Acompanhada de um trio, ela mostra as canções de seu mais recente EP e de seu último single, no Theatro São Pedro, com entrada franca
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Categoria: Cultura-MATÉRIA

A versatilidade sonora de Rita Zart, no projeto Mistura Fina

Grupo Cerco celebra 15 anos com “Trago Sorte Mentira & Morte” no Theatro São Pedro
Espetáculo terá duas apresentações, dias 24 e 25 de janeiro, dentro da programação do Porto Verão Alegre 2023
O Grupo Cerco no ano em que comemora seus quinze anos, traz pela segunda vez ao Theatro São Pedro
sua mais recente produção: a opereta-rock “Trago Sorte Mentira & Morte”. Um dos espetáculos mais procurados
pelo público em 2022 retorna dentro da programação do festival Porto Verão Alegre 2023, em duas únicas
apresentações, dias 24 e 25 de janeiro, terça e quarta às 21h. Os ingressos estão sendo vendidos através do site do
festival (www.portaoveraoalegre.com.br) e os valores são entre R$ 20,00 e R$ 40,00.
Foto: Adriana Marchiori /Divulgação Desde sua estreia, a peça foi apresentada em três temporadas, uma no Bar Agulha, uma no Theatro São Pedro e outra no Teatro Renascença, todas com sessões lotadas e fila de espera. O espetáculo recebeu 11 indicações ao Prêmio Olhares da Cena 2022: melhor espetáculo; melhor direção (Inês Marocco, Kalisy Cabeda e
Simone Rasslan); melhor ator (Bruno Fernandes); melhor atriz coadjuvante (Camila Falcão, Elisa Heidrich e Martina Fröhlich); melhor ator coadjuvante (Anildo Böes); melhor figurino (Valquíria Cardoso); melhor maquiagem (Camila Falcão, Manoela Wunderlich, Martina Fröhlich e Anildo Böes); melhor trilha sonora (Grupo Cerco e banda) e melhor
produção (Daniela Lopes). Além destas indicações Trago Sorte Mentira & Morte foi considerado como um dos
melhores espetáculos nacionais de 2022 pela página Atores da Depressão (@atoresdadepressão).
Foto: Adriana Marchiori / Divulgação Sinopse
Em um bar decadente, personagens boêmios vivem imersos em bebidas, jogos e sedução. Nesse ambiente
degradado lutam por sua sobrevivência e pelo seu prazer. Trago Sorte Mentira & Morte é uma opereta rock repleta de malandragem e feitiçaria onde a ganância mortal encontra a morte e o sobrenatural.
Valentin, um trambiqueiro malandro, e Tom, um trapaceiro de jogos de azar, têm seu caminho cruzado por Marquito, um político argentino, e Lívia, uma sedutora femme fatale. Interessados pelas habilidades de Valentin, Marquito e Lívia o inserem no mundo da política ambicionando o enriquecimento. O encontro entre as personagens desencadeia
uma disputa por dinheiro, poder e pelo questionável amor de Lívia.Trago Sorte Mentira & Morte é o quinto espetáculo de repertório do Grupo Cerco, coletivo teatral que
completa em 2023 quinze anos e acumula em sua trajetória diversos prêmios e grande reconhecimento do
público e da crítica. Com texto e canções originais de Celso Zanini, integrante do grupo, a peça escrita em rimas e repleta de comicidade conta com a direção musical de Simone Rasslan e direção cênica de Inês Marocco e Kalisy Cabeda.
Duração: 120 minutos
Classificação: 14 anos
Ingressos
A venda dos ingressos acontece no site do festival, o www.portaoveraoalegre.com.br, que conta com filtros para
facilitar a busca, entre eles data, nome, gênero, teatro, já que cada um dos espetáculos tem o seu link para compra. Neste ano, ainda haverá pontos de venda físicos. Os locais serão confirmados em breve. Além disso, será possível
comprar qualquer ingresso nas bilheterias dos teatros durante as duas horas que antecedem às sessões.
Os valores foram mantidos em relação aos últimos anos, assim como a política de desconto, 20% clientes
Banricompras e aqueles incluídos na Lei Federal da Meia Entrada*:
Inteira: R$40,00
Banricompras*: R$32,00 (desconto sobre o preço inteiro, mas que não é aplicado nas atrações em cartaz no Farol Santander)
Meia-Entrada: R$20,00
Importante: As compras de ingresso no site do Porto Verão Alegre têm 18% de taxa de conveniência adicionada aos
valores acima.
| SERVIÇO |
Trago Sorte Mentira & Morte ~ Theatro São PedroDatas: 24 e 25 de janeiro, terça e quarta
Horário: 21h
Local: Theatro São Pedro – Praça Mal. Deodoro S/N – Centro – Porto Alegre/RS – Estacionamento no local
Duração: 120 minutos
Classificação: 14 anos
**Não será permitida a entrada após o início do espetáculo, não havendo troca nem devolução do ingresso.
FICHA TÉCNICA
Criação coletiva: Grupo Cerco
Direção Cênica: Inês Marocco e Kalisy Cabeda
Direção Musical e Preparação Musical: Simone Rasslan
Dramaturgia: Celso Zanini
Elenco: Anildo Böes, Bruno Fernandes, Camila Falcão, Elisa Heidrich, Manoela Wunderlich, Martina Fröhlich, Philipe
Philippsen
Banda: Gabriela Lery, Rhuan de Moura e R. Fernandez
Composição Original das Canções: Celso Zanini e Sanatório Rock Blues
Arranjos: Frigo Mansan, Gabriela Lery, R. Fernandez e Simone Rasslan
Cena Sonora Original: Grupo Cerco e Banda
Desenho de Luz: Ricardo Vivian
Operação de Luz: Bruna Casali
Desenho de Som: Rodrigo Rheinheimer
Cenografia: Rodrigo Shalako
Contrarregragem: Dani Nardin
Concepção de Figurinos: Valquíria Cardoso
Confecção de Figurinos e Adereços: Valquíria Cardoso, Alex Limberger e Mari Falcão
Maquiagem: Anildo Böes, Camila Falcão, Manoela Wunderlich e Martina Fröhlich
Preparação Corporal: Anildo Böes e Manoela Wunderlich
Preparação Vocal: Philipe Philippsen e Simone Rasslan
Programação Visual: Marina Kerber
Gestão de Redes Sociais: Elisa Heidrich
Fotos para Divulgação: Adriana Marchiori
Produção e gestão: Daniela Lopes / Cardápio Cultural
Apoio: Grupo Press, Pastel com Borda e Expresso 25
Realização: Grupo Cerco
SOBRE O GRUPO CERCO
Coletivo de artistas de Porto Alegre, atualmente formado por 15 profissionais, o Grupo Cerco tem no teatro contemporâneo a sua principal linguagem. Apontado pela crítica como um dos destaques do teatro gaúcho desde o ano de sua estreia, sua investigação cênica resultou em um repertório de cinco espetáculos: “O Sobrado” (2008),
“Incidente em Antares” (2012), “Puli-Pulá” (2015), “Arena Selvagem” (2018) e “Trago Sorte Mentira & Morte” (2022),
todos premiados, com reconhecimento de público e crítica, além da participação em projetos e eventos regionais, nacionais e internacionais.
A beleza invisível de Porto Alegre, no olhar de Ricardo Stricher
Fotógrafo apresenta a beleza invisível na paisagem cotidiana da capital
Fotógrafo e jornalista há mais de 4 décadas, Ricardo Stricher faz uma declaração de amor à cidade onde nasceu. Stricher mostra um resultado sem filtros, de locais da região central da cidade, caminhos que percorre diariamente.
O fotógrafo Ricardo Stricher. Foto Alexandro Auler/ Divulgação A exposição “Ricardo Stricher homenageia Porto Alegre”, com curadoria do fotógrafo Alexandro Auler, ficará em cartaz no Café Fon Fon (Rua Vieira de Castro, 22 – Porto Alegre/RS) até o final de fevereiro. A abertura acontecerá no dia 23 de janeiro (segunda-feira), a partir das 18h, e contará com show especial da banda El Trio às 21h. As obras estarão à venda direto no local.
Foto Ricardo Stricher/ Divulgação Stricher é conhecido como um cronista visual da capital, pela singularidade com que registra os diferentes aspectos por onde passa na cidade. São imagens peculiares feitas em suas caminhadas pelos bairros centrais de Porto Alegre, tanto de dia como à noite.Ricardo Stricher tem seu nome associado a inúmeros trabalhos em fotografia, cinema, teatro e música. É fotógrafo há mais de 4 décadas. Já trabalhou na da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, na Câmara Municipal de Porto Alegre, no Palácio Piratini, no Jornal Zero Hora e, como freelancer, em diferentes jornais e revistas locais e nacionais, tendo sido, também, fotógrafo de todas as edições do Fórum Social Mundial em Porto Alegre.

Foto Ricardo Stricher/ Divulgação Na carreira profissional, contabiliza 17 exposições individuais (sem falar em dezenas de mostras coletivas) e um livro publicado – Porto Alegre Invisível (Libretos Editora, 2012), que reúne 70 imagens da Capital –, além de um Prêmio ARI de Fotografia, em 2013. Participou também dos livros Mercado Público – palácio do povo (2012) e Águas do Guaíba (2015), ambos editados pela Libretos.
Mostra com trabalhos de 22 artistas visuais, no Espaço Cultural Correios
Exposição “Consequências” com curadoria de Denise Giacomoni apresenta obras de 22 artistas. Vernissage acontece no dia 19 de janeiro.

CICLOS – Cynthia Feyh Jappur – Divulgação Verão também é tempo de arte no Centro Histórico de Porto Alegre e uma oportunidade para visitar a Exposição CONSEQUÊNCIAS no Espaço Cultural Correios (Av. Sete de Setembro, 1020). A mostra apresenta diferentes visões e expressões de 22 artistas. A curadoria é da artista visual, fotógrafa e paisagista Denise Giacomoni.

GESTO 2 (FLAUTISTA) – Daisson Flach- Divulgação A exposição tem vernissage na quinta-feira, 19 de janeiro, às 18h. Durante a abertura, haverá apresentação de performance da atriz e bailarina Chana Manica, que atuará ao ritmo da sonoridade harmônica e melódica do vibrafone do percussionista Marcio Bicaco. As obras ficarão no espaço até o dia 26 de fevereiro. Visitações de terça a sábado, das 10h às 17h. Entrada franca.

Obra – Deja Rosa- Divulgação Para a exposição, Denise reuniu pinturas, fotografias, esculturas e tapeçarias demonstrando que as sequências também são consequências. São obras dos artistas Clau Sieber, Cynthia Feyh Jappur, Daisson Flach, Deja Rosa, Delise Renck, Denise Wichmann, Dirce Fett, Ita Stockinger, Leandro Machado, Leda Zimmermann, Lucio Spier, Lu Gaudenzi, Luiz Filipe Varella, Mery Bavia, Milena Julianno, Nana Heisler, Nara Fogaça, Rogério Pessôa, Rose Osório, Sandra Kravetz, Tania Martins e Tita Macedo.

Obra – Luiz Filipe Varella – Divulgação “Isolamento, vontades sufocadas, desejos mortos, artistas adormecidos, tristeza. Finalmente, o afloramento. Pegamos os pincéis, as espátulas, as câmeras, os computadores, tudo que nos conecta à arte e a nós mesmos. Nossa vontade, nosso âmago, nosso coração. Imaginação. As consequências são as sequências. Arte produzida com sensação de renovar, respirar, retomar novos horizontes”, observa Denise Giacomoni ao detalhar a motivação dos artistas para a mostra.

Grito da natureza, 2018 – acrílica sobre tela – 92x73cm da série Reflexos – Divulgação É um olhar de seguimento, um impulso de arte que se renova. “O fazer artístico, antes de tudo, é poesia visual, é dar novo sentido às coisas, aos fatos, aos acontecimentos. A mostra traz o reflexo desse encadeamento desse grupo de artistas nessa fase pós-pandêmica, traduzindo esse recomeço pelas abstrações, pelas desconstruções, pelas ressignificações – mas sobretudo pela sequência. Em CONSEQUÊNCIAS, apresentamos nossa amostra da capacidade de superação do artista”, resume Denise.

A BOLHA COLORIDA – Rose Osório- Divulgação Serviço:
Exposição CONSEQUÊNCIAS
Curadoria: Denise Giacomoni
Artistas: Clau Sieber, Cynthia Feyh Jappur, Daisson Flach, Deja Rosa, Delise Renck, Denise Wichmann, Dirce Fett, Ita Stockinger, Leandro Machado, Leda Zimmermann, Lucio Spier, Lu Gaudenzi, Luiz Filipe Varella, Mery Bavia, Milena Julianno, Nana Heisler, Nara Fogaça, Rogério Pessôa, Rose Osório, Sandra Kravetz, Tania Martins e Tita Macedo
Abertura: 19 de janeiro (quinta), às 18hVisitação: 20 de janeiro a 26 de fevereiro de 2023 – terça a sábado das 10h às 17h
Local: Espaço Cultural Correios
Endereço: Av. Sete de Setembro, 1020, Centro Histórico, Porto Alegre (acesso pela Rua Sepúlveda)
Com Assessoria de Imprensa.

O TEMPO EM CAMADAS – Leda Zimermann- Divulgação 
Pelotas torna-se a capital da música em dez dias de festival internacional
Às 18h desta segunda-feira, 16/01, no Largo do Mercado Público, em Pelotas, começam a soar as primeiras notas do 11º Festival Internacional Sesc de Música.
Um dos maiores eventos de música de concerto da América Latina, o Festival começa no Centro Histórico da cidade na forma de um já tradicional cortejo musical, puxado pelos músicos que participam do no evento.
O cortejo parte do Mercado Público e percorre as ruas do calçadão, dando um gostinho das atividades que acontecem até 27 de janeiro.
Ao longo destes dias, serão mais de 60 apresentações musicais gratuitas para a comunidade, a presença de músicos de diversas nacionalidades e aulas, no eixo Pedagógico do evento, para cerca de 350 alunos bolsistas vindos de diferentes partes do Brasil e do mundo para aprenderem com professores renomados.
Após o cortejo, ainda na segunda-feira, a primeira apresentação do 11º Festival Internacional Sesc de Música é de Alejandro Brittes e Orquestra Barroca no Theatro Guarany (Rua Lobo da Costa, 849).
O espetáculo da orquestra, para o qual já foram retirados todos os ingressos disponíveis gratuitamente, é liderado pelo acordeonista, compositor, pesquisador e intérprete de música argentino Alejandro Brittes, que é PHD em Música pela Universidade do Texas e vencedor de prêmios como o do Festival de Chamamé de Federal.
A apresentação também marcará a abertura oficial da edição 2023 e poderá ser acompanhada por transmissão ao vivo através do site www.sesc-rs.com.br/festival.
Diferentes espaços de Pelotas receberão atrações como a Orquestra Mundana Refugi, a Ópera Cavalleria Rusticana, Orquestra de Câmara Theatro São Pedro, acompanhada de Vitor Ramil, assim como a Sphaera Mundi Orquestra, dentre outras.
Os espetáculos que acontecerão no Theatro Guarany e no Teatro Sicredi (Avenida Dom Joaquim, 1087) demandam a retirada antecipada de ingressos gratuitos.
As entregas serão feitas na Rua Lobo da Costa, 849, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 18h30. Há limite de dois ingressos por pessoa, conforme cronograma de distribuição iniciado no dia 10.
Para as apresentações da primeira semana, os ingressos já estão esgotados. Entre os dias 14, 17, 18 e 19 de janeiro serão entregues os ingressos para os dias 19, 22 e 23; e em 20, 21, 23 e 24 são distribuídos para os dias 24, 25 e 26.
Quem não conseguir buscar com antecedência, pode tentar 1h30 antes de cada concerto na entrada dos teatros, onde haverá um número limitado de ingressos. Sugere-se a doação de 1kg de alimento não perecível por pessoa para o programa Mesa Brasil Sesc.
Promovido pelo Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal, em parceria com a Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo, e tendo como diretor artístico o maestro Evandro Matté, o Festival atua em dois eixos principais: Pedagógico e Sociocultural.
No plano Pedagógico, são ofertados cursos de instrumentos, composição, canto lírico, choro, prática de música de concerto e câmara, prática de orquestra e prática de banda sinfônica para estudantes e profissionais da música.
Já no Sociocultural, são realizados recitais de professores e alunos, além de uma ampla programação de espetáculos gratuitos, abertos a toda comunidade. Para este ano, o Festival conta com o patrocínio master da CMPC, do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), apoio do Grupo Panvel, apoio cultural da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Bibliotheca Pública Pelotense, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa), Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e Expresso Embaixador e apoio institucional da Prefeitura Municipal de Pelotas.
Programação do 11º Festival Internacional Sesc de Música
16/01 (Segunda-feira)
15h30 – Ensaio Aberto | Alejandro Brittes e Orquestra Barroca | Teatro Guarany
18h – Cortejo Musical (Largo do Mercado Público)
20h30 – Alejandro Brittes e Orquestra Barroca (Theatro Guarany)
*Espetáculo com transmissão ao vivo no site do Festival com audiodescrição e tradução em libras;
17/01 (Terça-feira)
9h30 – Grupo de Cordas do Festival | Festival na Comunidade (Hospital Santa Casa de Misericórdia) ***
15h – Grupo de Cordas do Festival | Festival na Comunidade (Hospital Beneficência Portuguesa) ***
15h30 – Ensaio Aberto | Orquestra Mundana Refugi – Theatro Guarany
18h30 – Banda União Democrata | Festival na Comunidade (Casa da Música – Largo de Portugal)
19h – Recital de Canto lírico, Madeiras e Piano | Flávio Leite (BRA), André Carrara (BRA), Marcelo Barboza (BRA), Ovanir Buosi (BRA), Paulo Bergmann (BRA), Diego Grendene (BRA) (Bibliotheca Pública Pelotense)
*Espetáculo com serviço de audiodescrição e tradução em libras;
20h – Grupo de Cordas Sesc Minas Gerais | Festival na Comunidade (Paróquia Santa Terezinha)
20h30 – Orquestra Mundana Refugi (Theatro Guarany)
*Espetáculo com serviço de audiodescrição e tradução em libras;
18/01 (Quarta-feira)
13h – Recital de Alunos (Conservatório da UFPel)
13h – Grupo de Cordas do Festival | Festival na Comunidade (Campus da Saúde UCPel)
16h – Ensaio Aberto | Sphaera Mundi Orquestra – Theatro Guarany
18h – Grupo de Cordas Sesc Sergipe | Festival na Comunidade (Catedral do Redentor)
19h – Recital de Violino e Piano | Yang LIU (CHI) e Olivia Tsai (CHI) (Bibliotheca Pública Pelotense)
*Espetáculo com serviço de audiodescrição e tradução em libras;
19h – Quinteto de cordas Negrinho Martins | Festival na Comunidade (Associação Otroporto)
20h30 – Sphaera Mundi Orquestra (Theatro Guarany)
19/01 (Quinta-feira)
13h – Recital de Alunos (Conservatório da UFPel)
14h – Grupo de Cordas do Festival | Festival na Comunidade (Hospital São Francisco de Paula) ***
15h30 – Ensaio Aberto | Ópera Cavalleria Rusticana – CORS | Theatro Guarany
17h – Banda União Democrata | Festival na Comunidade (Shopping Pelotas)
19h – Recital de Choro | Homenagem a Avendano Júnior | Mathias Behrends Pinto (BRA), Lucian Krolow (BRA), Matheus Kleber (BRA), Elias Barboza (BRA), Guilherme Sanches (BRA), Alexandre Susin (BRA), Fernando Deddos (BRA), Albert Khattar (BRA) e Marcelo Barboza (BRA) (Bibliotheca Pública Pelotense)
*Espetáculo com serviço de audiodescrição e tradução em libras;
20h30 – Ópera Cavalleria Rusticana – CORS (Theatro Guarany)
*Espetáculo com serviço de audiodescrição e tradução em libras;
20/01 (Sexta-feira)
13h – Recital de Alunos (Conservatório da UFPel)
14h – Grupo de Cordas do Festival | Festival na Comunidade (Hospital Escola UFPel) ***
19h – Recital de Cordas, Harpa e Piano | Emmanuele Baldini (BRA), Freddy Varela (ARG), Horácio Schaefer (BRA), Fábio Presgrave (BRA), Ana Valéria Poles (BRA), Liuba Klevtsova (RUS), Eder Kinappe (BRA), Max Uriarte (BRA) e André Carrara (BRA) (Bibliotheca Pública Pelotense)
*Espetáculo com serviço de audiodescrição e tradução em libras;
19h30 – Grupo de Canto do Festival | Festival na Comunidade (Catedral Metropolitana São Francisco de Paula)
20h – Orquestra Municipal e do Areal | Festival na Comunidade (Paróquia São José)
20h – Banda Sinfônica Acadêmica | Regente Mônica Giardini (BRA) (Praia do Laranjal – Palco do Festival)
21/01 (Sábado)
13h – Recital de Alunos (Conservatório da UFPel)
19h – Recital de Madeiras, Metais e Piano | Maurício Freire (BRA), Giorgio Mandolesi (ITA), Ovanir Buosi (BRA), Paulo Bergmann (BRA), Tiago Linck (BRA), Marcos Motta (BRA), Alma Liebrecht (EUA), José Milton Vieira (BRA) e Adib Corrêa Vera (BRA) (Bibliotheca Pública Pelotense)
*Espetáculo com serviço de audiodescrição e tradução em libras;
20h – Orquestra de Câmara Theatro São Pedro e Vitor Ramil (Praia do Laranjal – Palco do Festival)
20h30 – Gafieira do Festival | Festival na Comunidade (Nave)
22/01 (Domingo)
15h – Recital Classe de Piano (Bibliotheca Pública Pelotense)
18h – Banda União Democrata (Casa da Praia Sesc Laranjal)
20h30 – Orquestra Sinfônica Acadêmica | Regente Robert G. Hasty (EUA) (Theatro Guarany)
*Espetáculo com transmissão ao vivo pelo site do Festival;
21h – Autocine Brazilian Blend | Festival na Comunidade (Food Hall Quartier)
23/01 (Segunda-feira)
13h – Recital de Alunos (Conservatório de Música da UFPel)
18h – Quinteto de Cordas Negrinho Martins | Festival na Comunidade (CEU DUNAS)
19h – Orquestra de Câmara Sesc Roraima | Festival na Comunidade (Igreja Sagrado Coração de Jesus – Porto)
19h – Recital de Madeiras, Metais e Percussão | Philip Nodel (RUS), Douglas Gutjahr (BRA), Pedro Sá (BRA), Tiago Linck (BRA), Marcos Motta (BRA), Alma Liebrecht (EUA), José Milton Vieira (BRA), Adib Corrêa Vera (BRA), Fernando Deddos (BRA) e Albert Khattar (BRA) (Bibliotheca Pública Pelotense)
*Espetáculo com serviço de audiodescrição e tradução em libras;
20h30 – Gala Lírica | Núcleo de Alunos do Festival (Theatro Guarany)
24/01 (Terça-feira)
13h – Recital de Alunos (Conservatório de Música da UFPel)
15h – Grupo de Choro do Festival |Festival na Comunidade (Rodoviária de Pelotas)
19h – Sexteto Gaúcho | Festival na Comunidade (Parque UNA) **
19h – Recital de Canto lírico, Cordas, Madeiras, Harpa e Piano | Stanimir Todorov (BUL), André Carrara (BRA), Paulo Bergmann (BRA), Maurício Freire (BRA), Eiko Senda (JAP), Max Uriarte (BRA), Liuba Klevtsova (RUS), Horácio Schaefer (BRA), Ana Valéria Poles (BRA) e Joana Cipriano (POR) (Bibliotheca Pública Pelotense)
*Espetáculo com serviço de audiodescrição e tradução em libras;
20h30min – Orquestra Jovem Sesc Brasil | Núcleo Sopros e Percussão (Theatro Guarany)
*Espetáculo com transmissão ao vivo pelo site do Festival;
25/01 (Quarta-feira)
10h – Grupo de Metais do Festival | Festival na Comunidade (Unidade Cuidativa de Pelotas)
13h – Recital de Alunos (Conservatório de Música da UFPel)
15h – Grupo de Canto do Festival | Festival na Comunidade (Asilo de Mendigos de Pelotas) ***
19h – Recital de Madeiras e Metais | Carlos Gontijo (BRA), Maurício Freire (BRA), Viktória Tatour (BIE), Diego Grendene (BRA), Giorgio Mandolesi (ITA), Philip Nodel (RUS), Ovanir Buosi (BRA), Alma Liebrecht (EUA) e Matias Piñeira (CHI) (Bibliotheca Pública Pelotense)
*Espetáculo com serviço de audiodescrição e tradução em libras;
20h – Grupo de Cordas Sesc Minas Gerais | Festival na Comunidade (Comunidade Católica São Miguel – Monte Bonito)
20h30min – Avendano Júnior: A tradição do choro em Pelotas (Theatro Guarany)
*Espetáculo com transmissão ao vivo pelo site do Festival;
26/01 (Quinta-feira)
13h – Recital de Alunos (Conservatório de Música da UFPel)
15h – Grupo de Saxofone do Festival | Festival na Comunidade (Hospital Espírita) ***
19h – Recital de Cordas | Emmanuele Baldini (ITA), Freddy Varela (ARG), Horácio Schaefer (BRA), Joana Cipriano (POR) e Stanimir Todorov (BUL) (Bibliotheca Pública Pelotense)
19h – Orquestra de Choro do Festival | Festival na Comunidade (Teatro Sicredi)
*Espetáculo com serviço de audiodescrição e tradução em libras;
20h – Grupo de Cordas Sesc Sergipe | Festival na Comunidade (Paróquia Amor Divino – Colônia. Sto. Antônio)
20h30min – Banda Sinfônica Acadêmica | Regente Mônica Giardini (BRA) (Theatro Guarany)
*Espetáculo com transmissão ao vivo pelo site do Festival;
27/01 (Sexta-feira)
13h – Recital de Alunos (Conservatório de Música da UFPel)
14h30 – Ensaio Aberto | Concerto de Encerramento – Orquestra Acadêmica – Palco Mercado Público
15h – Grupo de Canto do Festival (Conservatório de Música da UFPel)
17h – Orquestra de Choro do Festival (Bibliotheca Pública Pelotense)
20h30min – Orquestra Acadêmica | Regente Evandro Matté (BRA) (Largo Mercado Público)
*Espetáculo com transmissão ao vivo pelo site do Festival;
**Apresentação será suspensa em caso de instabilidade climática.
***Espetáculo para público fechado.
O Festival Internacional Sesc de Música é um dos maiores da área na América Latina e tem o objetivo de incentivar o desenvolvimento da produção musical e fomentar o intercâmbio e o desfrute de bens culturais
Durante o Festival, os alunos participam das classes (cursos) e ensaios nos turnos da manhã e tarde; e apresentações que podem ocorrer pela manhã, tarde ou noite. Todas as apresentações têm entrada franca para a comunidade
Classes de Música de Concerto: turno da manhã
Classes de Canto Lírico e Choro: manhã e tarde
Ensaios de orquestras, música de câmara: turno da tarde e vespertino
Ensaios de recitais de alunos: manhã e tarde (a combinar com o coordenador da área)
Ingressos: Entrada gratuita para todos os espetáculos, mas para as apresentações no Theatro Guarany e no Teatro Sicredi, é necessária a retirada antecipada de ingressos na Rua Lobo da Costa, 849, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 18h30. Há limite de um par por pessoa, conforme o cronograma: Nos dias 10, 11, 12 e 13 retiram ingressos para espetáculos de 16, 17, 18 e 19 (já esgotados); nos dias 14, 17, 18 e 19 de janeiro são entregues para 19, 22 e 23; e 20, 21, 23 e 24 distribui ingressos para os dias 24, 25 e 26. Quem não conseguir buscar com antecedência, pode tentar uma hora antes de cada concerto na entrada dos teatros, onde haverá um número limitado de ingressos à disposição. Sugere-se a doação de 1kg de alimento não perecível por pessoa para o programa Mesa Brasil Sesc.

Mergulho no universo da Arte Flamenca com oficinas, shows e gastronomia
A diretora, coreógrafa e professora Andrea Franco explica que tudo isso acontecerá no Festival Flamengo de Verão, de 18 a 21 de janeiro, que é voltado a todos os perfis. “Os workshops atendem desde o público entusiasta, que não possui experiência ou prática de Flamenco até bailaores e músicos que atuantes neste mercado. O conteúdo foi pensado de forma integral, proporcionando uma experiência completa da Arte Flamenca, com aulas de prática de baile flamenco para iniciantes e intermediários/avançados”, explica.
Giovani Capeletti. Foto: Carlos Sillero/ Divulgação Dentre as oficinas, estão previstas: introdução de baile flamenco, técnica e coreografia para mulheres(intermediários e Avançados), palmas e rítmos, técnica de sapateado, cante para bailaores, guitarra para bailaores, história do flamenco e MASTERCLASS de Guitarra Flamenca para Músicos. Todas as atividades ocorrem na sede do Tablado Andaluz, na Av Venâncio Aires, 556A – Cidade Baixa), com exceção da MASTERCLASS de Guitarra Flamenca para Músicos que acontece dia 19 de janeiro das 17h às 18h30, na Sala Sergio Napp na Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico), em parceria com o IEM (Instituto Estadual de Música) da Secretaria de Estado da Cultura RS.
Luana Jacociunas. Foto: Rafael do Canto/ Divulgação Grandes nomes do Flamenco do Brasil participam do Festival ministrando workshops e bailando no show flamenco de encerramento: Pedro Franco, bailaor e cantaor gaúcho que reside em São Paulo, Luana Jacociunas (bailaora gaúcha que reside e atua em Granada /Espanha), Daniela Malatesta, bailaora de São Paulo e Giovani Capeletti, guitarrista flamenco do RS.
Pedro Fernandez. Foto: Rafael do Canto/ Divulgação. Nas NOCHES FLAMENCAS DO FESTIVAL DE VERÃO, o Tablado Andaluz abre às 19h com as delícias da gastronomia espanhola: Tapas (petiscos) e Paellas e os shows acontecem às 21h30. A agenda dos shows está organizada da seguinte forma: dias 19 e 20 de janeiro (quinta e sexta) será realizada a Mostra de Flamenco com a participação de artistas locais e alunas e alunos participantes dos Workshops do Festival, acompanhados pela Banda Flamencura. E no dia 21 de janeiro, sábado, os artistas e convidados especiais se apresentam no show de encerramento com o acompanhamento da Banda Flamencura.Informações, inscrições e reservas pelo (51) 99873.0809 ou (51)3311.0336, com Andréa Franco.
SERVIÇOFESTIVAL FLAMENCO DE VERÃO4 Dias de imersão no Universo Flamenco, com atividades para TODOS;
– Workshops
– Shows
– Gastronomia
Informações e Reservas: 51 99973.0809 e 3311.0336
Tablado Andaluz – Av Venâncio Aires, 556A / ao lado do Brique da Redenção / Porto Alegre
Programação:
18/01 (quarta-feira)
19h – Iniciação ao Baile Flamenco com Andréa Franco
20h – Cante, palmas e técnica de Sapateado com Pedro Souza

19/01 (quinta-feira)
17h às 18h30 – MASTER CLASS DE VIOLÃO FLAMENCO para MÚSICOS*Com o apoio do IEM, o FFV realiza uma MASTER CLASS de violão FLAMENCO para músicos com o guitarrista flamenco Giovani Capeletti “Técnicas, elementos e ritmos do flamenco”
19h – História e Origem do Flamenco com Andréa Franco
20h – Cante para bailaoras/es com Pedro Souza
21h30 – Show Flamenco

20/01 (sexta-feira)
19h – Técnica de corpo para mulheres e patadas de bulerias com Luana Jacociunas
20h – Elementos de guitarra flamenca para bailaoras/es com o guitarrista flamenco Giovani Capeletti
21h30 – Show Flamenco
21/01 (sábado)
20h – Noche Flamenca – Show de encerramento
*Todas as atividades ocorrem no Tablado Andaluz – Av Venâncio Aires, 556A / ao lado do Brique da Redenção / Porto Alegre, com exceção da MASTER CLASS DE VIOLÃO FLAMENCO para MÚSICOS, programada para a Sala Sergio Napp na Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico).WORKSHOPS– 5 CURSOS: 300,00 / CURSO AVULSO: 80,00
– PASSAPORTE 5 CURSOS + PASSE LIVRE EM TODO OS SHOWS: 370,00
SHOWS
– SHOWS AVULSOS – DIAS 19 e 20 de Janeiro: 40,00 (couvert artístico) / SHOW DE ENCERRAMENTO – DIA 21 de Janeiro: 60,00
**DESCONTOS PARA ALUNOS E ARTISTAS FLAMENCOS: SHOWS AVULSOS: 30,00 / SHOW DE ENCERRAMENTO: 50,00
*Sala Sergio Napp / Casa de Cultura Mário Quintana – Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico
– Valor: 75,00
Informações e Reservas: 51 99873.0809 / Tablado Andaluz, com Andréa Franco
“A Sbørnia Kontra`Atracka” , de volta em 2023, a partir de 13 de janeiro
Durante 30 anos, o espetáculo Tangos e Tragédias foi um clássico do verão gaúcho, ficando em cartaz no Theatro São Pedro por semanas. Em 2023, a tradição está de volta. A Sbørnia Kontra`Atracka, continuação da saga sborniana, faz temporada de 13 a 29 de janeiro, com apresentações de sexta a domingo.
No show, Kraunus (Hique Gomez) e Nabiha (Simone Rasslan) apresentam as canções e causos sbørnianos junto a seus convidados especiais: o Professor Ubaldo Kanflutz (Cláudio Levitan), reitor das Universidades de Ciências Fictícias da Sbørnia, MenThales (Tales Melati), o tocador de gaita-foles e hipnotizador das montanhas da Kashkadúnia, Pierrot Lunaire (Gabriella Castro), a grande sapateadora do Ballet Hiperbølico da Sbørnia e uma nova atração: o Lest Sborniani Korhal, formado pelo Coral Jovem da Orquestra Villa-Lobos, projeto artístico social da Escola Municipal de Ensino Fundamental Heitor Villa Lobos, na periferia da zona leste de Porto Alegre.

Sbornia. Foto: Wanderlei Oliveira/ Divulgação Em 2022 a Sbørnia fez curtas temporadas no Teatro do Bourbon Country, no verão, e no Theatro São Pedro, no Inverno. Circulou em 10 cidades gaúchas, em eventos corporativos, a convite de prefeituras e por intermédio da iniciativa privada, através de patrocínios e apoios de verba direta de marketing. Com grande expectativa, dando continuidade a carreira de sucesso, essa Temporada de Verão 2023 foi bastante planejada.
Nos últimos anos o espetáculo migrou para o ambiente virtual com a websérie Sbørnia em Revista. Concebida e dirigida por Hique Gomez, através de um material criado por ele e Nico Nicolaiewsky durante os 30 anos de Tangos e Tragédias, e desenvolvida pelos integrantes atuais, a série foi a grande vencedora do Rio WebFest 2021. No maior festival de webséries do mundo, a produção gaúcha recebeu os prêmios de melhor websérie musical, melhor websérie brasileira e melhor performance musical (Simone Rasslan). Além disso, foi selecionada para o Montréal Digital WebFest 2022, no Canadá. A partir daí o espetáculo absorveu o áudio visual e estreia deste formato foi com uma apresentação histórica em frente ao Theatro São Pedro em dezembro de 2021, marcando o início das comemorações pelos 250 anos de Porto Alegre, com muitos convidados especiais e para um público de 4 mil pessoas.
FICHA TÉCNICA
Criação e direção geral: Hique Gomez
Arranjos e atuação: Hique Gomez e Simone Rasslan
Produção geral: Marilourdes Franarin (51 ) 999716021
Projeções visuais: Rique Barbo
Desenho de iluminação: Heloiza Averbuck
Engenharia de som: Edu Coelho
Elenco de apoio: Cláudio Levitan, Tales Melati e Gabriella Castro.
Assistente de produção: Camila Franarin
Assistente técnico: Rafael Pacheco
Assessoria de Imprensa: Adriano Cescani (51) 99664.4888
SbørniaProjectus® Criado por Hique Gomez e Nico Nicolaiewsky para Tangos e Tragédias.
SERVIÇO
O QUE: A Sbørnia Kontra´Atracka
DATA: 13 a 29 de janeiro
HORÁRIO: sextas e sábados às 21h / domingos às 18h
LOCAL: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n°) 51 32275100
INGRESSOS
Plateia – R$ 140,00
Camarote Central – R$ 120,00
Camarote Lateral – R$ 80,00
Galeria – R$ 50,00
Ingressos pelos sites:
https://theatrosaopedro.eleventickets.com
https://www.teatrosaopedro.rs.gov.br
Pontos de venda física: apenas 2h antes do evento

A fotografia “meio polvo” e o mundo da Nega Angela, agora na Galeria Restinga
Depois de surpreender o público com sua exposição na Galeria Escadaria, no Centro Histórico de Porto Alegre onde foi presença constante apresentando e comentando sua obra para os transeuntes, a fotógrafa Angela Cristina Ribeiro dos Santos volta a apresentar a exposição “O mundo da Nega Angela”, agora na Galeria Arte Restinga, na Praça da Esplanada, Zona Sul da capital gaúcha. Com curadoria de Fernando B Schmitt, a fotógrafa exibe um conjunto expositivo formado por 13 fotos em grandes dimensões (2mx1m), que inaugura nessa na quarta-feira, dia 21 de dezembro, às 18h (confira detalhes no “Serviço”). A visitação à exposição, a céu aberto, pode ser feita diariamente, a qualquer hora do dia, até 14 de janeiro. O acesso é gratuito.
As imagens que compõem “O Mundo da Nega Angela” buscam impactar e despertar o interesse do transeunte, seja pelo colorido, seja pelo conteúdo imagético. Segundo Schmitt, as fotos são desafiadoras. “Para além de algumas obras mais figurativas, há outras que provocam o olhar. São vestígios, ambiguidades, pedaços, que desafiam e convidam o público a dialogar com a obra”, ressalta o curador.

– A Angela é uma fotógrafa errante. Fotografa tudo que lhe interessa e se interessa por quase tudo. A Angela é polvo, captura nas muitas ventosas dos seus tentáculos, como se fossem mil olhos, as imagens de todos os tipos que a desafiam. Nas fotografias d’O Mundo da Nega Angela, ela devolve à cidade, na forma de espelho gigante, fragmentos coloridos do que viu por aí. E apesar de todas as fotografias terem sido feitas em Porto Alegre, elas não têm um tema específico, apenas refletem o modo multifacetado e curioso de ver o mundo de sua autora”, define Schmitt. – A Angela é reta, direta, fala o que pensa, fala com todo mundo, pede o retrato, pede permissão para fotografar, pede passagem (…) ”, complementa.

Fernando B Schmitt conheceu Angela em um curso que ele ministrava, e, depois, ela passou a fazer parte de um grupo de estudos orientado por ele. Com a chegada da pandemia, os encontros se tornaram online até a dissolução do grupo, quando ela passou a receber uma orientação particular. Desde então, eles vêm trabalhando, juntos. – Neste ano, constatamos que o trabalho deveria ir para fora, saindo deste espaço de aprendizado, visto que ela já estava participando do Fotoclube Porto-Alegrense e de concursos de fotografia, conta. – Diante deste desejo interno de mostrar seu trabalho, procuramos um modo de expor que fosse condizente e representativo do seu trabalho, detalha.

Fernando B Schmitt confessa que levou muito tempo, como fotógrafo e professor de fotografia, para entender que o modo de fotografar de Ângela estava fora do parâmetro comum a todos os fotógrafos, ou seja, determinar uma foto, uma linha de pesquisa, um tema ou técnica que lhe seja pertinente. – Em lugar disso, Ângela se permitiu todo o tipo de experiência: fez cursos os mais variados, ingressou em uma graduação em Fotografia. Percebi que não era o domínio técnico da máquina a coisa mais importante no trabalho da Angela, mas captar aquilo que lhe é importante. Assim, ela tem interesse e curiosidade por tudo que diz respeito à fotografia e por tudo que é meio fotografável. E complementa: – Eu vejo a Angela, assim, meio polvo, captando e segurando mil imagens que desafiaram o olhar dela nas andanças pela vida”.

Angela Cristina Ribeiro dos Santos. Foto: Cris Rangel/ Divulgação Sobre a fotógrafa
Angela Cristina Ribeiro dos Santos (Nega Angela) tem 67 anos e começou a fotografar em 2017. Seu interesse se concentra em quase tudo: detalhes, pessoas, arquitetura… Já participou de várias exposições coletivas. A mais recente é uma mostra na cidade do Porto, em Portugal, onde sua foto ficou entre as 150 escolhidas na categoria monografia preto-e-branco. Também participou do livro “Porto Alegre em Imagens”, em comemoração aos 250 anos de Porto Alegre, pelo Fotoclube Porto-Alegrense, ao qual é associada. Junto ao Fotoclube Porto-Alegrense, realiza, quinzenalmente, as Segundas Culturais, em que convida palestrantes para falar sobre fotografia. Com esta exposição, ela deseja que o seu trabalho seja visto e possa abrir caminhos para todos.
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Documentário sobre Lupicínio resgata um Brasil que foi esquecido
Num momento em que o país busca se reencontrar, o documentário sobre Lupicínio Rodrigues joga luzes no caminho.
Ali está um Brasil que foi soterrado por uma avalanche de transformações e Lupicínio foi junto, relegado a um desvão da história pelo políticamente correto.
O documentário remove as camadas de visões e interpretações apressadas e reconstitui em torno da figura de Lupicínio um fragmento do Brasil de duas ou três gerações atrás.
Um Brasil que em muitos aspectos é anacrônico perante o século 21, mas, se bem entendido, pode ser uma fonte importante para esclarecer o presente e inspirar o que se pode fazer. Um Brasil que tinha um projeto.
Fora um fascículo da Editora Abril, em 1970 por aí, não havia um reconhecimento da importância de Lupicínio Rodrigues, como neste trabalho.
O periférico Lupicínio Rodrigues, criado na Ilhota, vila irregular de Porto Alegre, ganha expressão nacional ao cantar um mundo de amores frustrados, com desejos de “morte e de dor”. Mas um mundo fervilhante, num país que se industrializava e se integrava culturalmente.
É instigante o documentário e merece que se reflita mais sobre ele.
Documentário: “Lupicínio Rodrigues: Confissões de Um Sofredor”, com direção de Alfredo Manevy, coprodução Plural Filmes e Canal Curta!

Show na Redenção no Poa Jazz Festival com Renato Borghetti, James Liberato e Bibiana Dulce
Higino Barros
Dentro de sua programação cuidadosamente escolhida, o Poa Jazz Festival apresenta nesse domingo três atrações para quem gosta de música de qualidade: Renato Borghetti Quarteto, James Liberato Sexteto e Bibi Jazz Quarteto. Os shows começam as 17 horas, são gratuitos e realizados em um lugar emblemático da Redenção, o Monumento aos Expedicionários.
Renato Borghetti dispensa apresentações. Grande responsável pelo interesse das novas gerações pela gaita, instrumento que o consagrou, sua música foge do rótulo de jazz, para se tornar única, envolvente, universal. É o grande homenageado do Poa Jazz Festival. Sua apresentação fecha o evento e está prevista para 19h30.
Já o compositor, arranjador e instrumentista James Liberato, com 40 anos de carreira, tem história na cena jazzística gaúcha e inserção também no cenário brasileiro. Ele se apresenta com seu quinteto, formado também por músicos que fazem parte do que existe de melhor na música instrumental gaúcha. Seu grupo abre o evento, às 17 horas.
Finalmente, a uruguaia Bibiana Dulce se apresenta para o grande público de Porto Alegre, ela que é conhecida e respeitada nos circuitos de jazz da serra gaúcha onde morou. Bibi, como é conhecida, se mudou para a capital, teve suas atividades interrompidas pela pandemia, como todo o setor musical, mas esse ano retornou com tudo. A participação no PoA Jazz Festival é o coroamento do seu trabalho nessa temporada. Sua apresentação é às 18h15.

A cantora Bibiana Dulce. Foto: Alexandro Auler /Divulgação Sobre o assunto, ela fala na entrevista abaixo:
Pergunta: O que caracteriza a Bibi Jazz Quarteto ?
Bibiana: Mostrar personalidade dentro das canções que
trabalhamos. Apresentar ao público sempre uma proposta diferente em um standard já conhecido, no que se refere ao repertório jazz, formulando um novo arranjo, cantando ele em espanhol, apresentar a letra de uma música quando se acreditava que existia somente na versão instrumental. Acredito que estas sejam as principais características.P: O que dizer sobre os músicos? Como se deu a escolha deles?
Bibiana: Desde que o grupo se formou em 2016, passou por duas formações diferentes. Atualmente da primeira formação estamos o Mateus Mussatto (baterista) e eu. Esta formação em específico é tranquila de trabalhar, não sei se usaria a palavra “escolha” é muito forte (risos). As coisas foram se dando de uma forma natural, mas aprecio muito grupos tranquilos de trabalho.
Sobre os músicos, considero uma benção trabalhar com pessoas tão talentosas e experientes, aprendo muito com
eles. Para esta apresentação contaremos com uma baita
presença, que será do contrabaixista uruguaio Miguel Tejera, o time no palco será Brasil- Uruguai ….rsrsP: Qual o repertório para domingo? Vão entrar canções em espanhol também?
Bibiana: Ahá! Gostaria de poder deixar um suspense em
relação a isso. Mas sim, certamente terão standards em
espanhol.P: O que representa participar de um evento dessa
magnitude, público e com a apresentação do Renato Borghetti?
Bibiana: Bom primeiro pra mim é além de uma honra é de uma imensa responsabilidade. Não somente por estar
participando em um dos festivais mais importantes do país, em um evento gratuito em um dos parques mais conhecidos de Porto Alegre, mas pela magnitude que o Renato Borghetti tem como artista e instrumentista. Estou tentando, mas confesso está sendo impossível não criar uma expectativa…
SERVIÇO
17 horas: Quinteto do guitarrista James Liberato, formado por Liberato (guitarra), Luis Henrique New (piano), Ronie Martinez (bateria), Everson Vargas (baixo) e Guilherme Goulart (acordeon).
18h15: Bibi Jazz Quarteto, formado por Antonio Flores (guitarra), a cantora uruguaia Bibiana Dulce, Mateus Mussatto (bateria) e Miguel Tejera (contrabaixo acústico).
19h30: Renato Borghetti (gaita ponto), Daniel Sá (violão), Pedrinho Figueiredo (sax e flauta) e Vítor Peixoto (teclados).



























Informações e Reservas: 51 99873.0809 / Tablado Andaluz, com Andréa Franco









