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  • Cariocas desafiam coronavírus e lotam as praias em domingo de sol

    Cariocas desafiam coronavírus e lotam as praias em domingo de sol

    O estado do Rio de Janeiro registrou 59 mortes e 258 casos de covid-19 em 24 horas e chegou, no sábado, aos 16.526 óbitos e 232.747 casos confirmados, segundo os dados da Secretaria de Saúde (SES).

    Observatório Fluminense Covid-19, diz que o Rio de Janeiro é o estado brasileiro com a maior letalidade da doença em relação ao número total de casos registrados, com 7,1%.

    O painel da Secretaria de Saúde do Rio mostra que, desde meados de maio, quando  atingiu um pico de casos e óbitos confirmados por dia, a média semanal é constante, sem quedas significativas.

    Apesar desse quadro preocupante, das advertências e restrições, cariocas e turistas voltaram a desrespeitar as regras da prefeitura e ocuparam, neste domingo (6) de sol, as areias das praias do Rio.

    As fotos das praias superlotadas ganharam a mídia e as redes no domingo.

    Em nota, a Prefeitura do Rio fez um “apelo à população para que siga as regras do plano de flexibilização” e afirmou que o descumprimento traz “graves consequências”.

    “Quem vai às ruas em condições inadequadas e descumprindo as regras sanitárias, pode não só contrair a doença, mas também contaminar outras pessoas, incluindo seus familiares em casa”, diz o texto, que ninguém levou a sério.

  • Por enquanto, Justiça permite que processo de impeachment de Marchezan prossiga

    Por enquanto, Justiça permite que processo de impeachment de Marchezan prossiga

    A disputa entre Marchezan e os vereadores de Porto Alegre já parou na Justiça e na noite de sexta-feira, 05/09, ganhou mais um round, vencido pela Câmara municipal. Uma liminar da Justiça gaúcha permite que a casa legislativa de continuidade ao processo de impeachment contra o prefeito. Tudo isso em pleno período eleitoral.

    O desembargador Alexandre Mussoi Moreira, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (TJ-RS), decidiu suspender a liminar que tinha interrompido o processo. Agora, a comissão de impeachment na Câmara poderá dar continuidade aos trabalhos, o que deve ocorrer na terça-feira, dia 8.

    Para o desembargador Moreira, a defesa de Marchezan não deixou claro que houve prejuízo à defesa do prefeito e que não houve erro processual da Câmara.

    No dia 01/09, outra liminar tinha suspendido o processo de impeachment contra o prefeito Nelson Marchezan Júnior.

    Vale lembrar que o primeiro turno das eleições vai ocorrer no dia 15 de novembro, e a princípio, o processo de impeachment deveria ser votado dia 9 de novembro, dias antes do primeiro turno. Mas, com a guerra judicial em curso, os prazos do processo são imprevisíveis.

    O uso de recursos do Fundo Municipal de Saúde para pagamento de gastos com publicidade é a base para as denúncias encaminhadas a Câmara Municipal. Dados disponíveis no Portal Transparência do Executivo mostram ter o prefeito autorizado a aplicação de R$ 2.414.465,14 deste fundo em despesas de divulgação publicitária. Mas o montante pode chegar a R$ 3.122.799,40, usados para os pagamentos de material, não apenas com órgãos de imprensa da capital, mas também “além dos limites do Município de Porto Alegre”. Quando, em 5 de agosto, a Câmara aprovou a abertura do processo de impeachment, a votação foi de 31 a favor e quatro contra.

    Marchezan deve novamente recorrer e tentar trancar o processo na justiça.

  • Bolsonaro manda recado a Mourão sobre 5G: “Não vai ter ninguém dando palpite”

    Bolsonaro manda recado a Mourão sobre 5G: “Não vai ter ninguém dando palpite”

    O presidente Jair Bolsonaro disse na sua live das quintas-feiras que a decisão sobre a tecnologia 5G no Brasil é dele: “Não vai ter ninguém dando palpite”, afirmou.

    Bolsonaro não mencionou, nem os principais noticiários fizeram a relação, mas a declaração é uma evidente resposta ao vice presidente, general Hamilton Mourão.

    Na terça-feira em uma entrevista à Xinhua, a agência oficial de notícias da China, Mourão  garantiu que o leilão “seguirá padrões técnicos e que não há qualquer restrição a empresas de quaisquer países”.

    A tecnologia do 5G é o principal campo da disputa político-comercial hoje entre China e Estados Unidos.

    Disse Mourão: “Não distinguimos as empresas pelo país de origem, mas sim pela sua capacidade em oferecer produtos e serviços confiáveis, seguros e, obviamente, a preços competitivos”.

    Mourão lembrou que a empresa chinesa Huawei “é hoje um importante fornecedor de equipamentos com ampla presença no mercado brasileiro”.

    Segundo ele, haveria “um custo exorbitante” para retirar a empresa da rede brasileira, além de que, caso houvesse decisão neste sentido, isso atrasaria a instalação da rede 5G.

    “Nossas decisões nesta matéria, assim como em qualquer outra, serão soberanas e responsáveis, seguindo critérios técnicos, econômicos e de segurança nacional que forem estabelecidos por nossas autoridades competentes”, garantiu o vice-presidente.

    No Brasil, Mourão acredita que possíveis considerações de segurança podem ser mitigadas por um marco regulatório eficiente.

    O leilão das novas frequências de telecomunicações, onde vai “trafegar” o 5G, foi adiado para 2021 em razão da pandemia.

    Até o momento, há apenas um aparelho de celular habilitado para a frequência no Brasil, e as operadoras fazem testes. Mas a discussão é candente.

    Na sua live, desta quinta, 3, Bolsonaro abordou o assunto sem ser provocado:

    “Olha só, temos o negócio do 5G pela frente. Deixar bem claro, quem vai decidir o 5G sou eu. Não é terceiro, ninguém dando palpite por aí, não. Eu vou decidir o 5G”, declarou o presidente.

    A definição dos parâmetros do leilão cabe à Anatel – que, segundo a Lei Geral de Telecomunicações, goza de “independência administrativa, ausência de subordinação hierárquica, mandato fixo e estabilidade de seus dirigentes e autonomia financeira”.

    Há, no entanto, debates sobre a tecnologia 5G em temas como segurança nacional, espionagem e privacidade de dados.

    Apesar de afirmar que não aceitará palpites, Bolsonaro também disse que conversa com autoridades do próprio governo, e com “governos de outros países” sobre os prós e contras dos modelos disponíveis.

    “Não é da minha cabeça, apenas. Eu converso com o general Augusto Heleno, do GSI, converso com Ramagem, que é chefe da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), converso com o Rolando Alexandre que é o diretor-geral da Polícia Federal, com mais inteligência do Brasil, com gente mais experiente”, enumerou Bolsonaro.

    O presidente prosseguiu: “Converso com o governo americano, converso com várias entidades, países, né, o que temos de pró e contra”, afirmou.

    Bolsonaro começou a falar do assunto enquanto defendia a necessidade de o Brasil ter um sistema robusto de inteligência.

    Nesse momento, o presidente comentava a produção de um suposto dossiê contra movimentos antifascistas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública – algo não relacionado ao 5G.

    “Nós somos uma potência. Nós temos que ter um sistema de inteligência robusto para poder trabalhar ali na frente. Olha só, tem o negócio do 5G pela frente”, disse Bolsonaro, ao entrar no tema.

    Além de questões tecnológicas, o debate do 5G envolve disputas ideológicas, econômicas e de segurança nacional e está no centro da guerra comercial entre Estados Unidos e China.

    A nova tecnologia permite conexões cerca de 10 vezes mais rápidas que o 4G e é considerada fundamental para a chamada “internet das coisas”, com a automatização de casas, veículos e objetos de uso diário.

    Uma das principais detentoras de patentes no 5G é a empresa chinesa Huawei, que enfrenta restrições nos Estados Unidos e na Inglaterra e é acusada de ser um braço do Partido Comunista Chinês.

    A empresa nega envolvimento em qualquer tipo de espionagem, governamental ou privada.

    Em workshop com jornalistas brasileiros, em março, a Huawei afirmou que não participará do leilão de frequências – o foco da empresa é na fase posterior, quando as operadoras que vencerem a concorrência precisarão de equipamentos para colocar o 5G em operação.

    Em março, integrantes do conselho diretor da Anatel afirmaram ao que a questão sobre quem poderia, ou não, participar do 5G brasileiro deveria ser discutida pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e pela Presidência da República.

    A afirmação indica que a decisão não será apenas de ordem técnica, ou tecnológica, mas também sofrerá influência de temas econômicos, diplomáticos e de segurança nacional.

    No Brasil, a proposta de edital para o leilão foi aprovada pela Anatel em fevereiro e submetida a consulta pública.

    Serão ofertadas quatro faixas de frequência: 700 MHz, 2,3 GHz, 26 GHz e 3,5 GHz. As faixas de frequências são espectros usados, por exemplo, para a oferta de telefonia celular e de TV por assinatura.

    A quem cabe a decisão?

    Como agência reguladora, a Anatel não tem poder para definir quais empresas poderão, ou não, participar do leilão do 5G no Brasil.

    Deve basear-se teoricamente em critérios técnicos. As discussões sobre segurança nacional e espionagem, no entanto, ultrapassam a atuação da agência reguladora.

    Em evento no Rio, em junho, o ministro-chefe da Casa Civil, Braga Netto, declarou que o tema não seria analisado apenas com base técnica. “Já tenho, inclusive, diretrizes do próprio presidente no tocante a esse assunto. Mas não é exclusivamente técnica. Tá bom?”, afirmou.

    Em novembro passado, por exemplo, Jair Bolsonaro recebeu o CEO da Huawei para a América Latina, Zou Zhilei, e o presidente da Huawei do Brasil, Yao Wei, em reunião no Palácio do Planalto.

    Ao comentar o encontro, disse que apenas ouviu sobre a situação da empresa e o interesse dela em participar do 5G.

    (Com informações da Reuters, G1, Agencia Brasil e Xinhua)

  • Candidatos a prefeito de Porto Alegre podem gastar até R$ 6,6 milhões na campanha

    Candidatos a prefeito de Porto Alegre podem gastar até R$ 6,6 milhões na campanha

    Cada candidato ao cargo de prefeito em Porto Alegre poderá gastar até R$ 6.663.581,68 durante a campanha eleitoral deste ano.

    O orçamento foi estipulado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e correspondente aos limites de gastos que os candidatos deverão respeitar, em suas respectivas campanhas, atendendo ao que determina a Lei das Eleições.

    Já para a eleição de vereadores, em Porto Alegre, o valor unitário é de R$ 489.142,84.

    Segundo o TSE, o limite de gastos das campanhas dos candidatos a prefeito e a vereador deve equivaler ao limite para os respectivos cargos nas Eleições de 2016, atualizado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Para as eleições deste ano, a atualização dos limites máximos de gastos atingiu 13,9%, que corresponde ao IPCA acumulado de junho de 2016 (4.692) a junho de 2020 (5.345).

    Quem desrespeitar os limites de gastos fixados para cada campanha pagará multa no valor equivalente a 100% da quantia que ultrapassar o teto fixado, sem prejuízo da apuração da prática de eventual abuso do poder econômico.

    Nas campanhas para segundo turno das eleições para prefeito, onde houver, o limite de gastos de cada candidato será de 40% do previsto no primeiro turno.

    Além disso, o partido político e os candidatos estão obrigados a abrir conta bancária específica para registrar toda a movimentação financeira de campanha.

    Os limites de todos os municípios brasileiros podem ser consultados neste link.

    Despesas na campanha:
    
    - O limite de gastos abrange a contratação de pessoal de forma direta ou indireta, que deve ser detalhada com a identificação integral dos prestadores de serviço, dos locais de trabalho, das horas trabalhadas, da especificação das atividades executadas e da justificativa do preço contratado.
    
    - Entra também nesse limite a confecção de material impresso de qualquer natureza; aluguel de locais para a promoção de atos de campanha eleitoral; e despesas com transporte ou deslocamento de candidato e de pessoal a serviço das candidaturas.
    
    - A norma abrange, ainda, despesas com correspondências e postais; instalação, organização e funcionamento de comitês de campanha; remuneração ou gratificação paga a quem preste serviço a candidatos e partidos; montagem e operação de carros de som; realização de comícios ou eventos destinados à promoção de candidatura; produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; realização de pesquisas ou testes pré-eleitorais; criação e inclusão de páginas na internet; impulsionamento de conteúdo.
    
    - Ainda de acordo com a Lei das Eleições, serão contabilizadas nos limites de gastos as despesas efetuadas pelos candidatos e pelos partidos que puderem ser individualizadas.
    
    - Já os gastos com advogados e de contabilidade ligados à consultoria, assessoria e honorários, relacionados à prestação de serviços em campanhas eleitorais, bem como de processo judicial relativo à defesa de interesses de candidato ou partido não estão sujeitos a limites de gastos ou a tetos que possam causar dificuldade no exercício da ampla defesa. No entanto, essas despesas devem ser obrigatoriamente declaradas nas prestações de contas.
    
    Fonte TSE

     

  • Ministério Público pede intervenção na Vale por falta de segurança em barragens

    Ministério Público pede intervenção na Vale por falta de segurança em barragens

    O Ministério Público Federal (MPF), pediu a intervenção judicial na mineradora Vale, para que seja garantida a segurança das barragens da empresa.

    Na ação civil pública, protocolada na 14ª Vara Cível da Justiça Federal em Minas Gerais, os procuradores da força tarefa de Brumadinho  pedem 15 dias para que sejam identificados os integrantes da alta administração da Vale, que deverão ser afastados e ter suas funções substituídas por um interventor judicial.

    O pedido de intervenção abrange todas as funções corporativas que sejam responsáveis pela elaboração e implementação de planos e políticas de segurança interna na empresa.

    A ação foi protocolada em 31 de agosto e divulgada pelo MPF nesta quinta-feira (3).

    De acordo com o pedido de liminar (decisão provisória) do MPF, o interventor deve ser incumbido de elaborar um plano de trabalho para a reestruturação da governança da mineradora, incluindo metas de curto, médio e longo prazo. Esse plano deverá ser submetido a juízo e aprovados pelas partes.

    Também é requerido que seja a empresa seja obrigada a contratar uma auditoria externa para revisar a nova governança proposta, de preferência uma das quatro maiores auditoras do mundo, conhecidas como big four.

    Os relatórios elaborados deverão ser submetidos ao MPF, à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e à Agência Nacional de Mineração. Estas duas últimas são indicadas como rés na ação.

    O MPF ainda solicita que seja suspenso o pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio aos acionistas até que a empresa ateste a plena colaboração com as medidas de intervenção.

    “Menosprezo”
    Na ação, os procuradores afirmam que os desastres de Mariana e Brumadinho, em Minas Gerais, em que barragens da Vale se romperam e causaram mortes e destruição, são exemplos do “menosprezo” da mineradora em relação aos riscos ambientais e humanos de sua atividade.

    A atividade estaria sendo exercida tendo como prioridade somente a produção e os lucros, de forma “insustentável e, portanto, abusiva e desrespeitosa aos direitos humanos”, disse o MPF.

    Os procuradores afirmam, ainda, que “vigora na Vale um verdadeiro sistema de irresponsabilidade corporativa: o que, à primeira vista, pode transparecer uma só omissão quanto aos procedimentos e ao trato dos riscos das atividades empresariais, ao olhar mais acurado e investigativo revela um sem número de ilegalidades reiteradamente cometidas no âmbito de uma das maiores mineradoras do mundo”.

    Outro lado
    Em comunicado ao mercado, a Vale disse ter tomado conhecimento do pedido de intervenção por meio de nota de imprensa e que ainda não foi citada na ação. A empresa disse que apresentará manifestação nos autos do processo, dentro do prazo legal.

    “A Vale esclarece que as atuais práticas de gestão de suas estruturas minerárias refletem as melhores referências globais do setor. Em linha com o contínuo aprimoramento dessas práticas, conforme o seu desenvolvimento no mercado, a Vale implementou mudanças ao longo dos últimos 18 meses para fortalecer ainda mais a segurança de seus processos operacionais e de gestão de suas estruturas geotécnicas”, diz o comunicado.

    A empresa cita 18 providências que tomou para garantir a segurança de barragens, entre elas, a construção de novas contenções em barragens mais sensíveis e a realização de nova análise técnica do histórico e das condições atuais de todas as suas barragens.

    Barragens
    Ontem (2), a Vale informou ter acionado, de forma preventiva, o protocolo de emergência em Nível 1 dos diques Paracatu e Patrimônio, ambos em Minas Gerais, “protocolo este que não requer a evacuação da população a jusante das estruturas”.

    (Com Agência Brasil)

     

  • Ação social no Viaduto da Conceição e Vila Funil dá origem a projeto que ajuda famílias carentes

    Ação social no Viaduto da Conceição e Vila Funil dá origem a projeto que ajuda famílias carentes

    O “Projeto Simplesmente” começou em um  sopão para moradores de rua, no Viaduto da Conceição, uma das localidades onde há mais desabrigados em Porto Alegre.

    “Naquele inverno rigoroso, a gente viu que precisava ajudar, ali foi o pontapé”, conta Nathan Barcellos, integrante/fundador do projeto.

    Desde então as ações do grupo já ajudaram famílias vulneráveis em três comunidades – no Viaduto da Conceição (16/05) e (19/07), Vila São Vicente (Funil) no bairro Camaquã (26/07), e Bairro Ipê (23/08).

    Foto via instagram

    O projeto arrecada doações particulares e faz a prestação de contas em suas redes sociais. E também é disponibilizado cortes de cabelo e doação de roupas arrecadadas em brecho beneficente.

    Numa de suas ações, o projeto contemplou mais de 80 famílias com kits completos de produtos de limpeza e de higiene pessoal, uma das principais carências das áreas mais pobres nesses tempos de pandemia.

    Foto via Instagram

    “Com a pandemia teve quem perdeu o emprego. Não recebemos nenhum tipo de ajuda governamental, nem o projeto e nem mesmo os moradores das comunidades. Mas acreditamos na empatia, se existem maneiras, mesmo que escassas, por que não ajudar?”, diz Nathan.

    A causa já conseguiu parcerias, junto ao grupo Move Montanhas, que atua na Vila Funil e Força das Comunidades, do Bom Jesus. “Só posso agradecer minha família e as pessoas que colaboram com nossas ações, doando dinheiro ou produtos, o nosso muito obrigado!”, completa Nathan.

    Para mais informações sobre futuras ações nas comunidades e doações ao projeto, o contato por telefone é (51) 991299940 ou via Instagram https://www.instagram.com/projeto.simplesmente/ 

    Foto via instagram, integrantes do Projeto Simplesmente mais apoiadores
  • Bancários comemoram acordo: garantiram aumento, abono e participação nos lucros

    Bancários comemoram acordo: garantiram aumento, abono e participação nos lucros

    O Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos vão assinar nesta sexta-feira, 4/9, a nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).

    O acordo só alcançado no último 31 de agosto, depois de dez rodadas de negociações, com forte mobilização e ameaça de greve por parte dos bancários, que consideram vitoriosa sua campanha salarial.

    O acordo garante reajuste salarial e abono de R$ 2 mil em 2020, além da manutenção dos direitos da Convenção Coletiva, entre eles a Participação nos Lucros e Resultados, que os bancos queriam reduzir em 48%.

    Para 2021, o acordo garante a reposição das perdas inflacionárias, peIo NPC acumulado no período (1º de setembro de 2020 a 31 de agosto de 2021) e aumento real de 0,5% para salários e demais verbas como vale-alimentação e vale-refeição, assim como para os valores fixos e tetos da PLR.

    O acordo nacional será assinado na sexta-feira para que os bancos possam se organizar para efetuar o pagamento.

    No caso do Banrisul, foi firmado um Acordo Coletivo de Trabalho à parte (ACT Específico) e a assinatura será na terça-feira, 8/9. O banco promete pagar a integralidade da PLR no dia 11/9.

    DETALHES DO ACORDO

    Todos os direitos das Convenções Coletivas de Trabalho foram mantidos.

    Reajuste

    Proposta inicial: Fenaban propôs reajuste ZERO.

    Proposta final para 2020: Reajuste de 1,5% para salários + abono de R$ 2 mil para todos. Garante em 12 meses valores acima do que seria obtido apenas com a aplicação do INPC para salários até R$ 11.202,80, o que representa 79,1% do total de bancários (isso já considerando o pagamento de 13°, férias e FGTS). INPC sobre VR, VA, auxilio creche/babá, valores fixos e tetos da PLR.

    Proposta final para 2021: Reposição da inflação + 0,5% de aumento real para salários e demais verbas, como VA, VR, auxílio-creche, valores fixos e tetos da PLR.

    Participação nos Lucros

    Como começou: Fenaban queria redução da Participaçao nos Lucros e Resultados (PLR) em até 48%.

    Proposta final: Mantida a regra atual da PLR como está e corrigidos os valores fixos pela inflação (INPC 2020).

    Exemplo: na primeira proposta um caixa ganharia, em média, R$ 9.950,62. Após a negociação ganhará, em média, R$ 10.888,19

    Auxílios

    Auxílio-refeição: de R$ 807,40 para R$ 829,52 (INPC). Proposta inicial: zero reajuste.

    Auxílio-alimentação: de R$ 636,17 para R$ 653,52 (INPC). Proposta inicial: zero reajuste.

    Cesta de Natal: de R$ 636,17 para R$ 653,52 (INPC). Proposta inicial: extinção.

    Auxílio creche/babá: de R$ 488,61 para R$ 502,00 (INPC) Proposta inicial: zero reajuste.

    Gratificação de função – A gratificação de função seria rebaixada de 55% para 50%. Conseguimos derrubar e manter a redação de 2018.

    Home office – Todas os direitos previstos na CCT por dois anos também valem para esses trabalhadores que estiverem em teletrabalho.

    Compromisso de que quem está em teletrabalho hoje permanecerá enquanto a pandemia perdurar.

    Fonte: Contraf e Sindbancários RS

     

  • Deputados gaúchos aprovam parcelamento do pagamento do IPVA

    Na tarde desta quarta-feira, 02/09, a Assembleia gaúcha realizou sua 22ª sessão extraordinária virtual e aprovou o parcelamento do pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

    O PL 84/2020, do deputado Tenente-Coronel Zucco (PSL), recebeu 52 votos favoráveis e nenhum contrário. O objetivo é possibilitar que o pagamento do IPVA seja feito de forma parcelada. No texto original, o parcelamento proposto é de até 12 vezes, mas, com a aprovação de emenda do próprio Zucco, por unanimidade (53 votos favoráveis), o pagamento do imposto poderá ser feito em até 10 parcelas, a partir de 2021.

    Agora, o texto vai para sanção, ou veto, do governador Eduardo Leite.

  • Governo vai imprimir R$ 90 bilhões em notas de 200 até o fim do ano: “Brasileiro está preferindo o dinheiro em espécie”, diz o Banco Central

    Governo vai imprimir R$ 90 bilhões em notas de 200 até o fim do ano: “Brasileiro está preferindo o dinheiro em espécie”, diz o Banco Central

    A nota de R$ 200 começou a circular neste 2 de setembro.

    Há explicações técnicas para a necessidade da nova nota, mas o senso popular ainda não entendeu os motivos, como indicam as piadas nas redes sociais.

    Segundo o Banco Central (BC), será a sétima cédula da família de notas do Real e traz a imagem do lobo guará, espécie da fauna brasileira ameaçada de extinção.

    Serão produzidas neste ano 450 milhões de unidades, num total de 90 bilhões de reais.

    Um evento do Banco Central apresentou a nova cédula de R$ 200, em Brasilia.

    Ela passa a valer imediatamente e começa a circular conforme a demanda.

    O presidente do BC, Roberto Campos Neto, explicou que a nova cédula “é fundamental para evitar um eventual desabastecimento do papel-moeda frente ao aumento da demanda por dinheiro em espécie desde o início da pandemia do novo coronavírus”.

    “O aumento foi verificado no Brasil desde o início da pandemia, mas não foi exclusividade do nosso país. Outras nações viveram fenômeno semelhante. Em momentos de incerteza, é natural que as pessoas busquem a garantia de uma reserva em dinheiro”, afirmou Campos Neto durante o discurso de lançamento do novo modelo.

    A nota tem o mesmo formato e dimensões da cédula de R$ 20 (14,2cm x 6,5cm).

    A decisão de manter o formato, segundo o BC, é para melhor adaptação aos caixas eletrônicos e demais equipamentos automáticos que aceitam e fornecem cédulas de dinheiro.

    “Como estamos vivendo um momento sem precedentes na história, não há como prever se essa demanda por dinheiro em espécie continuará aumentando, e por quanto tempo. Esse momento se mostrou oportuno para o lançamento de uma cédula de maior valor, cujo pré-projeto já existia desde o lançamento da segunda família de cédulas, em 2010”, explicou Campos Neto.

    Ao também justificar a necessidade da nova cédula, a diretora de administração do BC, Carolina de Assis Barros, explicou que a estimativa de papel-moeda projetada pelo Banco Central tornaria inviável a reposição com a impressão de novas notas de R$ 100.

    Segundo ela, os cálculos do BC, em análise conservadora, estimavam a necessidade de um adicional de R$ 105,9 bilhões, em valor financeiro, que precisaria ser gerado em um espaço de cinco meses. Isso sem contar as encomendas de novas cédulas e moedas previstas para o ano, da ordem de R$ 64 bilhões, também em valor financeiro.

    “A Casa da Moeda do Brasil possui um parque fabril dimensionado para as necessidades brasileiras conforme o padrão histórico verificado até aqui. No entanto, a fim de gerar maior volume financeiro em menor espaço de tempo, imprimir cédulas de R$ 100 não seria uma alternativa factível, pois a capacidade de produção da referida denominação em 2020 já estava integralmente adquirida”, explicou a diretora.

    Características

    A cédula de R$ 200 é impressa em papel fiduciário, que tem uma textura mais firme e áspera que o papel comum. Pelo tato, é possível sentir um alto-relevo em algumas áreas da nota, como nas legendas “Banco Central do Brasil” e “República Federativa do Brasil”, nos numerais impressos na frente e no verso, na faixa vertical de folhas, nas flores e no fruto, na efígie da República (frente) e no lobo-guará (verso).

    Sob luz ultravioleta, é possível enxergar o número 200 na frente e a numeração vermelha do verso aparece na cor amarela. Além disso, pequenos fios coloridos se tornam visíveis. Ao colocar a nota na altura dos olhos, na posição horizontal, é possível ver o número 200 sob o desenho de um arbusto, no canto direito inferior da cédula, em sua face frontal.

    A marca-d’água da nova cédula permite visualizar, se colocada contra a luz, a figura de um lobo-guará e o número 200, em tons que variam do claro ao escuro. Também ao posicionar a cédula contra a luz, o fio de segurança fica visível, próximo ao meio da nota.

    A partir de hoje e até o final de setembro, o governo federal vai veicular uma campanha publicitária de apresentação da nova cédula de R$ 200 nos meios de comunicação e na internet.

    O lobo-guará foi escolhido em pesquisa realizada pelo BC em 2001 para eleger quais espécies da fauna brasileira deveriam ser estampadas nas cédulas do país.

    De acordo com o Banco Central, o lançamento da nova nota é uma forma de a instituição agir preventivamente para a possibilidade de aumento da demanda da população por papel moeda.

    (Com a Agência Brasil)

    NOTA DO REDATOR: A primeira versão desta matéria continha um cálculo equivocado no título. Os 450 milhões de cédulas de 200 reais que serão impressas até o fim do ano somam R$ 90 bilhões e não 900 bilhões como saiu na primeira versão.

  • Operação do MP contra a milícia do Rio das Pedras

    O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) cumpre hoje (2) três mandados de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão contra acusados de integrar a milícia que controla a região de Rio das Pedras, na zona oeste da cidade do Rio.

    Além dos três alvos com mandado de prisão decretada, outras três pessoas foram denunciadas à Justiça.

    A Operação Intocáveis III é um desdobramento da operação Os Intocáveis, desencadeada em janeiro do ano passado ((https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2019-01/cinco-dos-principais-lideres-de-milicias-sao-presos-no-rio).

    Segundo as investigações, Marcus Vinícius Reis dos Santos é braço direito de Mauricio Silva da Costa, apontado pelo MPRJ como chefe da milícia, e continua dando ordens ao grupo mesmo estando preso.

    O grupo explora diversas atividades criminosas, como extorsões, grilagem e agiotagem. O MPRJ conseguiu rastrear pelo menos R$ 5,79 milhões movimentados pelo grupo.

    O dinheiro obtido pela organização criminosa foi lavado através da compra de imóveis e constituição de empresas com ajuda de laranjas.