Categoria: Cultura-MATÉRIA

  • Bibiana Petek abre a temporada de 2020 do Mistura Fina no TSP

    Bibiana Petek abre a temporada de 2020 do Mistura Fina no TSP

    Um dos grandes sucessos da temporada musical de 2019 está de volta, com uma programação ainda mais diversificada. É o Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito, que estreia na próxima quinta-feira, dia 05 de março, às 18h30min, no Foyer Nobre do Theatro São Pedro. Quem abre a programação é a cantora Bibiana Petek. A iniciativa leva a assinatura da Associação dos Amigos do Theatro São Pedro e da Fundação Theatro São Pedro, com produção da Primeira Fila Produções, financiamento do Pró-Cultura RS e patrocínio da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul – Sulgás. A entrada é franca.

    Bibiana Petek é cantora e compositora. Desde 2013 na cena do Sul do Brasil, teve seu caminho trilhado por meio do álbum de estreia ”Dengo”, com o qual conquistou o Prêmio ABMI / Deezer de novos talentos e o Festival EDP Live Bands – o que a levou a tocar em Portugal no ano passado. Apaixonada pelo som brasil, também faz releituras de músicas de qualquer tempo. Em 2019, lançou o segundo álbum, “Músicas para segunda-feira vol.1”. No dia 05, Bibiana promete misturar tudo isso: autoral com brasilidades acompanhada do seu quarteto.
    Ao todo, 40 atrações se apresentarão ao longo deste primeiro semestre de 2020, exibindo a pluralidade da produção musical que se destaca no cenário local, estadual e internacional, com ênfase aos vizinhos latino-americanos. Reunindo diversas linguagens, a proposta é uma agradável parada na hora do rush, para quem  trabalha ou está no Centro Histórico, esperando que o trânsito acalme.

    Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito apresenta grandes expressões da música e seus convidados para um  saboroso happy  hour, temperado com arte e alta performance artística. As apresentações ocorrem sempre às quintas feiras, às 18h30min, com entrada franca. A cada ano, o projeto consolida-se, promovendo os artistas gaúchos e seus convidados, unindo gêneros e linguagens, como a dança, o teatro e a música, em suas diversas vertentes. Nestes dois anos, o projeto Mistura Fina reuniu 80 atrações e mais de 200 artistas, com um público total, aproximado, de 6 mil pessoas. Com curadoria de Arthur de Faria, o Mistura Fina  leva ao público trabalhos bem elaborados, assegurando a certeza de bons espetáculos.

    Além de ser vitrine para a produção artística, o Mistura Fina tem como grande diferencial a oferta de mediação audiodescrita, operada pela Ovni Acessibilidade Universal. A mediação audiodescrita consiste na descrição clara e objetiva de todas as informações compreendidas visualmente e que não são percebidas pelo usuário (pessoas cegas ou com baixa visão), como, por exemplo, expressões faciais e corporais que comuniquem algo, como informações sobre o ambiente do Foyer, a configuração do palco e as características dos instrumentos e equipamentos, a entrada dos artistas, suas características físicas e os figurinos, sua posição e movimentação no palco, gestos e expressões ao longo dos shows, além da iluminação, possibilitando que a pessoa desfrute integralmente da obra. Define-se como mediação porque há características de informalidade e simultaneidade. Há um limite de público por show, já que não se utiliza equipamento. No máximo, são recebidos seis usuários a cada edição

    Gênero: Livre | Classificação etária: Livre

    Ficha técnica: Lukas porto (bateria) | Bibiana Petek (guitarra e voz) | Lauro crivellaro (guitarra) | Bruno vargas (baixo) | Lucas brunnet (teclado) | Thiago marques (técnico de som)

  • Quais Mulheres?: exposição traz a diversidade e a pluralidade de quatro artistas plásticas

    Quais Mulheres?: exposição traz a diversidade e a pluralidade de quatro artistas plásticas

     

    Quais Mulheres? Será a exposição da 2ª Edição do Projeto Expositivo Conexões Contemporâneas no Aberto Caminho das Artes”, que vai apresentar de 07 de março a 25 de abril a diversidade e a pluralidade das mulheres na arte.

    Buscando conectar o público diretamente com artistas contemporâneos e suas produções em um formato aberto, e contribuindo para desmistificar a crença de que arte é para poucos ou para quem entende. A cada edição, serão quatro convidados a ocupar uma das paredes da galeria, mostrando ao público, sem interlocutores, quatro exposições em uma só.

    Segundo Marla Trevisan, gestora da galeria, “o objetivo é incentivar o consumo e o contato direto tanto com a produção artística local quanto com os próprios autores. Desta forma, não estamos negando o quanto a qualificação e o próprio saber na apreciação artística é relevante, mas não se pode substituir o gosto, a apreciação natural e despreocupada que considera a boa arte pelo simples gostar. Esta exposição tem o objetivo, simples e direto, de conectar as artistas ao público, fomentando, assim, uma cadeia ABERTA de consumo de arte. Além disso o que diferencia de uma exposição convencional , é que a obra pode ser retirada da parede no momento da aquisição, sendo mais relevante a conexão público artista do que a própria expografia”.

    Com as reflexões e simbolismos culturais em torno do Dia Internacional da Mulher, convidamos para esta edição do projeto artistas mulheres para que, mais do que nos pensarmos coletivamente em quais mulheres somos, também fazer nosso manifesto público do que acreditamos: somos muitas, somos diferentes, somos plurais”, diz o texto de divulgação da exposição.

    Obra de Graça Craidy/ Divulgação

    Serão quatro artistas visuais ocupando as paredes da galeria: Daisy Viola, Fernanda Martins Costa, Graça Craidy e Mitti Mendonça; mais uma performance textual no dia da abertura, com a artista Valéria Barcellos.

    “Mulheres múltiplas seja pela cor da pele, idade, com e sem deficiência que levam para assuas obras personalidade de cada biografia, revelando o vasto universo em que uma mulher vivencia. São pequena amostra da diversidade da força feminina. Assim, Quais Mulheres? pinta com cores fortes e/ou suaves novos olhares para a feminilidade, inclusive, com a participação de uma artista trans, conduzirá, na abertura do evento, a uma poética de gêneros que desmistifica a identidade feminina.
    Com esta provocação, queremos convidar cada mulher a se ver na sua pluralidade e singularidade constantes, que faz de cada uma de nós muitas e únicas ao mesmo tempo. Quais Mulheres? É um convite a reflexão sobre a diversidade de mulheres que podemos ser… somos”, conclui Marla Trevisan.

    Entrada gratuita.

    CONVIDADAS DA 2ª EDIÇÃO
    Artistas Visuais

    DAISY VIOLA
    Cursou Bacharelado em Desenho e Artes Plásticas na UFSM, de 1978 a 1984,fez Curso de Especialização em História da Arte Faculdade de Música Palestrina em POA/RS em 1986, é Instrutora de Artes no Atelier Livre Prefeitura de POA desde1996, foi Diretora do Atelier Livre da Prefeitura de POA de 2002 a 2004 e de 2009 a 2012, é curadora na Galeria e Espaço Cultural Duque desde 2013, desenvolve seu trabalho artístico no seu Atelier Individual em Porto Alegre desde 1990.

    GRAÇA CRAIDY
    (Ijuí, RS, 1951)
    Artista visual, com forte trabalho de denúncia de violência contra a mulher. Apaixonada pela arte do retrato, sob todas as formas: pintura, aquarela, nanquim, lapis de cor, grafite, pastel oleoso, é também aquarelista de flores e pássaros. Já expôs em mais de 45 coletivas e em mais de 28 individuais, inclusive na Itália e México.

    FERNANDA MARTINS COSTA

    (Porto Alegre, RS, 1967)
    Bacharel em Pintura pelo Instituto de Artes da UFRGS (2008) e em Comunicação Social PUCRS (1990), há mais de duas décadas dedica-se as artesvisuais. Pintura, desenho, fotografia e intervenções no espaço expositiva caracteriza o conjunto de linguagens utilizado pela artista. Entre as diversas exposições coletivas, foi finalista no 19 Salão do Jovem Artista da RBS (2006). Realizou diversas exposições individuais e coletivas, dentre as
    quais, em 2016, sua terceira individual “ Do Ateliê ao Museu”, no MARGS. Possui obras em acervos públicos e coleções particulares dentro e fora do Estado.

    MITTI MENDONÇA
    (São Leopoldo, RS, 1990)
    Artista visual independente. Em 2017, criou o selo Mão Negra Resiste, motivada por fomentar diálogos e protagonizar poéticas negras no universo da arte. Sua pesquisa aborda territórios negros, memória, afeto e ancestralidade. Tem uma produção que perpassa as
    linguagens de bordado, colagem, gravura, desenho e arte sonora. Além disso, elabora publicações, como fanzines. Atua no circuito de feiras de arte impressa e exposições.

     

    Participação da artista VALÉRIA BARCELLOS (Santo  Angelo, RS, 1980)

    Ela fará uma performance no evento de abertura.
    Valéria se define como “cantora,atriz,dj,performer, aspirante a fotógrafa e artista plástica, ativista e milituda. Ela é a vontade humana de dar vez e voz as mulheres pretas e trans. Ela é negra e trans, uma mulher que quer tudo ao mesmo tempo. Uma mulher que é tudo que quiser.” Já recebeu do Estado do RS o Troféu Mulher Cidadã, por sua contribuição na
    Cultura enquanto mulher trans e negra.

    Sobre o Aberto Caminho de Artes

    O Aberto é um espaço cultural que busca a exacerbação da liberdade criativa e o convívio plural de todas as formas de manifestações culturais. Além disso, trabalha com a ideia de uma arte “aberta”, ancorado na arte contemporânea. A frente do espaço estão o artista visual, escritor, advogado e músico Ricardo Giuliani Neto e a gestora cultural e advogada
    Marla Trevisan, que também é a responsável pela coordenação geral do Aberto. Os dois também são sócios do escritório Trevisan e Giuliani Advogados.

    SERVIÇO

    O que é: Abertura da exposição Conexões Contemporâneas no Aberto 2ªed. Quais Mulheres?
    Quando: No sábado, 7 de agosto, das 11h às 15h, com visitação até 25 de abril; (Entrada franca)
    Onde: Rua Doutor Armando Barbedo, 356, bairro Tristeza, Zona Sul de Porto Alegre; Horários de visitação: Terça a sexta, das 13h30 às 18h. Aos sábados das 11h às  15h.

  • A guitarra eclética de Flavio Trino no London Pub & Bistrô

    A guitarra eclética de Flavio Trino no London Pub & Bistrô

    Único representante do Rio Grande do Sul no Montreux Jazz Festival 2019, no Rio de Janeiro, Flavio Trino se apresenta neste sábado (29), no London Pub & Bistrô. O show ocorre às 22h e os ingressos custam R$ 15,00.
    Acompanhado de Adelamir Neto (baixo) e Claudio Calcanhotto (bateria), Trino viaja com sua guitarra pelos clássicos de Charlie Parker, John Coltrane, Miles Davis, Steve Wonder, Michael Jackson e pela Bossa Nova de Tom Jobim.
    Carioca radicado em Porto Alegre, já tocou ao lado de grandes nomes, como os bateristas Gelsinho Moraes (Gabriel o Pensador e Renato e Seus Blue Caps) e Pascoal Meireles (Cama de Gato), os baixistas Jamil Jones (Elba Ramalho e Raimundo Fagner) e Paulo César Barros (Ivan Lins), o guitarrista Eduardo Caribé (Milton Nascimento e Baby do Brasil) e o pianista Roberto Alves (Marisa Monte).
    SERVIÇO
    Trino Jazz Trio
    Quando: 
    29 de fevereiro | Sábado | 22h
    Onde: London Pub & Bistrô (Rua José do Patrocínio, 964 – Cidade Baixa)
    Ingressos: R$ 15,00
    Reservas pelo whatsapp: 51 98233.7037  (reservas garantidas até às 21h, mediante a aquisição de ingressos)
  • Escola "Espaço do Ator" promove uma Semana de Portas Abertas, com aulas gratuitas

    Escola "Espaço do Ator" promove uma Semana de Portas Abertas, com aulas gratuitas

    Os aspirantes às artes cênicas têm oportunidade de aperfeiçoar suas técnicas.
    O Espaço do Ator está oferecendo uma semana de aulas gratuitas nos cursos
    de teatro ao público infantil, adolescente e adulto. Os cursos da escola são de
    preços populares e dispõe oficinas, nas quais os alunos, na conclusão do curso,
    farão apresentações em teatro profissional tendo contato com iluminação,
    sonoplastia, figurinos, maquiagem e adereços.
    Sob a orientação dos professores Cândida Bazanella e Diego Ferreira, as aulas
    gratuitas ocorrerão do dia 02 a 07 de Março, em horários diferenciados, de
    acordo com o curso escolhido pelo aluno. As aulas possuem até 3h de duração
    e preveem os princípios básicos do teatro, jogos teatrais, improvisação,
    exercícios corporais e vocais, textos dramáticos, convenções da dança-teatro,
    entre outros. Para agendar sua aula gratuita, o aluno deve entrar em contato
    com a escola e marcar o horário desejado. Os horários das aulas são:
    02/03 – Curso Teatro para Desinibição as 19h
    03/03 – Curso Teatro Infantil as 10h e as 15h.
    Curso de Formação de Atores as 19h.
    04/03 – Curso Teatro Adolescente as 19h.
    05/03 – Curso Teatro Infantil as 10h e as 15h.
    Curso de Formação de Atores as 19h.
    06/03 – Curso Livre de Teatro as 15h e as 19h.
    07/03 – Curso Teatro Infantil as 10h.
    Curso de Montagem Teatral as 15h.
    Segundo a professora Cândida Bazanella, “O teatro auxilia na tomada de
    decisões e no desenvolvimento do pensamento crítico e analítico de situações
    cotidianas, auxilia na desinibição, desenvolvendo o corpo, a fala e as
    articulações; é divertido, pois por meio das cenas nos colocamos no lugar do
    outro, vivenciando diferentes tipos de personagens reais e imaginários”.
    SERVIÇO
    Espaço do Ator fica na Rua Veador Porto, 241, no Bairro Santana em Porto
    Alegre, junto a sede do Sindicato dos Artistas Gráficos.
    Maiores informações pelo site: www.espacodoator.com
    Email: contatoespacodoator@gmail.com
    whatsapp: (51) 99662-8688

    Fotos: Espaço do Ator/ Divulgação

    Espaço do Ator
    É uma escola de teatro e comunicação, auxiliando no desenvolvimento
    pessoal dos alunos com cursos, oficinas de montagem e cursos de
    estilos teatrais atendendo todas as idades. Visa melhorar o desempenho
    dos alunos auxiliando nas atividades de comunicação e expressão,
    permitindo o autoconhecimento através dos jogos teatrais, sensibilizando o
    aluno a penetrar em outro universo mais criativo, mais lúdico, e completamente
    colaborativo. Além de auxiliar os alunos a encontrar-se na profissão do ator e
    teatreiro, assim como no cinema, na dublagem e nas demais extensões que o
    profissional das artes cênicas atua.
    Os Professores
    Cândida Bazanella tem 36 anos. Atriz, desde 1997, participou de diversas
    oficinas e festivais pelo interior do Estado do Rio Grande do Sul. Participou de
    oficinas com: “Oi Nóis Aqui Traveiz”, Celso Frateschi, Ligia Rigo, Paulo Flores,
    Daniel Terra com a montagem “Que Se Passa Chê?” texto Carlos Carvalho e
    Fernando Kike Barbosa com a montagem “Comédia da Vaidade” texto de Elias
    Canetti. Em 2007 ganhou prêmio de melhor atriz no festival de Estância velha
    com a “Cia Renascença”, com o espetáculo “Ana Fierlig” adaptação do texto
    “Mãe Coragem” de Bertold Brecht. Em 2008 participou da oficina “O Corpo
    como Fronteira” com Renato Ferracini e em 2011 o curso de “Mimese
    Corpórea” com Raquel Scotti Hirson ambos do grupo LUME, em Campinas –
    SP. Trabalhou por dois anos na Casa de Cultura Mario Quintana.
    Formada em Graduação em teatro: licenciatura na Universidade Estadual do Rio
    Grande do Sul (UERGS). Fundou, em 2012, o grupo, Cia Oníricos de Teatro,
    no qual foi diretora da peça “Edward: O Retorno”, com diversas premiações no
    Festival Art In Vento e indicação de melhor direção e atriz no Prêmio Açoriano,
    de Porto Alegre. Lecionou em projetos sociais como: Projovem Adolescente,
    ONG Coletivo Feminino Plural e Cufa (Central Única das Favelas). Há cinco
    anos vem atuando como professora em espaços culturais, escolas públicas e
    privadas como: Escola Nossa Senhora do Cenáculo, Casa Cultural Tony
    Petzhold, Galpão das Artes, entre outros. E atualmente professora no Espaço
    do ator onde dirigiu os espetáculos: “Conte-me sobre a Capital”, “Holocausto do
    Amor”, “O feitiço da Bruxa”, entre outros.
    Diego Ferreira é Graduado em Teatro na UERGS/2009. Diretor do Grupo
    Válvula de Escape, Produtor, Ator e Professor das disciplinas de Expressão
    Corporal I e II no Unilasalle (Canoas), Professor no Curso “Desibinição através
    do Teatro” na Unisinos (São Leopoldo), professor no Curso de Formação de
    Atores do Galpão de Artes (Canoas). Foi crítico convidado do Festival de
    Teatro de Montenegro nas edições de 2012 e 2014. Em 2013 foi integrante da
    Comissão do Prêmio Mais Teatro, concedido pela Prefeitura Municipal de Porto
    Alegre.
    Iniciou a sua trajetória no teatro em Porto Alegre em 1995, desde então vem aprimorando seus conhecimentos na área teatral. Dirigiu vários
    espetáculos teatrais dentre os quais: “Essa propriedade está condenada”
    2014/2015, “Tempos Perdidos” 2011, “Assovio no vento escuro” em 2010,
    baseado na obra de Clarice Lispector, “Wilma e Elza” em 2009 que circulou
    por 25 cidades do Rio Grande do Sul, “Travessia” (2010). Dedica-se também
    aos blogs Válvula de Escape e Olhares da Cena, um espaço virtual dedicado
    as artes cênicas do estado, além de fazer a cobertura de festivais de teatro
    exercendo a função de crítico teatral.
    Recentemente foi indicado ao Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante no Festival de Gravataí por sua atuação em “A filhada escrava”. O mesmo espetáculo foi o grande vencedor do festival de Osórionas categorias Melhor Espetáculo, atriz, atriz coadjuvante, figurino e iluminação. Em 2015 o espetáculo “Essa propriedade está condenada” obteve 9 indicações no Festival de Osório vencendo nas categorias Atriz e Iluminação.Em 2016 dirige a esquete “CICATRIZ” apresentada no Congresso da Feessers, (IN)SÔNIA, PLUFT, A MALDIÇÃO DO VALE NEGRO E PLATAFORMA K.

  • 28 fotógrafos mostram múltiplos olhares, visões e fragmentos sobre Porto Alegre

    28 fotógrafos mostram múltiplos olhares, visões e fragmentos sobre Porto Alegre

    Imagens que traduzem diferentes visões e fragmentos sobre Porto Alegre, sobre a natureza, sobre o concreto, sobre o mundo. Assim é a exposição “Múltiplos Olhares: 28 fotógrafos” que nasceu da iniciativa do curador, arquiteto e artista visual Fábio André Rheinheimer. Ele desafiou profissionais da fotografia a mostrarem suas diferentes interpretações e olhares em imagens que estarão na mostra, que será inaugurada no dia 3 de março, das 17h30 às 20h no Espaço Cultural Correios (Av. Sete de Setembro, 1020, no Centro Histórico). A exposição fica em cartaz até o dia 29 de março, com entrada franca.

    Foto: Fábio Petry/ Divulgação

    Cada fotógrafo contribuiu com 2 obras para essa exposição composta por 56 imagens. Parte desse material foi produzido durantes duas saídas de campo, realizadas em janeiro, pelo Centro Histórico. A ideia era homenagear Porto Alegre, em seu mês de aniversário, e também mostrar os múltiplos olhares dos fotógrafos – a maioria residente na capital gaúcha – sobre o mundo.

    Foto: Tiago Jaques/Divulgação

    Na mostra, estão registros de Ana Fernanda Tarrago, Andréa Barros, Andréa Seligman, Alexandre Eckert, Aníbal Elias Carneiro, Bia Donelli, Clara Koury, Douglas Fischer, Eduardo Grazia, Fábio Petry, Flávia Ferme, Flávio Wild, Helena Stainer, Iara Tonidandel, Ivana Werner, Laércio de Menezes, Leandro Facchini, Leonardo Kerkhoven, Manoel Petry, Marcelo Filimberti, Marcelo Leal, Nattan Carvalho, Paulo Mello, Rafael Karam,  Rogério Soares, Sílvia Dornelles, Tiago Jaques e Victor Ghiorzi.

    Foto: Rafael Karam /Divulgação

    Fábio André Rheinheimer explica que a exposição foi concebida a partir da interação entre elementos aparentemente desconexos, elementos do portfólio de 28 profissionais. “A partir destas parcelas – imagens extraídas do contexto – organizam-se outras possibilidades do ver, novas ressignificações. Neste percurso, eis o espectador a delinear, segundo apropriação particular), a elaboração hipotética de outros (ou novos) relatos, tendo por objeto a livre inter-relação entre produções distintas”, descreve.

    Foto: Manoel Petry / Divulgação

    Dessa forma, a partir da visão dos expectadores sobre os múltiplos olhares dos fotógrafos surgem novas imagens e olhares. “É a elaboração de um diálogo plural (segundo fragmentos de produções distintas, sem jamais o pretender definitivo ou absoluto), de domínio exclusivo do espectador, autor de releituras e narrativas poéticas a partir de imagens que, mesmo condenadas à estagnação de um momento, eclodem numa profusão de novas apropriações simbólicas”, finaliza no material de divulgação da mostra,  Rheinheimer.

    Foto: Leonardo Kerkhoven/ Divulgação

    Múltiplos Olhares: 28 fotógrafos

    Curadoria Fábio André Rheinheimer

    Abertura: 3 de março, coquetel das 17h30 às 20h.

    Visitação: de 4 a 29 de março de 2020 – terça a sábado, das 10h às 18h; domingo, das 13h às 17h.

    Espaço Cultural Correios, Av. Sete de Setembro, Nº1020, Centro Histórico, Porto Alegre RS.

    Foto: Leandro Facchini /Divulgação
    ENTREVISTA COM O CURADOR FÁBIO ANDRÉ RHENHEIMER  
    Higino Barros
    Pergunta: A mostra traz o trabalho de 16 homens e dez mulheres. é significativa a presença feminina. O que caracteriza a foto delas? e a dos homens?
    Resposta: De forma bem resumida, pode-se dizer que o processo de curadoria envolve vários elementos: o espaço expositivo, o conceito (tema) abordado, as referências teóricas, o número de participantes, as dimensões das obras dentre outros condicionantes, que associados determinam a “construção” de uma exposição. Neste processo, a quantificação quanto ao gênero, nunca me pareceu relevante e, também, nunca o fiz. Na verdade, antes destes números aqui apresentados, eu não havia quantificado a participação masculina e feminina nesta mostra. O meu interesse é superior a isto, apenas a obra do profissional. Minha posição é tratamento igualitário sempre; e não vejo distinção quanto à qualidade final dos trabalhos, que é o que me interessa.  Ou não há disso na hora de fotografar? Na minha concepção, existem os profissionais e suas percepções de mundo, pontos de vista distintos quanto à arte da fotografia, bem como interesses muito particulares no que se refere aos elementos que podem (ou não) contribuir no desenvolvimento de seus processos de trabalho. Portanto, minha parte é selecionar e avaliar as obras, em sintonia com o conceito proposto (e demais elementos), ora a partir dos portfólios, ora “sob encomenda“. Neste caso, usualmente organizo saídas a campo, quando assim parece ser interessante. Segmentar os profissionais da fotografia entre homens e mulheres me parece não só inadequado, mas também profundamente arcaico. Esta etapa, felizmente, espero que já tenhamos superado.   Não falo de escolher e sim do ato de fazer arte, digamos. Parte delas exerce outra profissão, sendo a fotografia uma atividade diletante. Como analisa isso? Os meus 33 anos de experiência profissional nas artes visuais, me fazem acreditar que toda e qualquer atividade “extra” pode contribuir de forma a agregar valor ao trabalho dos artistas, em todas as técnicas indistintamente, e na fotografia não penso que seja diferente. Veja minha situação: uso de meu conhecimento enquanto arquiteto e urbanista no meu trabalho artístico, o que me facilita e muito. Por exemplo, o exercício tridimensional de concepção de um espaço qualquer, ou edificação, também emprego quando proponho objetos de arte, ou esculturas.  Acredito que toda e qualquer qualificação profissional é sempre bem-vinda, e pode sim fazer diferença na concepção e desenvolvimento das obras. Enfim, a amplitude de horizontes pode estimular e consolidar outras possibilidades do fazer artístico no âmbito particular, mas isto só ocorre a partir de um processo criativo continuado, e, portanto, exige muito trabalho… ou não frutifica.
    Foto: Laércio de Menezes/Divulgação
    Pergunta: Qual a avaliação que você faz sobre a cena fotográfica de Porto Alegre?
    Resposta: Na minha percepção, existe uma fixação, por parte de muitos fotógrafos que, restringindo o foco a questões técnicas, inviabilizam outras formas de pensar e criar na área da fotografia. Esta postura não impede a continuidade da produção destes profissionais, porém é certo que outras formas do fazer artístico poderiam ocorrer, por exemplo, se usassem como referência a história da arte, a direcionar um processo permanente e continuado do exercício da fotografia. Outro aspecto que observo é a recorrente discussão se a fotografia realizada com telefone celular é melhor (ou pior) da feita com câmera tradicional. Este tipo de enfrentamento me parece tolo, pois o resultado final é que validade do processo. Enquanto profissional das artes visuais, penso que as questões técnicas são relevantes, porém jamais devem ser limitadoras da criatividade. Por exemplo, o artista usa a técnica e quando for lhe parecer interessante a subverte, sem problema algum de consciência. Nas artes, não acredito em progresso sem que haja ruptura, ou seja, sair da zona de conforto é arriscado, é preciso acima de tudo coragem, mas pode valer a pena.
    Foto: Ivana Werner/ Divulgação
    Pergunta: Como é a situação de espaços para exposições na aldeia? É satisfatório o número, há falta ou sobra?
    Resposta: Vivemos, como bem disseste, numa aldeia. Nossa pequena Porto Alegre tem bons espaços, muito embora, é recorrente a falta de investimentos na qualificação destes. Por exemplo, a questão da iluminação, elemento fundamental para uma exposição, nem sempre é satisfatória em ambos aspectos quantitativo e qualitativo.
    Foto: Helena Stainer /Divulgação
    Pergunta: Como analisa o mundo da arte em tempos tão conturbados politicamente como o de hoje? Basta lembrar que o fechamento da exposição Queer, aconteceu aqui no Santander Cultural.
    Resposta: O mundo se apresenta complexo em vários aspectos e a inexistência do distanciamento histórico, imprescindível para compreender, elucidar este momento, não facilita este processo. É indiscutível que a arte, esta necessidade de expressão intrínseca ao humano, sobreviverá a tudo e a todos. A história da humanidade nos elucida, com fatos concretos, que ideias radicais não orientam o melhor caminho a seguir. Entretanto, posturas diametralmente opostas entre si, proporcionam maior espaço para o diálogo. Isto sim. Atuar nesta direção exige comprometimento e disposição de todos para que se realize. Neste momento, é como se o planeta precisasse de novas respostas, a questões antigas e ainda não elaboradas, porém o melhor caminho (sempre) é buscar o entendimento. Quanto à mostra ‘Queer’, não vi, portanto não irei, tampouco posso, emitir opinião.
    Foto: Flávia Ferme /Divulgação
    Foto: Fábio Petry/Divulgação
    Foto: Andréa Seligman/ Divulgação
    Foto: Andrea Barros/ Divulgação
    Foto: Alexandre Eckert/Divulgação
  • Luiz Reni lança o romance "O último concerto de jazz”, no Bar do Alexandre

    Luiz Reni lança o romance "O último concerto de jazz”, no Bar do Alexandre

     

    O jornalista e escritor Luiz Reni C. Marques vai lançar dia 19 de março o romance “O último concerto de jazz” (Sinal Cultural, 202 páginas), das 18h às 22h, no Bar do Alexandre, na Rua Saldanha Marinho, 132, Bairro Menino Deus, em Porto Alegre. A obra relata a tragédia provocada pela Segunda Guerra Mundial e a forma como respinga no subúrbio da capital gaúcha, em 1944, com a partida dos 25 mil pracinhas da FEB (Força Expedicionária Brasileira) para combater os nazistas na Itália, ao lado das tropas aliadas. Aos 13 anos, o mundo de Francisco é abalado pelo embarque do irmão Frederico, cinco anos mais velho, para lutar  do outro lado do Oceano Atlântico, em um conflito até então distante do seu mundo e dos seus interesses.

    Frederico desaparece no campo de batalha, em uma missão secreta e seu corpo não é encontrado. Essa situação altera para sempre a rotina do patriarca Ernesto Morelli, apaixonado por jazz, gosto que passou para seus dois filhos, da sua mulher Julieta e dos seus descendentes. A história dessa família nas cinco décadas seguintes é marcada pelo arrebatamento pela música, amores, paixões, encontros e desencontros em dois continentes. Contrabaixista de sucesso, Francisco reverencia a imagem de Frederico, seus primeiro instrutor na carreira de instrumentista. A guerra, encerrada poucos meses depois do desembarque dos soldados brasileiros em Nápoles, jamais  acabou realmente para os Morelli.

    Marques nasceu em Porto Alegre, em 1954, estudou Direito, História e Jornalismo, o único curso que concluiu. Foi repórter em Zero Hora, Jornal do Brasil, o Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Senhor e Isto É, e correspondente free lancer da Reuters, entre outros veículos de comunicação. Redator e editor na Rádio Gaúcha, diretor de redação da Revista Mundo Comércio Exterior, professor de Redação Jornalística na PUCRS e assessor de imprensa na Câmara dos Deputados durante a Assembleia Nacional Constituinte, atualmente edita o Blog Luiz Reni/Revista Mundo. “O último concerto de jazz” é o seu segundo romance. Antes, lançou “Noite longa demais”, que pode ser encontrado apenas em versão digital na Amazon.Com.

  • Cinco vezes jazz da melhor qualidade, na beira do Guaíba

    Cinco vezes jazz da melhor qualidade, na beira do Guaíba

    O Butiá retoma no dia 1º de março o projeto Jazz na Beira. Os shows ocorrem aos domingos, a partir das 17h45, tendo como cenário o pôr do sol do Guaíba. Os ingressos custam R$ 30,00 e é necessário fazer reserva pelo site www.obutia.com.
    Quarchêto
    Foto: Francisco Guara Hah/ Divulgação
    Quarchêto é a primeira banda a se apresentar. Formada por Ricardo Arenhaldt (bateria), Hilton Vaccari (violão), Matheus Kleber (acordeon) e Júlio Rizzo (trombone), o grupo vem se destacando pela inovação na música instrumental brasileira.
    Com raízes do sul do Brasil, Uruguai e Argentina, o Quarchêto viaja com refinamento e bom humor por xotes, vanerões, chamamés, chacareras, milongas e rancheiras. Seus discos e espetáculos receberam vários prêmios Açorianos de Música e suas turnês incluem diferentes cidades do Brasil e países como Alemanha e França. Em maio, os guris embarcam para mais dez concertos em Frankfurt, Munique, Krefeld, Kaiserslautern.
    Nico Bueno
    Foto Roberta Amaral/Divulgação
    No dia 8 de março, é a vez de Nico Bueno (baixo), Pedro Tagliani (guitarra) e Marquinhos Fê (bateria) subirem ao palco, num show recheado de melodias, suingue e improvisação. No repertório, a música brasileira e o jazz contemporâneo.
    Bibi Jazz Band
    Foto Bruna Marchioro/Divulgação
    Em 15 de março, Bíbi Jazz Band apresenta “Parla Piu Piano, em referência à clássica trilha sonora do filme O Poderoso Chefão (1972). A voz doce da cantora entoará releituras da música popular italiana e clássicos do jazz americano, também em italiano.
    Nascida em Montevidéu (Uruguai) Bíbi tem formação em coro, inclusive canto lírico e participações em montagens de óperas em Florianópolis (SC) e São Paulo (SP). Dona de um timbre de voz peculiar, ela é considerada por críticos da imprensa a melhor cantora de jazz do Estado.
    Melina Vaz
    Foto Daniel Andrade/ Divulgação
    No dia 22,Melina Vaz faz tributo à Amy Winehouse interpretando, quase que por completo, os dois álbuns da diva, “Frank” e “Back to Black”. Radicada em São Paulo, Melina iniciou a carreira interpretando os sucessos de Amy e, até hoje, lota as casas por onde passa. Em 2016, convidou o pianista Ras Vicente para acompanhá-la no projeto que abriu as porta na cena gaúcha, intitulado “Divas do Jazz”.
     
    Ale Ravanello Blues Combo
    Foto Zé Carlos de Andrade/Divulgação
    E no dia 29, tem Ale Ravanello Blues Combo. Acompanhado de Sergio Selbach (contrabaixo), Nicola Spolidoro (guitarra) e Clark Carballo (bateria), Ravanello (harmônica e vocais) apresenta um repertório que mistura clássicos dos grandes mestres da harmônica, com temas recheados da animação e do swing dos anos 50 e 60, com muita interação e comunicação com o público. Com dez anos de estrada, o quarteto tem no currículo três CDs e um DVD gravados.
    Sobre O Butiá
    É uma antiga fazenda leiteira circundada por morros e gentilmente aninhada na beira do rio, a menos de uma hora de Porto Alegre. Com duzentos hectares de matas, campos e praias, o Butiá foi concebido para quem quer, literalmente, sair do lugar comum.
    Os convidados podem desfrutar da privacidade de uma praia particular e de mais de dois hectares de jardins com vistas inesquecíveis do entorno, bem como de diversas trilhas nos mais de oitenta hectares de mata nativa. A localização da fazenda e como chegar são informadas por e-mail, apenas depois da reserva, que pode ser feita no site: www.obutia.com.
    SERVIÇO
    Jazz na Beira – Fazenda O Butiá
    Quando: Todos os domingos
    Hora do show: A partir das 17h45
    Ingresso: R$ 30 | Crianças até 10 anos não pagam | Consumação mínima: R$ 30
    Reservas somente pelo site www.obutia.com
    Cão são bem-vindos, desde que em suas guias
    Em caso de chuva, os shows são transferidos para outra data

  • Duas vezes o canto de Laura Dalmás, em PortoAlegre

    Duas vezes o canto de Laura Dalmás, em PortoAlegre

    Dois shows especiais em Porto Alegre marcam a movimentada semana de apresentações da cantora e compositora Laura Dalmás, destaque da cena musical gaúcha. Nesta quarta-feira (26), às 20h, a artista retorna ao UM Bar&Cozinha (Avenida Mariland, 1388) para homenagear grandes nomes da música brasileira e internacional. O repertório conta ainda com canções que integram o seu primeiro EP autoral, intitulado “Tua”. Na ocasião, Laura será acompanhada pelo Trio do UM, formado por Michel Dorfman (teclado), Edu Saffi (baixo) e Marquinhos Fê (bateria). O couvert artístico é de R$ 25,00, e as reservas podem ser feitas pelo número (51) 4066-2054.

    Já na quinta-feira (27), Laura encerra a programação de fevereiro do Barra Music Summer, que ocorre das 19h às 21h, no Baixo Barra, novo polo gastronômico do Barra Shopping Sul (Avenida Diário de Notícias, 300) com operações inéditas no Rio Grande do Sul. Acompanhada pelo pianista Michel Dorfman, a cantora interpreta um repertório variado, passando por Etta James, Djavan, além de canções autorais. A entrada é franca.

    Laura ganhou destaque nacional ao integrar o seleto time de participantes do The Voice Brasil 2016. A sua passagem pelo programa rendeu um convite especial para participar da série Malhação – Vidas Brasileiras. Em 2018, fez o primeiro show fora do estado, na arena de Suzano, em São Paulo. No ano seguinte, lançou seu EP de estreia, intitulado “Tua”, apresentando hits como “Dama e Vagabundo”, com mais de 190 mil visualizações no Youtube. A cantora fez a sua primeira turnê pela Europa com o Conjunto Instrumental do Colégio Teutônia neste ano, levando a cultura gaúcha e brasileira para a Áustria, Alemanha, França, Holanda e Itália.

    Foto: Bruno Alencastro/Divugação

    SERVIÇO:

    Show de Laura Dalmás no UM Bar&Cozinha

    Quando: Quarta-feira, 26 de fevereiro

    Horário: 20h

    Onde: UM Bar&Cozinha (Avenida Mariland, 1388)

    Couvert artístico: R$ 25,00

    Reservas pelo telefone (51) 4066-2054

    Show de Laura Dalmás no Baixo Barra

    Quando: Quinta-feira, 27 de fevereiro

    Horário: Das 19h às 21h

    Onde: Baixo Barra – Barra shopping Sul (Avenida Diário de Notícias, 300)

    ENTRADA FRANCA

     

  • Noal lança "Bicho Solto" em apresentação no Teatro da Unisinos, com entrada franca

    Noal lança "Bicho Solto" em apresentação no Teatro da Unisinos, com entrada franca

    Fotos: Vitoria Proença/ Divulgação

    Depois do sucesso do lançamento nas plataformas digitais, Noal, cantor e compositor gaúcho, faz show de lançamento de Bicho Solto. O novo disco recebeu destaques em sites nacionais e poderá ser conferido no show do dia seis de março, no Teatro Unisinos, com entrada franca

    Segundo o material de divulgação, “Bicho Solto”, o álbum de estreia do cantor e compositor Noal, foi muito bem planejado. Quando decidiu investir e apostar todas suas fichas no trabalho como músico e em sua carreira, Noal pensou nos mínimos detalhes. E o resultado desse trabalho cuidadoso e emotivo pode ser conferido em Bicho Solto, que está disponível nas plataformas desde o início de 2020.

    Se o planejamento do novo trabalho exigiu atenção especial e tempo, não se pode dizer o mesmo da parte artística, que surgiu em momentos de muita criatividade no estúdio: em poucos dias de ensaios e gravações, a alma de Bicho Solto estava estruturada e a banda base composta por Leonardo Bittencourt (piano), André Mendonça (baixo), André Garbini (bateria), Bernard Simon (guitarra), Ives Mizoguchi (guitarra) e Noal (voz/violão) contente com os resultados.

    O álbum faz jus ao seu nome e não tem um estilo musical definido: percorre as variadas vertentes da música popular brasileira. Gravado no estúdio Casona, em Porto Alegre, mixado em Buenos Aires no estúdio EL PIE por Bernard Simon e Ives Mizoguchi (produtores do disco), e masterizado em São Paulo por Carlos Feitas na Classic Master, tem as participações especiais dos músicos André Borba e Miriã Farias (violinos), Jhonatan Santos (violoncelo), Thiago de Souza Pinto (viola),  Tomas Piccinini (flauta e saxofone), Vasco Piva (saxofone) e Diih Neques (percussão).

    Temas atuais

    Cantor e compositor autodidata, nascido no interior do Rio Grande do Sul e radicado em Porto Alegre, aos 32 anos de idade Noal decidiu que era hora de se dedicar integralmente ao sonho de ser músico. Seu álbum de estreia começou a tomar corpo em 2015. Em sua essência, estão as reflexões sobre temas atuais e importantes que permeiam nossa existência, como as contradições às quais somos submetidos no cotidiano.  O despertar para o sentimentalismo harmônico e poético do viver em uma sociedade mais livre e pacífica está nos anseios desse jovem compositor, um artista sensível, porém evidente, com energia e potência vocal que surpreendem em suas apresentações nos palcos.

    Coerente com o que busca e com o sentido que traz em seu nome, Bicho Solto, o disco, deu liberdade aos músicos no estúdio. Noal levou uma pastinha com as doze canções que compõem o álbum, apresentou-as no formato voz e violão, exatamente como foram criadas, e deixou os artistas livres pra arranjar em seus instrumentos, opinar, experimentar, colocar seus grooves e sentir como elas soavam em banda.

    Construído coletivamente com o grupo, esse trabalho poderá ser conferido no show de lançamento dia seis de março, no Teatro Unisinos, às 20h30min. A apresentação tem entrada gratuita e o público que for ao show ganhará o disco Bicho Solto.

    BICHO SOLTO –

    Dia 06 de março, quinta-feira, às 20h30min no Teatro Unisinos – Av. Nilo Peçanha, 1600 – Boa Vista

    O teatro abre às 20h e o show será pontualmente às 20h30min

    Entrada gratuita * por ordem de chegada / ** todos os que forem ao show receberão o disco

    Ficha técnica show:

    Noal – voz/violão / André Garbini – bateria / André Mendonça – baixo / Ives Mizoguchi – guitarra

    Bernard Simon – guitarra / Leonardo Bittencourt – piano / Tomas Piccinini – flauta e saxofone / Vasco Piva – saxofone / Diih Neques – percussão

    Lançamento: Tronco

    Distribuição digital: Tratore

    O álbum foi viabilizado com financiamento do Governo do Estado – Secretaria da Cultura – Pró-Cultura RS-LIC, Lei n° 113490/10 e com patrocínio da empresa Vicato Alimentos

  • Antonio Villeroy, com 18 canções, faz um apanhado de 38 anos de trajetória musical

    Antonio Villeroy, com 18 canções, faz um apanhado de 38 anos de trajetória musical

    Depois de uma apresentação bem sucedida no Theatro São Pedro, em dezembro do ano passado, Antonio Villeroy retorna com o show Luz Acesa no dia 05 de março, às 21h, no Teatro Renascença (Av. Erico Veríssimo, 307 – Azenha), em Porto Alegre. No palco, um  dos maiores compositores e cantores brasileiros faz uma viagem no tempo e resgata canções consagradas que fizeram sucesso ao longo dos seus 38 anos de carreira. Em abril, Villeroy embarca para uma nova turnê pela Europa.

    Acompanhado de piano, violões e baixo, o “cantautor (mistura de cantor com autor) irá relembrar clássicos como GargantaAmores PossíveisPra Rua Me LevarThe Way You`re Looking At Me e a canção título do show. Além dos clássicos, o público poderá conferir canções inéditas, como Equador, composta em Lisboa com a artista portuguesa Luísa Sobral, e Soy La Mujer De Mi Vida, composta em Madrid com a venezuelana Georgina. “Nesse show, faço uma retrospectiva dos quase quarenta anos de dedicação à música. Escolhi 18 canções de um repertório de quase 400 músicas”, afirma Villeroy. Também no repertório, Moda de Sangue, de Jerônimo Jardim e Ivaldo Roque, e Que Reste-t-il de Nos Amours, de Charles Trenet, que tiveram importância fundamental na vida do artista.

    Participações especiais

    O show tem cenário, projeções e iluminação concebida por Marga Ferreira. Luz Acesa contará, ainda, com participações de Paola Kirst (voz) e Bernardo Zubaran (harmônica).

    Em abril, Antonio segue para nova turnê europeia, onde realizará doze apresentações de Luz Acesa em cidades de Portugal, França, Áustria e Holanda. A agenda também inclui duas apresentações na Áustria do novo projeto chamado Tribute to João Gilberto, onde interpreta grandes clássicos da música brasileira e internacional que foram eternizados pelo criador da Bossa Nova. Em 2019, Villeroy passou dois meses viajando pela Europa com o Luz Acesa, percorrendo diversas cidades do Sul, Sudeste e Nordeste.

    Trajetória

    Cantor, compositor e produtor brasileiro, influenciado pela bossa nova e pelo samba, Antonio Villeroy, em 1981, então com 20 anos, deixou a faculdade de Agronomia para dedicar-se à música. De lá pra cá, lançou um DVD, nove CDs e tornou-se um dos compositores brasileiros mais gravados dos últimos tempos. São cerca de 250 canções gravadas por mais de 110 artistas do Brasil e de outros países das Américas, Europa e África.

    Só a cantora brasileira Ana Carolina gravou 33 músicas dele. Entre os outros intérpretes consagrados estão Gal Costa, Ivan Lins, João Donato, Maria Bethânia, Maria Gadú, Mart’nália, Moska, Preta Gil, Seu Jorge e Zizi Possi.  Da Itália, Chiara Civello e Mario Biondi. Dos Estados Unidos, Don Grusin, Jesse Harris e John Legend. Da Argentina, Dolores Solá, e do continente africano, Lokua Kanza e Alune Wade, entre outros artistas ao redor do mundo. Algumas de suas canções foram temas de filmes, novelas e minisséries no Brasil e exterior. Nesses 38 anos de carreira, como artista, levou sua música para todo Brasil e para diversos países das Américas, Europa e África, apresentando-se para públicos de até 30 mil pessoas.

    Serviço:

    O que:  Show Luz Acesa, de Antonio Villeroy

    Quando: 05 de março de 2020

    Horário: 21h

    Onde: Teatro Renascença (Av. Erico Veríssimo, 307 – Azenha)

    Ingressos: R$ 80,00 (inteira), R$ 40,00 (meia) e R$ 50,00 (solidário com 1kg de alimento não perecível. Os alimentos serão doados para a Fundação Pão dos Pobres)

    Ficha Técnica:

    Luz Acesa – apresentado e dirigido por Antonio Villeroy

    Antonio Villeroy: voz, violões e guitarra

    Iluminação: Marga Ferreira

    Sonorização: Celito