Autor: da Redação

  • Marcelo Delacroix mostra novo trabalho com participações especiais, no Café Fon Fon,

    Marcelo Delacroix mostra novo trabalho com participações especiais, no Café Fon Fon,

    Dando sequência ao II Festival de Verão – Projeto Cantautores, o cantor e compositor Marcelo Delacroix se apresenta no Café Fon Fon, em formato voz e violão, mostrando ao público as músicas de seu novíssimo disco, Tresavento, e algumas canções dos discos anteriores. O show ocorre no próximo dia 28 de janeiro, terça-feira, às 21h.

    No repertorio do show, estarão as canções “Tresavento”, inspirada no conto homônimo de João Guimarães Rosa, e “História de nós dois”, ambas compostas em parceria com Leandro Maia; “Milonga Moura” e “Ponta de Estoque” (parcerias com Jerônimo Jardim), “Folia do Divino” (letra de Rubem Penz), “Dentro da Noite” (com letra de Ronald Augusto), “Tempo Bom” (sobre poema de Tatiana Cruz) e “Sem Palavras” (com letra de Paulo Araújo).

    O show contará, também, com as participações de convidados especiais. O cantor e compositor Mário Falcão, que subirá ao palco para cantar uma parceria dos dois, ainda inédita, intitulada “Precisamos conversar”, e Madalena Rasslan, cantora da nova geração, que recentemente apresentou o lindo show Porandubas. Segundo Delacroix, Madalena vem se destacando no cenário da música “por seu lindo canto e por ter o que dizer”, afirma. Madalena escolheu a música “Minueto” (Marcelo Delacroix/Gustavo Finkler) como peça de canto na prova de ingresso na faculdade de música. E é essa a música que ela vai apresentar ao público no Fon Fon.

    Sua mãe, a pianista e cantora Simone Rasslan, pega uma carona na participação da filha e vem, também, para cantar e lembrar dos mais de 30 anos de amizade com Delacroix, desde os tempos de colegas no Instituto de Artes da Ufrgs, do grupo de música instrumental Quebra Cabeça, entre outros tantos trabalhos juntos.

     

    Sobre Marcelo Delacroix

    Músico, compositor, cantor, produtor e educador musical. Iniciou seus estudos musicais na Escola de Musica da OSPA (Orquestra Sinfônica de Poro Alegre) e formou-se em Música na Ufrgs. Tem cinco discos autorais gravados: Quebra Cabeça (grupo instrumental – 1994); Marcelo Delacroix (2000); Depois do Raio (2006); e Canciones Cruzadas (em parceria com o uruguaio Dany López – 2013), pelos quais ganhou alguns prêmios. Acaba de gravar seu novo disco Tresavento. Compôs diversas trilhas para teatro, dança, tv e cinema. Atua também como educador musical, ministrando cursos e workshops de musicalização para crianças e adultos.

     
    SERVIÇO:
    O Quê: Marcelo Delacroix  – Tresavento e outras canções, no II Festival de Verão – Projeto Cantautores
    Onde: Café Fon Fon (Rua Vieira de Castro, 22, bairro Farroupilha) Porto Alegre/RS
    Quando: Dia 28 de janeiro de 2020, terça-feira, às 21h
    QuantoCouvert a R$ 30,00 | Ingresso do show + CD: 50,00
    – Apoiadores do disco no Catarse podem buscar suas recompensas e ganham desconto especial para o show: ingresso R$ 20,00
    O disco Tresavento estará à venda no local ao preço de R$ 30,00
     

  • Ecarta Musical seleciona dez propostas para apresentações na Fundação Ecarta

    Ecarta Musical seleciona dez propostas para apresentações na Fundação Ecarta

    O Ecarta Musical, um dos cinco projetos da Fundação Ecarta, selecionou dez propostas de apresentações para compor a programação de março a julho de 2020.
    Uma comissão coordenada por Elenice Zaltron, produtora à frente do projeto, juntamente com o jornalista e crítico musical, Juarez Fonseca, além da também jornalista e produtora cultural, Dinorah Araújo, e do músico, Marcelo Delacroix avaliou um total de 76 propostas com grau de qualidade elevado.
    De acordo com a comissão, a pluralidade de estilos segue como característica principal do Ecarta Musical, que levou em consideração o grau de ineditismo, qualidade artística dos candidatos e propostas adequadas física e conceitualmente ao espaço onde vão acontecer as apresentações quinzenais. “A programação vai contar com estilos do afropop ao jazz e do regionalismo ao samba e grande parte dos músicos é da Capital e de Guaíba”, adianta Elenice.

    Músicos selecionados:

    1) Dona Conceição
    2) Calote – Contando Histórias
    3) Ortácio, Borghetti, Salazar & Poty
    4) Cordas Pra Que Te Quero – Gil Jazz Trio
    5) Botonera – Fofa Nobre
    6) Bons Momentos – Nêgo Izolino

    7) Homem Café – Lançamento do álbum Unidos a Sós

    8) Navegar neste mistério – Nino e a Coluna Prestes
    9) Recital de Chorinho – Alexandre Starosta
    10) Baden Power – Mariano Telles

    Suplentes:

    1) Solavanco – Ricardo Borges
    2) As cores de uma Negra – Zena Pereira
  • “Invasão colonial ‘YVY OPATA’ a terra vai acabar”, em exposição no Museu de Arte Contemporânea

    “Invasão colonial ‘YVY OPATA’ a terra vai acabar”, em exposição no Museu de Arte Contemporânea

     
     
    A exposição “Invasão colonial ‘YVY OPATA’ a terra vai acabar”, do artista Xadalu, está em cartaz na Galeria Xico Stockinger, do Museu de Arte Contemporânea do RS (MAC-RS), na Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) a partir de 21 de janeiro. A atividade encerra o “Festival Kino Beat – Arte em Movimento”, que nesta 6ª edição, iniciada em novembro de 2019, convida a público a refletir sobre algumas urgências do presente.
    A abertura acontece às 19h, com a presença do cacique geral Mburuvixá Tenondé Cirilo, que fará uma fala às 20h. A mostra segue aberta à visitação até 8 de março, de terças a sextas-feiras, das 10h às 18h; e sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h. A entrada é gratuita.
    A exposição individual reúne fragmentos de diversas imersões do artista Xadalu em aldeias Guaranis. As obras registram o estado atual em que as aldeias se encontram, os conflitos originados pelas retomadas de suas terras e as constantes ameaças de grupos armados que intimidam as comunidades tradicionais.
    A medida que a cidade cresce geograficamente, a aldeia diminui e, automaticamente, os sonhos sofrem interferências na transição para outro mundo. “Sendo o único lugar seguro, as cidades celestiais são o local de onde viemos e para onde vamos depois de nossa passagem aqui na terra. Mas a tekoa continua protegida de alguma maneira por Nhanderu, o motivo de nossa resistência há mais de 500 anos. O trovão de Tupã lá fora mostra sua força de anunciar o tempo passado que o raio cruzou e já não existe mais, e o sol mostra seus raios e nos permite caminhar sobre eles”, conta o artista, que também é responsável pela curadoria da exposição.
    De acordo com o curador do festival, Gabriel Cevallos, o Kino 2019 se desenvolveu a partir de premissas que convidam à reflexão sobre algumas urgências do presente. “Estas ideias iniciais substituem uma palavra central ou um tema fixo para esta edição, e lançam, de forma aberta, possibilidades para se sentir o mundo em conjunto – ficção, natureza, percepção, conciliação, território, mutação, esperança, mundos possíveis: estes são alguns dos pontos de partida para se imaginar o 6º Kino Beat”, revela.
    “Uma outra forma de se repensar os impactos do colonialismo, é assumir como válido o conhecimento produzido pelos povos originários. Ao atuar como um mensageiro entre dois mundos, o artista visual Xadalu traduz parte deste conhecimento e visão de mundo dos índios Guaranis, em obras de arte. O seu processo de escuta atenta e trabalho compartilhado com as aldeias ressaltam a sua reverência e urgência em dar visibilidade a este mundo que resiste em existir”, afirma o curador do festival.
    O 6º Festival Kino Beat – Arte em Movimento foi selecionado pelo edital de patrocínios culturais incentivados da Oi, conta com o apoio do Oi Futuro e com financiamento da Lei de Incentivo à Cultura – Pró-Cultura RS – Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
    O artista
    Xadalu é artista visual urbano com uma obra que transita entre intervenções nas ruas e exposições em museus, galerias e centros culturais. Sua produção diversificada mescla as colagens da sticker art a técnicas e linguagens como a serigrafia, a pintura, a fotografia e o objeto.
    Seu trabalho em street art já foi exibido em mostras coletivas e individuais em instituições de Porto Alegre, como Santander Cultural, Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs), Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MAC-RS), Instituto Estadual de Artes Visuais do Rio Grande do Sul (Ieavi), CCMQ e Museu dos Direitos Humanos do Mercosul. Na Europa, apresentou obras em galerias de Berlim e Florença.
    Integra coleções particulares e acervos públicos, como do Margs e do MAC-RS.
    É tema do livro “Xadalu — Movimento urbano”, do curta-metragem “Sticker conection” (2015) e do documentário “Xadalu — Filme” (2017), que retratam a produção iniciada em 2004 com as primeiras colagens do indiozinho Xadalu nas ruas de Porto Alegre. Hoje, o personagem é visto em dezenas de cidades do mundo, graças à rede estabelecida com outros artistas visuais urbanos praticantes da sticker art, que trocam seus adesivos pelo correio.
    As questões indígenas acompanham seu trabalho desde o início. Com o envolvimento, realiza temporadas de residência artística em aldeias do sul do Brasil e da Argentina.
    Em reconhecimento à defesa da causa indígena aliada a questões socioculturais, foi um dos agraciados pelo Prêmio Humanidades do Instituto Brasileiro da Pessoa 2014. Entre outras diversas distinções, foi eleito em 2012 Melhor Artista na Expo Colex, mostra internacional de sticker art realizada em Santos (SP), e duas vezes indicado ao Prêmio Açorianos de Artes Plásticas da prefeitura de Porto Alegre (2015 e 2016).
    Realiza palestras, cursos e oficinas sobre serigrafia e arte urbana, com destaque para o Curso de Extensão em Serigrafia da Universidade de Caxias do Sul (UCS), que ministra desde 2016.
    SERVIÇO
    Exposição “Invasão colonial ‘YVY OPATA’ a terra vai acabar” – de Xadalu
    Quando: de 21 de janeiro a 8 de março
    Onde: Galeria Xico Stockinger | 6º andar da CCMQ (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico / Porto Alegre)
    Horário: de segunda à sexta-feira, das 10h às 18h; sábados, domingos e feriados: das 12h às 18h
    Entrada gratuita

  • "As Manas Lisas da Periferia", na fotografia de Jorge Aguiar, no Clube de Cultura

    "As Manas Lisas da Periferia", na fotografia de Jorge Aguiar, no Clube de Cultura

    Acontece até dia 31 de janeiro a exposição “As Manas Lisas da Periferia” do fotógrafo Jorge Aguiar, no Clube de Cultura ( rua Ramiro Barcellos, 1853) , com visitação das 17hrs  às 22 hrs. Às quintas-feira acontecem visitas guiadas. Nos textos abaixo, fotógrafo e curador explicam o projeto, o trabalho e seu resultado:
    Texto de Jorge Aguiar, expositor
    “Sou um fotografo de rua, em mais de 40 anos de fotografia também posso
    dizer que tenho um acervo histórico de Porto Alegre e sua região
    metropolitana, mas meu acervo mostra a cidade real, aquela que poucos
    tem coragem de olhar de frente, minha fotografia trás para o centro da
    cidade, para salas de exposições e museus a pobreza, a fome, a
    periferia, da visibilidade aos esquecidos, da a palavra aos excluídos
    (fotografia é escrever com a Luz).
    ManaLisas de Periferia é uma provocação em torno da Monalisa de Da
    Vinci e um ideal de beleza mas antes de qualquer coisa é uma
    homenagem a todas as mulheres reais, com a beleza de quem luta todo
    dia pela sobrevivência, trabalham, cuidam da casa, criam os filhos,
    são chefes de família… ManaLisas de Periferia é uma homenagem a
    todas as Claudias, Marieles e Agathas, mulheres de todas idades, na
    maioria anônimas, desconhecidas que nascem, vivem, sobrevivem nas
    periferias de cada uma das cidades deste pais e que mesmo correndo o
    risco de morte todos os dias não perdem a garra e mantém a alegria.”

    ManasLisas de Periferia: O retrato de uma dama
    Texto Eurico Salis – Curador
    “Não foram poucos os estudos de especialistas para tentar decifrar a
    enigmática expressão de Mona Lisa, o quadro mais celebrado da história
    da arte, pintado em Florença, em 1503, por Leonardo da Vinci.
    Recentemente, cientistas britânicos utilizando técnicas que envolvem
    computação garantem ter descoberto o segredo por trás da obra mais
    famosa de Leonardo. De acordo com o jornal britânico The Independent,
    Mona Lisa estava 83% feliz, 9% angustiada, 6% assustada e 2%
    chateada. Entre 2010 e 2011, caminhando por ruas empoeiradas do
    Bairro Umbu na Cidade de Alvorada região metropolitana de Porto
    Alegre, Jorge Aguiar, percebeu que mulheres pobres donas de uma beleza
    fora do comum, mesmo desempregadas, mantinham uma beleza incomum.
    Durante doze meses, Jorge carregou no ombro, dentro de ônibus carcaças
    de molduras, e pacientemente se aproximou de várias “manas” do bairro
    Umbu, em Alvorada para fotografá-las. Muitos artistas têm recriado, no
    seu trabalho, o quadro de Da Vinci – Marcel Duchamp, Salvador Dali,
    Andy Warhol. Entretanto, somente agora, La Gioconda ou Mona Lisa,
    como é mais conhecida passa a ter outra dimensão social, inusitada,
    revelada através de expressões enigmáticas de intensa dramaticidade no
    rosto de Manas Lisas, ou mulheres pobres da periferia de um bairro
    simples de Alvorada. Tudo graças ao olhar renascentista e
    contemporâneo do autor desta mostra. Reescrevo com convicção que
    Jorge Aguiar, construiu sua trajetória com olhar voltado para
    documentar a vida dos pobres, dos desvalidos, e a vida simples,
    centrado na figura humana. tem uma obra densa, definitiva. No seu
    trabalho de rua estão presentes, lado a lado, de forma vibrante, a
    narrativa e a estética. Princípios que formam a linguagem
    fotográfica, que diferenciam o fotógrafo de verdade de um mero
    “batedor de fotos”. Sem cair no ativismo ideológico, na denúncia
    partidária ou na estética panfletária, ele nos mostra a realidade
    ácida, instigante, tão perto do nosso dia-a-dia, e muitas vezes tão
    longe do nosso mundo.

    Manas Lisas, integra-se a uma obra tão complexa e tão simples, ao
    mesmo tempo. Uma obra local que atinge dimensão universal através do
    olhar singular de Jorge Aguiar. Um olhar que nos leva a conhecer mais
    a condição humana.”
    Texto Eurico Salis – Curador

  • O flamenco das "Mujeres de Água’, no Meme Estação Cultural

    O flamenco das "Mujeres de Água’, no Meme Estação Cultural

    A água simboliza a origem da vida, a fecundidade, a fertilidade, a transformação, a purificação, a força, a limpeza. Elemento primordial, ela é considerada o ponto de partida para o surgimento da vida e é a força motriz de inspiração para esse espetáculo.Três mulheres, que amadureceram através do flamenco, apresentam suas vivências e perspectivas de mundo, no leve ir e vir das ondas do mar.

    Ana de La Campana, Lu Meira e La Negra Ana Medeiros solidificam sua parceria artística nesse projeto inovador que tem o flamenco como linguagem comum em hibridismo com outras artes. Embalada pela música executada ao vivo pelo guitarrista flamenco Jeff de Lima junto da cantora Isadora Arruda e da percussão de Gustavo Rosa, a trilha sonora transita entre o cante yorubá, o cancioneiro nordestino, o folclore latinoamericano e o flamenco.O espetáculo ainda conta com a participação especial da bailarina Cris Nunes.

    Mujeres de Água –  Cia de arte La Negra Ana Medeiros

    Dia 19 de janeiro, às 19h

    MEME Estação Cultural – Rua Lopo Gonçalves, 176 – Cidade Baixa

    Email: centromeme@centromeme.com.br

    Ingressos: R$ 60,00 / meia entrada R$ 30,00

    Ingresso solidário: R$ 30,00 (mediante a doação de um alimento não perecível)

    Mais informações pelos telefones 3019.2595 / 51 982570024

  • Uma feira dedicada ao vinil, na Casa de Cultura Mário Quintana

    Uma feira dedicada ao vinil, na Casa de Cultura Mário Quintana

     
    A Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) recebe, neste sábado (18), a feira “Vitrola RS”, que vem para divulgar e ampliar o comércio da cultura do mundo do disco, especificamente do vinil. O evento acontece das 13h às 20h, na Travessa dos Cataventos, com discotecagem em vinil durante toda a tarde, com os DJs Marcelo Andres, Jimi Melo. A entrada é gratuita.
    Esta edição reúne mais de 20 expositores, que, além dos discos, representam diversos segmentos do comércio colaborativo, criativo e independente de Porto Alegre. A “Vitrola RS” é criada pelo colecionador, dj e vendedor Damon Meyer, que usa sua experiência para unir as necessidades de especialistas e do público em geral em apenas um espaço.
    SERVIÇO
    Feira Vitrola RS
    Quando: 18 de janeiro | sábado
    Horário: das 13h às 20h
    Onde: Travessa dos Cataventos | térreo da CCMQ (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico / Porto Alegre)
    Entrada gratuita

  • O Jantar com a Senhora Beckett, um rito cênico, na Casa Godoy

    Voltou em cartaz nesta quarta-feira e fica até o próximo domingo, na Casa Godoy (Av. Independência, 456), o rito cênico O Jantar com a Senhora Beckett, com direção e dramaturgia de Decio Antunes e interpretação de Naiara Harry.

     O espetáculo será apresentado até domingo (19 de janeiro), sempre às 20h, com o apoio da Secretaria Municipal da Cultura. A retirada de senhas, 16 para cada sessão, deve ser feita na Casa Godoy meia hora antes do início do espetáculo. Entrada Franca.

    Dias: 15 a 19 de janeiro (quarta a domingo)

    Hora: 20h

    Local: Casa Godoy (Av. Independência, 456)

    Realização: Naiara Harry Companhia Teatral

    Retirada das senhas na Casa Godoy meia hora antes do início do espetáculo

    Entrada Franca

  • Zoravia Bettiol expõe seu acervo formado durante 60 anos

    Zoravia Bettiol expõe seu acervo formado durante 60 anos

    Segue aberta a mostra do acervo da artista plástica Zoravia Bettiol, composta por 80 obras de artistas brasileiros e estrangeiros.
    Estão expostas pinturas, gravuras, desenhos e esculturas. Os artistas estrangeiros são da Alemanha, Argentina, Grécia, Japão, Polônia, Portugal e Uruguai.
    A exposição ficará aberta até 9 de março, porém as obras adquiridas poderão ser retiradas em seguida, sem esperar pelo fim da mostra. Depois são substituídas por outras, algumas vezes do mesmo autor.
    Todas as obras podem ser compradas com pagamento parcelado. Os preços são a partir de 400 reais. Há vários trabalhos na faixa dos 800 a mil reais, até nove mil reais.
    Apenas um trabalho extrapola estes valores. É uma escultura de alumínio de Vasco Prado, uma luminária de um metro de altura intitulada As Quatro Jovens, que tem quatro faces. Zoravia, que foi casada com Vasco, imagina a peça no hall de um edifício ou casa com pé direito alto. Custa menos de 20 mil reais.
    Zoravia começou a colecionar em 1960,  agora recebe pessoalmente os visitantes na sua galeria. Ela já teve coleções de santos barrocos, de máscaras africanas e de cerâmicas da Espanha, de Portugal, da Polônia e do Brasil.
    Visitação de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h, e sábados das 16h às
    19h, até 9 de março de 2020.
    GALERIA ZORAVIA BETTIOL: Rua Paradiso Biacchi, 109, Ipanema, Porto Alegre/RS

  • Uma peça para celebrar Fernandão,o ídolo do Inter

    “Um Certo Capitão Fernando”
    Datas: 14, 15 e 16 de Janeiro, 21h. Teatro da Santa Casa.
    A peça conta a passagem do atleta Fernando Lúcio da Costa, o Fernandão, pelo Sport Club Internacional.
    Contratado em 2004, ele conquistou a Libertadores e o Mundial de Clubes da Fifa de 2006, tornando-se um dos grandes jogadores da história do clube.
    O futebol é o pano de fundo dessa história, mas o ponto principal são as relações que o ídolo tinha com as pessoas próximas a ele e com a torcida colorada.
    Texto e Direção: Bob Bahlis.
     

  • "As Batucas" tocam no Vila Flores com participação especial de Negra Jaque

    "As Batucas" tocam no Vila Flores com participação especial de Negra Jaque

    Mais uma vez o Vila Flores será o palco do carnaval das Batucas, que apresentarão sua poderosa orquestra de bateria e percussão, acompanhada pelo grupo vocal. E esse ano a convidada especial é a rapper Negra Jaque, que já se apresentou ao lado das Batucas no Unimusica. No repertório estão músicas de Pink Floyd, Rolling Stones, Rita Lee, Luis Gonzaga, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chiquinha Gonzaga, Alceu Valença e Bob Marley. Além do grupo vocal e de Jaque, o show do dia 19 de janeiro conta com as musicistas Raquel Pianta (guitarra), Natalia Damiani (gaita), Daniela Garcia e Ruama Quimera (trompetes) e Dy Ferranddis (baixo).

    As Batucas – Orquestra Feminina de Bateria e Percussão, idealizada por Biba Meira e regida por ela e por sua filha Julia Pianta, inova também em seu grupo vocal, regido por Gabriela Lery. E mais recentemente está apostando muito em sua orquestra de sucatas, projeto que inclui instrumentos criados a partir de sucatas (latas, tonéis, frigideiras, tampas de panelas, chocalhos artesanais, etc), que serão usados nesta apresentação, em ritmos como o maracatu, e a chacarera.

    A orquestra criada por Biba Meira para fortalecer os laços afirmar de que as mulheres estão definitivamente inseridas em todos os mercados e em todos os segmentos da sociedade, é agora um imenso grupo, com diversas turmas e as mais diferentes cabeças. Este grupo faz parte da cena cultural da cidade e vem sendo reconhecido em apresentações nos palcos de Porto Alegre, bem como em projetos sociais.  O Bar Ocidente, o Vila Flores, as participações em projetos na rua, em festivais e eventos especiais já fazem parte da rotina das Batucas. E elas vêm com a percussão das baterias, tamborins, repiniques, caixas, agogôs, surdos, reco-recos, triângulo, chocalhos e sucatas das quase 60 integrantes de percussão, mas também chegam com o suporte de harmonia, com baixo, guitarra, sopro e gaita, além do grupo vocal. O músico e arranjador Vini Silva faz parte do universo das batucas desde sua criação e é considerado um ‘batuco’ pelas integrantes. São dele alguns dos arranjos e muitos dos exercícios e propostas de aprendizado no grupo.

    As Batucas no Vila Flores em 2019. Foto Giovani Paim/ Divulgação

    Batucas no Vila Flores

    Com a participação de Negra Jaque e Grupo Vocal das Batucas

    Dia 19 de janeiro, às 17h30

    O Vila Flores abre às 16h e o show começa pontualmente às 17h30min

    Vila Flores: Rua São Carlos, 753 – Bairro Floresta

    Ingressos: RS 25,00 (no local, na hora da apresentação)