Nome indiscutível no PCdoB e capaz de empolgar ampla aliança à esquerda, o governador do Maranhão é um dos candidatos que já estão cotados para disputa em 2022, quando Bolsonaro pretende tentar a reeleição, segundo ele mesmo já disse.
O ataque a Dino, como o pior dos “governadores paraíbas”, seguido da ordem de “não ter nada com esse cara” é a idenfificação de um inimigo e a orientação para mantê-lo à pão e água. O cerco federal ao Maranhão pode-se configurar como o primeiro movimento da campanha.
Tudo bem que Bolsonaro não seja lá um exemplo, mas Flávio Dino é o retrato escrachado de um ditador . Não nos esqueçamos que este cidadão, enquanto governador do fabuloso Maranhão, enviou uma ordem expressa a todos os batalhões da polícia militar daquele punjante estado, para monitorar opositores políticos. Como dizia o documento:
“1 – Os comandantes das UPM’s deverão informar as lideranças que fazem oposição ao governo local (ex-prefeito, ex-deputado, ex-vereador), ou ao governo do estado, em cada cidade, que podem causar embaraços no pleito eleitoral;”
Ou seja, um ordinário da extrema esquerda, assim como tem gente da mesma laia na extrema direita.
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