A montagem original, de 2018, era uma performance de 20 minutos, que transitou por diversos festivais e mostras de teatro do Estado. Laureada com vários prêmios de melhor atriz e espetáculo, “Olga” deu forma a um incrível e impactante espetáculo, com o dobro de tempo e, totalmente repaginado que será apresentado a partir da sexta-feira, dia 6 de março na CCMQ
A remontagem de Olga é uma homenagem às vítimas do Holocausto nos 75 anos da descoberta do campo de concentração de Auschwitz. O monólogo apresenta a última noite de Olga Benário Prestes no campo de extermínio nazista de Bernburg. Várias recordações fazem com que se vislumbre a mãe, a esposa, a judia, a revolucionária, a antissocial, a presa política.
A jovem revolucionária alemã foi enviada ao Brasil em 1934, pela Internacional Comunista, para garantir a segurança de Luís Carlos Prestes. Sob o governo de Getúlio Vargas, foi presa e deportada para a Alemanha, onde ficou sob o comando nazista por seis anos. Por ser judia e ter uma forte posição política, foi executada na câmara de gás, em 1942, aos 34 anos.
A concepção cênica do espetáculo reverbera sentimentos de solidão, frieza e opressão no cenário, no figurino, na iluminação e na trilha sonora. Nos dias 6, 13, 20 e 27, sextas-feiras, após o espetáculo, haverá um bate-papo com especialistas, historiadores e sobreviventes do holocausto sob a supervisão do Instituto Marc Chagall.
Ficha Técnica: Texto – Edelweiss Ramos e Pedro Bertoldi
Atriz – Edelweiss Ramos
Direção – Camila Bauer
Trilha Sonora – Original Álvaro Rosa Costa
Figurino – Liane Venturella
Cenografia – Diego Stefani
Iluminação – Ricardo Vivian
Técnico de Som – Álvaro Rosa Costa
Arte Gráfica – Jéssica Barbosa
Fotografia – Sérgio Azevedo
Divulgação – Ari Lopes
Produção Executiva – Raiar Produções
SERVIÇO: Olga Quando: 6 a 29 de março (sextas a domingos)
Horário: 20h
Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20 (Clube do Assinante ZH, estudantes, idosos, professores e classe artística, mediante comprovação) – à venda na Bomboletras (Shopping Olaria, loja 3 – Cidade Baixa), das 10h às 22h, de segunda a sexta, e das 15h às 21h, no domingo. Vendas online pelos sites www.tcheofertas.com.br e www.entreatosdivulga.com.br Duração: 40 minutos
Classificação etária indicativa: 12 anos
Onde: Sala Carlos Carvalho | 2º andar da Casa de Cultura Mario Quintana | Rua dos Andradas, 736 | Centro histórico – Porto Alegre
A retomada do Projeto Casa Expandida, edição 2020, acontece no dia 7 de março. Como já é tradição, no primeiro sábado de cada mês, a Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) expande o horário de funcionamento até a meia-noite, sempre com atrações especiais. Este ano – quando se comemoram os 30 anos da instituição – a abertura do Projeto Casa Expandida traz, em parceria com a Cinemateca Paulo Amorim, o músico de jazz norte-americano Desmond Scaife Jr., como atração internacional.
Replicantes é a segunda atração da noite. Foto: Fábio Alt/Divulgação
Também vão subir ao palco montado na Travessa dos Cataventos Os Replicantes – uma das mais icônicas bandas do rock gaúcho – e o DJ Piá, pioneiro da cena hip-hop porto-alegrense, responsável por fazer a costura musical da programação.
Dj Piá. Foto: Billy Valdez/ Divulgação
Além das atrações especialmente programadas para o Projeto Casa Expandida, a programação regular tem os horários estendidos com os teatros, cinemas, galerias de arte, lojas e espaços gastronômicos em atividade até a meia-noite. “Todos os ambientes ficam abertos para visitação pública, como forma de democratizar o acesso e a fruição artística, em horários pouco usuais para os equipamentos culturais da cidade”, comemora Jessé Oliveira, diretor da Casa de Cultura. Jessé adianta ainda que, em abril, o Projeto Casa Expandida ganha uma edição especial em conjunto com a Virada Sustentável. “Serão dois dias intensos, com shows no sábado e no domingo”, antecipa ele, garantindo para breve a divulgação das atrações.
Desmond Scaife Jr. – Nascido em Auburn, Alabama, Desmond Scaif Jr. cresceu imerso na música Gospel, Blues, R&B e Soul Music. Começou a cantar na igreja de seu pai quando tinha apenas dois anos de idade. Aos seis, estava tocando piano e órgão e, aos 10, já tocava bateria. Sua mãe, pianista, cantora e atriz, foi diretora do coral da igreja onde Scaif começou a cantar. Ao completar 15 anos, Desmond participou de um programa de verão de cinco semanas e retornou ao mesmo programa no ano seguinte, quando tinha 16. Foi nesse segundo ano que conheceu seu professor e mentor, Lawrence Watson. Na época, Lawrence era professor na Cornell University, durante o dia, e à noite ele tocava nos melhores clubes de jazz com sua banda. Em 2014, Desmond foi um dos destaques do programa “American Idol”, exibido originalmente pela rede de televisão Fox nos Estados Unidos e transmitido pelo canal Sony no Brasil.
Os Replicantes – A banda de punk rock brasileira está há 35 anos na estrada. Nessas três décadas, produziu 13 álbuns, mais de 100 canções autorais, três Dvd’s, além do primeiro videoclipe brasileiro “Nicotina”. Presente em várias coletâneas, filmes, minisséries, é referência sempre citada em bibliografias da história do rock brasileiro. A formação atual tem Julia Barth, nos vocais, Heron Heinz, no baixo, Claudio Heinz, na guitarra, e Cleber Andrade, na bateria.
DJ Piá – Com 30 anos de carreira, Piá é um dos precursores do movimento hip-hop no Rio Grande do Sul. Em 1984, idealizou um grupo de dança break e criou a banda Lords. Em 1995, gravou o disco “O Homem Errado” e participou da coletânea “Outros Sons da Restinga”. Nesta mesma época, começou a carreira de comunicador, apresentando o programa Projeto Rap POA, na Rádio Ipanema. Depois de gravar a música “Jovem Cowboy” com os Cowboys Espirituais (Júlio Reny, Frank Jorge e Márcio Petracco), em 1998, Piá foi premiado internacionalmente pela mistura de bombo leguero com guitarras e batidas funk da faixa. Em 2002, lançou o disco “Um Pouco Sobre Todos Nós”, pela gravadora Trama, cujo trabalho rendeu o Prêmio Açorianos de Melhor Disco de Rap.
Foto: AndreFurtado/ Divulgação
SERVIÇO:
PROJETO CASA EXPANDIDA
Quando: 7 de março
Horário: a partir das 12h – DJ Piá a partir das 19h – Show Desmond Scaife Jr. às 21h30 – Show Replicantes às 22h45.
Onde: Casa de Cultura Mario Quintana | Rua dos Andradas 736 – Centro Histórico – Porto Alegre
Um novo espaço cultural surge na região do 4º Distrito, levando ainda mais cultura para o antigo e tradicional bairro São Geraldo. É lá que está situado o Patrimônio, que abre as portas ao público em um dia emblemático e muito especial: o dia 08 de março. Para a abertura, as proprietárias Linda e Gabriela Genero Granella, de 25 e 20 anos, respectivamente, escolheram atrações que vão ao encontro da temática do mês da mulher e também do perfil da casa: Tati Portella e Valéria, em shows vibrantes, além das Djs Sabrina Bastos e Karine Larré.
Próximo a uma área que vem se revitalizando e ganhando espaços culturais, casas de shows, cervejarias, novos restaurantes, pubs e barzinhos, o Patrimônio pretende se somar nessa vibe e levar arte, música, cultura e gastronomia para o local. “O bairro São Geraldo sempre foi conhecido como uma área industrial, e de fato, onde hoje é o Patrimônio, um dia foi uma fábrica de ração para animais. O imóvel, por muitos anos era apenas mais um de nossos vizinhos de rua, mas graças a uma ótima relação com o proprietário acabamos tendo um novo lar no 4º distrito”, afirmam as irmãs, que cresceram no bairro e atualmente – por um período de três anos -, estiveram radicadas em Londres.
“A transformação da fábrica abandonada em um ambiente mágico e descontraído custou meses de muita dedicação e imaginação de nossa família que nos apoiou e viu além do nosso olhar. Com pequenos passos e a ajuda de muitas pessoas que compartilhavam de nosso sonho conseguimos ir moldando o espaço para o que ele é hoje. Porém, a magia não vai parar por aqui, grandes coisas estão sendo organizadas e pensadas a curto, médio e longo prazo” complementam Linda e Gabriela.
Mulheres no mercado
A abertura da casa não podia ser mais emblemática: as gurias resolveram unir a força do Dia Internacional da Mulher ao talento dessas mulheres que irão se apresentar e também exteriorizar um pouco da trabalheira que antecede um evento como esse. “Foram meses de preparação e trabalho duro, criando um dia de celebração organizado por mulheres, levando em conta as perspectivas – e as dificuldades -, das mulheres no mercado de trabalho que, no alto dos anos 2020, ainda não são respeitadas e valorizadas com igualdade no mercado de trabalho”.
O Patrimônio tem uma ambientação similar aos espaços da região. São antigos imóveis onde funcionaram fábricas e/ou indústrias, com pé direito alto, espaço amplo e decoração descolada, com móveis de madeira de demolição, espaços simpáticos e acolhedores. Tanto dentro como na área externa, há mesas de jogos (ping-pong, sinuca, fla-flu) disponíveis para quem curte, tem pátio e recantos com mesas para o happy hour ao ar livre. Na programação já estão previstos dias temáticos com jogos de futebol + roda de samba nas quartas; karaokê e jogos nas quintas, ‘sextou com voz e violão’ nas sextas e ‘tardezinha do Patri’ nos sábados. E a boa nova: é permitida a entrada com animais de estimação!!!
A casa irá receber o público com drinks e comidinhas especiais, com destaque para as cervejas artesanais, chopp (com dose dupla das 16h às 18h no dia da abertura, e descontos nos demais dias entre 16h e 20h), drinks como cuba libre, mojitos, caipirinhas, drinks sem álcool e petiscos pra lá de delícia como as polentinhas fritas com alecrim e páprica.
Sobre os shows:
Foto de Silas Lima/Divulgação
Valéria ganhou destaque na cena musica brasileira graças a seus potentes shows. Na estrada há mais de 20 anos traz no repertório canções que abordam os mais variados e diferentes temas, dentro da atmosfera de vida (e musical) da cantora, estão músicas de Claudio Lins, Marcelo Várzea, Paulo Renato Nardelli e Paulo Mendonça (compositor de inúmeras canções do grupo Secos & Molhados). Seus shows mesclam irreverência e bom humor, marcas registradas da cantora, com pitadas de militância e ativismo contra a perseguição de gênero. Esteve se apresentando em São Paulo, Rio de Janeiro, Piauí, Brasília, Recife, Fortaleza e, internacionalmente, representou o Brasil na Semana de Arte Trans, evento que acontece anualmente em Montevidéu, no Uruguai. Esteve também em shows na Europa. É considerada uma das precursoras do “MPBTRANS”, movimento musical que mescla questões de respeito ao gênero, sexualidade e musica popular brasileira, abriu o show de Katy Perry, em março de 2018. Conquistou as seguintes premiações: Festival Brasil de Cinema Internacional, Melhor Atriz Coadjuvante (2018); Festival da Canção Francesa, 1º Lugar 2012; Troféu Mulher Cidadã – categoria Mulher na Cultura, da Assembleia Legislativa Rio Grande do Sul.
Foto: Heloísa Medeiros/ Divulgação
Tati Portella interpreta canções de seu novo disco, “Impermanência”, o primeiro solo depois de 17 anos na Chimarruts. Lançado em setembro de 2019, o álbum traz composições próprias e de nomes da música gaúcha como Nei Lisboa, Duca Leindecker e Fernanda Copatti. Além das canções que fizeram parte de sua história na Chimarruts, como “Do Lado de Cá” e “Versos Simples”, e clássicos do reggae e música brasileira, para este show no Dia Internacional da Mulher, Tati preparou uma homenagem especial a Mariette Fialho, precursora do movimento reggae no sul, com participação da própria, e ainda a presença da cantora Negra Jaque, representando a cena do rap feminino gaúcho. A banda é formada por Bibiana Petek na guitarra, Jéssica Berdet no baixo, Lucas Riccordi nos teclados e Fernando Catatau na bateria.
As Djs Sabrina Bastos e Karine Larré fazem a discotecagem antes e depois dos shows. Sabrina transita entre diversos mundos de estilos, músicas e atrações. Em 2018 teve um dos momentos mais marcantes da sua carreira onde foi convidada para participar Z Festival de Porto Alegre. Karine Larré está entre as principais representantes entre as DJs de música eletrônica do Brasil. É produtora musical e conta com singles autorais e uma série de remixes consolidados. Em sua carreira, se apresentou na Ásia (Golfo Árabe), na África (Moçambique) e na Bolívia (Santa Cruz de La Sierra). No México (Ciudad del Mexico) lançou a música ‘Crime’ com o cantor ATL. No Brasil realizou shows de abertura das bandas Aerosmith, Guns n’Roses, Maroon5, Bon Jovi. No Green Valley (club n.1 do mundo) realizou a abertura da apresentação dos DJs Paul Oakenfold, Yves V, Alok, entre outros.
PATRIMÔNIO – abertura da casa com shows de TATI PORTELLA e VALÉRIA
Dia 08 de março de 2020
Abertura da casa: 16h / Horário dos shows: 20h
Patrimônio – Rua Conselheiro Camargo, 212 / São Geraldo
Entrada franca
Reservas: pelo telefone 51 99647.0088, com Karol Venturela
Um dos grandes sucessos da temporada musical de 2019 está de volta, com uma programação ainda mais diversificada. É o Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito, que estreia na próxima quinta-feira, dia 05 de março, às 18h30min, no Foyer Nobre do Theatro São Pedro. Quem abre a programação é a cantora Bibiana Petek. A iniciativa leva a assinatura da Associação dos Amigos do Theatro São Pedro e da Fundação Theatro São Pedro, com produção da Primeira Fila Produções, financiamento do Pró-Cultura RS e patrocínio da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul – Sulgás. A entrada é franca.
Bibiana Petek é cantora e compositora. Desde 2013 na cena do Sul do Brasil, teve seu caminho trilhado por meio do álbum de estreia ”Dengo”, com o qual conquistou o Prêmio ABMI / Deezer de novos talentos e o Festival EDP Live Bands – o que a levou a tocar em Portugal no ano passado. Apaixonada pelo som brasil, também faz releituras de músicas de qualquer tempo. Em 2019, lançou o segundo álbum, “Músicas para segunda-feira vol.1”. No dia 05, Bibiana promete misturar tudo isso: autoral com brasilidades acompanhada do seu quarteto.
Ao todo, 40 atrações se apresentarão ao longo deste primeiro semestre de 2020, exibindo a pluralidade da produção musical que se destaca no cenário local, estadual e internacional, com ênfase aos vizinhos latino-americanos. Reunindo diversas linguagens, a proposta é uma agradável parada na hora do rush, para quem trabalha ou está no Centro Histórico, esperando que o trânsito acalme.
Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito apresenta grandes expressões da música e seus convidados para um saboroso happy hour, temperado com arte e alta performance artística. As apresentações ocorrem sempre às quintas feiras, às 18h30min, com entrada franca. A cada ano, o projeto consolida-se, promovendo os artistas gaúchos e seus convidados, unindo gêneros e linguagens, como a dança, o teatro e a música, em suas diversas vertentes. Nestes dois anos, o projeto Mistura Fina reuniu 80 atrações e mais de 200 artistas, com um público total, aproximado, de 6 mil pessoas. Com curadoria de Arthur de Faria, o Mistura Fina leva ao público trabalhos bem elaborados, assegurando a certeza de bons espetáculos.
Além de ser vitrine para a produção artística, o Mistura Fina tem como grande diferencial a oferta de mediação audiodescrita, operada pela Ovni Acessibilidade Universal. A mediação audiodescrita consiste na descrição clara e objetiva de todas as informações compreendidas visualmente e que não são percebidas pelo usuário (pessoas cegas ou com baixa visão), como, por exemplo, expressões faciais e corporais que comuniquem algo, como informações sobre o ambiente do Foyer, a configuração do palco e as características dos instrumentos e equipamentos, a entrada dos artistas, suas características físicas e os figurinos, sua posição e movimentação no palco, gestos e expressões ao longo dos shows, além da iluminação, possibilitando que a pessoa desfrute integralmente da obra. Define-se como mediação porque há características de informalidade e simultaneidade. Há um limite de público por show, já que não se utiliza equipamento. No máximo, são recebidos seis usuários a cada edição
Gênero: Livre | Classificação etária: Livre
Ficha técnica: Lukas porto (bateria) | Bibiana Petek (guitarra e voz) | Lauro crivellaro (guitarra) | Bruno vargas (baixo) | Lucas brunnet (teclado) | Thiago marques (técnico de som)
Quais Mulheres? Será a exposição da 2ª Edição do Projeto Expositivo Conexões Contemporâneas no Aberto Caminho das Artes”, que vai apresentar de 07 de março a 25 de abril a diversidade e a pluralidade das mulheres na arte.
Buscando conectar o público diretamente com artistas contemporâneos e suas produções em um formato aberto, e contribuindo para desmistificar a crença de que arte é para poucos ou para quem entende. A cada edição, serão quatro convidados a ocupar uma das paredes da galeria, mostrando ao público, sem interlocutores, quatro exposições em uma só.
Segundo Marla Trevisan, gestora da galeria, “o objetivo é incentivar o consumo e o contato direto tanto com a produção artística local quanto com os próprios autores. Desta forma, não estamos negando o quanto a qualificação e o próprio saber na apreciação artística é relevante, mas não se pode substituir o gosto, a apreciação natural e despreocupada que considera a boa arte pelo simples gostar. Esta exposição tem o objetivo, simples e direto, de conectar as artistas ao público, fomentando, assim, uma cadeia ABERTA de consumo de arte. Além disso o que diferencia de uma exposição convencional , é que a obra pode ser retirada da parede no momento da aquisição, sendo mais relevante a conexão público artista do que a própria expografia”.
Com as reflexões e simbolismos culturais em torno do Dia Internacional da Mulher, convidamos para esta edição do projeto artistas mulheres para que, mais do que nos pensarmos coletivamente em quais mulheres somos, também fazer nosso manifesto público do que acreditamos: somos muitas, somos diferentes, somos plurais”, diz o texto de divulgação da exposição.
Obra de Graça Craidy/ Divulgação
Serão quatro artistas visuais ocupando as paredes da galeria: Daisy Viola, Fernanda Martins Costa, Graça Craidy e Mitti Mendonça; mais uma performance textual no dia da abertura, com a artista Valéria Barcellos.
“Mulheres múltiplas seja pela cor da pele, idade, com e sem deficiência que levam para assuas obras personalidade de cada biografia, revelando o vasto universo em que uma mulher vivencia. São pequena amostra da diversidade da força feminina. Assim, Quais Mulheres? pinta com cores fortes e/ou suaves novos olhares para a feminilidade, inclusive, com a participação de uma artista trans, conduzirá, na abertura do evento, a uma poética de gêneros que desmistifica a identidade feminina.
Com esta provocação, queremos convidar cada mulher a se ver na sua pluralidade e singularidade constantes, que faz de cada uma de nós muitas e únicas ao mesmo tempo. Quais Mulheres? É um convite a reflexão sobre a diversidade de mulheres que podemos ser… somos”, conclui Marla Trevisan.
Entrada gratuita.
CONVIDADAS DA 2ª EDIÇÃO
Artistas Visuais
DAISY VIOLA
Cursou Bacharelado em Desenho e Artes Plásticas na UFSM, de 1978 a 1984,fez Curso de Especialização em História da Arte Faculdade de Música Palestrina em POA/RS em 1986, é Instrutora de Artes no Atelier Livre Prefeitura de POA desde1996, foi Diretora do Atelier Livre da Prefeitura de POA de 2002 a 2004 e de 2009 a 2012, é curadora na Galeria e Espaço Cultural Duque desde 2013, desenvolve seu trabalho artístico no seu Atelier Individual em Porto Alegre desde 1990.
GRAÇA CRAIDY
(Ijuí, RS, 1951)
Artista visual, com forte trabalho de denúncia de violência contra a mulher. Apaixonada pela arte do retrato, sob todas as formas: pintura, aquarela, nanquim, lapis de cor, grafite, pastel oleoso, é também aquarelista de flores e pássaros. Já expôs em mais de 45 coletivas e em mais de 28 individuais, inclusive na Itália e México.
FERNANDA MARTINS COSTA
(Porto Alegre, RS, 1967)
Bacharel em Pintura pelo Instituto de Artes da UFRGS (2008) e em Comunicação Social PUCRS (1990), há mais de duas décadas dedica-se as artesvisuais. Pintura, desenho, fotografia e intervenções no espaço expositiva caracteriza o conjunto de linguagens utilizado pela artista. Entre as diversas exposições coletivas, foi finalista no 19 Salão do Jovem Artista da RBS (2006). Realizou diversas exposições individuais e coletivas, dentre as
quais, em 2016, sua terceira individual “ Do Ateliê ao Museu”, no MARGS. Possui obras em acervos públicos e coleções particulares dentro e fora do Estado.
MITTI MENDONÇA
(São Leopoldo, RS, 1990)
Artista visual independente. Em 2017, criou o selo Mão Negra Resiste, motivada por fomentar diálogos e protagonizar poéticas negras no universo da arte. Sua pesquisa aborda territórios negros, memória, afeto e ancestralidade. Tem uma produção que perpassa as
linguagens de bordado, colagem, gravura, desenho e arte sonora. Além disso, elabora publicações, como fanzines. Atua no circuito de feiras de arte impressa e exposições.
Participação da artista VALÉRIA BARCELLOS (Santo Angelo, RS, 1980)
Ela fará uma performance no evento de abertura.
Valéria se define como “cantora,atriz,dj,performer, aspirante a fotógrafa e artista plástica, ativista e milituda. Ela é a vontade humana de dar vez e voz as mulheres pretas e trans. Ela é negra e trans, uma mulher que quer tudo ao mesmo tempo. Uma mulher que é tudo que quiser.” Já recebeu do Estado do RS o Troféu Mulher Cidadã, por sua contribuição na
Cultura enquanto mulher trans e negra.
Sobre o Aberto Caminho de Artes
O Aberto é um espaço cultural que busca a exacerbação da liberdade criativa e o convívio plural de todas as formas de manifestações culturais. Além disso, trabalha com a ideia de uma arte “aberta”, ancorado na arte contemporânea. A frente do espaço estão o artista visual, escritor, advogado e músico Ricardo Giuliani Neto e a gestora cultural e advogada
Marla Trevisan, que também é a responsável pela coordenação geral do Aberto. Os dois também são sócios do escritório Trevisan e Giuliani Advogados.
SERVIÇO
O que é: Abertura da exposição Conexões Contemporâneas no Aberto 2ªed. Quais Mulheres?
Quando: No sábado, 7 de agosto, das 11h às 15h, com visitação até 25 de abril; (Entrada franca)
Onde: Rua Doutor Armando Barbedo, 356, bairro Tristeza, Zona Sul de Porto Alegre; Horários de visitação: Terça a sexta, das 13h30 às 18h. Aos sábados das 11h às 15h.
O Projeto Chapéu Acústico, que acontece nas terças-feiras, às 19h, no Salão Mourisco da Biblioteca Pública do Estado (BPE), dedica o mês de março à representatividade feminina na música. Quem abre a programação do Mês da Mulher, na terça-feira, dia 3, é a cantora e compositora paraense Raquel Leão.
Radicada em Porto alegre desde 2010, Raquel gravou um EP intitulado “Nega”, com influências musicais quevão desde o Carimbó, o Lundum e a Cúmbia, ritmos de sua terra, até os cantos de terreiro, os batuques de preto, os tambores do norte e do sul. A partir do contato com músicos gaúchos, desde que chegou a Porto Alegre, o trabalho de Raquel Leão foi misturando novos sotaques, que se entrelaçam no que ela define como sonoridade afro-amazônica.
Raquel percorre o caminho dessas sonoridades brasileiras no que ela chama de música afro-afetiva. “Música é afeto. Passa por quem compõe e canta e chega em quem escuta pelo coração”, resume a cantora e compositora.
No Chapéu Acústico da próxima terça-feira, Raquel Leão vai estar acompanhada por Ricardo Cordeiro,compositor, violonista, cantor, arranjador, produtor e professor de música. Natural de Rio Grande, mas radicado em Porto Alegre, Ricardo joga com a sonoridade do mar e a relação com o litoral do Rio Grande do Sul, com o sal, os ventos e as ondas em suas composições. Não por acaso, lançou o CD intitulado “Mares do Sul”, que mescla jazz, samba e flamenco, com letras que enaltecem as belezas naturais das lagoas e rios da Costa Doce, que desaguam em Rio Grande, sua terra natal.
O show Afro-afetividades reúne o trabalho autoral de Raquel Leão com composições de músicos e amigos de Porto Alegre e do Pará, além de canções do “lado B” da MPB. “O show é rítmico, dissonante. Tem a ancestralidade negra e a atualidade dos sons dos tempos e momentos que vivemos hoje”, antecipa a cantora e compositora.
SERVIÇO:
Chapéu Acústico – Show “Afro-afetividades” com Raquel Leão
Quando: dia 3 de março | terça-feira
Horário: 19h
Onde: Salão Mourisco | 2º andar da Biblioteca Pública do Estado | Rua Riachuelo, 1190 – Centro Histórico – Porto Alegre
Ingressos: contribuição espontânea no chapéu
Único representante do Rio Grande do Sul no Montreux Jazz Festival 2019, no Rio de Janeiro, Flavio Trino se apresenta neste sábado (29), no London Pub & Bistrô. O show ocorre às 22h e os ingressos custam R$ 15,00.
Acompanhado de Adelamir Neto (baixo) e Claudio Calcanhotto (bateria), Trino viaja com sua guitarra pelos clássicos de Charlie Parker, John Coltrane, Miles Davis, Steve Wonder, Michael Jackson e pela Bossa Nova de Tom Jobim.
Carioca radicado em Porto Alegre, já tocou ao lado de grandes nomes, como os bateristas Gelsinho Moraes (Gabriel o Pensador e Renato e Seus Blue Caps) e Pascoal Meireles (Cama de Gato), os baixistas Jamil Jones (Elba Ramalho e Raimundo Fagner) e Paulo César Barros (Ivan Lins), o guitarrista Eduardo Caribé (Milton Nascimento e Baby do Brasil) e o pianista Roberto Alves (Marisa Monte).
SERVIÇO
Trino Jazz Trio
Quando: 29 de fevereiro | Sábado | 22h Onde: London Pub & Bistrô (Rua José do Patrocínio, 964 – Cidade Baixa) Ingressos: R$ 15,00 Reservas pelo whatsapp: 51 98233.7037 (reservas garantidas até às 21h, mediante a aquisição de ingressos)
Os aspirantes às artes cênicas têm oportunidade de aperfeiçoar suas técnicas.
O Espaço do Ator está oferecendo uma semana de aulas gratuitas nos cursos
de teatro ao público infantil, adolescente e adulto. Os cursos da escola são de
preços populares e dispõe oficinas, nas quais os alunos, na conclusão do curso,
farão apresentações em teatro profissional tendo contato com iluminação,
sonoplastia, figurinos, maquiagem e adereços.
Sob a orientação dos professores Cândida Bazanella e Diego Ferreira, as aulas
gratuitas ocorrerão do dia 02 a 07 de Março, em horários diferenciados, de
acordo com o curso escolhido pelo aluno. As aulas possuem até 3h de duração
e preveem os princípios básicos do teatro, jogos teatrais, improvisação,
exercícios corporais e vocais, textos dramáticos, convenções da dança-teatro,
entre outros. Para agendar sua aula gratuita, o aluno deve entrar em contato
com a escola e marcar o horário desejado. Os horários das aulas são:
02/03 – Curso Teatro para Desinibição as 19h
03/03 – Curso Teatro Infantil as 10h e as 15h.
Curso de Formação de Atores as 19h.
04/03 – Curso Teatro Adolescente as 19h.
05/03 – Curso Teatro Infantil as 10h e as 15h.
Curso de Formação de Atores as 19h.
06/03 – Curso Livre de Teatro as 15h e as 19h.
07/03 – Curso Teatro Infantil as 10h.
Curso de Montagem Teatral as 15h.
Segundo a professora Cândida Bazanella, “O teatro auxilia na tomada de
decisões e no desenvolvimento do pensamento crítico e analítico de situações
cotidianas, auxilia na desinibição, desenvolvendo o corpo, a fala e as
articulações; é divertido, pois por meio das cenas nos colocamos no lugar do
outro, vivenciando diferentes tipos de personagens reais e imaginários”. SERVIÇO
Espaço do Ator fica na Rua Veador Porto, 241, no Bairro Santana em Porto
Alegre, junto a sede do Sindicato dos Artistas Gráficos.
Maiores informações pelo site: www.espacodoator.com
Email: contatoespacodoator@gmail.com
whatsapp: (51) 99662-8688 Fotos: Espaço do Ator/ Divulgação Espaço do Ator
É uma escola de teatro e comunicação, auxiliando no desenvolvimento
pessoal dos alunos com cursos, oficinas de montagem e cursos de
estilos teatrais atendendo todas as idades. Visa melhorar o desempenho
dos alunos auxiliando nas atividades de comunicação e expressão,
permitindo o autoconhecimento através dos jogos teatrais, sensibilizando o
aluno a penetrar em outro universo mais criativo, mais lúdico, e completamente
colaborativo. Além de auxiliar os alunos a encontrar-se na profissão do ator e
teatreiro, assim como no cinema, na dublagem e nas demais extensões que o
profissional das artes cênicas atua. Os Professores
Cândida Bazanella tem 36 anos. Atriz, desde 1997, participou de diversas
oficinas e festivais pelo interior do Estado do Rio Grande do Sul. Participou de
oficinas com: “Oi Nóis Aqui Traveiz”, Celso Frateschi, Ligia Rigo, Paulo Flores,
Daniel Terra com a montagem “Que Se Passa Chê?” texto Carlos Carvalho e
Fernando Kike Barbosa com a montagem “Comédia da Vaidade” texto de Elias
Canetti. Em 2007 ganhou prêmio de melhor atriz no festival de Estância velha
com a “Cia Renascença”, com o espetáculo “Ana Fierlig” adaptação do texto
“Mãe Coragem” de Bertold Brecht. Em 2008 participou da oficina “O Corpo
como Fronteira” com Renato Ferracini e em 2011 o curso de “Mimese
Corpórea” com Raquel Scotti Hirson ambos do grupo LUME, em Campinas –
SP. Trabalhou por dois anos na Casa de Cultura Mario Quintana.
Formada em Graduação em teatro: licenciatura na Universidade Estadual do Rio
Grande do Sul (UERGS). Fundou, em 2012, o grupo, Cia Oníricos de Teatro,
no qual foi diretora da peça “Edward: O Retorno”, com diversas premiações no
Festival Art In Vento e indicação de melhor direção e atriz no Prêmio Açoriano,
de Porto Alegre. Lecionou em projetos sociais como: Projovem Adolescente,
ONG Coletivo Feminino Plural e Cufa (Central Única das Favelas). Há cinco
anos vem atuando como professora em espaços culturais, escolas públicas e
privadas como: Escola Nossa Senhora do Cenáculo, Casa Cultural Tony
Petzhold, Galpão das Artes, entre outros. E atualmente professora no Espaço
do ator onde dirigiu os espetáculos: “Conte-me sobre a Capital”, “Holocausto do
Amor”, “O feitiço da Bruxa”, entre outros.
Diego Ferreira é Graduado em Teatro na UERGS/2009. Diretor do Grupo
Válvula de Escape, Produtor, Ator e Professor das disciplinas de Expressão
Corporal I e II no Unilasalle (Canoas), Professor no Curso “Desibinição através
do Teatro” na Unisinos (São Leopoldo), professor no Curso de Formação de
Atores do Galpão de Artes (Canoas). Foi crítico convidado do Festival de
Teatro de Montenegro nas edições de 2012 e 2014. Em 2013 foi integrante da
Comissão do Prêmio Mais Teatro, concedido pela Prefeitura Municipal de Porto
Alegre.
Iniciou a sua trajetória no teatro em Porto Alegre em 1995, desde então vem aprimorando seus conhecimentos na área teatral. Dirigiu vários
espetáculos teatrais dentre os quais: “Essa propriedade está condenada”
2014/2015, “Tempos Perdidos” 2011, “Assovio no vento escuro” em 2010,
baseado na obra de Clarice Lispector, “Wilma e Elza” em 2009 que circulou
por 25 cidades do Rio Grande do Sul, “Travessia” (2010). Dedica-se também
aos blogs Válvula de Escape e Olhares da Cena, um espaço virtual dedicado
as artes cênicas do estado, além de fazer a cobertura de festivais de teatro
exercendo a função de crítico teatral.
Recentemente foi indicado ao Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante no Festival de Gravataí por sua atuação em “A filhada escrava”. O mesmo espetáculo foi o grande vencedor do festival de Osórionas categorias Melhor Espetáculo, atriz, atriz coadjuvante, figurino e iluminação. Em 2015 o espetáculo “Essa propriedade está condenada” obteve 9 indicações no Festival de Osório vencendo nas categorias Atriz e Iluminação.Em 2016 dirige a esquete “CICATRIZ” apresentada no Congresso da Feessers, (IN)SÔNIA, PLUFT, A MALDIÇÃO DO VALE NEGRO E PLATAFORMA K.
O jornalista e escritor Luiz Reni C. Marques vai lançar dia 19 de março o romance “O último concerto de jazz” (Sinal Cultural, 202 páginas), das 18h às 22h, no Bar do Alexandre, na Rua Saldanha Marinho, 132, Bairro Menino Deus, em Porto Alegre. A obra relata a tragédia provocada pela Segunda Guerra Mundial e a forma como respinga no subúrbio da capital gaúcha, em 1944, com a partida dos 25 mil pracinhas da FEB (Força Expedicionária Brasileira) para combater os nazistas na Itália, ao lado das tropas aliadas. Aos 13 anos, o mundo de Francisco é abalado pelo embarque do irmão Frederico, cinco anos mais velho, para lutar do outro lado do Oceano Atlântico, em um conflito até então distante do seu mundo e dos seus interesses.
Frederico desaparece no campo de batalha, em uma missão secreta e seu corpo não é encontrado. Essa situação altera para sempre a rotina do patriarca Ernesto Morelli, apaixonado por jazz, gosto que passou para seus dois filhos, da sua mulher Julieta e dos seus descendentes. A história dessa família nas cinco décadas seguintes é marcada pelo arrebatamento pela música, amores, paixões, encontros e desencontros em dois continentes. Contrabaixista de sucesso, Francisco reverencia a imagem de Frederico, seus primeiro instrutor na carreira de instrumentista. A guerra, encerrada poucos meses depois do desembarque dos soldados brasileiros em Nápoles, jamais acabou realmente para os Morelli.
Marques nasceu em Porto Alegre, em 1954, estudou Direito, História e Jornalismo, o único curso que concluiu. Foi repórter em Zero Hora, Jornal do Brasil, o Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Senhor e Isto É, e correspondente free lancer da Reuters, entre outros veículos de comunicação. Redator e editor na Rádio Gaúcha, diretor de redação da Revista Mundo Comércio Exterior, professor de Redação Jornalística na PUCRS e assessor de imprensa na Câmara dos Deputados durante a Assembleia Nacional Constituinte, atualmente edita o Blog Luiz Reni/Revista Mundo. “O último concerto de jazz” é o seu segundo romance. Antes, lançou “Noite longa demais”, que pode ser encontrado apenas em versão digital na Amazon.Com.
O Butiá retoma no dia 1º de março o projeto Jazz na Beira. Os shows ocorrem aos domingos, a partir das 17h45, tendo como cenário o pôr do sol do Guaíba. Os ingressos custam R$ 30,00 e é necessário fazer reserva pelo site www.obutia.com.
Quarchêto Foto: Francisco Guara Hah/ Divulgação
Quarchêto é a primeira banda a se apresentar. Formada por Ricardo Arenhaldt (bateria), Hilton Vaccari (violão), Matheus Kleber (acordeon) e Júlio Rizzo (trombone), o grupo vem se destacando pela inovação na música instrumental brasileira.
Com raízes do sul do Brasil, Uruguai e Argentina, o Quarchêto viaja com refinamento e bom humor por xotes, vanerões, chamamés, chacareras, milongas e rancheiras. Seus discos e espetáculos receberam vários prêmios Açorianos de Música e suas turnês incluem diferentes cidades do Brasil e países como Alemanha e França. Em maio, os guris embarcam para mais dez concertos em Frankfurt, Munique, Krefeld, Kaiserslautern.
Nico Bueno Foto Roberta Amaral/Divulgação
No dia 8 de março, é a vez de Nico Bueno (baixo), Pedro Tagliani (guitarra) e Marquinhos Fê (bateria) subirem ao palco, num show recheado de melodias, suingue e improvisação. No repertório, a música brasileira e o jazz contemporâneo.
Bibi Jazz Band
Foto Bruna Marchioro/Divulgação
Em 15 de março, Bíbi Jazz Band apresenta “Parla Piu Piano, em referência à clássica trilha sonora do filme O Poderoso Chefão (1972). A voz doce da cantora entoará releituras da música popular italiana e clássicos do jazz americano, também em italiano.
Nascida em Montevidéu (Uruguai) Bíbi tem formação em coro, inclusive canto lírico e participações em montagens de óperas em Florianópolis (SC) e São Paulo (SP). Dona de um timbre de voz peculiar, ela é considerada por críticos da imprensa a melhor cantora de jazz do Estado.
Melina Vaz
Foto Daniel Andrade/ Divulgação
No dia 22,Melina Vaz faz tributo à Amy Winehouse interpretando, quase que por completo, os dois álbuns da diva, “Frank” e “Back to Black”. Radicada em São Paulo, Melina iniciou a carreira interpretando os sucessos de Amy e, até hoje, lota as casas por onde passa. Em 2016, convidou o pianista Ras Vicente para acompanhá-la no projeto que abriu as porta na cena gaúcha, intitulado “Divas do Jazz”.
Ale Ravanello Blues Combo Foto Zé Carlos de Andrade/Divulgação
E no dia 29, tem Ale Ravanello Blues Combo. Acompanhado de Sergio Selbach (contrabaixo), Nicola Spolidoro (guitarra) e Clark Carballo (bateria), Ravanello (harmônica e vocais) apresenta um repertório que mistura clássicos dos grandes mestres da harmônica, com temas recheados da animação e do swing dos anos 50 e 60, com muita interação e comunicação com o público. Com dez anos de estrada, o quarteto tem no currículo três CDs e um DVD gravados.
Sobre O Butiá
É uma antiga fazenda leiteira circundada por morros e gentilmente aninhada na beira do rio, a menos de uma hora de Porto Alegre. Com duzentos hectares de matas, campos e praias, o Butiá foi concebido para quem quer, literalmente, sair do lugar comum.
Os convidados podem desfrutar da privacidade de uma praia particular e de mais de dois hectares de jardins com vistas inesquecíveis do entorno, bem como de diversas trilhas nos mais de oitenta hectares de mata nativa. A localização da fazenda e como chegar são informadas por e-mail, apenas depois da reserva, que pode ser feita no site: www.obutia.com.
SERVIÇO
Jazz na Beira – Fazenda O Butiá Quando: Todos os domingos
Hora do show: A partir das 17h45
Ingresso: R$ 30 | Crianças até 10 anos não pagam | Consumação mínima: R$ 30
Reservas somente pelo site www.obutia.com
Cão são bem-vindos, desde que em suas guias
Em caso de chuva, os shows são transferidos para outra data