Autor: da Redação

  • Congresso captura mais de R$ 70 bilhões no orçamento para campanha de 2026

    Congresso captura mais de R$ 70 bilhões no orçamento para campanha de 2026

    Ano de eleições gerais -presidente, governadores, deputados estaduais/federais e senadores – 2026 terá os negócios turbinados pelas campanhas eleitorais.

    No orçamento, aprovado na última sessão conjunta de Câmara e Senado em 19 de dezembro de 2025, os arranjos parlamentares  destinaram mais de 70 bilhões para financiar o jogo político ao longo do ano.

    A maior parte desse dinheiro se materializa através das emendas parlamentares que destinam verbas diretas dos cofres do governo para obras e projetos  em suas bases eleitorais.

    Em 2025, o total empenhado para as emendas parlamentares chegou a R$ 44, 9 bilhões. A intenção do governo era não ultrapassar os R$ 50 bilhões em 2026.  Acordos partidários permitiram amealhar mais R$ 11 bilhões, mesmo à custa de cortes em programas sociais.

    Ficou, portanto, em R$ 61 bilhões o total à disposição de deputados e senadores para destinação via emendas.

    Outra verba pública que alimenta a política é o Fundo Eleitoral, para o financiamento das campanhas. Em sua mensagem ao Congresso, o governo propôs R$ 1 bilhão para o fundo eleitoral em 2026.

    No orçamento aprovado em plenário na última sessão do ano, o Fundo Eleitoral saiu contemplado com R$ 5 bilhões, que serão distribuídos aos partidos na proporção de suas bancadas.

    Tem ainda o Fundo Partidário, que destina um valor mensal a cada partido para manutenção de suas atividades – desde o aluguel das sedes à conta de luz. O PP foi criado há 30 anos quando foram proibidas as doações de empresas para as campanhas eleitorais. É formado por recursos advindos das multas e eleitorais e por repasses do Tesouro. Teve um aumento de R$ 160 ~milhões e vai chegar a R$ 4,9 bilhões este ano.

    (Com informações do Senado Federal)

  • Ano começa com Lula e Dilma na retomada do Polo Naval de Rio Grande

    Ano começa com Lula e Dilma na retomada do Polo Naval de Rio Grande

    Um ano depois da assinatura do primeiro contrato que marca a retomada do Polo Naval, em Rio Grande, o presidente Lula volta à cidade neste 7 de janeiro,  dando partida à construção de quatro navios  encomendados pela Transpetro.

    Da primeira vez, em fevereiro de 2025, ele trouxe o vice-presidente Geraldo  Alkmin em sua comitiva. Agora a convidada especial é a ex-presidente Dilma Roussef, em cujo governo iniciou o projeto do Polo Naval, em 2010.

    Saudado como a redenção da Região Sul gaúcha, o polo em Rio Grande tinha mais de 20 mil trabalhadores diretos e indiretos e sete plataformas em construção, quando foi abalroado pelos processos da Lava Jato e pelo impeachment de Dilma, em 2015.

    As empresas faliram, os empregos sumiram. Estima-se que, dez anos depois, ainda existem  cerca de cinco mil desempregados, remanescentes das obras inacabadas..

    A Ecovix, que montava as plataformas e fundou com a interrupção do projeto, passou por um longo processo de recuperação, até habilitar-se ao novo contrato, assinado em Rio Grande, com a presença de Lula, em fevereiro de 2025.

    O contrato atual no valor de R$ 1,5 bilhão prevê a construção de quatro navios tipo handymax* em quatro anos. Os cascos serão feitos no estaleiro da Ecovix em Rio Grande e terminados pela MacLaren, do Rio de Janeiro, que faz parte do consórcio. O grupo norueguês Kongsberg, especializado em soluções tecnológicas fez os projetos.

    Os quatro navios tipo handymax * somam cerca de 20 mil toneladas de capacidade, metade do que era um único casco na fase anterior. Também os empregos previstos não passam de 1,6 miil.

    O resgate do Polo Naval de Rio Grande, em dimensões mais modestas, se insere num programa maior de retomada de toda a indústria naval brasileira, duramente atingida pelos sucessos da Operação Lava Jato, que levaram a Petrobrás suspender contratos e investimentos.

    O  setor naval chegou a empregar 83 mil trabalhadores em 2010. Atualmente,  em recuperação já  registra cerca de 50 mil empregos e deve ultrapassar 80 mil em 2026, pelas estimativas do governo.

    O programa prevê 25 embarcações e tomou cuidados para garantir a retomada da construção naval de forma  sustentável. Começa por navios pequenos para que os estaleiros voltem a operar, preparem a mão de obra e entrem em regime normal de operação. A expectativa é de que no próximo ano venham encomendas maiores.

    Navios Handymax são graneleiros versáteis de médio porte (geralmente 35.000 a 50.000 TPM), com tamanho ideal (150-200m) para acessar portos menores, pois são equipados com guindastes próprios, permitindo carregar e descarregar cargas a granel (como cimento, madeira, grãos) mesmo sem infraestrutura portuária robusta.

    Características Principais:

    • Capacidade: Cerca de 35.000 a 50.000 TPM (Toneladas de Porte Bruto).
    • Dimensões: Comprimento entre 150 e 200 metros; largura em torno de 30-32 metros.
    • Equipamento: Possuem guindastes (gruas) próprios, facilitando a operação em portos com pouca infraestrutura.
    • Flexibilidade: Podem atracar em diversos portos ao redor do mundo, sendo ideais para cargas secas a granel.

     

  • Com 7.500 lojas, McDonald’s está presente em todas as provincias da China; o governo comunista comemora

    Com 7.500 lojas, McDonald’s está presente em todas as provincias da China; o governo comunista comemora

    Da  Agência Estatal da China (Xinhua)

    O gigante do fast-food McDonald’s abriu seus primeiros restaurantes na Região Autônoma da Etnia Hui de Ningxia e na Província de Qinghai, no noroeste da China, no último fim de semana, estendendo a presença da marca para todas as províncias na parte continental da China.

    No sábado, o McDonald’s anunciou sua entrada em Yinchuan, capital de Ningxia, com a abertura de três restaurantes nos principais distritos comerciais da cidade.

    A primeira loja do McDonald’s em Qinghai foi inaugurada no domingo no Novo Distrito de Haihu, em Xining, capital provincial.

    O restaurante drive-through ocupa uma área total de mais de 700 metros quadrados e conta com mais de 200 assentos.

    O McDonald’s entrou oficialmente no mercado continental chinês em outubro de 1990, abrindo seu primeiro restaurante em Shenzhen, na Província de Guangdong, no sul.

    Em 2017, a empresa firmou uma parceria estratégica com CITIC Limited, CITIC Capital e Carlyle Group.

    Dados do McDonald’s China mostram que, até novembro de 2025, o McDonald’s já havia aberto mais de 7.500 restaurantes em mais de 280 cidades de nível sub-regional no continente chinês, empregando mais de 200 mil pessoas.

    O McDonald’s possui mais de 44  mil lojas, em mais de 100 países, sendo  cerca de 15 mil nos Estados Unidos e aproximadamente mil no Brasil . Os planos de expansão da empresa prevêem mais de 50.000 locais até 2028.

  • Fraudes no INSS: União pede bloqueio de R$ 6,6 bilhões, Justiça encontrou menos de 10% até agora

    Fraudes no INSS: União pede bloqueio de R$ 6,6 bilhões, Justiça encontrou menos de 10% até agora

    A Advocacia-Geral da União (AGU) ajuizou, antes do início do recesso, o último lote de ações regressivas para recuperar os valores descontados por meios fraudulentos de aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social, o INSS..

    Foram R$ 135 milhões neste último lote de um total de 37 ações cautelares  que pedem bloqueio de R$ 6,6 bilhões (R$ 300 milhões acima do que se estimou no início das investigações) em bens de pessoas físicas e jurídicas.

    Desse total, a Justiça já concordou com o bloqueio de R$ 4,4 bilhões, porém somente R$ 514 milhões foram encontrados até o momento, somando saldos em contas, 17 imóveis e 76 veículos.

    O INSS, por sua vez, precisou desembolsar até o momento R$ 2,74 bilhões para ressarcir mais de 4 milhões ( 3 milhões na estimativa inicial) de beneficiários que acusaram os descontos em suas aposentadorias ou pensões, feitos sem autorização ou com autorização fraudada.

    Confira abaixo as entidades processadas pela AGU para que devolvam o dinheiro desviado de benefícios previdenciários

    Associações e entidades acionadas no quarto lote:

    -Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais e Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag)
    -Sindicato Nacional dos Aposentados do Brasil (Sinab)
    -Federação Interestadual dos Trabalhadores Ferroviários (FITF/CNTT/CUT)
    -Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Contraf)
    -Associação dos Servidores do Tráfego da Viação Férrea Centro Oeste (ASTRE)
    -Sindicato dos Aposentados e Pensionistas do Brasil (SindaPB)
    -Instituto de Longevidade Mongeral Aegon (Unidos)
    -Sindicato Nacional dos Trabalhadores Aposentados e Pensionistas e Idosos (Sintapi-CUT)

    Associações e entidades do terceiro lote:
    -Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da UGT (Sindiapi-UGT)
    =Associação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas da Nação (Abapen)
    -Associação de Amparo aos Aposentados e Pensionistas do Brasil (Ambapen/Abenprev)
    -Associação Brasileira dos Contribuintes do RGPS (Abrasprev)
    -Sindicato Nacional dos Trabalhadores Aposentados e Pensionistas (Sintraap)
    -Rede Ibero-Americana de Associações de Idosos do Brasil (Riamm)
    -Associação dos Aposentados do Brasil – (AAB)
    -União Brasileira de Aposentados da Previdência – (UniBrasil)

    (Com informações da Agência Brasil)

  • Plano Diretor de Porto Alegre: MPC pede suspensão da votação do projeto

    Plano Diretor de Porto Alegre: MPC pede suspensão da votação do projeto

    O Ministério Público de Contas (MPC) pediu a suspensão do projeto de lei que revisa o Plano Diretor de Porto Alegre, em tramitação na Câmara de Vereadores..

    Indícios de irregularidades na eleição do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano e Ambiental (CMDUA) justificam o pedido.

    Na representação, protocolada na sexta, 12/12, o procurador Geraldo Da Camino aponta um inquérito que apura “irregularidades e ilegalidades” na eleição para CMDUA  no início de 2024, e adverte que “o encaminhamento da proposta de revisão do Plano Diretor ao Poder Legislativo, precedido de deliberações e manifestações do CMDUA constituído de forma irregular, compromete a validade de todo o processo”.

    O pedido do procurador será submetido ao conselho do TCE, após análise do conselheiro-relator Estilac Xavier,

    Não há prazo para decisão.  A prefeitura ainda não se manifestou.

    O projeto do Plano Diretor foi encaminhado pelo prefeito Sebastião Melo no dia 12 de setembro. Passou por uma comissão especial e entrou em discussão nesta segunda-feira, 15/12.  A expectativa é de que seja votado em fevereiro.

    O prefeito tem maioria para aprová-lo com folga. Mas o projeto é polêmico e mobiliza forte oposição de entidades de defesa do meio ambiente e dos interesses comunitários, algumas delas com assento no CMDUA.

    O estímulo ao adensamento, via verticalização e aumento da ocupação do solo, é o principal foco das críticas.

     

  • PT e PP terão maioria na CPI dos Pedágios; Leite diz que governo “não se acovardará”

    PT e PP terão maioria na CPI dos Pedágios; Leite diz que governo “não se acovardará”

    Será instalada nesta terça-feira,  CPI dos Pedágios, para investigar os contratos de concessão de rodovias pelo governo do Estado do Rio Grande do Sul.

    O início efetivo das atividades será na sexta-feira (19), quando os titulares se reúnem pela primeira vez para definir o relator, o vice-presidente e o plano inicial de diligências, oitivas e análises técnicas.

    A distribuição das vagas obedece à proporcionalidade das bancadas. As maiores — PT e PP — terão três e duas indicações, respectivamente. MDB, Republicanos, PL, União Brasil, PSDB e PDT participam com um representante cada.

    A presidência da comissão será do deputado Paparico Bacchi (PL), autor do requerimento que deu origem à CPI.

    O escopo da CPI abrange os Blocos 1 e 2, ainda em fase preliminar de licitação, e o Bloco 3, denominado Caminhos da Serra Gaúcha, já em execução.

    Entre os temas que serão examinados estão possíveis inconsistências na modelagem econômico-financeira, falhas nos estudos de demanda, uso de dados desatualizados e ausência de validação cruzada.

    A comissão também avaliará a transparência das audiências públicas, os impactos das tarifas, a implementação do sistema de pedágio eletrônico (free flow), os reequilíbrios financeiros realizados e o emprego de recursos públicos, incluindo aportes do FUNRIGS.

    O governador Eduardo Leite questionou a necessidade de uma CPI e disse que as concessões rodoviárias representam uma solução para os Estados, como o Rio Grande do Sul, que não tem capacidade de investir.
    “Eu lamento que aqui se formou uma associação entre a esquerda e a direita para contestar e atacar a partir dessa CPI, mas vamos enfrentar como sempre enfrentamos […] Este governo não se acovardará, não deixará de fazer o que tem sido feito, e a nossa responsabilidade como governo vai até o último dia”.
    Segundo o governador, em 40 anos o Rio Grande do Sul fez 50 quilômetros de duplicação de estradas com recursos próprios, enquanto os dois blocos de concessão que o atual governo está propondo pretendem duplicar 600 quilômetros em 10 anos.

    O leilão do bloco 2, por exemplo, está marcado para março, no primeiro trimestre de 2026. Para o governador, a CPI não atende ao interesse do Estado, que é criar um ambiente propício para atrair mais concorrentes.
    “Não acho que a CPI seja um instrumento legislativo mais adequado”, disse o governador.

    Composição da CPI dos Pedágios:

    Titulares

    Paparico Bacchi (presidente) – PL
    Miguel Rossetto – Federação PT/PCdoB
    Sofia Cavedon – Federação PT/PCdoB
    Haley Lino – Federação PT/PCdoB
    Frederico Antunes – PP
    Guilherme Pasin – PP
    Rafael Braga – MDB
    Capitão Martim – REPUBLICANOS
    Professor Bonatto – PSDB
    Tiago Cadó – PDT
    Aloisio Classmann – UNIÃO
    Felipe Camozzato – NOVO

    Suplentes

    Stela farias – Federação PT/PCdoB
    Laura Sito – Federação PT/PCdoB
    Adão Pretto Filho – Federação PT/PCdoB
    Joel Wilhelm – PP
    Rodrigo Lornzoni – PP
    Não informado – MDB
    Sergio Peres – REPUBLICANOS
    Pedro Pereira – PSDB
    Kelly Moraes – PL
    Airton Artus – PDT
    Dr. Thiago Duarte – UNIÃO

     

  • Manifestações contra a Dosimetria: jornalões brigam com os fatos e levam uma surra

    Manifestações contra a Dosimetria: jornalões brigam com os fatos e levam uma surra

    O principais jornais brasileiros tradicionais ignoraram a convocação por entidades sindicais,  partidos de oposição e organizações sociais que chamaram a população às ruas em protesto contra a redução das penas dos condenados pela tentativa de golpe de Estado, em 8 de janeiro de 2023.

    Na noite de sábado, véspera dos eventos não havia  uma notícia sobre os protestos no site da Folha de São Paulo, O Globo, Estado de São Paulo, Zero Hora etc. Na manhã de domingo, a Folha postou uma matéria depreciativa, dizendo que a “esquerda tenta repetir mobilizações”.

    Uma pesquisa no Google, apresentava o seguinte:

    “Há diversos atos organizados em várias cidades do país neste domingo. Relatos de redes sociais e convocações indicam protestos programados em muitas capitais e grandes cidades, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Recife, Fortaleza, Campinas, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba e Joinville (SC) — com horários e pontos de concentração diversos ao longo do dia”.

    Fontes locais reportam grandes mobilizações em diversas cidades, com convocações populares e estimativas de presença de grupos organizados ao longo do dia.

    Existem relatos informais de dezenas de cidades confirmando manifestações, sugerindo um alcance amplo nacionalmente.

     Ainda assim, não há números oficiais de participantes antecipados (as projeções variam conforme cada grupo convocante).

    As manifestações foram convocadas por movimentos sociais, partidos e frentes como Brasil Popular e Povo Sem Medo sob o lema “Sem Anistia para Golpistas”.

    As listas das mobilizações incluem — entre muitas outras

    Capitais e grandes cidades

    • Brasília (DF)

    • São Paulo (SP)

    • Rio de Janeiro (RJ)

    • Belo Horizonte (MG)

    • Fortaleza (CE)

    • Recife (PE)

    • Goiânia (GO)

    • Campo Grande (MS)

    • Porto Alegre (RS)

    • Curitiba (PR)

    Outras cidades confirmadas em atualizações populares e levantamentos

    • Campinas (SP)

    • Florianópolis (SC)

    • Joinville (SC) (citada em algumas programações comunitárias)

    • Santos (SP)

    • Juiz de Fora (MG)

    • Uberlândia (MG)

    • Aracaju (SE)

    • João Pessoa (PB)

    • Natal (RN)

    Veja a relação de cidades e locais onde haverá atos

    CENTRO-OESTE
    DF
    • Brasília – 09h – Museu da República com Marcha até o Congresso

    GO
    • Goiânia – 15h – Praça Universitária

    MS
    • Campo Grande – 08h – Afonso Pena com a 14 de Julho

    MT
    • Cuiabá – 08h – Praça Ulysses Guimarães, Av. do CPA

    NORDESTE
    AL
    • Maceió – 09h – Praça 7 Coqueiros

    BA
    • Salvador – 09h – Morro do Cristo

    CE
    • Fortaleza – 15h – Praia de Iracema, 1750 (Espigão da Rui Barbosa)
    • Sobral – 18h – Boulevard do Arco

    MA
    • São Luís – 09h – Largo do Carmo

    PB
    • João Pessoa – 09h – Busto do Tamandaré

    PE
    • Recife – 14h – Rua da Aurora

    PI
    • Teresina – 09h – Praça Pedro II

    RN
    • Mossoró – 17h – Teatro Municipal
    • Natal – 08h – Av. Roberto Freire (Calçada do Ferreira Costa)

    SE
    • Aracaju – 16h – Praia da Cinelândia

    NORTE
    AC
    • Rio Branco – 17h – Lago do Amor

    AM
    • Manaus – 09h – Faixa liberada da avenida Getúlio Vargas

    AP
    • Macapá – 16h – Praça Veiga Cabral (ao lado do Teatro das Bacabeiras)

    PA
    • Belém – 09h – Escadinha das Docas

    RO
    • Porto Velho – 15h – Praça da Estrada de Ferro

    RR
    • Boa Vista – 17h – Praça das Águas

    TO
    • Palmas – 17h – Feira do Bosque

    SUDESTE
    ES
    • Vitória – 16h – UFES

    MG
    • Belo Horizonte – 09h – Praça Raul Soares
    • Diamantina – 09h – Praça do Largo do Dom João (Em frente ao Mercado Novo)
    • Divinópolis – 08h30 – Feira do Niterói
    • Ipatinga – 09h30 – Feira do Canaã
    • Juiz de Fora – 10h – Praça da Estação
    • Montes Claros – 08h – Praça da Matriz
    • Passos – 09h – Feira Livre da JK
    • Poços de Caldas – 10h – Praça Pedro Sanches
    • Serra do Cipó – 10h – Praça Central
    • São João Del Rei – 09h30 – Leite de Castro com Frei Cândido
    • Teófilo Otoni – 08h30 – Praça dos Imigrantes
    • Uberaba – 10h30 – Feira da Abadia
    • Uberlândia – 09h30 – Praça Clarimundo Carneiro

    RJ
    • Rio de Janeiro – 13h – Posto 5 Copacabana

    SP
    • Araçatuba – 09h – Câmara Municipal
    • Araraquara – 10h – Parque Infantil (Centro)
    • Bauru – 14h – Parque Vitória Régia
    • Botucatu – 10h – Em frente à EECA
    • Campinas – 09h – Largo do Pará
    • Ribeirão Preto – 15h30 – Esplanada Pedro II
    • Santos – 14h – Estação da Cidadania
    • São José do Rio Preto – 09h – Câmara Municipal de Rio Preto
    • São Paulo – 13h13 – PedaLula na Praça do Ciclista (Av. Paulista, 2440)
    • São Paulo – 14h – Em frente ao MASP (Avenida Paulista)
    • Sorocaba – 10h – Praça da Bandeira, ao lado do Shopping Cianê

    SUL
    PR
    • Curitiba – 14h – Boca Maldita
    • Maringá – 14h – Av. Brasil com Av. Getúlio Vargas (Centro)

    RS
    • Porto Alegre – 14h – Arcos da Redenção

    SC
    • Florianópolis – 09h30 – Ponte Hercílio Luz (Lado Ilha)
    • Itajaí – 09h – Praça Beira Rio (Fazenda)
    • Joinville – 17h – Praça Nereu Ramos

    Como os fatos contrariaram suas previsões, os jornalões trataram de minimizá-los, dizendo que “as manifestações foram menores do que as ocorreram contra a PEC da Bandidagem.”

  • Senhora das Emendas: ex-assessora de Lira que distribuía verbas do orçamento secreto é alvo da PF

    Senhora das Emendas: ex-assessora de Lira que distribuía verbas do orçamento secreto é alvo da PF

    Mariângela Fialek, a Tuca, ex-assessora do ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL) foi alvo de uma operação da Polícia Federal nesta sexta-feira.

    Segundo as investigações, ela está no centro de um esquema que opera o orçamento secreto e organiza a indicação das emendas parlamentares.

    Tuca, atualmente, trabalha na liderança do PP na Câmara.

    Policiais fizeram buscas em salas utilizadas pela funcionária na Câmara e também na casa dela, onde apreenderam um celular e outros pertences.

    O ministro Flávio Dino determinou a operação no âmbito do inquérito que apura irregularidades na destinação de verbas públicas através de emendas parlamentares.

    “Mariângela Fialek, que desponta exercer o controle de indicações desviadas de emendas decorrentes do orçamento secreto em benefício de uma provável organização criminosa voltada à prática de desvios funcionais e crimes contra a administração pública e o sistema financeiro nacional”, diz trecho de manifestação da Procuradoria Geral da República destacado por Dino.

    Depoimentos
    No curso das investigações, foram colhidos os depoimentos dos deputados Glauber Braga (PSOL-RJ), José Rocha (União Brasil-BA), Adriana Ventura (Novo-SP), Fernando Marangoni (União Brasil-SP) e Dr. Francisco (PT-PI). Também foi ouvido o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) e uma servidora da Câmara.
    “Tais oitivas direcionaram as apurações à Representada, indicada como a principal responsável pela operacionalização do chamado ‘orçamento secreto’ no âmbito daquela Casa Legislativa”, diz a decisão de Dino.

    Os  depoimentos colhidos revelam que Mariângela Fialek atuava “diretamente na operacionalização do encaminhamento de emendas” e que efetuava as indicações em nome de Arthur Lira, ex-presidente da Câmara.
    “Tais circunstâncias evidenciam fortes indícios de que a Representada integra uma estrutura organizada voltada ao indevido direcionamento de emendas parlamentares, supostamente atuando sob ordens diretas da antiga Presidência da Câmara dos Deputados, exercida pelo Deputado Arthur Lira, fato que ainda está em apuração”, disse.
    “Constatou-se, ainda, que, mesmo após a alteração na Presidência da Casa, ela permaneceu no exercício da função”, completa o documento.
    Segundo Dino, a investigação da PF encontrou, na nuvem da servidora, indícios de que a alocação de recursos era feita de maneira totalmente informal, a partir de manuscritos de Tuca, como no caso do envio de recursos previstos para Nova Russas (CE) e realocados para Reriutaba (CE) a pedido do deputado Júnior Mano (PSB-CE) — investigado em outro inquérito sob suspeita de desviar emendas.
    “Destaque-se, aliás, o incomum desapego à formalidade na formulação orçamentária; uma anotação à mão, realizada de maneira rudimentar, foi responsável pela realocação de recursos de um Município para outro”, diz o despacho.
    “Lamentavelmente, não há como não comparar a maneira de controlar e organizar o orçamento secreto coordenado por Tuca a uma ‘conta de padaria’. A anotação transparece que milhões em recursos públicos eram direcionados a partir de comandos verbais, sem qualquer preocupação com projetos ou interesses republicanos de fato”, completou Dino, citando a PF.
    “Mais uma vez, portanto, o indício é claro de que TUCA era a responsável por organizar o orçamento secreto. E, mais uma vez, com recursos vinculados à CODEVASF, onde Tuca mantinha assento no conselho fiscal.”
    Mariângela não falou à imprensa ate agora. A assessoria de Lira afirmou ao G1 que Mariângela “não é assessora do deputado e que ele não tem o que comentar porque não é investigado”.

  • Zé Dirceu deu a palavra de ordem: “Todos às ruas contra o golpe”

    Zé Dirceu deu a palavra de ordem: “Todos às ruas contra o golpe”

    “No Dia Internacional dos Direitos Humanos, o Brasil acorda com a notícia de um golpe. Pode dizer que é legal, que é constitucional, mas é golpe…a democracia está ameaçada”.

    Essa  a mensagem postada nas redes sociais logo cedo nesta quinta-feira pelo ex-ministro José Dirceu, hoje um dos mais influentes líderes da  frente de esquerda que apoia o governo Lula.

    Segundo Dirceu, o golpe que os militares tentaram e fracassaram, está sendo retomado pela maioria de direita no parlamento.  E só há uma força capaz de deter o processo: o povo nas ruas.

    “Todos aqueles que se opuseram à tentativa de 8 de janeiro tem que ir às ruas protestar contra essa decisão da Câmara que abriu caminho para a anistia aos golpistas.”

     

     

  • Pacto pela Democracia: 200 entidades pedem ao Senado que rejeite projeto que reduz pena de golpistas

    Pacto pela Democracia: 200 entidades pedem ao Senado que rejeite projeto que reduz pena de golpistas

    O Pacto pela Democracia, coalizão que reúne mais de 200 organizações da sociedade civil, encaminhou nesta quinta-feira (11) uma carta ao Senado Federal criticando a tramitação do chamado Projeto da Dosimetria (PL 2.162/2023).

    O documento alerta para os riscos políticos e institucionais que a proposta representa para a democracia brasileira e solicita que o Senado exerça sua função de proteção à Constituição.

    No texto dirigido ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e às senadoras e senadores, o Pacto pela Democracia afirma que a aprovação do projeto na Câmara dos Deputados ocorreu em um cenário de “grave restrição ao debate público”, com tramitação acelerada e falta de transparência no processo legislativo.

    Segundo o grupo, a votação realizada na madrugada do dia 10 de dezembro dificultou o controle democrático e o acompanhamento pelas instituições e pela sociedade.

    “Parlamentares e sociedade civil foram submetidos a uma votação às cegas, sem acesso adequado aos detalhes técnicos e jurídicos de alterações significativas em legislações estruturantes, como o Código Penal Brasileiro e a Lei de Execução Penal”, afirma a coalizão.
    A carta ressalta que, ao contrário do que defendem os proponentes da proposta, o PL não promove pacificação nacional, mas representa uma “capitulação do Parlamento” diante de indivíduos envolvidos em atentados contra a ordem constitucional, como os registrados em 8 de janeiro de 2023.

    O Pacto argumenta que a verdadeira pacificação deve ser construída por meio da responsabilização, e não pela concessão de “anistia improvisada”

    “O Brasil vive hoje, pela primeira vez, um processo robusto de responsabilização das tentativas de desestabilização democrática, incluindo os seus mentores intelectuais. Esse esforço tem sido reconhecido internacionalmente como referência de resistência ao avanço autocrático”, afirmam as organizações, na carta.

    “Interromper esse caminho significa abrir mão de romper com décadas de impunidade, enfraquecer políticas de memória e verdade e comprometer a construção de uma democracia mais forte. Todos perderemos”, completam.

    O documento também destaca que o Senado tem a oportunidade de restabelecer padrões de transparência, permitir debate qualificado, ouvir especialistas e movimentos sociais e proteger o Estado Democrático de Direito ao analisar com rigor a proposta. Para os signatários, a anistia pode comprometer a construção histórica de responsabilização de ataques autoritários e fragilizar instituições democráticas brasileiras.

    “Diante da chegada do projeto ao Senado Federal, confiamos na responsabilidade histórica desta Casa. É no Senado que o Parlamento pode rejeitar a capitulação, proteger a Constituição e reafirmar que o Estado Democrático de Direito não se curva à conveniência”, diz a carta.
    Entre as organizações que subscrevem a carta estão entidades de direitos humanos, grupos de advocacia, coletivos civis e redes de justiça social.

    Ontem (10), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), enviou o PL da Dosimetria à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa para apreciação na próxima semana. O relator será o senador Esperidião Amim (PP-SC), apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro.

    (Com Agência Brasil)