Autor: da Redação

  • Jeferson Cabral estreia espetáculo de dança-teatro BIXA , no Teatro do SESC

    Jeferson Cabral estreia espetáculo de dança-teatro BIXA , no Teatro do SESC

    Protagonizada pelo ator-bailarino Jeferson Cabral, nova montagem da Mimese Companhia de Dança Coisa terá única apresentação às 19h do dia 19 de julho

     Autobiografia performatizada do ator e bailarino Jeferson Cabral, o espetáculo de dança-teatro BIXA terá sua sessão de estreia às 19h do dia 19 de julho, no Teatro do SESC Alberto Bins (av. Alberto Bins. 665). Os ingressos antecipados custam entre R$ 25,00 (meia-entrada) e R$ 50,00 (inteira) e estão disponíveis para compra no site EntreAtos Divulga. As entradas também podem ser adquiridas na bilheteria do teatro, a partir de 1h antes da apresentação. Neste caso, os valores passam para R$ 30,00 (meia-entrada) e R$ 60,00 (inteira).

    Nova montagem da Mimese Companhia de Dança Coisa e primeiro espetáculo solo de Cabral (que é Doutor e Mestre em Artes Cênicas, e licenciado em Dança e Teatro pela Ufrgs), BIXA expõe o preconceito de uma sociedade machista e misógina. Em cena, o ator-bailarino representa várias vozes, retratando a jornada de quem decidiu “sair do armário”, para – com resistência – ser quem verdadeiramente é. Uma realidade difícil no Brasil, onde o preconceito com a comunidade LGBTQIA+ ainda é muito grande.

    A ação cênica é atravessada pela dança, teatro, performance e música, diluindo as barreiras que separam essas linguagens, enquanto busca ressignificar o termo estereotipado “bixa”, fruto do preconceito na sociedade. “BIXA é uma afirmação de que é necessário se orgulhar e fazer do seu corpo um veículo contra a homofobia. “O que me levou a realizar essa montagem foi a vontade de me reconciliar com a minha criança, a partir da percepção de que tudo que vivi na minha infância, no bairro Cohab Cavalhada, onde cresci e sofri os primeiros julgamentos em relação ao meu corpo e meu comportamento – situações comuns na vida de qualquer pessoa LGBTQIAPN+”, explica o ator-bailarino. “Quando adulto, consegui entender que estava construindo meu empoderamento (que também é fruto da resistência de muitas pessoas) pelo caminho da arte”.

    Apresentando essa criança que “se via como bixa” e hoje se depara com essas memórias no tempo presente, o espetáculo navega nesse ideal de transmutação de um termo pejorativo para uma palavra de luta, culminando “numa ode ao ser bicha”, explica Cabral. Autor do texto, ele assina também a concepção, o figurino, a composição e a direção cênica do espetáculo. Baseado em estudos que defendem a ideia do ato de narrar a si como uma ferramenta de autoconhecimento, a exemplo de conceitos teóricos defendidos pela socióloga e antropóloga Marie Christine Josso, o artista gaúcho iniciou o argumento dramatúrgico de BIXA em 2013, e foi aprimorando a narrativa ao longo da última década, até dar o início ao trabalho de criação em setembro de 2023.

    Já a inspiração cênica do espetáculo tem os aportes argentinos sobre Teatro Documental, bem como o trabalho da coreógrafa alemã Pina Bausch, que usava as experiências das artistas de sua companhia como material dramatúrgico de espetáculos de dança-teatro. Em cena, Cabral estabelece uma relação de cumplicidade com a plateia, inspirado na poética dos termos teóricos de Patrícia Fagundes e Iassanã Martins. Ambas as autoras pesquisam formas de criação de intimidade com o público através de um espetáculo proximal na relação com o espectador, tanto espacialmente como na forma de abordagem discursiva.

    Utilizando luzes piscantes, ofuscantes e estroboscópicas em breves momentos, a montagem conta com uma iluminação que alterna essa intimidade cênica com um clima de festa. Para construir sua paisagem sonora e inspirar a corporeidade do artista em sua performance, a obra mergulha no universo pop, com trilha sonora que remora grandes canções de sucesso dos anos de 1990 e anos 2000 (que influenciaram Cabral no decorrer de sua vida), num resgate histórico-cultural de influências políticas e artísticas, potencializando não somente o discurso cênico, as coreografias, e os imaginários da montagem, mas também exaltando o legado das “divas do pop” na produção de conhecimento e resistência.

    SOBRE JEFERSON CABRAL:

    Doutor e Mestre em Artes Cênicas, licenciado em Dança e Teatro (UFRGS). Atuou em coletivos como Ói Nóis Aqui Traveiz e Santo Qoletivo, bem como foi dançarino em diversos espetáculos. Em 2023, esteve em Cães (2023), com direção de Alexandra Dias, com o grupo Outro Dances. No presente ano, comemora 16 anos de vida artística e mantém vínculo criativo com a Mimese Companhia de Dança Coisa.

    SOBRE A MIMESE COMPANHIA DE DANÇA COISA:

    Criada em 2002, como projeto de pesquisa e extensão na UniCruz. Em 2004, passa a ter o caráter independente, apresentando, dentre outros trabalhos, SemelhançasOs Humores do poetaUm corpo bem de perto (de Luciana Paludo), Além DissoVai-te, Se a morte bater na minha portadiga a ela que eu volto amanhã (de Mário Nascimento). Realiza projetos como Luciana Paludo Convida (2016) e Degustação de Movimentos (2019), este último enquanto projeto de extensão, vinculado à UFRGS.

    SERVIÇO:

    Data: 19 de julho (sexta-feira)

    Horário: 19h
    Local: Teatro do SESC Alberto Bins (av. Alberto Bins, 665)

    INGRESSOS DISPONÍVEIS:

    EntreAtos Divulga

    entreatosdivulga.com.br/bixa

    Antecipados:

    R$ 50,00 (inteira)

    R$ 25,00 (professoras, estudantes, pessoas idosas, pessoas com deficiência, artistas, pessoas trabalhadoras do comércio/serviço e empresárias).

    Na hora:

    R$ 60,00 (inteira)

    R$ 30,00 (professoras, estudantes, pessoas idosas, pessoas com deficiência, artistas, pessoas trabalhadoras do comércio/serviço e empresárias).

    Bilheteria Virtual encerra 1h antes do espetáculo.
    Bilheteria no local abre 1h antes do espetáculo.

    Não será permitida a entrada no teatro após o início do espetáculo.

    REDES SOCIAIS:
    https://www.instagram.com/bixa_espetaculo/

    FICHA TÉCNICA:

    Concepção, Texto, Figurino, Performance, Composição e Direção Cênica: Jeferson Cabral

    Colaboração Criativa: Luciana Paludo

    Iluminação: Pati de la Rocha

    Técnico de Áudio: Pedro De Camillis

    Operação de Áudio: Paula Lages

    Fotografia: Julia Oliveira

    Filmagem: Rafael Torres

    ID Visual: Marina Goulart

    Gestão Mídias Digitais: Jeferson Cabral e Pedro De Camillis

    Assessoria de Imprensa: Adriana Lampert

    Produção: Pedro De Camillis

    Realização: Mimese Companhia de Dança Coisa

    Apoio: Curso de Licenciatura em Dança/ESEFID/UFRGS.

  • Duas novas mostras na Galeria Duque, “Inconfundíveis  e Psicodélicas: Encontro de Singularidades”

    Duas novas mostras na Galeria Duque, “Inconfundíveis e Psicodélicas: Encontro de Singularidades”

     

    Duas novas exposições abrem na Galeria Duque: Inconfundíveis e Psicodélicas- Encontro de Singularidades
    A vernissage no próximo sábado, 13 de julho, a partir das 13h30min h. “Inconfundíveis” expõem obras do acervo da Galeria Duque, de artistas singulares, de quem
    reconhecemos a assinatura mesmo que ela não esteja ali, explícita. O modo singular pelo qual cada indivíduo
    se expressa dentro do contexto de sua própria história de vida, evidencia a sua trajetória individual através
    do mundo da arte. São artistas que desempenham diferentes papéis em diferentes níveis de ação. A
    singularidade expressa sua subjetividade, sua experiência individual, o que torna um artista autêntico. São
    criadores que realizam uma obra única, que contém elementos expressivos pessoais cujas poéticas surgem a
    partir do universo que os rodeia. Fazem parte dessa exposição nomes que simbolizam a própria arte.

    Entre eles, estão Beatriz Milhazes, Burle Marx, Iberê Camargo, Tarsila do Amaral, Pedro Weingärtner, Antônio
    Bandeira, Carlos Scliar, Athos Bulcão, Manabu Mabe, Aldemir Martins, Britto Velho, Danúbio Gonçalves,
    Gustavo Rosa, Di Cavalcanti, Carybé, Paulo Pasta, Alfredo Volpi, Manoel Santiago, Arcangelo Ianelli,
    Leopoldo Gotuzzo, Mário Zanini, Pietrina Cecacchi, Ado Malagoli, Carlos Paes Vilaró, Orlando Teruz, Nelson
    Junghbluth, além de outros grandes artistas.

    Neste segundo momento da exposição que está exposta na galeria desde o mês de abril, e
    atravessou o período trágico que vivenciamos em Porto Alegre, acrescentamos obras de artistas muito
    importantes na história da arte brasileira no século XX: Maria Martins e Frans Krajcberg.

    Grupos de mulheres artistas

    “Psicodélicas: Encontro de Singularidades”. O Psicodélicas é um grupo de mulheres artistas que
    há anos se reúnem para vivenciar a arte. Circulam pelas exposições e ateliês, estabelecendo uma relação
    de troca de ideias e convivência social, artística e cultural. O ponto de partida que reuniu estas mulheres
    foi o fazer artístico que cada uma desenvolve. O respeito à singularidade de fazer e de pensar é o
    cimento que mantém o grupo unido há tanto tempo. E esta história linda e divertida, agora ganha um
    novo capítulo: eu (Daisy Viola) propus e elas aceitaram, pela primeira vez, vão expor juntas, na Galeria
    Duque, nos terceiro e quarto andares da galeria, espaços sempre destinados a artistas gaúchos (as)
    contemporâneos (as). Artistas que participam: Ana Hochegger , Ana Rowe, Clara Koury, De
    Lourdes A. Auler ElisaTesseler, Fátima Pinto, Gleice Maurente, Heloísa Sonaglio, Larissa
    Scaravaglione, Marli Leal, Noely Luft, Rejane Wagner, Rosane Morais, Soraya Girotto, Suzana
    Albano,Tereza Albano Vera Behs, Vera Matos, Yara Knijnik , Zica Fortini
    A cada exposição, a Galeria Duque se orgulha por ter um dos mais completos acervos de arte
    do Brasil e por abrir espaço para artistas gaúchos da atualidade. A partir do próximo sábado, 13 de julho de
    24 das 13h30minh às 16h30minh, os visitantes poderão conferir duas exposições que reúnem diferentes
    manifestações de arte que mostram a essência de cada artista representado em seu trabalho, como em
    “Inconfundíveis”, com obras icônicas de grandes nomes da arte, que fazem parte do acervo da galeria, como
    em “Psicodélicas: Encontro de Singularidades”. As duas exposições tem a curadoria de Daisy Viola. A Galeria
    Duque está localizada na Rua Duque de Caxias, 649, no Centro Histórico de Porto Alegre. As exposições
    ficam no espaço até o dia 06 de setembro.
    Agenda:
    Exposições:
    “Inconfundíveis” – Acervo com grandes nomes da arte
    “Psicodélicas: Encontro de Singularidades”
    Local: Galeria e Espaço Cultural Duque
    Endereço: Duque de Caxias, 649 – Porto Alegre

    Contato: Watts (51) 98354.1022
    galeriadaduque@gmail.com
    Vernissage: sábado, 13 de julho, das 13: h30min às 16h30min
    Período da exposição: de 13 de julho a 06 de setembro de 2024
    Horário de funcionamento:
    Seg./Sex: 10h às 18h | Sáb: 10h às 17h
    Entrada Franca
    www.galeriaespacoculturalduque.com.brue

  • Festival de Roteiro será presencial na Casa Mário Quintana e já recebe inscrições

    Festival de Roteiro será presencial na Casa Mário Quintana e já recebe inscrições

    O Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre (FRAPA)  que vai manter sua 12ª edição em formato presencial, de 4 a 8 de novembro na Casa de Cultura Mario Quintana, sua sede original.

    A decisão foi anunciada nesta terça-feira 09/07, e a venda de credenciais já está reaberta – com prazo até o dia 31 de agosto – no site do FRAPA.

    Ainda é possível se inscrever para a Rodada de Negócios (com mais de 80 players participantes) até o dia 12 de julho. Informações em: frapa.art.br.

    “Foram diversos os motivos que nos levaram à essa decisão: a começar pela CCMQ, que felizmente está livre de alagamentos há mais de um mês e, dia após dia, une esforços para retomar suas atividades e estará em pleno funcionamento em novembro”, anuncia a organização do FRAPA. “Nosso hotel parceiro, Master Hotéis, também está apto a receber nosso público em segurança, assim como grande parte dos estabelecimentos comerciais na região. E por fim, a ciência da importância local do evento e para o setor audiovisual brasileiro como um todo”, concluem.

    A produção aconselha os participantes a chegarem por outros aeroportos, além de Canoas (RS), que opera com um número limitado de voos. “Nosso principal objetivo agora é seguir em busca de apoios e parcerias que nos ajudem a viabilizar transfers gratuitos de ida e volta para todos os participantes desde os aeroportos de Caxias do Sul (RS) e de Florianópolis (SC)”, asseguram os realizadores.

    Grandes nomes do audiovisual brasileiro como Carla Esmeralda, Chica Andrade, Daniel Bandeira, Guto Parente, Hilda Lopes Pontes e Rubens Rewald são alguns dos convidados já confirmados. Entre os consultores para esta edição do FRAPA[LAB] estão André Novais Oliveira, Maíra Oliveira, Mariana Jaspe e Tiago Rezende.

    Com o apoio de instituições como a ABRA, Projeto Paradiso e Conspiração, o FRAPA é uma realização da Coelho Voador e da Epifania Filmes e tem direção-geral de Leo Garcia e produção executiva de Mariana Mêmis Müller.

     

    12ª Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre (FRAPA)

    De 4 a 8 de novembro de 2024 na Casa de Cultura Mario Quintana

    Informações e venda de credenciais: frapa.art.br

     

    Sobre o FRAPA

    O FRAPA – Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre é o principal ponto de encontro e porto seguro de centenas de roteiristas de todas as regiões do Brasil. Inspirado em festivais do gênero consagrados no exterior, o FRAPA acontece anualmente de maneira ininterrupta desde 2013. Foram mais de três mil roteiros de longa-metragem e piloto de série inscritos no Concurso de Roteiros, mais de 800 argumentos inscritos nas duas primeiras edições do Concurso de Argumentos em 2023 e mais de três mil reuniões realizadas na Rodada de Negócios.

    Além de apostar na qualificação profissional de roteiristas e dar visibilidade a projetos, o FRAPA é uma rara oportunidade para que criadores se aproximem de canais, produtoras e distribuidoras. A atração já trouxe à capital gaúcha nomes como James V. Hart (“Drácula de Bram Stoker”), Bráulio Mantovani (“Cidade de Deus”), Renata Martins (“Histórias Impossíveis”), Eduardo Melo e Mariana Bardan (“Cangaço Novo”), Lucas Paraizo (“Os Outros”), Luiz Bolognesi (“Uma História de Amor e Fúria”) e Pablo Stoll (“Whisky”), entre outros. Conspiração, Amazon, NBCUniversal, Netflix, O2 Filmes e Vitrine Filmes foram alguns dos players que já participaram do FRAPA.

  • OSPA faz concerto gratuito no Santuário Santa Teresinha, em frente à Redenção

    OSPA faz concerto gratuito no Santuário Santa Teresinha, em frente à Redenção

    O Santuário Santa Teresinha, em frente à Redenção, recebe concerto gratuito da OSPA na sexta-feira (12/07) Ana Tomazi, vencedora do Concurso Interno para Alunos da Escola da OSPA, tocará obra de Mozart junto da Orquestra

    Um dos templos mais tradicionais de Porto Alegre e referência de arquitetura gótica, o Santuário Santa Teresinha é o cenário do próximo concerto da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, fundação vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac-RS). A apresentação, que integra a Série Igrejas da temporada 2024, será na sexta-feira, 12 de julho, às 19h30. O público poderá prestigiar obras de Beethoven, Grieg, Strauss II, Mozart e Nepomuceno, sob regência do maestro Manfredo Schmiedt e com participação da oboísta Ana Tomazi como solista. A entrada é franca e por ordem de chegada.

    A apresentação será a primeira da OSPA em Porto Alegre após os concertos no interior e na Região Metropolitana que marcaram a retomada das suas atividades, no fim de junho. Para Manfredo Schmiedt, que também é o maestro do Coro Sinfônico da OSPA, será “um concerto para celebrar a vida e a superação, depois desse período tão dramático que o povo gaúcho enfrentou”. O regente programou a dramática “Abertura Coriolano”, de Ludwig van Beethoven (1770-1827), a contagiante “Valsa do Imperador” de Johann Strauss II (1825 – 1899), trechos de “Peer Gynt”, obra mais conhecida do ícone da música norueguesa Edvard Grieg (1843-1907) e “O Garatuja”, do brasileiro Alberto Nepomuceno (1864 – 1920).

    Aluna de destaque do Conservatório Pablo Komlós (Escola de Música da OSPA), Ana Tomazi interpretará o “Concerto para Oboé e Orquestra” de Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791). Ana venceu o Concurso Interno para Alunos da Escola da OSPA no ano passado, o que lhe garantiu a oportunidade de solar agora com a OSPA. Atualmente com 18 anos, iniciou os estudos em oboé com 13 na classe da oboísta da OSPA Viktoria Tatour. Ao evoluir no instrumento, passou a integrar a orquestra da escola, a OSPA Jovem, e hoje é principal oboísta da Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo, integrante da Orquestra Acadêmica do Mozarteum Brasileiro, em São Paulo, e recentemente foi aprovada no Bacharelado em Oboé da Haute École de Musique de Lausanne, na Suíça.

    “É uma honra para mim ser solista com a OSPA, fazer música ao lado dos meus professores e de tantos músicos que tenho consideração vai ser muito especial”, comemora Ana, que fará seu primeiro concerto junto à orquestra profissional da Fundação OSPA. A peça de Mozart que tocará é um dos concertos mais importantes para o repertório dos oboístas, com detalhes que demandam a atenção do intérprete. “É bem transparente tecnicamente e exige muita energia! Espero conseguir transmitir toda aventura que é essa peça. A Aninha de 6 anos atrás mal acreditaria que tudo isso está acontecendo… Quero devolver todo cuidado e ensino que recebi à sociedade e transformando vidas, assim como a minha foi transformada”, conclui a jovem musicista.

    FUNDAÇÃO ORQUESTRA SINFÔNICA DE PORTO ALEGRE

    CONCERTO DA SÉRIE IGREJAS – PORTO ALEGRE

    SEXTA-FEIRA, 12 DE JULHO DE 2024

    Início do concerto: às 19h30

    Onde: Santuário Santa Teresinha (Av. José Bonifácio, 645 – Bom Fim, Porto Alegre – RS).

    ENTRADA FRANCA

    Este evento disponibiliza medidas de acessibilidade.

    PROGRAMA

    Ludwig van Beethoven | Abertura Coriolano, Op. 62

    Wolfgang Amadeus Mozart | Concerto para Oboé e Orquestra, K. 314

    I. Allegro aperto

    II. Adagio non troppo

    III. Rondo: Allegretto

    Johann Strauss II | Valsa do Imperador

    Edvard Grieg | Peer Gynt Suite nº 1

    I. Amanhecer

    IV. No Salão do Rei da Montanha

    Alberto Nepomuceno | O Garatuja

    Apresentação: Orquestra Sinfônica de Porto Alegre

    Direção Artística: Evandro Matté

    Regente: Manfredo Schmiedt

    Solistas: Ana Tomazi (solista – oboé)

    Lei de Incentivo à Cultura

    Patrocínio da Temporada Artística: Banrisul Corretora de Seguros, Banrisul, John Deere, Gerdau e Bazk.

    Apoio da Temporada Artística: Panvel, Trento, Sponchiado, Cavaletti, Unimed, Triel-HT, Intercity, Imobi e Blumenstrauss.

    Apoio institucional: Santuário Santa Teresinha.

    Realização: Fundação Cultural Pablo Komlós, Fundação OSPA, Secretaria da Cultura do RS, Ministério da Cultura, Governo Federal – União e Reconstrução.

    Acompanhe as notícias da Fundação OSPA:

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  • Pintor gaúcho Gustavo Schossler está em exposição de destaque  em Londres

    Pintor gaúcho Gustavo Schossler está em exposição de destaque  em Londres

    O pintor brasileiro Gustavo Schossler foi selecionado através de uma competição altamente prestigiada e concorrida, o Herbert Smith, para expor na National Portrait Gallery, de Londres, um dos museus mais importantes do mundo, com foco no retrato.

    A competição que estava em suspenso desde 2020, voltou esse ano e terá abertura dia 11 de julho, na capital da Inglaterra. “Esse é um concurso que eu sonhava em participar desde que comecei a pintar. Diversos pintores contemporâneos importantes que admiro passaram por ele ao longo dos anos” conta Gustavo.

    Em 2016 se inscreveu pela primeira vez e foi selecionado para a segunda etapa, mas não chegou a ser escolhido para a exposição. “Esse ano, o concurso recebeu 1.647 inscrições de 62 países, para serem julgadas de forma online. Dessas, 245 foram selecionadas para a segunda etapa, quando as pinturas são enviadas para Londres. Com as obras em Londres, os jurados selecionaram apenas 50 obras, dentre elas, a minha”, afirma o artista, orgulhoso com o reconhecimento de seu trabalho.

    O Herbert Smith Freehills é um concurso anual de retratos realizado na National Portrait Gallery, em Londres. Anteriormente conhecido como John Player Portrait Award e depois como BP Portrait Award, é o prêmio de retratos mais importante do mundo e é considerado um dos concursos de maior prestígio na arte contemporânea. Desde a sua criação, há mais de 40 anos, o concurso atraiu mais de 40 mil inscrições de mais de 100 países e a exposição foi vista por mais de seis milhões de pessoas. Esse ano são esperados em torno de 120 mil visitantes no espaço expositivo entre 11 de julho e outubro de 2024.

    Gustavo Schossler estudou pintura e desenho na França, no Studio Escalier, e nos EUA com o artista Anthony Ryder. Seu foco principal está na figura e principalmente no retrato. “Busco através da escolha de meus modelos explorar conceitos sobre identidade e questionar ideais de beleza, dando visibilidade a pessoas que historicamente não foram retratadas pela pintura” reflete o artista.

    Serviço

    Abertura da mostra dia 11 de julho (para convidados)

    Visitação de 12 de julho a 24 de outubro

    Diariamente das 10h30 às 18h. Sextas e sábados das 10h30 às 21h

    National Portrait Gallery – St Martin’s Place – Londres

    Site e redes do artista:

    http://www.gustavoschossler.com/

    https://www.instagram.com/gustavoschossler/

    https://www.facebook.com/gustavo.baldassoschos

  • “Estalo”, a 14ª Bienal de Arte do Mercosul tem nova data definida

    “Estalo”, a 14ª Bienal de Arte do Mercosul tem nova data definida

     

    A 14ª Bienal de Arte do Mercosul irá acontecer entre 27 de março a 01 de junho de 2025. A mostra, que acontece em Porto Alegre e estava planejada para acontecer neste ano, teve o seu calendário reestruturado em decorrência das catástrofes climáticas que atingiram o sul do Brasil.
    A próxima edição da Bienal tem como tema “Estalo” e vai se espalhar por diversos espaços na cidade de Porto Alegre, numa proposta de atingir uma quantidade maior e mais diversa de público – investindo numa aproximação da arte tanto com a audiência local quanto global. O conceito curatorial da mostra tem como principal objetivo perceber como diferentes movimentos podem provocar transformações de diversas magnitudes – sejam elas mediadas pelo corpo, pela natureza ou por distintas mídias.
    Após os desafios do projeto da 14ª edição, a fundação da Bienal do Mercosul reitera o seu desejo em continuar realizando um trabalho com impacto social conforme apresenta a presidente Carmen Ferrão: “Durante este ano estamos envolvidos em iniciativas para a reconstrução do setor artístico e dos equipamentos – espaços expositivos parceiros. Também mantivemos as equipes que dedicam-se à instituição e a esta edição. Temos certeza que a mostra é parte da reconstrução: trará mais pessoas ao RS e movimentará a capital através da arte e da educação”.
    Algumas das iniciativas propostas pela fundação além da mostra principal são os projetos Portas para a Arte – em parceria com galerias da cidade – e Arte no Prato – que envolve e movimenta o setor de gastronomia local. Ambos eventos acontecem no mesmo período da mostra principal da Bienal, que nesta edição tem como curador-chefe Raphael Fonseca. A lista dos artistas participantes e dos espaços expositivos será divulgada em novembro.
    Financiamento: PRÓ-CULTURA – Lei Estadual de Incentivo à Cultura
    Realização: Lei Federal de Incentivo à Cultura
    Foto: Thiéle Elissa
    Equipe 14ª Bienal do Mercosul “Estalo”:
    Alexandre Lindenberg (Estúdio Margem, identidade visual), Fernanda Medeiros, curadora assistente, Michele Ziegt, curadoria educativa, Marina Feldens, curadora de Programas Públicos
    Tiago Sant´Ana, curador adjunto, Andréa Hygino, curadoria educativa, Raphael Fonseca, curador-chefe, Anna Mattos – curadora de Programas Públicos e Yina Jiménez Suriel, curadora adjunta.
    Criada em 1996, a Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul é uma instituição que tem como missão desenvolver projetos culturais e educacionais na área de artes visuais, adotando as melhores práticas de gestão e favorecendo o diálogo entre as propostas artísticas contemporâneas e a comunidade. Reconhecido como o maior conjunto de eventos dedicados à arte contemporânea latino-americana no mundo, oportuniza o acesso à cultura e à arte a milhares de pessoas de forma gratuita.
  • Ayton Centeno lança o ABC da Ditatura em pequena tiragem

    Ayton Centeno lança o ABC da Ditatura em pequena tiragem

    Do alto dos seus 75 anos, o incansável jornalista Ayrton Centeno está distribuindo a amigos, colegas e bibliotecas públicas seu último livro, Dicionário da DitaDura, onde consolida uma contundente síntese de atos, fatos, personagens e versões sobre o regime militar vigente no Brasil de 1964 a 1985.

    Em 324 páginas, alinha 528 verbetes vazados na linguagem enxuta que marcou os melhores anos do Jornal do Brasil do Rio e os anos iniciais da revista Veja (nenhum desses dois veículos ganhou verbete no livro, embora sejam citados incidentalmente aqui ou ali).
    Poucos textos do dicionário ocupam uma página (32 linhas). A maioria absoluta tem mais ou menos 16 linhas, o suficiente para dar conta dos causos recheados de ironias e sarcasmo, num dos mais didáticos resumos dos anos 64/85.
    Folheando o livro, a gente acaba se perguntando como e por que ninguém teve essa ideia antes. O próprio Centeno explica: viu-se com a faca e o queijo na mão após concluir o livro “Os Vencedores” (Geração Editorial, 2014), no qual conta histórias dos que pegaram em armas contra a ditadura. Para escrever suas 856 páginas, entrevistou dezenas de pessoas e, além de checar arquivos, leu todos os livros sobre a ditadura.
    Dez anos depois de juntar uma grande massa de informações, “achei que seria um desperdício não publicar nada sobre os 60 anos daquela tragédia que estropiou várias gerações”, disse Centeno. Assim o dicionário veio à luz quase automaticamente. Saiu com excelente qualidade de impressão em tiragem mínima custeada pelo autor, que só tem esperança de recuperar o investimento se o livro extrapolar as previsões da Editora Autografia, do Rio, responsável pela edição inicial e pelas vendas on line em seu site.
    Produto de um veterano jornalista que começou nos anos 60 na revisão do Diário Popular de Pelotas até hoje não parou de trabalhar, o livro tem chance de fazer sucesso se for encarado como fonte de consulta didática – pedagógica, na realidade – por jovens estudantes ou professores que não vivenciaram os anos de chumbo.

    (Geraldo Hasse)

  • Ministério da Cultura detalha a divisão dos R$ 60 milhões destinados à cultura gaúcha

    Ministério da Cultura detalha a divisão dos R$ 60 milhões destinados à cultura gaúcha

    Os R$ 60 milhões destinados à recuperação dos eventos culturais no RS atingidos pelas enchentes no mês de maio, anunciados nessa quarta-feira pela Ministra Margareth Menezes foram divididos entre em três ações, segundo integrantes do  Ministério da Cultura  (Minc).
    Ação 1:
     Bolsas Retomada Cultural* (não foram anunciadas o número de bolsas) no valor de R$4500 ;
    Ação formativa curso de 70h e bolsa para agentes culturais inscritos no cadastro único do Ministério da Cultura ou Mapa da Cultura | agentes / CPF inscritos até 09/07 | critérios: ter residência em um dos 90 municípios em calamidade pública; restrito a agentes culturais que não tenham renda fixa nem sejam sócios de empresas com fins lucrativos
    Ação 2:
    Diversidade Cultural RS:* apoio financeiro de R$ 30 mil para pontos de cultura, pontos de memórias,  bibliotecas comunitárias, pontos de leitura, escolas livres e comunidades quilombolas; É necessário estar cadastrado no Ministério.
    Ação 3:
    Retomada Cultural RS* (ações continuadas) 150 bolsas culturais de R$30mil cada para realização de uma ou mais ações (criação artística, organização de acervo
    *Programa Emergencial*
    *Rouanet RS*
    1. Tramitação prioritária na análise e na CNIC:*
    -Propostas e projetos dos proponentes do RS
    -Propostas e projetos de restauro e patrimônio material do RS
    * 2. Possibilidade de *convocação de reunião extraordinária da CNIC* ou decisão ad referedum do colegiado
    * *3. Prospecção de investidores (juntos aos 100 maiores investidores* da Rouanet) para investimentos entre julho de 2024 e julho de 2025; *Já confirmada aliança com 12 empresas* para Rouanet Especial RS (GRUPO ITAU, VALE, SHELL BRASIL, NEOENERGIA, SANTANDER, FUNDAÇÃO CSN Companhia Siderúrgica Nacional, ACCELOR INSTITUTO EDP BRASIL, GRUPO CMPC (BRASL), HYUNDAI MOTOR CERRAL, PETROBRAS, BANCO DO BRASIL
    * *4 Criação de Comitê Gestor* para seleção de projetos (MINC, Secretaria de Cultura do Estado, CNIC, entidades culturais e empresas patrocinadoras.
    PROJETOS GAÚCHOS NA ROUANET: 
    – 1,5 bilhões projetos em condições de receber imediatamente
    • 50 planos anuais aprovados
    • 113 projetos aprovados de festivais e eventos capendarizados
  • Retomada de mostras na Delphus Galeria de Arte reverterá venda de obra ao SOS RS

    Retomada de mostras na Delphus Galeria de Arte reverterá venda de obra ao SOS RS

    A Delphus Galeria de Arte e Molduras, que deixou de realizar exposições durante os meses de maio e junho, em razão das enchentes que atingiram o estado, retomará o calendário de mostras a partir desta segunda-feira, 1º dia de julho.

    Obra de Mádia Bertolucci/ Divulgação

    Durante todo o mês, estará em cartaz na Delphus a exposição que teve de ser cancelada no início de maio por causa da tragédia climática: Resgate no Olhar, da artista visual caxiense Mádia Bertolucci.

    Artista visual Mádia Bertolucci – Divulgação

    O valor de uma das obras expostas, a de referência MAD- 123, reverterá integralmente ao SOS Rio Grande do Sul, do governo do Estado, em favor das pessoas atingidas pelas cheias.

    Obra de Mádia Bertolucci cujo valor será doado à vítimas das enchentes./ Divulgação

    A artista, uma das fundadoras do Navi – Núcleo de Artes Visuais de Caxias do Sul, criado em 1988, acrescentou três novas obras a mostra de pinturas abstratas, agora com 23 quadros, a maioria acrílica sobre tela e aquarela.

    Obra de Mádia Bertolucci/ Divulgação

    “O nome Resgate no Olhar expressa minha esperança e a certeza de que tudo tem um caminho e outras maneiras de rever nossas vidas. Nestas horas vemos a solidariedade do povo gaúcho e brasileiro”, diz Mádia. Lembrando o que foram os primeiros dias de maio, ela declara que “naquele momento de tanta tristeza, nada mais havia a fazer senão adiar a exposição”.

    Obra de Mádia Bertolucci/ Divulgação

    Caracterizada pela leveza, suavidade e múltiplas cores em suas telas abstratas, Mádia é destacada pela Delphus, no ano do cinquentenário da galeria, na 15ª edição da série Mês do Artista Delphus. “Meu trabalho procura descansar o olhar do espectador e meu desejo é que ele o interprete livremente. É um trabalho contemporâneo, até lírico. Nas aguadas, rasuras ou até mesmo no acúmulo de tinta surge minha obra de arte”, conta a artista.

    Compra solidária

     Engajada ao movimento de solidariedade à população gaúcha, a Delphus, no mês passado, lançou a “Compra Solidária”, pela qual obras de arte são vendidas com 50% de desconto e alimentos e donativos são destinados às vítimas das inundações. A promoção inclui envio de obras para todo o país. Catálogos podem ser solicitados pelo 51 9 9256-6218.

    Obra de Mádia Bertolucci/ Divulgação

    SERVIÇO

    Exposição Resgate no Olhar, de Mádia Bertolucci

     Onde: Delphus Galeria e Molduras

     Endereço: Av. Cristóvão Colombo, 1501, Floresta

     Período:  1º a 31 de julho

     Visitação: segunda a sexta-feira, das 9h às 18h45; sábado, das 9h às 13h

     Entrada gratuita 

  • Festival Cultura Negra RS Solidária reúne artistas pretos, na Banda da Saldanha

    Festival Cultura Negra RS Solidária reúne artistas pretos, na Banda da Saldanha

    A diversidade da música, da literatura, do artesanato e da culinária negra está presente no Festival Cultura Negra RS Solidária. O evento, que ocorre neste domingo, dia 30 de junho, na Banda da Saldanha (Av. Padre Cacique, 1355), das 11h30 até às 23h30, reunirá grandes nomes da música como Banda da Saldanha, Produto Nacional, Serginho Moah, Pau Brasil, Bem Natural, Marietti Fialho, Mark B, D Piá, 3 Blacks, Seguidor F, 50 Tons de Pretas, Da Guedes feat Cristal, Negra Jaque e Positiva Dub.
    “Percebemos que em meio à catástrofe climática que abateu o Rio Grande do Sul, o nosso povo negro foi duramente impactado. Por uma iniciativa da Carrasco Produções e de Paulo Dionísio, juntamente com a Banda da Saldanha, foi criado com o objetivo de arrecadar doações para uma camada da comunidade um tanto esquecida, entre elas os 12 quilombos urbanos de Porto Alegre”, afirma o produtor Claudiomar Carrasco.
    O objetivo é misturar a música pop, o rap, o samba, o reggae e os dj’s para fazer da arte e da cultura popular uma ferramenta de ação social. Para isso, artistas gaúchos se uniram em um line up com diversidade e representatividade.
    Paralelamente ao festival acontecerá uma feira literária que contará com a presença do Coletivo de Escritores Negros, onde estarão expostos livros de diversos autores negros. Além disso, teremos exposição de artesanatos afro, roupas e gastronomia.
    *INGRESSOS -* Para adquirir os ingressos (que são limitados) basta acessar o link https://www.sympla.com.br/evento/festival-cultura-negra-rs-solidaria. Os valores são: R$ 10 com doação ou R$ 20 sem doação. Podem ser doadas peças de roupas em bom estado, materiais de higiene e limpeza, água, além de alimentos não perecíveis. A realização da Banda da Saldanha.
    *SERVIÇO*
    *FESTIVAL CULTURA NEGRA RS SOLIDÁRIA*
    Data: 30 de junho
    Horário: 11h30 às 23h30
    Local: Banda da Saldanha (Av. Padre Cacique, 1355)
    Atrações: Banda da Saldanha, Produto Nacional, Serginho Moah, Pau Brasil, Bem Natural, Marietti Fialho, Mark B, D Piá, 3 Blacks, Seguidor F, 50 Tons de Pretas, Da Guedes feat Cristal, Negra Jaque e Positiva Dub
    Ingressos: no https://www.sympla.com.br/evento/festival-cultura-negra-rs-solidaria. Os valores são: R$ 10 com doação ou R$ 20 sem doação. Podem ser doadas peças de roupas em bom estado, materiais de higiene e limpeza, água, além de alimentos não perecíveis.