Categoria: Geral-NOTAS

  • Mulher de Queiroz recebe auxílio emergencial

    Mulher de Queiroz recebe auxílio emergencial

    A mulher do ex-policial e ex-assessor de Bolsonaro, está inscrita e já recebeu a primeira parcela de 600 reais do auxílio emergencial que o governo está pagando a trabalhadores informais e desempregados.

    A confirmação do pagamento foi feita pelo Congresso em Foco por meio do telefone 111, canal da Caixa que informa o status das solicitações do benefício. A busca foi feita pelo CPF de Marcia, que está publicado nos documentos das investigações judiciais de que é alvo.

    Leia mais|: http://congressoemfoco.uol.com.br/justica/mulher-de-queiroz-esta-recebendo-auxilio-emergencial/

  • Empresa britânica ganha concessão para explorar dez campos da Petrobras

     Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou dez contratos de concessão da Petrobras para a Trident Energy do Brasil, empresa britânica especializada em recuperar campos antigos de petróleo.

    A cessão foi aprovada pela diretoria da ANP nesta quinta-feira (18) e envolve os polos Pampo e Enchova, abrangendo os campos de Badejo, Bicudo, Bonito, Enchova Oeste, Enchova, Linguado, Marimbá, Pampo, Piraúna e Trilha.

    As dez áreas estão na Bacia de Campos, em águas rasas, onde houve uma redução de cerca de 50% na produção, nos últimos 10 anos, segundo a ANP. Em abril, esses campos produziram, juntos, em torno de 22 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/d), segundo dados do Painel Dinâmico da Produção da ANP.

    “Espera-se que sejam realizados investimentos firmes da ordem de US$ 1 bilhão (previstos nos Planos de Desenvolvimento desses campos) com potencial de adição de 203,5 milhões de barris de óleo em reservas. Adicionalmente, há a previsão de investimentos contingentes da ordem de US$ 1,3 bilhão”, informou a agência em nota.

    Após a assinatura dos termos aditivos aos contratos de concessão, a Trident Energy do Brasil, nova entrante nas atividades de exploração e produção de petróleo no Brasil, será a operadora e única concessionária nesses campos.

  • Volta às aulas pode agravar a situação nos Estados Unidos

    A situação dos Estados Unidos com a pandemia tende a se agravar à medida que os estados começaram a reabrir e as escolas retomarão as aulas presenciais em breve, segundo epidemiologistas.

    “Temo que não veremos um ponto de virada por um ano”, disse Stanley Perlman, professor de microbiologia e imunologia da Universidade de Iowa, em uma entrevista à Agência Nova China.

    Os casos confirmados no país ultrapassaram os 2,1 milhões, com mais de 115 mil mortes, nesta terça 16 de junho, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins.

    Estados como Texas, Flórida e Califórnia atingiram novos recordes para casos de Covid-19 confirmados diariamente nas últimas duas semanas.

    Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) projetaram na sexta-feira passada que no ritmo atual vai atingir 124 mil a 140 mil mortes pela Covid-19 até 4 de julho, e que mais óbitos poderiam ser esperados no Arizona, Arkansas, Havaí, Carolina do Norte, Utah e Vermont no próximo mês em comparação com o mês passado.

    Os pesquisadores do Instituto de Métricas e Avaliação em Saúde (IHME) da Universidade de Washington também revisaram suas projeções, prevendo cerca de 170 mil mortes por Covid-19 nos Estados Unidos até 1º de outubro.

    “Com base na projeção do IHME e na atual taxa de letalidade da Covid-19 de 5,55%, veremos mais 1 milhão de casos confirmados nos Estados Unidos nos próximos três meses e meio”, disse  Zhang Zuofeng, professor de epidemiologia e reitor associado de pesquisa na Escola de Saúde Pública da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.

    Zhang atribuiu o aumento das novas infecções de Covid-19 a três fatores principais:

    – as reuniões em massa em todo o país para protestar contra a morte de George Floyd, o que resultou em contatos próximos e uma rápida disseminação do vírus;

    -a reabertura de empresas em todos os estados, o que aumentaria as reuniões e possibilidades de infecção;

    -e a retomada das escolas, podendo ser um foco para uma nova onda de infecções.

    À medida que todos os 50 estados começaram a relaxar as restrições  surgiram pontos críticos em estados como Carolina do Sul e Missouri e cidades como Houston e Phoenix, de acordo com uma reportagem do The Hill.

    As contagens de casos semanais estão aumentando em metade de todos os estados, e em apenas 16 estados e o Distrito de Columbia a contagem total de casos diminuiu por duas semanas consecutivas.

    Os estados podem precisar implementar novamente as rigorosas medidas de distanciamento social que foram adotadas no início deste ano se os casos de contágio subirem “dramaticamente”, disse o vice-diretor de doenças infecciosas dos CDC, Jay Butler, na sexta-feira.

     

  • Trump diz que novos surtos nos Estados Unidos se devem ao aumento de testes

    Trump diz que novos surtos nos Estados Unidos se devem ao aumento de testes

    Espelho em que se mira Jair Bolsonaro, Donald Trump e seu vice Mike Pence estão empenhados em convencer os americanos que o aumento dos testes é a causa real dos novos surtos de coronavírus no país.

    O New York Times, o mais influente jornal do país, classificou como “alegação é enganosa”.

    Os Estados Unidos lideram o ranking mundial, com 2 milhões de infectados e mais de 115 mil mortes.

    Embora o número de novos casos e de mortes tenha diminuido no total nacional, nos ultimos 15 dias, segundo o jornal, houve novos surtos em “pelo menos 14 estados”.

    “Gostaria apenas de encorajar todos vocês (…) a garantir e continuar explicando a magnitude do aumento nos testes”, disse Pence em uma das ligações que “vazaram”.

    Segundo ele “as taxas de hospitalização podem estar subindo”, pois as pessoas com doenças comuns e cirurgias eletivas estão voltando a buscar atendimento… mas, de acordo com as informações mais recentes, as hospitalizações por coronavírus estão diminuindo em todo o país”.

    “Foi uma mensagem enganosa enfatizada publicamente pelo presidente Trump em uma reunião no início do dia”, registrou o jornal.

    “Se pararmos de testar agora”, disse Trump, “teríamos muito poucos casos, se houver.”

    Lá, como aqui, o presidente e seu vice (que é o chefe da força tarefa de combate ao coronavirus) têm se empenhado em “minimizar a gravidade da pandemia”.

    Trump e seu vice também são criticados por aparecerem em atos de campanha sem usar máscara.

     

  • Senado congela planos de saúde por 120 dias

    O  Senado aprovou, nesta terça-feira, o projeto que suspende por até 120 dias o reajuste de preços de planos de saúde e por 60 dias os de remédios.

    Como tem uma medida provisória congelando os preços dos remédios, o aumento no preço dos medicamentos fica suspenso também por 120.  A matéria será analisada agora pela Câmara dos Deputados.

  • Auxilio emergencial: Câmara aprova projeto que dá prioridade a mulheres

    O plenário da Câmara foi aprovou nesta terça-feira, 2, o projeto que dá prioridade à mulher chefe de família no recebimento do auxílio emergencial.

    A proposta pretende evitar fraudes por ex-companheiros que pediram o auxílio como se tivessem a guarda dos filhos.

    De acordo com a deputada  Dorinha Seabra Rezende, do Democratas de Tocantins, relatora do projeto, o governo terá que dar preferência à mãe das crianças na hora de pagar as duas cotas R$600.

     

     

     

  • Senado vota projeto para combater fake news

    Prevista para esta terça-feira, 2, a votação, no Senado, do projeto sobre fake news. O objetivo é combater as noticias falsas espalhadas nas redes sociais, segundo um dos autores da proposta, senador Alessandro Vieira, do Cidadania, de Sergipe.

    Vieira argumenta que o projeto mira nas ferramentas que são utilizadas criminalmente, em especial as contas falsas e as redes ilegais de disparo, e defendeu que a proposta não atinge a liberdade de expressão.

    No entanto, entidades ligadas à sociedade civil, como a Coalizão Direitos na Rede, que reúne organizações de defesa de direitos digitais, pedem cautela e cobram mais tempo de debate sobre o tema, como aponta a jornalista Bia Barbosa.

    Joana Varon, diretora da Coding Rights e Fellow em Tecnologia e Direitos Humanos, na Kennedy School, da Universidade norte-americana de Harvard, diz que a entidade concorda na necessidade de se elaborar um projeto para o combate das fake news e elogia o incentivo à transparência que prevê o texto. No entanto, Joana relata preocupação em se intensificar a remoção de conteúdos arbitrariamente, e na proibição do anonimato nas redes sociais.

    Os deputados Tábata Amaral, do PDT, e Rigoni, do PSB, também são coautores da proposta. A parlamentar diz que ouviu as organizações e retirou da proposta original os itens que não tinham consenso. Segundo a deputada, o projeto não prevê censura, não quebra a privacidade e nem retira conteúdo do ar. O trecho sobre os dispositivos que permitiam intervenção sobre conteúdos considerados falsos também foi retirado.

    O trecho era polêmico porque, na proposta original, as empresas poderiam usar os serviços de verificadores independentes de conteúdo. Na prática, entidades privadas ficariam com a missão de decidir o que é ou não fake news.

    Na Câmara, o projeto também divide opiniões. Parlamentares ligados ao governo são contrários à regulação de redes sociais. Já os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, defendem punição para as plataformas digitais que não adotarem meios para combater robôs que disseminam fake news, por exemplo.

    (Com informações da EBC)

  • Ajuda americana foca no combate a covid-19 na Amazônia

    Os Estados Unidos anunciaram, na sexta-feira 29, o repasse de mais US$ 6 milhões (aproximadamente R$ 32 milhões) para atividades emergenciais em saúde, água, saneamento e higiene e para mitigar os impactos da COVID-19 na saúde no Brasil.

    Os novos recursos do governo dos EUA totalizam, até o momento, mais de US$ 12,5 milhões (aproximadamente R$ 66 milhões).

    Esses recursos priorizarão mas não se limitarão as populações na região amazônica com alto número de casos e as condições são precárias.

    O embaixador Todd Chapman mencionou o “nosso compromisso contínuo com o povo do Brasil para superar os desafios desta pandemia”.

     

  • Mourão: “Fake news é crime, não liberdade de expressão”

    Pela primeira vez desde a posse, o vice-presidente Hamilton Mourão deu declarações que contradizem o presidente Jair Bolsonaro.

    Na quinta de manhã, num discurso irado perante seus apoiadores na frente do Palácio do Planalto, Bolsonaro  fez críticas e ameaças ao Judiciário por causa da operação da Polícia Federal que, no dia anterior, fez buscas e apreensões na casa de diversos aliados seus, acusados de disseminarem notícias falsas pelas redes sociais.

    A operação faz parte de um inquérito em andamento no STF e segundo Bolsonaro foi um “atentado à liberdade de expressão, com a invasão das residências de pessoas honestas”.

    À tarde, repórteres questionaram Mourão sobre o episódio. Sem se referir diretamente às declarações do presidente, ele disse que “fake news é crime, não liberdade de expressão”.

     

     

     

  • STF analisa pedido de habeas para Weintraub

    O ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin encaminhou dois pedidos para o plenário da Corte.

    Um é do procurador-geral da República, Augusto Aras, para que o inquérito que apura a disseminação de fake news e ataques aos ministros do Supremo seja suspenso até que o próprio tribunal defina limites para as investigações.

    Essa manifestação do PGR ocorreu nessa quarta-feira, após uma operação da Polícia Federal quebrar sigilos bancários e cumprir 29 mandados de busca e apreensão contra políticos, empresários e blogueiros. A ação foi autorizada pelo ministro do Supremo Alexandre de Moraes, que é relator do inquérito.

    O outro pedido foi feito pelo ministro da Justiça, André Mendonça. É um habeas corpus para que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, não precise depor sobre uma declaração feita por ele na reunião ministerial no dia 22 de abril.

    Na gravação, divulgada na última sexta-feira, Weintraub avaliou que o governo estava perdendo a luta pela liberdade e disse: “Por mim, botava esses vagabundos todos na cadeia, começando no STF”.