Categoria: Cultura-MATÉRIA

  • Claudio Veracruz comemora 50 anos de carreira no Festival de Verão, do Café Fon Fon

    Claudio Veracruz comemora 50 anos de carreira no Festival de Verão, do Café Fon Fon

    Um show comemorando 50 anos de carreira onde apresento 60% por cento das minhas composições inéditas. Apresento parcerias com Sergio Nap, Raul Elwanger, Mario Quintana, Gelson Oliveira, Hermes Aquino, Luis Coronel, Bebeto Alves”. Assim Claudio Veracruz descreve como será o show que abrirá, pelo segundo ano consecutivo, o Festival de Verão – Projeto Cantautores, Café Fon Fon, em Porto Alegre, na próxima terça-feira, dia 14 e janeiro, às 21h.

    Além de Veracruz, se apresentarão neste mês os cantores e compositores Marcelo Delacroix (28) e Nelson Coelho de Castro (29). Segundo a pianista Bethy Krieger, uma das organizadoras do evento, “o Festival pretende valorizar a produção autoral de artistas gaúchos, além de saudar o verão”.

    Com cinco décadas de carreira, Claudio Vera Cruz atua como cantor, compositor e instrumentista. Integrou bandas como Som 4, Liverpool e Bixo da Seda e participou das duas edições do álbum coletivo Paralelo 30 – ao lado de artistas como Bebeto Alves e Nelson Coelho de Castro – em 1978 e 2001. Em 2014, lançou seu primeiro CD solo, “Vagalume”, com canções de diferentes épocas, muitas delas feitas em parceria com nomes como Luiz Mauro Vianna, Hermes Aquino, Sérgio Napp e Rubem Penz. O disco é a base do show que Vera Cruz apresenta no Café Fon Fon, acompanhado de seu violorquestra – instrumento que acopla baixo e violão.

    SERVIÇO:

    O Quê: Abertura do Festival de Verão 

    Quando: Dia 14 de janeiro de 2020, terça-feira, às 21h

    Onde: Café Fon Fon (Rua Vieira de Castro, 22, bairro Farroupilha) Porto Alegre/RS

    QuantoCouvert R$ 25,00 e R$ 30,00 com direito ao CD “Vagalume”.

    Informações e reservas pelo fone: (51) 99880-7689

  • Chamada para ocupação de teatros da Casa de Cultura Mário Quintana

    Chamada para ocupação de teatros da Casa de Cultura Mário Quintana

    A Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) abriu em dezembro, dia 17, e encerra no próximo dia 15 de janeiro, as inscrições da Chamada Pública para a ocupação do Teatro Bruno Kiefer e da Sala Carlos Carvalho, para temporadas de espetáculos nas modalidades artes cênicas (circo, dança e teatro) e música; e temporada livre (circo, dança, teatro e música), no primeiro semestre de 2020.

    Algumas temporadas terão uma data com intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais), com custos pagos pela CCMQ. Já as temporadas de artes cênicas que contemplarem o teatro infantil terão o diferencial de serem duas datas semanais, aos sábado e domingos, num total de 8 apresentações.

    As inscrições devem ser feitas até o dia 15 de janeiro pelo e-mail chamadapublicaccmqteatros@gmail.com, para onde devem ser enviados os documentos: Anexo I (Ofício de Solicitação CCMQ) e Anexo II (Informações espetáculo CCMQ), as solicitações de ocupação e outras informações que o proponente julgar pertinente. A divulgação dos projetos selecionados ocorre no dia 5 de fevereiro de 2020, pelo site da CCMQ: www.ccmq.com.br.
    CRONOGRAMA
    Abertura: 17/12/2019
    Período de recebimento das propostas: de 17/12/2019 a 15/01/2020
    Habilitação das propostas: 16/01 a 17/01/2020
    Divulgação dos habilitados: 20/01/2020
    Recursos: 21/01 a 23/01/2020
    Divulgação dos recursos: 27/01/2020
    Análise e seleção das propostas: 31/01 a 04/02/2020
    Divulgação dos selecionados: 05/02/2020
    Ocupação: a partir de 06/03/2020

  • Sbornia no São Pedro

    Sbornia no São Pedro

    Seguindo uma tradição de 32 anos, o Theatro São Pedro volta a ser a Embaixada da Sbørnia, a partir deste 9 de janeiro.
    Durante 28 anos, “Tangos e Tragédias” , com Hique Gomez e Nico Nicolaiewsky ocupou este espaço arrastando multidões, marcando época e transformando-se em um grande atrativo das temporadas de verão.
    Desde a partida de Nico Nicolaiewsky, o espetáculo “A Sbørnia Kontr’Atracka” com Hique Gomez e Simone Rasslan, a cantora, pianista e atriz que veio para completar a equipe, vem confirmando esta predileção com fãs que já voltaram ao espetáculo inúmeras vezes e confirmam em depoimentos emocionados a legitimidade da continuação da Saga Sbørniana.
    Participações especiais e surpresas sempre são esperadas na temporadas que marcam uma faceta da cultura gaúcha. Cenários Virtuais, som surround,  arte em alto estilo e diversão garantida para toda a família. Até 19 de janeiro.
    Descontos:
    50% para associados da AATSP (ingressos limitados)
    50% para estudantes, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência (40% da lotação)
    50% para idosos
    INGRESSOS
    Plateia: R$ 120,00
    Cadeira extra: R$ 120,00
    Camarote central: R$ 100,00
    Camarote lateral: R$ 80,00
    Galerias: R$ 40,00
     
     

  • "A Tempestade" na celebração de Fábio André Rheinheimer

    "A Tempestade" na celebração de Fábio André Rheinheimer

    Um dos mais ativos agente cultural e curador de artes plásticas de Porto Alegre, o artista visual e arquiteto Fábio André Rheinheimer celebra 33 anos de sua primeira exposição individual com “A Tempestade”. Agora ele deixa o papel de pedra para se tornar vitrine. 
    O cenário de cultura e artes no Estado na década de 2010/2019 foi cheio de percalços, avanços, recuos e conquistas já que, como disse a ex- presidenta Dilma Roussef,  “não está fácil pra ninguém”. No meio desse emaranhado da cultura da aldeia emergiram artistas fazendo o que eles mais gostam e sabem fazer, mostrar seus trabalhos, ao lado de gerações anteriores que nunca deixaram o facho de luz da civilização e da arte local se apagar.
    Assim, toda vez que a roda da cultura se move, através de seus artistas tarefeiros, de instituições oficiais e privadas, público e outros agentes, Porto Alegre se justifica no verão ( e no resto do ano) exercendo sua condição de esquina do mundo.
    Que isso se repita muitas e muitas vezes nessa década que iniciou agora em 1920, são os votos da redação do JÁ Porto Alegre.
    Higino Barros

    André Rheinheimer celebra 33 anos de sua primeira exposição individual. Fotos: Juliana Baratojo/ Divulgação

     
    O texto abaixo é da jornalista Tatiana Csordas
    “A exposição “A Tempestade” tem vernissage na quinta-feira, dia 9, das 17h30 às 20h, no Espaço Cultural Correios (Av. Sete de Setembro, 1020 – Praça da Alfândega – Acesso pela Avenida Sepúlveda). A mostra fica em cartaz até o dia 9 de fevereiro de 2020. Entrada franca.
    “Ao longo dos 33 anos de atuação nas artes, Rheinheimer participou de diversas exposições coletivas, individuais e salões de arte, apresentando obras como artista e como curador. “A Tempestade” é fruto de um projeto de pesquisa estabelecido a partir do exercício pictórico, em que o resultado são fotografias, registros desse processo.

    Durante a pesquisa, que levou às obras da exposição, o artista alterou as pinturas continuamente, sobrepondo umas às outras compondo assim novas imagens, que surgiam e se extinguiam sucessivamente, em um processo de constante transformação. O resultado são paisagens marítimas, sob efeito de intensa agitação atmosférica, em obras com densa carga dramática. “É um projeto que representa pontualmente uma parcela das possibilidades desenvolvidas até o momento e que ainda pode ganhar novas formas”, revela o artista.

    “Esse projeto tem por referência dois elementos fundamentais, que se relacionam: a produção dos artistas impressionistas e o estilo ukiyo-e, um gênero de xilogravura e pintura japonesa”, explica o artista. Entre importantes nomes que se dedicaram ao estilo ukiyo-e destaca-se a produção de Katsushika Hokusai, que tem em A Grande Onda de Kanagawa sua obra mais célebre, que acabou servindo como um dos principais elementos de referência teórica para Rheinheimer.

    As imagens selecionadas para esta mostra são os registros de uma contínua investigação pictórica. “A Tempestade” é composta por 16 obras impressas em tecidos diversos com grandes dimensões e em adesivo sobre PVC. Entre esses materiais estão tecidos utilizados normalmente na decoração e na moda, como Linarte, Linho Madrid, em uma parceria com a Casa Rima, e neoprene. As fibras apresentadas em grandes dimensões, de 1,40 m por 2,30 m, dão novas cores e características às obras pela estrutura de seus fios, compondo quase que uma nova criação a partir das pinturas originais.”

    Exposição “A Tempestade” de Fábio André Rheinheimer
    Local: Espaço Cultural Correios
    Endereço: Av. Sete de Setembro, 1020 – Praça da Alfândega – Acesso pela Avenida Sepúlveda
    Vernissage: 9 de janeiro, das 17h30 às 20h
    Período: Até 9 de fevereiro de 2020
    Visitações: de terça a sábado, das 10h às 18h, e aos domingos, das 13 às 17

  • Cantor uruguaio Sebastián Jantos no Clube de Cultura

    Cantor uruguaio Sebastián Jantos no Clube de Cultura

    Em única apresentação em Porto Alegre, na próxima quinta-feira (09), o multi-instrumentista uruguaio Sebastián Jantos interpreta suas canções percorrendo com habilidade incomum o universo musical que distingue o nosso continente mesclando ritmos e refinada poesia.
    Sua trajetória inclui, entre outras criações, a trilha sonora do DVD “A linha fria do horizonte”, dois CDs individuais e um em parceria com Mário Falcão que, ao lado de Zé Ramos, Lucas Kinoshita e Pablo Lanzoni, estão entre os convidados da noite.Jantos participou com músicos e compositores do Brasil, Uruguai e Cuba do projeto cultural José Marti em Canto, em homenagem ao poeta e líder da independência de Cuba na guerra contra o domínio espanhol.
    Os artistas musicalizaram e interpretaram poemas de Martí, e o projeto teve como convidado especial, o ex – governador do Rio Grande do Sul Olívio Dutra com a apresentação de dois poemas.
    Com o apoio de entidades sociais e sindicais o projeto promovido pela Associação Cultural José Martí/RS teve duas apresentações em Porto Alegre. A convite do Ministério da Cultura de Cuba e com a adesão de músicos ocorreram três shows em Havana. E duas apresentações em Montevidéu, com o apoio da Embaixada da República de Cuba, a Direção Nacional de Cultura do Ministério de Educação e Cultura do Uruguai e da Casa da Amizade Uruguai /Cuba.
    No Uruguai cerca de 80 ativistas políticos, sociais e culturais gaúchos acompanharam a caravana à Montevidéu organizada pela produtora do evento, e que reuniu os músicos e compositores Sebastián Jantos, do Uruguai, Mauricio Figueiral, de Cuba, Leonardo Ribeiro, Mário Falcão, Pablo Lanzoni, Marisa Rotenberg, Everson Vargas, Tonda Pecoits, Claudio Sander e Giovanni Berti, do Brasil. Para escutar o CD José Martí em Canto clique http://soundcloud.com/josemartiemcanto.
    Show de Sebástian Jantos, em Porto Alegre, no Clube de Cultura, Ramiro Barcelos, 1853
    Quinta-feira, 09 de janeiro, às 20 horas
    Ingressos no local, valor 20,00
    Site do artista: http://sebastianjantos.blogspot.com/
    Evento face: http://abre.ai/aCxh
    canal no YouTube: http://www.youtube.com/channel/UCQsEHEMaVHi83EIW5XMeLIg
     

  • Sarau "A Única Negra" homenageia a poeta e compositora Delma Gonçalves

    Delma Gonçalves tem marcante presença na vida cultural da cidade. Foto: Feijão/ Divulgação

    Em sua quarta edição, o Sarau “A Única Negra” volta a reunir mulheres em torno de música, da poesia e da arte, desta vez prestando homenagem a uma das integrantes do coletivo, a poeta e compositora Delma Gonçalves.

    O encontro será no próximo dia 23 de dezembro, segunda-feira, às 20h30, no Capadócia Bar & Pub (R. dos Andradas, 724, Centro Histórico), em clima de celebração.

    A homenageada desta noite é uma das personalidades mais atuantes da vida cultural da Capital gaúcha. Em novembro deste ano, Delma Gonçalves lançou seu livro de poesias na Feira do Livro de Porto Alegre, “O Som das Letras”. A festividade contará com as vozes das cantoras Claudia Quadros, Denizeli Cardoso, Glau Barros, Marietti Fialho e Maria do Carmo Carneiro; com textos de Silvia Abreu, Silvia Duarte e Lilian Rocha, além das intervenções coreográficas do grupo de danças Brazil Estrangeiro. Participam, ainda, os músicos Alexandre Rodrigues (violão) e Alexsandra (percussão).

    Promovido pelo Coletivo Nimba, o Sarau “A Única Negra” mantém a proposta de reunir um conjunto de artistas descendentes da diáspora africana em apresentação literária-musical para discutir, poeticamente, a presença minoritária da mulher negra em espaços de produção intelectual e de consumo.

    Sobre Delma Gonçalves

    Delma Gonçalves, porto-alegrense, poeta, compositora, escritora e produtora cultural. Formada em Letras e Pós Graduada em produção textual. Parceira musical de Bedeu desde a década de 70. Possui músicas gravadas por artistas gaúchos. Faz parte, como secretária, da Academia de Artes, Ciências e Letras Castro Alves e é a primeira secretária da Associação de Sambistas e Compositores Gaúchos. É colaboradora ativa do Sarau Sopapo Poético e integra o grupo de Mulheres Cantoras e Compositoras do Samba Sul. Em setembro deste ano participou da Bienal do Livro no Rio de Janeiro pela Ed. Villardo com sua crônica, “Manhã Atribulada”, na coletânea “Negras Crônicas” (Escurecendo os Fatos).

    SERVIÇO:

    O Quê: Sarau “A Única Negra“. Homenagem à poetisa e compositora Delma Gonçalves

    Onde: Capadócia Bar & Pub (R. dos Andradas, 724 – Centro Histórico, Porto Alegre-RS

    Quando: Dia 23 de dezembro de 2019, segunda-feira, das 20h30 às 23h  

    QuantoCouvert a R$ 20,00 | Artistas: R$10,00 (lista amiga)

    Contatos com a produção: Silvia Duarte: (51) 9.9701-3638

     

  • Ortácio, Borghetti, Salazar & Poty mostram as canções inéditas que estarão no 1º disco, no Café Fon Fon

    Após um ano de intensa atividade, que incluiu o lançamento do 1º. clipe do quarteto, “Ainda Multidão”, os músicos João Ortácio, Pedro Borghetti, João Salazar e Poty Burch fecham 2019 no Café Fon Fon, dia 18 de dezembro,  para divulgar a nova aventura do grupo,  mostrando em primeira mão,  as canções novas  do 1º. disco, que será lançado em 2020.

     Com repertório exclusivamente autoral de canção brasileira, entre as composições do roteiro estão as músicas novas como Vermelho Rosa Terra, Psicotrópiko,  e Asa de Plástico, além de  Ainda Multidão (primeira composição do grupo e música do 1º. clipe lançado em agosto passado), Tornado, Andar e Imprevisão.

    O quarteto apresenta influências  da Música Popular Brasileira, passando pela Música Regional, Rock e outros gêneros.

    Em formato acústico, os compositores se acompanham utilizando diversos recursos musicais, explorando vários instrumentos e, ao mesmo tempo, valorizando o protagonismo de cada um. Arranjos vocais, instrumentos de cordas, percussões e outras perfumarias sonoras são os meios usados por João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty para interpretar o trabalho autoral.

    A ideia do show é mostrar ao público uma junção orgânica da criação dos quatro compositores, que resulta num acertado coletivo de individualidades.

    Repertório do show

    – Tornado (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Ainda Multidão (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Todo Silêncio do Mundo (João Ortácio)

    – Andar (João Salazar, Guilherme Becker e Bruno Neves)

    – Bom Fim (Pedro Borghetti)

    – Imprevisão (João Ortácio, Poty e Thiago Ramil)

    – Retina (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Passageira (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Represa (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Vermelho Rosa Terra (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Navegador (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Psicotrópiko (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Parte (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Asa de Plástico (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Passeio (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    Ortácio, Borghetti, Salazar & Poty

    Os jovens compositores  que formam o Projeto João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty  vêm apresentando intensa criação e atuação no cenário musical do Rio Grande do Sul.

    Se juntaram inicialmente para fazer uma série de shows pelo estado com o objetivo de apresentar as canções que fazem parte de seus trabalhos individuais. A partir da primeira turnê começaram a compor uma série de canções em parceria, essas novas composições já resultaram na gravação do clipe Ainda Multidão.
    A estreia do grupo foi em abril de 2018 na canja do tradicional Sarau Elétrico no Bar Ocidente, onde retornaram no segundo semestre. O grupo contabilizou uma série de bem sucedidas apresentações no ano passado. Subiram ao palco do Café Fon Fon, uma das referências culturais da Capital,  por duas vezes, no Sofar Sounds,  no Parangolé e no FIND-Festival Independente realizado  na Redenção, com apoio da Secretaria Municipal da Cultura.

    Participou do Festival Morrostock, em Santa Maria onde também tocaram no Plataforma 85. Realizaram duas turnês  pelo interior do Estado, que brindou o público de Pelotas, Rio Grande, São Lourenço do Sul, Passo Fundo e Nova Prata, com destaque para a apresentação na Feira Literária de Cruz Alta.

    Esse ano, integraram a programação da Virada Sustentável (Centro Cultural Vila Flores) e da Noite dos Museus (Museu Júlio de Castilhos e Casa de Cultura Mario Quintana), além de terem conquistado o 1º. Lugar no Festival Matinê Cervejeiro, realizado no Shopping Total, em maio.

    Em agosto desse ano o quarteto lançou, no Gravador Pub, seu primeiro clipe intitulado “Ainda Multidão”,  alusivo a primeira parceria do grupo, que antecipa a gravação do 1º. álbum que será realizada em 2020. Em setembro apresentou show no Musical Évora na Sala do Multipalco Eva Sopher do Theatro São Pedro e participou do Festival Mirabal realizado dia 24/11, no Centro Cultural Vila Flores.

    Serviço

    Show Ortácio, Borghetti, Salazar & Poty

    18 de dezembro de 2019 – 21h – Café Fon Fon

    Rua Vieira de Castro, 22 – Bairro Farroupilha – Porto Alegre

    Valor do Ingresso no local: R$ 30,00

    Antecipados

    Sympla.com.br – R$ 20,00 (quantidade limitada)

    Promoção  mediante a reserva de lugares pelo telefone 998807689

    A partir da reserva de dois lugares o ingresso custa R$ 25,00

    Duração: 60 minutos

    Classificação Livre

  • 20 bailarinas dançam a história política e social dos países árabes, no Teatro Bruno Kiefer

    A Escola Harém Dança do Ventre faz sua tradicional apresentação de final de ano, com a estreia de “Arábia”, na próxima quarta-feira, dia 18 de dezembro. O espetáculo ocorre às 20h, no Teatro Bruno Kiefer, da Casa de Cultura Mario Quintana.
    Com 20 bailarinas no palco, “Arábia” retrata a cultura de países como Egito, Marrcos, Líbano e Turquia, refletindo na dança do ventre singularidades que agregam componentes estéticos e políticos de cada país. Partindo da pesquisa acadêmica da diretora Muna Zaki, que investiga processos de mundialização e hibridação na dança, a concepção do espetáculo contou com relatos de viagens das alunas àqueles países, fotos e vídeos. “‘Arábia’ desmistifica a ideia em torno dos países árabes, apresentando por meio da dança a sua complexidade, alegria e diversidade”, diz Muna.
    Sobre a Escola
    Harém é uma das pioneiras da dança do ventre em Porto Alegre, inaugurada em 2001. Nestes 18 anos já formou dezenas de bailarinas, muitas delas, atualmente, professoras ou com carreira internacional nos países árabes. Muna é pós-doutoranda em Artes Cênicas, e professora Raíssa Mahin é formada em Dança pela UERGS.
    FICHA TÉCNICA
    Direção geral:
     Muna Zaki | Coreografias: Muna Zaki e Raíssa Mahin | Sonorização e Iluminação: Alex Prego
    Serviço:
    Espetáculo Arábia | Escola Harém Dança do Ventre
    Quando: 
    18 de dezembro | Quarta-feira | 20h
    Local: Teatro Bruno Kiefer – 6º andar da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico)
    Ingressos: R$ 30,00
    Ingressos antecipados: http://www.eventbrite.co.uk/e/espetaculo-arabia-tickets-84016703221?aff=efbevent&fbclid=IwAR0LeawYC9wZXAAxmMLreKp9jyviaKgmd21sDdfZMHD7aR1ZZiUKYP8kD2o
  • Exposição coletiva "Gabinete do Colecionador ", no Espaço Cultural Brix 21

    O curador, artista e arquiteto Anaurelino Barros Neto e o Espaço Cultural Brix 21 promovem a partir dessa quarta-feira, dia 11, a Exposição “Gabinete do Colecionador”.  A mostra vai contar com uma água-forte de Rembrandt auto-retrato., edição do museu, antiga na exposição. Terá também ítens de coleção e obras de 39 artistas do Rio Grande do Sul.
    Haverá uma homenagem à Rembrandt por ter sido um grande colecionador e marchand e ao jornalista Paulo Raymundo Gasparotto colecionador e um dos maiores conhecedores de arte e antiguidades do país.
    O curador Anaurelino Barros Neto escreveu sobre a mostra:
    “Por que a humanidade coleciona objetos que vão de obras de arte à caixas de fósforos?
    Uma das  hipóteses deste comportamento passional seria dar um sentido de permanência e eternidade. De domínio sobre si, sobre os objetos e sobre o Universo, trazendo poder e bem estar espiritual. Possivelmente também uma exteriorização de sua personalidade nos ítens eleitos, seja por empatia, seja por frustrações em algum ciclo de suas vidas.
    A organização dos objetos, fator essencial pra alcançarmos o conceito de Colecionismo que conhecemos hoje, passa pelos sistemas de codificação e aperfeiçoamento da linguagem, com o advento da escrita.Proporcionou a grandes Reinos e Estados o acúmulo de riquezas e obras de arte fantásticas.
    Deste modo, criou-se uma hierarquia de bens e conceitos. Passou-se então, a discriminar, ordenar, classificar e eleger prioridades, formando deste modo as coleções, através de repetições sistemáticas do mesmo objeto.
    Foram com as grandes navegações e explorações nos séculos XVI e XVII que surgiram os Gabinetes de Curiosidades, que se consistiam em espaços particulares onde se acumulavam toda a espécie de objetos exóticos e raros, como o de Rembrandt, colecionador e marchand.
    No século XVIII, estes gabinetes desapareceram e são considerados os antecessores dos museus, dando lugar às coleções privadas e institucionais posteriores .
    Colecionar é bem mais complexo que simplesmente consumir, pois envolve paixão, algumas vezes obsessão. Possuir um objeto do desejo é optar por ele, elegê-lo entre muitos, apoderando-se de pequenos universos particulares.
     “Guardar uma coisa é olhá-la, mirá-la por admirá-la, isto é,
     iluminá-la ou ser por ela iluminado”  Antônio Cícero , poema GUARDAR.
    Colecionadores são fundamentalmente guardiões de um passado distante, que preservam a memória e o patrimônio de uma época, vivida ou imaginada.”
    SERVIÇO
    O que ? Exposição Gabinete do Colecionador
    Onde: Espaço Cultural Brix 21
               Marechal Floriano . 705 . Caminho dos Antiquários.
    Vernissage: Dia 11 de dezembro, às 18:30
    Horário de Visitação: Das 12  h as 19;30
  • Espetáculo musical cênico marca a estreia do ciclo de peças composto por Jeferson Colling

    Contexto é a palavra chave da criação do jovem compositor Jeferson Colling, cujo ciclo de peças será apresentado em estreia do espetáculo musical-cênico Testemunho, dia 9 de dezembro, no Auditorium Tasso Corrêa, no Instituto de Artes da Universidade Federal do RS.

    A dramaturgia e a iluminação foram criadas especialmente para o espetáculo. As palavras dialogam indiretamente com a música, no sentido que ambos – o texto com a aparente concretude das palavras e a música na abstração dos sons –transitam por um universo habitado de incertezas, receios e reflexões.

    O espetáculo será apresentado por Giovani dos Santos (violino), André Munnari (acordeon) e Siane  Cappela Leonhardt (apresentação) e conta com a iluminação de Anderson Zang,  texto e criação da arte de Guilherme Sommermeyer, direção cênica de Fabio Ferraz  e composição musical e idealização de Jeferson Colling.

    ” Testemunho” é um espetáculo Musical-Cênico.

    O trabalho marca a conclusão do 1º. ano do Doutorado em Música, na área Composição,  de Jeferson Colling, no Instituto de Artes da Ufrgs, como bolsista a CAPES-Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior,  tendo como orientador o Prof. Doutor Celso Giannetti Loureiro Chaves.

    Espetáculo musical-cênico

    Se trata de uma apresentação de música erudita de câmara com um repertório que consiste, em sua íntegra, na estreia de um ciclo de peças do jovem compositor, Jeferson Colling.

    Embora seja hábito os recitais e concertos de música erudita de câmara apresentarem peças de curta ou média duração, que combinam diferentes compositores, oriundos de distintas épocas e lugares, a criação de Colling aponta outras abordagens:  “Meu interesse tem sido a composição de ciclos de peças que ocupem toda duração de um espetáculo, dessa maneira posso propor o percurso musical que o público vivenciará. “Contexto” vem sendo, de maneira crescente, a palavra chave quando trabalho em minhas composições. Cada peça é composta pensando o ponto do espetáculo em que estará, levando em conta o que já foi ouvido até ali e o que ainda será ouvido”.

    Acredito que com a abordagem cênica o espetáculo potencializa o impacto expressivo das peças que o integram e estas, por sua vez, potencializem o impacto da experiência do espetáculo como um todo”, salienta.

    Jeferson conta que desde o mestrado vem pensando sua produção desta maneira.

    “Neste projeto que será apresentado agora minha preocupação com o contexto em que a música será ouvida deixa o âmbito apenas do sonoro, com a união da música com o texto e um trabalho de iluminação também  pensados especificamente para o espetáculo.

    O texto, apresentado em forma de monólogo, dialoga indiretamente com a música, no sentido de que ambos – o texto,  com a aparente concretude das palavras e a música na abstração dos sons – ambos transitam por um universo habitado por incertezas, receios e reflexões”, explica o jovem compositor.

    FICHA TÉCNICA

    Composição musical e idealização: Jeferson Colling

    Violino: Giovani dos Santos

    Acordeon: André Munnari

    Texto: Guilherme Sommermeyer

    Apresentação: Siane  Cappela Leonhardt

    Criação da arte: Guilherme Sommermeyer

    Direção cênica: Fabio Ferraz

    Iluminação: Anderson Zang

     

    Serviço

    Testemunho

    Espetáculo musical-cênico estreia ciclo de peças  para violino e acordeon

    Dia 9 de dezembro de 2019 – 20h30min

    Auditorium Tasso Corrêa – Instituto de Artes da Ufrgs

    Rua Senhor dos Passos, 248 – Centro Histórico – Porto Alegre

    Entrada franca

    Duração: 75 minutos

    Classificação livre