Desde 2020, quando começaram os subsídios, as empresas concessionárias do transporte coletivo já receberam mais de um bilhão de reais da Prefeitura de Porto Alegre. Os dados constam de relatórios oficiais.
O primeiro repasse, de R$ 39 milhões foi feito de forma emergencial, para cobrir as perdas com a pandemia.
No ano seguinte, os subsídios foram regulamentados pela Câmara de Vereadores e, desde então, o prefeito decide através de decreto.
Em 2026, estão previstos R$ 250 milhões, o mesmo valor do ano passado.
O objetivo do subsídio é manter o preço acessível, preservando o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos, de modo que a qualidade dos serviços também seja mantida.
Na avaliação dos usuários, o subsídio está segurando certa estabilidade do preço (sem ele a tarifa atual, de R$ 5,30, passaria a R$ 7,35, segundo a prefeitura), mas no quesito da qualidade está longe de satisfatório.
Na pesquisa periódica da própria prefeitura, a nota para a qualidade dos serviços nos últimos dois anos, ganhou nota 5,7, numa escala de 0 a 10.
Evolução Anual dos Subsídios
- 2020: R$ 39 milhões.
- 2021: R$ 108 milhões.
- 2022: R$ 115 a R$ 122 milhões.
- 2023: R$ 137 milhões.
- 2024: R$ 180 milhões.
- 2025: R$ 250 milhões.
- 2026: R$ 250 milhões
Total: R$ 1.084 bi
Em 2024, o valor saltou pelas enchentes.
Preço da Passagem (Valor pago pelo usuário)
- 2020: R$ 4,70
- 2021: R$ 4,80
- 2022: R$ 4,80
- 2023: R$ 4,80
- 2024: R$ 4,80
- 2025: R$ 5,00
- 2026: R$ 5,30 (desde fevereiro)

