Autor: da Redação

  • Revelações da dança e da música, apresentadas pelo Ballet Vera Bublitz, no Theatro São Pedro

    Revelações da dança e da música, apresentadas pelo Ballet Vera Bublitz, no Theatro São Pedro

    O cantor Pedro Coppeti, que já estrelou espetáculos da Broadway, e a cantora-mirim Valentina Corrêa, do The Voice Kids, estão entre os destaques das apresentações que ocorrem nos dias 25 e 26 de setembro.

    A mais tradicional escola de dança do Estado, o Ballet Vera Bublitz (BVB), volta ao Theatro São Pedro para a IX Gala de Excelência em Dança. No palco, estrelas do canto e do ballet integram um espetáculo em 4 apresentações, às 10h30 e às 16h, nos dias 25 e 26 de setembro. Os ingressos estão à venda nas unidades da escola na Cel. Corte Real, 227, no telefone (51) 98590-0618, e na Cel. Lucas de Oliveira, 158, no telefone (51) 99933-3310.

    Ator e cantor Pedro Coppeti, um dos convidados. Foto: Fabio Alt/ Divulgação
    A cantora Débora Neto. Foto: Cicero Rodrigues/ Divulgação

    Desta vez, a excelência em dança, que faz parte da trajetória de mais de 40 anos do Ballet Vera Bublitz, divide os holofotes com talentos da música. Um dos convidados é o ator e cantor gaúcho Pedro Coppeti, destaque nos palcos internacionais. Radicado em Nova York, Coppeti é formado em Teatro Musical pela The American Musical and Dramatic Academy (AMDA), com um currículo de diversas apresentações na Broadway, inclusive no lendário Carnegie Hall. Na IX Gala de Excelência em Dança, o cantor interpreta, nas apresentações de domingo, 26 de setembro, um trecho de O Corcunda de Notre Dame, ao lado da cantora gaúcha Débora Neto, destaque em festivais de música e que emocionou a plateia do espetáculo Os Miseráveis Experience, em 2019, no Theatro São Pedro.

    A cantora Valentina Corrêa. Foto: Roque Rodrigues / Divulgação

    Aluna do Ballet Vera Bublitz desde os 2 anos de idade, a cantora Valentina Corrêa, de 9 anos, também estará no palco. Ela brilhou na mais recente edição do The Voice Kids, em 2021. No espetáculo, Valentina vai cantar, no sábado, 25 de setembro, “Além do Arco-Íris”, do Mágico de OZ, acompanhada pelo pianista Tiago Lewis, pai da também aluna Olívia.

    Alicia Sassi. Foto: César Rodrigues/Divulgação
    Giovana Ryff. Foto: César Rodrigues/ Divulgação

    Entre os bailarinos que compõem o espetáculo, revelações da dança que nasceram no Ballet Vera Bublitz, como Patrick Bublitz, Alicia Sassi, Catarina Kallfelz da Costa, Giovana Ryff, Isabela de Azevedo e Azevedo, Isabela Huyer, Julia Petry Quinto, Julia Xavier, Maiara Terra y Castro e Marina Miguel Starosta. Eles interpretam trechos de clássicos de ballets de repertório, como Gisele, Dom Quixote, Paquita, Quebra-Nozes e Bela Adormecida. “Nas apresentações, os bailarinos antecipam coreografias que serão apresentadas em festivais internacionais de dança de 2022”, revela a diretora Carlla Bublitz. Mesmo na pandemia, os bailarinos têm se dedicado com afinco para a dança, em aulas intensivas de segunda a sábado, para poderem brilhar nos palcos. “O alimento mais importante para os jovens é fazerem o que amam”, destaca Vera Bublitz.

    Patrick Bublitz. Foto: Daniel Martins. Divulgação
    Marina Miguel Starosta e Júlia Petry Quinto. Foto:_Daniel Martins/ Divulgação

     Agende-se:

    XIX Gala de Excelência em Dança Ballet Vera Bublitz

    25 de setembro (sábado): 10h30 e 16h
    26 de setembro (domingo): 10h30 e 16h

    Local: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n – Centro Histórico – Porto Alegre)

    Capacidade: 170 lugares por espetáculo

    Valor único: R$ 100

    Ingressos antecipados:

    1. Cel. Corte Real, 227
      Whatsapp: (51) 98590-0618
    1. Cel. Lucas de Oliveira, 158

    Whatsapp: (51) 99933-3310

    Os ingressos também poderão ser adquiridos nos dias do espetáculo na bilheteria do Theatro São Pedro, dependendo da disponibilidade de assentos.

     

  • ‘Preta Poesia Feminina’ leva aos palcos a produção de cinco poetas negras gaúchas

    ‘Preta Poesia Feminina’ leva aos palcos a produção de cinco poetas negras gaúchas

     

    Quatro apresentações no estado do RS marcam a estreia do projeto Preta Poesia Feminina, que traz a atriz Silvia Duarte como protagonista de uma homenagem a cinco poetas negras gaúchas: Ana dos Santos, Delma Gonçalves, Isabete Fagundes Almeida, Fátima Farias e Lilian Rocha. Com produção executiva da montagem da obra teatral de Tulio Quevedo, trilha sonora de Alessandra Souza e direção cênica da diretora teatral Silvana Rodrigues, a montagem busca desmistificar o fazer poético como literatura falada. A estreia em Porto Alegre será no dia 18 de setembro próximo, às 20h, com transmissão pelas plataformas YouTube (Silvia Duarte Atriz Produtora).

     

    A proposta conta, ainda, com apresentações online em três outras cidades e em asilos públicos de idosos no mês de setembro: Pelotas (19), Caçapava do Sul (20) e Caxias do Sul (21), sempre às 20h. Preta Poesia Feminina leva ao público poemas que dialogam com questões contemporâneas do universo das mulheres negras, ao mesmo tempo em que destacam o seu valor. A iniciativa pretende oferecer à população afro-brasileira das quatro cidades gaúchas um resgate de seu protagonismo. A peça oferece acessibilidade em libras. Este projeto é executado por meio do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/20.

    Peça será transmitida em Porto Alegre e em mais três cidades gaúchas. Fotos: Matheus Piccini/ Divulgação

    Descobrindo a poesia

    Ao referir-se à sua trajetória de amor à poesia, Silvia Duarte lembra que, em sua adolescência, escrevia poemas, mas o estranhamento que seus versos causavam a inibiu de prosseguir escrevendo. – Com o passar dos anos, em minhas leituras, percebi que não havia escritoras e poetisas negras. Em busca de saber se elas existiam, de conhecer seus poemas e suas narrativas e na tentativa de me identificar, não apenas na temática do feminismo, mas na condição de mulher negra, conheci Elisa Lucinda. Foi uma paixão. Mergulhei nos poemas dela, conta. Seguindo sua busca, leu Conceição Evaristo e fez do poema “Eu-Mulher”, da escritora mineira, o primeiro a ser apresentado publicamente. – Foi assim que decidi interpretar, como atriz, essas poesias que me tocavam, recorda.

     

    Silvia Duarte destaca, ainda, outro momento importante em sua busca pelo que viria a se tornar o Preta Poesia Feminina. – Por indicação de minha irmã, passei a frequentar, na primeira terça de cada mês, o Sarau Sopapo Poético, tradicional evento de difusão da poesia realizado pela Associação Negra de Cultura, relembra. – Deparei-me com um grupo de homens e mulheres lendo poesias, algumas autorais e de autorias de diversos poetas e poetisas, todos negros, pois ali só era possível ler, declamar textos do nosso povo negro. Foi nestes constantes saraus que conheci Lilian Rocha, Isabete Fagundes, Ana dos Santos, Delma Gonçalves e Fatima Farias. Essas cinco mulheres poetisas, algumas compositoras, tão diferentes, mas tão potentes, me proporcionaram viajar no tempo e relembrar o que eu, por tanto tempo, havia negado em mim: a minha poesia, declara.

    Trilha sonora é executada “ao vivo” por Alessandra Souza

    Foi assim que a protagonista de Preta Poesia Feminista decidiu se aprofundar na obra das cinco autoras gaúchas. Com a pandemia e a luta dos trabalhadores da cultura por recursos emergenciais, uma das primeiras oportunidades foi o FAC Digital, que lhe possibilitou recursos para realizar uma live com poetisas negras, que chamou de Preta Poesia Feminina, embrião do atual projeto. – Com a abertura do Edital da Marcopolo, eu e o produtor executivo, Túlio Quevedo, decidimos transformar essa live em um espetáculo. Em setembro, serão cinco artistas gaúchas que estarão no palco por meio de suas poesias, com meu corpo, minha voz, como uma forma de homenagem e gratidão por suas existências, suas histórias e suas lutas, conclui.

     

    Ficha Técnica:

    Realização – Silvia D’Arte Produções

    Produção Executiva – Timbre Produtora Cultural

    Direção de Produção – Túlio Quevedo

    Direção Cênica – Silvana Rodrigues

    Trilha Original – Alessandra Souza

    Atriz – Silvia Duarte.

    Atriz / Musicista – Alessandra Souza

    Cenografia – Criação Coletiva

    Cenotécnico – Antônio Marcos de Oliveira (Pele)

    Figurinos – Mari Falcão

    Figurinos – Camila Falcão

    Adereços – Ateliê Janah Amigurumis

    Acessórios – Bela Oyá

    Maquiagem – Alexsander Maker

    Assessoria de Imprensa – Silvia Mara Abreu

    Identidade Visual – Aline Gonçalves

    Fotografia – Matheus Piccini

    Iluminação – Miguel Tamarajo (Jaka)

    Sonorização – Bruno Klein

    Edição / Projeção de Mídia – Andres Costa

    Captação de Imagem – MP Comunicação Audiovisual

    Montagem / Finalização – Mario Costa

    Tradução / Intérprete de Libras – Vânia Rosa da Silva

    Acompanhe pelos canais de comunicação do projeto:
    https://www.facebook.com/DUARTE176
    https://www.facebook.com/Preta-Poesia-Feminina
    Instagram – @silviadarteprod
    YouTube – Silvia Duarte atriz e produtora
    Site – https://silviadart.com/

    SERVIÇO:

    O Quê: Preta Poesia Feminina, espetáculo cênico com a atriz Silvia Duarte. Direção cênica de Silvana Rodrigues. Direção de produção de Túlio Quevedo.

    Quando: Estreia dia  18 de setembro de 2021, sábado, às 20h, em Porto Alegre

    Onde: Transmissão pelo YouTube (Silvia Duarte Atriz Produtora)

    https://www.youtube.com/channel/UCPnJULJDWgZreurBPQ0Cdxw

     

    Gênero: Livre | Classificação etária: 12 anos

    Duração: 60 minutos

    Recurso de acessibilidade: Libras

    Projeto executado através do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/20.

  • “O Olhar da Cena”: o teatro captado pela fotografia em exposição nas galerias do Trensurb; veja as fotos

    “O Olhar da Cena”: o teatro captado pela fotografia em exposição nas galerias do Trensurb; veja as fotos

    Abre nesta quarta-feira, 15 de setembro  “O Olhar da Cena”  exposição de fotos que ocupa, até 30 de outubro, os espaços culturais Xico Stockinger e Mario Quintana, nas estações Mercado e Rodoviária, do Trensurb, em Porto Alegre.

    As  imagens que fazem parte de espetáculos integrantes do Palco Giratório Sesc em 2021.

    Na exposição, são retratados os espetáculos :

    “Interior”, pelo fotógrafo Caique Cunha (CE);

    “Mini Cabaré Tanguero”, por Paula Carrubba (AL);

    “O Circo a Céu Aberto”, por Cyntia C (RJ);

    “Ícaro”, por Renato Domingos (RS);

    “Salão”, por Isabela Bugmann (BA);

     

    “Meia-Noite”, por Lívia Neves (PE);

    “Enquanto a Chuva Cai”, por Allan Capdehourat (PR);

    “Boquinha… e assim surgiu o mundo”, por Júlio Ricardo (RJ).

    Estes e mais sete espetáculos serão transmitidos ao vivo pela Internet entre 30 de setembro e 16 de outubro, quando acontece a 23ª edição do Palco Giratório Sesc no País e 15ª edição no Rio Grande do Sul.

    Além das apresentações de grupos de todas as regiões do Brasil, também serão realizadas ações formativas on-line, que terão inscrições abertas em breve no site www.sesc-rs.com.br/palcogiratorio, além de quatro apresentações e uma instalação projetadas para surpreender a comunidade em espaços abertos de Porto Alegre.

    Exposição “O Olhar da Cena”

    Data: 15/09 a 30/10

    Horário de visitação: todos os dias, das 5h às 23h20

    Local: Galeria Mario Quintana (Estação Mercado do Trensurb) e Galeria Xico Stockinger (Estação Rodoviária do Trensurb)

    Fotógrafos participantes: Júlio Ricardo (RJ), Allan Capdehourat (PR), Lívia Neves (PE), Isabela Bugmann (BA), Renato Domingos (RS), Diego Bresani (DF), Paula Carrubba (AL), Cyntia C (RJ) e Caique Cunha (CE).

    Valor: A exposição é gratuita, porém é acessível apenas aos passageiros do metrô após a passagem pela catraca

    Sinopse: A exposição “O Olhar da Cena” é composta por imagens que representam a diversidade e pluralidade encenadas nos palcos brasileiros.

    Os registros de fotógrafos de diferentes regiões do país trazem a intensidade e a beleza da relação entre artistas e plateias.

    A alegria e dinâmica do palhaço, o movimento detalhado dos corpos na dança, a expressão imponente e convincente do ator, trazem à memória os momentos inesquecíveis vividos pela experiência do teatro, da dança e do circo.

    (Com informações da Assessoria de Imprensa)

  • Exposição “ViCeVeRSa…pode não ser o que é” inaugura o V744 Atelier

    Exposição “ViCeVeRSa…pode não ser o que é” inaugura o V744 Atelier

    “ViCeVeRSa…pode não ser o que é” dá título à exposição que inaugura o V744 Atelier, neste sábado, 18 de setembro, às 16h. Nesta mostra, a artista visual Vilma Sonaglio, idealizadora da iniciativa, apresenta trabalhos realizados  no último ano e meio, no contexto da pandemia.

     

    – A pandemia impôs o isolamento social e afetou, de forma brusca, o modo como a humanidade vivia e se relacionava, ditando novos comportamentos, padrões e protocolos. O mercado cultural, porque depende da plateia e do público, sofreu diretamente este impacto, avalia Vilma Sonaglio. – Diante da percepção da arte como espaço de acolhimento e alívio, para além de sua importância social e econômica, os artistas, produtores e empreendedores culturais vêm buscando se adaptar a este momento, criando alternativas para viabilizar suas produções artísticas, observa.

     

    Neste cenário, em que muitas galerias fecharam suas portas e muitos artistas migraram para o espaço digital, como possibilidade de divulgação, fruição e diálogo, nasce o V744 Atelier. Segundo Vilma Sonaglio, é um local para criar e expor arte contemporânea. Irá abrigar exposições de artistas convidados, mas também serão aceitas propostas de criadores que estejam desenvolvendo sua pesquisa e produção em todas as linguagens, com relevância, na arte contemporânea.

    Obra “Transbordo “.

    – Para a criação, tem o atelier de desenvolvimento de projetos artísticos, meus e de grupos de estudos com propostas de pensar a arte, explica Sonaglio. – O espaço de exposição vai abrir com uma mostra de meu projeto mais recente e, no futuro, assim que as condições permitirem, se destinará a todas as linguagens artísticas contemporâneas, antecipa. Destaca-se, ainda, uma área dedicada ao acervo de obras da artista.

     

    – A intenção é expor arte contemporânea por meio de projetos e curadorias que pensem a arte como parte integrante da sociedade e da sua cultura, comenta. – É um enorme prazer poder proporcionar este espaço expositivo e de criação independentes, contribuindo com o sistema da arte contemporânea, reflete.

    A exposição

    ViCeVeRSa…pode não ser o que é” apresenta trabalhos realizados por Vilma Sonaglio no último ano e meio, no período da pandemia. A artista exibe três séries fotográficas que refletem metaforicamente seu pensar sobre este período de isolamento social. Trazem, também, questões de materialização do virtual; trabalhos criados para serem veiculados virtualmente são, agora, materializados, dando outro olhar para as obras. Ao todo, são 18 obras com dimensões variadas, desde 100cmx100cm até 50cmx50cm.

    Obra “Sopro”.

    Mestre em Artes Visuais  pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Vilma Sonaglio realizou exposições individuais e coletivas no Brasil, Alemanha e México. Como  principais distinções estão prêmio aquisição do Museu de Arte de Brasília, Prêmio Porto Seguro Pesquisas Contemporâneas, Prêmio Salão de Arte Sacra Contemporânea. Foi indicada ao Prêmio Açorianos. Hoje vive e trabalha na cidade de Porto Alegre.

     

    A visitação será de quarta a sexta-feira, das 14 às 17h, de maneira espontânea. Outros horários serão contemplados com agendamento pelo direct do Instagram V744atelier.

     

    Os visitantes devem seguir os protocolos de higiene, com uso de máscara, álcool em gel e distanciamento pessoal. Um espaço externo auxilia nos protocolos de segurança.

    SERVIÇO:

    O Quê: “ViCeVeRSa…pode não ser o que é”, exposição de Vilma Sonaglio

    Onde: V744 Atelier | Rua Visconde do Rio Branco, 744, Bairro Floresta, Porto Alegre-RS

    Quando: Abertura 18 de setembro de 2021, sábado, das 16h às 20h.

    Visitação de quartas as sextas, das 14h às 17h, de maneira espontânea. Outros horários serão contemplados com agendamento pelo direct do Instagram V744atelier.

    Quanto: Entrada franca

    Recomendação etária: 14 anos

    Uso obrigatório de máscara e álcool em gel à disposição, assim como orientação para 2m de distância entre as pessoas.

  • Inscrições do II Festival Cinema Negro em Ação são prorrogadas até sexta-feira

    Inscrições do II Festival Cinema Negro em Ação são prorrogadas até sexta-feira

    O período de inscrições para a segunda edição do Festival Cinema Negro em Ação foi prorrogado até a próxima sexta-feira (17/9). A competição, realizada pela Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), por meio da Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) e do Instituto Estadual de Cinema (Iecine), selecionará obras audiovisuais produzidas por pessoas negras. O regulamento completo e o formulário de inscrição on-line e gratuita estão disponíveis no site da Sedac.

    Em formato híbrido, o Festival acontece de 20 a 27 de novembro, integrado às comemorações do Cinquentenário do 20 de Novembro, Dia da Consciência Negra. A mostra contará com programação na grade da TVE-RS, na Cinemateca Paulo Amorim e na plataforma Cultura em Casa, da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

    Contemplando videoclipes, videoarte, curtas-metragens e longas-metragens, no formato digital, de temática livre, o festival promove o protagonismo e o intercâmbio entre realizadores negras e negros que atuam com audiovisual por todo o mundo. Na primeira edição do Festival, realizada em 2020, foram 280 inscritos de todas as regiões do Brasil e, também, de Portugal, sendo considerado o maior evento afirmativo do setor audiovisual gaúcho.

  • Biblioteca Pública homenageia Dante Alighieri com projeção de imagens na fachada do prédio

    Biblioteca Pública homenageia Dante Alighieri com projeção de imagens na fachada do prédio

    No dia 24 de setembro (segunda-feira), a partir das 19h, o prédio da Biblioteca Pública do Estado (BPE), instituição da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), terá suas paredes cobertas pela projeção de imagens em homenagem a Dante Alighieri. A ação faz parte da programação alusiva aos 150 anos da Biblioteca e aos 700 anos da morte de Dante Alighieri, falecido em Ravena, na Itália,  em 1321. Inicialmente marcada para esta segunda-feira (13/9), a atividade foi transferida em função da chuva.

    Por meio de um show de mapping 3D, serão projetadas nas paredes da construção histórica imagens alusivas ao prédio e à obra de Dante na Biblioteca Pública, acompanhadas de texto de Rafael Bán Jacobsen, interpretado pelo ator Zé Adão Barbosa. A realização é da Associação dos Amigos da Biblioteca Pública (AABPERS), com fotografia e produção de Celso Chittolina Filho e execução das empresas WOC Group e Visual Áudio e Vídeo.

    Dante Alighieri (Florença, 1265 – Ravena, 1321) é considerado um dos mais importantes escritores da literatura universal e do renascimento literário e o maior escritor de língua italiana. Sua obra mais relevante é o poema intitulado “A Divina Comédia”, escrito no século 14 e dividido em três partes: o Inferno, o Purgatório e o Paraíso.

    A obra descreve uma viagem de Dante através dos três estágios. Primeiramente, é guiado pelo poeta romano Virgílio – símbolo da razão humana –, autor do poema épico Eneida, no Inferno e no Purgatório. Depois, no Paraíso, é levado pela mão de sua amada Beatriz – símbolo da graça divina.

    A cultura de Dante 

    A BPE tem em Dante Alighieri uma das figuras mais importantes da concepção de seu prédio, criado em 1912. A obra do autor recebeu destaque na idealização do local, com referências presentes em pinturas, mobiliário, bustos, ornamentos e acervo.

    Na fachada da Biblioteca, o busto de Dante aparece ao lado de outros nomes importantes do pensamento, formando o Calendário Positivista. Os bustos vieram da Europa, feitos por encomenda para a inauguração do prédio, em 7 de setembro de 1922. O calendário Positivista consistia na representação de ícones de cada área do pensamento e era dividido em 13 meses. Cada mês apresenta um patrono responsável pela evolução da humanidade. Dante Alighieri é a quarta figura no prédio, representando o mês da Epopeia Moderna.

    Referências a Dante e à Divina Comédia

    Ao entrar no prédio, bem no fundo do Salão da Referência e Acervo Geral, a guarnição esculturada em madeira escura da Caixa do Elevador “Otis” é um dos trabalhos do escultor italiano Giuseppe Gaudenzi, com relevos que representam episódios dos Cantos da “Divina Comédia”.

    No segundo piso, a sala que abriga o Acervo do Rio Grande do Sul possui o busto em mármore de Beatriz, de autoria do professor Besfi. Beatriz foi a musa de Dante e a sua paixão imortalizada nas páginas da Divina Comédia.

    No Salão Mourisco, sobre duas colunas de madeira representando monstros dantescos, estavam colocados dois bustos de bronze, em tamanho natural, de Homero e Dante. Hoje, as mesmas colunas contêm os bustos de Borges de Medeiros e Julio de Castilhos.

    Já o Salão Egípcio apresenta dois medalhões ovais, com pinturas a óleo de Beatriz e de Dante e inscrições de trechos da Divina Comédia.

    Obras Raras

    Além das edições mais recentes disponíveis para empréstimo, a BPE possui três edições especiais da Divina Comédia, no setor de Obras Raras: La divina commedia, de 1921, edição comemorativa, restrita a 1000 exemplares; O Inferno: Poema em 34 cantos, ilustrado por Gustavo Doré, de 1887; e La divina commedia di Dante Alighieri, em miniatura de 1911.

    A Biblioteca Pública representa, em seu conjunto, um dos mais expressivos tributos ao escritor italiano.

     

    SERVIÇO

    O quê: Projeção alusiva aos 700 anos da morte de Dante Alighieri na Biblioteca Pública

    Quando: 24 de setembro de 2021, das 19h às 21h

    Onde: Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul (Riachuelo, 1190 – Centro Histórico, Porto Alegre/RS)

    Realização: Associação dos Amigos da Biblioteca Pública do Estado, Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul e Secretaria de Estado da Cultura

  • Evento cultural celebra, nesse sábado, 100 anos do Cais do Porto

    Evento cultural celebra, nesse sábado, 100 anos do Cais do Porto

     

    Nesse sábado, dia 11, o coletivo “Cais Cultural Já” preparou um grande evento para celebrar os 100 anos do Cais do Porto, com a participação de grupos e entidades ligados à cultura de Porto Alegre. Ele acontece a partir das 15h, com concentração na Praça da Alfândega, cortejo pelo Pórtico do Porto, Rua Sete de Setembro e apoteose na Praça Elis Regina, ao lado do Gasômetro.

    O evento será transmitido pela internet em link no facebook do grupo.

    EMBARQUE COM A GENTE!

    São diversas atrações, com muita alegria e segurança, seguindo todos os protocolos anti-covid-19.
    * USO DE MÁSCARA OBRIGATÓRIO
    * DISTANCIAMENTO DE 2 MTS ENTRE OS PARTICIPANTES
    * USO DE ÁLCOOL GEL

    O roteiro do cortejo:

    ROTEIRO DO CORTEJO CAIS CULTURAL JÁ – 100 ANOS DO CAIS DO PORTO, ALEGRE!
    15;00: Concentração Praça da Alfandega
    15:30 -Rua Sepúlveda – Quem somos e a que viemos.
    15:45: Início das apresentações – Música- Dança e Teatro
    Bloco Ai que Saudade do Meu EX
    Dança e Música por “Bia da Ilha” – Quilombo da Resistência
    CTG – Ilhas – Dança
    Poesia, Teatro e Circo
    16H30 – Trajeto: Partida do Cortejo rumo a Usina do Gasômetro, Praça Elis Regina, junto a Kombi de som, pela Rua Sete de Setembro.
    17h30 – Chegada na Usina do Gasômetro. Apresentações Artísticas Teatro, Música, Circo.( Distribuição de Folders)
    18h – Atraque do Cisne Branco no Pier do Gasômetro, trazendo os atores circenses.
    O Cortejo recepciona o Cisne.
    18h10 – Contemplação do Por do Sol – Aplausos – – Apresentação do Circo com Fogo formando 100 anos!
    Apresentação de grupos de Hip hop.

    Para os organizadores o evento não significa Encerramento… e sim,  Novo Início!

  • Gil Jazz Trio, com 11 composições autorais, é a atração do Butiá

    Gil Jazz Trio, com 11 composições autorais, é a atração do Butiá

    O Butiá recebe neste domingo (12), o show de Gil Jazz Trio. Acompanhado de Tamires Duarte (baixo) e Lucas Fê (bateria), Gilberto Oliveira apresenta um repertório com onze músicas autorais que passeiam pelo samba, smooth jazz, elementos de funk e pop. Muitas dessas composições estão no álbum “Cordas pra que te quero”.

    Em mais de 40 anos de carreira, Gilberto (guitarra, violão e baixo) é um dos músicos gaúchos mais requisitados para palcos e estúdios no país. Já tocou com grandes nomes da MPB e do exterior, como Alcione, Cauby Peixoto, Geraldo Flach, Jamelão, Neguinho da Beija-Flor, Robertinho Silva, as cantoras norte-americanas Jane Blakstone, Roseanna Vitro (indicada ao Grammy 2012) e Sandy Sasso, além dos pianistas Gladstone Trott, Warren Byrd e da trompetista holandesa Saskia Laroo.

    As apresentações ao ar livre iniciam às 17h até o pôr do sol. Os ingressos custam R$ 40 e, em cumprimento aos protocolos sanitários, as reservas devem ser feitas pelo site www.obutia.com. A localização e como chegar são informados por e-mail após a confirmação.

  • Cinco novas exposições de artes visuais em setembro, na CCMQ

    Cinco novas exposições de artes visuais em setembro, na CCMQ

    Com recentes indicações em três categorias do XIV Prêmio Açorianos de Artes Plásticas (Destaque Ações de Difusão e Inovação Institucional, Destaque Acervos e Destaque Instituição), a Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ – Andradas, 736 – Centro Histórico de Porto Alegre), instituição da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), consolida posição de referência como espaço de difusão das artes visuais. O intenso calendário de exposições com abertura programada para o mês de aniversário da CCMQ reafirma esse protagonismo, reunindo novos artistas promissores e nomes consagrados no cenário internacional.

    A Exposição Coletiva “A arte, a natureza e a cidade” ocupa, a partir do dia 16 de setembro, o Espaço Maria Lídia Magliani, no 5º andar, junto ao hall do Jardim Lutzenberger. A mostra é resultado do projeto de pesquisa coletiva desenvolvido em encontros virtuais realizados nos meses de julho e agosto pelo Núcleo Educativo da CCMQ. “O grupo se formou em um seminário on-line e gratuito, que buscou suscitar respostas para questões como o pensar coletivo da cidade e seus bairros, escrevendo novas histórias sobre esses lugares”, explica Clara Marques, integrante do Núcleo Educativo da CCMQ, organizadora da exposição, juntamente com Rafael Kayser.

    Coluna (2021), Cristyelen Ferreira_Reprodução

    Entre os participantes do projeto de pesquisa que resultou na exposição estão biólogos, arquitetos, professores, geógrafos, agrônomos, escritores, fotógrafos, desenhistas e outros profissionais do Rio Grande do Sul e de estados como a Bahia e São Paulo, envolvidos com a linguagem artística e suas interações com a memória, o meio-ambiente e o espaço urbano. A Exposição Coletiva “A arte, a natureza e a cidade” conta com a participação do consagrado artista indígena Jaider Esbell, do povo Macuxi, de Roraima, que expõe pela primeira vez no estado.

    Jaider Esbell; Acervo pessoal_/ divulgação

    Com a obra consolidada nacional e internacionalmente, Jaider foi vencedor do Prêmio Funarte de Criação Literária (2010) e do Prêmio PIPA de Arte Contemporânea, categoria online (2016). Além da participação de Jaider Esbell, a exposição coletiva tem suporte do Museu Antropológico do Rio Grande do Sul (Mars), instituição da Sedac, que disponibilizou peças de seu acervo relacionadas à cultura dos povos originários e à ocupação pré-colonial indígena na cidade. O Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo, da Prefeitura Municipal, também é parceiro da iniciativa, cedendo o direito de uso de imagem de algumas fotografias históricas.

    ESPAÇO INUSITADO

    Ampliando as possibilidades dos espaços expositivos a locais até então não utilizados do complexo cultural, a partir do dia 17 de setembro, a instalação Inmersión, do artista visual Matheus Maurante, ocupa um poço de iluminação, localizado no 7° andar da CCMQ. Natural de Rosário do Sul-RS, o jovem artista é graduando em Artes Visuais pela UFRGS e entusiasta da serigrafia, da gravura e dos processos gráficos experimentais.

    Inmersion1_foto_Bruna Guedes/ Divulgação

    A instalação Inmersión, é uma videoperformance produzida pela equipe do Ateliê Casebre, estrutura na qual o grupo de artistas se instalou para imersão criativa em maio de 2020. Situado no Bairro IAPI, o atêlie ocupa os fundos de um imóvel ao lado da casa onde morou Elis Regina. Para compor o recorte de natureza no inusitado espaço do complexo cultural, Matheus Maurante e equipe utilizam plantas cultivadas no próprio Ateliê Casebre. “Uma das marcas da administração da CCMQ tem sido justamente essa expansão da ocupação de espaços, chegando à utilização do poço de luz como lugar de fruição de arte”, observa Diego Groisman, diretor da instituição.

    Conforme Groisman, essa ampliação de espaços é um dos fatores que definiram as indicações da CCMQ ao Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, promovido pela Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre. “A Casa de Cultura Mario Quintana já ocupava uma posição de referência com a programação e os espaços destinados ao teatro, à música, ao cinema. As artes visuais cumpriram um papel fundamental durante este período de pandemia, permitindo que, tão logo fosse possível retomar a visitação pública, as pessoas pudessem dispor do ambiente de fruição artística onde todas as medidas sanitárias são cumpridas à risca. O Ieavi (Instituto Estadual de Artes Visuais) e o MACRS (Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul), também indicado ao Prêmio Açorianos, são duas das instituições da Sedac sediadas na CCMQ que têm sido parceiras fundamentais na consolidação de nosso complexo cultural entre os mais destacados espaços no segmento das artes visuais no Rio Grande do Sul”, comemora o dirigente cultural.

    Gino Bidart2_reprodução

    URUGUAIOS EM PORTO ALEGRE

    A Fotogaleria Virgílio Calegari, no 7º andar da Casa de Cultura, recebe, a partir de 21 de setembro, a exposição Nômades/Bikost, dos artistas uruguaios Gabriela Kostesky, de Montevidéu, e Gino Bidart, de Rivera. A mostra, viabilizada em colaboração com Consulado Geral do Uruguai no Brasil, apresenta pela primeira vez obras de Bidart e Kostesky em Porto Alegre.

    Gabriela Kostesky2_reprodução

    Com trajetória reconhecida e linguagem marcada pela influência da pop art, Gabriela Kostesky utiliza técnicas de colagem, óleo e pastel que dão cores e formas à temática inspirada, sobretudo, no cinema e na música. Com larga trajetória, iniciada ainda na década de 1970 no país vizinho, Gino Bidart trabalha principalmente com pintura, desenho, tapeçaria e serigrafia. Ao longo das últimas décadas, o artista visual tem feito residências artísticas e exposições em países como o México, a Espanha e a França. Suas obras integram coleções privadas no Brasil, no México, em Porto Rico, na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Argentina, no Canadá, na Espanha e no Uruguai.

    Gabriela Kostesky;_Reprodução

    SONORIDADES E CONCEPÇÕES VISUAIS

    No Espaço Majestic, local de forte apelo visual por proporcionar a observação através das vitrines da Rua Sete de Setembro e da Travessa dos Cataventos, a instalação do artista Leandro Machado, abre para visitação no dia 23 de setembro. Machado trabalha com escrita e instalações sonoras, utilizando instrumentos musicais para compor suportes visuais que dialogam com a temática da liberdade a partir de poesia de Castro Alves.

    Leandro Machado_selfie

    Durante o período de montagem da instalação, o público poderá interagir e trocar impressões com o artista natural de Porto Alegre, formado em Artes Visuais e licenciado em Educação Artística pela UFRGS.  Leandro Machado é também especialista em Saúde Mental pela Escola de Saúde Pública de Porto Alegre, tendo como campo de residência, na época, o Hospital Psiquiátrico São Pedro. O artista foi vencedor do 1º Prêmio de Arte Contemporânea da Aliança Francesa, concedido pela Aliança Francesa de Porto Alegre, no ano de 2017.

    COLABORADORES DA CCMQ TAMBÉM EXPÕEM

    Já o Espaço Banrisul, também no térreo, junto à Travessa dos Cataventos, recebe a partir de 25 de setembro a exposição Brecha, que reúne obras de artistas que fazem parte das equipes da CCMQ. Com uma variedade de suportes, que passam por trabalhos de videoarte, instalação e fotografia, a mostra apresenta a produção artística de estagiários, funcionários terceirizados e produtores culturais que atuam na instituição.

    Além das exposições com abertura ao longo do mês de aniversário, a CCMQ mantém a mostra fotográfica montada pelos artistas Santiago Pooter e Kevin Nicolai, no recentemente inaugurado Laboratório Vânia Toledo. A exposição “Lory F. – Você vai ser obrigado a me escutar”, com curadoria de Joana Alencastro, que reúne registros da carreira da emblemática roqueira porto-alegrense, permanece na Sala Radamés Gnattali, no 4º andar, até o final de outubro.

    SERVIÇO:

    Exposição Coletiva “A arte, a natureza e a cidade”
    Abertura: 16 de setembro
    Onde: Espaço Maria Lídia Magliani – 5º andar da CCMQ
    Visitação: segundas a sábados, das 10h às 18h

    Instalação Inmersión
    Abertura: 17 de setembro
    Onde: Poço de iluminação – 7º andar da CCMQ
    Visitação: segundas a sábados, das 10h às 18h

    Instalação Nômades/Bikost
    Abertura: 21 de setembro
    Onde: Fotogaleria Virgílio Calegari, no 7º andar da CCMQ
    Visitação: segundas a sábados, das 10h às 18h

    Instalação Leandro Machado
    Abertura: 23 de setembro
    Onde: Espaço Majestic, térreo da CCMQ
    Visitação: segundas a sábados, das 10h às 18h

    Exposição “Brecha”
    Abertura: 25 de setembro
    Onde: Espaço Banrisul, térreo da CCMQ
    Visitação: segundas a sábados, das 10h às 18h

     

     
  • “O traço que nasce da sombra”, na exposição de Wagner Costa, na CCMQ

    “O traço que nasce da sombra”, na exposição de Wagner Costa, na CCMQ

    O Instituto Estadual de Artes Visuais (IEAVi), em parceria com o Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MACRS), instituições da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), inaugura, a partir de 11 de setembro de 2021, a exposição “O traço que nasce da sombra”, do artista Wagner Costa, na Galeria Augusto Meyer (3º andar da Casa de Cultura Mario Quintana). Com curadoria de Henrique Menezes, a mostra traz ao público um conjunto de obras inéditas, dentre as quais se fazem presentes gravuras, matrizes e videoarte.

    Uma das possibilidades para se pensar a obra de Wagner Costa é por meio da consciência sobre a luz: é ela que confirma a materialidade dos contornos e revela formas moldadas tão somente pelo domínio das fibras do algodão. O artista faz uso da prensa para criar relevos a partir de suas próprias silhuetas recortadas na matriz. O conjunto de gravuras-cegas parte de exercícios de observação de seu corpo, fragmentado e levado ao limite da abstração.

    Se a pintura e o desenho operam pela adição (dos pigmentos, do traço a grafite), a essência da escultura clássica reside na subtração (da matéria). O interesse de Wagner em tensionar – e somar – as zonas de contato entre múltiplas expressões tem início em 2018, durante uma temporada de estudos na Academia de Arte de Florença (Itália), e se intensifica no Atelier de Gravura da Fundação Iberê Camargo: todas as obras desta exposição foram concebidas e produzidas na prensa que pertenceu ao mestre gaúcho.

    ASÊNCIA 02 – Foto: Maciel Goelzer/ Divulgação.

    Pesquisa artística

    Artista visual e arquiteto, Wagner tem se dedicado à pesquisa artística desde 1998. Participou de importantes cursos de formação em Artes Visuais no Brasil e no exterior como Desenho – ARTAC (The Florence Classical Arts Academy) – Florença (2018–2019), Desenho – Barcelona Academy of Art – Barcelona (2018), Oficina de Gravura – Fundação Iberê Camargo, sob a coordenação de Eduardo Haesbaert (2019) e Orientação à Pesquisa Artística com Ms Niura Borges (2018–2020). Entre suas exposições estão a individual “Da pele ao pó” (2020), na Galeria de Arte Mamute, no Centro Histórico de Porto Alegre, e o Circuito Internacional de Arte Brasileira – Embaixadas do Brasil Londres, Viena, Madri e Lisboa (2003). Ganhou o Primeiro Prêmio do Júri Popular no 9° Salão de Pintura, Desenho e Escultura da Fundação Cultural de Canoas/RS (2002).

    SERVIÇO:

    Exposição “O traço que nasce da sombra”

    Abertura: 11 de setembro de 2021, às 10h

    Local: Galeria Augusto Meyer, 3º andar da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736).

    Visitação: de 11 de setembro a 30 de outubro de 2021. De segundas a sextas, das 10h às 18h, e aos sábados, das 13h às 18h.