Documentário mostra falhas na investigação sobre a facada em Jair Bolsonaro

“Sei que muitos investigadores gostariam que o caso fosse reaberto para começar uma investigação a partir de uma perícia médica no Jair Bolsonaro”.

A declaração é do repórter Joaquim de Carvalho, que acaba de lançar um documentário sobre a facada que o, então, candidato Jair Bolsonaro sofreu em Juiz de Fora no dia 6 de setembro de 2018, em plena campanha eleitoral.

O atentado, que justificou a ausência de Bolsonaro  dos debates e comoveu o eleitorado,  é considerado decisivo para a eleição do atual presidente.

Segundo Carvalho, até que haja uma investigação independente, não se poderá excluir a hipótese de um auto-atentado. Uma “fackeada” como ele diz.

O documentário  “Bolsonaro e Adélio – uma facada no coração do Brasil”, produzido pelo jornalista, pelo cineasta Max Alvim e pelo cinegrafista Eric Monteiro, tem produção da TV 247 e financiamento coletivo de seus assinantes e apoiadores.
O filme, com uma hora e 44 minutos de duração, revela os furos da versão oficial sobre o episódio.

O documentário foi lançado no Youtube na noite do sábado (11) e ao final da manhã deste domingo já contabilizava mais de 134 mil visualizações.

Comentários

Uma resposta para “Documentário mostra falhas na investigação sobre a facada em Jair Bolsonaro”

  1. Avatar de Mauro
    Mauro

    Eu posso até concordar que Bolsonaro é um indivíduo mal educado, grosseiro, incompetente, inapto para o cargo que ocupa, e alguém que mentiu e fez promessas em campanha que não pretendia realizá-las. Mas, daí a “forjar” uma facada , a estupidez dos esquerdopatas supera tudo, ainda mais vindo de algo chamado “247” que todos os brasileiros conhecem como sendo o símbolo mascarado da foice e martelo. Houve um tempo em que os canhotas tinham gente mais inteligente. Hoje nada mais são que farinha podre do mesmo saco que os extremistas de direita. Bolsonaristas, petistas, psolistas, etc. nada mais são que porcarias típicas de republiquetas latino americanas. O jornalista canhotinha quer outra “Perícia médica”? Aposto que o prontuário do Bozo continua no Hospital em que ele foi tratado. Por que será que extremistas insistem em pensar que somos todos burros?

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