Categoria: Cultura-MATÉRIA

  • O olhar amoroso de Iberê Camargo sobre Porto Alegre, nos 250 anos da cidade

    O olhar amoroso de Iberê Camargo sobre Porto Alegre, nos 250 anos da cidade

    Para celebrar os 250 anos da Capital gaúcha, a Fundação Iberê Camargo inaugura, no dia 12 de março, às 11 horas, a exposição “Iberê e Porto Alegre – No andar do tempo”. Serão apresentadas 38 obras do acervo, entre pinturas e desenhos, e propõe um passeio pelo olhar do artista por alguns locais significativos, como o rio Guaíba, a Cidade Baixa, a Catedral Metropolitana, a Praça da Matriz, a Ponte de Pedra, a Rua da Praia, a Usina do Gasômetro, o Parque da Redenção e o pôr do sol.

    Algumas delas serão expostas pela primeira vez no atual prédio da Fundação, que completa 14 anos no dia 30 de maio. A mostra integra o calendário oficial das comemorações do aniversário de Porto Alegre.

    Nascido em Restinga Seca, 257km distantes de Porto Alegre, Iberê Camargo  sempre teve laços muito fortes com a Capital, como descreveu, em julho de 1970, na carta de agradecimento à Câmara de Vereadores pelo título Cidadão de Porto Alegre: “Foi nesta cidade, na igreja do Menino Deus, que recebi o batismo e o nome. Meu pai, então agente da estação de Restinga Seca, minha terra natal, escolheu a capital do nosso querido Rio Grande, como primeiro marco da minha humanização (…) Gosto de perambular, sonhando, pelas tuas mais antigas ruas cheias de sol e poesia. Olaria, Varzinha, Arvoredo – Oh! a rua da Praia dos encontros e dos namoros! Praça da Alfândega, do Portão, da Matriz… são ilhas cheias de verde e de luz. Nomes que nasceram da poesia popular e foram guardados na boca do homem, no tempo que torna as coisas sagradas. Lugares cheios de histórias… História do povo… história de gente… História simples da vida, do dia a dia em que cada um é herói, sem o saber. O caminho, amigos, é o rasto do homem. E o rasto é a sua história. Na trilha das gerações plasmam-se o ontem e o hoje. Cidade de Porto Alegre, perto ou distante, vejo-te refletida no Guaíba que tem feição de mar, onde todas as tardes o sol se esvai num lençol de Sangue…”.

    Exposição “Iberê e Porto Alegre – No andar do tempo”
    Artista: Iberê Camargo
    Organização: Eduardo Haesbaert e Gustavo Possamai
    Onde: Fundação Iberê – Átrio | Avenida Padre Cacique, 2000 – Cristal
    Abertura: 12/03, Sábado
    Hora:11h

     

  • Série “Queens” da artista Inez Pagnoncelli integra mostra sobre diversidade da Chico Lisboa

    Série “Queens” da artista Inez Pagnoncelli integra mostra sobre diversidade da Chico Lisboa

     

    Na exposição Fora da Margem: Panorama Visual das Subjetividades Queer, que começa a ser montada pela Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa para celebrar a diversidade e ampliar a visibilidade da temática LGBTQIA+, não podiam faltar as drags. E elas estão presentes na série “Queens”, produzida pela artista visual Inez Pagnoncelli.

    A exposição Fora da Margem será aberta no próximo dia 3 de março, às 19h, na Galeria de Arte do Dmae, onde permanecerá até o último dia do mês (31/03). O espaço fica na Av. 24 de Outubro, 200 – Moinhos de Vento – Porto Alegre. Entrada gratuita.

     

    Drag cabelo e franja bord“, tiara branca . Reprodução/ Divulgação
    Drag lenço azul, blusa amarela. Reprodução/ Divulgação

    São nove telas pintadas com acrílica e óleo, acrescidas de colagens com materiais como strass, miçangas, fitas com pérolas, folhas de ouro. Ao retratar as drags em seus quadros, Inez diz que procura “revelar as inúmeras formas, semblantes, feições, sombras, desenhos e traços que elas reproduzem em seus trajes e penteados, expondo a beleza das transformações e a diversidade desses seres de alma feminina que primam pela luxúria, extravagância em suas vestimentas, sem perder a elegância”.

    Drag cabelo vermelho e amarelo. Reprodução/ Divulgação
    Drag loira, lábio azul. Reprodução/ Divulgação

    Nas artes visuais desde os anos 1980, quando também se formou em Arquitetura e Urbanismo, Inez conta que ao pesquisar sobre o tema reforçou sua percepção de que “uma drag queen não é apenas uma ‘montação’ teatral. É algo que vai muito além da transformação visual”.

    Drag Cleópatra. Reprodução/ Divulgação
    Drag mãos ao alto. Reprodução/ Divulgação

    Para ela, a transformação encenada pelas drags é uma manifestação, uma atitude, um posicionamento existencial contra a discriminação que lhes é impingida pela sociedade. “A criação dessa personagem revela uma busca por referências. A artista percorre um trajeto de resistência e força. Apesar de não estarem vinculadas a uma definição de gênero e orientação sexual, as drag queens também enfrentam o mesmo preconceito sofrido pela comunidade gay”.

    Drag com bastão e de vestido verde. Reprodução/ Divulgação
    Drag unhas longuíssimas. Reprodução/ Divulgação
    Drag com leque. Reprodução/ Divulgação

     

    Artistas participantes

     Sob a curadoria de Ben Berardi, Sandro Ka, Neiva Bohns e Manuela Fetter, participam da exposição Fora da Margem, da Associação Chico Lisboa, os seguintes 35 artistas:

    Ajeff Ghenes, Alce Porto, Álvaro Augusto Moro de Quadros, Annie Ruaro, Arthur Caldeira, Bruna Abreu, Carol Martins, Céu Isatto, David Ceccon, Denise Wichmann, Eduardo Thomazoni, Elenise Xisto, Fátima Pinto, Felipe Cremonini, Gabriela João, Gabriela Kostesky, Gladys Neves, Graça Craidy, Inez Pagnoncelli, Itamara Stockinger, Kaline da Silva Luiz, Kaunauã Nharu, Laur Peters, Lívia Auler, Lorena Bendati Bello, Lu Vieira, Marcelo Eugenio, Marina de Souza Pessato, Pedro Reis, Rafael Dambros, Ricardo Ayres, Suzane Wonghon, Thiago Dorsch, Vitor Cunha e Walter Karwatzki.

     

  • Inscrições gratuitas para oficinas de teatro, música, dança e artes visuais, na CCMQ

    Inscrições gratuitas para oficinas de teatro, música, dança e artes visuais, na CCMQ

    O Núcleo Educativo da Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), instituição da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), promove novas oficinas de teatro, música, dança e artes visuais, a partir de março. As inscrições devem ser feitas mediante preenchimento de formulário online, nos links a seguir, específicos para cada oficina.

    Todas as atividades são gratuitas, e os ministrantes são remunerados com recursos captados pela Associação dos Amigos da Casa de Cultura Mario Quintana (AACCMQ) junto ao Banrisul, patrocinador máster da instituição. 

    As oficinas acontecem em diversos espaços voltados à arte-educação na CCMQ (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico de Porto Alegre). As atividades ocorrem em quatro ou oito encontros presenciais, observando os protocolos sanitários vigentes.

    Para quem se interessa por teatro, psicologia e política a oficina Teatro do Oprimido: uma vivência transformadora acontece nas quintas-feiras, 3, 10, 17 e 24 de março, das 18h às 20h, na Sala Marcos Barreto (4º andar da CCMQ). Ministrada por Araxane Jardim e Deia Alencar, a atividade propõe uma experiência prática a partir de exercícios e jogos da metodologia criada por Augusto Boal. Baseado no livro Jogos para Atores e Não Atores e em técnicas de teatro imagem, teatro jornal e teatro fórum, a oficina possibilita o contato com o teatro político de forma social, lúdica e pedagógica para que os participantes reflitam sobre as formas de opressão presentes na sociedade. São quatro aulas presenciais, com público-alvo a partir dos 15 anos. Inscrições: https://forms.gle/tq1xhFx7dcbGJ4tW9

    Oficina Cadernos de Poemas. Foto: Pedro Cassel/ Divulgação

    Unindo literatura e arte, a Oficina de artes visuais: Cadernos de Poemas se destina a quem quer aprender a se soltar e se divertir com as palavras. Ministrada por Pedro Cassel, a prática é um experimento em escrita poética com encontros nas sextas-feiras, 4, 11, 18 e 25 de março, das 15h às 17h, na Sala Sérgio Napp 2 (2º andar da CCMQ). A experiência aborda o texto de diferentes perspectivas, usando exercícios propostos por autores como Bernadette Mayer, Ana Martins Marquese e Francis Ponge. A atividade se desenvolve em quatro aulas presenciais, com público-alvo a partir dos 15 anos. Inscrições: https://forms.gle/o5waSGuRjCsyzzQ4A

    A Oficina de música: Pandeiro Popular utiliza o método didático aplicado há mais de 35 anos pelo músico Zé do Pandeiro. São oito aulas aos sábados, das 10h às 12h (dias 5, 12, 19 e 26 de março e 2, 9, 23 e 30 de abril), na Sala Marcos Barreto (4º andar da CCMQ). As lições estão aliadas a práticas de exercícios contínuos propostos de forma ordenada. A oficina é livre para todas as idades e disponibiliza pandeiro para quem não possuir o instrumento. Inscrições: https://forms.gle/g8vtdJJrnrHhZmGS8

    Oficina Pandeiro Popular. Foto: Divulgação CCPA

    Ministrada por Syl Rodrigues, a Oficina de dança: do Jazz ao Funk se desenvolve em oito aulas às segundas-feiras (7, 14, 21 e 28 de março e 4, 11, 18 e 25 de abril), das 13h30 às 15h30, na Sala Cecy Frank (4º andar da CCMQ). A atividade dá protagonismo para as danças negras e o processo coreográfico das danças afrodiaspóricas, juntamente a passos de Hip Hop, Dance e Jazz Dance, com público-alvo a partir dos 15 anos. Inscrições: https://forms.gle/YX6Gr77f6R17dvF3A.

    A Oficina de artes visuais: uma casa, inúmeras travessas, ministrada pelo professor Fercho Marquéz-Elul, tem como tema a própria CCMQ e a forma como o espaço se articula com a comunidade e o entorno. A atividade situa a Casa de Cultura Mario Quintana como um organismo que atrai diferentes públicos, interesses e motivações, por meio da produção cultural, e propõe mecanismos artísticos expansivos e propulsores dos fazeres e da experiência estética, ética e política. As aulas ocorrem às quartas-feiras, 9, 16, 23 e 30 de março, das 15h às 17h, na Sala Sérgio Napp 2 (2º andar da CCMQ), com público-alvo a partir dos 15 anos. Inscrições: https://forms.gle/QkfjbeWHkVscqGC5A

    Iniciativa do Coletivo de Teatro Panapaná, a Oficina Teatro para mulheres: A cena invade a rua acontece nas quintas feiras (31 de março, 7, 14, 28 de abril, 5, 12, 19 e 26 de maio), das 15h e 17h. Cada um dos oito encontros aborda aspectos das diversidades que compõem a sociedade, como etnia, sexualidade, classe social, religião e outros. A partir das discussões, serão construídas pequenas cenas para compor o trabalho final da oficina. O resultado será o cortejo de teatro de rua “Cumadres”, a ser apresentado nas proximidades da CCMQ. A oficina se destina exclusivamente para mulheres (trans ou cis) a partir de 15 anos. As atividades acontecem na Sala Cecy Frank e Sala Marcos Barreto, ambas no 4º andar da CCMQ. Inscrições: https://forms.gle/Anxud1wEEuk5uCQ69

    (Texto: Daniel Scheffel Corrêa da Silva | Edição: Ludwig Larré)

     

  • “Queerides”, série de retratos de Graça Craidy, na mostra Fora da Margem, da Associação Chico Lisboa

    “Queerides”, série de retratos de Graça Craidy, na mostra Fora da Margem, da Associação Chico Lisboa

     A artista visual gaúcha Graça Craidy produziu dez retratos de personalidades queer da cultura brasileira e mundial e deu à série o sugestivo nome de “Queerides”. O conjunto de obras participará da mostra Fora da Margem: Panorama Visual das Subjetividades Queer, promovida pela Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa,. A mostra abre dia 3 de março e permanecerá na Galeria de Arte do Dmae até o último dia do mês (31/03).

    Andy Wahrol. Reprodução/ Divulgação
    Caio F Abreu. Reprodução/ Divulgação
    David Hockney. Reprodução/ Divulgação

    Entre os retratados da série estão nomes consagrados como os artistas visuais Andy Warhol e David Hockney, escritores Mario de Andrade, Caio Fernando Abreu e Marcel Proust, o cantor Ney Matogrosso, a vereadora e ativista Marielle Franco e o curador da Queermuseu, Gaudêncio Fidelis. Aliás, o fechamento violento da Queermuseu está entre as motivações da Chico Lisboa na promoção de Fora da Margem.

    Fernando Pessoa/ Reprodução/ Divulgação
    Gaudencio Fidelis. Reprodução/ Divulgação
    Marce lProust. Reprodução/ Divulgação

    No edital, a entidade, fundada em 1938, diz que visa promover as artes visuais de uma maneira abrangente e conectada com as demandas sociais contemporâneas como as relacionadas à temática LGBTQIA+. A visibilidade dessa comunidade e da sua produção artística é atual, necessária e urgente, visto que tem sido alvo de discriminação e ataques violentos, marcados pela tentativa de silenciamento. Os eventos que provocaram o fechamento da exposição Queer Museum, em 2017, em Porto Alegre, e seus desdobramentos, ilustram esta realidade aviltante que afrontou as artes visuais e a sociedade como um todo”.

    Marielle. Reprodução Divulgação
    Mario de Andrade. Reprodução/ Divulgação
    Ney Matogrosso. Reprodução/ Divulgação

    Graça, que se declara apaixonada pela arte do retrato, justifica assim sua série: “Minha melhor maneira de homenagear as pessoas que amo, respeito e vejo valor, tem sido retratá-las. No momento em que se abre um espaço de defesa dos direitos da comunidade queer, em que a arte assume o protagonismo da narrativa, entendo que meus retratos de pessoas importantes para a nossa cultura, carregados de suas histórias traduzidas em suas feições, são capazes de promover a necessária reflexão sobre os seus direitos à livre expressão artística, sexual e de gênero.”

    Paulinho Chimendes. Reprodução/ Divulgação

    Artistas participantes

     Além de Graça Craidy, mais 34 artistas foram selecionados por edital para a exposição Fora da Margem, que tem como curadores Ben Berardi, Sandro Ka, Neiva Bohns e Manuela Fetter.

    Os demais artistas são: Ajeff Ghenes, Alce Porto, Álvaro Augusto Moro de Quadros, Annie Ruaro, Arthur Caldeira, Bruna Abreu, Carol Martins, Céu Isatto, David Ceccon, Denise Wichmann, Eduardo Thomazoni, Elenise Xisto, Fátima Pinto, Felipe Cremonini, Gabriela João, Gabriela Kostesky, Gladys Neves, Inez Pagnoncelli, Itamara Stockinger, Kaline da Silva Luiz, Kaunauã Nharu, Laur Peters, Lívia Auler, Lorena Bendati Bello, Lu Vieira, Marcelo Eugenio, Marina de Souza Pessato, Pedro Reis, Rafael Dambros, Ricardo Ayres, Suzane Wonghon, Thiago Dorsch, Vitor Cunha e Walter Karwatzky.

    A exposição Fora da Margem será aberta no próximo dia 3 de março e permanecerá na Galeria de Arte do Dmae até o último dia do mês (31/03). O espaço fica na Av. 24 de Outubro, 200 – Moinhos de Vento – Porto Alegre. Entrada gratuita.

  • Estátua do Laçador revitalizada, será entregue para a prefeitura de Porto Alegre

    Estátua do Laçador revitalizada, será entregue para a prefeitura de Porto Alegre

     

    A Estátua do Laçador, que já está de volta ao Sítio desde o dia 11 de janeiro, será entregue para a prefeitura de Porto Alegre, completamente revitalizada, nesta quinta-feira, 17 de fevereiro.

    O restauro do Monumento foi promovido pela Associação Sul Riograndense da Construção Civil e viabilizado pelo Sindicato das Indústrias da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS), através do programa Pró Cultura – Lei de Incentivo à Cultura, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, que destinou uma verba de 900 mil reais para a intervenção na Estátua. Ainda, para que a revitalização do Laçador pelo Projeto Construção Cultural – Resgate do Patrimônio Histórico fosse possível, a Gerdau e a Sulgás atuaram como patrocinadoras e a JOG Andaimes, Elevato, Ministério Público do Rio Grande do Sul e Phorbis Empreendimentos Imobiliários como apoiadoras.

    Durante o último mês, o Monumento ao Laçador passou por reparos finais, feitos com ele já fixado na própria base. Com o término dos restauros, a imagem que cobre a Estátua será retirada, assim como os andaimes usados para o trabalho. A formalidade contará com a presença do prefeito da capital gaúcha, Sebastião Melo.  A Prefeitura de Porto Alegre foi uma das apoiadoras do projeto com um aporte financeiro para a realização do restauro e fazendo o acompanhamento da revitalização através da Secretaria da Cultura, garantindo a execução de todo o projeto com a segurança necessária.

    Zalmir Chwartzmann, coordenador do Projeto Construção Cultural – Resgate do Patrimônio Histórico, salienta a importância da revitalização ter acontecido e a alegria em fazer parte de um projeto com essa grandiosidade: “Estamos nos momentos finais do projeto, com mais de 100 dias de trabalho fora do local, mas que ao todo tem quase cinco anos de dedicação. Tudo foi feito com muito estudo, muita seriedade e preocupação, em especial dada a importância deste Monumento para o nosso Estado. Entregamos o Laçador revitalizado no ano em que estamos completando 250 anos de Porto Alegre e isso nos traz um orgulho muito grande.”.

    Os andaimes ao redor do Laçador começam a ser retirados a partir das 17h e a entrega do Monumento para a prefeitura está prevista para às 18h30, no Sítio do Laçador, na Avenida dos Estados. Agora, fica a cargo do executivo municipal a revitalização do local, onde a Estátua está instalada desde 2007. Posteriormente, está previsto um evento festivo de entrega do Monumento para a comunidade.

     

  • Quatro filmes com recursos de audiodescrição, janela de libras e legenda descritiva, no Cine Farol Santander

    Quatro filmes com recursos de audiodescrição, janela de libras e legenda descritiva, no Cine Farol Santander

    Entre os dias 17 e 25 de fevereiro, o Cine Farol Santander realiza a Semana da Acessibilidade com exibições dos filmes gaúchos “Raia 4”, “Aos Olhos de Ernesto”, “Legado Italiano” e “Portuñol”, com recursos de audiodescrição, janela de libras e legenda descritiva.
    A programação também contará com exibições online dos longas-metragens  “Bio – Construindo uma Vida”, de Carlos Gerbase, e “Disforia”, de Lucas Cassales. Os dois títulos serão disponibilizados entre os dias 18 e 23 em versões com audiodescrição, janela de libras e legenda descritiva.
    A programação também contará com exibição online do longa metragem  “Bio – Construindo uma Vida”, de Carlos Gerbase, Imagem: Divulgação
    Formulário para acesso à programação online: https://forms.gle/UvgQK9RzsSdtALCo7
    Todas exibições – tanto presenciais quanto online – são gratuitas
    O Cine Farol Santander entra em recesso de carnaval no dia 26 de fevereiro, retornando no dia 03 de março com a tradicional Mostra Espiritualidade e Consciência.
    Confira abaixo a grade horária e informações dos filmes:
    17/02
    15:00 Raia 4 – Sessão com Acessibilidade
    17:30 Aos Olhos de Ernesto – Sessão com Acessibilidade
    18/02
    15:00 Raia 4 – Sessão com Acessibilidade
    17:30 Aos Olhos de Ernesto – Sessão com Acessibilidade
    19/02
    15:00 Raia 4 – Sessão com Acessibilidade
    17:30 Aos Olhos de Ernesto – Sessão com Acessibilidade
    A produção gaúcha “Aos olhos de Ernesto”  está na mostra. Imagem: Divulgação
    20/02
    15:00 Raia 4 – Sessão com Acessibilidade
    17:30 Aos Olhos de Ernesto – Sessão com Acessibilidade
    22/02
    15:00 Legado Italiano – Sessão com Acessibilidade
    17:30 Portuñol – Sessão com Acessibilidade
    23/02
    15:00 Legado Italiano – Sessão com Acessibilidade
    17:30 Portuñol – Sessão com Acessibilidade
    24/02
    15:00 Legado Italiano – Sessão com Acessibilidade
    17:30 Portuñol – Sessão com Acessibilidade
    25/02
    15:00 Legado Italiano – Sessão com Acessibilidade
    17:30 Portuñol – Sessão com Acessibilidade
    Portuñol, de Thais Fernandes
    Muitas línguas são faladas na intersecção entre o Brasil e países vizinhos como Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia. Uma investigação sobre a percepção da identidade nacional a partir da mistura entre o português, o espanhol e o guarani.
    2019, Documentário, Classificação Indicativa: Livre.

    Legado Italiano, de Marcia Monteiro
    Com cenários no Rio Grande do Sul (Serra Gaúcha e Vale do Caí) e no norte da Itália, Legado Italiano revisita os 145 anos da imigração italiana para a Serra Gaúcha e os inúmeros legados deixados ao longo desse tempo.
    2020, Documentário, Classificação Indicativa: 10 anos.
    Raia 4, de Emiliano Cunha
    Amanda é uma nadadora pré-adolescente. Quieta e reservada, encontra, embaixo da água – lugar onde os segredos não podem ser ouvidos – um refúgio. O conflito com os pais, as pressões do esporte e da fase da vida, tudo parece se acumular no entorno de Amanda, que acaba se aproximando de Priscila, uma colega de equipe.
    2019, Drama, Classificação Indicativa: 14 anos.
    Aos Olhos de Ernesto, de Ana Luíza Azevedo
    Ernesto enfrenta as limitações da velhice, como a solidão e a cegueira crescente. Ao se tronar viúvo, ele aprende que envelhecer é encher os silêncios com as ligações de seu filho que mora longe, com os recados do banco para retirar sua pensão, com as visitas de seu vizinho Javier, com a espera por uma nova carta de Lucía. No entanto, Bia, uma cuidadora de cães, entra em sua vida e Ernesto passa a perceber que o envelhecimento
    pode ser rejuvenescedor.
    2019, Drama, Comédia, Classificação Indicativa: 12 anos.
     
    Bio – Construindo uma Vida, de Carlos Gerbase
    Nascido em 1959 e morto em 2070, um homem tem uma patologia especial que não o permite mentir. Depois de sua morte, amigos e membros de sua família se reúnem para relembrar acontecimentos especiais pelos quais passaram juntos e que montam um interessante retrato da biografia do rapaz.
    2017, Drama, Classificação Indicativa: 14 anos.
     
    Disforia, de Lucas Cassales
    Dário sofre pela dificuldade em se recuperar de um acontecimento assustador de seu passado. Ao se aproximar da menina Sofia, memórias de um trauma são despertadas. Atormentado, ele precisa encarar o passado e o mistério envolvendo a família dele.
    2019, Drama, Suspense, Classificação Indicativa: 14 anos.
  • Exposição “Donas da história” homenageia mulheres negras gaúchas, na CCMQ

    Exposição “Donas da história” homenageia mulheres negras gaúchas, na CCMQ

    A Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), instituição da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), recebe, a partir de 12 de fevereiro, a Exposição Donas da história. A mostra fotográfica homenageia mulheres negras gaúchas e pode ser visitada até 9 de março no Espaço Oliveira Silveira, no 5º andar da CCMQ (Andradas, 736 – Centro Histórico de Porto Alegre).

    Daiane dos Santos. Foto: Alvaro Bax/ Divulgação

    A exposição destaca a trajetória de 16 mulheres negras gaúchas, oito delas vivas e atuantes. A curadoria é da historiadora da arte e curadora do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs), Izis Abreu, e da assessora de Diversidade da Sedac, Clarissa Lima. Donas da história esteve em exposição no salão Negrinho do Pastoreio, no Palácio Piratini, por ocasião das comemorações do centenário da sede do Executivo Estadual e dos 50 anos da instituição do 20 de novembro como Dia Nacional da Consciência Negra, movimento iniciado no Rio Grande do Sul.

    Judith Bacci. Reprodução/ Divulgação

    O período em que a exposição Donas da História permanece no Espaço Oliveira Silveira integra também a programação do Dia Internacional da Mulher na CCMQ. O diretor da instituição, Diego Groisman, observa que a mostra em homenagem a mulheres negras gaúchas de diferentes gerações, que combateram o racismo e a discriminação de gênero, ocupa um espaço de grande valor simbólico no complexo cultural. “O quinto andar da CCMQ concentra os espaços Oliveira Silveira e Maria Lídia Magliani, além do Laboratório Odilon Lopes, do Instituto Estadual de Cinema (Iecine), todos nomeados em reverência ao legado de pessoas negras na cultura do Estado”, comenta Groisman.

    Cristal. Foto; Alvaro Bax/ Divulgação

    Donas da história reúne fotos de personalidades já falecidas, como Amancia Coringa, Judith Bacci, Mãe Preta, Mãe Rita, Maria Ignácia da Conceição, Rainha Ginga Severina Maria Francisca Dias – a Sibirina, Sirlei Amaro e Teresa Franco. A mostra também homenageia mulheres negras em plena atividade. Entre elas, Cristal, Daiane dos Santos, Giane Vargas, Karen Luise Vilanova, Onira Pereira, Regina Nogueira, Valéria Barcellos e Vera Daisy Barcellos.

    Mãe Rita Ialorixá.
    Reprodução/ Divulgação

    Durante o lançamento da exposição, no Palácio Piratini, a presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, Vera Daisy Barcellos, uma das homenageadas, evocou lembranças carregadas de emoção. “Em 1970 eu estava ao lado de Oliveira Silveira, jovem poeta e militante que provocava a juventude para que nos inteirássemos sobre o movimento negro. Ali estava sendo gestado, por homens e mulheres negros e também por não negros, aquilo que seria o 20 de novembro. Estar hoje neste espaço, subindo as escadas deste palácio com tapete vermelho, é algo muito significativo, considerando que a maioria de nós, mulheres negras, está sempre escondida no trabalho serviçal”, disse Vera Daisy.

    Vera Daisy Barcellos. Foto: Alvaro Bax/ Divulgação

    Izis Abreu, uma das curadoras da exposição, explica que a iniciativa partiu de pesquisas sobre a representação de sujeitos negros na história da arte, especialmente a figura das quitandeiras negras. “Não se fala da importância dessas mulheres para a história do povo negro, mas elas foram essenciais, porque, através da atividade da quitanda, conseguiam comprar a sua alforria e a de outros escravizados e ascender socialmente. A partir disso, quisemos pensar o que as mulheres negras estão fazendo hoje e como estão avançando e lutando contra o racismo”, explica Izis.

  • Monica Tomasi se apresenta em Porto Alegre com músicos locais, no Espaço 373

    Monica Tomasi se apresenta em Porto Alegre com músicos locais, no Espaço 373

    O show ocorre no dia 16 de fevereiro, quarta-feira, às 21h. Os ingressos estão à venda no site da Eventbrite.

    Vivendo há três anos na Alemanha, a cantora e compositora Monica Tomasi retorna à cidade natal para reencontrar os amigos e parceiros musicais Nelson Coelho de Castro, Toneco da Costa, Giovanni Berti, Matheus Kleber, Mario Carvalho e Necka Ayala, no palco do Espaço 373. No repertório, sambas do show Pérola no Veludo (encontro musical com Nelson Coelho de Castro), covers, algumas inéditas, entre elas Repara, a primeira parceria com Necka. “Mesmo com todas as incertezas, é uma alegria imensa planejar e sonhar com um reencontro ao vivo e no palco com esses artistas”, conta.

     

    Monica Tomasi tem despertado o interesse do público local, recebendo boas críticas na imprensa ao mostrar não só suas composições, mas suas origens nas obras de Lupicínio Rodrigues, Tulio Piva e Paulinho da Viola.

     

    Em 2019, ela conheceu um importante parceiro musical, Tobias Langguth, guitarrista alemão com um impressionante domínio da música brasileira. Além de vários shows juntos, Monica gravou quatro faixas no seu LP Stars of the Night, que será lançado em março. Algumas delas já estão disponíveis no canal do Youtube de Langguth.

    Monica Tomasi – Arquivo Pessoal / Divulgação

    Desde o ano passado, a gaúcha integra a banda Triooo Maravilha, fundada pela percussionista Cris Gavazzoni (Mannheim), a violinista Priscila Simeoni (Cottbus) e o vocalista Fausto Israel (Bad Schwalbad). No repertório do Triooo, a música autoral e novos arranjos para a música brasileira e internacional dos anos 80 e 90 (http://www.triooomaravilha.de).

    Em 2022, com vários shows cancelados e/ou transferidos, em função dos aumentos dos casos de Covid na Europa, Monica está focada na pré-produção do novo disco, que será lançado por um selo italiano.

    SERVIÇO
    Monica Tomasi e amigos
    Quando: 16 de fevereiro | Quarta-feira
    Horário: 21h (a casa abre às 19h)
    Onde: Espaço 373 – Rua Comendador Coruja, 373 – Bairro Floresta
    Ingresso Amigo: R$ 35,00
    Ingresso Mui Amigo: R$ 45,00
    Ingresso 373: R$ 55,00
    Ingresso Apoiador da Arte: R$ 65,00
    Ingresso Patrocinador da Arte: R$ 100,00

    Reservas antecipadas pela plataforma Eventbrite: https://www.eventbrite.com.br/e/monica-tomasi-e-amigos-tickets-259570932647?fbclid=IwAR3JUhABq2jdEJrEKI4PSCww9AeU46KtMFIGdfJaXqbqp2ebBSxdOyJyDhc

    Mais informações pelo whatsapp: (51) 9 81423137 ou (51) 9 98902810

  • “Noite dos Abraços”, novo álbum de Duda Fortuna, terá lançamento nas plataformas digitais

    “Noite dos Abraços”, novo álbum de Duda Fortuna, terá lançamento nas plataformas digitais

    O nome do novo disco de Duda Fortuna traz intenção, afeto, esperança, solidão e horizonte. “Noite dos Abraços”, todo gravado durante a pandemia da COVID 19, chega às plataformas dia 11 de fevereiro. Projetando um futuro não muito distante, o álbum exalta os (re)encontros pós pandêmicos, onde as pessoas possam, enfim, se abraçar e conviver de pertinho. Segundo disco do artista, reúne os singles lançados em 2021, além de seis produções inéditas. Totalizando onze músicas, Noite dos Abraços vem com as parcerias potentes de quatro produtores: Vini Cordeiro, Cau Netto, Marcelo Callado e Dazluz. O resultado foi masterizado por Ciro Moreau.

    “A unidade do trabalho aparece na execução das músicas, ou seja, canto do meu jeito inclusive as músicas que não são de minha autoria, como Cansaço e Procurando Graça”, afirma Duda. “A escolha do repertório foi um processo bem intuitivo, que foi acontecendo durante o ano e que inclui uma canção emblemática: Pra ti Poa, antiga canção, em novo arranjo e formato, que fala de esperança e de uma girada na chave pró cultura, bem às vésperas do aniversário de 250 anos da cidade”, completa.

    Duda Fortuna. Foto Greta Wayne/ Divulgação

    Além de diversificar na escolha de ter um disco produzido por quatro artistas, Duda Fortuna também apostou nas parcerias e participações, como as poetas Lilian Rocha e Lota Moncada, Vini Cordeiro, Lisano Zorg, Pedro Poeta, Zeco Dardi, Eduardo Pitta, Marcelo Callado e Lico Silveira, entre outros importantes nomes da cena brasileira da música. A capa e programação visual do álbum são baseadas na foto assinada por Vherá Xunu, fotógrafo e integrante da comunidade indígena Mbya Guarani na Grande Porto Alegre. A imagem da união das pétalas de uma aspilia em torno de seu centro, dão a sensação do abraço. A arte finalização é do designer João Salazar.

    Foto: Greta Wayne/ Divulgação

    Sobre as música

    Cansaço, canção inédita, tem a participação especial da poeta e escritora Lilian Rocha, que também é autora da música em parceria com José Carlos Rodrigues. A produção e arranjos ficaram por conta de Vini Cordeiro. O fonograma ainda traz na abertura o poema Fuga, também de Lilian Rocha e declamado lindamente por ela. Procurando Graça tem produção e arranjo de Vini Cordeiro, que também assina a autoria dessa balada rock. Voo Solo é parceria de Duda Fortuna com Lisane Zorg, e tem a participação do baterista Dado Silveira. O arranjo e produção levam o carimbo de Cau Netto. A música também rendeu um belo clipe dirigido por Greta Wayne. A inédita Voy y Vuelvo tem na letra uma adaptação da poesia da chilena Lota Moncada, que participa declamando um trecho no fonograma. Tem Sim, Tem Não, produzida no Rio de Janeiro pelo músico Marcelo Callado é parceria de Duda com outro carioca, Pedro Poeta, que também se destaca cantando na faixa.

    Integrando a coletânea Mapa Astral Volume 03 da Tal e Tal Records, Terra e Chuva foi remixada e remasterizada ao ingressar no álbum Noite dos Abraços e tem a participação de Marcelo Callado na percussão. Pra ti Poa tem um paradoxo interessante: foi a última a entrar no álbum, embora seja a música mais antiga.  A canção homenageia Porto Alegre por completar 250 anos em 2022 e é uma composição de Duda com participação do lendário King Jim no sax e a produção de Dazluz. Laptop traz participações especiais da cantora Dana Farias e dos vocalistas da banda Terminal 470, J. Fidelix e Duplo M Medeiros numa mistura romântica de rap e MPB. Dando Voltas é parceria de Duda com o cantor Zeco Darde. Boas vibrações nessa balada inédita, que faz parte do setlist dos encontros da dupla há algum tempo. Paraiso é parceria de Duda com Eduardo Pitta que também traz a participação de Marcelo Callado na bateria e percussão, com produção de Cau Neto. E, por fim, Hortelã, o primeiro dos singles lançados por Duda em 2021, uma parceria dele com Lico Silveira. Um som dançante para encerrar a audição de Noite dos Abraços com o astral lá em cima.

    Duda Fortuna, cantor e compositor Porto-alegrense, tem a música em sua essência, mas transita pela literatura e poesia e produz podcasts, com destaque para as duas temporadas do Sarau Livre, atividade selecionada no Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, promovido pela Fundação Marcopolo. Desde 2015 na ativa como músico, quando lançou o single Pedra de Campo Bom nas plataformas digitais, nunca mais parou. Abriu o show da banda Mundo Livre S.A. e apresentou seu trabalho autoral no palco do mítico Beco das Garrafas no Rio de Janeiro; apresentou-se no projeto Sons da Cidade da Coordenação de Música da Prefeitura de Porto Alegre e participou de outros projetos em teatros da cidade. Em 2019 lançou o disco OkO2 com produção musical do tecladista Cau Netto. Entre 2020 e os dias atuais, lançou diversos singles e clipes nas plataformas. Entre eles, os clipes das músicas Yekitibá e Abre Fendas, ambos com direção Greta Wayne. Em 2021 participou ao lado de Nei Lisboa, Bebeto Alves e da Banda Nenhum de Nós, do programa O Sul em Cima, dirigido por Kleiton Ramil, apresentado por Marcio Celli e transmitido em rede com duas dezenas de rádios e web rádios nacionais internacionais. Duda Fortuna tem um livro de poesias, Segundo de Abril, lançado na Feira do Livro de Porto Alegre em 2014.

    Ficha técnica 

    Cansaço – (Lilian Rocha e José Carlos Rodrigues) – Part. Lilian Rocha

    Procurando Graça (Vini Cordeiro)

    Voo Solo (Duda Fortuna e Lisane Zorg)

    Voy y Vuelvo – (Duda Fortuna e Lota Moncada) – Part. Lota Moncada

    Tem Sim Tem Não (Duda Fortuna e Pedro Poeta) Part. Pedro Poeta

    Terra e Chuva (Duda Fortuna)

    Pra ti Poa – (Duda Fortuna) – Part. King Jim

    Laptop – (Duda Fortuna) – Part. Dana Farias e Terminal 470

    Dando Voltas – (Duda Fortuna e Zeco Darde) – Part. Zeco Darde

    Paraiso (Duda Fortuna e Eduardo Pitta)

    Hortelã (Duda Fortuna e Lico Silveira)

    Arranjos e produção musical:

    Vini Cordeiro – Estúdio Andarilho em Cansaço e Procurando Graça

    Cau Netto em Voo Solo, Voy y Vuelvo, Dando Voltas, Paraiso e Hortelã

    Marcelo Callado/ Madruga Estúdio(RJ) Mix: Iuri Brito / Estúdio Nagasaki (RJ) em Tem Sim Tem Não

    Dazluz em Terra e Chuva, Pra ti Poa e Laptop

    Masterização Álbum: Ciro Moreau

    Músicos que participaram do projeto:

    Dado Silveira – bateria em Voo Solo e Voy y Vuelvo

    Marcelo Callado – bateria e percussão em Terra e Chuva e Paraiso

    Tiago Rafael – guitarra em Cansaço

    Captação King Jim em Pra ti Poa por Eduardo Pitta

    Programação visual:

    Foto de Capa – Vhera Xunu

    Arte finalização – João Salazar

    Edição vídeo – Greta Wayne

    Realização: Gato na Tuba

    NOITE DOS ABRAÇOS 

    Dia 11 de fevereiro

    Nas plataformas digitais e redes do artista

    Duda Fortuna nas redes:

    Facebook: https://www.facebook.com/duda.fortuna.1

    Instagram: @dudafortuna.oko2

    YouTube: https://www.youtube.com/c/DudaFortuna/videos

    Pré-save do álbum: https://tratore.ffm.to/noite-dos-abracos

  • A trajetória humana de Leonel Brizola, no ano de seu centenário, no Teatro Dante Barone

    A trajetória humana de Leonel Brizola, no ano de seu centenário, no Teatro Dante Barone

    O Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa será palco das comemorações dos 100 anos de Leonel Brizola. Com realização da Fundação Caminho da Soberania, o espetáculo LEONEL acontece de 11 a 13 de fevereiro, dentro da programação do Porto Verão Alegre. Nos dias 11 e 12 (sexta e sábado), a montagem ocorre às 21h, e, no dia 13 (domingo), às 20h:

    A peça é dividida em três fases:

    • I Ato é a parte do Rio Grande do Sul;
    • Entreato é a parte do exílio;
    • II Ato é o retorno ao Brasil.

    O ator Paulo Roberto Farias foi convidado para interpretar Leonel Brizola desde o nascimento em Cruzinha, localidade de Carazinho, em 1922, até o início daquele que seria o mais longo exílio brasileiro. Lisandro Pires assume o papel a partir do momento da lida de Brizola com o campo, no Uruguai, e o retorno ao Brasil, até o ponto em que ele entende que a sua participação na vida brasileira deve ser apenas contribuir com o melhor de sua capacidade, pós as disputas eleitorais. Além de direção, Caco Coelho entra na terceira fase, quando o ex-governador vive uma das maiores dores de sua vida: a morte de Neusa Brizola, interpretada pela atriz Marina Mendo. A trama é conduzida pela corifeia, a cantora e atriz Camila Falcão.

    “Vamos contar a história do gurizinho que escolheu o seu próprio nome: Leonel. São os bastidores humanos da trajetória de um homem que, nascido em uma casa de chão batido e teto de zinco, se torna o único brasileiro eleito governador por dois Estados. O ser humano que estava por trás daqueles que foram os maiores movimentos cívicos da nossa história”, explica Caco. A narrativa histórica será acompanhada de um vídeo mapping com imagens e entrevistas histórias, como o Roda Viva.

    O espetáculo tem a supervisão da atriz Vera Holtz, direção de movimento de Eduardo Severino, participação ao vivo de Pirisca Grecco (autor da trilha do documentário Tempos de Luta), e Duca Duarte, luz de Guto Greca, preparação vocal de Ligia Motta, figurino de Mari Collovini (figurinista do filme Legalidade), produção de Viviane Lencina e videomapping de Jana Castoldi. A atriz Fernanda Carvalho Leite e o pianista João Maldonado farão participações especiais.

    O lado humano 

    “Tive a emoção de participar desta caminhada. Não apenas eu na minha família; minha avó, vim a saber há poucos anos, foi quem desenvolveu o plano educacional que foi implementado nas mais de seis mil escolas que Leonel construiu no Rio Grande Sul. Meu pai era médico da família e acabou preso na casa de Brizola, no Golpe Militar de 1964.

    Eu fui trabalhar com ele no primeiro governo do Rio de Janeiro, governo dos CIEPs, do Sambódromo, das Diretas Já. Hoje, meu filho está seguindo os passos, ingressando na Juventude Socialista. ‘Quanto tempo juntos’, me disse certa vez Leonel. Ele era meu leme no modo de enxergar o ser humano na política.

    O que vamos mostrar não é um documentário sobre a sua trajetória política. Isto, estará contado nos vídeos. O que nós desejamos extrair é o instante humano que estava por trás dessa enorme trajetória.”

    Caminho da Soberania

    Presidida por Carlos Eduardo Vieira da Cunha, a Fundação Caminho da Soberania tem como objetivo a promoção daqueles que dedicaram as suas vidas à consolidação da soberania brasileira, patrimônio indissociável da construção de um país democrático. É iniciativa desta Fundação a estátua de Leonel de Moura Brizola, colocada ao lado do Palácio Piratini. A figura de João Marques Goulart receberá igual homenagem.

    ©2022 Nilton Santolin

    FICHA TÉCNICA
    Direção geral e roteiro: Caco Coelho
    Supervisão: Vera Holtz
    Direção de movimento: Eduardo Severino
    Elenco: Caco Coelho, Camila Falcão, Duca Duarte, Eduardo Severino, Fernanda Carvalho Leite, Lisandro Pires, Marina Mendo, Paulo Roberto Farias, Pirisca Grecco e Grupo dos Onze (Gabriel Coelho, Gabriela Ortiz, Lucas dos Santos, Luciano Zini, Felipe Briance e Mikelly de Souza)
    Música: Pirisca Grecco
    Trilha: Duca Duarte
    Figurino: Mari Collovini
    Vídeo mapping: Jana Castoldi
    Iluminação: Guto Greca
    Participação especial: João Maldonado
    Preparação de voz: Ligia Motta
    Cabeleireiro: Regis Verreti
    Pesquisa e co-roteiro: William Keffer
    Assistente de direção e pesquisa: Gabriel Testa Coelho
    Técnico de som: Alexandre Scherer
    Realização:
    Ciclo de Ideias
    Fundação Caminho da Soberania

    INGRESSOS
    Site do Porto Verão Alegre: 
    https://portoveraoalegre.com.br/leonel-21-01-21