas
Trata-se de um registro integral do evento que reuniu milhares de pessoas na Cinelândia, na capital carioca, com imagens inéditas. Um vídeo que traz a íntegra deste encontro raro, evidenciando um momento único na trajetória destes dois ícones da política brasileira.
Caco Coelho, que também atua como escritor e diretor de teatro e TV, já atuou na Globo e SBT, onde dirigiu mais de 300 capítulos de novela. Produziu diversos programas de campanhas eleitorais e no teatro produziu mais de 30 espetáculos, e dirigiu mais de 15.
Nesse trabalho, Caco firmou parceria com José Guerra, diretor de fotografia do documentário, que é um dos nomes mais referentes da fotografia brasileira. Foi ele o responsável por criar uma linguagem visual que se tornou escola em nosso país. Foi, por muitos anos, repórter cinematográfico do Conexão Internacional e, mais tarde, tornou-se o fotógrafo dos filmes e vídeos de Walter Salles.
A produtora à época da filmagem original, a Sunlight, pertencia a Alberto Magno, filho de Jesse Valadão e sobrinho de Nelson Rodrigues. O vídeo conta com o apoio da Fundação Leonel Brizola/Alberto Pasqualini, do PDT. Após a exibição acontecerá um bate-papo sobre o filme com a presença do diretor Caco Coelho e do jornalista Flávio Tavares.
SERVIÇO:
Lançamento Documentário Jornalístico “Onde Está a Esperança?”;
DIA: 18/12/2017;
HORÁRIO: 19h;
LOCAL: Memorial Luís Carlos Prestes (Av. Edvaldo Pereira Paiva, 1527-1889);
Duração do filme: 1h15;
ENTRADA FRANCA.
Autor: da Redação
Documentário "Onde Está a Esperança?" mostra um episódio de união da esquerda brasileira
Lau Siqueira lança nova coletânea de poemas em Porto Alegre
A passagem do tempo, a incompletude humana, a memória, a sensualidade, o fazer poético e as contradições da vida contemporânea.
Estes são alguns dos temas aos quais Lau Siqueira se dedica em sua nova coletânea de poemas, intitulada “A memória é uma espécie de cravo ferrando a estranheza das coisas” (Casa Verde/Série Cidade Poema, 2017).
O autor, natural de Jaguarão (RS) e residente na Paraíba desde 1985, autografa no dia 19 de dezembro, terça-feira, às 19h, no Quintal Cultural (Luiz Afonso, 549, Cidade Baixa, Porto Alegre/RS).
Às 20h, tem início o “saLau” com participações confirmadas de André Ricardo Aguiar, Cinara Ferreira, Clara Tajes, Jorge Rein, Laís Chaffe, Lota Moncada, Maria Alice Bragança, Mariam Pessah, Miriam Batista Bender, Neli Germano, Paula Taitelbaum, Renato de Mattos Motta, Ricardo Silvestrin e Roberto Schmitt-Prym.
O sarau tem entrada franca. A obra estará à venda no local por R$ 32,00 (R$ 30,00 para pagamentos em dinheiro).
Com uma visão delicada sobre as “inutilidades necessárias”, o autor constrói uma poética firme, calorosa e úmida que passeia por silêncios e brevidades. O poeta desenha sobre o corpo (seios, salivas, bocas, braços, ombros) as possibilidades infinitas de sua poesia. Autor experiente, Lau Siqueira defende que “mais um livro de poemas, neste momento, significa investir na perenidade das incertezas”, conforme escreve na dedicatória da obra. Este é seu terceiro livro de poemas pela editora porto-alegrense. Em 2018, o autor e a editora promovem sessões de autógrafos em outras capitais e cidades brasileiras.
Serviço:
Lançamento de “a memória é uma espécie de cravo ferrando a estranheza das coisas”, de Lau Siqueira e sarau com convidados.
Quando: 19 de dezembro, terça-feira, a partir das 19h;
Onde: Quintal Cultural (Luiz Afonso, 549, Cidade Baixa, Porto Alegre/RS).
Rua Viva: O samba pega no alto do Viaduto
Tudo começou com o Tutti Giorni, que abriu em 1989, vendendo almoço a R$ 1,99.
Tá, na verdade, tudo começou em 1914, no primeiro plano diretor da cidade, que previa a abertura de uma via ligando o centro à Zona Sul. Em 1926, o intendente Otávio Rocha e o presidente do Estado, Borges de Medeiros, decidiram dar início aos trabalhos – que foram concluídos em 1932. Para tal, abre-se o meio de um morro, constrói-se o viaduto e a avenida – que levam respectivamente os nomes dos dois gestores.
Mas o importante aqui é a vida cultural, gastronômica, comercial, boêmia. Aí sim, voltamos ao Tutti. Nos idos de 2010 as noites de terças, ponto de encontro dos artistas da Grafar (Grafistas Associados do RS), bombaram sobremaneira. Tornaram-se um clássico da cidade, gerando também alguns transtornos, que culminaram com seu fechamento, em 2012. A comoção foi geral. O “velório” fechou a Duque com centenas de saudosos.
Em setembro de 2015, o Tutti reabriu na mesma escadaria e a terça-feira voltou a ser movimentada, agora com a roda de samba do grupo Encruzilhada do Samba – que inicia em torno das 19h e encerra pontualmente às 21h, para evitar transtornos aos vizinhos. De dia, a casa conta com almoço.

Chopp artesanal ao anoitecer é garantido no Armazém Porto Alegre / Ricardo Stricher / JÁ No local onde antigamente funcionava o Tutti, abriu o Armazém Porto Alegre, que completou cinco anos no dia 1º de dezembro. Profissional de marketing, Renato Pereira deixou um emprego de 18 anos “por um sonho”. Depois de dez anos morando em um dos edifícios do viaduto, foi só se mudar para a Zona Sul que pintou a oportunidade de voltar. “Sempre fui apaixonado pelo viaduto”, conta Renato, que já teve até um blog com histórias do local.
Se a parte debaixo do viaduto torna-se a cada dia um problema de mais difícil solução – espremem-se na calçada camelôs, filas de ônibus e barracos que servem de abrigo precário para uma população em situação de rua – na parte de cima, as escadarias, há um movimento crescente que ainda atrai novos negócios.

Alta gastronomia com preço acessível é a proposta do Justo / Ricardo Stricher / JÁ Na semana em que o Viaduto Otávio Rocha completou 85 anos, neste começo de dezembro, abriu as portas um novo empreendimento na escadaria. Em um imóvel que estava fechado há cerca de dois anos, abriu o Justo, formado por seis sócios, todos cozinheiros. O desafio é oferecer alta gastronomia a um preço acessível – o carro-chefe é um sanduíche de pão ciabatta, porco pururuca, limão siciliano fermentado e maionese verde.
Nos vários ambientes há a disposição livros, discos e jogos. Um das salas é ocupada pelo coletivo Minha Porto Alegre e há espaço para cursos, palestras e reuniões.
Projeto de revitalização está pronto desde 2014
O projeto para a revitalização do viaduto está pronto, mas esbarra na falta de recursos para execução das obras. Construído com a participação da comunidade, através do Orçamento Participativo, do Conselho do Plano Diretor, Associação dos Moradores do Centro Histórico e Associação Representativa Cultural e Comercial do Viaduto, Otávio Rocha (Arcov), o projeto foi apresentado em 2014. O valor estimado para a obra é de R$ 17 milhões.

O presidente da Arcov, Adacir José Flores, diz que associação é capaz de coordenar projeto de revitalização do viaduto / Ricardo Stricher / JÁ As entidades comunitárias pedem que a prefeitura compartilhe o projeto, para que possam buscar recursos através de leis de incentivo, contrapartidas de empreendimentos ou emendas parlamentares. “Temos condições jurídicas de captar o recurso”, garante o presidente da Arcov, Adacir José Flores.
O projeto prevê a construção de um memorial ao viaduto, que é patrimônio histórico do município, tombado em 1988. Também estão previstas as reformas dos banheiros e escadarias, reparos de infiltrações, a substituição do revestimento e uma nova iluminação de LED.
Reportagem (sobre apicultura) recebe reparos da ABELHA
Recebemos da Associação Brasileira de Estudos de Abelhas (ABELHA) a seguinte carta de esclarecimentos sobre a reportagem Apicultores vão encarar defensores de agrotóxicos e publicamos na sua íntegra:
A Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A.) gostaria de prestar esclarecimentos em razão da reportagem “Apicultores vão encarar defensores de agrotóxicos”, publicada no site do Jornal Já, no dia 13 de dezembro de 2017.
Primeiramente, lamentamos que a Associação tenha sido citada diversas vezes na matéria sem que a reportagem tenha nos contatado para que pudéssemos nos manifestar. Desta forma, teriam sido evitados equívocos e informações erradas para os seus leitores, que serão esclarecidos, ponto a ponto.
▪ Ao contrário do que o título sugere, a associação A.B.E.L.H.A. não é defensora de empresas fabricantes de agrotóxicos. A entidade não representa e nem sem posiciona em nome das indústrias de defensivos agrícolas e de seus produtos. Essa missão é do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), que é um dos associados da A.B.E.L.H.A.
▪ A associação A.B.E.L.H.A. é uma associação civil, sem fins lucrativos, criada, em 2015, para promover o diálogo no Brasil em prol da conservação e do uso sustentável da diversidade das abelhas, principais agentes polinizadores na agricultura e ecossistemas relacionados, e de outros polinizadores. Fazem parte da Associação pesquisadores oriundos de diversas instituições de ensino e pesquisa do País, assim como empresas e instituições. Nossa missão é reunir, produzir e divulgar informações, com base científica, que visem à conservação da biodiversidade brasileira e à convivência harmônica e sustentável da agricultura com as abelhas e outros polinizadores.
▪ A matéria é precisa ao afirmar que a associação vem procurando criar o diálogo e firmar parceria entre os diversos elos da atividade apícola e agrícola, a exemplo de Federações, Associações, Confederações e Cooperativas setoriais. Mas erra ao sugerir que o faz com o objetivo de favorecer uma das partes. Ao contrário, a associação acredita que o desenvolvimento sustentável da apicultura e da agricultura só é possível por meio de um relacionamento saudável, respeitoso e transparente entre as partes. Por isso, vem procurando criar canais de diálogo entre todos os envolvidos.
▪ A reportagem ainda faz confusão ao afirmar que a A.B.E.L.H.A. possui “verba aprovada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para financiar pesquisas na área agrícola”. A associação não possui fontes públicas de financiamento. A reportagem se equivoca possivelmente em razão da recente chamada pública lançada pelo CNPq para o desenvolvimento de pesquisas sobre a relação entre polinizadores e a agricultura no Brasil. Nesta iniciativa público-privada, a associação A.B.E.L.H.A. colabora com financiamento para consórcios de pesquisa sobre polinizadores, juntamente com o próprio CNPq, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).
A carta é assinada por Ana Lúcia Assad, Diretora-Executiva da ABELHA.
Reportagem (sobre apicultura) recebe reparos da ABELHA
Recebemos da Associação Brasileira de Estudos de Abelhas (ABELHA) a seguinte carta de esclarecimentos sobre a reportagem Apicultores vão encarar defensores de agrotóxicos e publicamos na sua íntegra:
A Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A.) gostaria de prestar esclarecimentos em razão da reportagem “Apicultores vão encarar defensores de agrotóxicos”, publicada no site do Jornal Já, no dia 13 de dezembro de 2017.
Primeiramente, lamentamos que a Associação tenha sido citada diversas vezes na matéria sem que a reportagem tenha nos contatado para que pudéssemos nos manifestar. Desta forma, teriam sido evitados equívocos e informações erradas para os seus leitores, que serão esclarecidos, ponto a ponto.
▪ Ao contrário do que o título sugere, a associação A.B.E.L.H.A. não é defensora de empresas fabricantes de agrotóxicos. A entidade não representa e nem sem posiciona em nome das indústrias de defensivos agrícolas e de seus produtos. Essa missão é do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), que é um dos associados da A.B.E.L.H.A.
▪ A associação A.B.E.L.H.A. é uma associação civil, sem fins lucrativos, criada, em 2015, para promover o diálogo no Brasil em prol da conservação e do uso sustentável da diversidade das abelhas, principais agentes polinizadores na agricultura e ecossistemas relacionados, e de outros polinizadores. Fazem parte da Associação pesquisadores oriundos de diversas instituições de ensino e pesquisa do País, assim como empresas e instituições. Nossa missão é reunir, produzir e divulgar informações, com base científica, que visem à conservação da biodiversidade brasileira e à convivência harmônica e sustentável da agricultura com as abelhas e outros polinizadores.
▪ A matéria é precisa ao afirmar que a associação vem procurando criar o diálogo e firmar parceria entre os diversos elos da atividade apícola e agrícola, a exemplo de Federações, Associações, Confederações e Cooperativas setoriais. Mas erra ao sugerir que o faz com o objetivo de favorecer uma das partes. Ao contrário, a associação acredita que o desenvolvimento sustentável da apicultura e da agricultura só é possível por meio de um relacionamento saudável, respeitoso e transparente entre as partes. Por isso, vem procurando criar canais de diálogo entre todos os envolvidos.
▪ A reportagem ainda faz confusão ao afirmar que a A.B.E.L.H.A. possui “verba aprovada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para financiar pesquisas na área agrícola”. A associação não possui fontes públicas de financiamento. A reportagem se equivoca possivelmente em razão da recente chamada pública lançada pelo CNPq para o desenvolvimento de pesquisas sobre a relação entre polinizadores e a agricultura no Brasil. Nesta iniciativa público-privada, a associação A.B.E.L.H.A. colabora com financiamento para consórcios de pesquisa sobre polinizadores, juntamente com o próprio CNPq, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).
A carta é assinada por Ana Lúcia Assad, Diretora-Executiva da ABELHA.
Edgar Vasques faz sessão de autógrafos do livro “Desenhista Crônico”
Um dos artistas gráficos mais consagrado do País, com reconhecimento internacional, Edgar Vasques realiza nova sessão de autógrafos do seu livro “Desenhista Crônico”, na boutique/café “Nossa Cara” nesse sábado, 16/12. A função acontece a partir das 18 horas, na rua Felipe Camarão, 677 (Bom Fim).
O livro, lançado em 2013, é considerado um clássico no gênero por apreciadores de artes gráficas e tem edição e ensaios da professora Susana Gastal sobre a obra de Vasques. O autor o define como um “balancete” de 40 anos de carreira fazendo quadrinhos, charges, caricaturas, cartuns, aquarelas e desenhos.
Quem desejar pode obter o livro autografado pelo autor, através dos Correios, mediante e-mail para edgar.vasques@gmail.com, enviando endereço para a entrega e obtendo os dados bancários para o depósito.
SERVIÇO:
Lançamento de “Desenhista Crônico” (149 pgs. R$ 50,00);
Local: Boutique/café “Nossa Cara”;
Dia 16: a partir das 18 horas;
Rua Felipe Camarão- 677 (Bom Fim).Justiça de Brasília mantém autorização para psicólogos aplicarem terapia de reorientação sexual
O juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, da 14ª Vara Federal de Brasília, decidiu tornar definitiva a decisão liminar (provisória) que havia proferido em setembro deste ano, autorizando psicólogos a atenderem eventuais pacientes que busquem terapia para mudar sua orientação sexual. A decisão garante aos psicólogos a “plena liberdade científica de pesquisa” para realizar estudos sobre transtornos psicológicos e comportamentais ligados à orientação sexual.
A ação popular foi aberta por três psicólogos que alegaram estarem sendo alvo de perseguição pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP). Segundo eles, por meio de uma resolução editada em março 1999, o CFP estaria tentando perseguir psicólogos que ofereçam terapia de reorientação sexual.
O texto da resolução proíbe os psicólogos de exercer qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, bem como de colaborar com eventos ou serviços que proponham o tratamento e a cura da homossexualidade. A determinação, segundo o CFP, baseia-se no entendimento da Organização Mundial de Saúde (OMS) de que a homossexualidade não é uma doença, um distúrbio, nem uma perversão.
Para os autores da ação popular que questiona a resolução, a iniciativa do CFP impede os psicólogos de atender eventuais pacientes que procurem ajuda para tentar reverter sentimentos ou comportamentos que lhes provoquem desconforto ou transtornos devido à orientação sexual. Eles alegam que a norma deixa como única alternativa de tratamento obrigar os pacientes a aceitar uma homossexualidade indesejada.
O juiz concordou com os argumentos. Ele afirmou que sua decisão de reduzir o alcance da resolução do CFP serve para que os psicólogos possam “exercer sua profissão de forma mais livre e independente”.
A decisão não revoga a norma, mas determina ao CFP “que se abstenha de interpretar a Resolução nº 001/1999, de modo a impedir psicólogos, sempre e somente se forem a tanto solicitados, no exercício da profissão, de promoverem os debates acadêmicos, estudos (pesquisas) e atendimentos psicoterapêuticos que se fizerem necessários à plena investigação científica dos transtornos psicológicos e comportamentais associados à orientação sexual egodistônica”.
Ele reforçou, no entanto, que qualquer terapia de reorientação sexual deve ser aplicada somente a quem a procura de forma voluntária, não devendo ser objeto de propaganda ou de oferta fora dos consultórios. “É evidente que o atendimento psicoterapêutico a pessoas em conflito com sua própria orientação sexual deve ser realizado de forma reservada, sem propagação (qualquer forma de propaganda), conforme já consignado na liminar, respeitando sempre o sigilo profissional, a vontade do paciente e, sobretudo, a dignidade da pessoa assistida”, diz a decisão desta sexta-feira.
Apesar de restringir o alcance da resolução do CFP, o juiz Waldemar Cláudio de Carvalho determinou que os processos disciplinares que o órgão conduz sobre o assunto não sejam interrompidos, nem tampouco revertidas eventuais sanções já aplicadas.
Da Agência BrasilIBGE: Brasil tem ¼ de sua população vivendo na linha de pobreza
Mais de 25 milhões de brasileiros, o equivalente a 25,4% da população, vivem na linha de pobreza e possuem renda familiar equivalente a R$ 387,07 – ou US$ 5,5 por dia, valor adotado pelo Banco Mundial para definir se uma pessoa é pobre.
Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 15/12, no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais 2017 – SIS 2017. Ela indica, ainda, que o maior índice de pobreza se dá na Região Nordeste do país, onde 43,5% da população se enquadram nessa situação e, a menor, no Sul: 12,3%.
A situação é ainda mais grave se levadas em conta as estatísticas do IBGE envolvendo crianças de 0 a 14 anos de idade. No país, 42% das crianças nesta faixa etária se enquadram nestas condições e sobrevivem com apenas US$ 5,5 por dia.
A pesquisa de indicadores sociais revela uma realidade: o Brasil é um país profundamente desigual e a desigualdade gritante se dá em todos os níveis.
Seja por diferentes regiões do país, por gênero – as mulheres ganham, em geral, bem menos que os homens mesmo exercendo as mesmas funções -, por raça e cor: os trabalhadores pretos ou pardos respondem pelo maior número de desempregados, têm menor escolaridade, ganham menos, moram mal e começam a trabalhar bem mais cedo exatamente por ter menor nível de escolaridade.
Um país onde a renda per capita dos 20% que ganham mais, cerca de R$ 4,5 mil, chega a ser mais de 18 vezes que o rendimento médio dos que ganham menos e com menores rendimentos por pessoa – cerca de R$ 243.
No Brasil, em 2016, a renda total apropriada pelos 10% com mais rendimentos (R$ 6,551 mil) era 3,4 vezes maior que o total de renda apropriado pelos 40% (R$ 401) com menos rendimentos, embora a relação variasse dependendo do estado.
Entre as pessoas com os 10% menores rendimentos do país, a parcela da população de pretos ou pardos chega a 78,5%, contra 20,8% de brancos. No outro extremo, dos 10% com maiores rendimentos, pretos ou pardos respondiam por apenas 24,8%.
A maior diferença estava no Sudeste, onde os pretos ou pardos representavam 46,4% da população com rendimentos, mas sua participação entre os 10% com mais rendimentos era de 16,4%, uma diferença de 30 pontos percentuais.
Desigualdade acentuada
No que diz respeito à distribuição de renda no país, a Síntese dos Indicadores Sociais 2017 comprovou, mais uma vez, que o Brasil continua um país de alta desigualdade de renda, inclusive, quando comparado a outras nações da América Latina, região onde a desigualdade é mais acentuada.
Segundo o estudo, em 2017 as taxas de desocupação da população preta ou parda foram superiores às da população branca em todos os níveis de instrução. Na categoria ensino fundamental completo ou médio incompleto, por exemplo, a taxa de desocupação dos trabalhadores pretos ou pardos era de 18,1%, bem superior que o percentual dos brancos: 12,1%.
“A distribuição dos rendimentos médios por atividade mostra a heterogeneidade estrutural da economia brasileira. Embora tenha apresentado o segundo maior crescimento em termos reais nos cinco anos disponíveis (10,9%), os serviços domésticos registraram os rendimentos médios mais baixos em toda a série. Já a Administração Pública acusou o maior crescimento (14,1%) e os rendimentos médios mais elevados”, diz o IBGE.
O peso da escolaridade
Os dados do estudo indicam que, quanto menos escolaridade, mais cedo o jovem ingressa no mercado de trabalho. A pesquisa revela que 39,6% dos trabalhadores ingressaram no mercado de trabalho com até 14 anos.
Para os analistas, “a idade em que o trabalhador começou a trabalhar é um fator que está fortemente relacionado às características de sua inserção no mercado de trabalho, pois influencia tanto na sua trajetória educacional – já que a entrada precoce no mercado pode inibir a sua formação escolar – quanto na obtenção de rendimentos mais elevados”.
Cresce percentual dos que não trabalham nem estudam
O percentual de jovens que não trabalham nem estudam aumentou 3,1 pontos percentuais entre 2014 e 2016, passando de 22,7% para 25,8%. Dados da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais 2017 indicam que, no período, cresceu o percentual de jovens que só estudavam, mas diminuiu o de jovens que estudavam e estavam ocupados e também o de jovens que só estavam ocupados.
O fenômeno ocorreu em todas as regiões do Brasil. No Norte, o percentual de jovens nessa situação passou de 25,3% para 28,0%. No Nordeste, de 27,7% para 32,2%. No Sudeste, de 20,8% para 24,0%. No Sul, de 17,0% para 18,7% e no Centro-Oeste, de 19,8% para 22,2%.
Ele atingiu, sobretudo, os jovens com menor nível de instrução, os pretos ou pardos e as mulheres e com maior incidência entre jovens cujo nível de instrução mais elevado alcançado era o fundamental incompleto ou equivalente, que respondia por 38,3% do total.
Pobreza é maior no Nordeste
Quando se avalia os níveis de pobreza no país por estados e capitais, ganham destaque – sob o ponto de vista negativo – as Regiões Norte e Nordeste com os maiores valores sendo observados no Maranhão (52,4% da população), Amazonas (49,2%) e Alagoas (47,4%).
Em todos os casos, a pobreza tem maior incidência nos domicílios do interior do país do que nas capitais, o que está alinhado com a realidade global, onde 80% da pobreza se concentram em áreas rurais.
Ainda utilizando os parâmetros estabelecidos pelo Banco Mundial, chega-se à constatação de que, no mundo, 50% dos pobres têm até 18 anos, com a pobreza monetária atingindo mais fortemente crianças e jovens – 17,8 milhões de crianças e adolescentes de 0 a 14 anos, ou 42 em cada 100 crianças.
Também há alta incidência em homens e mulheres pretas ou pardas, respectivamente, 33,3% e 34,3%, contra cerca de 15% para homens e mulheres brancas. Outro recorte relevante é dos arranjos domiciliares, no qual a pobreza – medida pela linha dos US$ 5,5 por dia – mostra forte presença entre mulheres sem cônjuge, com filhos até 14 anos (55,6%). O quadro é ainda mais expressivo nesse tipo de arranjo formado por mulheres pretas ou pardas (64%), o que indica, segundo o IBGE, o acúmulo de desvantagens para este grupo que merece atenção das políticas públicas.
Clube de Cultura promove Colônias de Férias para público infantil e juvenil em janeiro
O Clube de Cultura (Ramiro Barcelos 1853 – Bom Fim), tradicional espaço cultural e político de Porto Alegre, lançou, no mês de outubro passado, o Clubinho de Cultura que, agora, institui sua primeira Colônia de Férias de Verão.
A Colônia de Férias do Clubinho de Cultura promove, durante todo o mês de janeiro de 2018, em suas dependências, oficinas de teatro, artes visuais e dança para o público infantil e juvenil. Aula inicial e aberta será oferecida em cada modalidade. É necessário inscrição prévia pelo e-mail: clubinhodecultura@gmail.com
No dia 3 de janeiro, 14h às 17h, a atriz Nora Prado convida a garotada de 8 a 17 anos para praticar exercícios corporais, jogos dramáticos, técnicas de sensibilização, concentração e desinibição. As noções básicas de atuação para iniciantes proporcionam melhora na comunicação e expressão. Nas aulas seguintes, mediante matrícula, serão formados dois grupos, sempre das 14h às 17h: nas segundas-feiras, de adolescentes entre 13 e 17 anos e, nas quartas-feiras, de gurizada entre oito e 12 anos.
No dia 4 de janeiro, 14h às 16h, a artista plástica Ana Tedesco chama meninos e meninas de seis a 11 anos para terem noções de artes visuais. A aula experimental com entrada franca vai proporcionar uma tarde divertida entre cores, seres fantásticos e poesia. Depois, quem se cadastrar no workshop “Aquarela Divertida” terá aulas nas quintas-feiras, das 14h às 16h.
No dia 9 de janeiro, 16h às 17h, é a vez da “Dança Criativa para Crianças”. A bailarina e professora de dança Tânia Baumann recebe pequenos de seis a 11 anos para demonstrar como serão desenvolvidas, durante os encontros de terças-feiras das 16h às 17h, as brincadeiras com o corpo que estimulam a criatividade e a espontaneidade.
Serão oferecidos descontos para quem matricular mais de um aluno e também para os responsáveis por aqueles que participarem de mais de um curso.
Mais informações: clubinhodecultura@gmail.comJÁ tem reportagens finalistas no Prêmio ARI de Jornalismo
O jornal JÁ é finalista do 59º Prêmio ARI de Jornalismo, um dos mais importantes da imprensa gaúcha.
Na categoria Reportagem Econômica, concorre com o especial ‘Privatizações’, produzido pela equipe de jornalistas do jornal e edição de Elmar Bones. Traz informações sobre o Programa de Recuperação Fiscal que o governo do Rio Grande do Sul negocia com a União e que tem as privatizações como ponto central.
E na categoria Webjornalismo, com a série ‘Patrimônio Ameaçado’, assinada por Cleber Dioni Tentardini. O especial tem mais de 40 reportagens e 350 fotos e ilustrações sobre a Fundação Zoobotânica do RS.
A comissão julgadora, integrada por 40 jurados, da ARI e mercado, julgou 408 trabalhos, e 80 foram selecionados, cinco finalistas em cada categoria. O prêmio será entregue no dia 19, às 10h, no Auditório do Ministério Público do Rio Grande do Sul, na praça da Matriz.
Na oportunidade serão homenageados com o Troféu Antonio Gonzales de Contribuição à Imprensa o jornalista Flávio Tavares, o projeto do Grupo RBS Primeira Pauta e a Rádio da UFRGS na passagem dos 60 anos de fundação.
Finalistas
Categoria Reportagem Geral
BRUNA KARPINSKI – PROTAGONISMO FEMININO (ZH)
RODRIGO LOPES – RS NA MIRA DA CIA (ZH)
MICHELE FERREIRA – ENCARCERADOS – SÉRIE DE REPORTAGENS (Diário Popular)
RODRIGO LOPES – CONEXÃO FACINEPE-MEDELLÍN – O HOMEM DA FACULDADE DE PAPEL (ZH)
ISABELLA SANDER – ESSA TERRA É DE QUEM? (JC)
Categoria Jornalismo Esportivo Impresso
HENRIQUE RODRIGUES – REVOLUÇÃO INDUSTRIAL DE CRAQUES (CP)
SÉRGIO TRIBUTINI VILLAR – ESPORTE CLUBE SAUDADE (ZH)
RAFAEL PERUZZO – GUERREIRA DE DAR INVEJA (CP)
LEONARDO OLIVEIRA – OS 7 DE 77 (ZH)
ANDRÉ BAIBICH – À SOMBRA DA TRAGÉDIA: O RECOMEÇO DAS VIÚVAS DE CHAPECÓ (ZH)
Categoria Fotografia
MATEUS BRUXEL – FAMÍLIAS EXPULSAS PELO TRÁFICO E DESTRUIÇÃO DE CASAS SOB INVESTIGAÇÃO (DG)
PAULO CESAR LANGARO – DEIXOU DE SER BRINQUEDO E VIROU PROBLEMA (Jornal NH)
CARLOS QUEIROZ – ENCARCERADOS – SÉRIE DE REPORTAGENS (Diário Popular)
CARLOS DANIEL MACEDO – A ILHA QUE O MUNDO ESQUECEU (ZH)
CARLOS DANIEL MACEDO – NÃO É O TAMANHO QUE MEDE A VIDA (ZH)
Categoria Planejamento Gráfico
PAOLA GANDOLFO – ESPECIAL PAULO SANTANA (ZH)
PEDRO DREHER – CORREIO DO POVO RURAL (CP)
MELINA GASPERINI – CADERNO VIDA – (ZH)
THAIS LONGARAY – OS MAIORES DESASTRES AMBIENTAIS (ZH)
MELINA GALLO – REDESENHO DO CADERNO DOC (ZH)
Categoria Charge
GILMAR DE OLIVEIRA FRAGA – PAUTA POSITIVA (ZH)
SANTIAGO – VISITA GUIADA (Jornal Extra Classe)
CELSO SCHRÖDER – MINISTÉRIOS (CP)
ALEXANDRE DE OLIVEIRA – ODEBRECHT (DG)
SANTIAGO – FEIRA DA INFÂMIA (Jornal Extra Classe)
Categoria Reportagem Econômica
PRIVATIZAÇÕES (JÁ)
GUILHERME DAROIT – SÉRIE RUMOS DA INDÚSTRIA (JC)
FLAVIA BEMFICA – MAIS EMPREGO (CP)
MAUREN XAVIER – REFUGIADOS: ADIADO O SONHO BRASILEIRO (CP)
ITAMAR MELO – EM HARMONIA COM A NATUREZA (ZH)
Categoria Crônica
PAULO GERMANO – O PIOR COMUNICADOR DO MUNDO (ZH)
PAULO RICARDO CUNHA MENDES – O GURI DE CARUARU (CP)
CLÁUDIA LAITANO – O NOSSO 11 DE SETEMBRO – (ZH)
LIBERATO VIEIRA DA CUNHA – PRA TUDO DEUS DÁ UM JEITO (Jornal do Povo LTDA)
RODRIGO LOPES – CARTA A ALBA, TEREZA E FAMÍLIA – (ZH)
Categoria Reportagem Cultural
MOACIR FRITZEN – FÜR IMMER (PARA SEMPRE) (Jornal NH)
WILLIAM RODRIGUES – ONDE O METAL GAÚCHO FOI FORJADO (Doc ZH)
FABIO PRIKLADNICKI – VAIADO HOJE, APLAUDIDO AMANHÃ (Doc ZH)
ALEXANDRE LUCCHESE – COMO NASCE UMA GAITA (Doc ZH)
LETICIA PACHECO – OS REFÚGIOS DE BELCHIOR (Gazeta do Sul)
Categoria Webjornalismo
CLEBER TENTARDINI – PATRIMÔNIO AMEAÇADO (JÁ)
NAIRA HOFMEISTER – NOS TRIBUNAIS, OS XIKRIN ESTÃO VENCENDO A VALE (Agência Pública)
GABRIELLE DE PAULA – CATADORES DE SUSTENTO E CIDADANIA (ANÚ – Laboratório de Jornalismo Social)
CARLOS ROLLSING – PERIGO NO PRATO (ZH)
RODRIGO LOPES – A TRAVESSIA (ZH)
Categoria Televisão Geral
NATHALIA FRUET – EDUCAR PARA MUDAR (RBS)
LISELE VELOSO – TVE REPÓRTER OCUPAÇÕES – OS CAMINHOS NA BUSCA POR MORADIA (TVE)
LUCIANE KOHLMANN – NOVOS IMIGRANTES VEM AO RIO GRANDE DO SUL EM BUSCA DE TRABALHO (SBT)
JONAS CAMPOS – TÚNEL DO PRESÍDIO CENTRAL (RBS )
ANDREI ROSSETTO – JOVENS ENGANADOS POR FALSOS EMPRESÁRIOS ERAM TRATADOS COMO ESCRAVOS (SBT)
Categoria TV Esportivo
FERNANDO BECKER – GRÊMIO – 20 ANOS DO BI-CAMPEONATO BRASILEIRO (RBS)
KELLY COSTA – ATLETA PARALÍMPICA SUPERA EXPECTATIVA DE VIDA E MIRA EM OLIMPÍADA DE 2020 (RBS )
ALICE BASTOS NEVES – JOGA COM A GENTE (RBS)
GLAUCO PASA – INTER: 10 ANOS DO MUNDIAL (RBS)
ROBERTO CABRAL AZAMBUJA – JOGA QUE NEM MULHER (RBS)
Categoria Radiojornalismo Geral
JOSÉ RENATO RIBEIRO – FÁBRICA DE CONSIGNADOS (Rádio Cachoeira)
EDUARDO MATOS – FRAUDE DO LIXO (Rádio Gaúcha)
CID MARTINS – CERCO AOS NEONAZISTAS (Rádio Gaúcha)
CID MARTINS – ATAQUE AO EXTREMISMO (Rádio Gaúcha)
JOSÉ RENATO RIBEIRO – GOLPE DO LUCRO FÁCIL (Rádio Cachoeira)
Categoria Radiojornalismo Esportivo
DIOGO ROSSI – TO’S: PAIXÃO ALÉM DO FUTEBOL (Rádio GreNal)
EDUARDO GABARDO – CARAVANA DA RESISTÊNCIA – (Rádio Gaúcha)
EDUARDO MATOS – A MAIOR TRAGÉDIA DO ESPORTE MUNDIAL (Rádio Gaúcha)
RODRIGO OLIVEIRA – CASO VICTOR RAMOS – A COBERTURA DE UMA AUDIÊNCIA HISTÓRICA PARA O FUTEBOL BRASILEIRO (Rádio Gaúcha)
ALESSANDRO DI LORENZO – VAMO, VAMO, CHAPÊ…… (Rádio Band News)
Categoria Jornalismo Universitário Impresso
AMANDA HAMERMÜLLER – SEXTANTE 2017/1 (Fabico – UFRGS)
CARLA RODRIGUEZ – MENINAS DA FASE (UNIRITTER)
ÉVILIN CAMPOS – DO OUTRO LADO DAS GRADES (UNIRITTER)
LUANA SILVA DA CRUZ – O QUE HÁ DE DIFERENTE? (Fabico – UFRGS)
EDUARDO BRUSCH MÜLLER – UM PARAÍSO AMEAÇADO PELO LIXO (UNIRITTER)
Categoria Telejornalismo Universitário
WAGNER PEDROSO DE ABREU – O GRITO DE DESIGUALDADE (Fac. São Francisco de Assis)
AMANDA FARIAS HAMERMÜLLER – MODA E SAÚDE MENTAL (Fabico – UFRGS)
JULIANO ROSA DE CASTRO – DEPOIS DA KISS (UFSM)
ISADORA DUARTE DA SILVA – A ESPERA POR DESAPARECIDOS (Fabico – UFRGS)
MARCELA BARBOSA BAIGORRA – A ROTINA DA ESPERANÇA (UNIRITTER)
Categoria Radiojornalismo Universitário
EDUARDO PINZON – MARCADAS PELA DOR: RELATOS SOBRE VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA (Famecos – PUCRS)
FELIPE GOLDENBERG COELHO – SOMOS TÃO JOVENS: 36 ANOS DE HIV (Fabico – UFRGS)
EDUARDO PINZON – ILHA DA PINTADA: ONDE NEM TUDO É BÁSICO (Famecos – PUCRS)
ANA CRISTINA HOFFMANN AZEREDO – RECICLAGEM DE BRINQUEDOS (UNIRITTER)
BRENDA RODRIGUES FERNÁNDEZ – A DIVERSIFICAÇÃO DA PRODUÇÃO DE FUMO EM SANTA CRUZ DO SUL (Famecos – PUCRS)
Categoria Webjornalismo Universitário
RAFAEL DA SILVA PEREIRA – DOZE34 (ULBRA)
ANA CAROLINA OLIVEIRA PINHEIRO – REFUGIADOS DA NOVA PONTE DO GUAÍBA (UNIRITTER)
ALINE EBERHARDT RODRIGUES – DESAFIOS DO MOVIMENTO AMBIENTALISTA GAÚCHO (UNIRITTER)
CAROLINA ZENI – INCLUIR PARA TRANSFORMAR (UNISINOS)
ANA CRISTINA HOFFMANN AZEREDO – ELES ESTÃO MORRENDO (UNIRITTER)



