
Categoria: Cultura-MATÉRIA

Festival Cultura Negra RS Solidária reúne artistas pretos, na Banda da Saldanha
A diversidade da música, da literatura, do artesanato e da culinária negra está presente no Festival Cultura Negra RS Solidária. O evento, que ocorre neste domingo, dia 30 de junho, na Banda da Saldanha (Av. Padre Cacique, 1355), das 11h30 até às 23h30, reunirá grandes nomes da música como Banda da Saldanha, Produto Nacional, Serginho Moah, Pau Brasil, Bem Natural, Marietti Fialho, Mark B, D Piá, 3 Blacks, Seguidor F, 50 Tons de Pretas, Da Guedes feat Cristal, Negra Jaque e Positiva Dub.“Percebemos que em meio à catástrofe climática que abateu o Rio Grande do Sul, o nosso povo negro foi duramente impactado. Por uma iniciativa da Carrasco Produções e de Paulo Dionísio, juntamente com a Banda da Saldanha, foi criado com o objetivo de arrecadar doações para uma camada da comunidade um tanto esquecida, entre elas os 12 quilombos urbanos de Porto Alegre”, afirma o produtor Claudiomar Carrasco.O objetivo é misturar a música pop, o rap, o samba, o reggae e os dj’s para fazer da arte e da cultura popular uma ferramenta de ação social. Para isso, artistas gaúchos se uniram em um line up com diversidade e representatividade.
Paralelamente ao festival acontecerá uma feira literária que contará com a presença do Coletivo de Escritores Negros, onde estarão expostos livros de diversos autores negros. Além disso, teremos exposição de artesanatos afro, roupas e gastronomia.*INGRESSOS -* Para adquirir os ingressos (que são limitados) basta acessar o link https://www.sympla.com.br/evento/festival-cultura-negra-rs-solidaria. Os valores são: R$ 10 com doação ou R$ 20 sem doação. Podem ser doadas peças de roupas em bom estado, materiais de higiene e limpeza, água, além de alimentos não perecíveis. A realização da Banda da Saldanha.*SERVIÇO**FESTIVAL CULTURA NEGRA RS SOLIDÁRIA*Data: 30 de junhoHorário: 11h30 às 23h30Local: Banda da Saldanha (Av. Padre Cacique, 1355)Atrações: Banda da Saldanha, Produto Nacional, Serginho Moah, Pau Brasil, Bem Natural, Marietti Fialho, Mark B, D Piá, 3 Blacks, Seguidor F, 50 Tons de Pretas, Da Guedes feat Cristal, Negra Jaque e Positiva DubIngressos: no https://www.sympla.com.br/evento/festival-cultura-negra-rs-solidaria. Os valores são: R$ 10 com doação ou R$ 20 sem doação. Podem ser doadas peças de roupas em bom estado, materiais de higiene e limpeza, água, além de alimentos não perecíveis.
Tem atividades culturais e solidárias, no domingo, na Praça Mafalda Veríssimo
O movimento comunitário Vive Petrópolis realiza feira de artesanato, exposições, música, literatura e caminhada cultural neste domingo (30/6), na praça Mafalda Veríssimo, conhecida por sua famosa caixa d’água, na rua Felipe de Oliveira, 1300, bairro Petrópolis, em Porto Alegre.
O ingresso é solidário: doação de livros, que serão destinados ao Projeto Vó Chica- Vila Safira.
O evento inicia às 11h com a “Exposição-Protesto Alerta Verde: O fim do futuro?“, que questiona a derrubada de árvores saudáveis na cidade e luta pela manutenção dos parques públicos da Capital.
Confere outras atrações:
– Feira de Artesanato– Conversa com o jornalista Elmar Bones sobre a importância dos jornais de bairro e os 39 anos do jornal JÁ.
– Apresentação do Grupo de Canto Sol de Si, com coordenação Marcelo Delacroix
– Caminhada Literária (especial: redescobrindo a casa de Cyro Martins)– Duo Marcelo Dharma (sax) e Guilherme Kessler (guitarra) – Grupo Tapera Elétrica, Jonas Dorneles (bumbo leguero) e Rodrigo Sabedot (violões e pedais).

Em tempo de enchente, Galeria 506 expõe “Topografias da Natureza” da artista Lurdi Blauth
Doutora em Artes Visuais pela UFRGS, a artista Lurdi Blauth inaugura no sábado (29/06), às 15h, na Galeria 506 (Av. Nova York, 506), a exposição “Topografias da Natureza”. A mostra permanecerá aberta à visitação até 17 de agosto, de segunda a sexta, das 10h às 19h. Visitas podem ser agendadas pelo 51 9 8209-8526.

Foto da artista Lurdi Blauth – Divulgação A curadoria é assinada pela também doutora em Artes pela universidade federal do RS e professora do IA/UFRGS, Niura Legramante Ribeiro. A exposição abrange o período entre 2011 e 2024 da produção artística de Lurdi.

Rio dos Sinos- Xilo 20x30cm/ Divulgação “Em tempos de crises climáticas como as catástrofes recém-vivenciadas, é urgente ressignificar o olhar e as atitudes para a valorização da natureza, como propõe Lurdi Blauth, um interesse que já vem de longa data e torna seu trabalho ainda mais atual”, ressalta a curadora.

.Ardosias IV- Divulgação A exposição de gravuras em metal, xilogravura e processos de litografia alternativa (lito offset, mokulito), que ocupará duas salas da galeria, é composta por obras das séries Taim, Lagoa do Peixe e Praia; Árvores; Ardósias; e Oferendas.

Praia – Xilo 20x30cm/Divulgação A artista comenta sobre a série das beiras de lagoas, rios e mar a partir de imagens fotográficas captadas durante viagens por áreas de preservação ambiental. “As imagens destes trabalhos procuram por meio do gesto de gravar, evidenciar uma certa permanência de um momento efêmero, do pouso de uma ave de rapina, de emas pastando nas vegetações rasteiras ou mesmo, nas imensas revoadas dos pássaros anus”.

Obra de Lurdi Blauth/ Divulgação Sobre as gravuras da série Árvores, Lurdi diz que elas são relacionadas às suas percepções do meio ambiente, cuja intenção “não é uma reprodução mimética de natureza exuberante, mas refletir sobre a importância primordial de preservar todas as espécies de vida”.
As imagens da terceira série são oriundas de pedras denominadas ardósia, em cujas superfícies são encontradas marcas e grafias gravadas pela ação milenar do tempo. “A produção destes trabalhos envolve um longo processo, o qual é desdobrado em diversas etapas até a sua impressão final”, observa a artista.

Ardosias/ Divulgação Por fim, os trabalhos que compõem a Oferendas são de imagens captadas por fotos na Lagoa dos Patos, praia do Laranjal (Pelotas) e Capão da Canoa. “Resultam do meu encontro introspectivo com uma natureza plena de sonoridades relacionadas ao movimento das águas, dos pássaros, das conchas, de pegadas, de objetos e de outros elementos que aportam em suas margens”, explica Lurdi.
SERVIÇO
O quê: Exposição “Topografias da Natureza”
Onde: Galeria 506, Avenida Nova York, 506, bairro Auxiliadora
Abertura: 29/06 (sábado), às 15h
Visitação: até 17/08
Horário: 10h às 19h, de segunda a sexta
Visitas agendadas: (51) 98209-3526
Entrada gratuita

Ospa retoma concertos com apresentações em Santa Cruz do Sul e Taquara
Com a programação interrompida desde o início de maio em razão das enchentes, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa), anuncia a retomada de seus concertos.Nos dias 28 e 29 de junho, a Orquestra viaja a Santa Cruz do Sul e Taquara, para duas apresentações alusivas ao Bicentenário da Imigração Alemã no Rio Grande do Sul.Com regência de Evandro Matté e participação da cantora lírica Carol Braga, a Orquestra interpreta o mesmo programa nas duas datas, com obras de Beethoven, Bach e outros grandes compositores germânicos. Na sexta-feira (28/6), fará uma apresentação gratuita na Catedral São João Batista, em Santa Cruz do Sul, às 19h. No dia seguinte, sábado (29/6), o concerto será no Centro de Eventos da Faccat, em Taquara, às 20h – os ingressos já podem ser retirados na Faccat, no Sesc Taquara e na Biblioteca Pública de Taquara, em troca de 1 litro de leite de caixinha.Com o objetivo de valorizar a herança cultural da Alemanha, os concertos da Ospa fazem parte da programação organizada pela Comissão Oficial do Bicentenário da Imigração Alemã (estabelecida em 2021, por decreto do governador do Estado), além de integrar a Série Interior da Temporada Artística 2024 da Ospa. Devido ao impacto das enchentes no Rio Grande do Sul, toda a programação está sendo replanejada, por isso as datas divulgadas inicialmente poderão sofrer alterações.Na Casa da Ospa, que também foi afetada pelas enchentes de maio, ainda não há data definida para a volta dos concertos. Por enquanto, o maestro Evandro Matté garante que a Orquestra seguirá buscando alternativas para levar música ao público gaúcho: “a Ospa circula pelo Rio Grande do Sul há mais de 70 anos. Neste momento de adversidade, entendemos que a cultura cumpre um papel importante para a reconstrução do nosso Estado, levando alento e esperança a quem precisa”.Sobre o repertórioOs concertos em Santa Cruz do Sul e Taquara incluem alguns dos maiores nomes da música alemã: Ludwig van Beethoven (1770-1827), Johann Sebastian Bach (1685-1750), Johannes Brahms (1833-1897), Georg Friedrich Händel (1685-1759) e Jacques Offenbach (1819-1880). O repertório contempla também outros compositores de língua alemã, como os austríacos Franz Schubert (1797-1828), Johann Strauss II (1825-1899) e Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791).Como é tradição nos concertos da Ospa no Interior, o programa traz uma peça brasileira: “O Garatuja”, composta por Alberto Nepomuceno e inspirada no romance homônimo de José de Alencar. Carol Braga, mezzo-soprano de destaque na cena operística brasileira, cantará duas peças com a Ospa: “He Shall Feed His Flock”, do oratório Messiah, de Händel, e “Parto, Ma Tu Ben Mio”, da ópera “La Clemenza di Tito”, de Mozart.Concertos em Homenagem ao Bicentenário da Imigração AlemãSanta Cruz do SulQuando: sexta-feira (28/6), às 19hOnde: Catedral São João Batista (Rua Ramiro Barcelos, s/n°, Santa Cruz do Sul)Entrada francaTaquaraQuando: sábado (29/6), às 20hOnde: Centro de Eventos da Faccat (Av. Oscar Martins Rangel, 4.500 – Taquara/RS)Ingresso: 1L de leite de caixinha. Retirada até 28 de junho, na Faccat, no Sesc Taquara e na Biblioteca Pública de Taquara. A retirada é limitada a dois ingressos por CPF.Ambos os eventos disponibilizam medidas de acessibilidade.ProgramaLudwig van Beethoven | Abertura Coriolano, Op. 62Ludwig van Beethoven | Allegretto, da Sinfonia nº 7Georg Friedrich Händel | He Shall Feed His Flock, do oratório MessiahSolista: Carol BragaJohann Sebastian Bach | Abertura da Suíte Orquestral nº 3 em Ré Maior, BWV 1068Johann Strauss II | Valsa do ImperadorAlberto Nepomuceno | O GaratujaWolfgang Amadeus Mozart | Parto, Ma Tu Ben Mio, da ópera La Clemenza di TitoSolista: Carol BragaJohannes Brahms | Dança Húngara nº 5Jacques Offenbach | Galop, da ópera OrpheusApresentação: Orquestra Sinfônica de Porto AlegreDireção artística e regência: Evandro MattéSolista: Carol Braga (mezzo-soprano)(Com informações da Assessoria de Imprensa)
JazzGig celebra 20 anos, com convidado especial, em show no Espaço 373
Um dos grupos com maior número de integrantes da cena musical gaúcha, o JazzGig celebra duas décadas de formação neste sábado (29), no Espaço 373. No repertório, a música brasileira instrumental e standards de jazz e de funk, este último, a marca do set list da banda, que tem dois discos gravados: Standards e Vol. 2.
Formado por Chico Gomes (flugelhorn), Gustavo Pessota (baixo elétrico), Leandro Hessel (piano/teclados), Luiz Mario Tavares (percussão), Marcelo Campos (bateria), Marcelo Figueiredo (sax tenor), Marcelo Ribeiro (sax alto) e Rafael Capaverdi (guitarra), neste show, JazzGig terá a participação especial de Gabriel PC (trompete), que participou do início da história do grupo em 2004.
Funk e blues
A semana na casa de espetáculo traz ainda o grupo de funk, samba e jazz FunkYou e o blues de For The Kings

Banda FunkYou – Foto Luis Ventura/ Divulgação Na quinta (27), o 373 recebe o Funk You, um grupo de funk, samba e jazz formado por Martin Estevez (bateria), Tomás Valdivia (baixo), Renan Benitz (guitarra) e Murilo Moura (piano). Seu repertório traz os pesos-pesados do groove universal, entre eles George Benson, Herbie Hancock, Azymuth, Caetano Veloso, Gilberto Gil e João Donato.

Sexta Blues_For the Kings – Foto Zé Carlos de Andrade/
DivulgaçãoE na edição do projeto Sexta Blues (28), sobe ao palco a banda For The Kings, que reúne as figuras mais conhecidas da cena blueseira do RS: Douglas Caberlon (contrabaixo), Thiago Bittencourt (guitarra e vocal), Zé Carlos de Andrade (guitarra) e a participação especial de Clark Carballo (bateria).
A apresentação trará releituras de clássicos dos anos 1950 e 1960, época de ouro do blues de Chicago, como temas imortalizados por Albert Colins, Albert King, B B King,
SERVIÇO
27 de junho | Quinta-feira | 21h
F U N K Y O U
Ingressos: entre R$25 e R$70
Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/f-u-n-k-y-o-u/251726628 de junho | Sexta-feira | 21h
Sexta Blues: For the Kings
Ingressos: entre R$30 e R$90
Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/sexta-blues-for-the-kings/250722329 de junho | Sábado | 21h
JazzGig
Ingressos: entre R$30 e R$90
Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/jazzgig/2486950
Exposição “Lágrima”, com 14 esculturas de Eloisa Tregnago, na Ocre Galeria
Programada inicialmente para abrir no dia 04 de maio e cancelada devido ao agravamento da crise climática, a exposição “Lágrima”, de Eloisa Tregnago, será inaugurado no próximo dia 29 de junho, sábado, das 11h às 14h, na Ocre Galeria, localizada na Rua Demétrio Ribeiro, 535, Centro Histórico de Porto Alegre.
O portentoso conjunto escultórico da artista gaúcha, escolhida para brindar o segundo ano de existência deste importante espaço expositivo, reúne 14 peças esculpidas em mármore nas quais predomina o rosto feminino. A visitação pode ser feita de 1º a 27 de julho, de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h, e aos sábados das 10h às 13h30min.

Considerada um dos grandes nomes da escultura contemporânea, Eloisa Tregnago recusa o rótulo de artista plástica e prefere ser considerada escultora, ofício que teve o privilégio de aprender e aperfeiçoar com grandes mestres, como Bez Batti, com quem aprendeu a dominar linha; e com Vasco Prado e Xico Stockinger, com os quais modelou a pedra. Com tais referências referendando seu talento inato, Eloisa Tregnano embrenhou-se no desafiador campo da escultura, fazendo nascer de pesados blocos de mármore, alvas mulheres de formas generosas e delicadas, cuja força se agiganta diante dos olhos do apreciador, a mesma que se vê na mirada incisiva, porém sensível, de sua criadora, resguardada por discreto recato.
Artista convidadaEloisa Tregnago é natural de Bento Gonçalves, onde se formou em Letras pela Universidade de Caxias do Sul (UCS). De 1981 a 1983 estudou desenho com João Bez Batti em Bento Gonçalves. Em 1985, mudou-se para Porto Alegre, passando a frequentar aulas de modelagem e escultura com Vasco Prado e Xico Stockinger, de quem viria a se tornar aluna. Hoje é proprietária do atelier que outrora pertenceu a Stockinger, localizado no bairro Vila Nova. Complementou sua formação com Plínio Bernhard e Patrício Farias, dos quais recebeu orientações em desenho, e de Danúbio Gonçalves na gravura. Além do mármore e terracota, a escultora também funde esculturas em bronze no seu atelier.
Possui obras em acervos particulares e em museus. Entre suas obras, Eloisa Tregnago assina, em coautoria com Xico Stockinger, o Monumento à Literatura Brasileira, em homenagem aos poetas Carlos Drummond de Andrade e Mario Quintana, situado na Praça da Alfândega, no Centro Histórico de Porto Alegre. Composto por um banco e duas estátuas, foi encomendado para Xico Stockinger pela Câmara Rio-Grandense do Livro, por ocasião da 47ª Feira do Livro de Porto Alegre. Inaugurada em 26 de outubro de 2001, a obra é um dos principais cartões-postais da cidade. Ela também se orgulha de assinar o Monumento ao Empreendedor, peça em mármore localizada em sua cidade natal, Bento Gonçalves.

Sede da Ocre Galeria. Foto: Divulgação Sobre a Ocre Galeria
A Ocre Galeria é localizada no Centro Histórico de Porto Alegre, próxima à Casa de Cultura Mario Quintana, ao Margs e à Usina do Gasômetro. É administrada por Felix Bressan, Nelson Wilbert e Mara Prates. A Ocre foi inaugurada em maio de 2022 e realizou, até o momento, 24 exposições, entre individuais e coletivas de artistas com forte produção contemporânea. A galeria tem buscado preservar a história, difundir a cultura e apoiar a produção de arte, disponibilizando um amplo acervo de artistas representados.

A complexidade feminina na mostra “As duas faces de Eva”, de Anelise Ferreira e Bia Donelli
Segundo o material de divulgação “Anelise Ferreira e Bia Donelli nos trazem em “As duas faces de Eva”, a complexidade feminina, num contraste entre a força da mulher e, ao mesmo tempo, a delicadeza. Uma brincadeira séria que une as suas pesquisas visuais. As fotógrafas questionam as padronizações e afirmam
o direito a ser e fazer o que quiserem, como pessoas livres e donas de si.Encontraram na música de Rita Lee a tradução perfeita dessa dualidade e homenageiam a cantora com Cor de rosa choque.
Consideram que a luta por mais espaço, direitos e reconhecimento ainda continua: “O sexo
frágil, não foge à luta, … Por isso não provoque…”A exposição inaugura dia 21 de junho as 18 horas e pode ser visitada até dia 05 de agosto
deste ano na Confeitaria Maomé, na Rua Vicente da Fontoura, 1857 em Porto Alegre.
Serviço:
Anelise Barra Ferreira e Bia Donelli
Exposição Fotográfica “As duas faces de Eva”
Local: Galeria Carlinhos Rodrigues
Confeitaria Maomé
R. Vicente da Fontoura,1857. Bairro Santana – Porto Alegre/RS
Inauguração: 21 de junho de 2024, às 18h
Visitação: 21 de junho a 5 de agosto de 2024QUEM SÃO

Anelise Ferreira. Foto: Arquivo pessoal/ Divulgação Anelise Barra Ferreira, nascida e residente em Porto Alegre (RS). Doutora e Mestre em
Educação pela UFRGS. Foi coordenadora do Laboratório de Fotografia, pesquisando o fotografar com os alunos em uma escola especial (1990-2014). É proprietária da Oficina de Foto – espaço de criação e assessoria. A fotografia experimental e a macro fotografia são suas
paixões. É sócia fundadora do Fotoclube Porto-alegrense. Participou de diversas exposições
fotográficas, tendo seu trabalho premiado em concursos.
Bia Donelli. Foto: Arquivo pessoal/ Divulgação Bia Donelli, 60 anos, nasceu em Caxias do Sul, reside há 41 anos em Barra do Ribeiro/RS. Administradora de Empresas por formação e bancária aposentada, fotografa desde 2012 com ênfase em fotografia da natureza, urbana e fotografia fine art, participando de diversas
exposições coletivas e individuais, entre elas As Canibais e Street Expo Photo. É sócia fundadora do Foto Clube Porto-alegrense.
Festival Fênix mobiliza o setor da dança e fortalece a classe artística, em tempo de enchentes
Segundo o material de divulgação as enchentes sem precedentes que assolaram o RS e cujas consequências ainda estarão presentes por bastante tempo, atingiram diversos setores, entre eles, a cultura e seus trabalhadores. Com espaços diretamente atingidos pelas águas do Guaíba e eventos cancelados, os prejuízos materiais se somam ao sentimento de tristeza e perplexidade pela gravidade da situação. Muitos artistas, além de ficar sem possibilidade de trabalhar, perderam suas casas e bens materiais.
Pensando em auxiliar o setor da dança — que só em Porto Alegre conta com 103 escolas e 82 grupos e companhias mapeados — o próprio segmento se organizou para criar um fundo específico para seus profissionais. Uma das ações para arrecadar recursos é o Festival Fênix, uma iniciativa da ASGADAN (Associação Gaúcha de Dança, fundada em 1969) e com colaboração de muitas mãos, corações e mentes. O festival, que acontece de forma online de 27 a 30 de junho, está com suas inscrições abertas até 17 deste mês e conta com jurados de renome no cenário nacional, como Carlinhos de Jesus e Octávio Nassur, entre outros. As premiações incluem bolsas de estudos que foram doadas por várias escolas, incluindo um período de vivência na escola do Ballet Bolshoi de Joinville.

Sapateando Sem Fronteiras. Foto: Nando Espinosa /Divulgação Para se inscrever, basta acessar o formulário (no serviço abaixo) e preparar sua coreografia. Os vídeos devem ser gravados na horizontal e com câmera parada, sem zoom ou edições. A gravação deve ser feita em palco ou ambiente neutro, onde apareçam todos os artistas em plano único. A coreografia não precisa ser inédita ou gravada especialmente para o evento, podendo ser uma gravação pré-existente. Importante ter qualidade de imagem e som para melhor avaliação dos jurados. O vídeo deverá permanecer disponível no link enviado até o dia da transmissão.
Todas as modalidades da dança podem participar, desde o balé clássico livre ou de repertório, dança moderna e contemporânea, dança de salão, danças urbanas, danças árabes, estilo livre, folclore de projeção, danças étnicas e tradicionais, jazz e sapateado. As mais variadas faixas etárias serão contempladas, bem como as danças solo, em duo, trio ou grupo a partir de quatro bailarinos.
Todo o trabalho do Festival Fênix está sendo feito de forma voluntária, com 100% da renda sendo revertida para as escolas de dança e seus profissionais, sendo que a distribuição dos recursos se baseará em dados colhidos a partir do levantamento feito pelo Colegiado Setorial de Dança do RS. O público pode participar assistindo ao festival e doando qualquer quantia na chave pix que será divulgada durante a transmissão.
Festival Fênix
De 27 a 30 de junho – edição online de apoio a classe artística
Transmissão ao vivo, sempre a partir das às 18h no Canal do YouTube da ASGADAN
https://www.youtube.com/results?search_query=%40associacaogauchadedanca5202
27 de junho – coreografias das categorias Infantil e Infanto Juvenil;
28 de junho – coreografias de folclore de projeção, danças étnicas e tradicionais, estilo livre, danças árabes e dança de salão;
29 de junho – coreografias de jazz, danças urbanas e sapateado
30 de junho – coreografias de ballet e dança moderna e contemporânea
Para se inscrever, acesse o formulário:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScnItu4b4InY7eCvaocLq5mFs0rx9MyyzEFb_EjCHVUSCngpg/viewform
Inscrições e informações detalhadas podem ser obtidas em www.festivalfenix.com.br

Projeto “Literaturas pelo Mundo” recebe a escritora Eliane Marques, no IFFar de Panambi
Autora do romance, “Louças de Família”, participa de diversas atividades com estudantes e professores no dia 27 de junho
O projeto de ensino “Literaturas pelo Mundo”, conduzido por docentes e técnicos vinculados à área de Linguagens do Instituto Federal Farroupilha (IFFar) – Campus Panambi, ao longo do ano de 2024, propôs abordar a literatura afro-brasileira com todas as turmas dos Cursos Técnicos Integrados ao Ensino Médio.
Uma das autoras cujas obras estão sendo trabalhadas é a escritora gaúcha Eliane Marques, que já foi premiada nacionalmente, publicou livros de poemas, traduções e um romance. A autora participará de uma atividade no IFFar – Campus Panambi no dia 27 de junho, quinta-feira, na qual falará sobre suas produções, sobre a mulher negra na literatura brasileira, além de realizar uma sessão de autógrafos. A atividade será realizada no auditório da instituição em dois diferentes momentos:
9h: Abertura
9h30min: Apresentação de Eliane Marques e diálogo com estudantes os 1ºs anos dos Cursos Técnicos Integrados sobre o livro “Louças de Família (2023) – Editora Autêntica Contemporânea”.
14h: Apresentação de Eliane Marques e diálogo com estudantes dos 2ºs e 3ºs anos sobre seus livros de poesia: “Relicário (2009)”, “E se alguém o pano (2015)”, e “O poço das Marianas (2021)”.
O evento é aberto a convidados externos, além da comunidade do IFFar – Campus Panambi. Conta com o apoio do Núcleo de Arte e Cultura (NAC), do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) e do Núcleo de Gênero e Diversidade Sexual (Nugedis) do Campus.
Redes Sociais:

Relatos do tempo em que o futebol era uma várzea
É hora de recomeçar e o livro “Viva a Várzea”, que deveria ser lançado dia 30 de abril, por conta do mau tempo foi lançado dia 11 de junho, com sessão de autógrafos no Chalé da Praça 15.
O livro resgata histórias e personagens do futebol amador em Porto Alegre.Em 200 páginas, dividido em capítulos temáticos, ilustrados com fotos de época, o livro apresenta textos de 16 ex-varzeanos, a maioria jornalistas e de uma pioneira do futebol feminino.
O time, onde todos são titulares, é formado por Cláudio Furtado, Fernando Becker, Flávio Dutra, João Bosco Vaz, José Evaristo Villalobos, Júlio Sortica, Léo Iolovitch , Liliane Correa, Mário Corso, Márcio Pinheiro, Marino Boeira, Óscar Fuchs, Paulo César Teixeira, Piero D’Alascio, Ricardo Stefanelli, Sérgio Kaminski e Vitor Bley de Moraes.
Times como o Bagé e o Dínamo de Petrópolis; o Maltense, do bairro São João e o São Paulinho, da Vila do IAPI; o Tupi, da Praça Tamandaré, o Intervalo, do Araribóia e o Clarão da Lua feminino têm suas histórias e jogos memoráveis recordados. Personagens como Flávio França, do futebol praiano, e o Pau de Fósforo, contador de feitos improváveis, estão junto com o zagueiro tosco que prensou um adversário na cerca do campo, o sósia de Ademir da Guia que fez malabarismo com uma bergamota na rua da Praia, a guria que sonhava jogar com os meninos, o atacante que narrava suas jogadas e tantos outros.Na apresentação da obra fica clara a intenção dos autores: “Este livro foi pensado para recordar histórias do futebol varzeano e seus ‘atletas’, com espaço também para o futsal, o futebol praiano e, como não poderia faltar, para o futebol feminino, de crescente interesse. Não espere teses tratando da voracidade da especulação imobiliária sobre os campos de peladas ou o fim das equipes amadoras. Nada disso, a várzea, que nasce no futebol de rua, é imortal nas suas memórias, aqui editadas em quatro capítulos: Nos Campos da Várzea, Times Inesquecíveis, Jogos Memoráveis e A Várzea e suas Figuras. Foram reunidos textos de 17 craques da palavra, nem todos íntimos da pelota, é preciso reconhecer. Todos, porém, tiverem seus dias de glória varzeana em campos embarrados, de pouca grama e muito areão, rosetas e tufos de guanxuma. Você certamente vai se identificar com alguns dos relatos do tempo em que o futebol era uma várzea”.
O prefácio é assinado por outro craque, o cronista Nilson Souza. O projeto gráfico é de Antônio Luzzatto, com produção da BaEditora, de Mariana Bertolucci.
* Texto Flávio Dutra.



– Feira de Artesanato




















