Autor: da Redação

  • Encontro debate propostas de Bolsonaro para os portos

    No dia 8 de novembro,  representantes dos setores de infraestrutura e logística, público e privado, participarão do primeiro fórum sobre as propostas do próximo presidente eleito do Brasil, sobre o tema. Realizado pela Associação de Terminais Portuários Privados (ATP), o evento reunirá, durante o 5º Encontro da ATP, gestores públicos e players do segmento para discutir o panorama político-econômico para o transporte de cargas no Brasil, à luz das propostas do novo governo e da visão de especialistas nacionais e internacionais, que apresentarão, além de análises comparativas, dados inéditos sobre o setor.
    Sob o tema “2019: o início de um novo ciclo- Perspectivas econômicas e desafios para a infraestrutura brasileira”, os debatedores, a partir da leitura de um cenário real, traçarão as tendências para os próximos anos e como as instituições públicas e privadas deverão atuar para garantir investimentos no setor e contribuir para o crescimento da competitividade e para o resultado positivo da balança comercial brasileira.
    Na abertura, o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPA), Valter Casimiro, fará a palestra magna, com ênfase nas ações do governo ao longo de 2018 e perspectivas da Pasta, acerca dos investimentos. Para ampliar as discussões, dividirão a mesa com o ministro, além do presidente da ATP, Murillo Barbosa, Paulo Resende, diretor-executivo do Núcleo de Logística e Infraestrutura da Fundação Dom Cabral, a professora Mahrukh Doctor, da Universidade de Hull da Inglaterra, e Gregoire Gauthier, representante do Banco Mundial.
    (Veja a programação no site www.portosprivados.org.br)

  • Segurança cibernética: encontro para mulheres

    Um desafio exclusivo para mulheres, que coloca à prova todos os seus conhecimentos e habilidades no campo da segurança cibernética, ocorre, no dia 29 de novembro, no Campus da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), localizado às margens da Rodovia SC 401, no bairro Saco Grande, em Florianópolis.
    Batizada de OEA Cyberwomen Challenge, a maratona coloca em confronto direto as profissionais que atuem nas áreas de redes, infraestrutura, segurança, resposta à incidentes e telecomunicações e exige conhecimentos prévios de comandos básicos de Windows e Linux, redes e ameaças.
    O encontro terá palestras além das atividades práticas. Na programação, estão previstos desde debates sobre nuvens, códigos maliciosos e blindagem de sistemas até a execução efetiva do planeamento de ataques, exploração de vulnerabilidades e roubo de informações.
    A disputa, que tem vagas limitadas (apenas 45), ocorre entre 8h e 17h30, quando será realizada a premiação das vencedoras.
    A atividade é promovida pela Organização dos Estados Americanos (OEA), TrendMicro, RNP e Univali. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas, até o dia 10 de novembro, clicando aqui: http://resources.trendmicro.com/CyberwomenChallengeFloripa.html.
    Outras informações: (48) 3211-2033, com Anita Maria da Rocha Fernandes, coordenadora do curso de Ciência da Computação da Univali.

  • Onyx Lorenzoni, nomeado ministro extraordinário, vai coordenar a transição

    O Diário Oficial da União desta segunda-feira (5)publica a nomeação do deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS)  como ministro extraordinário do governo de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro. A nomeação foi assinada pelo presidente Michel Temer e o ministro Eliseu Padilha a pedido do presidente eleito.

    Nomeação de Onyx Lorenzoni publicada no Diário Oficial — Foto: Reprodução/Diário Oficial da UniãoNomeação de Onyx Lorenzoni publicada no Diário Oficial — Foto: Reprodução/Diário Oficial da União

    Um dos principais articuladores da candidatura de Bolsonaro e um dos coordenadores da campanha, Onyx Lorenzoni já foi anunciado pelo presidente eleito como futuro chefe da Casa Civil.

    Desde que Bolsonaro venceu a eleição presidencial no último domingo (28), Onyx passou a comandar o processo de transição do novo governo. Na última semana, ele se reuniu quase diariamente com o presidente eleito no Rio de Janeiro, onde Bolsonaro reside com a família. Ele se licenciará do mandato de deputado a partir do ano que vem para assumir o comando da Casa Civil.

    O futuro presidente poderá indicar até 50 pessoas para cargos temporários na equipe de transição, que funcionará no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), próximo ao Palácio do Planalto e à Esplanada dos Ministérios.

    De acordo com relatos de assessores próximos a Bolsonaro, sua equipe pretende trabalhar em três etapas: a primeira para análise da situação, em seguida avaliação sobre como reduzir gastos e pessoal e a última, definição de metas e dados.
    Além de Onyx,  foram confirmados os nomes do juiz Sergio Moro para a Justiça, do general da reserva Augusto Heleno para a Defesa, do economista Paulo Guedes para o superministério da Economia e do astronauta Marcos Pontes para a Ciência e Tecnologia.
    Conhecido pela contundência de suas opiniões contrárias aos governos do PT, o deputado federal Onyx Dornelles Lorenzoni (DEM-RS), ocupará a partir de janeiro, a chefia da Casa Civil, no Palácio do Planalto, no fundo do quarto andar, bem acima do gabinete da Presidência, que ocupa todo o terceiro andar.
    A pasta é responsável por acompanhar, de forma integrada, as principais políticas públicas dos demais ministérios, coordenar os balanços de ações governamentais, publicar nomeações e exonerações, além de auxiliar na tomada de decisões do Chefe do Executivo.
    Nascido no dia 3 de outubro de 1954, Onyx Lorenzoni tem 64 anos e construiu carreira política ao longo de vários mandatos parlamentares. Deputado federal desde 2003, ele está finalizando o quarto mandato na Câmara. Nestas eleições, foi reeleito com mais de 180 mil votos, sendo o segundo deputado mais votado do Rio Grande do Sul.

    História

    Entre 1995 e 2003, ele foi deputado estadual durante duas legislaturas. Formado em Veterinária e nascido em Porto Alegre, Onyx iniciou a sua atuação política como presidente do Sindicato dos Médicos Veterinários do estado, na década de 1980. Antes da vida pública, ele trabalhou no Hospital Veterinário Lorenzoni, empresa de que é sócio.
    O parlamentar gaúcho está há 21 anos no DEM, que até o ano de 2007 se chamava Partido da Frente Liberal (PFL). Antes, era filiado ao PL. Onyx é defensor da flexibilização do Estatuto do Desarmamento e de outras posições do campo liberal e conservador, como redução da maioridade penal, contra as cotas raciais e a favor de projetos ligados à pauta ruralista.
    Onyx faz parte da Frente Parlamentar da Segurança Pública, conhecida como Bancada da Bala, que conta com dezenas de deputados. O grupo é coordenado pelo deputado Alberto Fraga (DEM-DF), que também é cotado para assumir algum cargo no governo Bolsonaro. Crítico ao Estatuto do Desarmamento, costuma argumentar que a posse e o uso de armas de forma legalizada não está relacionada ao aumento ou redução da criminalidade no país.
    Em 2014, quando a doação empresarial a campanhas eleitorais ainda era permitida, o deputado recebeu R$ 100 mil de duas das maiores empresas de armas e munições do Brasil:  a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) e a Forjas Taurus S.A. Quatro anos antes, a Taurus repassou R$ 150 mil para a campanha de Onyx, mesmo valor doado pela Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições.

    O deputado Efraim Filho (DEM/PB), que foi líder do Democratas na Câmara em 2017 e 2018, dez anos após ter sido liderado por Onyx, ainda no PFL, elogia a firmeza com que ele defende as posições em que acredita. Ele afirma que o parlamentar aliado de Bolsonaro teve a capacidade de se antecipar nos últimos anos a movimentos que posteriormente ganharam força a nível nacional, como as críticas ao petismo, a defesa do impeachment e o sentimento de “renovação da política” que vinha da sociedade.
    Caixa 2
    Em maio do ano passado, quando vieram à tona as delações de executivos do Grupo JBS em que Onyx foi citado como tendo recebido dinheiro dos executivos, ele confessou o uso do dinheiro. Na época, deu entrevistas e gravou um vídeo reconhecendo que recebeu R$ 100 mil durante a campanha eleitoral de 2014 de um empresário e não declarou o valor na sua prestação de contas, o que configura o crime de caixa 2. O parlamentar disse que entregaria uma declaração ao Ministério Público Federal (MPF) assumindo o erro e que pagaria por ele.

    Coordenador de campanha

    Desde que a candidatura de Jair Bolsonaro ganhou força, Onyx se tornou um aliado de primeira hora. Ainda durante a pré-candidatura à Presidência de Rodrigo Maia (DEM-RJ), atual presidente da Câmara, a avaliação do deputado gaúcho e de outros integrantes do DEM era de que o partido não deveria apoiar o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin. O DEM acabou compondo a coligação do presidenciável tucano, mas a cúpula do Democratas soube que haveria integrantes da sigla trabalhando pela campanha do PSL.
    Nas últimas semanas, o trabalho de Onyx junto à campanha se intensificou. Foi ele o responsável, na semana passada, por organizar encontros de Bolsonaro com diferentes grupos, dentre eles a bancada da bala e integrantes do agronegócio.
    (Com informações da Agencia Brasil)

  • Fórmula 1 na orla tumultua o trânsito de todo o Centro Históorico

    A Prefeitura de Porto Alegre informa que já foram realizadas alterações no trânsito para transformar a Orla Moacyr Scliar em uma pista de Fórmula 1 para a realização do Heineken F1 Experience,

    evento programado para o dia 10.

    A av. Mauá, a partir da rua Gen. Bento Martins, encontra-se bloqueada das 7h desta sexta-feira, 2, até as 23h59 de domingo, 4.

    Neste ponto, o desvio será realizado pela rua General Bento Martins, rua Washington Luiz, avenida  Augusto de Carvalho. ~~

    Também encontra-se bloqueada, para a montagem do evento, a rua Pe. Tomé x rua Siqueira Campos, e a av. Pres. João Goulart no sentido Centro/bairro a partir da praça Brigadeiro Sampaio até a rótula João Belchior Marques Goulart. A partir deste ponto, a Edvaldo Pereira Paiva está bloqueada em ambos os sentidos até a Rótula das Cuias, até o dia 13.

    Aos usuários do transporte coletivo, as três paradas na av. Loureiro da Silva no sentido bairro, localizadas no Gasômetro, na Câmara dos Vereadores e na Receita Federal, ficam desativadas devido ao desvio realizado pela Bento Martins.
    A parada do Colégio Parobé estará funcionando normalmente.
    Para atender aos inscritos nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que realizarão as provas no Colégio Parobé, que ocorrem nos dias 4 e 11 de novembro, os veículos devem acessar o local pelo Túnel da Conceição e não pela avenida Mauá.
    Para o jogo Inter x Atlético Paranaense, 4, às 19h,  quem vem da Região Metropolitana deve acessar a 3º Perimetral, Ipiranga e chegar ao Estádio Beira-Rio pela Edvaldo Pereira Paiva.
    Outra alternativa é utilizar as avenidas Teresópolis, Nonoai, Campos Velho e acessa o estádio pela região do Barra Shopping.
    A partir das 17h, oito ônibus Especial Futebol sairão do Largo Glênio Peres (ao lado do Mercado Público) até o estádio.
    Além da linha especial, mais de 20 linhas regulares atendem a região pelo corredor da avenida Padre Cacique. Os serviços de lotação, com seis linhas, e de táxi também serão reforçados.
    No retorno do feriado de Finados, quem entra na capital pela Castello Branco deve acessar o Túnel da Conceição, Sarmento Leite e João Pessoa.
    Outra opção é entrar pelo Aeroporto na BR 290 e acessar a 3º Perimetral.
    A partir desta segunda, 5 até o dia 13/11, quando ocorre a desmontagem do evento, o cronograma prevê outras alterações, conforme:
    Dia 5/11 à 0:00 até 09/11/ às 20h – montagem
    – Bloqueio da avenida Edvaldo Pereira Paiva Bairro/Centro na Rótula das Cuias (Desvio: avenida Augusto de Carvalho, Loureiro da Silva, Vasco Alves, Washington Luiz, Gen. Salustiano, Andradas, Gen. Canabarro)
    – Bloqueio da avenida Loureiro da Silva Bairro/Centro x rua Gen. Vasco Alves (Desvio: rua Gen Vasco Alves,Washington Luiz, Gen. Salustiano, Andradas, Gen. Canabarro)
    – Bloqueio da avenida Pres João Goulart Centro/Bairro à partir da Praça Brigadeiro Sampaio (Desvio: Pista Bairro/Centro da avenida Pres João Goulart da Praça Brigadeiro Sampaio até a Rótula do Gasômetro)
    – Bloqueio da avenida Edvaldo Pereira Paiva Centro/Bairro da rótula do Gasômetro até a Rótula das Cuias (Desvio: avenida Loureiro da Silva, avenida Augusto de Carvalho)
    No dia 9/11, das 20h até 12/11 às 6h,  – realização do evento
    – Bloqueio da avenida Mauá x rua Gen Bento Martins (Desvio: rua Gen Bento Martins, Washington Luiz, avenida Augusto de Carvalho).
    – Bloqueio da avenida Pe. Tomé x rua Siqueira Campos
    – Bloqueio da avenida Edvaldo Pereira Paiva Bairro/Centro na Rótula das Cuias (Desvio: avenida Augusto de Carvalho, Loureiro da Silva, Vasco Alves, Washington Luiz, Gen. Salustiano, Andradas, Gen. Canabarro)
    – Bloqueio da avenida Loureiro da Silva Bairro/Centro x rua Gen Vasco Alves (Desvio: Vasco Alves, Washington Luiz, Gen. Salustiano, Andradas, Gen. Canabarro)
    – Bloqueio da avenida Pe. Tomé x  rua Siqueira Campos
    12/11/ às 6h até 13/11 às 23h59 – desmontagem
    – Bloqueio da avenida Edvaldo Pereira Paiva Bairro/Centro na Rótula das Cuias (Desvio: avenida Augusto de Carvalho, Loureiro da Silva, Vasco Alves, Washington Luiz, Gen. Salustiano, Andradas, Gen. Canabarro)
    – Bloqueio da avenida Loureiro da Silva Bairro/Centro x rua Gen. Vasco Alves (Desvio: rua Gen Vasco Alves Washington Luiz, Gen. Salustiano, Andradas, Gen. Canabarro)
    – Bloqueio da avenida Pres João Goulart Centro/Bairro à partir da Praça Brigadeiro Sampaio (Desvio: Pista Bairro/Centro da avenida Pres João Goulart da Praça Brigadeiro Sampaio até a Rótula do Gasômetro)
    – Bloqueio da avenida Edvaldo Pereira Paiva Centro/Bairro da rótula do Gasômetro até a Rótula das Cuias (Desvio: avenida Loureiro da Silva, avenida Augusto de Carvalho)
    – Se necessário será bloqueada a avenida Castello Branco Interior/Capital x avenida Mauá para maior fluidez em qualquer uma das etapas.

  • Três anos depois, vítimas da Samarco fazem marcha pedindo reparação

    Atingidos pelo rompimento da Barragem do Fundão realizam marcha de Mariana a Vitória para protestar contra o descaso de empresas e autoridades
    por Redação RBA publicado 03/11/2018 13h57
    São Paulo – As vítimas do crime ambiental da Samarco, que devastou o Rio Doce e suas margens, realizam manifestações ao longo do curso do rio de 650 km a partir deste domingo (4).
    Na segunda-feira (5), o crime completa três anos, sem resposta real da Justiça e sem punição das empresas.
    Nenhuma casa foi construída, milhares não são reconhecidos, e a população denuncia que a Fundação Renova, constituída para restituir a sociedade e o meio ambiente, “empurra” os problemas sem previsão de reparação real na vida dessas famílias.
    Para denunciar os três anos sem respostas e fortalecer a luta nas regiões, os atingidos e atingidas pelo crime da Samarco-Vale-BHP, organizados no Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), realizam a Marcha “Lama no Rio Doce: 3 Anos de Injustiça”, até 14 de novembro.
    A Marcha tem início nos dias 4 e 5 de novembro, com um encontro de mulheres que debate as consequências do crime na vida das mulheres e crianças na Bacia do Rio Doce, em Mariana, em Minas Gerais, de onde os atingidos seguem para iniciar o mesmo trajeto feito pela lama, até Vitória no Espírito Santo.
    “As mulheres não são reconhecidas pela Renova; somos 70% que não são atendidas por nenhum dos programas em toda a Bacia. Nós é que temos que lidar com os problemas de saúde, a falta do território que tínhamos antes, a perda de laços comunitários e familiares que o crime trouxe, devemos ser reconhecidas e respeitadas”, reafirma a atingida Márcia, de Colatina.
    Com a mensagem “Do Rio ao Mar: Não vão nos calar!”, a marcha realiza ações em outros dez municípios do trecho até o mar, com feiras de saúde, atos culturais, caminhadas, celebrações religiosas e assembleias. “Estamos fazendo uma marcha ampla, que vai unir nós atingidos de toda a Bacia do Rio Doce para lutarmos juntos, porque só assim somos ouvidas pela sociedade e atendidas pelas empresas criminosas”, afirma Letícia, do MAB.
    Histórico do descaso
    No dia 5 de novembro de 2015, a Barragem de Fundão, da mineradora Samarco, controlada pela Vale e pela BHP Billiton, se rompeu e derramou 48,3 milhões de metros cúbicos de lama de rejeitos na natureza.
    A lama percorreu cerca de 650 km entre Mariana, em Minas Gerais, até a foz do Rio Doce no município de Linhares, Espírito Santo, espalhando-se por várias comunidades ao norte e ao sul da foz.
    Atingiu, pela sequência, o córrego Santarém, o Rio Gualaxo do Norte, o Rio Carmo e todo o Rio Doce em um trajeto que compreende 43 municípios. Destruiu diversas casas, bens, modos de vida, fontes de renda, sonhos e projetos de vida. O rompimento matou 19 pessoas e provocou um aborto forçado pela lama no distrito de Bento Rodrigues (MG). Destes, ainda há um corpo desaparecido de um trabalhador direto da Samarco.

  • Direito à leitura foi tema de aula pública na Feira do Livro

     “O direito humanizador do acesso à leitura” foi o tema de uma aula pública na Feira do Livro de Porto Alegre, neste sábado. Foi às 10h deste sábado, no Teatro Carlos Urbim.
    Promoção do coletivo “Redes de Leitura – Bibliotecas Comunitárias de Porto Alegre”, que comemora 10 anos em 2018, a iniciativa reuniu para o debate militantes da área da leitura do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo.
    Participaram Mara Esteves (LiteraSampa – São Paulo/SP), Maria Chocolate (Tecendo uma Rede de Leitura – Duque de Caxias/RJ), Pri Macedo e Viviane Peixoto (Redes de Leitura – Porto Alegre/RS), e  mediação de Eduardo Peixoto (Redes de Leitura – Porto Alegre/RS).
    O eixo central da conversa é a necessidade de políticas públicas que garantam o acesso à leitura e à escrita em âmbito municipal, estadual e nacional e o compartilhamento de vivências que visam a democratização do acesso através de ações e intervenções literárias, dentre elas as bibliotecas comunitárias.
    Composto por sete bibliotecas comunitárias localizadas nas periferias de Porto Alegre, o Redes de Leitura é um coletivo que busca democratizar o acesso ao livro nas comunidades da Capital.
    “Acreditamos que o direito humano do acesso à leitura nos dá voz e vez. O tema central da conversa é compartilhamento de vivências em bibliotecas comunitárias, colocando em evidência o papel humanizador da leitura e da literatura nas ações desenvolvidas nas comunidades periféricas”, destaca Camila Schoffen Tressino, bibliotecária do coletivo. “Também falaremos um pouco da importância da incidência das comunidades nas políticas públicas de leitura e como elas contribuem para a democratização do acesso ao livro”, completa. (Ana Cariolina Pinheiro).

  • "A Cor do Negro" é tema de exposição dos fotógrafos Jorge Aguiar e Fernando Zago no Vila Flores

    Para celebrar o mês da Consciência Negra, os fotógrafos Jorge Aguiar e Fernando Zago inauguram no dia 5 de novembro, no Vila Flores, a exposição “A Cor do Negro”. A mostra pode ser visitada até o dia 13 de novembro, no Café do Vila, e depois segue para Sala JB Scalco, no Solar dos Câmara da Assembleia Legislativa, até 30 de novembro. A entrada é gratuita.

    Com a curadoria de Aguiar, a “A Cor do Negro” vai apresentar 30 imagens com uma narrativa poética de fragmentos da história de homens e mulheres que, apesar de vítimas de violência múltipla e preconceito, fazem da falta de oportunidade e intolerância sua força para lutar e resistir. Os protagonistas da exposição são os negros do século XXI. “Quando se fala em raça, o que é certo: negro ou preto? Combatendo o racismo impregnado na nossa fala cotidiana é: se ‘preto’ não é raça, ‘negro’ muito menos”, diz o curador.

    Foto Jorge Aguiar /Divulgação

    Sobre Jorge Aguiar
    Fotojornalista há 40 anos, Jorge Aguiar trabalhou no Jornal do Comércio e no extinto jornal Diário de Notícias. Participou de exposições internacionais na Espanha, França, Portugal, Japão e Iraque. É fundador do Instituto Luz Reveladora Photo da Lata, instituição sem fins lucrativos que ministra oficinas de pinhole a jovens e adultos em áreas de vulnerabilidade social.

    Com o projeto Photo da Lata/Fotógrafos Comunitários, recebeu em 2003 o Prêmio Direitos Humanos da UNESCO como melhor projeto de divulgação dos direitos humanos no RS.

    Sobre Fernando Lago
    Fernando Zago é um mestre da fotografia de estúdio, participou de diversas exposições coletivas, a sua primeira exposição individual em Porto Alegre foi em 1994 com fotografias de dança em PB no Museu do Trabalho. Assina a fotografia de importantes livros e catálogos, como SÉCULO 20: Arte do Brasil, do Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdição, Lisboa/Portugal e de Museus e Galerias de Arte da cidade de Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e Huelva/Espanha e do livro/catalogo da polêmica Exposição QUEERMUSEU.
    SERVIÇO
    Exposição “A Cor do Negro”, dos fotógrafos Jorge Aguiar e Fernando Zago
    Curadoria: Jorge Aguiar
    Abertura: dia 05, às 18h. De 5 a 13 de novembro no Café do Vila (Rua São Carlos, 759 – Bairro Floresta)
    De 14 a 30 de novembro Sala JB Scalco, no Solar dos Câmara da Assembleia Legislativa (Praça Marechal Deodoro s/n – Centro Histórico)

    Foto: Fernando Zago/Divulgação

    Foto :Fernando Zago/Divulgação

  • Exposição com o que há de melhor na fotografia do Brasil e de Portugal, na escadaria do viaduto da Borges

    Levar a arte para a rua é o objetivo da Street Expo Photo, que unirá o trabalho dos fotógrafos emergentes e alguns amadores que tenham um bom olhar, com grandes mestres da fotografia brasileira e portuguesa. A iniciativa ocupará a escadaria do Viaduto Otávio Rocha (Borges de Medeiros), na parede lateral do Ed. Don Felipe, Duque de Caxias, 1304, com abertura no dia 10 de novembro (sábado), às 16h e encerramento em 10 de dezembro. O evento prevê visitas guiadas e conversas com os artistas, sobre técnica, temática, entre outros temas, nas tardes de sábados e/ou domingos, até o encerramento dia 10 de dezembro.
    Talentos emergentes e consagrados da fotografia estarão reunidos em um espaço urbano, com localização privilegiada, no Centro Histórico de Porto Alegre, em uma área administrativa, empresarial, política, escolar e de lazer. A exposição coletiva de rua será composta por 14 painéis (2m x 1m), expostos no tamanho do olhar, contendo 208 fotografias, em preto e branco e coloridas, no emblemático cartão postal de Porto Alegre. A idealização, curadoria geral, concepção de design e realização são assinados por Marcos Monteiro e a co-curadoria, por Marcos Varanda (SP), com apoio cultural do Sesc/RS.

    Foto de Ricardo Bissera/Divulgação

    Participam nomes de Portugal, como Luis Pereira, Jorge Simão Meira, J.P.Martins, Fidalgo Pedrosa entre outros; do Rio de Janeiro, como Ronaldo Câmara, Wander Rocha e Walter Firmo; de São Paulo, como Gal Oppido, Valdemir Cunha, Tina Gomes, Ricardo Biserra, Ricardo Rojas, Mario Castello entre outros; do Paraná, como Silvana Bartz e da Bahia, como Roberto Faria.  E de Porto Alegre, Nilton Santolin, Jorge Aguiar, Genaro Joner, Gilberto Perin, Bebeto Alves, Flávio Wild, Alexandre Ecket, Helena Stainer, Cláudio Etges, Fredy Vieira, Zezé Carneiro, Lidiane Bach, Nina Pulita e Lucca Curtolo, entre muitos outros.
    Foto de Luis Pereira/Divulgação

    Serviço:
    Abertura: 10 de novembro de 2018 (abertura)
    Hora: das 10h às 16h
    Local: Parede Verão do Viaduto Otávio Rocha/edifídio Don felipe (Borges de Medeiros – esquina com Duque de Caxias)
    Visitação: Diária (24h) até 10 de dezembro. Entrada franca.
     
    Foto de Mario Castelo/Divulgação

    O curador da mostra, Marcos Monteiro, respondeu a essas perguntas do jornalista Higino Barros:
    Pergunta: O que mais caracteriza essa mostra? O que ela difere ou se identifica com a Mosaicografia, mostra no Largo Glênio Peres, de fotos na rua, que tinha proposta parecida?
    Resposta: Minha ideia sempre foi tornar a fotografia algo democrático, quebrar essa distância entre os mestres e os talentos emergentes. A Mosaicografia foi o primeiro passo, uma grande exposição que reuniu grandes fotógrafos e amadores emergentes de todos os continentes do planeta, e agora dois anos depois, conseguimos reeditar uma exposição com a mesma importância cultural. A diferença entre uma e outra é somente a mídia expositiva e o local, porém a filosofia é a mesma, ou seja, levar a arte para a rua, sair dos lugares fechados e pouco frequentados, devemos ir para onde o povo está.
    Pergunta: Como se deu a escolha do local expositivo, a escadaria da Borges de Medeiros?.
    Resposta: Uma noite estava sentado no Restaurante Armazém, que fica em frente ao local expositivo e fiquei olhando para aquela parede de 40 metros de largura num dos pontos mais lindos da cidade.Veio a ideia imediata de preencher o espaço com painéis fotográficos. Daí se passaram cinco meses de árduo trabalho e a grata satisfação de tornar tudo isso realidade.
    Pergunta: Qual o critério de escolha dos fotógrafos? Como foi o trabalho da curadoria?
    Resposta: Com a experiência da Mosaicografia foi meio caminho andado, fiz uma seleção e convidei o amigo Marcos Varanda  (paulista renomado no meio fotográfico no Brasil) para dividir a curadoria do evento. Selecionamos grandes nomes do Brasil e Portugal e começamos a construir a exposição e posteriormente selecionei as fotos, fiz a  montagem, diagramação gráfica e toda a infraestrutura do evento, foram cinco meses intensos de trabalho.
    Pergunta: O aporte do Sesc no projeto. Qual significado?
    Resposta: O Sesc foi fundamental para o projeto, já que desde o primeiro momento comprou a ideia e proporcionou sua execução. O trabalho da instituição, junto à comunidade é fundamental, tanto no fomento da cultura quanto nas outras áreas de ensino ou preparação profissional.
    Pergunta: A mostra tem possibilidade de ir para outros locais?
    Resposta: Temos essa ideia, mas nada certo ainda.
    Foto de Gal Oppido/Divulgação

     Pergunta: O que espera da exposição?
    Resposta: Esperamos que a Street Expo Photo contribua culturalmente para cada pessoa que passar seu olhar por lá, a arte mais do que nunca é necessária  ela constrói caráter. A arte tem o poder transformador.
    Pergunta: Quem você destacaria nesse grupo numeroso de fotógrafos?
    Resposta: Todos que estão passaram por uma seleção rigorosa. Mas temos gente do calibre do mestre Walter Firmo (RJ), Gal Oppido (SP) , Valdimir Cunha (SP), Alex Villegas (SP), Alexandre Auler (RS),  Bebeto Alves (RS), Carlos Almeida (Portugal), Celso Peixoto (SC), Fernanda Carvalho (Portugal), Fernanda Burgos (SP), Fernando Bueno (RS) , Fidalgo Pedrosa (Portugal),,  Flavio Wild (RS), Fredy Vieira (RS), Gal Oppido (SP), Genaro Joner (RS), Gerson Turelly (RS), Gilberto Perin (RS), Gutemberg Ostemberg (RS), Itaci Batista (SP),  Jorge Aguiar (RS),  Jorge Simão Meira (Portugal) , JP Martins (Portugal),Leon Santos (Santos/SP), Luis Mendonça (Portugal), Luis Pereira (Portugal), Luiz A C Ferreira (SP), Marcia Ulls (SP),  Mário Castello (SP), Pola Fernandez (SP), Ricardo Biserra (SP), Roberto Faria (BA), Ricardo Rojas (SP), Ronaldo Câmara (RJ),NiltonSantolin (RS), Sonia Figueiredo (Portugal),  Tina Gomes (SP), Valdemir Cunha (SP), Wander Rocha (RJ), e  Zezé Carneiro com fotos inéditas do “11 de setembro ”
    Foto de Roberto Faria/Divulgação

  • Mulheres no rádio gaúcho: resgate e homenagem na Feira

    A partir desta segunda feira, 05/11 estará nas bancas da Feira do Livro o livro “As Radialistas”, de Benedito Saldanha, que reconstitui a trajetória de grandes comunicadoras do rádio no Rio Grande do Sul.
    Através de depoimentos e fotos de diversas radialistas o autor presta um tributo merecido a comunicadoras que fizeram história e que contribuem para o sucesso deste veículo que é o rádio.
    Desde as radioatrizes até às locutoras e apresentadoras da nova geração, o livro resgata histórias, destaca o papel da mulher no rádio e traz perfis biográficos de vinte e duas radialistas de diferentes gerações.
    Benedito Saldanha é o primeiro autor a dedicar um livro inteiro a algumas das mais importantes comunicadoras do Rádio Gaúcho.
     
     

  • "Uma caminhada bem sucedida", diz patrona na abertura da Feira do Livro

    Ana Carolina Pinheiro
    A 64° Feira do Livro de Porto Alegre está  oficialmente aberta. Quem passou pela Praça da Alfândega ao longo do dia já pode participar de diversas atividades e circular entre as bancas de livros, mas a abertura oficial do evento aconteceu somente às 19h, no Teatro Carlos Urbim.
    Embalada ao som do teclado de Pedro Saul, a atriz Sandra Dani recitou poemas de Maria Carpi e saudou as autoridades presentes.
    O presidente da Câmara Rio Grandense do Livro, Isatir Antonio Bottin Filho, destacou que a Feira, maior evento cultural do Estado, é  uma oportunidade para os gaúchos respirarem cultura e viverem o livro.

    Patrona em 2017, Valesca de Assis, despediu-se saudando Maria Carpi/ Ana Carolina Pinheiro

    Durante a cerimônia, a patrona da edição de 2017, Valesca de Assis, saudou a poeta Maria Carpi, que herda o posto de patrona até a próxima edição da Feira.
    Lembrando o conselho que ganhou de Cintia Moscovich, patrona da edição de 2016, Valesca recomendou que Maria Carpi aproveite a oportunidade para recolher abraços, afetos e sorrisos dos leitores. “É uma oportunidade para que ela possa curtir os fãs  da literatura que irão saudá-la e aceitar as homenagens que tanto merece – e nos presentear com aquele sorriso lindo, cheio de poemas”, ressalta.
    Autora com 15 livros publicados, Maria Carpi iniciou na carreira das letras em 1990, com o livro “Nos gerais da dor”. A poeta disputou o posto de patrona com os autores Caio Riter, Celso Gutfreind, Claudia Tajes e Leticia Wierzchowski.
    Emocionada, Maria Carpi relembra a trajetória  de sua família  que possibilitou que ela chegasse até  aqui. A poeta destacou, ainda, que o patronato veio na hora certa: “Foi uma alegria, me agrada muito. Eu estou com 79 anos, então veio como marco de uma caminhada bem-sucedida”.
    Durante a programação da Feira, que conta com mais de 800 opções de atividades e cerca de 650 sessões de autógrafos, a patrona lança o livro “Uma casa no pampa”, pela editora Ardotempo.
    A Feira do Livro acontece até o dia 18 de novembro, na Praça da Alfândega.