
Das 11h às 12h será realizada a mesa redonda “A pesquisa em cultura pop e quadrinhos – trajetórias, experiências e desafios para o campo de estudos”, com Iuri Reblin e Larissa Becko e mediação de Társis Salvatore. A entrada é franca.








Nesse sábado, 4 de maio, às 11h30, o Quinteto Persch – formado pelos acordeonistas Adriano Persch, André Machado, Daniel Castilhos, Ezequiel de Toni e Rodrigo Persch – apresenta-se na série Concertos Capitólio. Serão interpretados arranjos de composições de Radamés Gnattali (1906-1988), Astor Piazzolla (1921-1992), Aram Khachaturian (1903-1978) e Claudio Santoro (1919-1989).
A apresentação ocorre na Cinemateca Capitólio, que fica na Rua Demétrio Ribeiro, 1085, no Centro Histórico de Porto Alegre. Os ingressos custam R$20 (inteira) e R$10 (meia entrada).
O Quinteto Persch iniciou suas atividades em 1999, em Porto Alegre, tendo como objetivo difundir o acordeon através da música de câmara, demonstrando sua versatilidade e oportunizando a exploração do instrumento no repertório de música erudita. Em 2019, completa vinte anos de atividades ininterruptas, sendo um dos grupos pioneiros no país com essa formação instrumental e proposta artística.
Concertos Capitólio
Acordeonistas Adriano Persch, André Machado, Daniel Castilhos, Ezequiel de Toni e Rodrigo Persch
Dia 4 de maio, sábado, 11h30
Arranjos de composições de Gnattali, Piazzolla, Khachaturian e Santoro
Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia entrada)
Local: Rua Demétrio Ribeiro, 1085 (Centro Histórico de Porto Alegre)
O cantor e compositor Daniel Debiagi, recentemente vencedor do Prêmio Açorianos de Música na categoria Melhor Intérprete Pop, se apresenta no projeto Chapéu Acústico, dia 30 de abril (terça-feira), às 19h, na Biblioteca Pública do Estado (BPE). Em duo com o pianista Jackson Spindler, o músico mostra espetáculo inédito, que mescla canções de seu álbum autoral “Sem Chover em Teus Olhos” com trabalhos anteriores, como “Especial Maysa” e clássicos da música francesa. O evento tem contribuição espontânea.
Daniel Debiagi lançou em Paris (França) show em tributo à cantora Maysa, “Só na multidão”, em 2016, quando fez temporada em Porto Alegre. Em 2015 venceu o 8º Festival da Canção Francesa, na capital gaúcha e foi vice-campeão no Rio de Janeiro, na etapa nacional. Gravou em 2013, seu primeiro trabalho autoral, “Drama-Flor”, EP com seis faixas. Seu primeiro CD teve show de lançamento no Salão de Atos da UFRGS, em dezembro de 2018. Foi o ganhador do Prêmio Açorianos de Música 2019, na categoria Melhor Intérprete Pop, por seu disco de estreia, “Sem Chover em Teus Olhos”. O artista é um cantor performático, que busca inspiração no teatro para subir aos palcos, tendo participado de espetáculos cênicos e musicais, como “Ay Mi Amor!”, “Cabaré Veneno” e “Os Insepultos”.

CHAPÉU ACÚSTICO
Realizado conjuntamente pelo produtor Marcos Monteiro e Biblioteca Pública do Estado (BPE) – instituição da Secretaria da Cultura do Estado do RS – o projeto vem, desde setembro de 2016, movimentando o Salão Mourisco, com performances de grandes nomes do cenário musical gaúcho, entre instrumentistas de formação jazzística e cantores (as). A ideia surgiu da vontade de desenvolver atividades musicais sem depender de verba pública ou privada, com a parceria de artistas profissionais, dispostos a movimentarem a cena artística. A ação se dá sem cobrança de ingressos, usando o chapéu como forma de arrecadação, como acontece nas performances de rua, destinada aos músicos.
SERVIÇO:
Datas: 30 de abril de 2019 (terça-feira).
Hora: a partir das 19h.
Local: Biblioteca Pública do Estado/BPE-RS (Riachuelo, 1190).
No ano em que comemora seus 15 anos, o seminário “O Divã e a Tela” dará início a programação de 2019 trazendo para a discussão o road movieThelma & Louise, de Ridley Scott. Destacado como um clássico do diretor e do cinema, o filme tem como protagonistas as atrizes Geena Davis (Thelma) e Susan Sarandon (Louise), interpretando duas amigas insatisfeitas com suas vidas, que resolvem viajar durante um fim de semana em busca de liberdade e diversão. Nesta noite de retomada da programação do seminário, os psicanalistas Robson de Freitas Pereira e Enéas de Souza conduzirão os debates em torno da obra apontada como feminista e, também, como uma crítica à sociedade patriarcal.
Mulher forte e decidida, Louise é uma garçonete e mora sozinha. Ao decidir viajar com a amiga, Thelma, uma dona de casa submissa ao marido, que pouco lhe dá atenção, deixa apenas um bilhete informando sobre a viagem. Na primeira parada, um bar onde todos se divertem e dançam, Thelma se embriaga e cai nas mãos de um homem que a leva para “tomar um ar”. Louise sente a falta da amiga e, quando a encontra, ela está prestes a ser estuprada. De posse da arma que Thelma havia pego nos pertences do marido, Louise dá um tiro no peito do agressor. A partir daí, elas passam a viver uma série de contratempos e situações controversas, que resultam em uma perseguição polícial. Mas, elas seguem em frente, em direção àfronteira com o México, atravessando o deserto e enfrentando seu destino. Para um fim de semana que pretendia ser de exercício da liberdade e da diversão, a vida havia lhes reservado um perigoso jogo de desafios.
Thelma & Louise é visto como um marco no cinema feminista, ganhou vários prêmios, entre eles o Oscar e o Globo de Ouro de melhor roteiro original para Callie Khouri. O elenco secundário traz Harvey Keitel, Michael Madsen e Brad Pritt, e seu primeiro papel de destaque no cinema. Em 2016, o filme foi escolhido por integrantes da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos para preservação no National Film Registry por considerá-lo “cultural, histórico ou esteticamente significativo”.
O seminário O Divã e a Tela é uma programação mensal que acontece nas sextas-feiras na Associação Psicanalítica de Porto Alegre (APPOA). Os encontros promovem o debate e a troca de ideias entre os apreciadores do cinema e das artes.
Mais informações: fone: (51) 3333.2140 e www.appoa.com.br
O próximo dia 27 de abril (sábado) será especial para a exposição Adelitas, de Cinthya Verri. O auditório do Memorial do RS receberá a neta de Emiliano Zapata, Margarita Zapata, para falar sobre seu avô Emiliano Zapata, as Soldaderas e o feminismo em tempos de paz e de revolução. Também presente no debate, a ex-deputada federal Manuela D’Ávila.
A mostra registra em pinturas, vídeos e mosaicos a produção de Cinthya Verri inspirada nas Adelitas (ou Soldaderas), mulheres que tomaram de armas no início do século 20 para lutarem pela Revolução Mexicana (1910).

Além disso, será apresentado vídeo com a entrevista que Cinthya fez com Margarita no ano passado, na Cidade do México, durante o processo criativo de Adelitas. Também será lançado um caderno de imagens com o registro da viagem de 2018.
Margarita Zapata é veterana as Revolução Sandinista e ex-vice-presidente da Internacional Socialista (2000-2008). Em 2011, ela foi nomeada embaixadora itinerante da Nicarágua.
SERVIÇO:
O QUE: debate com Margarita Zapata sobre seu avô Emiliano Zapata e feminismo em tempos de guerra e paz. O evento acontece dentro da exposição Adelitas, da gaúcha Cinthya Verri. Também presente no debate, a ex-deputada Manuela D’Ávila
QUANDO: 27 de abril (sábado), às 15 h
ONDE: no Auditório Oswaldo Goidanich do Memorial do Rio Grande do Sul – Rua 7 de Setembro, 1020 – Praça da Alfândega
QUANTO: gratuito
Exposição Adelitas, de Cinthya Verri
Memorial do Rio Grande do Sul – 2° andar
Rua 7 de Setembro, 1020 – Praça da Alfândega
Contatos: memorial@sedactel.rs.gov e (51) 32247159
Exposição
De 9 de março a 28 de abril – Horários: de terças a sábados, das 10h às 18h, e aos domingos, das 13h às 17h
Max Sudbrack (piano) e Matheus Pasquali (baixo acústico) mesclam irreverência e criatividade, em um repertório de clássicos do jazz, do rock e da música popular brasileira, além de temas autorais, em ”Kind of Duo”. Com linguagem jazzística, o show será atração do projeto Chapéu Acústico, no dia 23 de abril (terça-feira), a partir das 19h, na Biblioteca Pública do Estado (Riachuelo, 1190). A entrada se dá mediante contribuição espontânea.

Esse é o resultado desse encontro feliz e oportuno entre dois músicos e amigos que estão há anos desenvolvendo um trabalho musical sólido e consistente na cena musical porto-alegrense. O repertório vai de Kurt Cobain a Tom Jobim, incluindo standards do jazz, temas autorais dos dois músicos, bossas e clássicos do rock, adaptados para o formato duo. Após tocarem com nomes como Jorginho do Trompete, Pedro Tagliani (Raiz de Pedra), Kula Jazz, entre outros, Max Sudbrack e Matheus Pasquali decidiram apostar no trabalho autoral em formato compacto, revisitando obras dos mais variados gêneros no formato jazzístico. Em março último a dupla lançou seu primeiro EP, com quatro temas autorais.
MAX SUDBRACK
O músico de 30 anos se iniciou no piano erudito aos 6. A partir de 2011 criou projetos como: Kula Jazz, Kind of Blue com Jorginho do Trompete Quarteto, Cine Floyd e Sopro Cósmico. Paralelamente, participa de outros grupos: Mr. Jethro (Jethro Tull Cover), Roadhouse Band (The Doors Cover), Allseeone (MPB autoral ) e Kind of Duo (jazz).
Em 2011 fez concerto no Foyer Nobre do Theatro São Pedro, tocando obras virtuosas de Beethoven, Tchaikovsky e Chopin. Em 2014 lançou o disco “Outono Psicodélico” da Sopro Cósmico e no ano seguinte, “Kula Jazz”. Em 2018 lançou quatro EPs solos: “O Monstro”, “Kind of Duo”, “Ministério da Fritura” e “Window of Reflection”.
CHAPÉU ACÚSTICO
Realizado conjuntamente pelo produtor Marcos Monteiro e Biblioteca Pública do Estado (BPE) – instituição da Secretaria da Cultura do Estado do RS – o projeto vem, desde setembro de 2016, movimentando o Salão Mourisco, com performances de grandes nomes do cenário musical gaúcho, entre instrumentistas de formação jazzística e cantores (as). A ideia surgiu da vontade de desenvolver atividades musicais sem depender de verba pública ou privada, com a parceria de artistas profissionais, dispostos a movimentarem a cena artística. A ação se dá sem cobrança de ingressos, usando o chapéu como forma de arrecadação, como acontece nas performances de rua.
SERVIÇO:
Datas: 23 de março de 2019 (terça-feira).
Hora: a partir das 19h.
Local: Biblioteca Pública do Estado/BPE-RS (Riachuelo, 1190).
Informações: Na BPE-RS, pelo telefone (51) 3224-5045 ou com o produtor, Marcos Monteiro, via e-mail duearth@terra.com.br.
A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) apresenta o primeiro recital da Série Música de Câmara 2019 no dia 21 de abril, domingo, às 16h. O Auditorium Tasso Corrêa (ATC), órgão vinculado ao Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), será pela primeira vez palco da iniciativa. A atração será o Quinteto para Clarinete e Cordas, formado pelos músicos da Ospa Leonardo Mateus Bock (violino), Brigitta Calloni (violino), Martina Ströher (violoncelo) e Diego Grendene de Souza (clarinete), acompanhados pela violista Hella Frank, professora do Instituto de Artes da UFRGS. Os instrumentistas compartilham o interesse pela música e já atuaram em outros grupos e formações camerísticas, tendo adquirindo experiência em performances de concerto. No repertório, obras para a formação de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), Carl Maria von Weber (1786-1826) e do brasileiro Liduíno Pitombeira (1962-). A entrada é franca.
Sobre o repertório
O recital desta tarde inicia com a obra “Xingu”, do compositor brasileiro Liduino Pitombeira. Suas composições já foram executadas por diversas orquestras e grupos de música de câmara, incluindo o Quinteto de Sopros da Filarmônica de Berlim. Na sequência, os instrumentistas apresentam o movimento “Fantasia”, do “Quinteto para Clarinete e Cordas, Op. 34“ de Carl Maria Von Weber. A peça foi escrita em homenagem a amizade do compositor com o clarinetista Heinrich Baermann. Von Weber foi um dos mais reconhecidos nomes do romantismo musical alemão. Para encerrar, os músicos executam uma das mais admiradas peças para a formação de Wolfgang Amadeus Mozart: o “Quinteto para Clarinete e Cordas, em Lá Maior, K. 581”. A obra foi escrita em 1789 para o clarinetista Anton Stadler.
Sobre a Fundação Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e a Série Música de Câmara
A Fundação Ospa é um complexo musical-educativo que, desde 1950, realiza um trabalho de difusão da música orquestral e formação de plateias no RS. Vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, mantém a orquestra, um coro sinfônico e uma escola de música – o Conservatório Pablo Komlós. Nas suas mais recentes temporadas, a agenda da Ospa tem contemplado em torno de 80 apresentações anuais, atingindo um público aproximado de 60 mil gaúchos a cada ano.
A série Música no Museu foi criada em 2016 para institucionalizar a presença da música de câmara na programação da orquestra. Ela leva ao público repertórios para formações menos numerosas e adaptações, além da produção de compositores que escrevem especificamente para essas formações. A atual edição é realizada em parceria com o Memorial do rio Grande do Sul.

Recital da Ospa no Auditorium Tasso Corrêa – Série Música de Câmara
Quando: 21 de abril, domingo
Horário: 16h
Local: Auditorium Tasso Corrêa (Rua Senhor dos Passos, 248 – Centro)ENTRADA FRANCA
PROGRAMA
Liduíno Pitombeira: Xingu
I. Feast in the Tribe
II. The Moon
III. The Old Wizard´s Dance)
Carl Maria von Weber: Fantasia
Wolfgang Amadeus Mozart: Quinteto para Clarinete e Cordas, em Lá Maior, K. 581
I. Allegro
II. Larghetto
III. Menuetto
IV. Tema com Variazione – Allegretto
Apresentação: Quinteto para Clarinete e Cordas, formado pelos músicos Leonardo
Mateus Bock (violino), Brigitta Calloni (violino), Hella Frank (viola), Martina Ströher (violoncelo) e Diego Grendene de Souza (clarinete).