Autor: da Redação

  • 23 Paisagens icônicas na exposição ” Mundo afora”, da artista visual Márcia Baroni

    23 Paisagens icônicas na exposição ” Mundo afora”, da artista visual Márcia Baroni

    Artista visual dedicada à colagem, técnica desenvolvida em paralelo à prática do desenho autoral, Márcia Baroni inaugura, na sexta-feira (3/5), às 18h, a exposição “Mundo Afora”, na Galeria 506 (Avenida Nova York, 506, bairro Auxiliadora), em Porto Alegre. A mostra fica aberta à visitação até 7 de junho. O músico Otávio Segala fará uma participação na abertura da mostra. A entrada é gratuita.

    A artista visual Márcia Baroni -/Divulgação

    Ela apresenta 23 quadros, a maioria dos quais de 0,80 x 0,80 cm, e uma instalação que reproduz a favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, a partir do conceito de sustentabilidade, utilizando caixas de remédios, de fósforos, de perfumes.

    Times Square; Mostra Mundo a Fora/ Divulgação

    Outro símbolo do Rio de Janeiro – a orla de Copacabana – também é recriado por Márcia, que, principalmente,  leva o espectador a contemplar lugares icônicos mundo afora, conforme expressa o título da mostra: o nova-iorquino Times Square, o romano Trastevere, a estação de esqui de Cerro Castor, na Terra do Fogo, e Ximending, em Taipei, por exemplo.

    Trastevere – Mundo a Fora/ Divulgação

    “Destaco lugares multifacetados, onde, além dos moradores locais, transita gente de todo lugar, para conhecer, desbravar, em caminhadas, conversas, risadas, lágrimas, apreciando a animação do lugar, celebrando a vida, brindando a existência”, detalha Márcia que, no pico da pandemia da Covid-19, se entristecia ao ver as ruas quase vazias por conta do necessário distanciamento social. A situação levou-a a produzir a série “Porto Alegre, um olhar”, montada no ano passado.

    Ximending. Mundo a Fora/ Divulgação

    Em seguida, a colagista começou a pensar em ampliar olhar para cidades do mundo, “endereços existenciais, que na pandemia também se tornaram exilados, pois não havia gente, toda beleza parecia descolorida. Minha pesquisa e meu olhar se direcionaram para a superação desse estado de coisa”, lembra ela, referindo-se ao atual trabalho.

    Cerro Castor – Mundo a Fora/ Divulgação

    Segundo o material de divulgação “nessa mostra Márcia Baroni oferece uma estética do encontro. Sugere um estado de espírito de abertura e trânsito aos instantes de autodescoberta. Com sabor e cor seu trabalho reflete uma história não escrita em palavras”, escreve Hélio Strassburger no texto de apresentação da exposição, intitulado “As pessoas e seus endereços existenciais”.

    Márcia trabalha essencialmente a partir do seu traço, com revistas descartadas como elementos pictóricos. Pedacinhos recortados vão preenchendo os desenhos e dando cor aos espaços retratados. “É um trabalho lento, meticuloso, detalhista, numa produção analógica, de pesquisa, criatividade, paciência, desaceleração”, descreve ela, aludindo à técnica que teve o grande mestre Picasso entre seus adeptos.

    SERVIÇO

    Exposição Mundo Afora

    Abertura: 3/5 (sexta-feira), 18h

    Visitação: a partir de 6/5, de segunda a sexta, das 14h às 18h, até 7 de junho

    Local: Galeria 506, Av. Nova York, 506, Auxiliadora, Porto Alegre

    Entrada gratuita

  • Fundação Pão dos Pobres promove visita mediada sobre o legado do arquiteto José Lutzenberger

    Fundação Pão dos Pobres promove visita mediada sobre o legado do arquiteto José Lutzenberger

    A  restauração das fachadas internas da Fundação o Pão dos Pobres de Santo Antônio segue em andamento. Projetado em 1925 pelo arquiteto alemão Joseph Franz Seraph Lutzenberger, o monumental prédio foi tombado em 2014 pelo município de Porto Alegre, em função de suas características arquitetônicas e por sua relevância histórica.

    Como parte das comemorações do bicentenário da imigração alemã no Brasil, a Casa da Memória Unimed Federação/RS apresenta a exposição Lutzenberger Universal, que segue em cartaz até 3 de julho no espaço localizado na Rua Santa Terezinha, 263. A mostra, com curadoria de José Francisco Alves, conta com cem obras de arte – aquarelas, óleos e nanquins – e desenhos de projetos arquitetônicos de autoria de Lutzenberger, alguns deles de propriedade privada, nunca expostos, e outros de coleções institucionais.

    Neste sábado 27 de abril, às 10 horas ocorre a visita mediada à Fundação Pão dos Pobres (Rua da República, 801, em Porto Alegre), com participação de membros da entidade e do arquiteto Lucas Volpatto, responsável pela restauração do prédio. A atividade é gratuita, com vagas limitadas e inscrição prévia, pelo link disponível na bio do Instagram @casadamamoriaunimedrs.

    Detalhe da restauração interna do prédio histórico.; foto Marcelo Donadussi / Divulgação

    Sobre o projeto de restauro

    Com gestão cultural da Cult Assessoria e Projetos Culturais, esta inicitiva tem financiamento aprovado na Lei de Incentivo à Cultura – LIC do Sistema Pró-Cultura do Governo do Estado do Rio Grande do Sul no valor de R$ 1.137.442,40 (hum milhão, cento e trinta e sete mil, quatrocentos e quarenta e dois reais e quarenta centavos).

    Com captação parcial, a adesão de empresas é fundamental para a sua plena execução. Detalhes sobre como apoiar a preservação de um importante exemplar do nosso patrimônio histórico, com Cecília Muccillo Daudt, da Práxis Gestão de Projetos pelos contatos (51) 99236-6951 ou praxisgestaodeprojetos@gmail.com.

    Sobre o artista

    O alemão José Lutzenberger foi artista plástico, arquiteto e professor do Instituto de Belas Artes do Rio Grande do Sul. Naturalizado brasileiro em 1950, ele emigrou em 1920 para trabalhar em uma empresa de engenharia, e em Porto Alegre ficou, para viver e construir família.

    Nasceu em 13 de janeiro de 1882, na pequena Altötting, situada no reino da Baviera, Império Alemão. Formou-se em Munique, em 1906, como engenheiro-arquiteto. Foi oficial do Exército do Império Alemão nos quatro anos da I Guerra Mundial, pelo Exército Imperial Alemão.

    Além das artes plásticas, seu legado também é extremamente importante na arquitetura. Entre os seus prédios projetados mais conhecidos podem ser citados, em Porto Alegre, o Pão dos Pobres, a Igreja São José e o Palácio do Comércio. No interior do Estado, foi o responsável pela Igreja e Convento de Santo Antônio, em Cachoeira do Sul, e pelo Instituto de Nossa Senhora do Carmo, em Caxias do Sul.

    Fundação Pão dos Pobres

    A FPP é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) que atende cerca de 1.500 crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social. A instituição tem 128 anos de existência e oferece três serviços: Acolhimento Institucional, Aprendizagem Profissional e Serviço de Convivência e Educação Integral.

    Do total de atendidos, 160 crianças e adolescentes com idades de zero a 18 anos (incompletos) tem o Pão dos Pobres como sua moradia. A instituição serve cerca de 62 mil refeições mensalmente e é mantida com recursos do Funcriança, parcerias com órgãos municipais e empresas parceiras, por meio de cotas de aprendizagem profissional. Doações via PIX e em espécie também são fonte de recursos para a manutenção dos espaços e serviços oferecidos pelo Pão dos Pobres.

  • OSPA e seu Coro Sinfônico abrem Série Igrejas com obras de Beethoven e Puccini

    OSPA e seu Coro Sinfônico abrem Série Igrejas com obras de Beethoven e Puccini

    A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, fundação vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac-RS), retoma no domingo, dia 28 de abril, a tradicional Série Igrejas. A iniciativa, que leva a música de concerto a diferentes templos religiosos da cidade, estava interrompida desde 2020. Para marcar a ocasião especial, a Orquestra terá a companhia do Coro Sinfônico da OSPA, que realiza sua primeira apresentação em 2024, e dois cantores convidados, Santiago Vidal e Alfonso Mujica.

    O maestro Manfredo Schmiedt comanda a apresentação, que leva o nome Puccini 100, em homenagem ao grande compositor italiano Giacomo Puccini, cuja morte completa 100 anos em 2024. O concerto ocorre no Santuário Santo Antônio do Pão dos Pobres, às 18h. A entrada é franca e por ordem de chegada.

    O concerto é iniciado com uma interpretação de “Abertura Leonora nº 3”, de Ludwig van Beethoven (1770-1827). Sem a presença do Coro Sinfônico, a Orquestra executa essa peça que foi escrita como uma abertura para a única ópera de Beethoven, “Fidélio”. Para o maestro Manfredo Schmiedt, trata-se de “uma das aberturas mais incríveis que Beethoven já compôs”. “O objetivo de Beethoven era transmitir as suas crenças em forma de música: a vitória da justiça sobre a tirania e do amor sobre a falta de humanidade”, salienta o regente.

    Em seguida, o Coro Sinfônico da OSPA se junta à Orquestra para a grande atração do concerto: a “Missa de Glória, SC 6”, de Giacomo Puccini (1858-1924). Segundo Manfredo Schmiedt, esta será a primeira apresentação da obra em Porto Alegre. Atualmente com cerca de 80 integrantes, o Coro Sinfônico da OSPA vem ensaiando a “Missa de Glória, SC 6” desde o início do ano. Além da Orquestra e do Coro, a missa ainda envolve a participação de dois cantores solistas especialmente convidados para o concerto: o barítono uruguaio Alfonso Mujica e o  tenor argentino Santiago Vidal.

    Estreada em 1880, quando Puccini tinha apenas 18 anos, “Missa de Glória, SC 6” demonstra a genialidade precoce do compositor, que mais tarde se tornaria famoso por óperas como “La Bohème”, “Tosca” e “Madama Butterfly”. Apesar da estreia ter sido um grande sucesso, Puccini arquivou o trabalho e não o apresentou novamente em vida, distanciando-se da música sacra. Resgatada em 1951 pelo padre Dante del Fiorentino, a Missa se tornou parte do repertório coral em todo o mundo. “Seu estilo é direto e descaradamente operístico, e é claramente influenciado pelo herói de Puccini, Verdi. É uma obra notável para um jovem de 18 anos, cheia de cor, vitalidade e surpresas musicais como as muitas mudanças repentinas de tom”, comenta o maestro Manfredo Schmiedt.

    Coro Sinfônico da OSPA _ crédito Vinícius Angeli _ / Divulgação

    Manfredo Schmiedt (regente)

    Com vasta experiência coral e orquestral por todo o mundo, Manfredo Schmiedt é o maestro do Coro Sinfônico da OSPA desde 1992. Possui mestrado em Regência pela Universidade da Geórgia (EUA) e graduação na mesma área pela UFRGS. Seu currículo acadêmico inclui duas importantes condecorações: Pi Kappa Lambda Music Honor Society e Director’s Excellence Award. Apresentou-se, como convidado, em destacadas orquestras do mundo, como a Filarmônica de Mendoza (Argentina), a Orquestra Sinfônica da University of British Columbia (Canadá), a Filarmônica de Belgrado (Sérvia), a Sinfônica do Noroeste da Flórida (EUA) e a Petrobras Sinfônica (Brasil). Entre 2002 e 2020, foi regente e diretor artístico da Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul (UCS).

    Alfonso Mujica (solista – barítono)

    O barítono uruguaio Alfonso Mujica é cultivador da ópera, da zarzuela, do oratório e do lied. É convidado habitual nas temporadas de Montevidéu (Sodre e Teatro Solis) e Buenos Aires (Teatro Colón). No Brasil, já cantou em Manaus, Vitória, Belo Horizonte, Goiânia, Campinas e Porto Alegre. Na Itália, interpretou o Conde de “Le nozze di Figaro”, de Mozart (2018), na Espanha cantou “Turandot” (2019), “Carmen” (2021) e “Pulcinella” (2023), na Geórgia cantou “La Bohème” (2023). A “Missa de Glória”, de Puccini, é sua quarta vez como convidado da OSPA. Antes, cantou “L’enfant Prodigue”, de Debussy, sob regência do maestro Evelino Pidò, “Lieder eines fahrenden gesellen”, de Mahler, com Karl Martin, e o “Réquiem Alemão”, de Brahms, com Manfredo Schmiedt.

    Santiago Vidal (solista – tenor)

    O jovem tenor Santiago Vidal é uma das vozes mais interessantes da atualidade no cone sul da América Latina. A sua estreia no Teatro Colón cantando Ismael na produção de “Nabucco”, com direção musical de Carlos Vieu e direção cênica de Stefano Poda, marcou uma decolagem que o levou a cantar na Espanha “La Dama del Alba” e na Ópera de Oviedo, “La Dolorosa” no Teatro de la Zarzuela de Madrid. Em junho de 2024, regressa a Sevilha para cantar novamente Ismael em “Nabucco” (Junho, 2024). Em 2023, cantou Pinkerton de “Madama Butterfly”, no Teatro Solis de Montevidéu, “Réquiem” de Verdi no SODRE de Montevidéu, e Hervey de “Anna Bolenna” no Teatro Colón de Buenos Aires. Na capital uruguaia, também cantou uma Gala Lírica (com Eiko Senda), “La del Manojo de Rosas”, “San Francisco de Asis” e “La Revoltosa”.

    FUNDAÇÃO ORQUESTRA SINFÔNICA DE PORTO ALEGRE

    CONCERTO DA SÉRIE IGREJAS – PUCCINI 100

    DOMINGO, 28 DE ABRIL DE 2024

    Início do concerto: às 18h.

    Onde: Santuário Santo Antônio do Pão dos Pobres (Rua da República, 838, Porto Alegre, RS).

    ENTRADA FRANCA

    Classificação indicativa: não recomendado para menores de 6 anos.

    Este evento disponibiliza medidas de acessibilidade.

    PROGRAMA

    Ludwig van Beethoven | Abertura Leonora Nº 3, Op. 72B

    Giacomo Puccini | Missa de Glória, SC 6

    Apresentação: Orquestra Sinfônica de Porto Alegre

    Direção Artística: Evandro Matté

    Regente: Manfredo Schmiedt (BRA)

    Solistas: Santiago Vidal (tenor – ARG) e Alfonso Mujica (barítono – URU)

    Participação especial: Coro Sinfônico da OSPA

    Lei de Incentivo à Cultura

    Patrocínio da Temporada Artística: Banrisul, John Deere, Gerdau e Bazk.

    Apoio da Temporada Artística: Trento, Sponchiado, Cavaletti, Unimed, Triel-HT, Intercity, Imobi e Blumenstrauss.

    Realização: Fundação Cultural Pablo Komlós, Fundação Ospa, Secretaria da Cultura do RS, Ministério da Cultura, Governo Federal – União e Reconstrução.

    Acompanhe as notícias da Fundação OSPA:

    ospa.rs.gov.br

    instagram.com/ospabr

    facebook.com/ospabr

    youtube.com/ospaRS

    twitter.com/ospabr

  • Quartchêto mistura choro, jazz, ritmos do sul e música de concerto em show no Teatro do Sesc

    Quartchêto mistura choro, jazz, ritmos do sul e música de concerto em show no Teatro do Sesc

     

    Grupo instrumental gaúcho mistura ritmos tradicionais do Sul com o choro, o jazz e a música de concerto

    Um dos mais bem sucedidos projetos de música instrumental nascidos no Estado, o Quartchêto se apresenta no Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665), em Porto Alegre, nos próximos dias 25 e 26 de abril. No repertório, estão músicas autorais que relembram os mais de 22 anos de trajetória do grupo formado por Hilton Vaccari, Julio Rizzo, Gabriel Romano e Ricardo Arenhaldt.

    As apresentações, que têm início às 19h30 nos dois dias, são embaladas pelos ritmos tradicionais do Sul do Brasil, Argentina e Uruguai, como xotes, vanerões, chamamés, chacareras, milongas e rancheiras, misturados ao choro, jazz e música de concerto, entre outros gêneros, que renderam à banda diversos reconhecimentos, como o Prêmio Açorianos de Música de 2005. A classificação etária é livre e os ingressos podem ser adquiridos através da plataforma Sympla a partir de R$30. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3284-2000 ou pelo WhatsApp (51) 98608-5456.

    Foto Zé Carlos de Andrade/ Divulgação

    Arte Sesc – É um dos pilares prioritários para o Sesc/RS e tem como propósitos a valorização da arte e a disseminação da cultura para a sociedade de forma democrática e acessível, com ações que proporcionem a formação de plateias dos mais diferentes públicos. Dessa forma, promove atividades culturais de teatro, música, artes plásticas, circo, literatura e cinema, com uma intensa troca de experiências para ampliar o acesso à produção artística.

    Quartchêto – Sesc Alberto Bins

    Data: 25 e 26/04 (quinta e sexta-feira)

    Horários: 19h30

    Local: Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665)

    Ingressos:

    25/04 – https://www.sympla.com.br/evento/quartcheto-no-teatro-do-sesc-noite-de-estreia-25-de-abril/2401282

    26/04 – https://www.sympla.com.br/evento/quartcheto-no-teatro-do-sesc-segunda-noite-26-04-2024/2401280

    Informações: Pelo telefone (51) 3284-2000 ou WhatsApp (51) 98608-5456.

  • João Maldonado lança financiamento coletivo para álbum em homenagem à Bossa Nova

    João Maldonado lança financiamento coletivo para álbum em homenagem à Bossa Nova

    “Todas as canções” conta com várias participações especiais, como Roberto Menescal, Paulo Braga, Mú Carvalho e Antonio Villeroy, que presenteia o trabalho com música inédita

    Pianista, compositor, arranjador e produtor, João Maldonado encontra-se na realização de mais um trabalho. O álbum “Todas as canções” vai reunir nomes importantes da música brasileira, como Roberto Menescal; Paulo Braga, baterista de Elis Regina e Tom Jobim e que gravou todas as músicas do disco; Mú Carvalho, tecladista da A Cor do Som; o grupo vocal Quarteto do Rio; a cantautora Analu Sampaio; a cantora cubana Indira Castro; Antonio Villeroy, que deu e colocou voz em uma música nunca gravada.

    Há também vários músicos gaúchos convidados para celebrar a Bossa Nova: Aline Stoffel, Bibiana Petek , Camila Trentini, Rê Adegas, Sofia Ruwer Vidor e Taís Reganelli (vocais), Denise Fontoura (flauta), Luizinho Santos (sax e flauta), Everson Vargas, Nico Bueno e Miguel Tejera (baixo), Bibiana Petek (violão), Luciano Albo (baixo e violão) e César Audi (percussão).

    Duas das sete faixas já foram lançadas como single: “Sem você não sou ninguém” composta em parceria com Netho Vignol, em 2020, e “Meu coração sempre me avisa”, em 2023.

    Maldonado com Analu Sampaio no estúdio Soma. Foto: Nilton Santolin/ Divulgação

    As outras faixas são “Samba do gato” (participação de Mú Carvalho e Indira Castro), “Todas as canções” (composta em parceria com Paulo Mello e interpretada pelo Quarteto do Rio), “Quem te convenceu” (música inédita de Antonio Villeroy e interpretada por ele), “Dança pra não dançar” e duas versões de Lá vem Maria (cantada e instrumental).

    Para finalizar o trabalho, Maldonado aderiu ao crowdfunding, um financiamento coletivo pela internet. As faixas de apoio variam entre R$100 e R$3 mil, e as contrapartidas vão de CD e disco vinil autografados a aulas de piano, cortesias para shows e eventos privados. O financiamento coletivo é realizado pelo site Benfeitoria https://benfeitoria.com/projeto/todas-as-cancoes-e-o-novo-disco-de-joao-maldonado-colabore-1ks4, no qual o músico almeja atingir R$ 30 mil.

    “Ao longo dos anos, o mercado da música no Brasil e no mundo mudou significativamente. Antes, as gravadoras tinham contrato exclusivo com o artista. Produziam suas obras e colocavam na mídia, enquanto aos músicos cabia compor, arranjar – muitas vezes com os produtores musicais das gravadoras – e ensaiar. No atual e desafiante cenário, o artista tem que fazer tudo”, destaca o artista.

    O músico João Maldonado no Teatro Oficina – Foto Alex Vitola/ Divulgação

    “Todas as canções” tem gravações nos estúdios Loop Disco, Soma, Cegonha e Leo Bracht | TRANSCENDENTAL, em Porto Alegre, e Boogie Woogie Music Studio, Marini e La Maison, no Rio de Janeiro.

  • Portugal, 50 anos da Revolução dos Cravos, em exposição no IAB/ RS

    Portugal, 50 anos da Revolução dos Cravos, em exposição no IAB/ RS

    Exposição, com abertura marcada para o dia 25 de abril, no IAB RS, relembra o fim da ditadura no país

    No dia 25 de abril Portugal relembra os 50 anos da Revolução Portuguesa. Nesta data, em 1974, ocorreu o evento conhecido como Revolução dos Cravos, marcando o fim da ditadura salazarista. Para relembrar a data, o Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento Rio Grande do Sul (IAB RS) e a ADUFRGS Sindical, com apoio do Consulado Português, inauguram a exposição “Portugal, 50 anos da Revolução dos Cravos”, a partir de uma coleção de cartazes da época colecionados pela arquiteta e pesquisadora Daniela Fialho. A abertura ocorrerá no dia 25 de abril, às 18h45, no Solar do IAB (Rua General Canabarro 363, Centro Histórico, em Porto Alegre). A entrada é franca.

    Foto. Crédito Daniela Fialho Acervo pessoal/ Divulgação

    A ditadura portuguesa iniciou-se por volta de 1933, momento em que António de Oliveira Salazar foi alçado ao poder. Ele foi substituído por Marcello Caetano em 1968, que foi deposto, então, no dia 25 de abril de 1974. A Revolução dos Cravos foi feita pelo Movimento das Forças Armadas (MFA), composto em sua maioria por capitães que participavam da Guerra Colonial, e teve como símbolo o cravo, que no dia dos eventos foi colocado na ponta das baionetas dos soldados, ofertado por uma mulher – Celeste Martins Caeiro. A guerra tentava manter o Império Português e impedir a independência de suas colônias, principalmente as africanas: Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde, entre outras.

    A Revolução dos Cravos implantou em Portugal um regime democrático, as colônias obtiveram a sua independência e foi elaborada uma nova Constituição, a de 25 de abril de 1976. No momento em que se discute no mundo a importância da democracia, levando em consideração os acontecimentos no Brasil nos últimos anos, bem como a ascensão de movimentos de direita no mundo, comemorar os 50 anos da Revolução Portuguesa permite pensar sobre a importância da democracia e das questões que a envolvem.

    Foto – Crédito Daniela Fialho Acervo pessoal/ Divulgação

    As 47 peças que serão expostas ao público pela primeira vez em Porto Alegre fazem parte do acervo pessoal da arquiteta Daniela Fialho, que residiu com os pais em Portugal nos anos 1970. “Na época meus pais temiam ser presos no regime da ditadura aqui no Brasil, e estavam pensando em irem para a França. Eles conheciam um português exilado no Brasil por conta da ditadura salazarista. Após a Revolução, ele voltou ao seu país e convenceu meus pais a irem para lá também”, relembra.

    A chegada ocorreu em novembro de 1974, após o 25 de abril. Daniela, com 12 anos de idade, acompanhou o restante do movimento revolucionário, que se estendeu até 1976, com as eleições e a constituição. Ela conta que passou a colecionar os cartazes ligados a revolução e suas manifestações. “Eu os fixava nas paredes do meu quarto, e quando voltamos para o Brasil em 1980 fiquei com pena de me desfazer deles e os trouxe comigo”, conta. “Durante muito tempo fiquei pensando o que fazer com eles, até que nesse ano, com os 50 anos da Revolução, me articulei com o IAB RS e a ADUFRGS Sindical para pensarmos em uma exposição. Acredito que são peças bastante significativas da época”, finaliza.

     Serviço

    Exposição “Portugal, 50 anos da Revolução dos Cravos”

    Coquetel de abertura: 25 de abril, às 18h45

    Local: Solar do IAB – Rua General Canabarro 363, Centro Histórico, em Porto Alegre

    Visitação até o dia 25 de maio

    Horários: 10h às 12h, e das 14h30 às 17h, de segunda a sexta.

    Entrada franca

  • Ballet Vera Bublitz, na final de uma importante competição mundial da dança

    Ballet Vera Bublitz, na final de uma importante competição mundial da dança

     

    Escola tradicional gaúcha leva 13 bailarinas para uma das mais importante competição mundial da dança, o World Ballet Competition e entre elas, a atual medalhista de ouro na edição do ano passado, Alicia Prietsch.

    Segundo o material de divulgação, Vera Bublitz tem uma importante missão neste mês: acompanhar as bailarinas finalistas de sua escola no World Ballet Competition, que será realizado de 23 a 26 de abril, na Flórida, nos Estados Unidos. Neste ano, a 17ª edição de uma das mais importantes competições de dança do mundo conta com a participação de mais de 300 participantes de 25 países, entre eles, 13 bailarinas do Ballet Vera Bublitz, de Porto Alegre.

    “É com muito orgulho que vejo, mais uma vez, nossas bailarinas BVB em destaque em uma competição internacional da dança. É o reconhecimento da persistência, da técnica e da graça de nossos talentos que começaram bem cedo nessa trajetória e seguem brilhando nos palcos daqui e do mundo”, ressalta Vera Bublitz.

    Com 11 anos, Alicia Prietsch volta ao World Ballet Competition depois de levar a medalha de ouro como solista, com o primeiro lugar na categoria introdutória da competição em 2023. Nesta edição, ela concorre como solista, com duas coreografias de ballet de repertório, Harlequinade e Giselle, e uma de contemporâneo, Corpo Líquido, e ainda participa de uma apresentação em grupo.

    Vera Bublitz e bailarinas rumo ao World Ballet Competition – Fabiele Parizotti/ Divulgação

    O Ballet Vera Bublitz emplaca sete solistas nesta edição. Além de Alicia e Antonella Feberati Algeri, que recentemente se destacou em participações em Portugal, integram o time de solistas as bailarinas Catarina Kallfelz da Costa, Larissa Barbosa Silveira, Manuela Matos Parizotti, Maria Carolina Bianchi e Marina Miguel Starosta. Elas apresentam solos de ballet de repertório e contemporâneo.

    Em grupo, a coreografia autoral Seres da Floresta, do Ballet Vera Bublitz, da coreógrafa Celicia Santos, está na final do World Ballet Competition, depois de ter conquistado o primeiro lugar no Sul em Dança, em setembro do ano passado. Participam da apresentação as bailarinas Alicia Araujo Soares, Alicia Prietsch, Catarina Kallfelz da Costa, Cecília Gerling, Gabriela Dal Castel Russowski, Isabele Ribeiro de Oliveira, Júlia Treméa Spolidoro, Larissa Barbosa Silveira, Manuela Matos Parizotti, Maria Carolina Bianchi, Mariana Pedone Barroco e Marina Miguel Starosta.

    Para Vera Bublitz, a presença de sua escola no World Ballet Competition com um grupo tão significativo é mais um presente pela comemoração dos seus 80 anos, completados em fevereiro. “Minha alegria é a dança. É ver essas bailarinas tão jovens se desenvolverem em busca de seus sonhos”, completa.

  • Ubu Tropical, do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz, tem novas apresentações no Parque da Redenção

    Ubu Tropical, do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz, tem novas apresentações no Parque da Redenção

    Resultado de ampla pesquisa que envolveu seminário e oficina, o grupo retrata a personagem Pai Ubu, criada pelo francês Alfred Jarry (1873-1907), precursor do teatro contemporâneo

    Ubu Tropical – Foto_Eugênio Barbosa/ Divulgação

              A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz fará novas apresentações de Ubu Tropical. O espetáculo estará dias 21 e 28 de abril, domingos, no Parque da Redenção, próximo ao Monumento ao Expedicionário. A cada domingo serão duas apresentações gratuitas, às 12h e 16h.

    Segundo o material de divulgação “Os bufões do Ói Nóis Aqui Traveiz vão contar a história do Pai Ubu, símbolo do cinismo, destruição e estupidez. Em cena, as peripécias de uma personagem grotesca e cruel que, incitado por Mãe Ubu, assassina o Rei da Polônia e coroa a si mesmo, iniciando uma longa série de atrocidades que incluem traições, roubos, corrupção e assassinatos. Personagem ambicioso, covarde e irracional, o legendário Pai Ubu relembra, em chave humorística, o que o Brasil viveu nos últimos anos com um governante autoritário e demente.

    Ubu Tropical. Foto:Maíra Flores/ Divulgação

         A personagem Pai Ubu foi criada pelo francês Alfred Jarry (1873-1907) precursor do teatro contemporâneo e fundador de uma nova concepção estética e ideológica de onde beberam as vanguardas do século XX, como dadaístas, surrealistas, o teatro do absurdo, e grande parte do humor grotesco atual. Jarry desenvolveu uma interessante saga com as peças Ubu Rei, Ubu Cornudo, Ubu Acorrentado e Ubu na Colina, entre outras, de comédia bufa e as vezes, escatológica e absurda. A provocação de Ubu chega, inclusive, ao universo da linguagem, inventando palavras e chamando atenção para um mundo aparentemente ordenado e progressista, mas que a todo momento cria os seus brutais Ubus.

    Ubu Tropical – Foto_Eugênio Barbosa /Divulgação

           A encenação do Ói Nóis Aqui Traveiz parte da figura do bufão. São os atuadores como bufões que encenam a peça. O bufão é o ser dos paradoxos, das antíteses, o personagem do avesso e do direito, da negação e da afirmação. Sua função é de dizer alto o que se pensa baixo: ele desvela o não-dito, o interdito, o latente ou o recalcado. O bufão está ligado à rua, à praça, sendo o representante de uma reunião de vozes de contestação e de transgressão.

            O grupo iniciou sua pesquisa sobre a personagem Pai Ubu ainda durante a pandemia em 2021. Neste ano desenvolveu um seminário e uma oficina sobre a relação da personagem de Jarry com o Tropicalismo e o conceito modernista de antropofagia criado por Oswald de Andrade. Dando seguimento ao estudo apresentou nas ruas a intervenção cênica Parada Ubuesca e em 2022 criou e produziu o filme curta metragem ‘Ubu Tropical’. Durante 2023 desenvolveu esta nova criação coletiva para o Teatro de Rua.

    Na criação coletiva estão em cena os atuadores Rafael Torres (Pai Ubu), Helen Sierra (Mãe Ubu), Marta Haas, Keter Velho, Eugênio Barboza, Roberto Corbo, Lucas Gheller, Márcio Leandro, Alex Pantera, Jules Bemfica, Gengiscan, Ellen Hiromi, Kayzee Fashola, Milena Moreira, Fabrício Miranda e Daniel Steil. Na parte técnica e contra regra estão Tânia Farias, Clélio Cardoso e Paulo Flores.

                    A montagem de “Ubu Tropical” faz parte do Projeto Arte Pública – Criação e Formação. Uma realização da FUNARTE (Fundação Nacional das Artes) e Ministério da Cultura com recursos da emenda parlamentar da deputada federal Fernanda Melchionna.”

    UBU TROPICAL

    novo espetáculo da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz

    Dias 21 e 28 de abril, em duas sessões por domingo: às 12h e 16h

    Parque da Redenção – próximo ao Monumento do Expedicionário

    O projeto Arte Pública uma realização da FUNARTE (Fundação Nacional das Artes) e Ministério da Cultura.

    https://www.oinoisaquitraveiz.com.br/

    https://www.instagram.com/oinoisaquitraveiz/

    https://www.youtube.com/oinoisaquitraveiz

    https://www.facebook.com/oinoisaquitraveiz2/

  • OSPA celebra os 100 anos de “Rhapsody in Blue”, de Gershwin, com atrações internacionais

    OSPA celebra os 100 anos de “Rhapsody in Blue”, de Gershwin, com atrações internacionais

    Sob regência de Catherine Larsen-Maguire, a Orquestra interpreta um programa dedicado à música norte-americana, com participação da pianista russa Anastasiya Evsina

    Uma das obras orquestrais mais famosas do século 20, “Rhapsody in Blue” foi um sucesso desde a estreia, em 1924. Os acordes concebidos por George Gershwin (1898-1937) chegaram aos ouvidos do grande público de várias formas, desde a abertura do filme “Manhattan”, de Woody Allen, até um comercial da United Airlines amplamente veiculado nos anos 1980. Em 2024, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, fundação vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac-RS), celebra o centenário da obra com o concerto “Rhapsody in Blue 100 anos”, na sexta-feira (19/04). Reconhecida pianista russa radicada no Brasil, Anastasiya Evsina é a solista convidada para executar a peça. A OSPA também recebe a regente Catherine Larsen-Maguire que, assim como Evsina, foi ovacionada na Casa da OSPA no ano passado. O concerto inicia às 20h, na Sala Sinfônica da Casa da OSPA, com transmissão ao vivo pelo canal da OSPA no YouTube. Os ingressos podem ser adquiridos pela Sympla, por valores entre R$ 10 e R$ 50.

    Segundo a regente Catherine Larsen-Maguire, “Rhapsody in Blue” continua inovadora cem anos depois. As suas características de “alegria, energia e ritmo” são fios condutores de todo o concerto da OSPA, que une no repertório três geniais compositores norte-americanos do século 20. De Leonard Bernstein (1918-1990) – maestro e compositor cuja vida foi recentemente retratada no filme “Maestro” –, a OSPA interpreta a abertura da opereta “Candide”, inspirada no conto “Cândido, ou o Otimismo”, de Voltaire. Refletindo o bom-humor do personagem-título, a música é uma exuberante peça que “combina melodias líricas com a ousadia típica de Nova York”, segundo Larsen-Maguire.

    Anastasiya Evsina e OSPA em 15-07-2023 Foto: Vitória Proença, divulgação OSPA

    Em seguida, a pianista Anastasiya Evsina sobe ao palco da OSPA para interpretar “Rhapsody in Blue”. A obra-prima de George Gershwin construiu uma ponte entre as salas de concerto e os bares de jazz. Entretanto, Anastasiya pontua que a obra às vezes recebe críticas nos dois contextos: “Músicos de jazz frequentemente argumentam que ela não representa o verdadeiro jazz, devido à sua natureza escrita. Por outro lado, músicos clássicos reconhecem seu estilo como jazz, embora muitos críticos sustentem que eles falham em executá-la adequadamente”. Na visão da pianista, Gershwin criou uma obra que funde a expressividade do jazz com a estrutura da música clássica. “Para interpretá-la, é essencial ter sensibilidade ao jazz”, afirma Anastasiya.

    Após o intervalo, a OSPA executa a majestosa terceira sinfonia de Aaron Copland (1900-1990), considerado um líder entre os compositores americanos. Segundo Leonard Bernstein, que regeu uma versão famosa da obra com a Filarmônica de Nova York, a sinfonia é “um monumento americano”. O quarto movimento contém a famosa “Fanfare for the Common Man”, cuja melodia traduziu o espírito patriótico dos Estados Unidos no pós-guerra, em 1946. Instantaneamente reconhecível, a composição heroica embala eventos esportivos, filmes hollywoodianos, cerimônias oficiais e até a tradicional festa de Ano-Novo em Times Square, em Nova York.

    O público poderá conhecer a fundo o repertório antes do concerto desta semana. O violoncelista da OSPA Murilo Alves falará sobre as especificidades das músicas e seus compositores na palestra do projeto Notas de Concerto, na sexta-feira, às 19h, na Sala de Recitais.

    Anastasyia Evsina _ Foto> Christoph Diewald

    Anastasiya Evsina (piano – Rússia)

    Reconhecida pianista russa radicada no Brasil, Anastasiya Evsina tem se apresentado globalmente. Possui mestrados em piano solo pelo Conservatório Tchaikovsky de Moscou e em música de câmara pela Academia Gnessin. Já se apresentou em locais prestigiados, como Tokyo Opera City Recital Hall, Minato Mirai Recital Hall (Japão), Palácio Nacional da Cultura, em Sofia (Bulgária), Paderewsky Hall em Lausanne (Suíça), entre outros. Nos últimos anos, Evsina fez uma série de recitais sob o tema “Grandes Compositores-Pianistas”. Em 2023, a pianista foi convidada para ser solista com a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) e a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro (OSTNCS). A TV Senado produziu um documentário no mesmo ano, destacando sua notável carreira.

    Catherine Larsen-Maguire_Divulgação- OSPA

    Catherine Larsen-Maguire (regente – Reino Unido/Alemanha)

    Nascida em Manchester e radicada em Berlim, Catherine Larsen-Maguire realizou seus estudos musicais na Universidade de Cambridge (Inglaterra), na Royal Academy of Music (Londres) e na Karajan Academy (Berlim). Após uma carreira de sucesso como fagotista, que incluiu 10 anos como fagote principal no Komische Oper Berlin, Catherine voltou seu foco exclusivamente para a regência em 2012. Desde então, tornou-se uma regente muito procurada na Europa e na América Central e do Sul. Destaques recentes e futuros incluem concertos com London Philharmonic Orchestra, London Symphony Orchestra, BBC National Orchestra of Wales, Scottish Chamber Orchestra, Deutsches Sinfonieorchester Berlin, Berlin Radio Symphony Orchestra, Orquesta Sinfónica de Galicia, Orchestre du Capitole de Toulouse, Orchestre de Chambre de Paris, Jerusalem Symphony Orchestra, Hong Kong Sinfonietta e Orquesta Filarmónica de la UNAM, entre outras. Atualmente, é diretora musical das Orquestras Juvenis Nacionais da Escócia (National Youth Orchestras of Scotland). Além de compositores canônicos, Catherine tem um interesse especial em música contemporânea, tendo regido estreias mundiais e nacionais de mais de uma centena de trabalhos.

    FUNDAÇÃO ORQUESTRA SINFÔNICA DE PORTO ALEGRE

    RHAPSODY IN BLUE 100 ANOS

    SEXTA-FEIRA, 19 DE ABRIL DE 2024

    Início do concerto: às 20h. Palestra Notas de Concerto: às 19h, com Murilo Alves.

    Onde: Casa da OSPA (CAFF – Av. Borges de Medeiros, 1.501, Porto Alegre, RS).

    Ingressos: de R$ 10 a R$ 50. Descontos: ingresso solidário (com doação de 1kg de alimento), clientes Banrisul, Amigo OSPA, associados AAMACRS, sócio do Clube do Assinante RBS, idoso, doador de sangue, pessoa com deficiência e acompanhante, estudante, jovem até 15 anos e ID Jovem.

    Bilheteria: via Sympla em sympla.com.br/casadaospa ou na Casa da OSPA no dia do concerto, das 15h às 20h.

    Estacionamento: gratuito, no local.

    Classificação indicativa: não recomendado para menores de 6 anos.

    Transmissão ao vivo: às 19h (Notas de Concerto) e às 20h (concerto) no canal da OSPA no YouTube.
    Este evento disponibiliza medidas de acessibilidade.

    PROGRAMA

    Leonard Bernstein | Abertura “Candide”

    George Gershwin | Rhapsody in Blue

    Intervalo

    Aaron Copland | Sinfonia nº 3

    Apresentação: Orquestra Sinfônica de Porto Alegre

    Direção Artística: Evandro Matté

    Regente: Catherine Larsen-Maguire (R. Unido – ALE)

    Solista: Anastasiya Evsina (Piano – RUS)

    Lei de Incentivo à Cultura

    Patrocínio da Temporada Artística: Banrisul, John Deere, Gerdau e Bazk.

    Apoio da Temporada Artística: Trento, Sponchiado, Cavaletti, Unimed, Triel-HT, Intercity, Imobi e Blumenstrauss. Promoção: Clube do Assinante.

    Realização: Fundação Cultural Pablo Komlós, Fundação Ospa, Secretaria da Cultura do RS, Ministério da Cultura, Governo Federal – União e Reconstrução.

    Acompanhe as notícias da Fundação OSPA:

    ospa.rs.gov.br

    instagram.com/ospabr

    facebook.com/ospabr

    youtube.com/ospaRS

    twitter.com/ospabr

  • A peça teatral “Curiosa Mente do Fim do Mundo ao Começo”, no Teatro do SESC 

    A peça teatral “Curiosa Mente do Fim do Mundo ao Começo”, no Teatro do SESC 

    O espetáculo teatral “Curiosa Mente do Fim do Mundo ao Começo” é, segundo o material de divulgação, “uma  viagem nos Tempos. Entre Grécia, Roma,  Bob Marley, Einstein e Mulheres incríveis e Maravilhosas. Amor, Música, Humor e um professor de Cursinho muito Aloprado. Com Oscar Simch (Homem de Perto), Evandro Soldatelli (Logo Ali) e Jottagá Souza Gomes (vem chegando)

    Fotos: Pedro Henrique Barbo/ Divulgação

    Conduzido pelos atores Oscar Simch e Evandro Soldatelli, com trilha sonora ao vivo de Jotagá Souza Gomes, a montagem propõe um passeio por relatos da arte, gente, tempo e cultura que humanizam o mundo. Ela é composta por oito quadros com histórias sobre personalidades e acontecimentos reais, entre passagens cômicas e dramáticas, que destacam diferentes pessoas que realizaram feitos para transformar a humanidade.

    Jotagá Gomes, Oscar Simch e Evandro Soldatelli,/ Divulgação

    As apresentações acontecem às 19h30 nos três dias e possuem classificação indicativa de 12 anos. Os ingressos estão disponíveis para compra através da plataforma Sympla a partir de R$20. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3284-2000 ou WhatsApp (51) 98608-5456.

    Arte Sesc 

    É um dos pilares prioritários para o Sesc/RS e tem como propósitos a valorização da arte e a disseminação da cultura para a sociedade de forma democrática e acessível, com ações que proporcionem a formação de plateias dos mais diferentes públicos. Dessa forma, promove atividades culturais de teatro, música, artes plásticas, circo, literatura e cinema, com uma intensa troca de experiências para ampliar o acesso à produção artística.

    SERVIÇO

    Curiosa Mente – Sesc Alberto Bins

    Data: 18, 19 e 20/04 (quinta-feira a sábado)

    Horários: 19h30 nos três dias

    Local: Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665)

    Ingressos:

    18/04 – https://www.sympla.com.br/evento/curiosa-mente-do-fim-do-mundo-ao-comeco/2398726

    19/04 – https://www.sympla.com.br/evento/curiosa-mente-do-fim-do-mundo-ao-comeco-copia/2399069

    20/04 – https://www.sympla.com.br/evento/curiosa-mente-do-fim-do-mundo-ao-comeco-copia-copia/2399075

    Informações: Pelo telefone (51) 3284-2000 ou WhatsApp (51) 98608-5456

    Ingressos pelo Sympla e no local.