
O compositor Sérgio Rojas é o músico convidado para encerrar as comemorações da semana do aniversário de Porto Alegre. O show será no domingo, 31, às 21h, no Teatro Renascença (av. Erico Veríssimo, 307). A entrada é franca.
Natural de Uruguaiana, mas morando há 40 anos em Porto Alegre, Rojas celebra o acolhimento da cidade com inúmeras composições em sua homenagem. Entra as mais conhecidas está Pequena Canção Para Porto Alegre, música que evidencia a vivência entre as belezas da cidade e que abrirá o show. Além de canções autorais, que mesclam milongas com o pop/rock argentino, Rojas prepara uma homenagem para os porto-alegrenses ilustres como Elis Regina, Túlio Piva e Lupicínio Rodrigues.
Sérgio Rojas, voz e violão, vem acompanhado de Diogo Barcelos no piano acústico, Dhouglas Umabel no violino e Guilherme Goulart na percussão. Além disso, a banda conta com um convidado especial, Jorginho do Trompete – músico que integra a Banda Municipal de Porto Alegre.
SERVIÇO:
Show Sérgio Rojas Especial – Encerramento da Semana de Porto Alegre
Domingo, 31, às 21h
Teatro Renascença – Centro Municipal de Cultura – ( Av. Erico Veríssimo, 307, Azenha)
Entrada franca
Autor: da Redação
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Apresentação de Sergio Rojas encerra as comemorações musicais da Semana de Porto Alegre
Apresentação de Sergio Rojas acontece no Teatro Renascença. Foto: Marcos Monteiro/Divulgação -
"Sobre Nós” revisita clássicos de Tchekhov , no Teatro Carlos Carvalho
O espetáculo “Sobre Nós”, que traz uma versão contemporânea dos clássicos do dramaturgo russo Anton Tchekhov, estreia na próxima semana no teatro Carlos Carvalho da Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ). De 5 a 28 de abril, toda sexta, sábado e domingo às 20h, o público poderá assistir a peça que é inspirada nas obras: “A Gaivota”, “As Três Irmãs” e “O Jardim das Cerejeiras”. O grupo que estreou em dezembro na Cia. Stravaganza através da formação do Lab Cênico Leo Maciel, agora constitui o Coletivo Gaivota para seguir dando vida a obra.
Os Ingressos já estão a venda online com valores que variam entre R$ 15 (meia-entrada), R$ 30 (inteira) e R$ 50 (plateia VIP). As entradas também poderão ser compradas uma hora antes do espetáculo direto na bilheteria do teatro. A temporada na CCMQ será possível através da chamada pública para ocupação dos teatros. Para acompanhar o grupo e novidades basta seguir a página do espetáculo no Facebook ou no Instagram.
A trama
Partindo dos textos de Tchekhov a peça apresenta um paralelo dos clássicos com a vida cotidiana. Os anseios sociais e políticos atuais atravessam as figuras que buscam por algum lugar e terminam por encontrar a inexistência dele, mantendo a poesia melancólica potente do autor. Como no Tetris, jogo criado nos anos 80 na Rússia, a trama acontece através de um conjunto de fragmentos que se encaixam dando uma possibilidade contemporânea de leitura sobre quais são as questões que nos afetam hoje. Qual é a “sua Rússia”?
A criação
O espetáculo “Sobre Nós” é o resultado do encerramento da sétima edição do Laboratório Cênico comandado pelo diretor Leo Maciel. O processo de criação de todo o espetáculo se dá através de experimentação de possibilidades artísticas dos alunos/ atores através de exercícios cênicos e estímulos vindos do diretor e da bagagem de vida que os participantes trazem. Dessa forma, toda a produção foi uma criação coletiva que se tornou, ao fim de tudo, um espetáculo colaborativo. O grupo estreou em dezembro de 2018 com duas apresentações na Cia. Stravaganza e agora volta como Coletivo Gaivota para a segunda temporada.

Foto: Tom Peres/ Divulgação SERVIÇO:
Temporada “SOBRE NÓS”: De 5 a 28 de abril
Sextas, sábado e domingo às 20h
Teatro Carlos Carvalho – Casa de Cultura Mario Quintana
Ingressos online de R$ 15 (meia-entrada), R$ 30 (inteira), R$ 50 (plateia VIP)
Fotos: Tom Peres
Vídeo teaser: http://youtu.be/-6LAsnMcLAE
Duração: 75 minutos
Classificação: 12 anos.
Ficha Técnica:
Direção: Leo Maciel
Elenco: Aline Armani, Felipe Evangelista, Guilherme Fraga, Jaques Machado, Juliana Sixel, Lincoln Speziali e Natalia Lavratti.
Preparação corporal/coreografia: Angela Spiazzi
Produção: Jaques Machado
Design de luz: Ricardo Vivian
Operadora de som: Manu Goulart
Figurinos, Maquiagem e Cabelos: Valquiria Cardoso
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Trio Marília realiza viagem musical de blues, jazz e rock, no Chapéu Acústico
Quem abre o Chapéu Acústico de abril, no dia 2, a partir das 19h, na Biblioteca Pública do Estado (BPE) é o Trio Marília, formado pelo vulcão vocal de Marília; a guitarra potente, precisa e elegante de Marcelo Truda e o ícone do rock gaúcho King Jim, com sua irreverência e musicalidade no sax. O repertório abrange Rolling Beatles, Stones, B. B. King, David Bowie e Carole King, entre muitos outros. O show tem contribuição espontânea.
Dona de uma voz eclética, Marília interpreta com a mesma qualidade e intensidade um repertório abrangente, que vai dos clássicos do blues e jazz ao rock. No começo de sua vida artística, atuou em diversos bares e cafés da Europa e retornando ao Brasil, despertou a atenção de profissionais da área. Foi vocalista da Harlem’s Club Band por 4 anos e fez dupla com o lendário baixista Flávio Chaminé. Logo em seguida, fez parceria com o guitarrista Marcelo Truda e depois formou a banda de Blues Congo Blue.
Músico experiente e talentoso, Marcelo Truda é considerado por muitos no meio artístico, como um dos mais importantes guitarristas do Brasil. Foi fundador da cultuada banda de rock Taranatiriça, no início dos anos 80. A qualidade de sua guitarra pode ser ouvida em diversas participações de bandas como: De Falla, Geraldo Flach, Cidadão Quem e Robô Gigante.
Músico fundador do grupo Garotos da Rua, King Jim tem 40 anos de trajetória em vários setores artísticos e culturais do cenário nacional. Coordenou o Instituto Estadual de Música (IEM) de 2006 a 2010. Produtor radiofônico, passou pela Rádio Ipanema, dentre outras. Fundou recentemente o trio Los 3 Plantados, que chama atenção para a necessidade da doação de órgãos.
CHAPÉU ACÚSTICO
Realizado conjuntamente pelo produtor Marcos Monteiro e Biblioteca Pública do Estado (BPE) – instituição da Secretaria da Cultura do Estado do RS – o projeto vem, desde setembro de 2016, movimentando o Salão Mourisco, com performances de grandes nomes do cenário musical gaúcho, entre instrumentistas de formação jazzística e cantores (as). A ideia surgiu da vontade de desenvolver atividades musicais sem depender de verba pública ou privada, com a parceria de artistas profissionais, dispostos a movimentarem a cena artística. A ação se dá sem cobrança de ingressos, usando o chapéu como forma de arrecadação, como acontece nas performances de rua.
SERVIÇO:
Datas: 2 de abril de 2019 (terça-feira).
Hora: a partir das 19h.
Local: Biblioteca Pública do Estado/BPE-RS (Riachuelo, 1190).
Informações: Na BPE-RS, pelo telefone (51) 3224-5045 ou com o produtor, Marcos Monteiro, via e-mail duearth@terra.com.br.
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"ELAS" leva ao palco as diferentes faces e papéis da mulher contemporânea
Cinco mulheres se encontram em um espaço-tempo permeado por fragmentos de imagens, sons e sensações. ELAS se identificam, se distinguem e se reconhecem em imagens refletidas. Partindo de uma pesquisa sobre a poética da performance, o diretorEverson Silva recria uma linguagem de sonho. O som se transforma em ação e a fala se confunde com a luz. ELAS evocam suas ancestrais, arquétipos e signos como forma de reverem, deglutirem e se libertarem. Com a performance teatral ELAS, a Nós – Cia. de Teatro dá continuidade à pesquisa sobre a linguagem cênica – desenvolvida nas montagens Homem in Vitro (2007), DentroMundo (2008), Ser de Dentro (2015) e Nós, Os Outros (2017) -, criando um espetáculo que parte de repertório, biografias, e anseios de cinco atrizes, num processo de investigação e criação coletiva.
Com citações de Fernanda Bastos e dramaturgia de Everson Silva,ELASrealiza sua primeira temporada na Sala Álvaro Moreyra, em Porto Alegre, de 5 a 28 de abril, de sexta a domingo, às 20h. No palco, Kacau Soares, Leticia Kleemann, Paula Cardoso, Raquel Tessari e Val Barcellos dão vida e voz a estas mulheres, que se identificam, se distinguem e se reconhecem em imagens refletidas na água, a qual surge como um sexto elemento na cena. A cada apresentação, a abertura do espetáculo é realizada por uma artista local (veja programação ao final), com o fim de potencializar as interpretações que o público pode ter da encenação, bem como possibilitar o reconhecimento da produção local.
ELAS é uma performance teatral que possibilita às atrizes da Nós – Cia. de Teatro estarem em processo de pesquisa sobre a sua condição de mulheres artistas na sociedade e sobre seu estado de presença cênica, a partir das suas emoções e do seu entorno. Além das poesias de Fernanda Bastos, o espetáculo é constituído de manifestos, cenas entrecortadas e textos autorais. O processo de criação foi permeado pela influência das obras de autoras como Ryane Leão, Roselee Goldberg, Angela Davis, Conceição Evaristo, Clarissa Pinkola Estés, bem como de Robert A. Johnson e de Renato Nogueira.
A performance teatral ELAS tem por objetivos fortalecer o grupo de mulheres artistas da companhia Nós, apresentar a todos públicos uma obra singular em que se possa reconhecer, por meio das histórias particulares de cada atriz, os papéis fundamentais que as mulheres desempenham na sociedade, e, finalmente, realizar um espetáculo no qual as mulheres se sintam representadas. A peça é uma forma de as mulheres se perceberem e se colocarem mais fortes; uma forma poética e carinhosa de se dizer que estão juntas, comenta a atriz Paula Cardoso.
Processo de criação
O processo de construção da performance teatral ELAS foi calcado no trabalho com as emoções das atrizes, transformando em cena suas habilidades artísticas, seus repertórios e desassossegos, através de uma metodologia de experimentação que permite a emergência do imaginário. Portanto, ELAS se constitui como um trabalho de pesquisa que transforma em cena o registro emocional de Kacau Soares, Letícia Kleemann, Paula Cardoso, Raquel Tessari e Val Barcellos.
O desejo do diretor Everson Silva é apresentar ao público um trabalho autoral e, sendo assim, único, trazendo os aspectos do feminino à pesquisa da companhia Nós, sobre as linguagens do teatro, da dança e da poesia. Deste modo, o processo de criação foi orientado no sentido de expor as memórias e os registros que cada uma destas mulheres. O processo de construção de ELAS pretendeu estabelecer um espaço de criação artística no qual fosse possível ouvir a música de cada um dos corpos envolvidos mesmo que ela não soasse para todas. Ou seja, através dos elementos da realidade, construiu uma atmosfera de uma realidade poética, buscando brechas na dureza do cotidiano para um fôlego de liberdade e criação artística.
Para Kacau Soares, o teatro a faz sentir-se viva e o espetáculo a faz sentir-se livre, sendo uma forma de ajudar a sarar a sua vivência com o feminino. Nesse sentido, ELAS, como se fosse um sonho (que refaz e desfaz os elementos cotidianos), quer expressar a vida em arte, representar as conexões possíveis entre o ser humano, neste caso, mulheres e o seu lirismo.
– O espetáculo não quer representar as mulheres de forma generalizante ou falar de todas formas de ser mulher ou de se vivenciar a feminilidade. ELAS pretende ser uma performance que dialoga com todos os públicos, sugerindo nuances do que possa ser mulher na perspectiva das intérpretes, bem como refletir sobre quais papéis são dados às mulheres ao longo da história ocidental, explica Everson Rodrigues. – A fragilidade da menina, o amor da mãe, a abnegação da santa, a sabedoria da anciã; a histeria da louca, o despeito da Mulambo, a liberdade da artista estão representadas de forma poética dentro de uma estrutura dramatúrgica que utiliza as linguagens do teatro, da dança e da poesia, observa o diretor.
Desta forma, ELAS quer provocar a empatia do público geral e um sentimento de representatividade entre as mulheres. Acredita-se que o público feminino se reconheça nos traços dessas mulheres. Para Raquel Tessari, este reconhecimento pode ajudar a criar entre as mulheres uma fortaleza, ampliando o círculo feminino, na medida em que se ver nas situações da outra pode produzir um sentimento de pertencimento a um todo maior.
A água é o elemento da vida; representante das emoções e das afetividades. A cenografia é um ambiente preto, onde os corpos femininos se destacam. O palco está coberto por água. Conforme a cena se desenvolve, as atrizes têm seus corpos encharcados. O elemento traz um ponto de conexão com o monólogo Nós, Os Outros, que traz à cena um personagem que tem o figurino encharcado de água, representando esse transbordar das emoções. A matéria líquida está no centro do espaço de atuação e sob os pés das atrizes, que se utilizam desse elemento para a ação performática.
Sobre Nós – Cia. de Teatro
Recentemente indicada nas categorias Direção, Atriz Coadjuvante, Cenografia e Produção para o Prêmio Açorianos de Teatro (2018), por Nós! (em off). Em janeiro/19, esteve no palco do Teatro do SESC, dentro da programação do Porto Verão Alegre. O espetáculo está no repertório da Nós – Cia. de Teatro desde 2012 e esteve em cartaz no Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa (2018), no Teatro Renascença (2018), no Teatro Bruno Kiefer (2012), Sala Carlos Carvalho (2013, 2014 e 2017), entre outros.
A Nós – Cia. de Teatro é um grupo de artistas com sede em Porto Alegre/RS que pesquisa teatro e produz encenações, com o objetivo de aprofundar o estudo sobre a linguagem cênica e proporcionar novas experiências para o grupo e para o público. Os trabalhos da Nós podem ser encontrados nas redes digitais por @nos.ciadeteatro no Facebook, Instragram e YouTube; @nosciadeteatro no Twitter.
A companhia surgiu em 2007, com o nome Tantos Nós, capitaneada pelo diretor Everson Silva, vencedor do Prêmio Açorianos de Diretor Revelação (2013). Ao longo de sua trajetória realizou os espetáculos: Homem in Vitro (2008); DentroMundo (2009); Paixão de Cristo (2009); O Auto da Paixão (2010); Nós! (em off) (2012); Ser de Dentro(2015); e Nós, Os Outros (2017). Atualmente, tem a participação de mais de 15 profissionais das artes cênicas e visuais, que criam espetáculos contemporâneos de teatro. A Nós – Cia. de Teatro realiza produções independentes e tem criação coletiva.
Sobre Fernanda Bastos
FERNANDA BASTOS estreia na poesia com “Dessa Cor”, publicado pela Figura de Linguagem. É formada em Jornalismo (IPA) e em Letras (UFRGS). Dentre suas influências, estão Tracy Chapman, Chimamanda Adichie e Alice Walker.
SERVIÇO:
ELAS
De 5 a 28 de abril, de sexta a domingo, às 20h.
Sala Álvaro Moreyra | Centro Municipal de Cultura |Av. Érico Veríssimo, 307
Teatro | 14 anos | 50minutos
INGRESSOS:
R$ 40 (inteira)
R$ 20,00 (meia entrada para pessoas com mais de 60 anos, estudantes, professoras e professores, pessoas com deficiência e acompanhante, classe artística, municipárias e municipários e acompanhante).
PONTOS DE VENDA:
EntreAtos (Online)
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Vida e obra de Lupicínio Rodrigues são temas de documentário do canal CURTA
Lupicínio Rodrigues, compositor responsável por influenciar diversas gerações,terá sua vida e obra narradas em “Lupicínio Rodrigues – Nervos de Aço”. Aprovado pela Ancine para ser feito com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, o telefilme será produzido pela Realizart Produção Audiovisual com exclusividade para o Curta! a partir de material inédito que, até agora, vem sendo guardado pela família.
Além de abordar temas como as dificuldades de ter nascido negro no sul majoritariamente branco do Brasil e o caminho até o sucesso com sambas-canções na era de ouro do rádio, o filme terá cantores consagrados reinterpretando os maiores sucessos do compositor. A produção está negociando com Roberto Carlos, Elza Soares e Zizi Possi, entre outros. A direção é de Alfredo Manevy.
Sobre o Curta!
Dedicado às artes, à cultura e às humanidades, o Curta! é um canal independente que acolhe a experimentação e se orgulha de ser um parceiro dos realizadores, artistas, criadores e produtores. Com o compromisso de transmitir 12 horas por dia de programação nacional independente, o canal pauta a sua programação pelos seguintes temas: música, dança, teatro, artes visuais, arquitetura, metacinema, filosofia, literatura, história política e sociedade.
O Curta! pode ser visto nos canais 56 e 556 da NET e da Claro TV, no canal 75 da Oi TV e no canal 664 da Vivo, oferecido à la carte pela operadora. Siga o Curta! nas redes sociais: www.facebook.com/CanalCurta, -
Ospa traz maestro italiano e harpista russa à Porto Alegre no próximo sábado
A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) recebe convidados internacionais no segundo concerto de sua Série Pablo Komlós. No dia 23 de março, sábado, às 17h, a recém-inaugurada Temporada Artística 2019 ganha sequência na Casa da Ospa com apresentação conduzida pelo maestro italiano Alfonso Scarano. A harpista russa Liuba Klevtsova, musicista da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), é a solista convidada. No programa, obra do compositor tailandês Narong Prangcharoen (1973-), concerto do gaúcho Radamés Gnatalli (1906-1988) e sinfonia de Sergei Rachmaninoff (1873-1943). Ingressos à venda por valores entre R$ 30 e 80 através do site da Uhuu ou no local, no dia do evento, das 14h às 17h.
O maestro Alfonso Scarano é regente principal da Orquestra Filarmônica da Tailândia. Esta é a primeira vez que ele rege em Porto Alegre. O concerto marca, também, a estreia de Liuba Klevtsova ao lado da Ospa. A harpista, que integra a OSESP desde 2000, interpreta o “Concerto para Harpa e Orquestra de Cordas”de Radamés Gnatalli. Escrita em 1957, a obra foi estreada no Rio de Janeiro sob regência do próprio compositor. A peça tem influência do neoclassicismo e traz um toque brasileiro, em que se pode reconhecer traços da linguagem de “Cirandas e Cirandinhas” de Heitor Villa-Lobos (1887-1959).
Fenômenos naturais
O programa da apresentação também contempla a obra “Phenomenon, the mysterious and unexplained” de Narong Prangcharoen, considerado um dos maiores compositores asiáticos da atualidade. Inspirada em fenômenos naturais, como a Aurora Boreal, os meteoros e as luzes de Mekong, a peça tem texturas experimentais e timbres vibrantes. Por fim, a Ospa toca “Sinfonia nº 2” de Rachmaninoff. A peça destaca-se como uma das melhores e mais famosas do compositor. Com belos temas e sonoridades cativantes, até hoje influencia diversos artistas, ganhando inserções no cinema e inspirando peças de outros compositores.
Mais informações em www.ospa.org.br ou pelo telefone (51)32227387.
Alfonso Scarano (regente – Itália)
Maestro principal da Orquestra Filarmônica da Tailândia, em Bangkok, o italiano Alfonso Scarano estudou regência no Conservatório Umberto Giordano, em Foggia. Anteriormente, ocupou o cargo de maestro titular da Severočeská Filharmonie Teplice, de regente principal convidado do Virtuosi di Praga e de diretor musical e maestro do Festival de Ópera da Toscana, na Itália. Scarano já foi premiado em concursos como o Bottega International Conducting Competition, em Treviso, e o Franco Capuana European Community Conducting Competition, em Roma. Esteve à frente de orquestras como a Sinfônica de Jerusalém, a Filarmônica Daejeon da Coréia do Sul, a Sinfônica IDSO de Instâmbul, a Orquestra do Teatro Regio di Parma e a Orquestra do Teatro Petruzzelli di Bari.
Liuba Klevtsova (Harpa – Rússia)
A russa Liuba Klevtsova começou a estudar harpa aos 7 anos em Moscou. Após conquistar o 1º Prêmio no II Concurso Moscovita de Jovens Harpistas, Liuba, então com 15 anos, entrou para o Colégio de Música do Conservatório Tchaikovsky. Ainda jovem, realizou turnê pela Letônia e saiu pela primeira vez do leste europeu para se apresentar em cinco cidades brasileiras. Foi contratada como harpista nas orquestras sinfônicas de Yaroslavl e Kazan, participou dos concursos internacionais de harpa da França e dos Estados Unidos, e realizou turnê pela Romênia e França, apresentando-se com a Orquestra Sinfônica do Grande Salão do Conservatório Tchaikovsky de Moscou. Desde 2000, é a harpista principal da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP).

Foto: Maí Yandara/Divulgação
Concerto da Série Pablo Komlós | Porto Alegre
Quando: 23 de março de 2016, sábado, às 17h
Onde: Casa da Ospa (Centro Adminstrativo Fernando Ferrari (CAFF) – Av. Borges de Medeiros, 1501 – Cidade Baixa)
Ingressos:
Valores: R$ 80 (camarote), R$ 40 (plateia) e R$ 30 (mezaninos e balcões) mais taxa de conveniência, com desconto de 50% para estudantes, seniores e sócios do Clube do Assinante ZH e 20% de desconto para titulares do cartão Zaffari Bourbon, da Panvel e para clientes do Banrisul.
Venda online: no site da Uhuu em http://bit.ly/ospa-pablokomlos2 (Inclui taxa de conveniência).
Formas de Pagamento: Internet: Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket, American.
Venda física: no sábado, dia do evento, na Casa da Ospa das 14h às 17h. Sujeita à disponibilidade de ingressos.
Bilheteria: Dinheiro, Banricompras, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket e American.PROGRAMA
Narong Prangcharoen: Phenomenon, the mysterious and unexplained
Radamés Gnatalli: Concerto para Harpa e Orquestra de Cordas
Sergei Rachmaninoff: Sinfonia nº 2
Regente: Alfonso Scarano (Itália)
Solista: Liuba Klevtsova (Russia)
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A pintura abstrata de Kenji Fukuda é destaque em mostra da Galeria Bublitz
Um dos grandes nomes da arte contemporânea abre a temporada 2019 de exposições da Bublitz Galeria de Arte. É o artista paulista Kenji Fukuda, uma referência da pintura abstrata brasileira, com obras que se destacam pelo virtuosismo técnico. Aos 75 anos, Fukuda, que atualmente reside em Curitiba, virá à capital gaúcha, especialmente para a vernissage, que será realizada no sábado, 23 de março, das 11h às 16h, na Bublitz Galeria de Arte (Rua Neusa Goulart Brizola, 2600), em Porto Alegre. A exposição vai até o dia 20 de abril, com entrada franca.
O evento marca o lançamento das esculturas de parede do artista. São peças com 1,20m x 1,20m, confeccionadas em bronze, que agregam uma nova dimensão ao traço e às cores características de Fukuda. Ao todo, entre telas e esculturas de parede, estarão em exposição mais de 30 peças do autor. “Nas minhas obras, busco contemplar três características: a harmonia das cores, o equilíbrio das formas e a sensibilidade”, sintetiza Fukuda.

Escultura de parede- Kenji Fukuda. Foto: Divulgação Reconhecimento mundial
O artista conquistou o reconhecimento do Brasil e do mundo e hoje é um dos mais valorizados da atualidade. Ele foi responsável pela criação do monumento comemorativo dos jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro e a obra de 15 metros de altura e cinco toneladas ainda está na Barra da Tijuca, na capital fluminense. Suas peças já estiveram em diversos espaços no Brasil, na Alemanha, na França e nos Estados Unidos.
Para Nicholas Bublitz, marchand da Bublitz Galeria de Arte, Fukuda é um dos grandes nomes nacionais da arte na atualidade, ao lado de Vitorio Gheno e Inos Corradin. “Suas obras estão inclusive na lista de aquisições sugeridas no livro ‘Como investir em arte no Brasil’, que lancei no final do ano passado, e também são recomendadas pelo marchand Mayer Mizrahi, da Galeria Espaço de Arte, de São Paulo, uma das mais prestigiadas do País”, comenta Nicholas.
A Bublitz Galeria de Arte é a casa de Fukuda no Estado. O artista já realizou três exposições individuais no espaço, em 2004, em 2007 e em 2014. Suas obras estiveram presentes ainda nas exposições coletivas de comemoração de 15 anos e de 30 anos da galeria, celebrados em setembro de 2018.

Obra de Kenji Fukuda. Foto: Divulgação
Serviço:
Exposição Kenji Fukuda – Tradição Minimalista OrientalBublitz Galeria de Arte
Endereço: Av. Neusa Goulart Brizola, 143
Vernissage: sábado, 23 de março, das 11h às 16h
Exposição: 23 de março a 20 de abril -
Charles Master e João Maldonado tocam TNT na Praça Maurício Cardoso
Integrantes da banda gaúcha que estourou nos anos 80 se apresentam no dia 17 de março, às 17h, na Praça Mauricio Cardoso, na Feira La Movida em alusão a St.Patricks. O evento contará com mais de 30 cervejas artesanais.A Feira La Movida – Especial St. Patricks recebe no próximo domingo, dia 17 , os músicos Charles Master e João Maldonado. O show ocorre às 17h, na Praça Mauricio Cardoso. A entrada é gratuita.No repertório estarão os clássicos do TNT, como “Nunca Mais Voltar”, “Irmã do Doctor Robert”, “Cachorro Louco” e Não Sei, além de canções do disco solo de Charles.O La Movida é um evento itinerante de Economia Criativa que reúne arte, emprendedorismo, moda, gastronomia, música e artesanato. Nesta edição em alusão a St.Patricks, a feira contará também com mais de 30 torneiras de cerveja artesanal.Programação10h às 22h: Feira La Movida – Especial St. Patricks14h: DJ Juliano Oster16h: DJ PIÁ17h: Charles Master e João MaldonadoEndereço: Praça Mauricio Cardoso – Moinhos de VentoEntrada Franca -
Visões da Redenção em desenhos, gravuras e pinturas de Iberê Camargo
A exposição Visões da Redenção apresenta um recorte de 77 obras de Iberê Camargo (66 desenhos, três gravuras e oito pinturas) de árvores e frequentadores do parque, que se desdobraram nas famosas séries Fantasmagoria e Ciclistas.Para celebrar os 247 anos de Porto Alegre, a Fundação Iberê inaugura no sábado, dia 16, a exposição Visões da Redenção. A mostra traz um recorte de 77 obras de Iberê Camargo (66 desenhos, três gravuras e oito pinturas), produzidas no início dos anos 1980 – quando o artista retornou à Capital gaúcha, após um período de 40 anos vivendo no Rio de Janeiro. A abertura de Visões da Redenção ocorre às 14 horas e pode ser visitada até o dia 21 de abril, no segundo andar. A entrada é franca.Frequentador assíduo do Parque da Redenção, Iberê gostava de observar o ir e vir das pessoas: anônimos, músicos, palhaços, ciclistas, moradores de rua e performers. De simples registros desses passeios, logo as anotações do artista ganharam um significado maior. Os “personagens” da Redenção foram convidados para aturem como modelos vivos em seu ateliê, e, muitos deles, desdobraram-se nas famosas séries Fantasmagoria, Ciclistas e Ecológica (Agrotóxicos).
Exposição “Visões da Redenção” – Foto Rômulo Fialdini/ Divulgação Teatro de ruaEm 1985, Iberê Camargo assistiu a performance A dúzia suja, do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz, se encantou com a apresentação e, durante um final de semana, transformou a Terreira da Tribo – como é chamado o espaço do grupo – em ateliê. Lá desenhou os atores vestidos com o figurino do espetáculo para Ecológica. A única exposição individual com o conjunto completo da série (mais de 20 guaches) foi realizada em 1986, na Galeria Tina Zappoli, em Porto Alegre. Parte dela foi exposta em outras capitais do Brasil e Uruguai e, hoje, encontra-se em coleções particulares.Para trabalho, o artista expressou as formas da natureza e da condição humana, atingidas pela vida, por meio de árvores fantasmagóricas e de figuras que habitavam a cena, sem rumo. O parque mais tradicional da cidade – e palco para as mais diversas manifestações sociais, culturais e políticas – revelou-se como um portal, um deslocamento da realidade para outra ordem no tempo. Delírio e devaneio – um novo estar no mundo. “Não há um ideal de beleza, mas o ideal de uma verdade pungente e sofrida, que é minha vida, e tua vida, é nossa vida nesse caminhar no mundo. Pinto porque a vida dói.” [Iberê Camargo]
Exposição” Visões da Redenção ” Foto Fabio Del Re/Divulgação “Acompanhei inúmeras jornadas de Iberê pela procura dessas imagens que nos ferem com delicadeza, cheias de visualidade e significados. Esses rascunhos, por si só, são maravilhosos, mas serviam para recriações na volta ao estúdio. Surgiam daí guaches sobre papel, elementos novos nas pinturas e potentes gravuras em metal. Foi num dia desses, quando o artista ainda morava na rua Lopo Gonçalves, que saímos a pé para mais um percurso no Parque da Redenção. Chegamos na fonte entre árvores, naquele momento riscada pela luz do sol: um cenário de filme. À volta dela vários mendigos conversavam e lavavam as suas roupas. O artista pareceu iluminado. Apenas com os olhos e a mão em movimento, executou desenhos lindos e fluidos como música. Depois num gesto de gratidão pagou os modelos: entregou uma nota de dinheiro a cada um deles e fomos embora. Nesse dia uma figura me provocou a atenção: o homem flagrado de frente, curvado sobre o espelho d’água da fonte, com o olhar fixo no artista e suas costas acima da própria cabeça, passava uma sensação simultânea de dignidade e sofrimento, como se estava pronto para carregar o peso do mundo”, conta o artista plástico Gelson Radaelli.
Exposição” Visões da Redenção”. Foto Fabio Del Re/Divulgação ServiçoExposição Visões da RedençãoArtista: Iberê CamargoLocal: 2º andarPeríodo de exibição: de 16 de março a 21 de abrilClassificação indicativa: LivreAbertura no dia 16 de março (sábado), às 14h – entrada franca, sem inscrições préviasENTRADA FRANCA -
Andréa Cavalheiro abre o Chapéu Acústico 2019 no mês dedicado à mulher
O projeto Chapéu Acústico abre a programação 2019 em março, com shows de cantoras representativas da cena musical de Porto Alegre, na Biblioteca Pública do Estado (BPE-RS), todas as terças-feiras, sempre 19h. Um final de tarde para sair com a alma leve e o coração cheio de boa música é a proposta de Andréa Cavalheiro, no show com canções que a fizeram conhecida na Capital, no dia 12, com muito soul, black music internacional e nacional, além da boa e velha MPB. Stevie Wonder, Tim Maia, Djavan e Emilio Santiago, são alguns dos nomes do repertório.
Andréa Cavalheiro começou seus estudos musicais aos 11 anos, cantou em coros, como o da UFRGS e 25 de Julho. Aos 20 anos começou sua carreira profissional de cantora, com a The Hard Working Band, banda de soul music, que gravou três discos, fez shows por todo o Brasil e fora dele. Trabalha há mais de 20 anos com eventos, casamentos, formaturas e canta em jingles publicitários. Já fez muitas apresentações para empresas, como Gerdau, RBS, Fiat, entre outros clientes. Em 2016 integrou o elenco do musical “Cartola, o Mundo é um Moinho”, produção paulista ganhadora do Prêmio Aplauso de Melhor Musical no voto popular.

Paola Kirst. Foto: Vitória Proença/ Divulgação No dia 19 de março será a vez de Paola Kirst, com “Costuras Que Me Bordam Marcas na Pele”, título de seu primeiro disco, com músicas compostas pela artista e amigos,trabalhadas com seus parceiros do Kiai Grupo. Ela tem como grande influência a música africana, o samba e o jazz e contará com o acompanhamento de Tamiris Duarte (baixo elétrico), Neuro Júnior 9violão sete cordas) e Pedro Borghetti (bombo leguero).

50 Tons de Pretas . Foto: Rogério Soares/ Divulgação
Para fechar o mês, 50 Tons de Pretas, no dia 26, dão novas cores e texturas para ritmos brasileiros., As vocalistas e instrumentistas Dejeane Arruée e Graziela Pires formam o duo, apaixonado pela música e cultura afro-brasileira, que traz vigor, emoção e nova roupagem a antigas canções, ao mesmo tempo em que mostram músicas autorais.
CHAPÉU ACÚSTICO
Realizado conjuntamente pelo produtor Marcos Monteiro e Biblioteca Pública do Estado (BPE) – instituição da Secretaria da Cultura , do estado do RS – o projeto vem, desde setembro de 2016, movimentando o Salão Mourisco, com performances de grandes nomes do cenário musical gaúcho, entre instrumentistas de formação jazzística e cantores (as). A ideia surgiu da vontade de desenvolver atividades musicais sem depender de verba pública ou privada, com a parceria de artistas profissionais, dispostos a movimentarem a cena artística. A ação se dá sem cobrança de ingressos, usando o chapéu como forma de arrecadação, como acontece nas performances de rua.
Serviço:
Datas: 12, 19 e 26 de março de 2019
Dias: Terças-feiras.
Hora: a partir das 19h.
Local: Biblioteca Pública do Estado/BPE-RS (Riachuelo, 1190).
Informações: Na BPE-RS, pelo telefone (51) 3224-5045 ou com o produtor, via e-mail duearth@terra.com.br.Contribuição espontânea.
