O próximo embate do Guri de Uruguaiana (Jair Kobe), o Gaúcho Raiz, e o Léo, Gauchão de Apartamento (Dudu Weber) já tem local, data e hora para acontecer. O show de humor UFTchê – A Peleia faz curta temporada no Teatro da AMRIGS nos dias 12, 13 e 14 de abril, sexta e sábado às 21h e domingo às 20h. Com indicação livre para todos os públicos, o espetáculo já está com os ingressos à venda pelo link https://linktr.ee/uftche ao valor de R$ 60,00 (+ taxas) mais 01 kg de alimento não perecível e R$ 40,00 (+ taxas) a meia entrada. Na hora, o ingresso custará R$ 80,00 (+ taxas).
É chimarrão ou o Chimas? Bebe-se na cuia de porongo ou na cuia térmica? E o churrasco? Pode ser abreviado para churras? Já pode ser feito na Air Fryer e a carne temperada com sal fino? No ringue de humor, as tradições do Pampa Gaúcho são confrontadas pelos dois humoristas durante quase uma hora e meia. “Nesse espetáculo inédito, eu e o Guri exploramos a cultura gaúcha em todos os seus aspectos. Temos nessa peleia entre os costumes raiz e da gauchada de apartamento a missão de transmitir as tradições do nosso Estado para as próximas gerações “, afirma Dudu Weber.
O Gaúcho Raiz e o Gaúcho de Apartamento disputam o Cinturão de Ouro ou, como se diz em bom gauchês, ao Guaiacão de Ouro. “É um show muito divertido de fazer, completamente diferente do que eu venho fazendo nesses mais de 20 anos de humor. Esse exercício de interagir com o Léo no palco e essa interação com a plateia, Realmente dá um 1 toque especial para o espetáculo”, finaliza Jair.
SERVIÇO
O QUE: UFTchê – A Peleia
DATA: 12, 13 e 14 de abril
HORÁRIO: sexta e sábado às 21h / domingo às 20h
LOCAL: Teatro da AMRIGS (Avenida Ipiranga, 5311 Partenon)
¹Os alimentos deverão ser entregues no Teatro, no momento da entrada ao evento.
² Para o benefício da meia-entrada:
* 50% de desconto para estudantes: Lei Federal 12.933/13 – é necessária a apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) na entrada do espetáculo.
* 50% para idosos: Lei Federal 10.741/03 – obrigatória apresentação de identidade ou documento oficial com foto.
* 50% para jovens pertencentes a famílias de baixa renda: Lei Federal 12.933/13 – obrigatória apresentação da Carteira de Identidade Jovem e de documento oficial com foto.
* 50% para pessoas com deficiência (e acompanhante quando necessário): Lei Federal 12.933/13 – obrigatória apresentação do Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
* 50% para doadores regulares de sangue: Lei Estadual n° 13.891/12 – obrigatória apresentação de documento oficial válido e expedido pelos hemocentros/bancos de sangue.
Crianças menores de 5 anos que não ocupem assento (sentem no colo) não pagam ingresso.
Nesta sexta (5), Mari Kerber e Ale Ravanello dão a largada ao Sexta Blues no Espaço 373. Acompanhados pelo baterista Clark Carballo, eles reinterpretam clássicos do blues e do jazz, dois gêneros que os aproximaram a partir de 2014, e músicas do primeiro álbum da dupla, “So Many Stories to Tell”, lançado em 2019.
Mari Kerber e Ale Ravanello. Foto de Maicon Hinrichsen/Divulgação
Com curadoria e produção do músico Andy Serrano, mais conhecido como Andy Boy, o projeto pretende explorar as mais diversas vertentes do blues e tornar o 373 um espaço de encontro dos admiradores desse estilo.
Ainda em 2024, sobem ao palco nomes, como o próprio Andy Boy, Alexandre França, Blues da Casa Torta, Coié Lacerda, Guto Konrad, Hard Blues Trio, Money Man e Thiago Bitencourt.
Mari Kerber e Ale Ravanello. Foto de Maicon Hinrichsen/Divulgação
O paulista Décio Rosolen, um dos artistas visuais mais celebrados da atualidade, realiza sua primeira exposição na capital gaúcha. Sua arte, presente em espaços culturais, arquitetônicos e em ambientes de Norte a Sul do Brasil, estará na Galeria Bublitz, em Porto Alegre, com a exposição “Portais de Luz”. O vernissage será realizado no sábado, 6 de abril, das 10h às 13h, na Galeria Bublitz, localizada na Av. Neusa Goulart Brizola, 143, em Porto Alegre. São mais de 30 obras do artista, entre pinturas e gravuras, que poderão ser vistas no local até o dia 6 de maio. A mostra tem entrada franca.
Segundo o material de divulgação, “Nas pinturas abstratas de Rosolen, o concreto aparece em cores fortes, que deixam a luz emanar de telas pintadas originalmente em branco. O dourado e o preto surgem como contorno, mas também evocam uma presença iluminada. Em sua obra, o artista transmite luz, energia, magnetismo, por meio de uma estética gestual e uma assimetria equilibrada, que podem ser observadas nas composições e nas texturas produzidas. Esse cuidado também está presente na exploração e na seleção criteriosa que utiliza em produções de pequeno e grande formato.
O artista visual Décio Rosolen Foto Júlio Ricardo/ Divulgação
A maior parte do trabalho do artista é realizada espontaneamente e seu estilo se diferencia pelas formas abstratas, com uso de cores selecionadas, sombreados, transparências e muita profundidade. Rosolen adota a pintura acrílica como técnica predileta e atinge um minimalismo intencional e intrigante em seu trabalho pictórico.
Décio Rosolen é conhecido no meio das artes visuais. Paulistano, descendente de italianos, atualmente vive em São Paulo e divide seu tempo entre a pintura e a empresa Artprints, referência em gravuras de artistas renomados, como Juarez Machado, Rubens Ianelli, Inos Corradin, Sônia Menna Barreto, Erico Santos, Antônio Peticov e muitos outros.
Rosolen 2024 – 60 x 60 cm – Foto Valentina Bublitz/ Divulgação
Seu contato com a arte começou aos 13 anos, a partir de um tio materno que importava e comercializava gravuras de nomes como Miró e Redouté. No início da década de 80, começou seu trabalho como editor de arte na Arteprints, convivendo com inúmeros artistas. Após 14 anos como editor, iniciou um projeto de serigrafias inspiradas na arte abstrata e gestual. Sua obra tem referência em nomes como o norte-americano Franz Kline e o escultor e artista brasileiro Amilcar de Castro. Desde 2004, Rosolen já produziu mais de 9 mil gravuras, e suas obras estão entre as preferidas por arquitetos e decoradores de todo País.”
SERVIÇO
Portais de Luz – Décio Rosolen
Local: Bublitz Galeria de Arte
Endereço: Av. Neusa Goulart Brizola, 143
Período: 6 de abril a 6 de maio
Vernissage: sábado, 6 de abril, das 10h às 13h
Visitação: segundas às sextas, das 10h às 18h, e sábados, das 10h às 13h
Beatriz Milhazes, Burle Marx, Di Cavalcanti, Magliani, Carybé, Manabu Mabe, Vilaró e Volpi são alguns dos artistas representados na exposição “Inconfundíveis”.
Espaço traz ainda os “Orixás” de Deja Rosa e as “Crianças de Pano” de Vera Behs.
Vernissage será no próximo sábado, 6 de abril, a partir das 14h. Entrada franca.
Segundo o material de divulgação, a cada exposição, a Galeria Duque se consagra por ter um dos mais completos acervos de arte do Brasil e do mundo e por abrir espaço para artistas gaúchos da atualidade. A partir do próximo sábado, 6 de abril, das 14h às 16h30, os visitantes poderão conferir três mostras que reúnem diferentes manifestações da arte e evocam a essência de cada artista representado, como em “Inconfundíveis”, com obras icônicas de grandes nomes da arte, com curadoria de Daisy Viola.
Obra de Orixás por Deja Rosa/ Divulgação
Também imperdível, “Orixás” apresenta criações expressivas e representativas da pintora Deja Rosa, com curadoria de Denise Giacomoni. No quarto andar, as produções de Vera Behs remetem às memórias de infância, com “Crianças de Pano”, que também tem a curadoria de Daisy Viola. A Galeria Duque está localizada na Rua Duque de Caxias, 649, no Centro Histórico de Porto Alegre. As exposições ficam no espaço até o dia 25 de maio.
Obra de Burle Marx/ Divulgação
“Em ‘Inconfundíveis’, apresentamos obras do acervo da Galeria Duque, de artistas singulares, de quem reconhecemos a assinatura mesmo que ela não esteja ali, explícita”, explica a curadora. “O modo singular pelo qual cada indivíduo se expressa dentro do contexto de sua própria história de vida, evidencia a sua trajetória individual através do mundo da arte. São artistas que desempenham diferentes papéis em diferentes níveis de ação. A singularidade expressa sua subjetividade, sua experiência individual, o que torna um artista autêntico. São criadores que realizam uma obra única, que contém elementos expressivos pessoais cujas poéticas surgem a partir do universo que os rodeia”, detalha Daisy.
Obra de Beatriz Milhazes/ Divulgação
Fazem parte dessa exposição nomes que simbolizam a própria arte. Entre eles, estão Beatriz Milhazes, Burle Marx, Iberê Camargo, Tarsila do Amaral, Pedro Weingärtner, Antonio Bandeira, Carlos Scliar, Athos Bulcão, Manabu Mabe, Aldemir Martins, Britto Velho, Danúbio Gonçalves, Gustavo Rosa, Di Cavalcanti, Carybé, Paulo Pasta, Alfredo Volpi, Manoel Santiago, Arcangelo Ianelli, Leopoldo Gotuzzo, Mário Zanini, Pietrina Cecacchi, Ado Malagoli, Carlos Páez Vilaró, Orlando Teruz, Nelson Jungbluth, além de outros grandes artistas.
Orixás por Deja Rosa / Divulgação
Orixás – Enquanto a essência da arte é representada pelo acervo da Galeria Duque, a artista Deja Rosa, natural de Santa Cruz do Sul, remonta à ancestralidade com a mostra “Orixás”, em uma série composta por quinze telas com pinturas das divindades do Candomblé. “Os Orixás representam a força que emana de cada elemento: Oxalá é o ar, Iemanjá é o mar, o vento é de Iansã, os rios são de Oxum, as matas de Oxóssi, o metal é de Ogum e o fogo é de Xangô”, ensina a artista. “Em cada obra, Deja Rosa expressa de forma sistemática sua leitura sobre a estética sagrada. Ela nos mostra a difusão e a desmistificação dos elementos e reafirma a luta contra a discriminação racial e o preconceito que circunda a religião e o culto dos Orixás”, destaca a curadora Denise Giacomoni.
Obra de Vera Behs/ Divulgação
Crianças de Pano – Já a artista Vera Behs mergulha em suas memórias e faz um resgate de uma infância que pode ser a de cada um de nós na mostra “Crianças de Pano”. A fonte inspiradora de sua obra foi uma menina, hoje uma mulher, filha de coração de Vera. Foi a partir da história das duas, que Vera encontrou na arte uma forma de nos contar das questões que envolvem a infância e o amor construído entre mãe e filha, que evolui pelo tempo e se transforma hoje na relação entre duas mulheres. “Os trabalhos da artista nos encantam e trazem consigo um tanto das memórias da infância. Com suas situações de brincadeiras, sonhos, mas também momentos de solidão e isolamento”, resume a curadora Daisy Viola.
Orixás por Deja Rosa/ Divulgação
Agenda:
Exposições:
“Inconfundíveis” – Acervo com grandes nomes da arte
“Orixás” – Deja Rosa
“Crianças de Pano” – Vera Behs
Local:Galeria e Espaço Cultural Duque
Endereço: Duque de Caxias, 649 – Porto Alegre Vernissage: sábado, 6 de abril, das 14h às 16h30min Período da exposição: de 6 de abril a 25 de maio Horário de funcionamento:
Seg/Sex: 10h às 18h | Sáb: 10h às 17h Entrada Franca
Doze músicas disputam os grandes prêmios do 15º Festival de Música de Porto Alegre, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, através da Coordenação de Música, que terá sua grande final dia 31 de março, às 17h, na Praça da Alfândega.
As concorrentes são: Dores da Solidão, de Lucas Daniel Ortiz Romano; Quebra-cabeça, de Pietra Keiber; Setenta, Setenta, Setenta, de DKg Dekilograma; Teus olhos vão me hipnotizar, de Rodrigo Godinho Corrêa; Gaúcho, de Lorenzo Cidade de Freitas e Carlos Freitas; Deixa o corpo mole, de Cosme Ferreira Rodrigues; Deus não é homem, de Cláudio e José Marques Brasil Jr.; Tempo de amar, de Giovanna Soares Almada; Laranjeira, de Ernesto Aguiar e Fabiano da Silva; Janela, de João Pedro de Azevedo Hann; Oração ao sim, de Elisa Terra; e Chá de cogumelo, de Ronaldo Antônio Leite Severo, são as classificadas das quatro eliminatórias que aconteceram ao longo do mês de março.
Nesta 15ª edição, o júri composto por Hugo Pereira La Roque, Luciano Souza Gomes, Mariana de Oliveira Lima, Oswaldo Niluk Júnior e Rodrigo Lentino Machado, recebeu um montante de 266 músicas inscritas e teve a árdua tarefa de escolher 44 entre elas. Destas, seis estarão na Categoria Kids, quatro na categoria Músicos de Rua e 34 na categoria Música em Geral. A cada finalista, um grupo ou artista convidado fará uma apresentação. O primeiro grupo Resenhou Samba, se apresentou dia 2. Os Fagundes foram o show da segunda eliminatória, dia 9; Nei Lisboa se apresentou na terceira eliminatória e o Rock de Galpão na última eliminatória, realizada no dia 23. Claus & Vanessa são os convidados da finalíssima do dia 31.
A premiação abrange os três primeiros lugares da categoria Música em Geral, em prêmios de 10, 5 e 3 mil, respectivamente para 1º, 2º e 3º lugares. Haverá prêmios de 3 mil para o primeiro lugar de cada categoria (Kids e Músico de Rua) e também prêmios para música revelação, melhor instrumentista, melhor torcida e música mais popular. O troféu foi concebido pelo escultor, arquiteto e urbanista Vinicius Vieira. Os escolhidos pelos jurados recebem ainda cursos de produção cultural e imersão instrumental, oferecidos pela Banda Municipal de Porto Alegre. Os primeiros lugares nas categorias Música em geral e Músico de rua estarão nas apresentações do Reveillon 2025, no evento oficial da cidade.
Criado em 1998, o Festival de Música teve continuidade até a décima terceira edição, em 2010, e depois de uma pausa, foi retomado em 2019 em outro formato, mas sempre com o foco em composições inéditas, voltadas a todos os gêneros musicais. Artistas como Tiago Rinaldi, Gabriel Luzzi e Fanfarra Bate Sopra, Allan Barcellos, Leonardo Ribeiro, Júlia Reis, Rô Bjerk são alguns dos premiados nas edições anteriores do evento. Elton Saldanha, Coordenador de Música, afirma que “o Festival de Música é a forma mais democrática de convívio da cultura. É a oportunidade e integração de artistas reconhecidos e músicos iniciantes na grande partitura da periferia, além de ser um bom momento de se ouvir todas as vozes da cidade.”
A dupla Claus e Vanessa faz show no domingo.; Foto: Luana Misturini(/Divulgação
15º Festival de Música de Porto Alegre
Finalíssima dia 31 de março, 17h, na Praça da Alfândega, no Centro Histórico
Entrada franca
O Festival de Música de Porto Alegre é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, através da Coordenação de Música
A história de uma das bandas mais importantes da cena punk rock nacional chega ao Museu do Trabalho com a exposição Os Replicantes 1984/2024. A abertura acontece dia 27 de março e a mostra permanece até 19 de maio, com um passeio imersivo e essencialmente musical em duas salas do Museu do Trabalho. Na primeira, haverá capas de discos, fotografias, matérias de jornais, folders, cartazes e letras de músicas que estão em acervos pessoais da banda e de importantes fotógrafos que registraram essa trajetória, como Fernanda Chemale, Fabio Alt, Tonho Meira, Rochele Costi, Marcelo Nunes, Luciana Tomasi, Joice Giacomoni, entre outros fotógrafos que registraram a banda ao longo dessas décadas.
Os Replicantes . Foto Fernanda Chemale/ Divulgação
Na segunda sala, serão exibidos vídeos quase inéditos para os fãs e não disponíveis no Youtube. O visitante também encontrará material museográfico referente à banda, como objetos e documentos. A produção e curadoria é da jornalista Paola Oliveira – Tsonora Produções.
Replicantes formação 2000- Foto: Marcelo Nunes/ Divulgação
Os Replicantes nasceram em maio de 1984 numa garagem do bairro Floresta, em Porto Alegre. Acharam que teriam vida curta, mas chegam aos 40 anos sem nunca terem parado de tocar. Sua formação atual, que dura quase 17 anos, conta com Julia Barth, Cleber Andrade, Heron Heinz e Claudio Heinz. Também fizeram parte da banda Carlos Gerbase, Wander Wildner, Luciana Tomasi e Ricardo Cordeiro King Jim. Nessas quatro décadas, Os Replicantes produziram treze álbuns, mais de cem canções autorais e dezenas de videoclipes, como os clássicos “Nicotina” (um dos primeiros da história dos videoclipes brasileiros) e “Surfista Calhorda”. Estão em filmes em longa-metragem como Tolerância e O Cerro do Jarau, além da minissérie Carandiru da Rede Globo.
Replicantes. Foto: Tonho Meira/ Divulgação
O álbum de estreia, O Futuro é Vortex (1986) é considerado pela revista Rolling Stone como um dos cem melhores do rock nacional. Já na votação que antecedeu a edição do livro 100 Grandes Álbuns do Rock Gaúcho o álbum ficou em primeiro lugar na lista dos melhores discos de rock gaúcho. A banda também é citada em livros como Brock – O Rock Brasileiro dos Anos 80, Dias de Luta – O Rock e o Brasil dos Anos 80 e Punk – Anarquia Planetária e Cena Brasileira. Os Replicantes realizaram três turnês europeias ao longo dos 40 anos. Entre os shows marcantes estão o aniversário de novecentos anos do porto de Hamburgo (Alemanha), apresentações em Paris e Viena e festivais brasileiros como Abril Pro Rock e RecBeat.
Toda esta história será retrata na exposição Os Replicantes 1984/2024 no Museu do Trabalho em Porto Alegre. “Assim como os androides do filme, eles viram coisas que merecem serem apreciadas por todos que curtem Os Replicantes, mas, diferentemente dos fictícios, para a banda não é tempo de morrer, mas sim de dividir essas experiências sobre os caminhos percorridos na cena punk brasileira e mundial”, afirma Paola Oliveira, produtora da banda. Além da exposição acontece o show comemorativo com todos os integrantes no bar Opinião em 16 de maio, bem como a produção do documentário “Seja punk mas não seja burro” que está em campanha de financiamento coletivo.
Replicantes. Foto: Fernanda Chemale/ Divulgação
OS REPLICANTES – 1984/2024 Abertura dia 27 de março, quarta, às 19h
Visitação 28 de março a 19 de maio – Terça a sábado, das 13h30 às 17h30
Domingos e feriados, das 15h às 18h
Museu do Trabalho – Rua dos Andradas, 230. Porto Alegre
Entrada Franca
Apoio: Alquimias do Conny / Back in Black / Bebê Baumgarten Comunicação /
CopyMundi / Mambembe Chopp Artesanal / Mercado Santiago / Prana Filmes / Thais Ueda
Designer gráfico: Fabio Zimbres
Produção: Tsonora Produções
Realização: Museu do Trabalho
Redes do Museu:
museu@museudotrabalho.org
@museudotrabalho
A história de uma das bandas mais importantes da cena punk rock nacional chega ao Museu do Trabalho com a exposição Os Replicantes 1984/2024. A abertura acontece dia 27 de março e a mostra permanece até 19 de maio, com um passeio imersivo e essencialmente musical em duas salas do Museu do Trabalho. Na primeira, haverá capas de discos, fotografias, matérias de jornais, folders, cartazes e letras de músicas que estão em acervos pessoais da banda e de importantes fotógrafos que registraram essa trajetória, como Fernanda Chemale, Fabio Alt, Tonho Meira, Rochele Costi, Marcelo Nunes, Luciana Tomasi, Joice Giacomoni, entre outros fotógrafos que registraram a banda ao longo dessas décadas. Na segunda sala, serão exibidos vídeos quase inéditos para os fãs e não disponíveis no Youtube. O visitante também encontrará material museográfico referente à banda, como objetos e documentos. A produção e curadoria é da jornalista Paola Oliveira – Tsonora Produções.
Os Replicantes nasceram em maio de 1984 numa garagem do bairro Floresta, em Porto Alegre. Acharam que teriam vida curta, mas chegam aos 40 anos sem nunca terem parado de tocar. Sua formação atual, que dura quase 17 anos, conta com Julia Barth, Cleber Andrade, Heron Heinz e Claudio Heinz. Também fizeram parte da banda Carlos Gerbase, Wander Wildner, Luciana Tomasi e Ricardo Cordeiro King Jim. Nessas quatro décadas, Os Replicantes produziram treze álbuns, mais de cem canções autorais e dezenas de videoclipes, como os clássicos “Nicotina” (um dos primeiros da história dos videoclipes brasileiros) e “Surfista Calhorda”. Estão em filmes em longa-metragem como Tolerância e O Cerro do Jarau, além da minissérie Carandiru da Rede Globo.
O álbum de estreia, O Futuro é Vortex (1986) é considerado pela revista Rolling Stone como um dos cem melhores do rock nacional. Já na votação que antecedeu a edição do livro 100 Grandes Álbuns do Rock Gaúcho o álbum ficou em primeiro lugar na lista dos melhores discos de rock gaúcho. A banda também é citada em livros como Brock – O Rock Brasileiro dos Anos 80, Dias de Luta – O Rock e o Brasil dos Anos 80 e Punk – Anarquia Planetária e Cena Brasileira. Os Replicantes realizaram três turnês europeias ao longo dos 40 anos. Entre os shows marcantes estão o aniversário de novecentos anos do porto de Hamburgo (Alemanha), apresentações em Paris e Viena e festivais brasileiros como Abril Pro Rock e RecBeat.
Toda esta história será retrata na exposição Os Replicantes 1984/2024 no Museu do Trabalho em Porto Alegre. “Assim como os androides do filme, eles viram coisas que merecem serem apreciadas por todos que curtem Os Replicantes, mas, diferentemente dos fictícios, para a banda não é tempo de morrer, mas sim de dividir essas experiências sobre os caminhos percorridos na cena punk brasileira e mundial”, afirma Paola Oliveira, produtora da banda. Além da exposição acontece o show comemorativo com todos os integrantes no bar Opinião em 16 de maio, bem como a produção do documentário “Seja punk mas não seja burro” que está em campanha de financiamento coletivo.
OS REPLICANTES – 1984/2024 Abertura dia 27 de março, quarta, às 19h
Visitação 28 de março a 19 de maio – Terça a sábado, das 13h30 às 17h30
Domingos e feriados, das 15h às 18h
Museu do Trabalho – Rua dos Andradas, 230. Porto Alegre
Entrada Franca
Apoio: Alquimias do Conny / Back in Black / Bebê Baumgarten Comunicação /
CopyMundi / Mambembe Chopp Artesanal / Mercado Santiago / Prana Filmes / Thais Ueda
Designer gráfico: Fabio Zimbres
Produção: Tsonora Produções
Realização: Museu do Trabalho
Prédios históricos, o Guaíba, monumentos e personagens das ruas constam das obras da exposição que saúda os 252 anos da Capital
foto Nilton Santolin/ Divulgação
Como parte das comemorações oficiais dos 252 anos de Porto Alegre, a exposição fotográfica “Veracidade” será aberta na quarta-feira (27/03), às 18h, no porão do Paço Municipal. A mostra reúne 36 fotógrafos, entre os quais nomes consagrados no Estado, que apresentam obras sensíveis e reveladoras da cidade. A visitação vai até 31 de maio, com entrada gratuita.
O fotógrafo homenageado Eurico Salis – FOTO João Mattos/Divulgação
O reconhecido profissional Eurico Salis é convidado especial e homenageado pela exposição, que tem curadoria de Denise Giacomoni. Outros nomes de destaque na relação de participantes são Fernando Pires, Nilton Santolin, Luiz Filipe Varella, Gerson Turelly, Guto Monteiro, William Clavijo, Heloiza Averbuck, Wanderlei Oliveira e Andréa Barros.
Foto Laercio de Menezes_1/Divulgação
Como alguns artistas assinam duas obras, as paredes centenárias do porão do Paço abrigarão 43 fotos, todas em preto e branco e de 90 x 90 cm, impressas em papel fotográfico fosco. Os trabalhos registram prédios históricos, o Guaíba, monumentos, esculturas, personagens das ruas, manifestações religiosas e flagrantes do cotidiano, legitimando o duplo sentido do título da mostra: o de ver, no sentido de contemplar a cidade, e o relacionado ao caráter de verdadeiro, veraz.
foto Guto Monteiro/Divulgação
“Todos os fotógrafos participantes da exposição têm a cidade de Porto Alegre como tema recorrente de sua obra, seja nos detalhes das ruas e calçadas, seja nas feições de seus moradores, seja nas janelas e portas de seus prédios e casas, seja na sombra e na silhueta de seus movimentos, suas igrejas, seus prédios históricos, e, claro, o Guaíba e seu pôr do sol”, assinala a curadora.
Foto Guto Monteiro/Divulgação
De acordo com Denise, a exposição quer mostrar uma cidade presente mas nem sempre vista, uma Porto Alegre “tátil, sensível, mas quantas vezes alheia aos olhos, despercebida dos sentidos de quem a vê”. O evento conta com o apoio de produção do fotógrafo Gutemberg Ostemberg, que também expõe. O designer gráfico Rafael Sgari trabalhou na edição das fotos.
foto Marco Resende/Divulgação
Eurico Salis, o homenageado, é autor, entre outros livros, de “Porto Alegre – Cenas Urbanas, Paisagens Rurais” e “Porto Alegre – Centro Histórico”, ambos premiados. Em 2010, o profissional, nascido em Bagé, recebeu o Prêmio Joaquim Felizardo de Fotografia. Salis já mostrou seu trabalho na Itália, França e Bélgica.
foto Leda Zimmermann/ Divulgação
Participam da exposição os seguintes fotógrafos:
Alexandre Freitas, Ana Fernanda Tarrago, Andréa Barros, Anelise Barra Ferreira, Ayres Potthoff, Bia Donelli, Cynthia Jappur, Denise Giacomoni, Douglas Fischer, Eduardo Scaravaglione, Eurico Salis, Fernando Pires, Gerson Turelly, Gutemberg Ostemberg, Guto Monteiro, Heloiza Averbuck, Jorge Lansarin, José Roque Guimarães, Karine Costa, Kathy Esposito, Laércio de Menezes, Leda Zimmermann, Luiz Filipe Varella, Marco Resende, Margaret Abreu, Maria Sallet Domingues, Martin Brugger Titton, Najara Silva, Nilton Santolin, Paulo Paim, Ruth J. Greco, Selmar Medeiros, Victor Ghiorzi, Vinicius Tabajara, Wanderlei Oliveira e William K. Clavijo.
foto Alexandre Freitas/Divulgação
SERVIÇO
Exposição Veracidade
Abertura: 27 de março, às 18h
foto Selmar F. de Medeiros/Divulgação
Visitação: até 31 de maio,de segunda a sexta, das 9h às 17h
Entrada gratuita
Local: Paço Municipal, Praça Montevidéu, 10, Centro Histórico de Porto Alegre
Artista visual expõe a mostra “Formas da Feminilidade”, 21 escritoras se apresentam em “prosa e verso”, filme resgata história de duas importantes ambientalistas e visitantes são convidados a desenhar
Profissional das artes há 68 anos, ativista em causas sociais e feminista, Zoravia Bettiol lidera o evento “A Força do Feminino”, que se realiza neste sábado (23/03), das 15h às 21h, em homenagem às mulheres no mês dedicado a elas. As diversas atividades programadas acontecem na sede do Instituto Zoravia Bettiol (IZB), na Rua Paradiso Biacchi, 109, bairro Ipanema, na Capital. A entrada é franca.
A MOÇA DO CHAPÉU DE PALHA – Série Romeu e Julieta/ Divulgação
A renomada artista visual, de 88 anos, contou com o apoio de parceiras igualmente reconhecidas em suas áreas de atuação para montar o programa, como a multiartista Liana Timm, presidente da Associação Gaúcha de Escritores (Ages) e a jornalista e realizadora audiovisual Daniela Sallet, entre outras. “O evento ‘A Força do Feminino’ põe em evidência as áreas das artes visuais, da literatura, poesia e cinema para provocar no público uma reflexão sobre as inúmeras e ricas facetas que compõem o universo da mulher”, avalia Zoravia.
AFRODITE – Série Deuses Olímpicos – Xilogravura – 81 X 51 cm – 1976/ Divulgação
“Formas da Feminilidade”
Quem comparecer à galeria do instituto terá a oportunidade de apreciar a mostra “Formas da Feminilidade”, recorte feito na grande e variada obra de Zoravia para enfatizar o feminino. “Apresento nesta mostra, por um lado, a mulher realizando as mais variadas ações triviais, como se pintar, cantar, namorar, casar e, por outro lado, mulheres míticas, lendárias, históricas e artistas. Há figuras femininas recorrentes e que têm muito significado para mim, que são Iemanjá, Penélope, Deméter, Alice e Afrodite, que aparecem em mais de uma série e técnica”, relata a artista. A exposição é composta de 38 trabalhos, integrantes de 13 séries, que incluem xilogravuras, peças têxteis, desenhos e pinturas.
IEMANJÁ EM NOITE DE QUATRO LUAS – Série Iemanjá 78 X 50 cm 1973/Divulgação
Escritoras em prosa e verso
Como presidente da Ages, Liana Timm mobilizou escritoras (poetas, contistas, cronistas e ensaístas) para interpretarem seus textos e autografarem seus livros, a partir das 17h. Participam do “Mulheres em prosa e verso – 21 vozes do feminismo”, além de Liana Timm e Luciana Éboli, responsáveis pelo roteiro da atividade, as seguintes escritoras: Ana dos Santos, Ana Mello, Benette Bacellar, Conça Dornelles, Cíntia Collares, Dani Langer, Dione Detanico, Eleonora Prado, Fátima Farias, Jane Tutikian, Laís Chaffe, Lígia Sávio, Magalhe Oliveira, Maíra Baumgarten, Naia Oliveira, Neli Germano, Maria José Silveira, Vera Ione Molina e Zilá Bernd.
NAMORAR – Série Sentar, Sentir, Ser – Impressão em papel Hahnemuhle – 59 X 42 cm – 2016/Divulgação
Desenhar é preciso
O coletivo Urban Sketchers Porto Alegre – USK POA, que se reúne quinzenalmente em eventos abertos, estará produzindo desenhos no jardim e na galeria do IZB. O grupo convida todos a também desenharem, com liberdade da técnica e representação das cenas de acordo com a sua subjetividade.
REZAR – Série Sentar, Sentir, Ser – Impressão em papel Hahnemuhle – 59 X 42 cm – 2016/Divulgação
Resgate de pioneiras
A programação prevê, ainda, às 19h, a exibição do filme Substantivo Feminino, que tem roteiro e codireção de Daniela Sallet (junto com Juan Zapata). É um resgate da trajetória de duas mulheres gaúchas, pioneiras do movimento ecológico no Brasil: Magda Renner e Giselda Castro. Após a sessão, Daniela e um representante da Agapan falarão sobre o filme e o ambientalismo. O documentário recebeu Menção Honrosa na 6º Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental (SP) e Prêmio de Compromisso Social no 32º Festival de Cine Latino Americano de Trieste (Itália).
Comes e bebes e mimos
Durante o evento, estarão abertas bancas de produtos da agricultura familiar (salgados, doces, café, chás, sucos, cervejas e outras iguarias). O IZB, por sua vez, comercializa produtos como ecobags, canetas, porta-celular, cartões postais com obras de Zoravia e miniaturas de cadeiras para montar.
SERVIÇO
Evento “A Força do Feminino” – exposição, sarau literário, desenho, projeção de filme
Quando: sábado, 23/03, das 15h às 21h
Onde: sede do Instituto Zoravia Bettiol, Rua Paradiso Biacchi, 109, Ipanema
O filmeserá exibido, dia 28 de março às 20h, no Theatro São Pedro
Lembranças. Lágrimas. Aplausos. Saudade. Palavras que marcaram a noite do dia 05 de fevereiro de 2024 depois da emocionante e inesquecível exibição, no Theatro São Pedro, do filme do show “Onde está o Amor – A Fitas Perdidas”, dirigido por José Pedro Goulart. O sucesso foi tão grande que o público pediu e uma segunda sessão gratuita está programada para o dia 28 de março, às 20h, no Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n°).
Os ingressos poderão ser retirados a partir do dia 14 de março, das 10h às 18h, na recepção do Multipalco. A exibição se dará dentro das comemorações dos 252 anos de Porto Alegre. No dia 07 de fevereiro, completou 10 anos do falecimento de Nico Nicolaiewsky .
“A gente estava aqui para comemorar um artista, celebrar a vida, mais do que tudo. Foi impressionante a relação que as pessoas tiveram com o filme e a emoção que elas sentiram. Acho que o Nico flutuou pelo Theatro São Pedro. Foi como eu estivesse ali, junto com o meu amigo, de novo. Acho que Nico ganhou a homenagem que ele tinha que ganhar“, relembra Zé Pedro. Noite inesquecível, também, para o amigo e parceiro de décadas, o músico Hique Gomez, que fez dupla com Nico em Tangos e Tragédias. “‘Achei de fundamental importância o Zé Pedro trazer esse conteúdo. Nico Nicolaiewsky, um dos grandes compositores da música brasileira, feita no Sul do Brasil, um grande amigo e um grande parceiro. Foi bem bacana rever esse momento e para os anais da história das artes brasileiras“, diz Hique.
Onde está o Amor?
Onde está o Amor? é o nome do CD que Nico Nicolaiewsky lançou em setembro de 2008, também no Theatro São Pedro, com um grande show dirigido por Zé Pedro Goulart. Anos depois, Zé Pedro remonta o espetáculo a partir de 16 fitas encontradas com mais de 10 horas de gravação deste show. A título de registro foi feita uma gravação não convencional do show, isto é, meramente um documento mesmo, sem que se soubesse muito bem qual seria o destino do material captado por três câmeras soltas durante as sessões de sábado e de domingo, sem muita pretensão. As fitas ganham muita importância enorme por se tratar de um registro único e valioso do trabalho do Nico. Contudo, só encontrar as fitas perdidas não era suficiente. Era preciso um minucioso trabalho de recuperação, sincronismo e edição. E assim foi feito.
“Esse filme é maravilhoso. Foi muita emoção. É um parceiro (Nico) que estava ali na minha frente, vivo, e uma alegria de ver que foram salvas e achadas essas fitas, e que estão disponíveis para as novas gerações. Um músico talentoso, moderno e de futuro“, o músico Claudio Levitan.
No roteiro do show, além da coleção de canções de amor escritas pelo músico em parceria com amigos de talento reconhecido como Antonio Villeroy e Fernando Pezão, arranjadas e produzidas por John Ulhoa (Pato Fu), Nico canta as confirmadas como “Maluco Beleza”, “Ana Júlia” e recordar uma relíquia do Musical Saracura. Ficou por conta do bonequeiro Paulo Balardim a concepção de um boneco que ilustrou uma das cenas mais intimistas do show e que ganhou vida através da manipulação da atriz Carolina Garcia. O desenho da luz do espetáculo, criação de Osvaldo Perrenot, trabalhou junto com as projeções programadas pela equipe da Zeppelin. Rô Cortinhas cuidou do figurino da banda composta por Luciano Albo (violão de aço/guitarra/vocal), Diego Silveira (bateria/vocal), Ana Paula Freire (contrabaixo acústivo/vocal), Maurício Nader (violão/vocal), Leonardo Boff (teclado/vocal) além de Nico Nicolaiewsky (piano/teclado/vocal).
EQUIPE TÉCNICA
AS FITAS PERDIDAS
NICO NICOLAIEWSKY – DEZ ANOS DE SAUDADES
Direção – José Pedro GoulartProdução Executiva – José Pedro Goulart, Caroline Colpo
Produção – Marilourdes Franarin
Câmera – Marcelo Lima e Zaracla
Manipulação Bonecos – Carolina Garcia
Confecção Bonecos – Paulo Balardim
Direção de Arte/Cenografia – Fiapo Barth
Figurinista – Rô Cortinhas
Edição – Tiago Bortolini
Pós-produção – Estúdio Ely
Colorista – Ely Silva
Projeção – VM Audiovisual
Sonorização – Edu Coelho
Iluminação – Osvaldo Perrenoud e Marguinha Ferreira
Técnico de Apoio – André Hanauer
Projeto Gráfico – Mauro Dorfman
Artes – Henrique Barbosa
Redes Sociais – Fernanda Pertile
Assessoria de Imprensa: C² Comunica – Adriano Cescani
Músicos
Luciano Albo – Violão de aço e vocal
Diego Silveira – Bateria e vocal
Ana Freire – Contrabaixo acústico e vocal
Leonardo Boff – Teclados
Mauricio Nader – Guitarra e vocal
SERVIÇO
O QUE: Onde Está o Amor – As Fitas Perdidas
DATA: 28 de março
HORÁRIO: 20h
LOCAL: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n°) 51 32275100
ENTRADA FRANCA: os ingressos poderão ser retirados na recepção do Multipalco , a partir do dia 14 de março, das 10h às 18h
Etapa 2024 do festival promove ainda o Ponto de Encontro Petrobras/Porto Alegre em Cena, que reúne artistas e público em trocas de saberes, shows e performances no Espaço Cultural 512
Trazendo uma aproximação do teatro e do cinema, a Mostra Petrobras/Porto Alegre em Cena Zé Celso Martinez Corrêa, ocorre nos dias 21, 23 e 24 de março, na Cinemateca Capitólio. Dedicada à vida e obra de Zé Celso Martinez Corrêa, um dos nomes mais importantes do teatro brasileiro, conta com curadoria de Marcelo Drummond, seu companheiro por muitos anos, e inclui obras que destacam a trajetória e os trabalhos do Teatro Oficina Uzyna Uzona, bem como filmes raros que mostram a colaboração entre Zé Celso e Celso Luccas em Portugal após a Revolução dos Cravos, e em Moçambique durante as comemorações que seguiram à independência. A presença de Celso Luccas para um bate-papo entre as sessões de domingo promete enriquecer ainda mais a experiência dos espectadores sobre essa colaboração tão significativa. Os filmes serão exibidos na Cinemateca Capitólio, com entrada gratuita (sujeita à lotação da sala).
Já os Diálogos do Porto Alegre em Cena promovemtrês painéis com inscrições gratuitas que ocorrem entre os dias 14 e 18 de março, trazendo temas como diferentes modos de governança de festivais pelo Brasil, a trajetória do teatro oficina e a importância do teatro de grupo e um painel voltado à Seleção Petrobras Cultural. A participação nas atividades ocorre mediante inscrição prévia, pelo link www.portoalegreemcena.com/programacao.
O Ponto de Encontro Petrobras/Porto Alegre em Cena mantém a tradição do festival em promover um espaço de trocas e celebração entre artistas, técnicos e público. Após a programação diária de espetáculos teatrais, o Espaço Cultural 512 recebe uma série de apresentações musicais e sarau literário.
Ianaê Régia. Foto: Afrovulto/ Divulgação
A programação completa das atividades pode ser conferida abaixo e através do site e redes sociais do festival. O 30º Porto Alegre em Cena é apresentado pelo Ministério da Cultura, Prefeitura Municipal de Porto Alegre e Petrobras, com patrocínio master de BB Asset, patrocínio Itaú e Zaffari, apoio especial de Soprano, apoio de TVE e FM Cultura, AACCMQ, CCMQ, Theatro São Pedro, Multipalco/Gov Estado RS, Cinemateca Capitólio, CHC Santa Casa, Sated RS, Master Hoteis, Clube do Assinante, RBS TV e Synergy. A coordenação e produção são da Voz Cultural e a realização da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, PUCRS, Ministério da Cultura – Governo Federal.
Mostra Petrobras/Porto Alegre em Cena Zé Celso Martinez Corrêa
Cinemateca Capitólio – Entrada gratuita de acordo com a lotação do espaço
21 de março, quinta-feira, 19h
Máquina do Desejo – Direção, roteiro e montagem: Joaquim Castro e Lucas Weglinski (Brasil | 2023 | 109 min)
23 de março, sábado, 19h
O Rei da Vela – Direção: Zé Celso e Noilton Nunes (Brasil | 1982 | 160 min)
24 de março, domingo, 18h
O Parto – Direção: Zé Celso Martinez Corrêa e Celso Luccas (Brasil, Portugal | 1975 | 31 min)
+ Debate com o Diretor Celso Luccas (entre sessões às 18h40)
Festivais de Artes Cênicas no Brasil: a relevância estratégica dos festivais brasileiros de artes cênicas e os diferentes modos de governança
Teatro CHC Santa Casa, 15h30
Mediação do ator Antônio Grassi e participação de Henry Ventura, Secretário de Cultura de Porto Alegre; Rui Moreira, Diretor de Artes Cênicas da FUNARTE; Alessandra Teixeira, Gerente de Patrocínios e Eventos da Petrobras; Jane Schoninger, Coordenadora de Artes Cênicas do SESC-RS; Rogério Beretta, Coordenador do Festival Porto Verão Alegre; Adriane Azevedo, representante do SATED-RS, além de representante de outros festivais brasileiros.
15 de março
Painel Teatro de Grupo Latino-Americano e o Teatro Oficina Uzyna Uzona
Sala Álvaro Moreira, 17h
Debate sobre as dinâmicas do teatro de grupo latino-americano e sua relevância na história das artes cênicas com mediação do ator Antônio Grassi e participação de Marcelo Drummond (Teatro Oficina Uzyna Uzona), Alice Guimarães (Teatro de Los Andes), Adriane Mottola (Cia de Teatro Di Stravaganza), Danielle Rosa (Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta FavelA) e Essly Ramão (Espiralar Encruza). Serão debatidas as dinâmicas do teatro de grupo e sua relevância na história das artes cênicas latino-americanas.
Maurilio-nina-fola-foto-ricardo-ara /Divulgação
18 de março
Painel Seleção Petrobras Cultural
Teatro Renascença, 14h30
A Seleção Petrobras Cultural – Novos Eixos foi lançada recentemente, despertando grande atenção e interesse na comunidade cultural em todo o país. A oportunidade tem como objetivo apoiar o desenvolvimento da cultura brasileira, reconhecendo a importância da preservação da nossa identidade, a necessidade do estímulo às diversidades e as múltiplas contribuições para a sociedade que são viabilizadas pela cultura.
A programação de Diálogos do Porto Alegre em Cena, festival que conta com o Patrocínio Premium da Petrobras, aproveita a ocasião para promover uma apresentação especial desta seleção. O evento terá a participação de Alessandra Teixeira de Teixeira, gerente de Patrocínio e Eventos da Petrobras, que apresentará detalhes do regulamento; do Secretário de Fomento e Incentivo à Cultura no MinC, Henilton Menezes; da Representante do MinC no RS, Mari Martinez; e do Secretário Municipal da Cultura e Economia Criativa, Henry Ventura
Ponto de Encontro Petrobras/Porto Alegre em Cena
Espaço Cultural 512 – Rua João Alfredo, 512. Cidade Baixa
13 de março – Festa de Abertura 30° Porto Alegre Em Cena
21h – Ianaê Régia
22h30 – DJ Marigdas
Entrada gratuita*
14 de março
22h – Maurilio & Nina Fola
Entrada gratuita*
15 de março
23h – Show Ultramen
Consulte ingressos em www.espaco512.com.br
16 de março
23h – Tribo Brasil
Consulte ingressos em www.espaco512.com.br
17 de março
19h15 – Aula de Forró
22h – Forró do 512
Consulte ingressos em www.espaco512.com.br
20 de março
22h – Verónica Valenttino convida Viridiana
Entrada gratuita*
21 de março
22h – Sarau Festipoa no Poa em Cena, com Eliane Marques, Lilian Rocha e Loua Pacomm Oulai. Participação: Djam Neguin e Gabriela Lery
Entrada gratuita*
22 de março
23h – Moreno Morais
Consulte ingressos em www.espaco512.com.br
23 de março
23h – Cachaça de rolha
Consulte ingressos em www.espaco512.com.br
24 de março – Festa de encerramento 30° Porto Alegre Em Cena
21h – Pamela Amaro
Entrada gratuita*
*Entrada gratuita sujeita à lotação do espaço.
30º PORTO ALEGRE EM CENA
13 a 24 de março de 2024
Mostra Petrobras/Porto Alegre em Cena Zé Celso Martinez Corrêa
Apoio: TVE/ FM Cultura, Casa de Cultura Mario Quintana, Theatro São Pedro, Multipalco, Centro Histórico-Cultural Santa Casa, Sated-RS, Cinemateca Capitólio, Master Hoteis, Clube do Assinante ZH, RBS TV
Realização: Prefeitura de Porto Alegre/SMCEC, PUCRS e Ministério da Cultura, Governo Federal – União e Reconstrução