O 3ºFIDPOA – Festival Internacional de Dança de Porto Alegre está confirmado para 6 a 11 de junho no Theatro São Pedro.
Inscrições para a mostra competitiva começam nesta segunda-feira, 6 de fevereiro, e estão abertas para bailarinos de 10 a 25 anos.
Destaques ganham bolsas nacionais e internacionais.
Os olhos do mundo se voltam para os talentos latinos da dança. O FIDPOA – Festival Internacional de Dança de Porto Alegre confirma sua representatividade no ballet mundial e prepara sua terceira edição. O festival será realizado de 6 a 11 de junho no Theatro São Pedro, em Porto Alegre. As inscrições para a mostra competitiva abrem nesta segunda-feira, 6 de fevereiro, e estarão disponíveis até o dia 30 de abril no site: www.festivalonline.com.br.
“Durante o FIDPOA, o Brasil vira vitrine internacional da dança e os grandes nomes dos principais ballets do mundo vêm para cá para conhecer, se encantar e prospectar nossos talentos”, destaca a idealizadora e coordenadora geral Carlla Bublitz.
Carlla Bublitz, idealizadora do Festival – Foto: César Rodrigues/ Divulgação
Nas duas edições anteriores, realizadas em 2018 e 2019, o FIDPOA contou com mais de 3 mil participantes de todo o Brasil e de países vizinhos. Os jurados e convidados representaram 12 países, entre eles nomes como a ícone da dança Cynthia Harvey (Nova York), Stanislav Belyaevsky (São Petesburgo), Ghislain de Compreignac (Paris), e Robert Garland, diretor artístico do Dance Theatre of Harlem (NY). Ao todo, foram distribuídas mais de 260 bolsas internacionais e 70 bolsas nacionais, com premiações de cerca de US$ 150 mil em bolsas de estudo e prêmios especiais.
O 3º FIDPOA – Festival Internacional de Dança de Porto Alegre tem o financiamento da Lei Federal de Incentivo à Cultura, apoio do Conselho Brasileiro da Dança – CBDD, patrocínio de Icatu e Rio Grande Seguros, Companhia Zaffari e realização do Ballet Vera Bublitz, Ministério da Cultura, Governo Federal.
As seletivas
A Mostra Competitiva FIDPOA está aberta para bailarinos e estudantes de dança de todas as nacionalidades de 10 a 25 anos. A premiação vai revelar os melhores em quatro estilos: Ballet Clássico de Repertório, Dança Contemporânea, Neoclássico e Danças Livres (que podem incluir modalidades como Jazz, Street Dance, Dança de Salão, entre outras). Para crianças de 6 a 10 anos, haverá um momento especial, a Maratona Kids, com oportunidades para elas experimentarem diversos tipos de dança com grandes profissionais.
Rui César Cruz – Melhor Bailarino FIDPOA 2018 e 2019 . Foto: Karine Viana/ Divulgação
As categorias estão divididas em variação masculina ou feminina, duo, trio, Pas de Deux, Grand Pas de Deux e Conjunto. Estão distribuídas ainda por critério de idade: júnior (de 10 a 12 anos), juvenil (de 13 a 15), adulto (de 16 a 18) e avançado (de 19 a 25). Na modalidade de Danças Livres, podem se inscrever apenas conjuntos, com quatro a 20 participantes, e idades entre 10 e 35 anos. “Ao abrir espaço para várias manifestações da dança, tornamos o festival mais inclusivo e diversificado e trazemos a esses grupos uma oportunidade de visibilidade internacional, já que os jurados representam os principais polos da dança no mundo”, observa Carlla Bublitz.
A seleção da Mostra Competitiva FIDPOA será realizada por vídeo a ser enviado, juntamente com os dados da inscrição, pelo link: www.festivalonline.com.br. Os vídeos devem ser encaminhados por link público do Youtube. A seleção será feita por uma banca avaliadora que vai levar em conta critérios como artisticidade e técnica, adequação da escolha de repertório e desenvolvimento coreográfico. Os resultados gerais, com os nomes dos selecionados, serão revelados no dia 2 de maio. Os selecionados apresentarão suas coreografias para jurados internacionais.
BALLET ARRJ – Foto: Estúdio Daniel Martins/ Divulgação
O 3º FIDPOA – Festival Internacional de Dança terá abertura oficial com uma grande gala no dia 6 de junho e a mostra competitiva será realizada durante o período de 7 a 10 de junho. No dia 11, a programação será marcada pelo evento de premiação e pela divulgação dos vencedores, que ocorrerá no período da tarde. Já, à noite, ocorrerá a gala de encerramento do festival com a participação de bailarinos convidados e a reapresentação das coreografias vencedoras da terceira edição. A próxima edição do FIDPOA está prevista para 2026.
3º FIDPOA – Festival Internacional da Dança de Porto Alegre
Data: 6 a 11 de junho
Local: Theatro São Pedro
Inscrições para a Mostra Competitiva: www.festivalonline.com.br.
Período: de 6 de fevereiro a 30 de abril
Instagram: @fidpoafestival
O Museu da Cena do Ói Nóis Aqui Traveiz e o novo espetáculo de rua, Ubu Tropical, são os principais lançamentos para o ano.
A programação segue com mostra de repertório, oficinas e residências artísticas, lançamento do livro ‘Memória do Teatro de Grupo Brasileiro’ e a participação no festival Tanto Mar em Portugal
Espetáculo O Amargo Santo da Purificação (2008) – Foto: Cláudio Etges / Divulgação
O Ói Nóis Aqui Traveiz entra o ano empunhando orgulhoso seu estandarte. No alto de seus 45 anos ininterruptos de atividades, o grupo está à frente de um ousado projeto nas artes cênicas, com foco na arte pública e acessível a todos. Desde 2022 vem apresentando repertório, realizando visitas a grupos longevos do teatro brasileiro em todo o país, trocando experiências com outros territórios artísticos no RS, como o AfroSul Odomode, o Meme Estação Cultural, o Amó – lugar de bem viver, entre outros. Em 2023 vai além e lança o Museu da Cena do Ói Nóis Aqui Traveiz, um projeto inédito de valorização do teatro em nível nacional, buscando a memória e a importância deste segmento da cultura para a formação de uma sociedade crítica. A previsão de lançamento é agosto de 2023.
MEDEIA – Foto Laura Testa/ Divulgação
O lançamento de um livro trazendo à luz a memória e a história de grupos longevos que vem sendo visitados pelo Ói Nóis ao longo do projeto Arte Pública, ganha destaque na programação. A falta de políticas públicas, as dificuldades, os últimos quatro anos e o desmonte da cultura, tudo estará lá, sob o olhar do grupo. Um documentário e uma exposição fotográfica abordam ainda este assunto dos grupos longevos.
Espetáculo O Amargo Santo da Purificação (2008) – Cláudio Etges / Divulgação
Os webinários, ponto alto do projeto, ganham atividades este ano, abrangendo os eixos criação, formação, territórios e memória. “Tear – tecendo a rede de memória”, “Do jogo a cena – construindo aprendizagens”, “Processos criativos e teatro – dialogando com nossos mestres” e, por fim “Territórios culturais em conexão”, são os temas desses seminários abrangentes e abertos, que irão movimentar a classe artística brasileira. A partir de abril a programação começa a se movimentar, com os primeiros encontros.
Espetáculo MEDEIA – Foto Laura Testa/ Divulgação
O Arte Pública se espraia para o além mar e vai a Portugal participar do festival Tanto Mar, entre 22 e 28 de maio. Lá, a atriz Tânia Farias dirigirá um espetáculo composto por mulheres, chamado “Sobre rosas e margaridas” e apresentará seu M.E.D.E.I.A., que teve estreia recente no 29º Porto Alegre em Cena.
O Amargo Santo da Purificação (2008) – Cláudio Etges/ Divulgação
Ainda neste 2023, o grupo irá estrear seu novo espetáculo de teatro de rua, Ubu Tropical, uma pesquisa que vem sendo feita há um ano e que parte do personagem Pai Ubu, de Alfred Jarry, e do Tropicalismo. A ideia de ser um espetáculo de rua vai ao encontro da proposta de arte pública, gratuita e acessível. A previsão é setembro de 2023.
Espetáculo “A última gravação. Foto: Elizabeth Thiel/ Divulgação
PROGRAMAÇÃO:
Residências artísticas – Territórios
1, 2 e 3 de fevereiro – no Meme Estação Cultural
Nos dias 1 e 2 de fevereiro, às 19h, irá acontecer a oficina de vivência teatral com a Tribo. No dia 3, às 20h, será apresentado o espetáculo Quase Corpos: episódio 1 – a última gravação
10 e 11 de fevereiro – no Quilombo Morada da Paz (Município de Triunfo)
Dia 10, às 20h, a Tribo apresenta Manifesto de uma mulher de teatro, no Teatro União da cidade de Triunfo. Dia 11 acontece a oficina e vivência teatral nos turnos da manhã e tarde e às 20h terá a apresentação da Desmontagem Evocando os mortos – poéticas da experiência
24, 25 e 26 de fevereiro – na Comunidade Indígena Teko Jeapo (Maquiné)
Nos dias 24 e 25 acontece a oficina e vivência e no dia 26, às 20h, a encenação de Violeta Parra, uma atuadora.
Dias 1, 2 e 3 de março – no Tablado Andaluz
Dias 1 e 2 de março será ministrada a oficina e vivência com a Tribo e dia 3, às 20h, a encenação do Manifesto de uma mulher de teatro.
Espetáculo “Violeta Parra – uma atuadora” Foto: Keter Velho/ Divulgação
Mostra Ói Nóis Aqui Traveiz 45 anos
Dias 6, 13 e 20 de março, 20h – M.E.D.E.I.A, na Terreira da Tribo
Dias 10, 11 e 12 de março, 20h – Quase Corpos: Episódio 1 – A Última Gravação, na Sala Álvaro Moreira
Dias 15 e 22 de março, 20h – Desmontagem Evocando os mortos – Poéticas da experiência, no Teatro de Arena
Dias 24, 25 e 26 de março, 20h – Manifesto de uma mulher de teatro, Carlos Carvalho na CCMC
Dia 27 de março, 20h – Filme Ubu Tropical, na Terreira da Tribo
Dia 31 de março, 20h – Violeta Parra uma Atuadora!, na Terreira da Tribo *
* Data que marca a estreia do primeiro espetáculo da Tribo, em 1978
Dia 2 de abril, 17h – O Amargo Santo da Purificação, no Parque da Redenção
Em abril acontecem os dois primeiros webinários. “Tear – Tecendo a Rede de Memória”, com a participação de representantes dos grupos do intercâmbio com os coletivos longevos: Teatro Oficina, Sobrevento, Cia do Tijolo, Engenho Teatral e Pombas Urbanas de São Paulo; Grupo Galpão de Belo Horizonte; Tá Na Rua e Ensaio Aberto do Rio de Janeiro. Já o “Territórios Culturais em Conexão” terá a participação de representantes dos territórios culturais onde o Ói Nóis Aqui Traveiz realizou residências: Afrosul/Odomode, Amó Lugar de Bem Viver, Clube de Cultura, Meme Estação Cultural, Comunidade Kilombola Morada da Paz, Comunidade Indígena Teko Jeapo e Tablado Andaluz. Os outros encontros previstos na programação dos webinários devem acontecer em setembro.
O Amargo Santo da Purificação (2008) – Foto:Cláudio Etges/ Divulgação
Livro Memória do Teatro de Grupo Brasileiro/ documentário e exposição:
A Tribo realizou ao longo de 2022 intercâmbios com os grupos de teatro Tá na Rua e Ensaio Aberto, do Rio de Janeiro; Grupo Galpão, de Belo Horizonte; Teatro Oficina, Sobrevento, Pombas Urbanas, Engenho Teatral e Cia do Tijolo, de São Paulo. Dessa pesquisa resultará a publicação do livro “Memória do Teatro de Grupo Brasileiro”, uma exposição fotográfica e um documentário audiovisual, sobre a memória de coletivos com longa trajetória de trabalho continuado.
RETROSPECTIVA 2022
A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz retomou as suas atividades presenciais em 2022 estreando em fevereiro a performance “Manifesto de uma mulher de teatro” em São Paulo no Refestália/Diversos 22 no Sesc do Carmo. Essa performance esteve ainda em São José do Rio Preto, em julho e no Entrevero – Festival Internacional de Teatro de Santa Maria em novembro. Na Terreira da Tribo a partir de março retomou o projeto de oficinas livres de teatro aos sábados. Realizou duas curtas temporadas da encenação “Quase corpos: episódio 1 – a última gravação” em abril e junho e deu continuidade ao projeto de pesquisa sobre a personagem Pai Ubu, de Alfred Jarry, realizando o seu primeiro curta metragem ‘Ubu Tropical’, exibido no final de julho na Terreira da Tribo.
No segundo semestre a Tribo lançou os Projetos Arte Pública: Território e Memória e Arte Pública: Criação e Formação. O eixo Território trata-se de uma rede com outros territórios culturais do Estado (Porto Alegre, Maquiné e Triunfo) promovendo trocas de saberes e residências artísticas do Ói Nóis Aqui Traveiz nestes espaços culturais. Entre outubro e dezembro aconteceram apresentações e oficinas no Afro-Sul/Odomode, Amó – Lugar de Bem Viver e no Clube de Cultura. No eixo Memória a Tribo realizou intercâmbios com grupos longevos das cidades do Rio de Janeiro (Tá na Rua e Ensaio Aberto), Belo Horizonte (Grupo Galpão) e São Paulo (Teatro Oficina, Sobrevento, Pombas Urbanas, Engenho Teatral e Cia do Tijolo). Dessa pesquisa resultará a publicação do livro “Memória do Teatro de Grupo Brasileiro”, uma exposição fotográfica e um documentário audiovisual, sobre a memória de coletivos com longa trajetória de trabalho continuado. Além desta pesquisa o projeto vem realizando ações para musealização do acervo da Tribo de Atuadores.
No eixo de criação, deu a partida na pesquisa para a elaboração de uma nova encenação para teatro de rua, que parte da investigação iniciada em 2021 sobre a personagem do Pai Ubu de Jarry e o Tropicalismo brasileiro.
Nos meses de setembro e outubro foram encenadas na Terreira da Tribo os espetáculos de repertório: “Violeta Parra – uma atuadora”, “Desmontagem evocando os mortos – poéticas da experiência”, “Quase corpos: episódio 1 – a última gravação” e “Manifesto de uma mulher de teatro”. Em São Caetano/SP também apresentou “Violeta Parra – uma atuadora. Em novembro a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz recebeu em São Paulo o Prêmio Milú Villares/Itaú Cultural 35 anos. Em dezembro estreou a sua nova versão de “O amargo santo da purificação – uma visão alegórica e barroca da vida, paixão e morte do revolucionário Carlos Marighella”, dentro da 12a. Mostra de Teatro de Rua de Porto Alegre. Ainda em dezembro estreou o novo trabalho solo M.E.D.E.I.A, a partir da sua criação ‘Medeia Vozes’. A nova encenação fez a sua pré-estreia em São Caetano/SP e participou da programação do Festival Internacional Porto Alegre Em Cena. Finalizando o ano, recebeu da Prefeitura de Porto Alegre um espaço na Travessa Carmen 95, bairro Floresta, onde futuramente será construída a sede permanente da Terreira da Tribo.
TRIBO DE ATUADORES ÓI NÓIS AQUI TRAVEIZ – 45 anos
Residências artísticas – em fevereiro e março – nos territórios culturais do projeto
Mostra de repertório em março e abril – em diversos espaços da cidade
Webinários a partir de abril – programação virtual
Evento irá promover ambiente de intercâmbio e negócios entre profissionais do audiovisual
Em 2023, uma série de profissionais do setor audiovisual de países onde o idioma predominante é o português ou espanhol desembarcam em Porto Alegre para participar do 1º Encontro dos Festivais Ibero-americanos de Cinema (EFIC). O evento tem como objetivo promover ações de formação, conexões criativas e negócios para o segmento. A 1ª edição do EFIC é uma realização da Fundação Cinema RS (Fundacine) em parceria com a Coordenação de Cinema e Audiovisual da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre. As atividades acontecem de 23 a 27 de março de 2023, na Cinemateca Capitólio (rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico).
Durante este período, a capital gaúcha receberá curadores, programadores, diretores artísticos e gerentes dos principais festivais cinematográficos realizados no cenário ibero-americano. Além do encontro e capacitação entre os presentes, o evento irá oportunizar que os conteúdos produzidos localmente possam ser apresentados a realizadores de festivais nacionais e internacionais.
A programação contará com debates sobre impulsionamento das políticas públicas para o setor audiovisual. Na grade de atrações, também serão exibidos filmes com relevância no panorama dos festivais ibero-americanos.
A iniciativa conta com financiamento do Pró-Cultura/Sedac-RS e tem patrocínio da CEEE Grupo Equatorial Energia. Em breve, a programação completa será divulgada nos sites e redes sociais da Fundacine e da Cinemateca Capitólio.
Teatro de rua, de bonecos, de sala, dança e a volta do Em Ceninha estão entre as novidades desta edição que se soma ao aniversário da cidade, na Semana de Porto Alegre
Espetáculo Máscara em cena. Foto: Maciel Goelzer/ Divulgação
O Porto Alegre em Cena segura firme o leme e aponta sua embarcação em direção aos novos horizontes. A Direção Artística do festival esteve reunida para selecionar a programação que irá compor a próxima parada do barco do Em Cena, entre os dias 16 e 26 de março em diversos espaços da cidade. Dentre os 137 projetos/espetáculos inscritos, estão os mais renomados coletivos da cidade, os longevos, os novíssimos, propostas diversificadas e conectadas com os assuntos da atualidade.
Espetáculo do Porto em cena. Foto: Maciel Goelzer/ Divulgação
A tarefa foi árdua. “Tantos inscritos nos mostra a vitalidade das nossas artes cênicas mesmo com a pandemia e o desmonte da área cultural. A avaliação levou em conta vários critérios. Naturalmente a qualidade artística é considerada, mas também o alinhamento ao conceito que estamos construindo para o Em Cena e o equilíbrio entre as várias linguagens,” afirmam os curadores.
Espetáculo do Porto em cena. Foto: Fabrício Simões/ Divulgação
Para chegar ao número possível de 11 espetáculos de teatro/dança adulto e 5 de teatro para a programação do Em Ceninha – uma boa nova anunciada pelo festival -, foram observados critérios como o comprometimento com as ações afirmativas, espetáculos que tratam de povos originários e negritude, a presença das mulheres na cena, as linguagens inovadoras, a temática que conversa com nossos dias pandêmicos, políticos e polarizados, com a solidão e a incomunicabilidade. A diversidade, o teatro de rua, de bonecos, a importância das trajetórias, também foram para a balança. O resultado poderá ser conferido em diversos teatros da cidade: Renascença, Teatro da PUCRS – Prédio 40 e Salão de Atos da PUCRS, Teatro do CHC Santa Casa, Bruno Kiefer e Theatro São Pedro, além de apresentações nas ruas de Porto Alegre.
Espetáculo do Porto em cena. Foto: Fabrício Simões/ Divulgação
Com estes 16 espetáculos selecionados para março e duas atrações nacionais que serão divulgadas em breve, somados ainda aos 15 espetáculos de dezembro, a 29ª edição do Festival apresentará ao todo 31 espetáculos, um número acima do esperado para uma edição que se realizou sem as condições ideais.
Espetáculo do Porto em cena. Foto: Fabrício Simões/ Divulgação
Para que toda a cadeia das artes cênicas se sinta contemplada, o Em Cena decidiu que os espetáculos gaúchos inscritos para esta edição e que não foram contemplados nesse momento, estarão automaticamente inscritos para a seleção da 30ª edição, mediante o interesse e a confirmação entre o grupo e a produção do festival. A 30ª edição voltará ao calendário da cidade em seu mês habitual, em setembro de 2023, numa edição comemorativa destas três décadas.
Créditos Naum Produtora – Pedro Carvalho/ Divulgação.
Ainda para a 29ª edição do festival serão anunciadas novidades, dentre elas a programação formativa e os espetáculos nacionais convidados. A programação de março contará com um encontro com participação de convidados internacionais para discutir a dramaturgia brasileira no exterior e rearticular os festivais de teatro brasileiros e dos países de língua portuguesa.
Créditos Naum Produtora – Pedro Carvalho/ Divulgação
Confira a listagem dos espetáculos gaúchos que estarão na grade de março de 2023.
Espetáculo adultos
2068 – Máscara EnCena
Trago sorte mentira & morte – Grupo Cerco
Água redonda e comprida – Geórgia de Macedo
Andaime – Geda Cia. de Dança Contemporânea
Dance a letra grupão pocket live gestos Caetano – Macarenando Dance Concept
O inverno do nosso descontentamento: nosso Ricardo III – Cia. Teatro ao Quadrado
Sob o véu de Isis – Teatro da Crueldade
Sopaporiki – Tarrafa
Espera – Cia. Incomode-te
Um fascista no divã – Reina Produções e Grupo Jogo
Jantar com Sra. Beckett – Via Expressa Coletivo Teatral
Em Ceninha – teatro para a infância e juventude
Frankinh@ uma história em pedacinhos – Projeto Gompa
Bichológico – Circo Teatro Girassol
Lampião e Maria Bonita – Mosaico Cultural
Histórias do Vovô Cascudo – Depósito de Teatro
O museu desmiolado – Trupe Onde a Palavra se Diverte
Suplentes:
Teatro adulto
Em chamas – Centauro Produções
Cães – Outro Dance
Calígula – Maria Madureira e Lisandro Belotto
Flamenco Negro – Cia de Arte La Negra/ Ana Medeiros
Em Ceninha
Louça Cinderela – Cia. Gente Falante
Brechó Humanidade – Rudinei Morales Teatro de Animação
Amazônia – Projeto Gompa
29º Porto Alegre em Cena – segunda etapa
De 16 a 26 de março de 2023
Teatros e ruas de Porto Alegre (mais informações em breve)
Equipe de produção da SMC: José Miguel Ramos Sisto Junior, Claudia Pinto Alves, Ilza Maria Praxedes do Canto, Breno Ketzer Saul, Rosangela Broch Veiga e Adriana Mentz Martins
Apoio: TVE e FM Cultura 107.7
Patrocínio: Itaú, Zaffari e Panvel
Financiamento: Ministério da Cultura
Realização: PUCRS e Prefeitura de Porto Alegre/SMCEC
Theatro São Pedro recebe espetáculo do Ballet Vera Bublitz
neste sábado, 28 de janeiro, às 16 hrs. Entrada franca.
Um espetáculo ao ar livre e aberto ao público é a pedida do próximo sábado, 28 de janeiro. A mais tradicional escola de dança do Estado, o Ballet Vera Bublitz, traz para a Concha Acústica do Theatro São Pedro a apresentação Bye Bye Summer Class 2023. A atração inicia às 16hrs e tem entrada franca. Informações pelos telefones (51) 3307-4564 e (51) 98474-1252.
Catarina Costa. Foto: Estúdio Daniel Martins/ Divulgação
“O evento é uma celebração do encerramento dos nossos cursos de verão, com participações nacionais e internacionais e coreografias premiadas”, destaca a diretora Vera Bublitz.
Alicia Prietsch Dresch e Caleo Alencar – Foto:Carlos Aguiar/ Divulgação
É a oportunidade de o público apaixonado por dança conferir solos, duos e apresentações de grupo. Ballets de repertório, como Dom Quixote, Harlequinade e Paquita, que integram o espetáculo. Coreografias de dança contemporânea da premiada Carol Segurado, uma das convidadas especiais da Summer Class do Ballet Vera Bublitz, também fazem parte da programação.
Estarão no palco ainda bailarinos argentinos que vieram especialmente para a Summer Class e se apresentarão em Pas de Deux as com bailarinas BVB. Na programação está também a bailarina Catarina Costa, com o desafio de Kitri, um coreografia que integra o clássico Dom Quixote, em um solo com uma impressionante diagonal de giros. No final de 2022, Catarina interpretou a personagem em um espetáculo no Theatro São Pedro ao lado do premiado Paulo Rodrigues, de São Paulo.
Larissa Silveira. Foto: Estúdio Daniel Martins/ Divulgação
Outro destaque é a apresentação da dupla Alicia Prietsch Dresch, de apenas 11 anos, e Caleo Alencar, com o Pas de Deux La Fille Mal Gardée, um dos mais tradicionais ballet de repertório, levado pela primeira vez ao palco, em 1786, em Bordeaux, na França. Os bailarinos foram selecionados para a mais importante premiação mundial da dança, o Youth American Grand Prix (YAGP), que acontece em abril, em Tampa, na Flórida, nos Estados Unidos
O espetáculo Bye Bye Summer Class 2023 tem a direção de Vera Bublitz, com a colaboração dos professores que participaram do Summer Class, com destaque para o mestre cubano Luis Gonzalez e a professora e coreógrafa do Ballet Vera Bublitz, Rejane Rangel.
Catarina Costa – Foto: Estúdio Daniel Martins/ Divulgação
Serviço:
Bye Bye Summer Class 2023
Data: Sábado, 28 de janeiro
Horário: 16hrs
Duração: 1h30
Local: Concha Acústica do Theatro São Pedro
Endereço: Praça Marechal Deodoro, s/n – Porto Alegre
Informações: (51) 3307-4564 e (51) 98474-1252
Entrada franca
Acompanhada de um trio, ela mostra as canções de seu mais recente EP e de seu último single, no Theatro São Pedro, com entrada franca
Com um novo olhar para as canções de seu EP, “O Que Range”, e de seu último single, “Tempo Tabu”, a cantora Rita Zart se apresenta no próximo dia 26 de janeiro, quinta-feira, às 18h30min, no projeto Mistura Fina, no Theatro São Pedro, em Porto Alegre. Como medida de acessibilidade é oferecida o serviço de audiodescrição pela OVNI Acessibilidade Universal, que está presente em toda a programação, desde a sua primeira edição. A entrada é franca.
Para este show, que mais uma vez mostra a diversidade da música produzida no Estado do RS e no Brasil, Rita Zart incluiu no repertório músicas ainda não lançadas e releituras que inspiram seu trabalho. Ela estará acompanhada de Bruno Vargas (contrabaixo), Giovanna Mottini (guitarra e voz) e Bruno Neves (bateria e beats).
Quem é
Rita Zart é cantora, compositora e diretora musical de importantes filmes da cinematografia brasileira da última década, como Castanha, Beira-Mar, A Cidade dos Piratas, Raia 4, Legalidade, Tinta Bruta e 7 Prisioneiros. Foi fundadora e integra o Coletivo Gogó, que faz música e som para cinema desde 2006.
No ano de 2019 resgatou sua carreira autoral e foi uma das compositoras residentes selecionadas pelo Projeto Concha, patrocinado pelo Natura Musical. Em novembro do mesmo ano, lançou o EP “O Que Range”, com 5 faixas compostas e produzidas por ela. Em 2020, o clipe da música “Linguagem” figurou em 1° lugar na lista dos Melhores Clipes do Ano no site Hits Perdidos. Em março de 2020, fez o show de estreia de “O Que Range”, no Agulha, em Porto Alegre.
Durante a pandemia, Rita se manteve ativa e participou de algumas apresentações online. Ainda em 2020 foi atração da Noite nos Museus e lançou o clipe de “Apatia”. Musicou poema de Ana Martins Marques para o livro digital Ensaios de Morar do Projeto Concha/ PUC Cultura; compôs a canção “Vaza”, em parceria com Gabriela Lery, e fez uma releitura de Sky Saw, de Brian Eno, para a coletânea “Another Green World Revisitado”.
Além de cantora e compositora, Rita Zart é diretora musical de importantes filmes da cinematografia brasileira. Crédito: Raul Krebs. Foto Raul Krebs/ Divulgação
Em 2021, compôs a trilha sonora do longa-metragem “Este Fin de Semana”, coprodução entre Brasil e Argentina, lançou o single “Acalanto” junto com Felipe Puperi (Tagua Tagua) e Triz, parte da trilha sonora do Filme Raia 4. Foi diretora criativa do álbum “Transfusão”, da artista Viridiana, contemplado pelo edital Natura Musical.
Em 2022, fez shows no Sofar Sounds POA, Projeto Som no Terraço da Casa de Cultura Mario Quintana, no Teatro de Arena, no TEDX Unisinos e foi uma das atrações do Paralelo Festival em São Francisco de Paula, ao lado de atrações como Alceu Valença, Oswaldo Montenegro e Mari Kerber. Lançou, recentemente, seu single, “Tempo Tabu”, pela Sigmund Records, uma parceria com Rodrigo Fischmann (Dingo) e acaba de lançar seu novo clipe da música “O Que Range”.
Sobre o projeto Mistura Fina
Depois de passar um período sendo realizado em formato virtual – de abril de 2020 a agosto de 2021 – o projeto Mistura Fina retomou, em 2022, o modo presencial, no Foyer do Theatro São Pedro, sempre apresentando a diversidade da produção musical brasileira. Em 2023, o propósito se renova, garantindo o encontro entre a arte e o público, motor principal do Mistura Fina, graças à Secretaria de Estado da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura e à Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás).
O projeto, iniciado em 2022 e que tem continuidade em 2023, conta com 30 apresentações, com uma linha curatorial ainda mais diversa, trazendo Arthur de Faria e Nanni Rios à frente da curadoria. Somando, uma forte parceira do projeto, a OVNI Acessibilidade Universal, que presta serviço desde a primeira edição e se mantém presente, com audiodescrição em todos os dias do evento.
Com produção e realização da Primeira Fila Produções e correalização do Theatro São Pedro, apoio da OVNI Acessibilidade Universal, assessoria de imprensa da Silvia Abreu e patrocínio da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás), o Mistura Fina exibe a pluralidade da produção musical que se destaca no cenário local e estadual do País. Iniciado em 2018, o projeto abrigou grandes expressões da música, em shows temperados com arte e alta performance artística que se exibiram no Foyer Nobre do Theatro São Pedro.
Em sua quarta edição, já se apresentaram no Mistura Fina, ao longo de 2022: Alma Lusitana e Jairo Klein (30/06), Andrea Cavalheiro e Michel Dorfman (07/07), Bebeto Alves (14/07), Dessa Ferreira (21/07), Gelson Oliveira (28/07), Dudu Sperb (04/08), Duo Vozes de Dandara (11/08), Nelson Coelho de Castro (18), Bel Medula (25/08), Glau Barros (01/09), Pedro Longes (08/09), Loma Pereira (15/09), Zé Adão Barbosa (22/09), Zé Caradípia (29/09), Fernando do Ó e Giovanni Berti (06/10), Nina Fola (13/10), Gustavo Kraemer (20/10), Cleômenes Júnior (27/10), Banda Osvalda (3/11), Pâmela Amaro (10/11), Richard Serraria (17/11), Guto Leite (24/11), Simone e Madalena Rasslan (01/12), Pedro Cassel (08/12) e Ana Matielo e Clarissa Ferreira (15/12). A cantora Viridiana deu início à programação do ano de 2023. Em fevereiro, o projeto faz uma pausa e retorna em março, com grandes atrações musicais.
Siga o projeto nas redes:
@misturafinamusica
@primeirafilaproducoes
@ovniacessibilidadeuniversal
@teatrosaopedro
SERVIÇO:
RITA ZART, na programação do projeto MISTURA FINA
Dia 26 de janeiro de 2023, quinta-feira, às 18h30min
Duração: 60 min.
Foyer Nobre do Theatro São Pedro (Praça da Matriz, s/n°), Porto Alegre-RS
Espetáculo terá duas apresentações, dias 24 e 25 de janeiro, dentro da programação do Porto Verão Alegre 2023
O Grupo Cerco no ano em que comemora seus quinze anos, traz pela segunda vez ao Theatro São Pedro
sua mais recente produção: a opereta-rock “Trago Sorte Mentira & Morte”. Um dos espetáculos mais procurados
pelo público em 2022 retorna dentro da programação do festival Porto Verão Alegre 2023, em duas únicas
apresentações, dias 24 e 25 de janeiro, terça e quarta às 21h. Os ingressos estão sendo vendidos através do site do
festival (www.portaoveraoalegre.com.br) e os valores são entre R$ 20,00 e R$ 40,00.
Foto: Adriana Marchiori /Divulgação
Desde sua estreia, a peça foi apresentada em três temporadas, uma no Bar Agulha, uma no Theatro São Pedro e outra no Teatro Renascença, todas com sessões lotadas e fila de espera. O espetáculo recebeu 11 indicações ao Prêmio Olhares da Cena 2022: melhor espetáculo; melhor direção (Inês Marocco, Kalisy Cabeda e
Simone Rasslan); melhor ator (Bruno Fernandes); melhor atriz coadjuvante (Camila Falcão, Elisa Heidrich e Martina Fröhlich); melhor ator coadjuvante (Anildo Böes); melhor figurino (Valquíria Cardoso); melhor maquiagem (Camila Falcão, Manoela Wunderlich, Martina Fröhlich e Anildo Böes); melhor trilha sonora (Grupo Cerco e banda) e melhor
produção (Daniela Lopes). Além destas indicações Trago Sorte Mentira & Morte foi considerado como um dos
melhores espetáculos nacionais de 2022 pela página Atores da Depressão (@atoresdadepressão).
Foto: Adriana Marchiori / Divulgação
Sinopse
Em um bar decadente, personagens boêmios vivem imersos em bebidas, jogos e sedução. Nesse ambiente
degradado lutam por sua sobrevivência e pelo seu prazer. Trago Sorte Mentira & Morte é uma opereta rock repleta de malandragem e feitiçaria onde a ganância mortal encontra a morte e o sobrenatural.
Valentin, um trambiqueiro malandro, e Tom, um trapaceiro de jogos de azar, têm seu caminho cruzado por Marquito, um político argentino, e Lívia, uma sedutora femme fatale. Interessados pelas habilidades de Valentin, Marquito e Lívia o inserem no mundo da política ambicionando o enriquecimento. O encontro entre as personagens desencadeia
uma disputa por dinheiro, poder e pelo questionável amor de Lívia.
Trago Sorte Mentira & Morte é o quinto espetáculo de repertório do Grupo Cerco, coletivo teatral que
completa em 2023 quinze anos e acumula em sua trajetória diversos prêmios e grande reconhecimento do
público e da crítica. Com texto e canções originais de Celso Zanini, integrante do grupo, a peça escrita em rimas e repleta de comicidade conta com a direção musical de Simone Rasslan e direção cênica de Inês Marocco e Kalisy Cabeda.
Duração: 120 minutos
Classificação: 14 anos
Ingressos
A venda dos ingressos acontece no site do festival, o www.portaoveraoalegre.com.br, que conta com filtros para
facilitar a busca, entre eles data, nome, gênero, teatro, já que cada um dos espetáculos tem o seu link para compra. Neste ano, ainda haverá pontos de venda físicos. Os locais serão confirmados em breve. Além disso, será possível
comprar qualquer ingresso nas bilheterias dos teatros durante as duas horas que antecedem às sessões.
Os valores foram mantidos em relação aos últimos anos, assim como a política de desconto, 20% clientes
Banricompras e aqueles incluídos na Lei Federal da Meia Entrada*:
Inteira: R$40,00
Banricompras*: R$32,00 (desconto sobre o preço inteiro, mas que não é aplicado nas atrações em cartaz no Farol Santander)
Meia-Entrada: R$20,00
Importante: As compras de ingresso no site do Porto Verão Alegre têm 18% de taxa de conveniência adicionada aos
valores acima.
| SERVIÇO |
Trago Sorte Mentira & Morte ~ Theatro São Pedro
Datas: 24 e 25 de janeiro, terça e quarta
Horário: 21h
Local: Theatro São Pedro – Praça Mal. Deodoro S/N – Centro – Porto Alegre/RS – Estacionamento no local
Duração: 120 minutos
Classificação: 14 anos
**Não será permitida a entrada após o início do espetáculo, não havendo troca nem devolução do ingresso.
FICHA TÉCNICA
Criação coletiva: Grupo Cerco
Direção Cênica: Inês Marocco e Kalisy Cabeda
Direção Musical e Preparação Musical: Simone Rasslan
Dramaturgia: Celso Zanini
Elenco: Anildo Böes, Bruno Fernandes, Camila Falcão, Elisa Heidrich, Manoela Wunderlich, Martina Fröhlich, Philipe
Philippsen
Banda: Gabriela Lery, Rhuan de Moura e R. Fernandez
Composição Original das Canções: Celso Zanini e Sanatório Rock Blues
Arranjos: Frigo Mansan, Gabriela Lery, R. Fernandez e Simone Rasslan
Cena Sonora Original: Grupo Cerco e Banda
Desenho de Luz: Ricardo Vivian
Operação de Luz: Bruna Casali
Desenho de Som: Rodrigo Rheinheimer
Cenografia: Rodrigo Shalako
Contrarregragem: Dani Nardin
Concepção de Figurinos: Valquíria Cardoso
Confecção de Figurinos e Adereços: Valquíria Cardoso, Alex Limberger e Mari Falcão
Maquiagem: Anildo Böes, Camila Falcão, Manoela Wunderlich e Martina Fröhlich
Preparação Corporal: Anildo Böes e Manoela Wunderlich
Preparação Vocal: Philipe Philippsen e Simone Rasslan
Programação Visual: Marina Kerber
Gestão de Redes Sociais: Elisa Heidrich
Fotos para Divulgação: Adriana Marchiori
Produção e gestão: Daniela Lopes / Cardápio Cultural
Apoio: Grupo Press, Pastel com Borda e Expresso 25
Realização: Grupo Cerco
SOBRE O GRUPO CERCO
Coletivo de artistas de Porto Alegre, atualmente formado por 15 profissionais, o Grupo Cerco tem no teatro contemporâneo a sua principal linguagem. Apontado pela crítica como um dos destaques do teatro gaúcho desde o ano de sua estreia, sua investigação cênica resultou em um repertório de cinco espetáculos: “O Sobrado” (2008),
“Incidente em Antares” (2012), “Puli-Pulá” (2015), “Arena Selvagem” (2018) e “Trago Sorte Mentira & Morte” (2022),
todos premiados, com reconhecimento de público e crítica, além da participação em projetos e eventos regionais, nacionais e internacionais.
Fotógrafo apresenta a beleza invisível na paisagem cotidiana da capital
Fotógrafo e jornalista há mais de 4 décadas, Ricardo Stricher faz uma declaração de amor à cidade onde nasceu. Stricher mostra um resultado sem filtros, de locais da região central da cidade, caminhos que percorre diariamente.
O fotógrafo Ricardo Stricher. Foto Alexandro Auler/ Divulgação
A exposição “Ricardo Stricher homenageia Porto Alegre”, com curadoria do fotógrafoAlexandro Auler, ficará em cartaz no Café Fon Fon (Rua Vieira de Castro, 22 – Porto Alegre/RS) até o final de fevereiro. A abertura acontecerá no dia 23 de janeiro (segunda-feira), a partir das 18h, e contará com show especial da banda El Trio às 21h. As obras estarão à venda direto no local.
Foto Ricardo Stricher/ Divulgação
Stricher é conhecido como um cronista visual da capital, pela singularidade com que registra os diferentes aspectos por onde passa na cidade. São imagens peculiares feitas em suas caminhadas pelos bairros centrais de Porto Alegre, tanto de dia como à noite.
Ricardo Stricher tem seu nome associado a inúmeros trabalhos em fotografia, cinema, teatro e música. É fotógrafo há mais de 4 décadas. Já trabalhou na da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, na Câmara Municipal de Porto Alegre, no Palácio Piratini, no Jornal Zero Hora e, como freelancer, em diferentes jornais e revistas locais e nacionais, tendo sido, também, fotógrafo de todas as edições do Fórum Social Mundial em Porto Alegre.
Foto Ricardo Stricher/ Divulgação
Na carreira profissional, contabiliza 17 exposições individuais (sem falar em dezenas de mostras coletivas) e um livro publicado – Porto Alegre Invisível (Libretos Editora, 2012), que reúne 70 imagens da Capital –, além de um Prêmio ARI de Fotografia, em 2013. Participou também dos livros Mercado Público – palácio do povo (2012) e Águas do Guaíba (2015), ambos editados pela Libretos.
Exposição “Consequências” com curadoria de Denise Giacomoni apresenta obras de 22 artistas. Vernissage acontece no dia 19 de janeiro.
CICLOS – Cynthia Feyh Jappur – Divulgação
Verão também é tempo de arte no Centro Histórico de Porto Alegre e uma oportunidade para visitar a Exposição CONSEQUÊNCIAS no Espaço Cultural Correios (Av. Sete de Setembro, 1020). A mostra apresenta diferentes visões e expressões de 22 artistas. A curadoria é da artista visual, fotógrafa e paisagista Denise Giacomoni.
GESTO 2 (FLAUTISTA) – Daisson Flach- Divulgação
A exposição tem vernissage na quinta-feira, 19 de janeiro, às 18h. Durante a abertura, haverá apresentação de performance da atriz e bailarina Chana Manica, que atuará ao ritmo da sonoridade harmônica e melódica do vibrafone do percussionista Marcio Bicaco. As obras ficarão no espaço até o dia 26 de fevereiro. Visitações de terça a sábado, das 10h às 17h. Entrada franca.
Obra – Deja Rosa- Divulgação
Para a exposição, Denise reuniu pinturas, fotografias, esculturas e tapeçarias demonstrando que as sequências também são consequências. São obras dos artistas Clau Sieber, Cynthia Feyh Jappur, Daisson Flach, Deja Rosa, Delise Renck, Denise Wichmann, Dirce Fett, Ita Stockinger, Leandro Machado, Leda Zimmermann, Lucio Spier, Lu Gaudenzi, Luiz Filipe Varella, Mery Bavia, Milena Julianno, Nana Heisler, Nara Fogaça, Rogério Pessôa, Rose Osório, Sandra Kravetz, Tania Martins e Tita Macedo.
Obra – Luiz Filipe Varella – Divulgação
“Isolamento, vontades sufocadas, desejos mortos, artistas adormecidos, tristeza. Finalmente, o afloramento. Pegamos os pincéis, as espátulas, as câmeras, os computadores, tudo que nos conecta à arte e a nós mesmos. Nossa vontade, nosso âmago, nosso coração. Imaginação. As consequências são as sequências. Arte produzida com sensação de renovar, respirar, retomar novos horizontes”, observa Denise Giacomoni ao detalhar a motivação dos artistas para a mostra.
Grito da natureza, 2018 – acrílica sobre tela – 92x73cm da série Reflexos – Divulgação
É um olhar de seguimento, um impulso de arte que se renova. “O fazer artístico, antes de tudo, é poesia visual, é dar novo sentido às coisas, aos fatos, aos acontecimentos. A mostra traz o reflexo desse encadeamento desse grupo de artistas nessa fase pós-pandêmica, traduzindo esse recomeço pelas abstrações, pelas desconstruções, pelas ressignificações – mas sobretudo pela sequência. Em CONSEQUÊNCIAS, apresentamos nossa amostra da capacidade de superação do artista”, resume Denise.
A BOLHA COLORIDA – Rose Osório- Divulgação
Serviço:
Exposição CONSEQUÊNCIAS
Curadoria: Denise Giacomoni
Artistas: Clau Sieber, Cynthia Feyh Jappur, Daisson Flach, Deja Rosa, Delise Renck, Denise Wichmann, Dirce Fett, Ita Stockinger, Leandro Machado, Leda Zimmermann, Lucio Spier, Lu Gaudenzi, Luiz Filipe Varella, Mery Bavia, Milena Julianno, Nana Heisler, Nara Fogaça, Rogério Pessôa, Rose Osório, Sandra Kravetz, Tania Martins e Tita Macedo
Abertura: 19 de janeiro (quinta), às 18h
Visitação: 20 de janeiro a 26 de fevereiro de 2023 – terça a sábado das 10h às 17h
Local: Espaço Cultural Correios
Endereço: Av. Sete de Setembro, 1020, Centro Histórico, Porto Alegre (acesso pela Rua Sepúlveda)
A diretora, coreógrafa e professora Andrea Franco explica que tudo isso acontecerá no Festival Flamengo de Verão, de 18 a 21 de janeiro, que é voltado a todos os perfis. “Os workshops atendem desde o público entusiasta, que não possui experiência ou prática de Flamenco até bailaores e músicos que atuantes neste mercado. O conteúdo foi pensado de forma integral, proporcionando uma experiência completa da Arte Flamenca, com aulas de prática de baile flamenco para iniciantes e intermediários/avançados”, explica.
Giovani Capeletti. Foto: Carlos Sillero/ Divulgação
Dentre as oficinas, estão previstas: introdução de baile flamenco, técnica e coreografia para mulheres(intermediários e Avançados), palmas e rítmos, técnica de sapateado, cante para bailaores, guitarra para bailaores, história do flamenco e MASTERCLASS de Guitarra Flamenca para Músicos. Todas as atividades ocorrem na sede do Tablado Andaluz, na Av Venâncio Aires, 556A – Cidade Baixa), com exceção da MASTERCLASS de Guitarra Flamenca para Músicos que acontece dia 19 de janeiro das 17h às 18h30, na Sala Sergio Napp na Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico), em parceria com o IEM (Instituto Estadual de Música) da Secretaria de Estado da Cultura RS.
Luana Jacociunas. Foto: Rafael do Canto/ Divulgação
Grandes nomes do Flamenco do Brasil participam do Festival ministrando workshops e bailando no show flamenco de encerramento: Pedro Franco, bailaor e cantaor gaúcho que reside em São Paulo, Luana Jacociunas (bailaora gaúcha que reside e atua em Granada /Espanha), Daniela Malatesta, bailaora de São Paulo e Giovani Capeletti, guitarrista flamenco do RS.
Pedro Fernandez. Foto: Rafael do Canto/ Divulgação.
Nas NOCHES FLAMENCAS DO FESTIVAL DE VERÃO, o Tablado Andaluz abre às 19h com as delícias da gastronomia espanhola: Tapas (petiscos) e Paellas e os shows acontecem às 21h30. A agenda dos shows está organizada da seguinte forma: dias 19 e 20 de janeiro (quinta e sexta) será realizada a Mostra de Flamenco com a participação de artistas locais e alunas e alunos participantes dos Workshops do Festival, acompanhados pela Banda Flamencura. E no dia 21 de janeiro, sábado, os artistas e convidados especiais se apresentam no show de encerramento com o acompanhamento da Banda Flamencura.
Informações, inscrições e reservas pelo (51) 99873.0809 ou (51)3311.0336, com Andréa Franco.
SERVIÇO
FESTIVAL FLAMENCO DE VERÃO
4 Dias de imersão no Universo Flamenco, com atividades para TODOS;
– Workshops
– Shows
– Gastronomia
Informações e Reservas: 51 99973.0809 e 3311.0336
Tablado Andaluz – Av Venâncio Aires, 556A / ao lado do Brique da Redenção / Porto Alegre
Programação:
18/01 (quarta-feira)
19h – Iniciação ao Baile Flamenco com Andréa Franco
20h – Cante, palmas e técnica de Sapateado com Pedro Souza
19/01 (quinta-feira)
17h às 18h30 – MASTER CLASS DE VIOLÃO FLAMENCO para MÚSICOS*
Com o apoio do IEM, o FFV realiza uma MASTER CLASS de violão FLAMENCO para músicos com o guitarrista flamenco Giovani Capeletti “Técnicas, elementos e ritmos do flamenco”
19h – História e Origem do Flamenco com Andréa Franco
20h – Cante para bailaoras/es com Pedro Souza
21h30 – Show Flamenco
20/01 (sexta-feira)
19h – Técnica de corpo para mulheres e patadas de bulerias com Luana Jacociunas
20h – Elementos de guitarra flamenca para bailaoras/es com o guitarrista flamenco Giovani Capeletti
21h30 – Show Flamenco
21/01 (sábado)
20h – Noche Flamenca – Show de encerramento
*Todas as atividades ocorrem no Tablado Andaluz – Av Venâncio Aires, 556A / ao lado do Brique da Redenção / Porto Alegre, com exceção da MASTER CLASS DE VIOLÃO FLAMENCO para MÚSICOS, programada para a Sala Sergio Napp na Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico).
WORKSHOPS
– 5 CURSOS: 300,00 / CURSO AVULSO: 80,00
– PASSAPORTE 5 CURSOS + PASSE LIVRE EM TODO OS SHOWS: 370,00
SHOWS
– SHOWS AVULSOS – DIAS 19 e 20 de Janeiro: 40,00 (couvert artístico) / SHOW DE ENCERRAMENTO – DIA 21 de Janeiro: 60,00
**DESCONTOS PARA ALUNOS E ARTISTAS FLAMENCOS: SHOWS AVULSOS: 30,00 / SHOW DE ENCERRAMENTO: 50,00
*Sala Sergio Napp / Casa de Cultura Mário Quintana – Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico
– Valor: 75,00
Informações e Reservas: 51 99873.0809 / Tablado Andaluz, com Andréa Franco