Categoria: Cultura-MATÉRIA

  • Leituras para a quarentena (1)

    Não sei quem sou, que alma tenho

    Quando falo com sinceridade não sei com que sinceridade falo

    Sou variamente outro de um eu que não sei se existe

    Sinto crenças que não tenho

    Enlevam-me ânsias que repudio

    A minha perpétua atenção sobre mim

    Perpetuamente me aponta traições de alma

    A um caráter que talvez não tenha, nem ele julga que eu tenha

    Sinto-me múltiplo

    Sou como um quarto com inúmeros espelhos fantásticos

    Que torcem para reflexões falsas

    Uma única anterior realidade

    Que não está em nenhuma e está em todas

    Sinto-me vários seres

    Sinto-me viver vidas alheias em mim incompletamente

    Como se meu ser participasse de todos os homens

    (FernandoPessoa, Páginas Íntimas, pags 93 e 94)

  • Museus do mundo para visitar sem sair de casa

    Museus do mundo para visitar sem sair de casa

    A quarentena imposta para tentar reduzir o avanço do novo coronavírus no Brasil provocou intensa troca de informações como forma de atenuar o isolamento social.

    Além de informações sobre a pandemia, circulam nas redes sociais dicas sobre coisas interessantes para assistir/fazer pela internet durante o período de enclausuramento em casa. Uma delas sugere fazer um tour virtual em pelo menos dez museus na Europa e EUA:

    1. Pinacoteca de Brera – Milão  pinacotecabrera.org

    2. Galeria Uffizi – Florença   http://www.uffizi.it/mostre-virtuali

     

    4. Museu Arqueológico – Atenas http://www.namuseum.gr/en/collections/
    7. Museu Britânico – Londres   http://www.britishmuseum.org/collection
    8. Museu Metropolitano Nova Iorque http://artsandculture.google.com/explore
    9. Hermitage – São Petersburgo http://bit.ly/3cJHdnj
    10. Galeria Nacional de Arte – Washington http://www.nga.gov/index.html

     

     

     

  • Instituições culturais públicas do Estado fecham para conter o virus

    Instituições culturais públicas do Estado fecham para conter o virus

    A Secretaria de Estado da Cultura informa que a partir desta quarta-feira (18/03/2020) estarão suspensas todas as atividades nas 22 instituições culturais da rede estadual, pelo período de duas semanas, que poderá ser prorrogado em caso de necessidade.

    A medida foi tomada para minimizar a aglomeração de pessoas em locais públicos e contribuir para reduzir a disseminação do vírus Covid-19.

    Ficam, portanto, suspensos espetáculos, visitação, pesquisas, ensaios e demais atividades e atendimentos ao público em todas as instituições abaixo:

    • Arquivo Histórico do RS

    • Biblioteca Leopoldo Boeck

    • Biblioteca Lígia Meurer

    • Biblioteca Pública do Rio Grande do Sul

    • Biblioteca Romano Reif

    • Cinemateca Paulo Amorim

    • Casa da Música da OSPA

    • Casa de Cultura Mario Quintana

    • Hub Criativa Birô

    • Instituto Estadual do Livro

    • Museu Antropológico do RS

    • Museu Arqueológico do RS (em Taquara)

    • Museu de Arte Contemporânea – MAC

    • Museu de Arte do Rio Grande do Sul – MARGS

    • Memorial do Rio Grande do Sul

    • Museu do Carvão (em Arroio dos Ratos)

    • Museu de Comunicação Hipólito José da Costa

    • Museu Histórico Farroupilha (em Piratini)

    • Museu Julio de Castilhos

    • Parque Histórico Bento Gonçalves (em Cristal)

    • Teatro de Arena

    • Theatro São Pedro

  • Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil, seção RS, dá posse a sua nova diretoria

    Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil, seção RS, dá posse a sua nova diretoria

    A Assembleia Legislativa de Porto Alegre foi palco, no dia seis de março , da solenidade de posse da nova diretoria da AJEB – Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil/Coordenadoria Rio Grande do Sul gestão 2020/2022, assim constituída:

    Presidente coordenadora, psicóloga e escritora Eliane Tonello; Vice-Presidente, professora e escritora Andrea Barrios; 2ª Vice-Presidente, advogada e escritora Tatiana Fadel Rihan; Diretora Financeira, escritora Iodilma Corrêa; 2ª Diretora Financeira, escritora Iara Schmegel; 1ª Secretária, Magalhe Oliveira; 2ªSecretária, escritora Simone Friedrich. Conselho Consultivo: escritora Maria Odila Menezes de Souza; escritora Adélia Eisenfeldt; escritora e diretora do IEL Patrícia Langlois;
    escritora Soninha Athayde; bibliotecária e escritora Morgana Marcon; escritora Daizi Vallier.

    Foram empossadas como novas associadas efetivas Ilma Gladis de Souza Borges, Lorena de Souza Fontoura, Maria do Carmo Silveira, Teani Godolphin, Maria José Silveira, Nilda Melo Cezar e Darieli de Barros Gonçalves, além das já citadas Tatiana Fadel Rihan, Iara Schmegel e Morgana Marcon.

    Estiveram presentes amigos, familiares, autoridades (Presidente Nacional da AJEB Maria Odila Menezes de Souza, Deputada Estadual Franciene Bayer, o Presidente da Câmara de Vereadores, Reginaldo Pujol, e o Vereador Alvoni Medina) e representantes de diversas Entidades Literárias (Academia Literária Feminina do Rio Grande do Sul; Academia de Letras dos Municípios do Rio Grande do Sul; Academia de Artes, Ciências e Letras Castro Alves; Academia Machado de Assis; Academia de Letras do Brasil; Grêmio Literário Castro Alves; Instituto Cultural Português). Momento Cultural teve o Duo Alegria Cigana Cléo;Nani e a convidada especial, Carmem Rosca.

    A AJEB é uma entidade respeitada no âmbito nacional e internacional que há 50 anos iniciou a busca pelo espaço das mulheres na literatura, época em que a dedicação total era cuidar da casa e dos filhos. A comemoração do Jubileu de Ouro acontecerá no Distrito Federal em 8 de abril. Com a nova diretoria, uma parte que representa 16 estados brasileiros, assumimos este desafio com dinamismo, além de ampliar e dar continuidade aos eventos culturais e os projetos com parcerias firmadas. É fundamental o trabalho de cada uma de nós para darmos continuidade ao trabalho da AJEB, seguindo com o lema “A perenidade do pensamento pela palavra”. Seguimos a caminhar e a semear, um dia teremos o que colher. Faço das palavras da escritora Cora Coralina, as minhas, disse a Presidente Coordenadora AJEB-RS, Eliane Tonello.

  • Novo bar cultural no Bom Fim inaugura com shows ao vivo em clima de botequim: Êta Vida!

    Novo bar cultural no Bom Fim inaugura com shows ao vivo em clima de botequim: Êta Vida!

    Êta Vida! é o nome do bar cultural que abre nesta sexta-feira 13 no casarão da Vasco da Gama onde por 13 anos funcionou a Palavraria Livraria e Café, no Bom Fim.

    A proposta é oferecer petiscos de boteco, chopp e cervejas a um preço um pouco mais acessível, com intensa programação artística já no happy hour.

    A casa ficou três anos fechada. A reforma começou em outubro. O nome do bar é de uma das músicas do disco “Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das 10”.

    Música brasileira e o blues vão predominar no pequeno palco interno nos finais de semana. Nesta estreia, quatro apresentações: Clube da Esquina Tributo na sexta 13, Matheu Correa Duo no sábado 14, e Glau Barros no domingo 15 (ela está comemorando 30 anos de carreira). Terça-feira 17, St. Patrick’s Day, toca a banda Cartas na Rua (folk).

    Um lugar acolhedor para sentar – dentro da casa ou em mesinhas na calçada – para ouvir música, petiscar e bebericar.

    As duas salas no pavimento superior estão disponíveis para realização de oficinas, brechós, feiras, cursos e exposições. São equipadas com ar-condicionado, banheiro, cadeiras e um quadro branco.

    Serviço:

    Êta Vida! Vasco da Gama, 165, Bom Fim

    Abre de terça a sábado, das 17h30 à meia-noite; e domingo, das 15h às 21h.

     Programação:

    Sexta-feira, 13 de março, 19h30: Inauguração com Clube da Esquina Tributo

    Sábado, 14 de março, 19h30: Matheu Correa Duo (blues)

    Domingo, 15 de março, 17h30: Glau Barros (samba)

    Terça-feira, 17 de março, 19h30: St. Patrick’s Day, com Cartas na Rua (folk)

     

  • Bíbi Jazz Band apresenta “Parla piu piano”  na paisagem idílica de O Butiá.

    Bíbi Jazz Band apresenta “Parla piu piano” na paisagem idílica de O Butiá.

     

    No próximo domingo , dia 15, Bibi Jazz Band apresenta o show “Parla Piu Piano”, em referência à clássica trilha sonora do filme O Poderoso Chefão (1972). No repertório clássicos italianos da década de 60 e 70, como  Via Con Me, do pianista cantor e compositor de jazz, Paolo Conte, considerado um dos artistas mais importantes e inovadores de sua geração. Acompanham a artista André Viegas (guitarra), Rodrigo Arnold (baixo) e Mateus Mussatto (bateria).  Bíbi é considerada pela crítica gaúcha a melhor cantora de jazz do Estado.
    O show ocorre às 18h, tendo como cenário o pôr do sol do Guaíba. Os ingressos custam R$ 30,00 e é necessário fazer reserva pelo sitewww.obutia.comO público poderá desfrutar da privacidade de uma praia particular e de mais de dois hectares de jardins com vistas inesquecíveis do entorno, bem como de diversas trilhas nos mais de 80 hectares de mata nativa. A localização da fazenda e como chegar são informadas por e-mail, apenas depois da reserva.
    Fotos: Divulgação
    SERVIÇO
    Jazz na Beira com Bíbi Jazz Band
    Quando: 
    15 de março | Domingo | 18h
    Ingresso: R$ 30 | Crianças até 10 anos não pagam | Consumação mínima: R$ 30
    Reservas somente pelo site www.obutia.com
    Cão são bem-vindos, desde que em suas guias

     

    Foto HenriqueTheo Möller/ Divulgação

    Bíbi Blue em seis perguntas:

    Higino Barros

    Pergunta: Como você veio morar na capital gaúcha, depois de morar em outros lugares do Brasil, sendo   uruguaia?

    Bíbi: Não tenho um motivo exato, ou pontual, uma linha traçada diretamente. Simplesmente teve uma identificação, uma estranha raiz que criou um vínculo, sem nunca ter vivido na cidade. Deve ser a famosa “estética do frio”, que fala o Vitor Ramil, na canção Ramilonga. Senti essa singularidade e diferenças marcantes sendo e estando no sul. Porto Alegre não somente me traz essa sensação, mas o sul em geral, os sul –riograndenses são primeiros gaúchos, depois brasileiros. Semelhante na cultura uruguaia e argentina, um povo de pampa, de serra, de indígenas, nativos, imigrantes, rural e urbano. Todas as formas artísticas, o clima e esse contingente sócio cultural me trouxeram para cá.

    Pergunta: Como a música apareceu na sua vida?

    Bíbi: Aconteceu de uma maneira indireta. Primeiro eu queria ser advogada. Depois quis ser atriz. Não vou dar a resposta clássica, clichê, de que eu quis sempre cantar, quis sempre ser cantora, que eu brincava com música. Não. Isso aconteceu comigo bem mais velha, já era mãe e tinha outros planos, outros projetos e a vida vem e te dá uma lambada.

    Eu tinha amigos músicos que frequentavam minha casa e eles me diziam que eu era afinada, quando a gente fazia cantorias domésticas. Daí fui para São Paulo, trabalhava na Folha de São e o Coral da USP estava selecionando cantores. Fiz o teste e passei. Foi um grande aprendizado. Acho que os coros são grandes domadores de egos, uma coisa comum no meio. Porque você aprende a trabalhar em grupo. Hoje em dia dou aula em um coro em Caxias do Sul e costumo dizer isso para seus integrantes. Os coros são uma grande escola. Você não aprende só a parte técnica, de trabalhar em naipes, da afinação, e do conhecimento rico que o coro pode trazer, mas também a questão de aprender a trabalhar em conjunto. Que é o mais importante.

    Acho que a música veio ao meu encontro e não eu vou ao encontro dela. Foi um encontro mútuo, afinal. Porque eu não sonhava trabalhar com isso, não era uma coisa que eu queria. Não foi uma coisa que aconteceu quando eu tinha 16 anos, que é a idade onde maioria começa. Eu comecei a cantar com 26 anos e só me decidi com 28. Ou seja, são só 12 anos de profissional. Foi um encontro, mais do que uma procura.

    Pergunta: Porque a opção por cantar jazz?

    Bíbi: Por paixão. E paixão não se explica. Ela não tem um motivo direto. Sou movida a paixão e tudo que levanta meus pelinhos do braço eu me entrego. Cantei outros estilos. Passei por canto lírico, participei de montagens de óperas quando morei em Florianópolis. Depois fui cantar rock, o que me deu uma base para cantar na noite. Mas nunca que deixei de escutar jazz. Minha mãe tinha muitos discos, incluindo clássicos, blues, rock’in’roll, música tradicional uruguaia. A música uruguaia flerta muito com o jazz, o candombe, que é música afro uruguaia,  tem uma levada assim. Exemplo disso é a produção dos irmãos Faturoso que fizeram isso muito bem.

    Pergunta: Como vê a cena de jazz no sul. Como vê a predominância masculina nela?

    Bíbi:  Tenho essa banda há quatro anos e uns meses, tendo ela iniciado em Caxias do Sul. E apesar de reconhecer mesmo a predominância masculina quero ser enfática, mas não quero ser a chata. Mas é inegável essa predominância e uma certa postura de que quem faz música instrumental é melhor do que vocalista. Há uma postura um pouco superior. Quem canta acaba sendo menos reconhecido. E predomina a presença masculina. Tanto que não lembro de banda de jazz feminina aqui.  Mas vejo que há muitas produtoras aqui em Porto Alegre; só que elas não têm voz no mercado. Sei que existem bandas femininas aqui, mas elas não aparecem, não são chamadas para festivais, não ganham visibilidade e coisas assim. Isso incomoda um pouco. Falo diretamente de uma coisa que me afeta. Os produtores dos festivais de jazz são homens. E produtores homens assistem somente bandas instrumentais masculinas.  Há bandas de jazz femininas muito boas tanto na parte instrumental como na parte de canção. Porque elas não aparecem? Elas acabam indo para outros lugares do Brasil.

    Pergunta: Qual a história da Bíbi Jazz Band?

    Bíbi: Nos conhecemos em Caxias do Sul e o grupo existe há quatro anos e já participou de festivais internacionais e alguns nacionais. Temos quatro vídeos lançados e vamos lançar alguns em espanhol, para ampliar nosso circuito de apresentação. É formado por André Viegas, guitarra; Rodrigo Arnold, contrabaixo acústico, Mateus Mussato, bateria e Bíbi Blue, voz.

    Pergunta: O que o público que for ao Butá vai ver no “Parla Piu Piano”?

    Bíbi: É um espetáculo que traz o cancioneiro da música italiana para o universo do jazz. Tem Paolo Conte, Pepino de Capri, além de outros clássicos de uma fase mais romântica que o público brasileiro se acostumou a ouvir no passado. Em abril vamos nos apresentar em Caxias do Sul com nosso repertório tradicional.

  • Espetáculos de dança e circo na Travessa dos Cataventos da CCMQ

    Espetáculos de dança e circo na Travessa dos Cataventos da CCMQ

     

    A Travessa dos Cataventos, no coração da Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), recebe quatro espetáculos, entre os dias 17 e 27 de março. Os eventos fazem parte dos projetos “Cirquintana” e “A Casa Dança”, que integram o Plano Anual de Atividades da CCMQ. A programação tem entrada gratuita e classificação livre.
    Todos os espetáculos são apresentados na Travessa dos Cataventos, na Casa de Cultura Mario Quintana, Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico de Porto Alegre. Em caso de chuva, a apresentação acontece na parte interna da CCMQ.

    Plano de atividades – Com curadoria do diretor da CCMQ, Jessé Oliveira, e convidados, o Plano Anual de Atividades é viabilizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura. O patrocinador apresentador é o Banrisul. Os projetos “Cirquintana” e “A Casa Dança” contam também com patrocínio cultural das Lojas Renner e da Icatu Seguros. A produção leva a assinatura da Cida Cultural, com realização da Associação dos Amigos da Casa de Cultura Mario Quintana, Casa de Cultura Mario Quintana, Secretaria de Estado da Cultura (Sedac) e Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania/Governo Federal.

    SERVIÇO:
    CIRQUINTANA – Espetáculo “Sobretudo”
    Quando: 17/03 (terça)
    Horário: 12h30

    A CASA DANÇA – Espetáculo “Procuro-me”
    Quando: 18/03 (quarta)
    Horário: 18h30

    CIRQUINTANA – Espetáculo “Re Tri Circo”
    Quando: 19/03 (quinta)
    Horário: 12h30

    A CASA DANÇA – Espetáculo “Anacrônico Sincrônico”
    Dia 20/03 (sexta)
    Horário: 18h30

    SINOPSES DOS ESPETÁCULOS:

    Sobretudo – O espetáculo transita entre os sonhos de uma criança e a realidade de um adulto. Um malabarista apresenta um universo mágico de suas memórias, habilidades e verdades, que, a partir da técnica central do malabarismo, trabalha uma dramaturgia poética entre o circo, a dança e o teatro. Direção: Carol Cony. Elenco: Emerson Noise.

    Procuro-me – O bailarino Maurício Miranda desenvolve movimentos inspirados nas sensações trazidas pelas esculturas do artista e designer José Vitor Reis, unindo técnicas de jazz e dança contemporânea, com coreografias desenvolvidas pelo intérprete criador junto de improvisação e interação com o público. Elenco: Maurício Miranda e José Vitor Reis.

    Rei Tri Circo – O duo Re Tri Circo traz sua energia misturada com muitas habilidades circenses e acrobáticas. As cenas buscam proximidade e levam as pessoas a acreditarem que o impossível pode acontecer. O espetáculo contém várias técnicas, como malabarismo com bolas de futebol, contorcionismo, acrobacias em dupla, equilibrismo e um grande desafio ao final. Direção: Pablo Perez. Elenco: Francieli S. Bergmann e Pichacha Malabares.

    Anacrônico Sincrônico – O espetáculo nasce de uma pergunta: que história conta a memória? Esse disparador propõe o encontro das referências pessoais que também problematizam a relação entre a dança e o teatro e as divisões e fusões entre expressões artísticas que fazem parte desta narrativa. A performance acende processos de transformação de vida na memória corporal e criativa dos atores. Criação e interpretação: Cibele Sastre e Heitor Schmidt.

  • O som da “A Banda Mais Bonita da Cidade”, no Theatro São Pedro

    O som da “A Banda Mais Bonita da Cidade”, no Theatro São Pedro

    A Banda Mais Bonita da Cidade retorna ao palco do  Theatro São Pedro para o show de comemoração de 10 anos de carreira e repleto. A banda nasceu em 2009 da vontade de seus integrantes reinterpretarem as canções que amavam. Após ficar mundialmente conhecida com o seu vídeo Oração (um dos mais vistos em todo o mundo, com mais de 40 milhões de visualizações), gravou seu primeiro disco pelo sistema de crowdfunding (ajudando adifusão do Financiamento Coletivo e destacando a banda pelo empreendedorismo em sua gestão).

    Em 2013 a banda lançou o disco O Mais Feliz da Vida, apresentando um registro maduro e muito bem aceito, tanto pela crítica quanto pelo público, e em 2016 apresentou seu DVD Ao Vivo no Cine Joia, um registro emocionante da celebração que é o show da banda.

    Chegando à marca impressionante de mais de meio milhão de seguidores noFacebook, mais de 42 milhões de visualizações nos vídeos do youtube, com 7 turnês internacionais (pela França, Espanha, Portugal, Argentina, Uruguai, Colômbia e Venezuela) e mais de 300 shows realizados, A Banda Mais Bonita Da Cidade se consolida cada vez mais como parte importante da música brasileira atual.

    A banda segue em turnê de lançamento de seu terceiro disco: De Cima Do Mundo Eu Vi O Tempo.

    CANAIS DE COMUNICAÇÃO

    site bandamaisbonita.com.br

    facebook /abandamaisbonitadacidade

    twitter @bandamaisbonita

    instagram @bandamaisbonita

    SERVIÇO

    A BANDA MAIS BONITA DA CIDADE

    Dia 12 de março

    Quinta às 21h

    Theatro São Pedro (Praça Mal. Deodoro, s/n – Centro Histórico – Porto Alegre/RS)

    Duração:  80 minutos

    Classificação etária: 14 anos

    Ingressos

    Galerias: R$ 50,00 (inteiro) | R$ 30,00 (Doação de Livro) | R$ 25,00 (meia-entrada)

    Camarote Lateral: R$ 90,00 (inteiro) | R$ 54,00 (Doação de Livro) | R$ 45,00 (meia-entrada)

    Camarote Central: R$ 100,00 (inteiro) | R$ 60,00 (Doação de Livro) | R$ 50,00 (meia-entrada)

    Plateia: R$ 110,00 (inteiro) | R$ 66,00 (Doação de Livro) | R$ 55,00 (meia-entrada)

    Cadeiras Extras: R$ 110,00 (inteiro) / R$ 66,00 (Doação de Livro) | R$ 55,00 (meia-entrada)

    Descontos*:

    50% para associados da AATSP

    50% para estudantes, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência
    50% para idosos

    50% para associados titulares Clube do Assinante ZH e um acompanhante

    40% com a doação de um livro em bom estado

    *mediante apresentação de documentos que comprovem o direito ao benefício

    Vendas:

    – Online: www.teatrosaopedro.com.br

    – Bilheteria do Theatro São Pedro:  de segunda a sexta-feira, das 13h até o horário de início dos espetáculos. Quando não há espetáculo, das 13h às 18h30. Nos sábados e domingos, das 15h até o horário de início dos espetáculos.

    Mais informações para o público:

    (51) 3227.5100 | 3227.5300 com a equipe do Theatro São Pedro

  • Glau Barros celebra 30 anos de carreira, cantando os 75 anos de idade de Elis Regina

    Glau Barros celebra 30 anos de carreira, cantando os 75 anos de idade de Elis Regina


    Ela foi única, cantou como ninguém e deixou saudade. A cantora, que morreu em 1982, nasceu em Porto Alegre em 17 de março de 1945. o show de Glau Barros “Alô alô Elis Regina” ocorre no dia 17 de março, às 21h30, no Espaço 373
    Considerada uma das mais importantes intérpretes da atual geração de artistas gaúchas, Glau Barros completa este ano 30 anos de carreira. Já se apresentou nos principais espaços culturais do Brasil com shows e musicais, entre eles: Night Club, Ta-hí Carmen Miranda, Os Malandros, Prato Feito – Você tem fome de que?, Noite dos Lobos – Canções de Lupicínio Rodrigues, SAMBA – Eu Canto Assim! e Glau Barros – Especial Clara Nunes.
    No show em homenagem à aniversariante do dia, Glau estará  acompanhada por Marco Farias (teclado), Wilmar Fernandes Neto (baixo) e César Audi (bateria). Glau interpretará algumas das canções mais significativas da carreira da “Pimentinha”, compostas por nomes como Lupicínio Rodrigues, Milton Nascimento e Tom Jobim. No set list está Cais, Cadeira Vazia, Cai Dentro, O bêbado e o equilibrista, Águas de Março e Alô Alô Marciano, entre outros.
    “Alô, alô Elis Regina” não é cover, mas uma revisita ao repertório da artista. Glau Barros coloca nesta apresentação todo conhecimento adquirido, como cantora e atriz, ao longo dessas três décadas .

    Sobre o Espaço 373
    Inaugurado em março de 2017, o Espaço 373 remete às famosas casas de jazz de New York pelas paredes de tijolos à vista, madeiras de demolição e um charmoso piano de parede. Localizado 4º Distrito, conhecido pela criatividade e empreendedorismo cultural, o casarão construído em 1925 é tido como Patrimônio Cultural do Município.
    Serviço:
    Alô alô Elis Regina, com Glau Barros
    Data: 
    17 de março | Terça-feira | 21h30
    Local: Espaço 373 Rua Comendador Coruja 373 – Distrito Criativo de Porto Alegre
    Ingressos: R$ 25,00 antecipado | R$ 30,00 na hora
    Ingressos Online: http://www.eventbrite.com.br/e/alo-alo-elis-com-glau-barros-tickets-98088761125?aff=efbevent&fbclid=IwAR3_bJi9pHgbEj29JSoHu1wumCwXvN5Yhz9b7GDUsGC-aCfelOjafLQMMCw
    Informações e reservas: (51) 98142 3137 | (51) 99508 2772
    Capacidade: 150 pessoas | Aceita todos os cartões de crédito | Ambiente climatizado | Possui wifi | Segurança na porta | Estacionamento no Shopping Total
  • “Duo Vórtice” abre a temporada de 2020 dos Clássicos na Pinacoteca

    “Duo Vórtice” abre a temporada de 2020 dos Clássicos na Pinacoteca

    O início da temporada 2020 do projeto Clássicos na Pinacoteca será marcado pela apresentação do Duo Vórtice. A apresentação será na terça-feira, 17, às 18h30. O ingresso é uma contribuição espontânea e a lotação da sala é para 50 lugares.

    O Duo Vórtice é formado pelo brasileiro Tácio César Vieira (Florianópolis, 1990) e pelo chileno Ricardo Bahamondez (Coyhaique, 1988). Eles apresentarão na Pinacoteca Ruben Berta (rua Duque de Caxias, 973) obras de dois mestres russos, Shostakovich e Rachmaninoff, além do brasileiro, Villa-Lobos. Esses compositores vivenciaram, nas primeiras décadas do século XX, dramáticas mudanças políticas, ondas de revolução global, uma grande crise econômica e duas guerras mundiais.

    Violencelista Tácio Cesar Vieira. Foto Mari Lopes/ Divulgação

    Clássicos na Pinacoteca
    Duo Vórtice com Tácio César Vieira (cello) e Ricardo Bahamondez (piano)
    Pinacoteca Ruben Berta
    Rua Duque de Caxias, 973 – Centro Histórico – Porto Alegre
    Terça-feira, 17, 18h30
    acervo@portoalegre.rs.gov.br / (51) 3289 8292
    Ingresso: contribuição espontânea (lotação: 50 lugares)

    Programa
    Dmitri Shostakovich (Rússia, 1906 – 1975)  –  Sonata in D minor, Opus 40
    Heitor Villa-Lobos (Brasil, 1887 – 1959)  –  O Canto do Cisne Negro
    Sergei Rachmaninoff (Rússia, 1873 – EUA, 1943) –    Vocalise nº14, Opus 34

    Ricardo Bahamondez –  Mestrando da Ufrgs, sob a orientação do professor e pianista Ney Fialkow, é graduado na Universidade Austral do Chile com o professor Letón e o pianista Armands Abols. Estudou em Santiago com a pianista Alexandra Aubert, em Viña del Mar, com o cravista e pianista Aníbal Correa e em Coyhaique com Felipe Nahuelpan e Aldo Gomez. Também participou de masterclasses em piano e música de câmara no Chile, Argentina, Brasil, Alemanha e Áustria. Atuou como solista em grupos de música de câmara no Chile, na Argentina e no Brasil.

    Tácio César Vieira –  Violoncelista na Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa), é graduado na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) com o professor Hans Twitchell. Com ampla experiência em música de concerto, já integrou as orquestras mais conceituadas da Região Sul. Tocou com solistas como Nelson Freire (piano), Yang Liu (violino), Christoph Hartmann (oboé), Jean-Louis Steuerman (piano), Nicolas Koeckert (violino), dentre outros. Já atuou como solista em orquestra e em grupos de música de câmara em São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Chile e França.