Categoria: Cultura-MATÉRIA

  • Roteiro imperdível nas Missões: a arte Guarani Mbya no Museu Antropológico

    Roteiro imperdível nas Missões: a arte Guarani Mbya no Museu Antropológico

    Abre nesta quarta (19/8) a exposição “Mbya Rembiapo – Arte Guarani Mbya” no Museu das Missões, em São Miguel das Missões (RS). O projeto tem curadoria colaborativa e enfoca na arte e na cultura Guarani do Rio Grande do Sul.

    A mostra permanece aberta para visitação até o dia 30 de novembro, com entrada gratuita.

    Com trabalhos de seis curadores Mbya de diferentes Tekoás (aldeias), a exposição apresenta um conjunto de esculturas em madeira, cestarias e instrumentos musicais e de caça, que compõem e expressam parte da visão de mundo Guarani.

    Também integram a mostra fotografias, mapas e textos em versão bilíngue em guarani e português, que comunicam os significados atribuídos pelos Mbya e os contextos de sua produção e do território socioambiental das matérias-primas de que dependem para os reproduzir.

    Desde sua concepção, o projeto contou com oficinas de curadoria de professores e artistas indígenas, incluindo um circuito de visitas a museus. Houve ainda a participação dos curadores como palestrantes de mesas redondas no evento “Os Mbya Guarani e o Museu: diálogos sobre artesanato e patrimônio”, ocorrido em abril, na Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Fabico/UFRGS). Esse conjunto de ações foram preparatórias para a maturação da exposição que agora abre à visitação pública.

    Curadores

    Os curadores do projeto estarão presentes na inauguração da exposição. São eles: Karai Mirim (Laércio Gomes), Karai Nhe’ery (Isabelino Aguirre), Kerexu Rete (Fermina Campos), Para Ixapy (Patrícia Ferreira), Para Rete (Elsa Chamorro Benites) e Ywa Mirim (Patrícia Souza).

    A partir de dezembro, a mostra estará disponível para itinerar em outros municípios. Para fazer o agendamento, as instituições interessadas devem entrar em contato pelo e-mail musa@sedac.rs.gov.br.

    Serviço:
    Inauguração da exposição “Mbya Rembiapo – Arte Guarani Mbya”
    Quando: 19/8, às 16h
    Onde: Museu das Missões (Rua São Luís, s/n – Sítio Arqueológico de São Miguel das Missões)
    Entrada gratuita

    (Informações da Assessoria de Imprensa)

  • Patrimônio Cultural: dois dias de atividades gratuitas para adultos e crianças na Casa Mário Quintana

    Patrimônio Cultural: dois dias de atividades gratuitas para adultos e crianças na Casa Mário Quintana

    Uma programação de atividades culturais e educativas gratuitas marcam o Dia Estadual do Patrimônio Cultural, nos dias 15 e 16 de agosto, na Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), em Porto Alegre. 

    A programação de sábado (15/8) começa às 10h: no 5º andar, o “Clube do Desenho”, do Centro de Desenvolvimento da Expressão (CDE), conduz uma atividade de observação dedicada à arquitetura do Centro Histórico de Porto Alegre.  

    À tarde, às 14h, a Biblioteca Erico Verissimo organiza o painel “Entre ruínas e memórias”, que apresenta o processo de recuperação da documentação do Museu Estadual do Carvão, de Arroio dos Ratos/RS, danificada pela enchente de 2024.

    A atividade inclui apresentação com o professor Jorge Vivar (UFRGS) e com a conservadora Kathia Berwanger, além de uma visita ao laboratório montado na CCMQ para o restauro de 650 caixas de documentos.  

    Para as crianças, as atrações na Biblioteca Lucília Minssen iniciam-se às 15h com a oficina “A guardiã dos livros”, focada na restauração de livros com a escritora Maria Helena Ramalho.

    No mesmo horário, o Espaço Oliveira Silveira recebe a oficina “Você é o nosso patrimônio”, do Educativo da CCMQ, que propõe uma reflexão sobre o patrimônio cultural por meio de colagens e da criação de narrativas inspiradas no edifício. 

    Ainda no sábado, também às 15h, na Sala Sérgio Napp 2, ocorre a roda de conversa e apresentação do Maçambique de Osório (RS) — manifestação cultural afro-católica tradicional da cidade, ligada ao Quilombo do Morro Alto.

    Às 16h, de volta à Biblioteca Lucília Minssen, Genifer Gerhardt apresenta “Brasil pequeno”, espetáculo de teatro de bonecos em miniatura.

    Domingo (16/8), as ações seguem com uma apresentação musical do Maçambique, às 16h. Na sequência, às 17h, o músico Kako Xavier realiza na Travessa dos Cataventos o “Baile da Tamborada”, espetáculo musical que mescla ritmos afro-brasileiros e canções tradicionalistas.

    A programação do fim de semana se encerra com a Banda da Saldanha guiando o tradicional Cortejo do Patrimônio, que passa por diversos espaços culturais do Centro Histórico da capital, saindo do Teatro de Arena e terminando na Travessa dos Cataventos. 

    Como atividade complementar à programação, a CCMQ promove também, no dia 29 de agosto (sábado), às 16h, a mediação acessível “A Casa em outros olhares”. O encontro convida o público a conhecer a história e a arquitetura do antigo Hotel Majestic, atual sede da CCMQ, destacando a importância da preservação do patrimônio edificado da capital. 

    O plano bianual da CCMQ é financiado pela Lei Rouanet e apresentado pela Petrobras, e conta com patrocínio direto do Banrisul; patrocínio do BRDE; apoio de Tintas Renner e iSend; e realização do Ministério da Cultura. 

    (Informações da Assessoria de Imprensa)

    Atividades gratuitas

    Programação

    Clube do Desenho: Arquitetura do Centro Histórico
    Quando: 15/8 (sábado), às 10h
    Onde: Centro de Desenvolvimento da Expressão (CDE), 5º andar 

    Inscrições no link: https://forms.cloud.microsoft/r/DUEeGVGgmh   

    “Lãs do RS: Fio da Meada”

    Visitação: 15 e 16/8 (sábado e domingo), das 12h às 19h 

    Onde: Espaço Vitrine CCMQ + RS Criativo, térreo 

    Painel “Entre ruínas e memórias”
    Quando: 15/8 (sábado), às 14h
    Onde: Biblioteca Erico Verissimo, 3º andar 

    Inscrições no link: https://forms.gle/a9xX7cuebomkJPyd9   

    Você é o nosso patrimônio

    Quando: 15/8 (sábado), das 15h às 16h 

    Onde: Espaço Oliveira Silveira, 5º andar 

    Oficina “A guardiã dos livros”
    Quando: 15/8 (sábado), às 15h
    Onde: Biblioteca Lucília Minssen, 5º andar 

    Roda de conversa sobre o Maçambique de Osório (RS)
    Quando: 15/8 (sábado), às 15h
    Onde: Sala Sérgio Napp 2, 2º andar  

    Teatro de Bonecos Brasil pequeno
    Quando: 15/8 (sábado), às 16h
    Onde: Biblioteca Lucília Minssen, 5º andar 

    Apresentação musical com o Maçambique de Osório (RS)
    Quando: 16/8 (sábado), às 16h
    Onde: Travessa dos Cataventos 

    Baile da Tamborada
    Quando: 16/8 (domingo), às 17h
    Onde: Travessa dos Cataventos 

    Cine Cataventos: “Up: Altas aventuras” (2009)

    Quando: 16/8 (domingo), das 17h às 18h30 

    Onde: Espaço Oliveira Silveira 

    Cortejo da Banda da Saldanha
    Quando: 16/8 (domingo), às 18h
    Onde: Travessa dos Cataventos 

    A Casa em outros olhares

    Quando: 29/8 (sábado), das 16h às 17h30 

    Ponto de encontro: Recepção da ala oeste, térreo  

    …

  • Vício das telinhas: oito em cada dez escolas já discutem o problema

    Vício das telinhas: oito em cada dez escolas já discutem o problema

    Pesquisa divulgada nesta semana mostra que os impactos das telinhas na saúde mental dos estudantes já se tornaram uma preocupação nacional.

    Oito em cada dez escolas brasileiras já tem o tema em sua agenda de trabalho. O número de escolas de ensino fundamental e médio, públicas e privadas, que discutiram o tema em 2025, cresceu 18 pontos percentuais na comparação com 2024, passando de 62% para 80%.

    A coleta de dados foi feita por telefone em escolas públicas e particulares, de áreas urbanas e rurais, totalizando 2.404 entrevistas com gestores.

    Em 2025, 75% dos gestores se reuniram com pais, mães e responsáveis para tratar do uso de tecnologias digitais no ambiente escolar, ante 60% no ano anterior. E 86% conversaram com professores e outros profissionais da instituição sobre o mesmo assunto, em 2024 a proporção era 68%. 

    Outros temas que passaram a ocupar mais espaço nas pautas das reuniões são o uso seguro, crítico e responsável das tecnologias digitais – de 56% em 2024 para 75% em 2025 – e a inclusão da educação midiática no currículo escolar, de 46% para 67%.

    Obstáculos

    Segundo o levantamento, 65% das instituições de ensino desenvolvem alguma ação voltada aos estudantes nessa área. No entanto, a presença dessas ações é desigual, ocorrendo com maior prevalência nas escolas urbanas (72%) e entre aquelas que disponibilizam computadores e acesso à internet para uso dos alunos em atividades educacionais (75%).

    Entre as que realizam essas iniciativas, 75% dos gestores apontam a baixa participação das famílias e dos responsáveis como um dos principais obstáculos, seguida pela falta de materiais e recursos educacionais de apoio (64%).

    Entre as que não realizam atividades desse tipo, a principal dificuldade é a falta de materiais e recursos de apoio (77%), seguida pela baixa participação das famílias (66%) e pela qualidade dos computadores e do acesso à Internet da escola (65%).

    “Os dados mostram a necessidade de um olhar atento às desigualdades estruturais, que podem se configurar em desafios à garantia de maior equidade na oferta da educação digital, conforme prevê normativas importantes, como o Plano Nacional de Educação”, avalia Daniela Costa, coordenadora da pesquisa TIC Educação. 

    Ela acrescenta que “a integração entre escolas e famílias é outro aspecto essencial para a disseminação da educação digital”. 

    “Para que possam apoiar as famílias de maneira eficaz, as escolas precisam de suporte adequado e políticas públicas estruturadas”, defende. 

    Em 49% das escolas, os responsáveis buscaram a direção ou profissionais pedagógicos para obter orientações sobre como mediar o consumo digital de crianças e adolescentes. Do outro lado, 48% das escolas ofereceram palestras com especialistas em bem-estar e saúde mental para as famílias, e 46% distribuíram guias e materiais de orientação sobre hábitos saudáveis de uso de recursos digitais.

    “Construir uma educação digital plena e segura é um desafio estratégico para o país e que precisa ser compartilhado entre os diferentes atores sociais. A escola tem um papel importante e crescente, mas também as famílias e o Estado. Precisamos aprimorar políticas públicas e estabelecer regras para a atuação de plataformas digitais”, analisa Renata Mielli, coordenadora do CGI.br.

    Ela ressalta que regulação e políticas públicas são elementos cruciais para a proteção de crianças e jovens, como aponta o ECA Digital. 

    “As famílias e os educadores precisam de apoio para compreender a complexidade de temas imateriais, como o funcionamento de algoritmos e sistemas de Inteligência Artificial, para que possamos, coletivamente, proteger crianças e adolescentes contra os riscos e abusos no ambiente virtual”, disse.

    Uso de celulares 

    Segundo o estudo, 51% dos gestores afirmam que os alunos não podem levar o telefone celular pessoal para o ambiente escolar. O resultado variou conforme o perfil da instituição, sendo mais restritiva naquelas com turmas até os anos iniciais (69%) do que nas com ensino médio (31%).

    Em 40% das escolas, os alunos estão autorizados a levar o celular pessoal, mas as regras de armazenamento variam entre as instituições. Em 24%, os dispositivos devem ser guardados em bolsos ou acessórios de uso individual, como mochila ou estojo e, em 16%, em locais disponibilizados pelas escolas, como caixas, armários ou outros espaços.

    Ao considerar a parcela de escolas que consentem que os alunos levem o celular, 66% permitem o uso do celular pessoal em atividades pedagógicas, proporção que aumenta em contextos que enfrentam maiores barreiras de conectividade e de acesso a computadores. O uso pedagógico do dispositivo sobe para 76% na Região Norte, 76% na Região Nordeste e 75% em áreas rurais.

    Inteligência artificial

    É a primeira TIC Educação que mapeou o uso de ferramentas de inteligência artificial (IA) generativa por gestores escolares. A pesquisa indicou que 53% deles já utilizam esses sistemas em atividades de gestão pedagógica, administrativa ou financeira.

    No entanto, apenas 22% dos gestores informaram que a escola possuía um guia de orientações sobre o uso de tais recursos no ensino, na aprendizagem ou na gestão (19% entre as escolas municipais, 25% entre as estaduais e 25% entre as particulares).

    Entre as principais finalidades do uso de IA pelos gestores estão a criação de conteúdos visuais ou de comunicação (83%), elaboração de convites e comunicados (80%) e tradução, revisão ou resumo de textos (71%).

    Em 37% das escolas, o uso de IA pelos estudantes em tarefas educacionais é permitida. A proporção chega a 47% na rede estadual e a 52% naquelas com turmas até o ensino médio.

    (Com informações da Agência Brasil)

  • Manchetes idênticas: matematicamente impossível que seja uma coincidência

    Manchetes idênticas: matematicamente impossível que seja uma coincidência

    Fato inédito na história da imprensa brasileira, talvez na imprensa mundial.

    No dia 31 de julho os três principais diários brasileiros – O Globo, O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, concorrentes entre si – saíram com a mesma manchete, palavra por palavra,exatamente na mesma ordem.

    “Mendonça autoriza PF a investigar Lulinha por tráfico de influência”

    Que Lulinha fosse a manchete dos três, era esperado. A uniformidade literal idêntica é inexplicável. Fiquei tão intrigado que recorri à IA e perguntei:  

    Qual a probalidade de três redatores  sem contato entre si escreverem em português a mesma frase, com as mesmas sete palavras exatamente na mesma ordem?

    Resposta: “O resultado puramente matemático demonstra que a chance de isso acontecer de forma 100% independente e espontânea é virtualmente zero”. (veja a íntegra abaixo).

    Se não existe a possibilidade de as três manchetes exatamente iguais resultarem de uma mera coincidência, então houve uma combinação. Com que objetivo?

    Depois do AI5, em 1968, quando a imprensa começou a ser censurada, os jornais usavam vários expedientes para advertir os leitores sobre a supressão de notícias – poemas, receitas culinárias, previsão do tempo, alguns simplesmente deixavam o espaço em branco.

    Ao que se sabe não há nenhum censor dizendo o que os jornais devem ou não publicar.

    Que tipo de aviso eles estão querendo passar agora? De onde partiu a manchete? Quem escreveu a frase que os três publicaram? É uma senha? De quê? De uma campanha? Uma conspiração?

    Ou foi realmente uma milagrosa coincidência? Nesse caso, os autores merecem ser identificados, para concorrer ao Guinness por ter realizado uma improbabilidade matemática.

    Consulta à IA (Gemini)

    É possível calcular a possibilidade de três redatores sem contato entre si escreverem a mesma frase em português, com as mesmas letras, exatamente na mesma ordem?

    Sim, é perfeitamente possível calcular essa probabilidade utilizando a análise combinatória e a teoria das probabilidades. No entanto, o resultado puramente matemático demonstra que a chance de isso acontecer de forma 100% independente e espontânea é virtualmente zero.

    Para entender o cálculo, precisamos dividir o cenário em duas abordagens: a matemática pura (aleatória) e a linguística contextual (jornalística).

    1. O Cálculo Matemático Puro (Teórico)

    Se considerarmos que os redatores estão escolhendo palavras ao acaso de um dicionário de Língua Portuguesa (que possui cerca de 400.000 palavras), o cálculo para uma frase de 7 palavras funcionaria assim:

    • Número de combinações possíveis para 7 palavras: \(400.000^{7}\) (um número com 39 dígitos).
    • Probabilidade de três pessoas escolherem exatamente a mesma sequência: Seria de 1 em \(10^{78}\), um número comparável à quantidade de átomos no universo observável.

    2. O Cálculo Linguístico e Jornalístico (Realista)

    No jornalismo real, as palavras não são escolhidas ao acaso. Os redatores seguem regras gramaticais, usam termos técnicos do jargão jurídico (“autoriza”, “investigar”, “tráfico de influência”) e estão restritos aos nomes dos envolvidos (“Mendonça”, “PF”, “Lulinha”).

    Mesmo reduzindo drasticamente o vocabulário disponível para apenas 50 palavras concebíveis que poderiam orbitar esse fato político, o cálculo ainda impressiona:

    • Combinações com 50 palavras em 7 posições: \(50^7 = 78.125.000.000\) (78 bilhões de frases possíveis).
    • A coincidência entre os três: Para que o Redator B e o Redator C adivinhem de forma totalmente independente a estrutura exata do Redator A, a probabilidade matemática estimada seria menor que 1 em 6 sextilhões (\(6 \times 10^{21}\)).
  • Alta procura obriga SUS a ampliar atendimento a vítimas de jogos on line

    Alta procura obriga SUS a ampliar atendimento a vítimas de jogos on line

    O Sistema Único de Saúde (SUS) ampliou para 100 mil a capacidade de teleatendimentos a pessoas que enfrentam problemas relacionados a jogos e apostas online. 

    O serviço começou em março, com média de 600 teleatendimentos mensais. A alta procura levou o Ministério da Saúde a ampliar

    Com atendimento remoto, sigiloso e acolhedor, o serviço oferece orientação e acompanhamento profissional, funcionando como uma porta de entrada para a Rede de Atenção Psicossocial (Raps).

    Dados da pasta indicam que mais de 1 milhão de pessoas solicitaram a autoexclusão do CPF de sites e aplicativos de apostas por meio da Plataforma Centralizada de Autoexclusão, ferramenta do Observatório Saúde Brasil de Apostas Eletrônicas.

    Os números mostram ainda que 35% das pessoas acionaram a autoexclusão em razão da perda de controle sobre as apostas.

    Dentre os sinais de alerta listados pelo ministério estão:

    • mudanças no sono, na alimentação ou no humor;
    • mentir para familiares e amigos sobre apostas;
    • sentimento de vergonha e culpa relacionados a apostas;
    • ansiedade, irritabilidade e inquietação quando não estão jogando;
    • uso do jogo como forma de lidar com o estresse ou frustração;
    • dificuldade de diminuir ou parar de jogar;
    • comprometimento das relações pessoais e profissionais;
    • uso intensificado de álcool e outras drogas; e
    • comprometimento do orçamento pessoal ou familiar devido aos gastos em apostas.

    Já os fatores de risco listados pela pasta incluem:

    • exposição precoce a jogos de aposta;
    • facilidade de acesso a jogos online;
    • busca por alívio emocional ou fuga de problemas;
    • histórico de transtorno mentais como depressão e ansiedade;
    • impulsividade e busca por recompensas imediatas;
    • influências sociais e culturais que romantizam o jogo;
    • solidão e isolamento social; e
    • vulnerabilidade social.
  • Alta procura obriga SUS a ampliar atendimento a vítimas de jogos on line

    Alta procura obriga SUS a ampliar atendimento a vítimas de jogos on line

    O Sistema Único de Saúde (SUS) ampliou para 100 mil a capacidade de teleatendimentos a pessoas que enfrentam problemas relacionados a jogos e apostas online. 

    O serviço começou em março, com média de 600 teleatendimentos mensais. A alta procura levou o Ministério da Saúde a ampliar

    Com atendimento remoto, sigiloso e acolhedor, o serviço oferece orientação e acompanhamento profissional, funcionando como uma porta de entrada para a Rede de Atenção Psicossocial (Raps).

    Dados da pasta indicam que mais de 1 milhão de pessoas solicitaram a autoexclusão do CPF de sites e aplicativos de apostas por meio da Plataforma Centralizada de Autoexclusão, ferramenta do Observatório Saúde Brasil de Apostas Eletrônicas.

    Os números mostram ainda que 35% das pessoas acionaram a autoexclusão em razão da perda de controle sobre as apostas.

    Dentre os sinais de alerta listados pelo ministério estão:

    • mudanças no sono, na alimentação ou no humor;
    • mentir para familiares e amigos sobre apostas;
    • sentimento de vergonha e culpa relacionados a apostas;
    • ansiedade, irritabilidade e inquietação quando não estão jogando;
    • uso do jogo como forma de lidar com o estresse ou frustração;
    • dificuldade de diminuir ou parar de jogar;
    • comprometimento das relações pessoais e profissionais;
    • uso intensificado de álcool e outras drogas; e
    • comprometimento do orçamento pessoal ou familiar devido aos gastos em apostas.

    Já os fatores de risco listados pela pasta incluem:

    • exposição precoce a jogos de aposta;
    • facilidade de acesso a jogos online;
    • busca por alívio emocional ou fuga de problemas;
    • histórico de transtorno mentais como depressão e ansiedade;
    • impulsividade e busca por recompensas imediatas;
    • influências sociais e culturais que romantizam o jogo;
    • solidão e isolamento social; e
    • vulnerabilidade social.
  • Manchetes idênticas: matematicamente impossível que seja uma coincidência

    Manchetes idênticas: matematicamente impossível que seja uma coincidência

    Fato inédito na história da imprensa brasileira, talvez na imprensa mundial.

    No dia 31 de julho os três principais diários brasileiros – O Globo, O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, concorrentes entre si – saíram com a mesma manchete, palavra por palavra,exatamente na mesma ordem.

    “Mendonça autoriza PF a investigar Lulinha por tráfico de influência”

    Que Lulinha fosse a manchete dos três, era esperado. A uniformidade literal idêntica é inexplicável. Fiquei tão intrigado que recorri à IA e perguntei:  

    Qual a probalidade de três redatores  sem contato entre si escreverem em português a mesma frase, com as mesmas sete palavras exatamente na mesma ordem?

    Resposta: “O resultado puramente matemático demonstra que a chance de isso acontecer de forma 100% independente e espontânea é virtualmente zero”. (veja a íntegra abaixo).

    Se não existe a possibilidade de as três manchetes exatamente iguais resultarem de uma mera coincidência, então houve uma combinação. Com que objetivo?

    Depois do AI5, em 1968, quando a imprensa começou a ser censurada, os jornais usavam vários expedientes para advertir os leitores sobre a supressão de notícias – poemas, receitas culinárias, previsão do tempo, alguns simplesmente deixavam o espaço em branco.

    Ao que se sabe não há nenhum censor dizendo o que os jornais devem ou não publicar.

    Que tipo de aviso eles estão querendo passar agora? De onde partiu a manchete? Quem escreveu a frase que os três publicaram? É uma senha? De quê? De uma campanha? Uma conspiração?

    Ou foi realmente uma milagrosa coincidência? Nesse caso, os autores merecem ser identificados, para concorrer ao Guinness por ter realizado uma improbabilidade matemática.

    Consulta à IA (Gemini)

    É possível calcular a possibilidade de três redatores sem contato entre si escreverem a mesma frase em português, com as mesmas letras, exatamente na mesma ordem?

    Sim, é perfeitamente possível calcular essa probabilidade utilizando a análise combinatória e a teoria das probabilidades. No entanto, o resultado puramente matemático demonstra que a chance de isso acontecer de forma 100% independente e espontânea é virtualmente zero.

    Para entender o cálculo, precisamos dividir o cenário em duas abordagens: a matemática pura (aleatória) e a linguística contextual (jornalística).

    1. O Cálculo Matemático Puro (Teórico)

    Se considerarmos que os redatores estão escolhendo palavras ao acaso de um dicionário de Língua Portuguesa (que possui cerca de 400.000 palavras), o cálculo para uma frase de 7 palavras funcionaria assim:

    • Número de combinações possíveis para 7 palavras: (400.000^{7}) (um número com 39 dígitos).
    • Probabilidade de três pessoas escolherem exatamente a mesma sequência: Seria de 1 em (10^{78}), um número comparável à quantidade de átomos no universo observável.

    2. O Cálculo Linguístico e Jornalístico (Realista)

    No jornalismo real, as palavras não são escolhidas ao acaso. Os redatores seguem regras gramaticais, usam termos técnicos do jargão jurídico (“autoriza”, “investigar”, “tráfico de influência”) e estão restritos aos nomes dos envolvidos (“Mendonça”, “PF”, “Lulinha”).

    Mesmo reduzindo drasticamente o vocabulário disponível para apenas 50 palavras concebíveis que poderiam orbitar esse fato político, o cálculo ainda impressiona:

    • Combinações com 50 palavras em 7 posições: (50^7 = 78.125.000.000) (78 bilhões de frases possíveis).
    • A coincidência entre os três: Para que o Redator B e o Redator C adivinhem de forma totalmente independente a estrutura exata do Redator A, a probabilidade matemática estimada seria menor que 1 em 6 sextilhões ((6 times 10^{21})).
  • Manchetes idênticas: matematicamente impossível que seja uma coincidência

    Manchetes idênticas: matematicamente impossível que seja uma coincidência

    Fato inédito na história da imprensa brasileira, talvez na imprensa mundial.

    No dia 31 de julho os três principais diários brasileiros – O Globo, O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, concorrentes entre si – saíram com a mesma manchete, palavra por palavra,exatamente na mesma ordem.

    “Mendonça autoriza PF a investigar Lulinha por tráfico de influência”

    Que Lulinha fosse a manchete dos três, era esperado. A uniformidade literal idêntica é inexplicável. Fiquei tão intrigado que recorri à IA e perguntei:  

    Qual a probalidade de três redatores  sem contato entre si escreverem em português a mesma frase, com as mesmas sete palavras exatamente na mesma ordem?

    Resposta: “O resultado puramente matemático demonstra que a chance de isso acontecer de forma 100% independente e espontânea é virtualmente zero”. (veja a íntegra abaixo).

    Se não existe a possibilidade de as três manchetes exatamente iguais resultarem de uma mera coincidência, então houve uma combinação. Com que objetivo?

    Depois do AI5, em 1968, quando a imprensa começou a ser censurada, os jornais usavam vários expedientes para advertir os leitores sobre a supressão de notícias – poemas, receitas culinárias, previsão do tempo, alguns simplesmente deixavam o espaço em branco.

    Ao que se sabe não há nenhum censor dizendo o que os jornais devem ou não publicar.

    Que tipo de aviso eles estão querendo passar agora? De onde partiu a manchete? Quem escreveu a frase que os três publicaram? É uma senha? De quê? De uma campanha? Uma conspiração?

    Ou foi realmente uma milagrosa coincidência? Nesse caso, os autores merecem ser identificados, para concorrer ao Guinness por ter realizado uma improbabilidade matemática.

    Consulta à IA (Gemini)

    É possível calcular a possibilidade de três redatores sem contato entre si escreverem a mesma frase em português, com as mesmas letras, exatamente na mesma ordem?

    Sim, é perfeitamente possível calcular essa probabilidade utilizando a análise combinatória e a teoria das probabilidades. No entanto, o resultado puramente matemático demonstra que a chance de isso acontecer de forma 100% independente e espontânea é virtualmente zero.

    Para entender o cálculo, precisamos dividir o cenário em duas abordagens: a matemática pura (aleatória) e a linguística contextual (jornalística).

    1. O Cálculo Matemático Puro (Teórico)

    Se considerarmos que os redatores estão escolhendo palavras ao acaso de um dicionário de Língua Portuguesa (que possui cerca de 400.000 palavras), o cálculo para uma frase de 7 palavras funcionaria assim:

    • Número de combinações possíveis para 7 palavras: (400.000^{7}) (um número com 39 dígitos).
    • Probabilidade de três pessoas escolherem exatamente a mesma sequência: Seria de 1 em (10^{78}), um número comparável à quantidade de átomos no universo observável.

    2. O Cálculo Linguístico e Jornalístico (Realista)

    No jornalismo real, as palavras não são escolhidas ao acaso. Os redatores seguem regras gramaticais, usam termos técnicos do jargão jurídico (“autoriza”, “investigar”, “tráfico de influência”) e estão restritos aos nomes dos envolvidos (“Mendonça”, “PF”, “Lulinha”).

    Mesmo reduzindo drasticamente o vocabulário disponível para apenas 50 palavras concebíveis que poderiam orbitar esse fato político, o cálculo ainda impressiona:

    • Combinações com 50 palavras em 7 posições: (50^7 = 78.125.000.000) (78 bilhões de frases possíveis).
    • A coincidência entre os três: Para que o Redator B e o Redator C adivinhem de forma totalmente independente a estrutura exata do Redator A, a probabilidade matemática estimada seria menor que 1 em 6 sextilhões ((6 times 10^{21})).
  • Sérgio Faraco é o homenageado do 11° Festival de Inverno de Porto Alegre. Confira toda a programação.

    Sérgio Faraco é o homenageado do 11° Festival de Inverno de Porto Alegre. Confira toda a programação.

    Literatura, música, debates, oficinas estão reunidas na programação do 11º Festival de Inverno de Porto Alegre, entre 20 e 25 de julho, que volta depois de oito anos e tem o escritor Sergio Faraco como seu patrono e grande homenageado.

    A atriz, cantora e escritora argentina Soledad Villamil participará de encontros sobre literatura, música, teatro e cinema. Também na programação palestras e cursos no turno da tarde sobre autores como Edgar Morin, Jorge Luis Borges, Elena Ferrante e Nelson Rodrigues. 

    Também está prevista uma mesa de debates dedicada à obra de Sergio Faraco.

    As oficinas, no turno da manhã, (cinco no total), terão nomes como Ana dos Santos (sobre romance), Cintia Moscovich (sobre conto) e Luis Augusto Fischer (sobre memorialismo).

    Já os cursos, na parte da tarde, versarão sobre figuras proeminentes da literatura contemporânea mundial, como Edgar Morin (ministrado por Juremir Machado da Silva), Jorge Luis Borges (por Martin Kohan), Elena Ferrante e Lampedusa (por Júlia Correa), Nelson Rodrigues (por Luiz Arthur Nunes) e Philip Roth (por Eduardo Wolf).

    As atrações musicais reúnem nomes como Luciano Leães, Sergio Rojas e Andréa Cavalheiro. A grande atração do evento é a artista e escritora Soledad Villamil, atriz do filme argentino vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2009 Lo secreto de tus ojos. Ainda integra a programação de lançamento, o show Luis Coronel, poeta & compositor, no dia 16 de julho, às 19h30min.

    Ingressos – Para os shows musicais serão distribuídas senhas de ingresso 30 minutos antes do início de cada espetáculo. Já para as cinco oficinas será necessária uma inscrição prévia, a ser feita no local, a partir de 30 minutos antes do início de cada uma delas. Para as palestras e cursos não há necessidade de senhas, mas é sugerido que os interessados cheguem 20 minutos antes dos horários do início das atividades.

    Programação:

    Música
    8 de julho – 19h30 – Show “Ritmos da América Latina”, da Banda Municipal de Porto Alegre, com participações especiais de Adriana Defentti, Carlitos Magallanes e Vinícius Brum – Teatro Renascença   
    16 de julho – 19h30 – Show Luís Coronel, poeta & compositor – Teatro Renascença

    Oficinas
    20, 21, 22 julho – segunda, terça e quarta-feira
    9h30 – Literatura Fantástica – Duda Falcão – Biblioteca Josué Guimarães
    9h30 – Memorialismo – Luis Augusto Fischer -Sala Álvaro Moreyra

    23, 24, 25 de julho –quinta, sexta e sábado
    9h30 – Ana dos Santos – Atelier Livre

    9h30 – Romance – Gustavo Czester – Sala Álvaro Moreyra

    11h – Conto – Cintia Moscovich – Sala Álvaro Moreyra

    Cursos (todos na Sala Álvaro Moreyra)
    20, 21, 22 de julho – segunda, terça e quarta-feira
    11h-  Edgar Morin, complexidade e universalismo – Juremir Machado
    14h30-  Literatura negra nas Américas – Luis M. Azevedo e Fernanda Bastos
    16h – Dois clássicos italianos: Lampedusa e Elena Ferrante – Júlia Corrêa
    17h30 – Philip Roth: as ficções supremas da América – Eduardo Wolf
    19h – Três propostas para não se adaptar à vida como ela é – Abrão Slavutski, Renata Lisboa e Gustavo Whickert)

    23, 24, 25 de julho – quinta, sexta e sábado
    14h30 – Nelson Rodrigues e a vida como ela é – Luiz Arthur Nunes
    16h – O universo de Jorge Luis Borges – Martin Kohan

    24 e 25 de julho – sexta e sábado
    17h30 – E, apesar de tudo, o amor – Alexandra Kohan

    Palestras, livros e shows

    20 de julho – Segunda-feira
    19h30 – Mesa sobre Sergio Faraco – Luiz G. Lopes, Léa Masina, Pedro Gonzaga e Altair Martins – Sala Álvaro Moreyra

    21 de julho – Terça-feira
    10h30 –  Soledad Villamil: Música, teatro e cinema – apresentação: Juliana Bublitz – Casa da Memória/Unimed
    19h30 – Soledad Villamil: A literatura em minha vida – apresentação: Sergius Gonzaga – Teatro Renascença

    22 de julho – Quarta-feira
    19h30 – Show: Luciano Leães – De Porto Alegre a New Orleans – Teatro Renascença

    23 de julho – Quinta-feira
    17h45 – Lançamento de reedições da Editora da Cidade – seis obras que tem como cenário ou como tema nuclear a cidade de Porto Alegre – Sala Álvaro Moreyra
    19h30 – Show de Sergio Rojas – Latinoamericanidad – Teatro Renascença

    24 de julho – Sexta-feira
    19h30 | Show de Andréa Cavalheiro – Otras cositas más – Teatro Renascença

    25 de julho – Sábado
    18h – Show de Teresa Benguela – com as cantoras Cláudia Quadros, Marietti Fialho e Renata Pires – Teatro Túlio Piva
    19h30 | Show de Juliano Barreto – Lupicínio Rodrigues Renascença

  • Domingo no parque: Velharada Rebelde mostra sua cara em ato na Redenção

    Domingo no parque: Velharada Rebelde mostra sua cara em ato na Redenção

    Neste domingo, 21/6, às 11 horas, no Parque da Redenção, o MOVER se apresenta à cidade. Trata-se do Movimento da Velharada Rebelde, um coletivo que se formou a partir de rodas de conversa na Casa Alice (Agência Livre para Informação, Cidadania e Educação).  

    A origem do MOVER é uma turma que resolveu conversar sobre seu envelhecimento e quer contribuir para que sua geração viva bem. Não por acaso, é em Porto Alegre, a capital mais envelhecida do país, no estado mais envelhecido, com projeções preocupantes.

    Rosina Duarte: a alegria é revolucionária

    Na noite do lançamento do MOVER, foi alinhavado o Manifesto Mutante da Velharada Rebelde, a ser divulgado no domingo. É mutante, já prevendo a adesão de mais gente trazendo mais demandas e sugestões. “Os princípios do movimento são cultura, políticas públicas e contestação”, explica a jornalista Rosina Duarte, encarregada da redação final do manifesto. São os jovens rebeldes das décadas de 1960 a 80, que consideram envelhecer um privilégio e se mantêm em atividade.

    Três grupos definiram os temas do manifesto: Velhice Digna, Cuidados e Finitude, O Mundo Além de Nós | Fotos: Luiz Abreu

    A divulgação do lançamento do MOVER nas redes sociais despertou interesse em vários estados do país, alguns com grupos organizando-se em moldes semelhantes, pelos mesmos objetivos: há bastante a exigir do poder público, e muito a fazer por conta própria.

    Uma preocupação comum é formar redes de apoio para construir políticas públicas e requalificar as já existentes, e divulgar como ter acesso a elas. Não apenas cuidados para a parcela em idade mais avançada e com problemas de saúde que levam à dependência.  A população idosa carece de espaços de convívio, lazer, divertimento, atividades físicas, discussões e reflexões – enfim, coletivos e participação política na contramão do isolamento comum na velhice, que só agrava a saúde física e mental.

    Os temas são variados: acesso à tecnologia, moradias coletivas, combate aos estereótipos, tratamento digno nas instituições públicas, direito ao trabalho, a sexualidade, o testamento vital, poder decidir o que quer para si. A finitude entra no debate: o luto pelo que a própria pessoa foi, a rede de cuidado que nem sempre é de familiares, quem cuida do cuidador familiar, e até como desmontar uma casa – a sua própria ou de alguém próximo, como honrar o que foi deixado e cuidar da memória de quem morreu. Sem tabus.

    Para encontrar essa turma no parque, procure por grisalhos com chapéus e bonés, algumas bengalas, lindos xales, e pode chamar de velha, se for com respeito. O papo começou com mulheres, os homens ainda são minoria e já tem gente mais moça chegando também. Todos rechaçam estereótipos caricatos, a infantilização de idosos e toda forma de preconceito.

    O MOVER faz reuniões abertas a todos os interessados nas primeiras quintas-feiras de cada mês, às 17 horas, na Casa Alice: Rua Olavo Bilac, 188, Cidade Baixa.

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    O QUE: Manifesto Mutante da Velharada Rebelde

    QUANDO: Domingo, 21/6, 11hs

    ONDE: Gazebo junto ao Monumento ao Expedicionário

    Parque da Redenção, rua José Bonifácio