Músicos selecionados:
7) Homem Café – Lançamento do álbum Unidos a Sós
Suplentes:

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A exposição “Invasão colonial ‘YVY OPATA’ a terra vai acabar”, do artista Xadalu, está em cartaz na Galeria Xico Stockinger, do Museu de Arte Contemporânea do RS (MAC-RS), na Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) a partir de 21 de janeiro. A atividade encerra o “Festival Kino Beat – Arte em Movimento”, que nesta 6ª edição, iniciada em novembro de 2019, convida a público a refletir sobre algumas urgências do presente.
A abertura acontece às 19h, com a presença do cacique geral Mburuvixá Tenondé Cirilo, que fará uma fala às 20h. A mostra segue aberta à visitação até 8 de março, de terças a sextas-feiras, das 10h às 18h; e sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h. A entrada é gratuita.
A exposição individual reúne fragmentos de diversas imersões do artista Xadalu em aldeias Guaranis. As obras registram o estado atual em que as aldeias se encontram, os conflitos originados pelas retomadas de suas terras e as constantes ameaças de grupos armados que intimidam as comunidades tradicionais.
A medida que a cidade cresce geograficamente, a aldeia diminui e, automaticamente, os sonhos sofrem interferências na transição para outro mundo. “Sendo o único lugar seguro, as cidades celestiais são o local de onde viemos e para onde vamos depois de nossa passagem aqui na terra. Mas a tekoa continua protegida de alguma maneira por Nhanderu, o motivo de nossa resistência há mais de 500 anos. O trovão de Tupã lá fora mostra sua força de anunciar o tempo passado que o raio cruzou e já não existe mais, e o sol mostra seus raios e nos permite caminhar sobre eles”, conta o artista, que também é responsável pela curadoria da exposição.
De acordo com o curador do festival, Gabriel Cevallos, o Kino 2019 se desenvolveu a partir de premissas que convidam à reflexão sobre algumas urgências do presente. “Estas ideias iniciais substituem uma palavra central ou um tema fixo para esta edição, e lançam, de forma aberta, possibilidades para se sentir o mundo em conjunto – ficção, natureza, percepção, conciliação, território, mutação, esperança, mundos possíveis: estes são alguns dos pontos de partida para se imaginar o 6º Kino Beat”, revela.
“Uma outra forma de se repensar os impactos do colonialismo, é assumir como válido o conhecimento produzido pelos povos originários. Ao atuar como um mensageiro entre dois mundos, o artista visual Xadalu traduz parte deste conhecimento e visão de mundo dos índios Guaranis, em obras de arte. O seu processo de escuta atenta e trabalho compartilhado com as aldeias ressaltam a sua reverência e urgência em dar visibilidade a este mundo que resiste em existir”, afirma o curador do festival.
O 6º Festival Kino Beat – Arte em Movimento foi selecionado pelo edital de patrocínios culturais incentivados da Oi, conta com o apoio do Oi Futuro e com financiamento da Lei de Incentivo à Cultura – Pró-Cultura RS – Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
O artista
Xadalu é artista visual urbano com uma obra que transita entre intervenções nas ruas e exposições em museus, galerias e centros culturais. Sua produção diversificada mescla as colagens da sticker art a técnicas e linguagens como a serigrafia, a pintura, a fotografia e o objeto.
Seu trabalho em street art já foi exibido em mostras coletivas e individuais em instituições de Porto Alegre, como Santander Cultural, Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs), Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MAC-RS), Instituto Estadual de Artes Visuais do Rio Grande do Sul (Ieavi), CCMQ e Museu dos Direitos Humanos do Mercosul. Na Europa, apresentou obras em galerias de Berlim e Florença.
Integra coleções particulares e acervos públicos, como do Margs e do MAC-RS.
É tema do livro “Xadalu — Movimento urbano”, do curta-metragem “Sticker conection” (2015) e do documentário “Xadalu — Filme” (2017), que retratam a produção iniciada em 2004 com as primeiras colagens do indiozinho Xadalu nas ruas de Porto Alegre. Hoje, o personagem é visto em dezenas de cidades do mundo, graças à rede estabelecida com outros artistas visuais urbanos praticantes da sticker art, que trocam seus adesivos pelo correio.
As questões indígenas acompanham seu trabalho desde o início. Com o envolvimento, realiza temporadas de residência artística em aldeias do sul do Brasil e da Argentina.
Em reconhecimento à defesa da causa indígena aliada a questões socioculturais, foi um dos agraciados pelo Prêmio Humanidades do Instituto Brasileiro da Pessoa 2014. Entre outras diversas distinções, foi eleito em 2012 Melhor Artista na Expo Colex, mostra internacional de sticker art realizada em Santos (SP), e duas vezes indicado ao Prêmio Açorianos de Artes Plásticas da prefeitura de Porto Alegre (2015 e 2016).
Realiza palestras, cursos e oficinas sobre serigrafia e arte urbana, com destaque para o Curso de Extensão em Serigrafia da Universidade de Caxias do Sul (UCS), que ministra desde 2016.
SERVIÇO
Exposição “Invasão colonial ‘YVY OPATA’ a terra vai acabar” – de Xadalu
Quando: de 21 de janeiro a 8 de março
Onde: Galeria Xico Stockinger | 6º andar da CCMQ (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico / Porto Alegre)
Horário: de segunda à sexta-feira, das 10h às 18h; sábados, domingos e feriados: das 12h às 18h
Entrada gratuita

Acontece até dia 31 de janeiro a exposição “As Manas Lisas da Periferia” do fotógrafo Jorge Aguiar, no Clube de Cultura ( rua Ramiro Barcellos, 1853) , com visitação das 17hrs às 22 hrs. Às quintas-feira acontecem visitas guiadas. Nos textos abaixo, fotógrafo e curador explicam o projeto, o trabalho e seu resultado:
Texto de Jorge Aguiar, expositor
“Sou um fotografo de rua, em mais de 40 anos de fotografia também posso
dizer que tenho um acervo histórico de Porto Alegre e sua região
metropolitana, mas meu acervo mostra a cidade real, aquela que poucos
tem coragem de olhar de frente, minha fotografia trás para o centro da
cidade, para salas de exposições e museus a pobreza, a fome, a
periferia, da visibilidade aos esquecidos, da a palavra aos excluídos
(fotografia é escrever com a Luz).
ManaLisas de Periferia é uma provocação em torno da Monalisa de Da
Vinci e um ideal de beleza mas antes de qualquer coisa é uma
homenagem a todas as mulheres reais, com a beleza de quem luta todo
dia pela sobrevivência, trabalham, cuidam da casa, criam os filhos,
são chefes de família… ManaLisas de Periferia é uma homenagem a
todas as Claudias, Marieles e Agathas, mulheres de todas idades, na
maioria anônimas, desconhecidas que nascem, vivem, sobrevivem nas
periferias de cada uma das cidades deste pais e que mesmo correndo o
risco de morte todos os dias não perdem a garra e mantém a alegria.”

ManasLisas de Periferia: O retrato de uma dama
Texto Eurico Salis – Curador
“Não foram poucos os estudos de especialistas para tentar decifrar a
enigmática expressão de Mona Lisa, o quadro mais celebrado da história
da arte, pintado em Florença, em 1503, por Leonardo da Vinci.
Recentemente, cientistas britânicos utilizando técnicas que envolvem
computação garantem ter descoberto o segredo por trás da obra mais
famosa de Leonardo. De acordo com o jornal britânico The Independent,
Mona Lisa estava 83% feliz, 9% angustiada, 6% assustada e 2%
chateada. Entre 2010 e 2011, caminhando por ruas empoeiradas do
Bairro Umbu na Cidade de Alvorada região metropolitana de Porto
Alegre, Jorge Aguiar, percebeu que mulheres pobres donas de uma beleza
fora do comum, mesmo desempregadas, mantinham uma beleza incomum.
Durante doze meses, Jorge carregou no ombro, dentro de ônibus carcaças
de molduras, e pacientemente se aproximou de várias “manas” do bairro
Umbu, em Alvorada para fotografá-las. Muitos artistas têm recriado, no
seu trabalho, o quadro de Da Vinci – Marcel Duchamp, Salvador Dali,
Andy Warhol. Entretanto, somente agora, La Gioconda ou Mona Lisa,
como é mais conhecida passa a ter outra dimensão social, inusitada,
revelada através de expressões enigmáticas de intensa dramaticidade no
rosto de Manas Lisas, ou mulheres pobres da periferia de um bairro
simples de Alvorada. Tudo graças ao olhar renascentista e
contemporâneo do autor desta mostra. Reescrevo com convicção que
Jorge Aguiar, construiu sua trajetória com olhar voltado para
documentar a vida dos pobres, dos desvalidos, e a vida simples,
centrado na figura humana. tem uma obra densa, definitiva. No seu
trabalho de rua estão presentes, lado a lado, de forma vibrante, a
narrativa e a estética. Princípios que formam a linguagem
fotográfica, que diferenciam o fotógrafo de verdade de um mero
“batedor de fotos”. Sem cair no ativismo ideológico, na denúncia
partidária ou na estética panfletária, ele nos mostra a realidade
ácida, instigante, tão perto do nosso dia-a-dia, e muitas vezes tão
longe do nosso mundo.

Manas Lisas, integra-se a uma obra tão complexa e tão simples, ao
mesmo tempo. Uma obra local que atinge dimensão universal através do
olhar singular de Jorge Aguiar. Um olhar que nos leva a conhecer mais
a condição humana.”
Texto Eurico Salis – Curador


André Damasceno, um dos grandes nomes da comédia brasileira, faz estreia nacional do seu novo show “Não Me Faz Te Pegar Nojo!” no dia 24 de janeiro, às 21h, no Teatro da AMRIGS (Av. Ipiranga 5311), dentro do Porto Verão Alegre. No palco, o humorista conta os 35 anos do Magro do Bonfa, reúne seus melhores textos e relembra os personagens mais queridos do público. O espetáculo terá participações especiais dos humoristas Maikinho Pereira e Índio Behn.
André trabalhou na Escolinha do Professor Raimundo, do Chico Anysio, na Rede Globo, e atuou ao lado de grandes nomes do humor como Agildo Ribeiro, Lúcio Mauro, Brandão Filho, Walter D´Ávila, Costinha, entre outros. Também na emissora carioca, esteve de 2003 a 2015, no Zorra Total, atuando ao lado dos novos nomes do humor como Fábio Porchat, Marcus Melhem, Leandro Hassum, Fabiana Karla, Heloísa Périssé, Katiuscia Canoro e Marcos Veras. “O público vai conhecer a história do Magro do Bonfa e histórias hilariantes da minha carreira e do convívio que tive com a velha e nova geração do humor”, afirma Damasceno.
André Damasceno iniciou no humor em 1985. De lá para cá, já realizou mais de 3 mil espetáculos e já foi assistido por mais de dois milhões de pessoas.
CINCO PERGUNTAS AO HUMORISTA:
Higino Barros
Pergunta: O que caracteriza esse espetáculo? Ele tem uma linha de condução?
André Damasceno: O espetáculo é comemorativo dos 35 anos do personagem o Magro do Bonfa, criado quando eu dava aula de Matemática no curso Pré Vestibular Universitário. Ele era um aluno do bairro Bom Fim e daí surge o nome, Magro do Bonfa, malando do Bonfa. O espetáculo também leva os textos mais queridos do público. Que eles sempre pedem, assim como os personagens mais queridos dos meus 35 anos de história.
Pergunta: Quem o influenciou como artista?
AD: Recebi muita influência do Juca Chaves. Inclusive tomei a decisão de ser humorista, aos 22 anos, quando estudava Engenharia Civil na PUC, depois de assistir o Juca Chaves no antigo teatro da Ospa, na Independência. Me formei em Engenharia e fui dar aula da Matemática. Dava aula de manhã e de tarde e de noite fazia stand up. Em 1984 fiz meu primeiro show, no bar Opinião. Fiquei dando aula de 1984 até 1990.
Resolvi me dedicar à carreira de humorista e em 1993 levo a fita para a Globo. A fita cai na mão do Chico Anísio e ele me convida para fazer a Escolinha do Professor Raimundo, com o personagem o Magro do Bonfa.
Pergunta: Você faz o tipo de humor gaudério, usando expressões típicas da aldeia? Isso é um limitador ou uma vantagem, em termos de alcance de público?
AD: Eu nunca fiz humor com expressão gaudéria nem gaúcha porque eu sempre quis que meu texto fosse nacional e universal. Eu sei que o show que faço em Porto Alegre pode ser feito em Maceió, no Rio de Janeiro, no Piauí e em São Paulo.
Eu sempre tive a preocupação de não regionalizar meu texto. Se fizesse isso ficaria preso ao humor do Rio Grande do Sul. E não ia conseguir levar o humor gaúcho para o Brasil. Essa foi a estratégia. Não usar termos gaudérios. Mesmo porque se eu for usar esse linguajar fora do Rio do Grande do Sul ninguém iria entender
Pergunta: O que gostaria de não fazer em palco?
AD: O que eu gostaria não de fazer. O que nunca fiz. Fazer humor escatológico, brincando com religião, e com opções sexuais e tais. Isso nunca fiz.
Pergunta: Como vê os tempos de hoje para humor?
AD: Mudou um pouco a escala de valores das pessoas e existe o politicamente correto. Mas como nunca fui politicamente incorreto para mim não está tendo problema nenhum. Eu sempre posso brincar com tudo sem ferir suscetibilidades.
Serviço
O que: show Não Me Faz Te Pegar Nojo!, com André Damasceno
Quando: 24 de janeiro de 2020
Horário: 21h
Onde: Teatro da AMRIGS (Av. Ipiranga, 5311)
Ingressos: R$ 40,00 (na hora), R$ 32,00 (antecipado promocional) e R$ 20,00 (estudantes e idosos)
Informações: www.portoveraoalegre.com.br
Classificação Etária – 12 anos
Duração do show – 80min

A água simboliza a origem da vida, a fecundidade, a fertilidade, a transformação, a purificação, a força, a limpeza. Elemento primordial, ela é considerada o ponto de partida para o surgimento da vida e é a força motriz de inspiração para esse espetáculo.Três mulheres, que amadureceram através do flamenco, apresentam suas vivências e perspectivas de mundo, no leve ir e vir das ondas do mar.
Ana de La Campana, Lu Meira e La Negra Ana Medeiros solidificam sua parceria artística nesse projeto inovador que tem o flamenco como linguagem comum em hibridismo com outras artes. Embalada pela música executada ao vivo pelo guitarrista flamenco Jeff de Lima junto da cantora Isadora Arruda e da percussão de Gustavo Rosa, a trilha sonora transita entre o cante yorubá, o cancioneiro nordestino, o folclore latinoamericano e o flamenco.O espetáculo ainda conta com a participação especial da bailarina Cris Nunes.
Mujeres de Água – Cia de arte La Negra Ana Medeiros
Dia 19 de janeiro, às 19h
MEME Estação Cultural – Rua Lopo Gonçalves, 176 – Cidade Baixa
Email: centromeme@centromeme.com.br
Ingressos: R$ 60,00 / meia entrada R$ 30,00
Ingresso solidário: R$ 30,00 (mediante a doação de um alimento não perecível)
Mais informações pelos telefones 3019.2595 / 51 982570024

A Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) recebe, neste sábado (18), a feira “Vitrola RS”, que vem para divulgar e ampliar o comércio da cultura do mundo do disco, especificamente do vinil. O evento acontece das 13h às 20h, na Travessa dos Cataventos, com discotecagem em vinil durante toda a tarde, com os DJs Marcelo Andres, Jimi Melo. A entrada é gratuita.
Esta edição reúne mais de 20 expositores, que, além dos discos, representam diversos segmentos do comércio colaborativo, criativo e independente de Porto Alegre. A “Vitrola RS” é criada pelo colecionador, dj e vendedor Damon Meyer, que usa sua experiência para unir as necessidades de especialistas e do público em geral em apenas um espaço.
SERVIÇO
Feira Vitrola RS
Quando: 18 de janeiro | sábado
Horário: das 13h às 20h
Onde: Travessa dos Cataventos | térreo da CCMQ (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico / Porto Alegre)
Entrada gratuita
Voltou em cartaz nesta quarta-feira e fica até o próximo domingo, na Casa Godoy (Av. Independência, 456), o rito cênico O Jantar com a Senhora Beckett, com direção e dramaturgia de Decio Antunes e interpretação de Naiara Harry.
O espetáculo será apresentado até domingo (19 de janeiro), sempre às 20h, com o apoio da Secretaria Municipal da Cultura. A retirada de senhas, 16 para cada sessão, deve ser feita na Casa Godoy meia hora antes do início do espetáculo. Entrada Franca.
Dias: 15 a 19 de janeiro (quarta a domingo)
Hora: 20h
Local: Casa Godoy (Av. Independência, 456)
Realização: Naiara Harry Companhia Teatral
Retirada das senhas na Casa Godoy meia hora antes do início do espetáculo
Entrada Franca

Segue aberta a mostra do acervo da artista plástica Zoravia Bettiol, composta por 80 obras de artistas brasileiros e estrangeiros.
Estão expostas pinturas, gravuras, desenhos e esculturas. Os artistas estrangeiros são da Alemanha, Argentina, Grécia, Japão, Polônia, Portugal e Uruguai.
A exposição ficará aberta até 9 de março, porém as obras adquiridas poderão ser retiradas em seguida, sem esperar pelo fim da mostra. Depois são substituídas por outras, algumas vezes do mesmo autor.
Todas as obras podem ser compradas com pagamento parcelado. Os preços são a partir de 400 reais. Há vários trabalhos na faixa dos 800 a mil reais, até nove mil reais.
Apenas um trabalho extrapola estes valores. É uma escultura de alumínio de Vasco Prado, uma luminária de um metro de altura intitulada As Quatro Jovens, que tem quatro faces. Zoravia, que foi casada com Vasco, imagina a peça no hall de um edifício ou casa com pé direito alto. Custa menos de 20 mil reais.
Zoravia começou a colecionar em 1960, agora recebe pessoalmente os visitantes na sua galeria. Ela já teve coleções de santos barrocos, de máscaras africanas e de cerâmicas da Espanha, de Portugal, da Polônia e do Brasil.
Visitação de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h, e sábados das 16h às
19h, até 9 de março de 2020.
GALERIA ZORAVIA BETTIOL: Rua Paradiso Biacchi, 109, Ipanema, Porto Alegre/RS

“Um Certo Capitão Fernando”
Datas: 14, 15 e 16 de Janeiro, 21h. Teatro da Santa Casa.
A peça conta a passagem do atleta Fernando Lúcio da Costa, o Fernandão, pelo Sport Club Internacional.
Contratado em 2004, ele conquistou a Libertadores e o Mundial de Clubes da Fifa de 2006, tornando-se um dos grandes jogadores da história do clube.
O futebol é o pano de fundo dessa história, mas o ponto principal são as relações que o ídolo tinha com as pessoas próximas a ele e com a torcida colorada.
Texto e Direção: Bob Bahlis.

Mais uma vez o Vila Flores será o palco do carnaval das Batucas, que apresentarão sua poderosa orquestra de bateria e percussão, acompanhada pelo grupo vocal. E esse ano a convidada especial é a rapper Negra Jaque, que já se apresentou ao lado das Batucas no Unimusica. No repertório estão músicas de Pink Floyd, Rolling Stones, Rita Lee, Luis Gonzaga, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chiquinha Gonzaga, Alceu Valença e Bob Marley. Além do grupo vocal e de Jaque, o show do dia 19 de janeiro conta com as musicistas Raquel Pianta (guitarra), Natalia Damiani (gaita), Daniela Garcia e Ruama Quimera (trompetes) e Dy Ferranddis (baixo).
E As Batucas – Orquestra Feminina de Bateria e Percussão, idealizada por Biba Meira e regida por ela e por sua filha Julia Pianta, inova também em seu grupo vocal, regido por Gabriela Lery. E mais recentemente está apostando muito em sua orquestra de sucatas, projeto que inclui instrumentos criados a partir de sucatas (latas, tonéis, frigideiras, tampas de panelas, chocalhos artesanais, etc), que serão usados nesta apresentação, em ritmos como o maracatu, e a chacarera.
A orquestra criada por Biba Meira para fortalecer os laços afirmar de que as mulheres estão definitivamente inseridas em todos os mercados e em todos os segmentos da sociedade, é agora um imenso grupo, com diversas turmas e as mais diferentes cabeças. Este grupo faz parte da cena cultural da cidade e vem sendo reconhecido em apresentações nos palcos de Porto Alegre, bem como em projetos sociais. O Bar Ocidente, o Vila Flores, as participações em projetos na rua, em festivais e eventos especiais já fazem parte da rotina das Batucas. E elas vêm com a percussão das baterias, tamborins, repiniques, caixas, agogôs, surdos, reco-recos, triângulo, chocalhos e sucatas das quase 60 integrantes de percussão, mas também chegam com o suporte de harmonia, com baixo, guitarra, sopro e gaita, além do grupo vocal. O músico e arranjador Vini Silva faz parte do universo das batucas desde sua criação e é considerado um ‘batuco’ pelas integrantes. São dele alguns dos arranjos e muitos dos exercícios e propostas de aprendizado no grupo.

Batucas no Vila Flores
Com a participação de Negra Jaque e Grupo Vocal das Batucas
Dia 19 de janeiro, às 17h30
O Vila Flores abre às 16h e o show começa pontualmente às 17h30min
Vila Flores: Rua São Carlos, 753 – Bairro Floresta
Ingressos: RS 25,00 (no local, na hora da apresentação)