De 17 a 30 de julho, na Terreira da Tribo e em diferentes espaços de cultura de Porto Alegre, acontece o II Laboratório Aberto com a Tribo de Atuadores Ói Nós Aqui Traveiz e as inscrições estão abertas mediante carta de intenção e currículo, que podem ser enviados para terreira.oinois@gmail.com.
Os interessados deverão ter disponibilidade para participar de toda a programação oferecida, numa imersão de 14 dias no trabalho do grupo durante os três turnos. O objetivo desta atividade formativa é difundir a prática e metodologia de criação e treinamento desenvolvida pelo coletivo ao longo de 45 anos de atuação e pesquisa. O laboratório é voltado principalmente para atores e atrizes, pesquisadores e estudantes de teatro do Brasil e América Latina.
O grupo Ói Nóis Aqui Traveiz criou uma poética própria capaz de mobilizar a mulher e o homem de hoje para refletir sobre questões fundamentais do nosso tempo. A Tribo utiliza práticas e dispositivos próprios, desenvolvidos ao longo de sua trajetória, para disparar suas criações. Destacam-se o trabalho de codificação de ações cênicas não cotidianas, que contribui na elaboração dessa poética, calcada na dissonância, para a criação de personagens e cenas; o atrito entre texto (palavra) e a ação (tecido de ações), que cria uma região de tensão interessante para construção dessa poética e reelabora a possibilidade de um teatro crítico que não tem no discurso o seu maior potencial de comunicação; a cena ritual de origem Artaudiana, que será aesteira do trabalho de construção de cenas/rituais com os participantes; e, por fim, a experiência de abordagem da rua como campo para performance cênica.
A metodologia é dividida em três módulos: oficina atriz/ator – presença e rito; oficina de teatro ritual e oficina de performance política. Ainda haverá um seminário sobre a proposta estética e política da Tribo com professores e pesquisadores convidados, além da encenação dos espetáculos em repertório: ‘Violeta Parra – Uma Atuadora’, ‘Desmontagem Evocando os Mortos Poéticas da Experiência’, ‘Quase Corpos – Episódio 1: A Última Gravação’, ‘O Amargo Santo da Purificação’; ‘M.E.D.E.I.A’, ‘Performance Manifesto de Uma Mulher de Teatro’ e ‘Onde? Ação n. 2’. Completa a programação a exibição de filmes de espetáculos que já não estão mais em repertório e também sobre os processos de criação do grupo. Ao final haverá uma apresentação pública de uma ação cênica criada na oficina de performance política.
O II Laboratório Aberto da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz oferece 25 vagas. As inscrições vão até o dia 30 de junho, e o resultado da seleção será divulgado em 3 de julho.
II Laboratório Aberto da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz
De 17 a 30 de julho de 2023
Na Terreira da Tribo e em outros espaços de cultura da cidade
Inscrições: terreira.oinois@gmail.com – mediante currículo e carta de intenção
3º FIDPOA, que ocorre de 6 a 11 de junho, no Theatro São Pedro, terá convites gratuitos para entidades, escolas e universidades públicas, além de áudio descrição e libras na apresentação de abertura. Rui Cesar Cruz, que veio de uma comunidade do RJ e hoje brilha nos palcos dos EUA, é um dos destaques da abertura.
Basileu França – Estúdio Daniel Martins/ Divulgação
Uma plataforma de dança para o mundo. O 3º FIDPOA – Festival Internacional de Dança de Porto Alegre será realizado de 6 a 11 de junho, no Theatro São Pedro, como uma grande oportunidade para bailarinos do Brasil e da América Latina se apresentarem para ícones mundiais da dança e conquistarem bolsas internacionais. Um dos exemplos é o bailarino premiado nas duas primeiras edições do festival, Rui Cesar Cruz, que começou na dança em uma comunidade do Rio de Janeiro e agora integra o Miami City Ballet em Miami, na Flórida. A gala de abertura, no dia 6 de junho, às 20 horas, contará ainda com a apresentação do convidado especial Cícero Gomes, primeiro bailarino do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e da premiada companhia Teatro Escola Basileu França, de Goiânia.
Robert Parker – Apollo – Birminghan Royal Ballet – Foto: Eric Richmond/ Divulgação
O festival também é inclusivo para o público, com uma cota de convites para escolas públicas, ONGs, escolas e instituições públicas de ensino de dança (UFRGS, UERGS) para a abertura, Mostra Competitiva e Gala de Encerramento. Na abertura, haverá audiodescrição e LIBRAS, com convites para a comunidade surda, pessoas cegas ou de baixa visão. No encerramento, haverá tradução para LIBRAS e convites disponíveis para surdos. Interessados devem enviar e-mail para: fidpoainclusao@gmail.com ou entrar em contato pelo Whatsapp: (51) 98436-5552.
“O FIDPOA inverte a lógica e, em vez de levar os talentos da dança para o mundo, trazemos para cá grandes nomes da dança como jurados para não só selecionar os melhores do festival, mas também conceder bolsas e oportunidades nas mais importantes companhias de dança do planeta” ressalta a idealizadora e coordenadora geral Carlla Bublitz.
Os números impressionam. Nesta edição, são cerca de mil bailarinos inscritos de várias partes do Brasil e da América Latina e mais de 700 coreografias apresentadas ao longo do festival. Ao todo, são esperadas mais de 5 mil pessoas para assistir os seis dias do FIDPOA. Nas duas primeiras edições, realizadas em 2018 e 2019, foram distribuídas mais de 260 bolsas internacionais e 70 nacionais, com premiações de cerca de US$ 150 mil em bolsas de estudo e prêmios especiais.
Cicero Gomes – Acervo Pessoal/ Divulgação
Para este ano, foram convidados jurados oriundos de 13 nações, entre eles estão nomes como Robert Parker, bailarino formado pelo Royal Ballet School, que avaliará por meio de transmissão simultânea e é sua primeira participação como júri de um evento no Brasil. Também estão confirmados nomes como Deborah Hess (Canadá), Ghislain de Compreignac (França), Claudia Zaccari (Itália) e Stanislav Belyaevsy (Rússia), Robert Garland (EUA), entre outros. O FIDPOA será ainda a primeira seletiva nacional para o YAGP, a maior premiação de dança do mundo, que ocorrerá de 11 a 24 de abril, em Nova York.
Rui Cesar Cruz – Melhor Bailarino FIDPOA 2018 e 2019 – Karine Viana/ Divulgação
O 3º FIDPOA – Festival Internacional de Dança de Porto Alegre é apresentado pelo Ministério da Cultura e Grupo Zaffari e tem o financiamento da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Conta com opatrocínio master de Grupo Zaffari, patrocínio de ICATU e Rio Grande Seguros e Previdência, apoio institucional do Conselho Brasileiro de Dança, Theatro São Pedro, IEACen – Instituto Estadual de Artes Cênicas, Governo do Estado do Rio Grande do Sul, parceria com o YAGP Brasil, apoio de Galeria Bublitz, Oti Transportes, Roberto Fisio, AD Figurinos, Labo Terra, Miollo, Loja Reina, Fruki, Casa do Marquês, restaurante Vida e Saúde e Rua da Praia Shopping, hospedagem oficial de Master Hotéis, produção da Cardápio Cultural e Mais Produções e realizaçãodo Ballet Vera Bublitz e Ministério da Cultura – Governo Federal – União e Reconstrução.
SERVIÇO
3º FIDPOA – Festival Internacional da Dança de Porto Alegre
Data: 6 a 11 de junho
Gala de Abertura: terça-feira, 6 de junho, às 20 horas
Mostra Competitiva: 07 a 10 de junho, quarta a sábado, sessões às 13h e às 19h e no dia 11 de junho sessão das 9h às 12h Gala de Encerramento, domingo, 11 de junho, às 20 horas
Local: Theatro São Pedro
Ingressos: www.fidpoa.com e www.theatrosãopedro.com e, no local, uma hora antes de cada gala.
O público também poderá assistir a mostra competitiva com ingressos a preços especiais. Os bate-papos FIDPOA, com os convidados internacionais, têm entrada franca.
Um dos mais atuantes e produtivos artistas gaúchos, o caxiense Sergio Lopes inaugura no sábado, 3 de junho, a exposição “E o amor é tão longe…”. O vernissage será realizado das 10h às 14h na Galeria Bublitz, localizada na Av. Neusa Goulart Brizola, 143, em Porto Alegre. São 24 obras inéditas do artista, que poderão ser conferidas no espaço até o dia 1º de julho. Entrada franca.
O marchand Nicholas Bublitz destaca a admiração pelo trabalho de Sergio Lopes. “É uma honra receber uma exposição desse artista que é celebrado no Estado e em todo país e que faz parte da história da Galeria Bublitz, que celebra 35 anos em 2023. Aqui recebemos uma exposição individual de Lopes em 2017 e sua obra também marcou presença em outras quatro exposições coletivas”, recorda.
O artista Sérgio Lopes. Foto: Felipe Maciel/ Divulgação
Em “E o amor é tão longe…”, Sergio Lopes retoma um dos temas que se tornou uma de suas marcas-registradas: o “clown”. “Busco na figura do palhaço, personagem plural, rico de personalidades, uma forma de representar metaforicamente o indivíduo apaixonado, suas inquietudes e recordações”, revela o artista. Em sua obra, Lopes também expressa as figuras de pássaros, romãs e flores, que surgem repetidamente sobre a superfície das telas como em uma eterna busca da beleza, dos sons e dos aromas distantes.
Obra de Sérgio Lopes/ Divulgação
O artista apresenta, em acrílica sobre linho, crianças que posam para retratos serenas, captadas em momentos instantâneos e fugidios, como se ele desejasse paralisar o tempo. Em algumas áreas da pintura, o desenho permanece sem a cobertura de tinta, em uma alusão que representa a finitude e a incompletude do amor.
Obra de Sérgio Lopes/ Divulgação
“O característico nariz vermelho do Clown – a indefectível máscara do personagem, nessa série, é retirada, talvez simbolizando que a busca por esse sentimento distante não necessite de disfarces. O amor pode estar tão longe, mas busco sua materialização, numa tentativa de trazê-lo obviamente, para mais perto…. Creio ter conseguido!”, conclui o artista.
Quem é Sergio Lopes
Nascido em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, em 10 de março de 1965, Sergio Lopes cursou Licenciatura Plena em Educação Artística na Universidade de Caxias do Sul. É professor das disciplinas de desenho, do Curso de Tecnologia em Moda e Estilo, na Universidade de Caxias do Sul. Suas obras já estiveram presentes em exposições no Brasil, na Alemanha, na Bélgica, no Canadá e nos Estados Unidos.
Obra de Sérgio Lopes/ Divulgação
SERVIÇO
“E o amor é tão longe…” por Sergio Lopes
Local: Bublitz Galeria de Arte
Endereço: Av. Neusa Goulart Brizola, 143
Período: 3 de junho a 1 de julho
Vernissage: 3 de junho, das 10h às 14h
Visitação: segundas às sextas, das 10h às 18h, e sábados, das 10h às 14h
Um museu para reunir o acervo do historiador Ivo Caggiani, em Santana do Livramento, chegou a ter o início de sua construção anunciado, em 2005.
Quase vinte anos depois, abandonado e sem interesse do poder público, há duas semanas foi doado para o Museu Departamental de Rivera, no Uruguai.
“Obras do Museu Ivo Cggiani iniciam na semana que vem”, foi a manchete do jornal A Platéia, de 13 de fevereiro de 2005.
A Associação Comercial de Livramento havia cedido um terreno junto a sua sede no centro da cidade para construir o museu.
O jornalista Danilo Ucha, santanense de grande prestígio na capital, se engajou na campanha pelo museu, a ponto de apelar ao então ministro da Educação, Tarso Genro, pedindo apoio. (Tarso Genro, quando perseguido político, depois do golpe de 1964, se refugiara em Rivera).
Havia expectativa de enquadrar o projeto na lei de incentivo e ter apoio das empresas.
Por diversas razões, inclusive a morte do líder do movimento, Vitor Hugo Fialho, o projeto não andou. O assunto voltou ao domínio da familia que acabou por encontrar acolhida “do outro lado da linha”.
Vinte anos depois da sua morte, o jornalista e historiador Ivo Caggiani, que neste 27 de maio completaria 91 anos, está causando polêmica em Santana do Livramento, cidade onde nasceu e à qual dedicou grande parte de seu intenso trabalho de escritor e pesquisador.
A causa da polêmica é o acervo de livros, documentos e peças de valor histórico que Caggiani reuniu em um museu particular em meio século de atividade.
Ele começou em 1953, criando o Museu Municipal David Canabarro, num pequeno espaço da biblioteca pública de Livramento.
A falta de verbas e de interesse das sucessivas administrações municipais, o levaram a construir por conta própria um espaço para abrigar o material histórico que ia reunindo ao longo de suas pesquisas.
Caggiani escreveu 26 livros, entre eles uma História de Santana do Livramento, cidade famosa por sua fronteira singular com o município uruguaio de Rivera (apenas uma rua separa as duas cidades, sem qualquer impedimento de trânsito).
Além da história da cidade, que neste mês de julho completa 200 anos, escreveu perfis biográficos dos principais nomes da política municipal e estadual: Flores da Cunha, (parceiro de Getúlio Vargas na Revolução de 1930 e governador do Rio Grande do Sul), David Canabarro, herói da Revolução Farroupilha, João Francisco Pereira de Souza, famoso caudilho do movimento republicano, Honório Lemes, lendário guerrilheiro do pampa gaúcho, entre outros.
Em vida, Caggiani tentou transferir ao poder público o acervo e a manutenção do museu, sem encontrar solução. Com sua morte, em abril do ano 2000, o velho casarão que abrigava o museu ficou fechado, sob a guarda da família, que despendia cerca de R$ 3 mil mensais para a manutenção e limpeza.
Há duas semanas, depois de tentativas de transferir o acervo para a prefeitura de Livramento, os familiares decidiram doar todo o material para o Museu Departamental de Rivera, que dispõe de melhores recursos.
A decisão dividiu as opiniões na cidade, entre aqueles que acharam uma boa solução, uma vez que no Uruguai as questões culturais merecem melhor tratamento, e os críticos que viram mais um exemplo do descaso do poder público municipal com as questões culturais.
O mais importante festival de dança para crianças e jovens do País chega à segunda edição no Rio Grande do Sul com uma série de atrações confirmadas. O Festival CBDD Kids, promovido pelo Conselho Brasileiro de Dança, terá mais de 300 coreografias em sua mostra competitiva. Galas de abertura e de encerramento contarão com grandes nomes da dança nacional como Luiz Paulo Martins, Paulo Rodrigues e Marcos Silva.
Roberta Fridman e Paulo Vitor Rodrigues – CBDD Kids 2023 – Foto: César Rodrigues/ Divulgação.
O evento será promovido nos dias 27 e 28 de maio, no Teatro Unisinos, localizado na Av. Nilo Peçanha, 1600. A gala de abertura será no sábado, 27 de maio, às 20h. No domingo, 28 de maio, também às 20h, será a vez da gala de encerramento. Ingressos podem ser adquiridos presencialmente no Ballet Vera Bublitz, localizado na Rua Lucas de Oliveira, 158, em Porto Alegre, ou solicitados pelo whatsapp (51) 99500-0275 ou pelo telefone (51) 3028-4984.
Luiz Paulo Martins – Acervo Pessoal/ Divulgação
“É uma oportunidade para os pequenos vivenciarem a experiência de palco em um festival nacional. Nesta edição, teremos crianças de 4 a 14 anos, nas mais diferentes modalidades em uma oportunidade única e inesquecível”, destaca Carlla Bublitz, delegada regional RS do Conselho Brasileiro de Dança e uma das diretoras do Ballet Vera Bublitz (BVB). Além de medalhas para os três mais bem colocados e troféus para os primeiros lugares, os bailarinos serão premiados com bolsas de estudo e vagas para diversos festivais de dança do País.
Paulo Vitor Rodrigues e Maiara Terra y Castro – CBDD Kids 2023. Foto: César Rodrigues/ Divulgação
Entre os jurados estão Flávia Burlini, delegada do Conselho Brasileiro de Dança no Rio de Janeiro, com o histórico de ter sido solista do Theatro Municipal do Rio de Janeiro; Stefania Petry, bailarina formada pela Escola do Teatro Bolshoi e diretora da “Mostra Dança”, em São Paulo; Anette Lubisco, mestre em educação e pesquisadora em dança jazz; e Luciane da Rosa, diretora e coreógrafa da Compasso Companhia de Dança, de Dom Pedrito/RS, com coreografias premiadas em diversos festivais.
Renome nacional
Para as apresentações de gala, que ocorrem na abertura e no encerramento, foram convidados grandes talentos da dança na atualidade. Luiz Paulo Martins, do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, tem em sua trajetória apresentações em ballets de repertório, como O Corsário, Lago dos Cisnes e Paquita. Também foi bailarino do Conservatório Nacional de Dança e da Companhia Virginia National Ballet dos Estados Unidos.
Maiara Terra y Castro e Paulo Vitor Rodrigues – CBDD Kids 2023. Foto: César Rodrigues / Divulgação
Para as apresentações de gala, que ocorrem na abertura e no encerramento, foram convidados grandes talentos da dança na atualidade. Luiz Paulo Martins, do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, tem em sua trajetória apresentações em ballets de repertório, como O Corsário, Lago dos Cisnes e Paquita. Também foi bailarino do Conservatório Nacional de Dança e da Companhia Virginia National Ballet dos Estados Unidos.
Da Companhia Paulista de Dança Adriana Assaf, foram convidados os bailarinos Paulo Rodrigues e Marcos Silva. Paulo Rodrigues recebeu o título de melhor bailarino do Festival de Dança de Joinville e é considerado um dos melhores bailarinos brasileiros da atualidade. Em sua trajetória passou por importantes companhias mundiais de dança, como Joffrey Ballet, de Chicago. Também foi convidado para dançar na Gala Stars, em Moscou, onde cursou aulas no Teatro Bolshoi, da Rússia.
Marcos Silva, é outro destaque da dança do Brasil. Em 2021, foi indicado como Melhor Coreógrafo no Festival de Dança de Joinville. Em sua trajetória coleciona apresentações internacionais como convidado nos Estados Unidos e Rússia e premiações como melhor bailarino no Brasil e no exterior.
Trajetória internacional
Ao lado das bailarinas premiadas do Ballet Vera Bublitz, eles vão apresentar trechos de ballet de repertório como Dom Quixote, Pássaro Azul, Bela Adormecida, Quebra-Nozes, Coppélia e Lago dos Cisnes.
Entre essas bailarinas estão nomes que, em breve, estarão nos cursos de verão de algumas das principais companhias da Europa e dos Estados Unidos, como Julia Xavier, que acaba de se classificar entre as melhores do mundo no YAGP, Julia Petry Quinto, Maiara Terra Y Castro, Roberta Fridman, Beatriz Wanderlei, Martina Melnick. Isabeli Greff, Isabela Azevedo de Azevedo e Alicia Sassi Ogliari.
Completam o elenco de destaques gaúchos da dança as bailarinas Catarina Costa, Marina Starosta, Manoela Parizotti e Alicia Prietsch, que se prepararam para a final do World Ballet Competion, que ocorre de 19 a 23 de junho, em Orlando, nos Estados Unidos.
2° Festival CBDD Kids Porto Alegre
Período: de 27 a 28 de junho
Gala de abertura: 27 de junho, às 20h
Gala de encerramento: 28 de junho, às 20h
Local: Teatro Unisinos – Av. Nilo Peçanha, 1600
Ingressos podem ser adquiridos presencialmente no Ballet Vera Bublitz, localizado na Rua Lucas de Oliveira, 158, em Porto Alegre, ou solicitados pelo whatsapp (51) 99500-0275 ou pelo telefone (51) 3028-4984 Informações e regulamento: Instagram: @festivalcdbddkispoa.
Orquestra, solistas, banda, coro sinfônico e coro infantojuvenil se encontram no palco da Casa da OSPA para percorrer os maiores sucessos da banda britânica
Atendendo a um pedido frequente do público, está de volta um dos espetáculos de maior sucesso da história da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), fundação vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac-RS). Em homenagem aos 50 anos do disco “Dark Side of the Moon”, celebrados em 2023, o concerto Pink Floyd Sinfônico será reapresentado no sábado (20), às 17h, e no domingo (21), às 18h. Os ingressos já estão esgotados para os dois dias.
Cerca de 150 artistas estarão reunidos no palco da Casa da OSPA para executar alguns dos maiores hinos do rock em arranjos sinfônicos criados especialmente para o espetáculo. Além da Orquestra completa, estará presente uma banda formada pelo guitarrista Johnny Macedo, o baixista Gabriel Nunes, o pianista Paulo Bergmann e o baterista Jorge Matte. Para os vocais, a OSPA conta com os cantores Rafa Gubert e Elisa Machado como solistas, além da potência das quase 100 vozes somadas do Coro Sinfônico da OSPA, do Coro Jovem e do Coro Infantojuvenil da Escola da OSPA. O diretor artístico e maestro titular da OSPA, Evandro Matté, comanda o espetáculo, que conta ainda com vídeos, iluminação e sonorização especial.
Para o regente, a grandiosidade da obra do Pink Floyd se presta bem a espetáculos neste molde: “Historicamente, as grandes orquestras do mundo fazem espetáculos pop com bandas de sucesso. Temos o exemplo da London Symphony e da Sinfônica de Los Angeles, entre outras. A qualidade musical de um grupo como o Pink Floyd é tão grande que permite que uma orquestra explore este mundo musical”, comenta Evandro Matté. A primeira edição de “Pink Floyd Sinfônico”, montada em 7 de julho de 2019, levou mais de 3 mil pessoas ao Auditório Araújo Vianna. A apresentação pode ser assistida na íntegra no canal da OSPA no YouTube. Em 2023, o concerto será voltado apenas ao público presencial na Casa da OSPA, sem transmissão ao vivo.
Foto; Mariana Moraes/ Divulgação
O repertório atravessa a história da banda com músicas pinçadas de cinco álbuns diferentes. O ponto de partida é a psicodélica “Astronomy Domine”, do primeiro disco, “The Piper at the Gates of Dawn” (1967). Em seguida, a orquestra interpreta três clássicos de “The Dark Side of The Moon” (1973): “Time”, “The Great Gig in The Sky” e “Money”. O Coro Sinfônico da OSPA brilha em “Shine on You Crazy Diamond”, que representa o álbum “Wish You Were Here” (1973) ao lado da faixa-título. Do disco “The Wall” (1979), serão executadas onze músicas, incluindo “Another Brick in The Wall”, com a participação dos coros jovem e infantojuvenil da Escola da OSPA. A jornada musical termina com “High Hopes”, destaque do álbum “Division Bell” (1994).
O cantor Rafa Gubert, que fez carreira no exterior com a banda Akashic e esteve ao lado da OSPA na primeira edição do “Pink Floyd Sinfônico”, retorna como solista. “Sou um cara que veio do rock, é um privilégio interpretar umas das mais icônicas bandas de todos os tempos ao lado da OSPA, é muito emocionante. Uma alegria imensa poder repetir esse concerto tão marcante na minha trajetória”, comenta Rafa, que empresta a voz grave aos sucessos “Another Brick in the Wall”, “Mother”, “Goodbye Blue Sky”, “Nobody Home”, “Vera”, “In the flesh?”, “Run like Hell”, “The Trial” e “High Hopes”. Já a cantora lírica Elisa Machado, que leciona canto no Coro Sinfônico da OSPA, encara o desafio de interpretar o intenso solo de “The Great Gig in the Sky”.
O trio de arranjadores Gilberto Salvagni, Alexandre Ostrovski e Silvane Guerra foi responsável por traduzir as músicas originais para a linguagem orquestral. Nesse processo, as possibilidades são infinitas. Em “Time”, por exemplo, a guitarra é o ponto de partida para um diálogo entre violino, clarinete, oboé, flautas, trompas, trombones e muitos outros instrumentos que se revezam sob os holofotes. Em “Wish You Were Here”, os icônicos acordes de violão originais se somam ao timbre do violoncelo e do saxofone, enquanto um clarinete assume o papel de vocalista por um momento.
Sobre Evandro Matté (regente)
É diretor artístico e maestro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, da Orquestra Theatro São Pedro e do Festival Internacional SESC de Música, em Pelotas. Realizou sua formação musical na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na University of Georgia (Estados Unidos) e no Conservatoire de Bordeaux (França). Desde 2006, atua como regente e, como convidado, já esteve à frente de orquestras de Uruguai, Argentina, China, Portugal, República Checa, Croácia, Alemanha, Itália, Colômbia e Estados Unidos. Em 2019, foi condecorado pelo Ministério da Cultura da França pelo desenvolvimento das artes francesas em seu domínio artístico.
Rafa Gubert (solista – canto)
Rafa Gubert foi vocalista da Akashic, banda que lhe proporcionou experiência internacional e a gravação de dois CDs. Em 2001, foi premiado com o Oscar della Musica em Roma (Itália). Em 2002, participou da gravação do CD Gemini do guitarrista português Paulo Barros, gravado na cidade de Porto (Portugal), que foi lançado na Europa pela Point – Music e, na América do Sul, pela Hellion Records. Desde 2003, realiza trabalho acústico com Tita Sachet e, desde 2008, é vocalista da banda Hardrockers. Ao lado da OSPA, já solou na primeira edição do Pink Floyd Sinfônico, em 2019.
Elisa Machado (solista – soprano)
A soprano Elisa Machado é Bacharel em Música pela UFRGS. Concluiu também os cursos Básico de trompete e Avançado de canto no Conservatório Pablo Komlós da OSPA, além de participar de oficinas e cursos de aperfeiçoamento desde o início de sua formação. Lecionou canto no curso de extensão da Unisinos, foi professora substituta na UFRGS em dois períodos distintos, além de trabalhar na preparação vocal de coros. Tem se apresentado em recitais e concertos com as principais orquestras do RS. Em 2014, recebeu o 1º Prêmio no 12º Concurso Brasileiro de Canto Maria Callas, mesmo ano em que prestou concurso para a OSPA, onde trabalha junto ao Coro Sinfônico desde então.
Os coros da OSPA
O Coro Sinfônico da OSPA é formado por cantores adultos que se dedicam a interpretar grandes obras do repertório coral-sinfônico. Além de participações marcantes na programação da OSPA, inclusive em montagens operísticas encenadas, o grupo realiza concertos à capela em diferentes cidades do Estado e com outras orquestras ou grupos instrumentais. A equipe artística é formada pelo maestro Manfredo Schmiedt, a professora de canto Elisa Machado e o pianista Eduardo Knob. O Coro Infantojuvenil e o Coro Jovem são formados por estudantes da Escola de Música da OSPA, que são escolhidos por meio de seleção. O primeiro é formado por crianças de 8 a 12 anos, enquanto o segundo, por adolescentes a partir dos 13 anos. Os dois conjuntos vem realizando recitais do conservatório, além de participações nas temporadas oficiais da OSPA, e são regidos por Cosmas Grieneisen.
ORQUESTRA SINFÔNICA DE PORTO ALEGRE
Concerto da Série POP – Pink Floyd Sinfônico
20 E 21 DE MAIO DE 2023
Início do concerto: às 17h de sábado e às 18h de domingo.
Onde: Casa da OSPA (CAFF – Av. Borges de Medeiros, 1.501, Porto Alegre, RS).
Ingressos: Esgotados.
Estacionamento: gratuito, no local.
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 6 anos.
Este evento disponibiliza medidas de acessibilidade.
PROGRAMA
Astronomy Domine
Medley Time / The Great Gig In The Sky
Money
Shine On You Crazy Diamond
Medley The Happiest Days Of Our Lives / Another Brick In The Wall
Mother
Goodbye Blue Sky
Hey You
Medley Nobody Home / Vera / Bring The Boys Back Home
In The Flesh?
Run Like Hell
The Trial
Wish You Were Here
High Hopes
Apresentação: Orquestra Sinfônica de Porto Alegre
Direção Artística e regência: Evandro Matté
Solistas: Rafael Gubert e Elisa Machado (canto)
Músicos convidados: Johnny Macedo (guitarra), Gabriel Nunes (baixo elétrico), Paulo Bergmann (piano), Jorge Matte (bateria)
Participação especial: Coro Sinfônico da OSPA, Coro Jovem e Coro Infantojuvenil da Escola da OSPA
Arranjos: Gilberto Salvagni, Alexandre Ostrovski, Silvane Guerra
Iluminação: José Luis Fagundes (Kabelo)
Sonorização e Captação de Imagens: Atmosfera Produtora
Produção e edição de vídeos: Ricardo L. Gottardo e Vitória Proença
Lei de Incentivo à Cultura
Patrocínio da Temporada Artística: Vero e Gerdau.
Patrocínio da Casa da Ospa: Banrisul, Vero, Panvel, Grupo Zaffari e Gerdau.
Apoio da Temporada Artística: Fraport e Imobi.
Realização: Fundação Ospa, Fundação Cultural Pablo Komlós, Secretaria da Cultura do RS, Ministério da Cultura, Governo Federal – União e Reconstrução. PRONAC: 212601.
A 3ª edição do Sarau Libretos acontece no Centro do Migrante – Biblioteca Cirandar (Rua dos Andradas, 851 – Porto Alegre) no dia 18 de maio (quinta-feira). A Biblioteca Cirandar funciona junto ao Centro de Referência à População e ao Migrante, trabalhando com públicos diversos, desde sua origem nas ilhas do Guaíba, onde era mantida uma biblioteca comunitária denominada Arquipélago, fechada pela construção da nova ponte.
Na programação, roda de conversa, contação de histórias, debate, apresentação e exposição de livros, a partir das 11h até as 20h. Participam do Sarau Libretos: Rafael Guimaraens, Rosane Castro, Taiasmin Ohmacht, Fabiana Sasi e Afoxé às Yabàs. Todas as atividades são voltadas a migrantes, estudantes e público em geral, com entrada franca.
Fabiana Sasi Foto: Fernando Nectoux/ Divulgação
Os eventos serão igualmente transmitidos ao vivo e gravados para compor o legado do Sarau Libretos. A transmissão em tempo real será pelo Facebook/libretoseditora e pelo Youtube/Libretos100.
O projeto visa a democratização e a promoção da leitura em diferentes bairros de Porto Alegre. As primeiras edições foram realizadas no Morro da Cruz, em novembro, e no Morro Santana, em março. Estão previstos, ainda, encontros na Vila Bom Jesus e na Restinga. Clô Barcellos, diretora da Libretos, reforça o comprometimento da editora: “A escrita e a leitura, em algumas situações, passam pela resistência e identidade, ainda mais em se tratando de migrantes e da população menos favorecida materialmente. O Sarau Libretos assume a cada edição maior potencial como ferramenta de efetiva conscientização, difusão e estímulo à leitura, dentro de seus pilares básicos de proposição”.
Esta iniciativa tem financiamento do Governo do Estado do Rio Grande do Sul por meio do Pró-cultura RS FAC Publicações (Fundo de Apoio à Cultura).
Programação:
11h às 20h – exposição de livros da Libretos
Rafael Guimarães. Foto: Aline Moore/ Divulgação
13h30 – Roda de conversa com Rafael Guimaraens. O escritor fala com estudantes do Clube de Leitura Escola Oscar Schmidt da Ilha das Flores, sobre sua obra que trata em geral sobre Porto Alegre e a Biblioteca Cirandar tem a maioria de seus 20 livros, incluindo alguns raríssimos e esgotados, como o álbum “Rua da Praia um Passeio no Tempo” e “Abaixo a Repressão – Movimento Estudantil e as Liberdades Democráticas”. Dentre outros títulos, vão debater o livro “Fim da Linha – o crime do bonde”, um trabalho que inclui parâmetros de civilização e aborda questões públicas como direitos e cidadania.
Rosane Castro; Foto: arquivo pessoal/ divulgação
15h30 – Contação de história com Rosane Castro. A escritora e narradora de histórias conversa com estudantes do 3° e 4° anos da Escola Estadual Paula Soares, localizada no Centro Histórico, acerca do livro “Batidas de Okàn”, que traz uma história ficcional ambientada no cenário cultural de uma família brasileira de origem africana e apresenta palavras do idioma yorubá – tais como okàn (coração) e Ijó (dançar). Tem vinte e oito anos de carreira, e dedica-se ao aprimoramento de sua obra para oferecer uma literatura de qualidade, identificada com as diferenças.
Taiasmin Ohmacht . Foto: autorretrato/ Divulgação
18h – Bate-papo com Taiasmin Ohmacht mediado por Fabiana Sasi sobre a obra “Vozes de Retratos Íntimos” (Editora Taverna).
Fabiana Sasi é produtora, editora, cozinheira e escritora. Possui 11 anos de experiência como produtora executiva e editora de imagens em televisão e produtoras de vídeo de Porto Alegre Em 2021, escreveu e publicou o livro infantil “O fio da memória” vencedor do Prêmio Açorianos 2022 – categoria Literatura Infantil, do Troféu Carlos Urbim de Literatura para Infância da Academia Rio Grandense de Letras e finalista do Prêmio Minuano do Instituto estadual do Livro 2022 na categoria ilustração infantil.
Taiasmin Ohnmacht – psicóloga e psicanalista. Participou da organização do e-book “Da Vida Que Resiste – Vivências de Psicólogas(os) entre a Ditadura e a Democracia” (CRP/RS, 2014). Em 2016 publicou o livro “Ela Conta Ele Canta” (Cidadela), em parceria com o poeta Carlos Alberto Soares. Foi relacionada no catálogo Intelectuais “Negras Visíveis” (Malê, 2017), lançado na FLIP. Em 2019 lançou a novela “Visite o Decorado” (Figura de Linguagem). Publicou textos nas antologias “FakeFiction” (Dublinense, 2020), “Contos de Psicanálise” (Diadorim, 2020), “Travessias de Amanaã” (Libretos, 2021). Em 2021, publicou o romance “Vozes de Retratos Íntimos” (Taverna), romance que em 2022 foi vencedor na categoria Narrativa Longa, do prêmio AGES e do prêmio Açorianos, também finalista nos prêmios Jabuti, São Paulo de Literatura e Academia Rio-grandense de Letras.
Afoxe as Yabas . Foto: Divulgação
19h – Apresentação Afoxé às Yabàs e diálogo com coletivo na perspectiva antirracista. Para público em geral e voluntárias da entidade, com objetivo de formação.
O Afoxé, de origem iorubá, é um símbolo da cultura africana no Brasil. Conhecido como “Candomblé de rua”, é uma manifestação que busca levar o axé para fora dos terreiros. Algumas de suas características são as roupas, nas cores dos Orixás, os instrumentos de percussão, as cantigas em língua iorubá e a dança. Além disso, religiosidade e resistência andam juntas nessa manifestação da cultura popular. O Grupo Afoxé às Yabás é formado por capoeiristas, dançarinas, ativistas e musicistas. Elas buscam a sonoridade e o ritmo percussivo do afoxé por meio da dança e do canto, vivenciando a Cultura do Afoxé conforme os seus fundamentos e legado deixado pelo Mestre Moa do Katende. Através desta manifestação cultural reforçamos a nossa luta contra racismo, machismo e a intolerância religiosa.
Sarau Libretos no Centro do Migrante/Biblioteca Cirandar
Sábado, dia 18 de maio, das 11h às 20h
Biblioteca Cirandar (Rua dos Andradas, 851, Centro Histórico) – Centro de Referência à População e ao Migrante – Porto Alegre – RS
Entrada Franca
O evento também será transmitido em tempo real pelo Facebook/libretoseditora e pelo Youtube/Libretos100
Um talento gaúcho que já brilhou nos palcos de Nova York fará uma apresentação única neste domingo, 14 de maio, às 18h, em Porto Alegre, acompanhado pela Ospa. Pedro Coppeti participa do tradicional Concertos Comunitários Zaffari de Dia das Mães, que será realizado no Teatro do Bourbon Country. Os ingressos, gratuitos e limitados, podem ser retirados nas lojas: Zaffari Higienópolis, Hipermercados Bourbon Country, Bourbon Assis Brasil e Bourbon Wallig, e bilheteria do Teatro do Bourbon Country.
Pedro Coppeti será solista ao lado da cantora Gabrielle Fleck. O evento tem a regência do maestroEvandro Matté. No repertório, estão clássicos da Broadway como O Fantasma da Ópera, A Bela e A Fera e Os Miseráveis.
Pedro Coppeti. Foto: Johnny Wilson Photography/ Divulgação
Pedro Coppeti
Natural de Iraí, no interior do Estado, Coppeti estudou Música com ênfase em Canto na UFRGS e, antes de se formar, recebeu uma bolsa e se graduou na American Musical and Dramatic Academy (AMDA) em Teatro Musical, uma das mais conceituadas escolas de dramaturgia do mundo. Em sua trajetória, o artista foi o solista principal do Natal Luz de Gramado e se apresentou no espetáculo Chimango, com a OSPA, entre outros trabalhos no Brasil. Também esteve em alguns dos mais renomados palcos de musicais dos Estados Unidos, como o Town Hall, o Lincoln Center e o The Carnegie Hall.
No ano passado, o espetáculo Broadway by The Year, com a participação de Coppeti, reuniu talentos musicais em algumas das mais célebres peças que ainda não estrearam na Broadway, como O Corcunda de Notre Dame, The Last 5 Years e The Baker’s Wife. Cerca de 1.500 pessoas prestigiaram o evento.
O Bar Odeon, local mítico no centro de Porto Alegre, por ter uma programação musical que contempla o que há de melhor na produção instrumental e vocal gaúcha, principalmente jazz, abriga nesse sábado, dia 13, uma comemoração: o encontro do Bota Fogo, um time de futebol que reúne músicos da cidade. É evento de luxo. Tem a presença da Bota Fogo Big Band, janta com culinária oriental e sorteio de uma rifa de cesta indígena contendo cds, lps, livros e outros produtos culturais.
O time de futebol completou 26 anos de existência no dia 1º de abril, mas a celebração do aniversário será agora. A equipe joga toda terça-feira à noite, na sede da Amrigs, na avenida Ipiranga O presidente do Bota Fogo, o percussionista Chicão Dorneles, explica: ´vamos juntar o espírito festivo das pessoas que frequentam nossos encontros com o charme do Odeon, um lugar cult da cidade. A festa é do Bota, mas todas as pessoas são bem vindas”.
Entre os músicos que fazem parte da Bota Fogo Big Band são esperados Liane Schuler, Amaury Abramowiski, Leonardo Ribeiro, Marcos Ungaretti, Josué Krug, Chicão Dornelles, Mário Falcão e outros instrumentistas e cantores conhecidos no cenário musical de Porto Alegre.
Porco agridoce, prato da culinária chinesa. Foto: Paulo Coutinho/ Divulgação
Gastronomia chinesa
Uma das atrações da noite é a gastronomia do evento. A cozinha do bar não funcionará, somente o serviço de bebidas. Haverá janta com culinária oriental, a cargo de Paulo Coutinho, atleta do Bota Fogo e cozinheiro responsável pelo evento privado, Cozinha em Preto e Branco.
Coutinho fala do cardápio. “Nós serviremos como prato principal porco agridoce e mais salada de cenoura com pepino ao molho de gengibre, alho, pimenta, shoyu, açúcar e óleo de gergelim. O acompanhamento é arroz com cebolinha verde ou coentro”.
“O porco agridoce é o prato mais cultuado e conhecido da culinária chinesa pelas bandas de cá. Original da cozinha tradicional cantonesa seu sabor conquistou o paladar e a predileção dos comensais ocidentais. Essa salada também é muito apreciada em província do Cantão. Aqui ela percebida como exótica”, conclui o chef Coutinho.