Autor: da Redação

  • Ato de Repúdio ao Feminicídio reúne mulheres e comunidade cultural da capital e região

    Ato de Repúdio ao Feminicídio reúne mulheres e comunidade cultural da capital e região

    Porto Alegre fará parte das manifestações que estão acontecendo em todo o Brasil contra o feminicídio. Segundo a organização, o ato promovido por mulheres e artistas de Porto Alegre e região, de forma autônoma e espontânea, é em repúdio à violência de gênero e em memória daquelas que morreram por serem mulheres.

    Maria Glória Poltronieri Borgesera artista e produtora, dividindo seu tempo entre São Paulo – SP e Maringá – PR, dedicada à pesquisa em dança, improvisação e na educação somática. Formada em Ballet Clássico, em 2011 iniciou sua pesquisa e estudos em Dança Contemporânea, Contato Improvisação e métodos de Educação Somática como Feldenkrais, e Técnica de Alexander. Integrou a Cia Carne Agonizante (SP) com direção de Sandro Borelli (2014 a 2016) e o Núcleo Improvisação em Contato/NIC (SP) com direção de Ricardo Neves (2014 a 2017). Estudou Circo na Associazone ArterEGO (BO-ITA) em 2017 e por meio da Cia Duo Due, iniciou e desenvolveu os trabalhos “Onomatopéias Silenciosas”, a pesquisa e criação do espetáculo “Fragile” junto a Ana Clara Poltronieri sua parceira e irmã. Em 2019 em parceria com a DJ Chá di Lirian o espetáculo “Noite Oceânica, Geral Sentiu”.
    Produtora e articuladora cultural, idealizou diversos projetos em benefício da cidade de Maringá, como o ProjecT.aTo – A Dança como Ato, o Ciclo de Vivências em Danças Circulares Sagradas e a Formação Continuada em Dança. Foi praticante de Capoeira Angola e percussionista da Associação Cultural Capuêra Angola Paraguassú de Mestre Jaime de Mar Grande (BA), além de integrante do Grupo Sambaiá de Samba Raiz (Maringá).
    Maria da Glória era defensora dos animais e da natureza, dos povos originários, do amor, da generosidade e da abundância. Era um ser altamente espiritualizado. No último dia 25 de janeiro visitou uma cachoeira em meio a uma mata nativa no município de Mandaguari, onde foi brutalmente assassinada.
    O Ato de Repúdio ao Feminicídio – A vida pede passagem é mais que um ato político e de conscientização que tem em sua essência, informar sobre a luta e a compreensão para reduzir os atos de feminicídio e de violência contra a mulher. É também um ato de celebração à vida, a grande missão de Maria Glória em seus 25 anos de vida, procurando congregar e aglutinar as manifestações de arte, dança e expressão cultural das comunidades do Paraná que fizeram parte de sua da vida e seu trabalho, como a Capoeira, a dança contemporânea, a Poesia, o Contato e Improvisação, a Dança Circular Sagrada, a Arte Circense, o Samba de Roda, o Maracatu e todas as formas de expressão cultural que valorizam as mulheres e as defendem contra a violência e o feminicídio. Magó, presente hoje e sempre.
    Em Porto Alegre terá dança, música, teatro e performance em programação a ser divulgada em breve nas redes sociais.
     
    Ato de Repúdio ao Feminicídio – A vida pede passagem
    Com dança, teatro, música e luta
    Dia 09 de fevereiro, a partir das 16h
    Parque da Redenção

  • O suingue inconfundível de Marietti Fialho no Café Fon Fon

    O suingue inconfundível de Marietti Fialho no Café Fon Fon

     

     

    A voz potente e o suingue inconfundível de Marietti Fialho estão presentes no II Festival de Verão – Projeto Cantautores, que o Café Fon Fon apresenta no próximo dia 06 de fevereiro, quinta-feira, às 21h, dando continuidade ao projeto que busca valorizar a produção autoral de artistas gaúchos, além de brindar o verão.  A cantautora apresenta o show “Eu Canto”, acompanhada pelos músicos Marcio Bandeira na percussão e Cláudio Costa no violão.

    Muito além do reggae, gênero no qual se projetou no início de sua carreira, Marietti empresta sua voz para outros gêneros musicais, sempre com segurança e conhecimento. Ainda integrante da banda Motivos Óbvios, Marietti cantou blues como vocalista da Terraplane Blues. Cantou rap com Piá e a banda Da Guedes, referências do hip hop local. E foi ainda backing vocal para Gilson e Banda Ponto G (atual Limusine Negra), no CD Banda Partido de Primeira.

    Neste show, Marietti Fialho mostra a influência do samba, do reggae, da bossa, do jazz e do blues em suas composições com sua marca singular. Nele, visa a divulgar e valorizar suas canções, o amor, a cidade onde mora, sua negritude, seu feminino. Apresenta suas composições autorais e de parcerias com Elton Rolim, Cláudio Costa, Marcio Bandeira e Renato Borba.

    Com sua voz potente, Marietti já ultrapassou as fronteiras do Rio Grande do Sul e foi ouvida no Rio de Janeiro, Uruguai, Argentina, Paris, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, São Paulo e em todo Interior do Rio Grande do Sul.

    SERVIÇO:

    O Quê: Marietti Fialho no show “Eu Canto”, dentro da programação do Festival de Verão – Projeto Cantautores

    Quando: Dia 06 de fevereiro de 2020, quinta-feira, às 21h

    Onde: Café Fon Fon (Rua Vieira de Castro, 22, bairro Farroupilha) Porto Alegre/RS

    QuantoCouvert  R$ 25,00 (antecipado) no SINDEC/Gen. Vitorino,113, até o dia 6, às 14h)| R$ 30,00 Na hora,

    Informações e reservas pelo fone: (51) 99880-7689

  • Até 16 de março, inscrições para o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas

    Até 16 de março, inscrições para o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas

    A Coordenação de Artes Plásticas de Secretaria Municipal da Cultura (SMC) receberá inscrições para o XIII Prêmio Açorianos de Artes Plásticas até 16 de março. O regulamento e a íntegra do edital  podem ser obtidos no site da SMC pelo link http://bit.ly/EditaisSMC .

    As inscrições serão aceitas somente em formato digital. No ato da inscrição, os interessados deverão indicar as categorias em que pretendem concorrer e preencher a ficha de inscrição, disponível no formulário on-line http://twixar.me/nttT.

    Parcerias – As parcerias com instituições para a premiação se solidificam nesta edição. A Aliança Francesa, por meio do Institut de França, repete o prêmio Jovem Curador, com viagem à França para o primeiro colocado.  Já a Fundação Iberê Camargo oferecerá uma residência. Além das parcerias, a Coordenação de Artes Plásticas irá disponibilizar a agenda das Pinacotecas Ruben Berta e Aldo Locatelli para os vencedores das categorias Artista e Curador, para realização de uma exposição.

    Prêmio – Uma das mais tradicionais premiações do setor, o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas tem como objetivo valorizar, homenagear e distinguir as importantes produções locais em artes visuais, que se destacam ao longo do ano. Busca também ser uma forma de registrar, mapear e fomentar as diversas manifestações e suas contribuições com processos de criação e inovação para Porto Alegre.

    Prêmio Açorianos de Artes Plásticas 2019
    Inscrições: até dia 16 de março
    Divulgação dos resultados e indicações: em abril no Diário Oficial (Dopa)
    Cerimônia entrega dos Prêmios: em abril

  • O teatro de Tchekhov, encenado por cinco grupos gaúchos, em fevereiro

    O teatro de Tchekhov, encenado por cinco grupos gaúchos, em fevereiro

    A partir da próxima terça-feira , dia quatro, o Porto Verão Alegre 2020 (PVA) terá o dramaturgo russo Anton Tchekhov em destaque na sua programação. O festival recebe dentro da programação a mostra “Palco Tchekhov”. Serão apresentados cinco espetáculos baseados em textos do escritor: “Os Males do Fumo”, “Dispositivo-Gaivota”, “Sobre Nós”, “Os Palhaços de Tchékhov e ”O Pedido de Casamento” sempre às 21h no Teatro Renascença.
    O projeto foi idealizado através da união de cinco grupos de teatro da capital. A Cia. Teatrofídico, o Coletivo Errática, o Coletivo Gaivota, Circo Girassol e a Nós Cia. de Teatro sem prévio acordo, estavam trabalhando diferentes textos de Anton Tchekhov. Essa coincidência de interesses, fez com que os coletivos que possuem pesquisas e experiências diferentes se unissem e proporcionassem ao público diferentes visões que vão da comédia ao drama de textos do mesmo autor.
    A escolha por textos do autor evidencia a intensa ressonância da obra do dramaturgo russo com as inquietações, os anseios e o receio em relação ao futuro do Brasil hoje. Com nuances que vão da comédia ao drama, os cinco espetáculos prometem uma aproximação da platéia com uma literatura clássica utilizando desde a linguagem circense até o teatro contemporâneo. Saiba mais sobre os espetáculos:
     

    “Os males do fumo”. Foto: Artur Gaudenzi/ Divulgação

    Os Males do Fumo – 04 e 05 de fevereiro
    Um solo teatral do ator João Petrillo, que reflete sobre temas e emoções comuns à natureza humana. Com a temática do tabagismo como pano de fundo a personagem central revela suas angústias e conflitos. Num tom que permeia o humor e o drama o espetáculo é um texto de 1887 de Anton Tchekhov que permanece cada vez mais necessário e atual. A direção é de Renato Del Campão, orientação cênica e iluminação de Eduardo Kraemer. A realização é da Cia. Teatrofídico.

     
    Dispositivo-Gaivota – 06 e 07 de fevereiro
    À beira de um lago congelado, Anton Tchekhov, num acesso de febre, delira sua Gaivota. E nesse último delírio o russo confronta-se com personagens da peça que escoa por caminhos inesperados, tecendo uma narrativa de desejos não efetivados e personagens incapazes de apreender seu destino, mas que não cessam de buscar sentido para suas existências. Direção e autoria de Francisco Gick, a partir de “A Gaivota”. No elenco: Claudio Loimil, Diogo Rigo, Guega Peixoto, Gustavo Dienstmann, Jezebel De Carli, João Pedro Decarli, Mani Torres e Nina Picoli. Realização do Coletivo Errática.
    “Sobre nós” . Foto: Tom Peres/ Divulgação

     
    Sobre Nós – 08 e 09 de fevereiro
    A peça parte dos textos “A Gaivota”, “As Três Irmãs” e “O Jardim das Cerejeiras” e apresenta um paralelo dos clássicos de Tchekhov com a vida cotidiana mantendo a poesia do autor. Os anseios sociais e políticos atuais atravessam os personagens. A trama acontece em fragmentos que se encaixam possibilitando uma leitura contemporânea. Quais questões te afetam hoje? Na direção está Leo Maciel e no elenco estão: Aline Armani, Felipe Evangelista, Guilherme Fraga, Jaques Machado, Juliana Sixel, Lincoln Speziali e Maria Bufrem. O Coletivo Gaivota é quem realiza o espetáculo.
    Os Palhaços de Tchékhov – 11 e 12 de fevereiro
    Acordando de uma ressaca, no palco, após um brinde de despedida, o velho ator Vassili Smirnov, encontra Mikhail Usov, o ponto, e Natacha Semínova, a camareira. Juntos recriam algumas farsas do dramaturgo russo Anton Tchékhov. Dilmar Messias assina a direção. No elenco estão Débora Rodrigues, Diego Steffani e Tuta Camargo. Realização do Circo Girassol.
    O Pedido de Casamento – 13 e 14 de fevereiro
    Uma comédia farsesca em um ato do escritor Anton Tchekhov que retrata de maneira descontraída as relações familiares e os problemas que podem surgir de pequenos mal entendidos. O hipocondríaco Ivan Vassilivitch, interpretado por Leonardo Koslowski, decide tomar coragem e ir a casa de seu vizinho Stepan Stapanovitch, vivido por Italo Cassará, com o intuito de pedir-lhe a mão em casamento de sua filha Natalia Stepanovna, que ganha vida com a atriz Letícia Kleemann. A Direção é do Jean Pierre Kruze e realização da Nós Cia de Teatro.
    SERVIÇO:
    “Palco Tcheckov” no Porto Verão Alegre
    Em fevereiro no Teatro Renascença às 21h.
    Dias 04 e 05 – Os Males do Fumo
    Dias 06 e 07 – Dispositivo Gaivota
    Dias 08 e 09 – Sobre Nós
    Dias 11 e 12 – Os Palhaços de Tchekhov
    Dias 13 e 14 – O Pedido de Casamento
    Compra antecipada (com descontos especiais):
    R$32,00 (inteira)
    R$24,00 (Banricompras e Clube do Assinante)
    Os ingressos de meia-entrada permanecem com 50% de desconto (R$20,00).
    Vendas: http://www.portoveraoalegre.com.br/
    Compra na hora:
    R$40,00 (inteira)
    R$32,00 (desconto 20% Banricompras e Clube do Assinante)
    R$20,00 (meia-entrada de acordo com a Lei Nacional de Meia-Entrada

  • O premiado "Arena Selvagem" do Grupo Cerco de volta, em curta temporada

    O premiado "Arena Selvagem" do Grupo Cerco de volta, em curta temporada

    Depois de conquistar o 14º Prêmio Braskem em Cena como Melhor Espetáculo (Júri Oficial e Júri Popular) e vencer em cinco categorias o Prêmio Nacional Cenym em 2019, ARENA SELVAGEM, nova montagem do Grupo Cerco, com direção de Inês Marocco (Prêmio Açorianos de Melhor Direção 2018) retorna ao palco em curtíssima temporada dentro da programação do 21º Porto Verão Alegre.

    As apresentações acontecerão de quinta-feira a domingo,nos dias 30 e 31 de janeiro,  01 e 02 de fevereiro, sempre às 20h, no Teatro de Arena (Borges de Medeiros, 835 – altos do viaduto). Os ingressos antecipados podem ser adquiridos através do site www.portoveraoalegre.com.br ou nos pontos de venda físicos: Loja Claro (Bourbon Country); Shopping Total (em frenre a Panvel); Mezanino Produções (Casarão Verde no DC Navegantes) e no local das apresentações uma hora antes do início das sessões. Os ingressos custam entre R$ 20,00 e R$ 40,00.

    “Arena Selvagem” foi construído através de pesquisa no Centro de Documentação Teatral Sônia Duro, que conta com textos dramáticos, muitos oriundos do antigo Departamento de Censura da Polícia Federal, livros de artes cênicas e videoteca. O espetáculo é livremente inspirado em textos de Carlos Carvalho, Franz Kafka e Carlos Drummond de Andrade. Além dos textos teatrais, a peça reúne conteúdos científicos, fragmentos de contos e cenas criadas pelo elenco. Oito atrizes e atores se revezam em cena entre diversos personagens, executando, também, a trilha sonora autoral.

    Foto: Adriana MarchiorDivulgação

    SINOPSE

    O que é ser selvagem? O Grupo Cerco te convida a entrar em uma arena onde seres humanos encontram-se com sua animalidade. A cidade e a selva. A opressão e a liberdade. O instinto e a sobrevivência. Em meio à artificialidade que criamos para nos diferenciar entre nós e dos outros animais, nossos corpos revelam que essas mudanças são superficiais diante da força da nossa natureza.

    FICHA TÉCNICA

    Criação coletiva do Grupo Cerco

    Livremente inspirado em textos de Carlos Carvalho, Franz Kafka, Carlos Drummond de Andrade e do grupo.

    Direção: Inês Marocco

    Assistência de Direção: Kalisy Cabeda e Manoela Wunderlich

    Dramaturgia: Celso Zanini, Elisa Heidrich e Marina Kerber

    Elenco: Anildo Böes, Eduardo Schmidt, Elisa Heidrich, Kalisy Cabeda, Manoela Wunderlich, Martina Fröhlich, Marina Kerber, Philipe Philippsen

    Trilha sonora original: Celso Zanini, Martina Fröhlich, Philipe Philippsen

    Iluminação: Carolina Zimmer

    Figurino: Daniel Lion

    Confecção de máscaras: Diego Steffani

    Cenografia: Rodrigo Shalako

    Programação Visual: Marina Kerber

    Produção executiva: Daniela Lopes / Cardápio Cultural

    Realização: Grupo Cerco – 10 Anos

    Foto: Adriana Marchior/ Divulgação

    SOBRE O GRUPO CERCO

    Fundado em 2008, o Grupo Cerco é um dos principais grupos da cena teatral gaúcha e tem à sua frente à Profa. Dra. Inês Marocco, premiada diretora e pesquisadora. Em sua trajetória conquistou importantes prêmios e realizou temporadas e turnês nacionais e internacionais com seus espetáculos O Sobrado (2008), Incidente em Antares (2012), Puli-Pulá (2015) e Arena Selvagem (2018).

    Atualmente empenha-se na gestão de sua sede, o Espaço Cerco Cultural, em parceria com o IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil (Rua Riachuelo 579) e também na construção de seu novo espetáculo Trago Sorte Mentira & Morte, selecionado no Prêmio FAC Teatro Hoje: Serafim Bemol da Secretaria de Estado da Cultura, com estreia prevista para agosto de 2020 no Theatro São Pedro.

    Foto: Adriana Marchior/ Divulgação

    SERVIÇO:

    ARENA SELVAGEM

    Criação coletiva do Grupo Cerco Direção Inês Marocco

    Quando: 30 e 31 de janeiro, 01 e 02 de fevereiro, quinta, sexta, sábado e domingo, às 20h

    Local: Teatro de Arena (Borges de Medeiros, 835 – altos do viaduto)

    Classificação etária: 16 anos

    INGRESSOS ANTECIPADOS NO SITE www.portoveraoalegre.com.br
    ▶ INTEIRA: R$40,00 + taxas
    ▶ BANRI: R$32,00 + taxas
    ▶ MEIA ENTRADA: R$20,00 + taxas
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    INGRESSOS EM PONTOS DE VENDA FÍSICOS E COMPRA NA HORA:

    ▶ R$40,00 (inteira)
    ▶ R$32,00 (desconto 20% Banricompras e Clube do Assinante ZH)
    ▶ R$20,00 (meia-entrada de acordo com a Lei Nacional de Meia-Entrada)

    Classificação etária: 16 anos Duração: 80 minutos

  • Clara Pechansky agrega suas 33 amigas na galeria Frida Kahlo, no México

    Clara Pechansky agrega suas 33 amigas na galeria Frida Kahlo, no México

    Clara Pechansky, que este ano celebra 64 anos como profissional das Artes Visuais,  inova na sua próxima exposição internacional. Convidada pelo professor Jorge Luis Hurtado Reyes, Coordenador de Artes Plásticas da Universidade Autónoma de Sinaloa (UAS), para expor pela segunda vez na Galeria Frida Kahlo, decidiu agregar outras artistas à sua mostra. Nasceu assim a exposição “CLARA PECHANSKY Y SUS AMIGAS”, que inaugura dia 3 de fevereiro de 2020 às 17h30 na Galeria Frida Kahlo, em Culiacán, Sinaloa, e que deverá itinerar por outros espaços públicos no México.

    Além da exposição, Clara vai realizar duas conferências sobre arte brasileira em encontros com artistas locais e alunos de Artes Plásticas da universidade mexicana. Para que o público do Brasil também conheça essa seleção de mulheres-artistas, duas réplicas locais estão programadas, com outras obras das mesmas artistas, com vernissage, no dia 8 de abril, na Gravura Galeria de Porto Alegre, e, no dia 5 de setembro, no Centro Municipal de Cultura de Gramado.

    “Essa exposição iniciou com o convite do professor Jorge Luis Hurtado Reyes para que eu expusesse minhas obras pela segunda vez na Galeria Frida Kahlo, que ele dirige, e consolidou-se em mim a ideia de não mostrar só o meu trabalho, mas o de outras mulheres que, como eu, utilizam o papel para se expressar”, explica Clara.

    Ela selecionou então 33 artistas brasileiras, algumas com carreira já consolidada e outras em início de trajetória, que irão mostrar fotografia, pintura, desenho e gravura em técnicas como metal, xilogravura, litografia e arte digital. Desta maneira, a exposição fica enriquecida com obras muito significativas. Ao mesmo tempo, Clara estará mostrando um recorte de sua obra, com 11 desenhos e litografias, em trabalhos que focam a época da Ditadura Militar no Brasil.

    A maioria das convidadas de CLARA PECHANSKY Y SUS AMIGAS vive e trabalha no Brasil. São convidadas especiais da mostra as artistas Anico Herskovits, Ena Lautert e Liana Timm,que também criou o catálogo. Ainda estarão representadas artistas que residem no exterior e que irão enriquecer a exposição.

    O texto do catálogo, que é patrocinado pela Secretaria Municipal de Cultura de Gramado, foi escrito por Clara Pechansky, responsável pela concepção e curadoria das três exposições. Escrito em português e em espanhol, com comentários sobre as obras de cada artista, o catálago será distribuído no México e no Brasil.

     As 34 participantes:

    Anico Herskovits, Arlete Santarosa, Beatriz Balen Susin, Bebete Luz, Bernardete Conte (Estados Unidos), Claudia Sperb, Clara Pechansky, Cleusa Rossetto, Débora Lora, Eliane Santos Rocha, Ena Lautert, Ermínia Marasca Soccol, Esther Bianco, Fernanda Soares, Flávia de Albuquerque, Graça Craidy, Helena Schwalbe, Liana Timm, Lilia Manfroi, Linda de Sousa (Espanha), Mabel Fontana, Mara Galvani,Marise Zimmermann (Estados Unidos), Marta Loguercio, Miriam Tolpolar, Nara B. Sirotsky, Ondina Pozoco, Rita Gil, Silvia Marsson, Susane Kochhann, Suzel Neubarth, Thalma Rodrigues, Vera Reichert e Zoravia Bettiol.

    As artistas convidadas de Clara. Foto: LisaRoos/ Divulgação

     

    Sobre Clara Pechansky

    Nascida em Pelotas, 1936, vive e trabalha em Porto Alegre. Possui uma longa trajetória profissional, com mais de 60 exposições individuais e participações em Salões, Bienais, Trienais e coletivas que lhe valeram reconhecimento internacional. Suas mais recentes exposições no exterior foram em Lisboa (Portugal, 2011), Córdoba (Espanha, 2013), Hamburgo (Alemanha, 2013), Culiacán (Mèxico, 2015), Bogotá (Colômbia, 2016). Còrdoba (Espanha, 2019). Expôs a série “O que Goya não viu” na Galeria Frida Kahlo da UAS no México em 2015, a convite do Professor Jorge Luis Hurtado Reyes, na Universidad Autónoma de Sinaloa (UAS). Em 2020, volta a expor e fazer palestras na Galeria Frida Kahlo, como convidada oficial, desta vez levando consigo mais 33 artistas brasileiras.

  • Duas apresentações de “Chiiicago – Nem Tudo é Jazz”, no TSP

    Duas apresentações de “Chiiicago – Nem Tudo é Jazz”, no TSP

    Um dos principais clássicos da Broadway ganhou uma versão brasileira diferenciada e feita por artistas gaúchos. É o musical “Chiiicago – Nem Tudo é Jazz”, espetáculo que faz parte das atrações do Porto Verão Alegre 2020. São duas apresentações nos dias 28 e 29 de janeiro, terça e quarta- feira, no Theatro São Pedro.

    A montagem teve início com o desejo do maestro gaúcho Guilherme Leal Rodrigues, que regeu o espetáculo original em uma apresentação em São Paulo em 2018. “Queria trazer o musical para cá, mas com uma proposta totalmente adaptada”, conta.

    Com a adesão do diretor cênico Luiz Manoel nasceu “Chiiicago – Nem Tudo é Jazz” em uma narrativa inclusiva e inserida na realidade atual do Brasil, dando destaque às pessoas que normalmente são marginalizadas na nossa sociedade. A montagem reúne cerca de 50 pessoas no palco em uma união de alunos do Instituto de Artes da UFRGS, em parceria com Departamentos de Arte Dramática e de Música, e com convidados da Bublitz Academia de Musicais, para compor o coro de cantores.


    Cidade fictícia

    Livremente inspirado no musical Chicago, o espetáculo “Chiiicago – Nem Tudo é Jazz!”, com 70 minutos de duração, se distancia das ruas do famoso polo norte-americano para mergulhar na cidade brasileira fictícia de “Chiiicago”, onde o silenciamento é o único mecanismo para garantir a sobrevivência. Corpos que destoam, histórias que gritam para serem ouvidas, narrativas negligenciadas por aqueles que detém o poder da fala. Nesse cenário, as cicatrizes se esgarçam ao som de revolta e de muito jazz.

    A história brasileira retrata uma mulher gorda, que deseja ser uma grande estrela do cabaré, mas além de ser enganada, é humilhada por aparentemente não pertencer a esse lugar a que tanto almeja e, assim, acaba cometendo um grave crime. Dentro da prisão, ela se depara com narrativas marginais de mulheres, gays, negros, vítimas de abuso, assédio e violência, que evidenciam o sistema de silenciamento vivenciado e praticado cotidianamente por todos nós. Nas grades de Chiiicago enquanto tudo se despedaça, ouve-se apenas o som de jazz. Irmãos cospem uns nos outros para ascender. Só interessa escutar o som da própria voz. Não há distinção entre opressor e oprimido. Como olhar, então, para os nossos tempos em que parece não existir mais nada além de injustiça?

    Ficha Técnica:

    Elenco: Ariane Wink,Cass Dutra, Cássio Iribarrem, Eric Nelsis, Guilherme Oliveira, Isadora Fraga, Julia Bennemann, Lucas Limma, Mariana Fernandes, Manu Goulart, Nairim Tomazini, Raíssa Panatieri, Renata Lorenzi.

    Musicistas: Victória Gautto – Clarinete; Daniel Szuchman- Saxofone Tenor; Augusto Santos – Saxofone Alto; Bruno Dos Santos – Flauta; Francisco Gomes, Sérgio Marques – Trompete; Bruno Rudger -Trombone; Pedro Collares – Piano; Eduardo Moro – Guitarra; Rafael Müller – Bateria; João Pedro Andres – Baixo.

    Coro de cantores:  Oritz Campos, Maurício Sortica, Gregory Martini, Jennifer Franco, Marco Aurich, Angelis Lima,Pedro De Los Santos, Samantha Desimon, Julia Leiria, Karla Quintana, Marcela Cintra, Laura Schenkel, Stéfani Dartora, Lucas Dornelles, Gabriela Paludo, Daniel Merello, Danielle Salmoura, Maurício Closs, Bárbara Auler, Maria Aparecida Machado, Jessica Garighan

    Direção Cênica e Concepção: Luiz Manoel

    Diretora Assistente: Manu Goulart

    Diretor Musical e Maestro: Guilherme Rodrigues

    Dramaturgia e Coreografias: Luiz Manoel

    Colaboração Coreográfica: Pedro Schilling

    Stand By: Natasha Villar, Pedro Schilling.

    Figurinos: Mari Falcão

    Maquiagem: Jennifer Ribeiro

    Objetos de cena: Amanda Gatti

    Iluminação: Henrique Strieder

    Operação de som: Manu Goulart e Thalia Kappel

    Composições letras inéditas: Luiz Manoel

    Arte Gráfica: André Varela

    Espetáculo: Chiiicago – Nem Tudo é Jazz
    Apresentações: 28 e 29 de janeiro
    Local: Theatro São Pedro
    Ingressos antecipados: de R$ 24,00 a R$ 38,40 no link: 
    http://portoveraoalegre.com.br/chiiicago-nem-tudo-e-jazz-2020-1
    Duração: 70 minutos
    Censura: 14 anos

  • Rock, folk, country e blues com René Floyd, solo, no Petit Dalí

    Neste sábado, 1º de fevereiro, das 21h até meia-noite, René Floyd volta ao Petit Dalí (Vasco da Gama, 52), desta vez sozinho, para uma noite de muito rock, folk, blues e country. No violão e guitarra acústica, o cantor e compositor interpretará releituras acústicas de clássicos, desde Beatles, Rolling Stones, Marvin Gaye e Pink Floyd, passando por The Police, U2, Radiohead, Coldplay, Goo Goo Dolls e Foo Fighters.
    A casa abre às 18h e quem chegar até as 20h30min poderá aproveirar a promoção de dose dupla de drinks até as 20h30min. O couvert artístico custa R$ 8,00 em dinheiro e R$ 10,00, em cartão de crédito. O show tem início às 21h.

    Foto: Vera Pinto/ Divulgação
    Natural de Porto Alegre, René Floyd acumula mais de 30 anos de trajetória artística. De uma família de músicos, começou sua incursão na área aos 8 anos, primeiro no teclado, depois no violão – sua grande paixão – e após outros instrumentos. Com trabalho que circula entre a capital gaúcha, Região Metropolitana, Serra e Vales do RS, o músico versátil e autodidata toca violão, piano, contrabaixo, guitarra, bateria, teclado, percussão e harmônica.
    Suas influências musicais passam por Pink Floyd, David Bowie, Frank Zappa, Pat Metheny, Beatles, Caetano Veloso, Gonzaguinha, Milton Nascimento, Chico Buarque, Tom Jobim e muitos outros, em especial do rock progressivo. Participou das bandas Jazz Majestic, Ministério do Rock, Zona Zen, Salim & Os Rogers e, mais ativamente, em The Willsons, Máquina a Vapor, Olden Boys e Olden Blues. No final de 2018 fundou o Casarão do Groove, trio de funk, soul e groove nacional, que atualmente conta com Nenê Garcia e Samuel Zyon.
    Serviço:
    Dia: 1º de fevereiro de 2020 (sábado)
    Hora: a partir das 20h
    Local: Petit Dalí (Vasco da Gama, 52), bairro Bom Fim – Porto Alegre/RS. A casa abre às 18h e garante reservas até as 20h (via Face ou pelo telefone 3092-0080). Quem chegar até as 20h30min pode aproveitar a promoção de dose dupla de drinks. O show começa às 21h.
    Couvert artístico: R$ 10,00 (dinheiro) e R$ 12,00 (cartão)
    Informações: Com o músico René Floyd – (51) 98065-6184.

  • Abertura de inscrições para Grupo Experimental de Dança (GED), em fevereiro

    Abertura de inscrições para Grupo Experimental de Dança (GED), em fevereiro

    O Centro Municipal de Dança da Secretaria da Cultura de Porto Alegre abrirá inscrições para o Grupo Experimental de Dança (GED). O período de inscrição vai de 3 de fevereiro a 3 de março. O trabalho é aberto para pessoas com ou sem experiência. O GED  oferece espaços para formações livres e contemporâneas na área. As atividades são realizadas na Cia de Artes, Casa de Cultura Mário Quintana e Centro Municipal de CulturaArte e Lazer Lupicínio Rodrigues.

    O GED chega a sua 13ª edição oferecendo oportunidade de formação em dança e a prática de criação artística em grupo. A base pedagógica contempla diversas abordagens práticas e teóricas de estilos como dança contemporânea, dança moderna, improvisação, performance, história da dança, entre outras.
    A estrutura do curso compreende cinco aulas por semana, durante o turno da manhã,das 9h às 12h, entre os meses de abril e dezembro de 2020. Serão selecionados 25 participantes e 10 suplentes.

    Inscrições no link http://bit.ly/GEDsmc2020.

     

    Requisitos para participação 

    • ser maior de 15 anos
    • preencher todos os campos presentes do formulário
    • enviar até 10 de março para o e-mail dancasmc@gmail.com, comentário sobre o artigo encontrado no link http://seer.ufrgs.br/index.php/cena/article/view/35737/24309
    • participar da audição a ser realizada  no dia 9 de março, no Teatro Renascença (avenida Erico Veríssimo, 307 – Menino Deus), em horário a ser divulgado
    • ter disponibilidade para acompanhar a rotina e a carga-horária do curso.

    Cronograma 

    • De 03/02 a 03/03 – Inscrições
    • 04/03 – Divulgação dos inscritos
    • 09/03 – Audição para seleção
    • 16/03 – Resultado da seleção
    • 06/04 – Início das aulas

    Mais informações pelo telefone 3289 8065 ou pelo e-mail dancasmc@gmail.com.

  • Delicatessen Jazz recria clássicos do jazz e bossa nova, no Espaço 373

    Delicatessen Jazz recria clássicos do jazz e bossa nova, no Espaço 373

    O Delicatessen Jazz retoma a agenda de shows em 2020 com apresentação, no dia 30 de janeiro (quinta-feira), no Espaço 373. No repertório, recriações de standards de autores como Cole Porter, George Gershwin e Duke Ellington, clássicos de Tom Jobim, Roberto Menescal e Moacir Santos, além de surpreendentes reinvenções de músicas de raiz brasileira, de intérpretes como Carmem Miranda.
    O grupo é formado por Antônio Flores (guitarra), Nico Bueno (baixo), Mano Gomes (bateria) e, desde o ano passado, conta com a vocalista britânica Rowena Jameson. Radicada no Rio de Janeiro, Rowena ficou conhecida no Brasil ao apresentar uma interpretação jazzística da MPB. Começou a estudar música ainda criança, na Inglaterra, cantando em vários corais, e, na adolescência, aperfeiçoando-se no canto lírico. Em 2009, durante um curso pela América Latina, conheceu a obra de Tom Jobim e, por causa dela, nunca mais deixou o país.
    Treze milhões de ouvintes 
    Para Nelson Motta, “o Delicatessen está à altura de qualquer grupo internacional desta praia cheia do jazz e bossa”. Em seu terceiro álbum Godnight Kiss, lançado em 2001, contou com a participação de nomes importantes, como João Donato e Roberto Menescal. O disco foi gravado em Porto Alegre e masterizado no célebre estúdio londrino Abbey Road, com distribuição no Brasil, na Europa, no Japão e no sul da Ásia.
    O Delicatessen foi vencedor do Prêmio da Música Brasileira 2009 e 2011 e ganhou nove troféus no Prêmio Açorianos de Música com três álbuns. Superou a marca de 13 milhões de plays no Spotify, tocou em todos os festivais importantes de jazz no Brasil e levou suas apresentações para Argentina e Europa.

    Delicatessen: Antônio Flores (guitarra), Nico Bueno (baixo), Mano Gomes (bateria) e a vocalista Rowena Jameson. Foto Raul Krebs/ Divulgação

    Serviço:
    Delicatessen Jazz
    Quando
    : 30 de janeiro | Quinta-feira | 21h
    Local: Rua Comendador Coruja 373 – Distrito Criativo de Porto Alegre | A casa abre às 20h
    Ingressos: R$ 50,00 antecipado e R$ 60,00 na hora
    Ingressos: http://www.eventbrite.com.br/e/delicatessen-jazz-2020-tickets-89773289325?fbclid=IwAR3Tcg81qFpjwhNdGABgiMpb8GuMG9vUa6VLCBIsxfWNo-Ca6hrHicdl9NM
    Informações e reservas: (51) 98142 3137 | (51) 99508 2772