Ambientalistas ampliam debate sobre os impactos de uma nova fábrica de celulose às margens do Guaíba

Cerca de 60 pessoas acompanharam debate sobre ampliação da fábrica de celulose. Foto Ramiro Sanchez/JÁ

Um comitê formado por biólogos, engenheiros químicos, médicos, representantes dos povos indígenas e quilombolas realizaram ontem, 7 de abril, na Câmara Municipal de Porto Alegre, uma Audiência Pública Popular para discutir os impactos da instalação de uma nova fábrica de celulose da CMPC, projetada para ser construída no município de Barra do Ribeiro.

Em pauta, as falhas no estudo de impacto ambiental apresentado pela empresa, a poluição do Guaíba devido ao aumento excessivo de efluentes e possíveis consequências para a qualidade da água, a saúde da população e o meio ambiente. O debate foi promovido pelo vereador Alexandre Bublitz (PT) e pelo biólogo e professor da UFRGS Paulo Brack, vereador suplente pelo PSol.

A bióloga Rosa Rosado coordenou o debate, acompanhado por cerca de 60 pessoas. Entre os presentes, Eduíno de Mattos, do comitê das bacias Guaíba e Gravataí, a engenheira química Alda Maria Corrêa, ex-analista ambiental da Fepam na área de efluentes, a bióloga Cátia Regina Machado, especialista em efluentes, e a médica e indigenista Roselaine Murlik.

A empresa CMPC não enviou representantes

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