Categoria: Cultura-MATÉRIA

  • 23 Paisagens icônicas na exposição ” Mundo afora”, da artista visual Márcia Baroni

    23 Paisagens icônicas na exposição ” Mundo afora”, da artista visual Márcia Baroni

    Artista visual dedicada à colagem, técnica desenvolvida em paralelo à prática do desenho autoral, Márcia Baroni inaugura, na sexta-feira (3/5), às 18h, a exposição “Mundo Afora”, na Galeria 506 (Avenida Nova York, 506, bairro Auxiliadora), em Porto Alegre. A mostra fica aberta à visitação até 7 de junho. O músico Otávio Segala fará uma participação na abertura da mostra. A entrada é gratuita.

    A artista visual Márcia Baroni -/Divulgação

    Ela apresenta 23 quadros, a maioria dos quais de 0,80 x 0,80 cm, e uma instalação que reproduz a favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, a partir do conceito de sustentabilidade, utilizando caixas de remédios, de fósforos, de perfumes.

    Times Square; Mostra Mundo a Fora/ Divulgação

    Outro símbolo do Rio de Janeiro – a orla de Copacabana – também é recriado por Márcia, que, principalmente,  leva o espectador a contemplar lugares icônicos mundo afora, conforme expressa o título da mostra: o nova-iorquino Times Square, o romano Trastevere, a estação de esqui de Cerro Castor, na Terra do Fogo, e Ximending, em Taipei, por exemplo.

    Trastevere – Mundo a Fora/ Divulgação

    “Destaco lugares multifacetados, onde, além dos moradores locais, transita gente de todo lugar, para conhecer, desbravar, em caminhadas, conversas, risadas, lágrimas, apreciando a animação do lugar, celebrando a vida, brindando a existência”, detalha Márcia que, no pico da pandemia da Covid-19, se entristecia ao ver as ruas quase vazias por conta do necessário distanciamento social. A situação levou-a a produzir a série “Porto Alegre, um olhar”, montada no ano passado.

    Ximending. Mundo a Fora/ Divulgação

    Em seguida, a colagista começou a pensar em ampliar olhar para cidades do mundo, “endereços existenciais, que na pandemia também se tornaram exilados, pois não havia gente, toda beleza parecia descolorida. Minha pesquisa e meu olhar se direcionaram para a superação desse estado de coisa”, lembra ela, referindo-se ao atual trabalho.

    Cerro Castor – Mundo a Fora/ Divulgação

    Segundo o material de divulgação “nessa mostra Márcia Baroni oferece uma estética do encontro. Sugere um estado de espírito de abertura e trânsito aos instantes de autodescoberta. Com sabor e cor seu trabalho reflete uma história não escrita em palavras”, escreve Hélio Strassburger no texto de apresentação da exposição, intitulado “As pessoas e seus endereços existenciais”.

    Márcia trabalha essencialmente a partir do seu traço, com revistas descartadas como elementos pictóricos. Pedacinhos recortados vão preenchendo os desenhos e dando cor aos espaços retratados. “É um trabalho lento, meticuloso, detalhista, numa produção analógica, de pesquisa, criatividade, paciência, desaceleração”, descreve ela, aludindo à técnica que teve o grande mestre Picasso entre seus adeptos.

    SERVIÇO

    Exposição Mundo Afora

    Abertura: 3/5 (sexta-feira), 18h

    Visitação: a partir de 6/5, de segunda a sexta, das 14h às 18h, até 7 de junho

    Local: Galeria 506, Av. Nova York, 506, Auxiliadora, Porto Alegre

    Entrada gratuita

  •  Confraria Cultural Latino Americana faz evento com música, gastronomia e sorteio de ilustrações de cartunistas gaúchos consagrados

     Confraria Cultural Latino Americana faz evento com música, gastronomia e sorteio de ilustrações de cartunistas gaúchos consagrados

     

    Higino Barros

    O evento vai acontecer no dia 28 de abril, domingo, no espaço Cultural Mosaico,  localizado na Rua Otavio Correia, 39.  Segundo um dos organizadores, o músico Chicão Dornelles, “estaremos comemorando os 40 anos da Associação Jose Marti e 27 anos da Associação Recreativa e Cultural Bota Fogo. Teremos além de um almoço , um show com as participações dos artistas : Liane Shuller  Rosa Franco, Gilberto Oliveira , Mario e Nene Falcão , Bernardo Zubaran , Florisnei Thomaz , Claudio Baraldo , Chicão Dornelles , Josue Krug e Leonardo Ribeiro. “
    Liane Schuller, uma das atrações da festa no domingo; Foto: Divulgação
    O surgimento , em 25 de julho de 1984, da Associação Jose Marti RS, que desde então tem defendido a auto determinação dos povos, em especial do povo cubano e dos povos em luta trabalha com a cultura para que os povos se integrem e estabeleçam laços de amizade. Já produziu dois CDS , trovas da Pátria Grande em 2008 e Jose Marti em Canto em 2014, com lançamentos em Porto Alegre , Rio de Janeiro , Montevideo e Havana, participando igualmente de atividades solidárias nas comunidades carentes de Porto Alegre.
    O músico Nenê Falcão. Foto: Divulgação
    O músico Josué Krug. Foto: Divulgação
    O músico Leonardo Ribeiro. Foto: Divulgação
    A Associação Recreativa Cultural e Desportiva Bota Fogo fundada há 27 anos reúne-se toda semana para um encontro esportivo e musical. Atualmente o encontro se dá na AMRIGS, na avenida Ipiranga, todas as terças-feiras as 20.hs. E todo ano faz ações solidárias com o objetivo de angariar alimentos , roupas e material de higiene para a creche da comunidade que fica ao lado da Amrigs, Vila São Pedro .
    A formação é totalmente eclética, com músicos, profissionais liberais,  artistas visuais e o time futebol tem também participação de várias jogadoras, além do Clube das Mães  do Bota Fogo, sempre presente nas atividades culturais e solidárias
    O músico Gilberto Oliveira/ Divulgação. Foto: Divulgação
    O músico Rosa Franco. Foto: Divulgação
    O músico Florisnei Thomaz. Foto Divulgação
    O músico Cláudio Baraldo. Foto: Divulgação
  • Fundação Pão dos Pobres promove visita mediada sobre o legado do arquiteto José Lutzenberger

    Fundação Pão dos Pobres promove visita mediada sobre o legado do arquiteto José Lutzenberger

    A  restauração das fachadas internas da Fundação o Pão dos Pobres de Santo Antônio segue em andamento. Projetado em 1925 pelo arquiteto alemão Joseph Franz Seraph Lutzenberger, o monumental prédio foi tombado em 2014 pelo município de Porto Alegre, em função de suas características arquitetônicas e por sua relevância histórica.

    Como parte das comemorações do bicentenário da imigração alemã no Brasil, a Casa da Memória Unimed Federação/RS apresenta a exposição Lutzenberger Universal, que segue em cartaz até 3 de julho no espaço localizado na Rua Santa Terezinha, 263. A mostra, com curadoria de José Francisco Alves, conta com cem obras de arte – aquarelas, óleos e nanquins – e desenhos de projetos arquitetônicos de autoria de Lutzenberger, alguns deles de propriedade privada, nunca expostos, e outros de coleções institucionais.

    Neste sábado 27 de abril, às 10 horas ocorre a visita mediada à Fundação Pão dos Pobres (Rua da República, 801, em Porto Alegre), com participação de membros da entidade e do arquiteto Lucas Volpatto, responsável pela restauração do prédio. A atividade é gratuita, com vagas limitadas e inscrição prévia, pelo link disponível na bio do Instagram @casadamamoriaunimedrs.

    Detalhe da restauração interna do prédio histórico.; foto Marcelo Donadussi / Divulgação

    Sobre o projeto de restauro

    Com gestão cultural da Cult Assessoria e Projetos Culturais, esta inicitiva tem financiamento aprovado na Lei de Incentivo à Cultura – LIC do Sistema Pró-Cultura do Governo do Estado do Rio Grande do Sul no valor de R$ 1.137.442,40 (hum milhão, cento e trinta e sete mil, quatrocentos e quarenta e dois reais e quarenta centavos).

    Com captação parcial, a adesão de empresas é fundamental para a sua plena execução. Detalhes sobre como apoiar a preservação de um importante exemplar do nosso patrimônio histórico, com Cecília Muccillo Daudt, da Práxis Gestão de Projetos pelos contatos (51) 99236-6951 ou praxisgestaodeprojetos@gmail.com.

    Sobre o artista

    O alemão José Lutzenberger foi artista plástico, arquiteto e professor do Instituto de Belas Artes do Rio Grande do Sul. Naturalizado brasileiro em 1950, ele emigrou em 1920 para trabalhar em uma empresa de engenharia, e em Porto Alegre ficou, para viver e construir família.

    Nasceu em 13 de janeiro de 1882, na pequena Altötting, situada no reino da Baviera, Império Alemão. Formou-se em Munique, em 1906, como engenheiro-arquiteto. Foi oficial do Exército do Império Alemão nos quatro anos da I Guerra Mundial, pelo Exército Imperial Alemão.

    Além das artes plásticas, seu legado também é extremamente importante na arquitetura. Entre os seus prédios projetados mais conhecidos podem ser citados, em Porto Alegre, o Pão dos Pobres, a Igreja São José e o Palácio do Comércio. No interior do Estado, foi o responsável pela Igreja e Convento de Santo Antônio, em Cachoeira do Sul, e pelo Instituto de Nossa Senhora do Carmo, em Caxias do Sul.

    Fundação Pão dos Pobres

    A FPP é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) que atende cerca de 1.500 crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social. A instituição tem 128 anos de existência e oferece três serviços: Acolhimento Institucional, Aprendizagem Profissional e Serviço de Convivência e Educação Integral.

    Do total de atendidos, 160 crianças e adolescentes com idades de zero a 18 anos (incompletos) tem o Pão dos Pobres como sua moradia. A instituição serve cerca de 62 mil refeições mensalmente e é mantida com recursos do Funcriança, parcerias com órgãos municipais e empresas parceiras, por meio de cotas de aprendizagem profissional. Doações via PIX e em espécie também são fonte de recursos para a manutenção dos espaços e serviços oferecidos pelo Pão dos Pobres.

  • Graça Craidy abre exposição sobre Clarice Lispector no Mercado Público de Florianópolis

    Graça Craidy abre exposição sobre Clarice Lispector no Mercado Público de Florianópolis

    A exposição “Clarices”, da artista visual gaúcha Graça Craidy, será aberta nesta quarta-feira (24/04), às 18h, na Galeria de Arte do Mercado Público de Florianópolis – Sala José Cipriano da Silva.

    A mostra, em homenagem à célebre escritora Clarice Lispector, permanecerá em cartaz até 14 de junho. A mostra já foi vista em Porto Alegre, na cidade do Rio de Janeiro, em Niterói e em Brasília, em espaços culturais dos Correios; e, em São Paulo, na galeria do Conjunto Nacional, entre outubro de 2022 e setembro de 2023. A intenção da artista é ajudar a popularizar e manter viva a obra da escritora.

    Graça Craidy no Mercado Público de Florianópolis. Foto: Carlos Souza/ Divulgação

    Graça apresenta Clarice em diferentes situações e fases da vida: a autora trabalhando em casa com a máquina de escrever no colo e o cigarro nos lábios; a esposa de diplomata que morava no exterior dividida entre a vida conjugal e o desejo de autonomia; a mãe de dois filhos; a tutora do cão Ulisses, por exemplo.

    Exposição Clarices” abre dia 24de abril em Galeria de Arte do Mercado Público de Florianópolis. Foto Carlos Souza/ Divulgação

    “Embora Clarice Lispector tenha partido há 47 anos, sua prosa se faz muito necessária neste momento histórico de vazio existencial e valorização equivocada do aparente e do fútil”, diz a artista que vive e tem atelier em Porto Alegre.

  • Ballet Vera Bublitz, na final de uma importante competição mundial da dança

    Ballet Vera Bublitz, na final de uma importante competição mundial da dança

     

    Escola tradicional gaúcha leva 13 bailarinas para uma das mais importante competição mundial da dança, o World Ballet Competition e entre elas, a atual medalhista de ouro na edição do ano passado, Alicia Prietsch.

    Segundo o material de divulgação, Vera Bublitz tem uma importante missão neste mês: acompanhar as bailarinas finalistas de sua escola no World Ballet Competition, que será realizado de 23 a 26 de abril, na Flórida, nos Estados Unidos. Neste ano, a 17ª edição de uma das mais importantes competições de dança do mundo conta com a participação de mais de 300 participantes de 25 países, entre eles, 13 bailarinas do Ballet Vera Bublitz, de Porto Alegre.

    “É com muito orgulho que vejo, mais uma vez, nossas bailarinas BVB em destaque em uma competição internacional da dança. É o reconhecimento da persistência, da técnica e da graça de nossos talentos que começaram bem cedo nessa trajetória e seguem brilhando nos palcos daqui e do mundo”, ressalta Vera Bublitz.

    Com 11 anos, Alicia Prietsch volta ao World Ballet Competition depois de levar a medalha de ouro como solista, com o primeiro lugar na categoria introdutória da competição em 2023. Nesta edição, ela concorre como solista, com duas coreografias de ballet de repertório, Harlequinade e Giselle, e uma de contemporâneo, Corpo Líquido, e ainda participa de uma apresentação em grupo.

    Vera Bublitz e bailarinas rumo ao World Ballet Competition – Fabiele Parizotti/ Divulgação

    O Ballet Vera Bublitz emplaca sete solistas nesta edição. Além de Alicia e Antonella Feberati Algeri, que recentemente se destacou em participações em Portugal, integram o time de solistas as bailarinas Catarina Kallfelz da Costa, Larissa Barbosa Silveira, Manuela Matos Parizotti, Maria Carolina Bianchi e Marina Miguel Starosta. Elas apresentam solos de ballet de repertório e contemporâneo.

    Em grupo, a coreografia autoral Seres da Floresta, do Ballet Vera Bublitz, da coreógrafa Celicia Santos, está na final do World Ballet Competition, depois de ter conquistado o primeiro lugar no Sul em Dança, em setembro do ano passado. Participam da apresentação as bailarinas Alicia Araujo Soares, Alicia Prietsch, Catarina Kallfelz da Costa, Cecília Gerling, Gabriela Dal Castel Russowski, Isabele Ribeiro de Oliveira, Júlia Treméa Spolidoro, Larissa Barbosa Silveira, Manuela Matos Parizotti, Maria Carolina Bianchi, Mariana Pedone Barroco e Marina Miguel Starosta.

    Para Vera Bublitz, a presença de sua escola no World Ballet Competition com um grupo tão significativo é mais um presente pela comemoração dos seus 80 anos, completados em fevereiro. “Minha alegria é a dança. É ver essas bailarinas tão jovens se desenvolverem em busca de seus sonhos”, completa.

  • Ubu Tropical, do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz, tem novas apresentações no Parque da Redenção

    Ubu Tropical, do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz, tem novas apresentações no Parque da Redenção

    Resultado de ampla pesquisa que envolveu seminário e oficina, o grupo retrata a personagem Pai Ubu, criada pelo francês Alfred Jarry (1873-1907), precursor do teatro contemporâneo

    Ubu Tropical – Foto_Eugênio Barbosa/ Divulgação

              A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz fará novas apresentações de Ubu Tropical. O espetáculo estará dias 21 e 28 de abril, domingos, no Parque da Redenção, próximo ao Monumento ao Expedicionário. A cada domingo serão duas apresentações gratuitas, às 12h e 16h.

    Segundo o material de divulgação “Os bufões do Ói Nóis Aqui Traveiz vão contar a história do Pai Ubu, símbolo do cinismo, destruição e estupidez. Em cena, as peripécias de uma personagem grotesca e cruel que, incitado por Mãe Ubu, assassina o Rei da Polônia e coroa a si mesmo, iniciando uma longa série de atrocidades que incluem traições, roubos, corrupção e assassinatos. Personagem ambicioso, covarde e irracional, o legendário Pai Ubu relembra, em chave humorística, o que o Brasil viveu nos últimos anos com um governante autoritário e demente.

    Ubu Tropical. Foto:Maíra Flores/ Divulgação

         A personagem Pai Ubu foi criada pelo francês Alfred Jarry (1873-1907) precursor do teatro contemporâneo e fundador de uma nova concepção estética e ideológica de onde beberam as vanguardas do século XX, como dadaístas, surrealistas, o teatro do absurdo, e grande parte do humor grotesco atual. Jarry desenvolveu uma interessante saga com as peças Ubu Rei, Ubu Cornudo, Ubu Acorrentado e Ubu na Colina, entre outras, de comédia bufa e as vezes, escatológica e absurda. A provocação de Ubu chega, inclusive, ao universo da linguagem, inventando palavras e chamando atenção para um mundo aparentemente ordenado e progressista, mas que a todo momento cria os seus brutais Ubus.

    Ubu Tropical – Foto_Eugênio Barbosa /Divulgação

           A encenação do Ói Nóis Aqui Traveiz parte da figura do bufão. São os atuadores como bufões que encenam a peça. O bufão é o ser dos paradoxos, das antíteses, o personagem do avesso e do direito, da negação e da afirmação. Sua função é de dizer alto o que se pensa baixo: ele desvela o não-dito, o interdito, o latente ou o recalcado. O bufão está ligado à rua, à praça, sendo o representante de uma reunião de vozes de contestação e de transgressão.

            O grupo iniciou sua pesquisa sobre a personagem Pai Ubu ainda durante a pandemia em 2021. Neste ano desenvolveu um seminário e uma oficina sobre a relação da personagem de Jarry com o Tropicalismo e o conceito modernista de antropofagia criado por Oswald de Andrade. Dando seguimento ao estudo apresentou nas ruas a intervenção cênica Parada Ubuesca e em 2022 criou e produziu o filme curta metragem ‘Ubu Tropical’. Durante 2023 desenvolveu esta nova criação coletiva para o Teatro de Rua.

    Na criação coletiva estão em cena os atuadores Rafael Torres (Pai Ubu), Helen Sierra (Mãe Ubu), Marta Haas, Keter Velho, Eugênio Barboza, Roberto Corbo, Lucas Gheller, Márcio Leandro, Alex Pantera, Jules Bemfica, Gengiscan, Ellen Hiromi, Kayzee Fashola, Milena Moreira, Fabrício Miranda e Daniel Steil. Na parte técnica e contra regra estão Tânia Farias, Clélio Cardoso e Paulo Flores.

                    A montagem de “Ubu Tropical” faz parte do Projeto Arte Pública – Criação e Formação. Uma realização da FUNARTE (Fundação Nacional das Artes) e Ministério da Cultura com recursos da emenda parlamentar da deputada federal Fernanda Melchionna.”

    UBU TROPICAL

    novo espetáculo da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz

    Dias 21 e 28 de abril, em duas sessões por domingo: às 12h e 16h

    Parque da Redenção – próximo ao Monumento do Expedicionário

    O projeto Arte Pública uma realização da FUNARTE (Fundação Nacional das Artes) e Ministério da Cultura.

    https://www.oinoisaquitraveiz.com.br/

    https://www.instagram.com/oinoisaquitraveiz/

    https://www.youtube.com/oinoisaquitraveiz

    https://www.facebook.com/oinoisaquitraveiz2/

  • OSPA celebra os 100 anos de “Rhapsody in Blue”, de Gershwin, com atrações internacionais

    OSPA celebra os 100 anos de “Rhapsody in Blue”, de Gershwin, com atrações internacionais

    Sob regência de Catherine Larsen-Maguire, a Orquestra interpreta um programa dedicado à música norte-americana, com participação da pianista russa Anastasiya Evsina

    Uma das obras orquestrais mais famosas do século 20, “Rhapsody in Blue” foi um sucesso desde a estreia, em 1924. Os acordes concebidos por George Gershwin (1898-1937) chegaram aos ouvidos do grande público de várias formas, desde a abertura do filme “Manhattan”, de Woody Allen, até um comercial da United Airlines amplamente veiculado nos anos 1980. Em 2024, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, fundação vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac-RS), celebra o centenário da obra com o concerto “Rhapsody in Blue 100 anos”, na sexta-feira (19/04). Reconhecida pianista russa radicada no Brasil, Anastasiya Evsina é a solista convidada para executar a peça. A OSPA também recebe a regente Catherine Larsen-Maguire que, assim como Evsina, foi ovacionada na Casa da OSPA no ano passado. O concerto inicia às 20h, na Sala Sinfônica da Casa da OSPA, com transmissão ao vivo pelo canal da OSPA no YouTube. Os ingressos podem ser adquiridos pela Sympla, por valores entre R$ 10 e R$ 50.

    Segundo a regente Catherine Larsen-Maguire, “Rhapsody in Blue” continua inovadora cem anos depois. As suas características de “alegria, energia e ritmo” são fios condutores de todo o concerto da OSPA, que une no repertório três geniais compositores norte-americanos do século 20. De Leonard Bernstein (1918-1990) – maestro e compositor cuja vida foi recentemente retratada no filme “Maestro” –, a OSPA interpreta a abertura da opereta “Candide”, inspirada no conto “Cândido, ou o Otimismo”, de Voltaire. Refletindo o bom-humor do personagem-título, a música é uma exuberante peça que “combina melodias líricas com a ousadia típica de Nova York”, segundo Larsen-Maguire.

    Anastasiya Evsina e OSPA em 15-07-2023 Foto: Vitória Proença, divulgação OSPA

    Em seguida, a pianista Anastasiya Evsina sobe ao palco da OSPA para interpretar “Rhapsody in Blue”. A obra-prima de George Gershwin construiu uma ponte entre as salas de concerto e os bares de jazz. Entretanto, Anastasiya pontua que a obra às vezes recebe críticas nos dois contextos: “Músicos de jazz frequentemente argumentam que ela não representa o verdadeiro jazz, devido à sua natureza escrita. Por outro lado, músicos clássicos reconhecem seu estilo como jazz, embora muitos críticos sustentem que eles falham em executá-la adequadamente”. Na visão da pianista, Gershwin criou uma obra que funde a expressividade do jazz com a estrutura da música clássica. “Para interpretá-la, é essencial ter sensibilidade ao jazz”, afirma Anastasiya.

    Após o intervalo, a OSPA executa a majestosa terceira sinfonia de Aaron Copland (1900-1990), considerado um líder entre os compositores americanos. Segundo Leonard Bernstein, que regeu uma versão famosa da obra com a Filarmônica de Nova York, a sinfonia é “um monumento americano”. O quarto movimento contém a famosa “Fanfare for the Common Man”, cuja melodia traduziu o espírito patriótico dos Estados Unidos no pós-guerra, em 1946. Instantaneamente reconhecível, a composição heroica embala eventos esportivos, filmes hollywoodianos, cerimônias oficiais e até a tradicional festa de Ano-Novo em Times Square, em Nova York.

    O público poderá conhecer a fundo o repertório antes do concerto desta semana. O violoncelista da OSPA Murilo Alves falará sobre as especificidades das músicas e seus compositores na palestra do projeto Notas de Concerto, na sexta-feira, às 19h, na Sala de Recitais.

    Anastasyia Evsina _ Foto> Christoph Diewald

    Anastasiya Evsina (piano – Rússia)

    Reconhecida pianista russa radicada no Brasil, Anastasiya Evsina tem se apresentado globalmente. Possui mestrados em piano solo pelo Conservatório Tchaikovsky de Moscou e em música de câmara pela Academia Gnessin. Já se apresentou em locais prestigiados, como Tokyo Opera City Recital Hall, Minato Mirai Recital Hall (Japão), Palácio Nacional da Cultura, em Sofia (Bulgária), Paderewsky Hall em Lausanne (Suíça), entre outros. Nos últimos anos, Evsina fez uma série de recitais sob o tema “Grandes Compositores-Pianistas”. Em 2023, a pianista foi convidada para ser solista com a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) e a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro (OSTNCS). A TV Senado produziu um documentário no mesmo ano, destacando sua notável carreira.

    Catherine Larsen-Maguire_Divulgação- OSPA

    Catherine Larsen-Maguire (regente – Reino Unido/Alemanha)

    Nascida em Manchester e radicada em Berlim, Catherine Larsen-Maguire realizou seus estudos musicais na Universidade de Cambridge (Inglaterra), na Royal Academy of Music (Londres) e na Karajan Academy (Berlim). Após uma carreira de sucesso como fagotista, que incluiu 10 anos como fagote principal no Komische Oper Berlin, Catherine voltou seu foco exclusivamente para a regência em 2012. Desde então, tornou-se uma regente muito procurada na Europa e na América Central e do Sul. Destaques recentes e futuros incluem concertos com London Philharmonic Orchestra, London Symphony Orchestra, BBC National Orchestra of Wales, Scottish Chamber Orchestra, Deutsches Sinfonieorchester Berlin, Berlin Radio Symphony Orchestra, Orquesta Sinfónica de Galicia, Orchestre du Capitole de Toulouse, Orchestre de Chambre de Paris, Jerusalem Symphony Orchestra, Hong Kong Sinfonietta e Orquesta Filarmónica de la UNAM, entre outras. Atualmente, é diretora musical das Orquestras Juvenis Nacionais da Escócia (National Youth Orchestras of Scotland). Além de compositores canônicos, Catherine tem um interesse especial em música contemporânea, tendo regido estreias mundiais e nacionais de mais de uma centena de trabalhos.

    FUNDAÇÃO ORQUESTRA SINFÔNICA DE PORTO ALEGRE

    RHAPSODY IN BLUE 100 ANOS

    SEXTA-FEIRA, 19 DE ABRIL DE 2024

    Início do concerto: às 20h. Palestra Notas de Concerto: às 19h, com Murilo Alves.

    Onde: Casa da OSPA (CAFF – Av. Borges de Medeiros, 1.501, Porto Alegre, RS).

    Ingressos: de R$ 10 a R$ 50. Descontos: ingresso solidário (com doação de 1kg de alimento), clientes Banrisul, Amigo OSPA, associados AAMACRS, sócio do Clube do Assinante RBS, idoso, doador de sangue, pessoa com deficiência e acompanhante, estudante, jovem até 15 anos e ID Jovem.

    Bilheteria: via Sympla em sympla.com.br/casadaospa ou na Casa da OSPA no dia do concerto, das 15h às 20h.

    Estacionamento: gratuito, no local.

    Classificação indicativa: não recomendado para menores de 6 anos.

    Transmissão ao vivo: às 19h (Notas de Concerto) e às 20h (concerto) no canal da OSPA no YouTube.
    Este evento disponibiliza medidas de acessibilidade.

    PROGRAMA

    Leonard Bernstein | Abertura “Candide”

    George Gershwin | Rhapsody in Blue

    Intervalo

    Aaron Copland | Sinfonia nº 3

    Apresentação: Orquestra Sinfônica de Porto Alegre

    Direção Artística: Evandro Matté

    Regente: Catherine Larsen-Maguire (R. Unido – ALE)

    Solista: Anastasiya Evsina (Piano – RUS)

    Lei de Incentivo à Cultura

    Patrocínio da Temporada Artística: Banrisul, John Deere, Gerdau e Bazk.

    Apoio da Temporada Artística: Trento, Sponchiado, Cavaletti, Unimed, Triel-HT, Intercity, Imobi e Blumenstrauss. Promoção: Clube do Assinante.

    Realização: Fundação Cultural Pablo Komlós, Fundação Ospa, Secretaria da Cultura do RS, Ministério da Cultura, Governo Federal – União e Reconstrução.

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  • Noite de charlas, tertúlias e milongas literárias com especialistas em Simões Lopes Neto

    Noite de charlas, tertúlias e milongas literárias com especialistas em Simões Lopes Neto

     

    Geraldo Hasse
    Quem gosta de charlas, tertúlias e milongas literárias sobre a cultura gaúcha e, particularmente, sobre a vida e a obra do escritor João Simões Lopes Neto, tem uma rara chance de forrar o poncho na quinta-feira 18 de
    abril, a partir das 18h30m, na Livraria Paralelo 30, rua Vieira de Castro, 48, bairro Farroupilha, em Porto Alegre. No centro da mesa, estará o advogado e professor Carlos Francisco Sica Diniz, autor da mais completa biografia do criador do vaqueano Blau Nunes, personagem que se confunde com 1001 peões do Pampa. A seu lado, sempre pronto a trovar com os presentes, o professor Luis Augusto Fischer, da UFRGS, e o juiz aposentado Fausto Domingues, bibliófilo juramentado que colecionou livros e amigos na ex-Princesa do Sul, onde morou por muitos anos.

    Da esq pra direita: Fausto Domingues, Carlos Francisco Sica Diniz e Luis Augusto Fischer no lançamento (dia 14/3 em Pelotas) do livro “João Simões Lopes Neto — uma biografia”, a ser lançado dia 18/4 na livraria paralelo 30 em POA / Foto: Divulgação

    É um lançamento de luxo emoldurado por uma centenária coincidência:  faz um século que João Simões Lopes Neto (1865-1916) recebeu o primeiro
    elogio público do crítico João Pinto da Silva, autor da “História Literária do Rio Grande do Sul”, livro de 1924 em que o contista pelotense mereceu meia dúzia de páginas ao lado de famosos como Alcides Maia, Apolinário Porto Alegre e Marcelo Gama, entre outros.

     

    A capa da mais recente biografia sobre o escritor João Simões Lopes Neto/ Divulgação

    Já a nova biografia do hoje consagrado escritor pampeano, tema da noitada da próxima quinta-feira, dia 18 de abril, tem mais de 400 páginas e abrange pela primeira vez um levantamento minucioso dos 51 anos de vida do neto que morreu pobre apesar de ter nascido numa das famílias mais ricas da província, na época. Por ser o mais recente de uma extensa lista de obras sobre JSLN, o livro de Sica Diniz é mais do que uma biografia: ele avalia, comenta, interpreta, contextualiza e repassa toda a vida e a obra do sujeito franzino e vesgo por todos conhecido na terra natal como Joca Simões.

    Com seu modo diplomático de escrever, Diniz encara e disseca os aspectos polêmicos da vida do seu personagem, que ressurge quase como figura de
    romance. Fora a introdução, os dois prefácios (dos professores Ligia Chiappini e L.A. Fischer) e o posfácio (de Fausto Domingues, que recorda os encontros de amigos em torno de livros em Pelotas), o trabalho de
    Diniz se desdobra ao longo de 16 capítulos. Destes, o único de travessia mais difícil é o primeiro, com 14 páginas sobre a genealogia da família Simões Lopes, cujo pioneiro originário de Portugal ganhou da Coroa
    muitas léguas de campo na região de Pelotas no final do século XVIII.

    As capas dos livros da biografia lançada por Carlos Francisco Sica Diniz, em 2023 e 2024

    O primeiro João Simões Lopes teve 22 filhos. A figura mais folclórica desta parte familiar é Catão Bonifácio Lopes, pai do futuro escritor. É um gauchão largado, quase um capitão Rodrigo Cambará, dado a proezas
    muito faladas. Certa vez teria invadido a cavalo o Teatro Sete de Abril para desfeitear a plateia por ter vaiado artistas brasileiros…

    O cigarro marca Diavolus, uma iniciativa de negócio do escritor João Simões Lopes Neto; Reprodução/Divulgação

    Neto do patriarca de mesmo nome, Joca Simões viveu 25 anos no Império e outro tanto na República. Dividiu-se entre a escrita e negócios de duvidoso sucesso. Embora não tenha estudado além do ensino médio, era
    culto, bem relacionado nos meios literários e se envolveu em atividades tão variadas como o despacho portuário, a manufatura de tabaco, o ciclismo, o culto ao patriotismo, o tradicionalismo, o teatro, o jornalismo e o magistério. O mais famoso de seus empreendimentos foi uma
    indústria caseira de cigarros da marca Diavolus (Diabo) virou sinônimo de coisa ruim e indício de sua desavença com o catolicismo e de sua afeição à maçonaria. Amigo de intelectuais do Rio, onde viveu alguns anos na
    juventude, só foi reconhecido a partir do momento em que morreu inesperadamente de uma úlcera duodenal supurada. Seu enterro “parou a
    cidade”.

    Apenas quatro anos antes havia publicado — em brochuras de baixa tiragem por favor de um parente — os livros que lhe dariam fama: Contos Gauchescos e Lendas do Sul, que teriam servido de inspiração para o mineiro João Guimarães Rosa escrever suas histórias sertanejas. Sim ou não, são eles os maiores joões da literatura brasileira.

    Tudo isso está esmiuçado no primoroso livro agora publicado pela Editora Coragem — na realidade, uma reedição revista e ampliada da primeira edição (300 páginas) editada em 2003 pela AGE em parceria com a UCPel e que ganhou um prêmio Açorianos em 2004. Não se pode dizer que este seja “o melhor” livro sobre Simões: entre tantos publicados desde 1949, cada um com seu viés literário ou enfoque biográfico, este tem a vantagem de ser o mais atual, tendo seu autor percorrido de ponta a ponta toda a trajetória de vida do mais notável escritor sulino até o aparecimento de Erico Verissimo. Foram anos de pesquisa por conta própria. Além de ler tudo que Simões escreveu, sobretudo na imprensa, Sica Diniz foi ao Rio para tirar a limpo a lenda de que o jovem
    pelotense teria estudado medicina na capital do Império.
    Nascido em 1941, Carlos Francisco Sica Diniz trabalhou por um ano (1960) como repórter do Diário Popular de Pelotas antes de se dedicar ao Direito. Com a morte do pai, em 1967, coube-lhe tocar o escritório de advocacia paterno.

    Aos 82 anos, preside o Instituto João Simões Lopes
    Neto, fundado há 25 anos e que funciona numa das casas em que morou Joca Simões com a esposa Francisca e a filha adotiva Firmina. Nesse casarão, o livro teve seu primeiro lançamento no último dia 14 de março, com as
    presenças dos três estudiosos citados no início deste texto.

  • As cores de Marcelo Zanini, em obras de grandes dimensões, no Espaço Cultural Correios

    As cores de Marcelo Zanini, em obras de grandes dimensões, no Espaço Cultural Correios

    Vernissage da exposição “Croma” será no sábado, 13 de abril, às 11h. Mostra segue no local até o dia 18 de maio, com entrada franca.

    Segundo o material de divulgação, Marcelo Zanini alia paixão e beleza em sua trajetória como artista e médico. O resultado dessa união pode ser conferido na exposição “Croma”, que inaugura no sábado, 13 de abril, às 11h, no Espaço Cultural Correios, com curadoria de Fábio André Rheinheimer. São 27 obras de grandes dimensões que expressam nas cores e nos gestos uma arte visceral. A mostra fica em cartaz até o dia 18 de maio e pode ser visitada de terça a sábado das 10h às 17h, com entrada franca.

    O artista visual Marcelo Zanini/ Foto:
    Wandeley Oliveira/ Divulgação

    “As obras selecionadas para compor esta exposição apresentam uma construção livre, gestual e estabelece uma proposta visual potente. São obras isentas de elementos figurativos balizadores convencionais; a discorrer sobre sentimentos como o sofrimento, a paixão e a fúria, elementos essencialmente humanos. ‘Croma’ traz relatos pungentes e arrebatadores, expressos em cada movimento, revelando nas cores, a alma do artista”, apresenta o curador.

    Ibis -Marcelo Zanini – Wanderlei Oliveira/ Divulgação

    Marcelo Zanini iniciou a pesquisa do expressionismo abstrato na década de 90, participando de exposições no Brasil e no exterior. O artista concilia o trabalho médico com a pintura e transformou sua clínica em uma verdadeira galeria de arte, que também abre espaço para o amplo estúdio onde produz suas obras. “Na medicina eu trabalho com precisão milimétrica, mas na arte abstrata eu exerço a liberdade nos gestos e na profusão de cores”, revela.

    Resultado de ininterrupto processo criativo, a exposição “Croma” apresenta um conjunto de obras em sintonia tanto no que se refere ao conceito abordado quanto à técnica empregada. “Sua arte não comunga com dogmas formais, recursos óbvios ou qualquer representação ‘não abstrata’. Por meio de sua gestualidade, expressa a inspiração momentânea a cada pincelada. Nessa pesquisa pictórica continuada, Zanini desenvolve estética visceral e intensa, portanto, muito alinhada à proposta do expressionismo abstrato”, conclui Rheinheimer.

    Frésia – Marcelo Zanini – Foto Wanderlei Oliveira/ Divulgação

    Croma – Pinturas de Marcelo Zanini

    Curadoria: Fábio André Rheinheimer

    Vernissage: 13 de abril, das 11h00 às 13h00

    Visitação: de 13 de abril a 18 de maio de 2024 – terça a sábado das 10h às 17h

    Local: Espaço Cultural Correios

    Endereço: Av. 7 de Setembro, Nº1020, Praça da Alfândega, Porto Alegre, RS

  • O show de humor “UFTchê – A Peleia” faz curta temporada em Porto Alegre

    O show de humor “UFTchê – A Peleia” faz curta temporada em Porto Alegre

    O próximo embate do Guri de Uruguaiana (Jair Kobe), o Gaúcho Raiz,  e o Léo, Gauchão de Apartamento (Dudu Weber) já tem local, data e hora para acontecer. O show de humor UFTchê – A Peleia faz curta temporada no Teatro da AMRIGS nos dias 12, 13 e 14 de abril, sexta e sábado às 21h e domingo às 20h. Com indicação livre para todos os públicos, o espetáculo já está com os ingressos à venda pelo link https://linktr.ee/uftche  ao valor de R$ 60,00 (+ taxas) mais 01 kg de alimento não perecível e R$ 40,00 (+ taxas) a meia entrada. Na hora, o ingresso custará R$ 80,00 (+ taxas).

    É chimarrão ou o Chimas?  Bebe-se na cuia de porongo ou na cuia térmica? E o churrasco? Pode ser abreviado para churras?  Já pode ser feito na Air Fryer e a carne temperada com sal fino? No ringue de humor, as tradições do Pampa Gaúcho são confrontadas pelos dois humoristas durante quase uma hora e meia. “Nesse espetáculo inédito, eu e o Guri exploramos a cultura gaúcha em todos os seus aspectos. Temos nessa peleia entre os costumes raiz e da gauchada de apartamento a missão de transmitir as tradições do nosso Estado para as próximas gerações “, afirma Dudu Weber.

    O Gaúcho Raiz e o Gaúcho de Apartamento disputam o Cinturão de Ouro ou, como se diz em bom gauchês, ao Guaiacão de Ouro.  “É um show muito divertido de fazer, completamente diferente do que eu venho fazendo nesses mais de 20 anos de humor. Esse exercício de interagir com o Léo no palco e essa interação com a plateia, Realmente dá um 1 toque especial para o espetáculo”, finaliza Jair.

    SERVIÇO

    O QUE: UFTchê – A Peleia

    DATA:  12, 13 e 14 de abril

    HORÁRIO:  sexta e sábado às 21h / domingo às 20h

    LOCAL:  Teatro da AMRIGS (Avenida Ipiranga, 5311 Partenon)

    INFORMAÇÕES: (51) 99313.4843

    INGRESSOS:

    Inteiro (Na hora) R$ 80,00

    Antecipado + 1Kg de Alimento R$ 60,00¹

    Meia-entrada R$ 40,00²

    Compra e informações: https://linktr.ee/uftche

     

     

     

    ¹Os alimentos deverão ser entregues no Teatro, no momento da entrada ao evento.

    ² Para o benefício da meia-entrada:

    * 50% de desconto para estudantes: Lei Federal 12.933/13 – é necessária a apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) na entrada do espetáculo.

    * 50% para idosos: Lei Federal 10.741/03 – obrigatória apresentação de identidade ou documento oficial com foto.

    * 50% para jovens pertencentes a famílias de baixa renda: Lei Federal 12.933/13 – obrigatória apresentação da Carteira de Identidade Jovem e de documento oficial com foto.

    * 50% para pessoas com deficiência (e acompanhante quando necessário): Lei Federal 12.933/13 – obrigatória apresentação do Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    * 50% para doadores regulares de sangue: Lei Estadual n° 13.891/12 – obrigatória apresentação de documento oficial válido e expedido pelos hemocentros/bancos de sangue.

    Crianças menores de 5 anos que não ocupem assento (sentem no colo) não pagam ingresso.

    Crianças acima de 5 anos pagam meia-entrada