Autor: da Redação

  • Fortalecido com a adesão de Olívio, Edegar Pretto será confirmado no domingo

    Fortalecido com a adesão de Olívio, Edegar Pretto será confirmado no domingo

    A Federação Brasil da Esperança, composta pelos partidos PT, PCdoB e PV, oficializa a candidatura do deputado Edegar Pretto ao governo do Rio Grande do Sul, em convenção neste domingo, 31.

    O evento, a partir das 10 horas, será no Ritter Hotel, em frente à Rodoviária de Porto Alegre.

    A estrela do evento, no entanto, será o ex-governador Olívio Dutra, de 81 anos, que anunciou esta semana sua candidatura ao Senado.

    A decisão de Olívio, que já havia anunciado a aposentadoria política,  alterou (num grau ainda impossível de avaliar) o quadro eleitoral no Estado,  onde as pesquisas atribuíam a liderança ao ministro Onix Lorenzoni e ao governador Eduardo Leite.

    Além da chapa majoritária, ainda será apresentada a nominata de candidatos a parlamentares estaduais e federais das três siglas que compõem a federação. Outro destaque do evento será a assinatura da carta de compromissos com a população gaúcha, pelo pré-candidato ao Executivo.

    São esperadas caravanas de todo o Rio Grande do Sul, com lideranças, militantes e apoiadores dos partidos que fazem parte da federação.

     

  • País da carne, Uruguai consome 90 quilos per capita ao ano, triplo da média mundial

    País da carne, Uruguai consome 90 quilos per capita ao ano, triplo da média mundial

    Considerado produtor da melhor carne do mundo, o Uruguai também é, proporcionalmente, o maior exportador e o maior consumidor de carne bovina, de acordo com uma pesquisa recente*.

    No mundo, a média de consumo per capita de todos os tipos de carnes é de 34 quilos por pessoa, por ano. No Uruguai a média supera os 90 quilos per capita por ano.

    A pesquisa, financiada pelo Instituto Nacional de Investigação Agropecuária, comparou dados de 172 países, considerando também o percentual de vegetarianos (que não consomem carne, mas incluem leite e ovos em suas dietas), veganos (que não consomem nenhum tipo de proteína de origem animal), pescetarianos (vegetarianos que consomem peixe e frutos do mar) e flexitarianos (vegetarianos que de vez em quando comem carne e derivados).

    A pesquisa  considerou a região, o sexo , a idade e o nível educacional dos consumidores, assim como seu nível de renda.

    No Uruguai, constatou-se que apenas 9% não consomem carne, numa população em que a cultura do assado e da “parrilla” antecede à própria formação do país.

    Desses 9% que não consomem carne, 1% são veganos,  5% são vegetarianos, 3% são pescetarianos e 2% que não consomem por motivos, doenças, por exemplo.

    A análise das respostas dos mais jovens, no entanto, mostra que essa realidade está mudando. Na faixa entre 18 e 19 anos, por exemplo, o percentual dos que não comem carne chega a 20%, porque são veganos, vegetarianos, ou pesceterianos. Entre os que têm educação  de nível superior, o percentual chega a 13%.

    Quanto aos motivos para não comer carne, 73% dizem que é pela saúde, 44% por questões ligadas ao “bem estar animal” e 39% pela questão ambiental.

    *Perspectivas de la carne: asociaciones mentales de los consumidores uruguayos y motivos subyacentes en los cambios de consumo.

  • Recuperação econômica: pequenas empresas estão mais confiantes

    Dados do Sebrae RS apontam que a maioria dos pequenos empreendedores (56%) está confiante com a melhora no ramo de atividade do negócio até o final do ano: 42% creem na melhoria da situação econômica do Estado de uma forma geral para os próximos 6 meses – em maio este índice era de 36%.
    Os dados são da 24ª edição Pesquisa de Monitoramento dos Pequenos Negócios do Sebrae RS e consideram os empreendedores de Micro e Pequena Empresa (MPE) e Microempreendedores Individuais (MEI).

    No que diz respeito ao faturamento, o mês de junho registrou um aumento de sete pontos percentuais na proporção de empresas que indicam estabilidade, chegando a 45%.

    Já quando aferido o comportamento da ocupação da atividade nos últimos 30 dias, a pesquisa aponta que 63% das empresas indicam estabilidade.

    O índice, cinco pontos percentuais a mais que o verificado em maio, é o maior desde janeiro de 2021.

    A boa perspectiva de futuro é amparada em outros indicadores do estudo: em relação aos seus negócios particulares, 52% dos empreendedores têm expectativa de manter e 40% de expandir.

  • 36 entidades de ensino e pesquisa protestam contra fechamento de cursos na Unisinos

    Manifesto contra o fechamento                                 dos cursos de Pós-Graduação:

    As entidades abaixo assinadas vêm a público se manifestar contra o fechamento pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) de seus programas de pós-graduação em diversas áreas.

    Tal atitude tem como fundamento privilegiar resultados financeiros em detrimento das contribuições da produção científica e do impacto social desses Programas.

    No caso recente, chama a atenção a solidez e qualificação dos programas de pós-graduação, alguns com mais de 30 anos de existência, com notas 6 ou 5 junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

    O fechamento dos Programas traz impactos para além da demissão de valorosos/as pesquisadores/as, referências em suas áreas de expertise, e do enxugamento do compromisso com a ampliação do sistema de Pós-Graduação, até então meta da CAPES,
    do Plano Nacional de Pós-Graduação e do Plano Nacional de Educação 2014-2024.

    Com a extinção dos programas desaparecem Grupos de Pesquisas essenciais e com repercussão nacional e internacional, revistas acadêmicas, além do prejuízo a pesquisadores/as com bolsas de produtividade científica que compõem o quadro de docentes.
    Estes programas, por fazerem parte do sistema de pós-graduação, foram contemplados com fatias importantes do investimento público por meio de bolsas e incentivos à pesquisa.

    Sua extinção institucional unilateral é um contrassenso do ponto de vista de qualquer intenção de fortalecimento da política científica no Brasil e configura também um atentado ao investimento público realizado durante estes anos todos de construção dos programas.
    Não é admissível que Universidades que recebem financiamento público em pesquisa possam adotar estas ações de forma unilateral com base apenas em discussões de dividendos e lucros privados, rompendo com compromissos assumidos junto ao Sistema Nacional de Pós-Graduação e à Sociedade Brasileira.
    Neste sentido, as entidades se solidarizam com colegas demitidos/as, estudantes prejudicados/as, funcionários/as dedicados/as e, principalmente, demandam por parte do ente público ações imediatas de cobrança da responsabilidade da Universidade.

    Desta e de outras que estejam com as mesmas ações.
    Nossa solidariedade a pesquisadores/as, alunos/as e funcionários/as que enfrentam decisão tão daninha para a pesquisa e o País.

    Assinam:

    -Fórum das Ciências Humanas, Sociais, Sociais Aplicadas, Letras, Linguística e Artes -FCHSSALLA
    -Sociedade Brasileira para Progresso da Ciência-SBPC
    -Associação de Linguística Aplicada do Brasil – ALAB
    -Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências – ABRAPEC
    -Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Letras e Linguística – ANPOLL
    -Associação Nacional de Pós-graduação em Teologia e Ciências da Religião – ANPTECRE
    -A Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN)
    -Associação Brasileira de Professores de Língua Inglesa da Rede Federal de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico – ABRALITEC
    -Associação Brasileira de Relações Internacionais – ABRI
    -Associação Brasileira de Antropologia – ABA
    -Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos – SBEC
    -Associação Brasileira de Literatura Comparada – ABRALIC
    -Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social – ABEPSS
    -Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música – ANPPOM
    -Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Turismo – ANPTUR
    -Associação Brasileira de Ensino de Biologia – SBEnBio
    -Associação Nacional de Política e Administração da Educação – ANPAE
    -Associação Brasileira de Educação Musical – ABEM
    -Associação Brasileira dos Pesquisadores em Publicidade – ABP2
    -Associação Nacional de Pós-graduação em Filosofia – ANPOF
    -Associação Brasileira de Hispanistas – ABH
    -Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e de Relações
    Públicas – ABRAPCORP
    -Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura – ABCIBER
    -Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Ciência da Informação- ANCIB
    -Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação – COMPOS
    -Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação – ANPED
    -Associação Brasileira de Psicologia Política – ABPP
    -Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional – ANPUR
    -Associação Nacional de Pesquisa e Pós – graduação em Psicologia – ANPEPP
    -Associação Brasileira de Psicologia Social – ABRAPSO
    -Associação Brasileira de Pesquisadores de Jornalismo ( SBPJor)
    -Associação Brasileira de Pesquisadores em Educação Especial – ABPEE
    -Federação Brasileira de Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação –SOCICOM
    -Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia – ALCAR
    -Associação Brasileira de Pesquisadores e Comunicadores em Comunicação Popular –
    ABPCom

  • Incentivos fiscais a empresas chegam a 440 bilhões este ano, 22% da arrecadação federal

    Incentivos fiscais a empresas chegam a 440 bilhões este ano, 22% da arrecadação federal

    Em 2022, o governo federal deixará de arrecadar R$ 440 bilhões em impostos, por conta dos chamados incentivos fiscais, concedidos as empresas a título de estimular o cresimento e o emprego.

    Esse valor representa 22,4% da arrecadação da União e aproximadamente 4,4% do PIB nacional.

    Os números foram obtidos numa pesquisa que analisou os programas de renúncia fiscal nos últimos cinco anos, para identificar os beneficiários dessas políticas e os resultados à sociedade.

    “Não é possível saber quem são os beneficiários e tampouco os resultados que os mesmos devolvem à sociedade por conta dos benefícios fiscais recebidos”, constata a coordenadora da pesquisa, Rosa Chieza, da Universidade do Rio Grande do Sul.

    O mais grave é que não há uma avaliação dos resultados dessa política de renúncias fiscais.

    “A falta de dos dados impede o monitoramento e a avaliação dos resultados efetivos entregues pelos beneficiados”, enfatiza a docente.

     

    Segundo a professora, a política de renúncia, ao retirar recursos de programas sociais e transferir para grupos econômicos,  tende a ampliar desigualdades sociais no Brasil.

    De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) esse tipo de incentivo não pode afetar as metas de resultados fiscais dos governos. Quando isso ocorrer, diz a lei, é preciso que haja medidas, como aumento de impostos, que compensem a perda dessas receitas. Na prática, não é o que acontece.

    O estudo demonstra dois pesos e duas medidas quanto ao cumprimento LRF.

    A pesquisa apontou que a LRF vigente há 22 anos é rigorosamente cumprida no corte dos gastos sociais; mas é negligenciada quando se trata de perda de receita por conta de isenções a empresas.

    Neste caso, a lei determina que, quando a renúncia de receita afeta essas metas, deve haver compensação por elevação de alíquotas, ampliação da base de cálculo, de forma que a renúncia só vigore após implementadas as compensações. Mas isso não ocorre.

    Para cumprir a lei, por exemplo, o orçamento da saúde perdeu R$ 43 bilhões em 2020, ano que a Covid vitimou 195 mil brasileiros.

    Além disso, 40% das renúncias são de tributos que financiam o orçamento da Seguridade Social (saúde, assistência e previdência).

    Em 2019, as isenções  envolvendo a Cofins, a Contribuição Previdência Social (CPS) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) somaram R$ 143,3 bilhões, valor superior a estimada economia anual de R$ 100 bilhões alegada pelo Governo para perfazer “R$ 1 trilhão em 10 anos” com a Reforma da Previdência.

    A pesquisa “Renúncia de receita e desigualdades: um debate negligenciado” foi feita pela professora Rosa Chieza,diretora do Instituto Justiça Fiscal (IJF)  Universidade do RioGrande do Sul e pela estudante de Economia, Anne Kelly Linck.

    Foi uma das vencedoras do I Prêmio Orçamento Público, Garantia de Direitos e Combate às Desigualdades, promovido pela Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Planejamento e Orçamento (Assecor) e pela Fundação Tide Setubal.

     

  • Incentivos fiscais a empresas chegam a 440 bilhões este ano, mais de 22% da arrecadação federal

    Incentivos fiscais a empresas chegam a 440 bilhões este ano, mais de 22% da arrecadação federal

    Em 2022, o governo federal deixará de arrecadar R$ 440 bilhões em impostos, por conta dos chamados incentivos fiscais, concedidos as empresas a título de estimular o cresimento e o emprego.

    Esse valor representa 22,4% da arrecadação da União e aproximadamente 4,4% do PIB nacional.

    Os números foram obtidos numa pesquisa que analisou os programas de renúncia fiscal nos últimos cinco anos, para identificar os beneficiários dessas políticas e os resultados à sociedade.

    “Não é possível saber quem são os beneficiários e tampouco os resultados que os mesmos devolvem à sociedade por conta dos benefícios fiscais recebidos”, constata a coordenadora da pesquisa, Rosa Chieza, da Universidade do Rio Grande do Sul.

    O mais grave é que não há uma avaliação dos resultados dessa política de renúncias fiscais.

    “A falta de dos dados impede o monitoramento e a avaliação dos resultados efetivos entregues pelos beneficiados”, enfatiza a docente.

     

    Segundo a professora, a política de renúncia, ao retirar recursos de programas sociais e transferir para grupos econômicos,  tende a ampliar desigualdades sociais no Brasil.

    De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) esse tipo de incentivo não pode afetar as metas de resultados fiscais dos governos. Quando isso ocorrer, diz a lei, é preciso que haja medidas, como aumento de impostos, que compensem a perda dessas receitas. Na prática, não é o que acontece.

    O estudo demonstra dois pesos e duas medidas quanto ao cumprimento LRF.

    A pesquisa apontou que a LRF vigente há 22 anos é rigorosamente cumprida no corte dos gastos sociais; mas é negligenciada quando se trata de perda de receita por conta de isenções a empresas.

    Neste caso, a lei determina que, quando a renúncia de receita afeta essas metas, deve haver compensação por elevação de alíquotas, ampliação da base de cálculo, de forma que a renúncia só vigore após implementadas as compensações. Mas isso não ocorre.

    Para cumprir a lei, por exemplo, o orçamento da saúde perdeu R$ 43 bilhões em 2020, ano que a Covid vitimou 195 mil brasileiros.

    Além disso, 40% das renúncias são de tributos que financiam o orçamento da Seguridade Social (saúde, assistência e previdência).

    Em 2019, as isenções  envolvendo a Cofins, a Contribuição Previdência Social (CPS) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) somaram R$ 143,3 bilhões, valor superior a estimada economia anual de R$ 100 bilhões alegada pelo Governo para perfazer “R$ 1 trilhão em 10 anos” com a Reforma da Previdência.

    A pesquisa “Renúncia de receita e desigualdades: um debate negligenciado” foi feita pela professora Rosa Chieza,diretora do Instituto Justiça Fiscal (IJF)  Universidade do RioGrande do Sul e pela estudante de Economia, Anne Kelly Linck.

    Foi uma das vencedoras do I Prêmio Orçamento Público, Garantia de Direitos e Combate às Desigualdades, promovido pela Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Planejamento e Orçamento (Assecor) e pela Fundação Tide Setubal.

     

  • Pesquisa do IBGE: salários representam 7,5% das receitas líquidas na indústria

    Pesquisa do IBGE: salários representam 7,5% das receitas líquidas na indústria

    Num ano, 2020, em que teve receitas líquidas de R$ 4 trilhões, a indústra brasileira pagou R$ 308 bilhões em salários, ou seja cerca de 7,5% do total.

    Nos dez anos, entre 2011 e 2020,  o setor industrial cortou 1 milhão de empregos e reduziu a média salarial.

    Na indústria de transformação, em emprega quase 50% da mão de obra do setor, a média salarial foi de 2,9 salários mínimos. A média geral foi de 3 salários mínimos mensais, por influência das indústrias extrativas, onde a média foi de 4,6 salários mínimos. Esse resultado foi influenciado sobretudo pela remuneração elevada no setor de extração de petróleo e gás natural, cujo salário mensal, em média, alcançou 22,7 salários mínimos em 2020.

    As causas do corte de emprego e salários: evolução da tecnologia, concorrência com o setor externo e dependência do consumo interno.

    Entre os dez principais produtos industriais do país, destaca-se o minério de ferro, com receita de R$ 145,7 bilhões e participação de 4,8% no total, por conta do aumento de mais de 70% no preço da tonelada do minério em 2020, sustentado pela demanda chinesa.

    Ultrapassou óleos brutos de petróleo, o segundo no ranking, com receita líquida de R$ 95,5 bilhões e participação de 3,1% no total, cuja cotação do barril de petróleo recuou em 2020.

    Em seguida, vêm carnes de bovinos frescas ou refrigeradas (R$ 73,6 bilhões e 2,4% de participação), óleo diesel (R$ 70,5 bilhões e 2,3%) e álcool etílico (etanol) não desnaturado para fins carburantes (R$ 49,4 bilhões e 1,6%). Os dez maiores produtos, em conjunto, concentraram 20,9% do valor das vendas em 2020.

    Segundo o IBGE, entre os 100 principais produtos, os dez que mais perderam posições no ranking em relação a 2019 foram alguns que sofreram fortes impactos com medidas para combater a disseminação da covid-19, como o isolamento social e paralisações das fábricas.

    As duas maiores quedas no ranking estão associadas ao setor de aviação: querosene de aviação, que recuou 58 posições, ao passar da 28ª para a 86ª posição, e serviço de manutenção e reparação de aeronaves, turbinas e motores de aviação, que passou da 67ª para a 90ª posição, perdendo 23 posições.

  • Pré-candidatos ao governo gaúcho discutem desenvolvimento regional

    Pré-candidatos ao governo gaúcho discutem desenvolvimento regional

    Com a participação dos pré-candidatos ao governo do RS, acontece nessa quarta-feira, dia 20, a mesa de encerramento do seminário  sobre Desenlvolvimento, Desigualdades Regionais e Planejamento Federativo no Estado, em curso desde o dia 4 de julho, por iniciativa da Rede Estação Democracia.

    Na ARI – Associação Riograndense de Imprensa, avenida Borges de Medeiros, 915, 7o andar.

     

  • Líder indígena será candidata a vice-presidente da República na chapa do PSTU

    Líder indígena será candidata a vice-presidente da República na chapa do PSTU

    Kunã Yporã, conhecida também como Raquel Tremembé, será a vice-presidente na chapa do PSTU,  que tem Vera como candidata à presidência da República nas eleições de 3 de outubro.

    A pré-candidatura será formalizada em evento virtual na sexta-feira, 22, às 19h.

    “A chapa será composta por duas mulheres, uma operária negra e uma indígena, onde temos o desafio de apresentar um programa socialista contra toda forma de exploração e opressão. Na defesa de uma sociedade que respeite os direitos das populações tradicionais, dos povos indígenas, das comunidades quilombolas, assegurando demarcação, titulação e posse de suas terras e respeitando sua cultura e seu modo de vida”, declarou Kunã Yporã, que é maranhense.

    “A defesa de uma sociedade igualitária, sem explorados e oprimidos, onde os recursos naturais e a riqueza produzida pelo trabalho do povo sejam todas utilizadas para garantir vida digna a todas e todos, onde seja assegurada a preservação do meio ambiente. Uma sociedade que acabe com toda a violência contra os setores mais desprotegidos e que assegure a todas e todos não apenas condições materiais para uma vida digna, mas também acesso ao conhecimento, à cultura, ao lazer e a toda liberdade necessária para sua realização plena como seres humanos”, completa.

    Quem é a candidata

    Kunã Yporã (Raquel Tremembé) tem 39 anos de idade,  da etnia Tremembé do Estado do Maranhão. É pedagoga.

    É integrante da Articulação da Teia de Povos de Comunidades Tradicionais do Maranhão e membro da Secretaria Executiva Nacional da Centra Sindical e Popular (CSP)-Conlutas

    “Kunã Yporã (Raquel Tremembé) é parte atuante das mobilizações dos povos indígenas contra o governo de Bolsonaro e Mourão, que governam a serviço dos interesses de latifundiários, mineradoras, madeireiras, garimpeiros e grileiros, patrocinando diversos ataques aos povos originários, seja contra seus territórios, suas vidas e também de extermínio cultural”, segundo a nota do partido.

    (Com informações da Assessoria de Imprensa)

    _Fotos:_ Divulgação

     

  • Colcha de retalhos: Congresso aprovou 11 emendas à Constituição este ano

    Colcha de retalhos: Congresso aprovou 11 emendas à Constituição este ano

    A aprovação da PEC 123, que cria o Estado de Emergência e libera mais de R$ 41 bilhões em benefícios, é a décima primeira alteração na Constituição aprovada pelo Congresso este ano.

    Com isso, segundo levantamento do portal Poder 360,  2022 já é o ano com maior número de emendas à Constituição já aprovadas.

    Foram aprovadas este ano as seguintes Propostas de Emenda Constitucional (PECs):

    115 – coloca a proteção de dados pessoais entre as garantias e direitos fundamentais.

    116 – Isenta de IPTU os prédios ocupados por templos religiosos de qualquer culto.

    117 – Determina recursos do Fundo Partidário para ampliar a participação das mulheres na política.

    118 – Auoriza a utilização de radioisótopos em pesquisa e uso médico.

    119 – Libera Estados, Distrito Federal e municípios da exigência mínima de recursos para a Educação nos anos de 2021 e 2022, por conta da pandamia.

    120 – Estabelece piso de dois salários mínimos para agentes comunitários da saúde.

    121 – Reestabelece benefícios tributários a empresas de alta tecnologia.

    122 – Eleva para 70 anos a idade mínima para nomeação de ministros ao STF e tribunais superiores.

    123 – Cria o Estado de Emergência até dezembro de 2022, liberando R$ 41 bilhões em benefícios, como ampliação do Auxilio Brasil  para 600 reais e subsídios a combustíveis e transporte.

    124 – Cria piso salarial para enfermeiras, técnicos de enfermagem e parteiras.

    125 – Estabelece regras para que o STJ aceite recursos de instancias inferiores.

    (Com informações do Poder 360)