Dia 19 de Abril (quarta feira) às 18h30min no Jardim do Solar dos Câmara da Assembleia Legislativa (Duque de Caxias,968) – Centro Histórico – Porto Alegre –RS dentro das comemorações dos 182 anos da Assembleia Legislativa do RGS acontece o espetáculo SOBRE RODAS DE CHORO E CHIMARRÃO – Conectando Manifestações Culturais, comPedrinho Figueiredo e Samuca do Acordeon. São apresentadas músicas de compositores famosos do Choro, e promovem o diálogo sobre aspectos folclóricos do chimarrão e fruição do gênero musical.

Idealizado por Pedrinho Figueiredo e Samuca do Acordeon, o “Sobre Rodas de Choro e Chimarrão” conta com um regional formado por Fernando Sessé (pandeiro), João Vicente Macedo(violão de 7 cordas), Fábio Azevedo “Cabelinho” (cavaquinho),Pedrinho Figueiredo (sax soprano e flauta) e Samuca do Acordeon (acordeon). Os textos do material gráfico são deHeleno Cardeal e Arthur de Faria. As fotos que ilustram a exposição portátil são de Eduardo Rocha.
O Projeto
O “Sobre Rodas de Choro e Chimarrão – Conectando manifestações culturais” promove encontros que envolvemmúsica, palestra, distribuição de livreto com histórias e partituras, e uma exposição portátil. Utilizando hábitos populares tradicionais – a “roda de chimarrão” e a “roda de choro” – estabelece a conexão entre estas manifestações culturais, enaltecendo a participação dos músicos gaúchos no movimento nacional do chorinho. O projeto circulou em cidades do interior do Rio Grande do Sul, com financiamento do “Pró-cultura RS FAC #juntospelacultura”, sempre com boa adesão de público. Conta com o apoio da NutriMate, Agência Visual, Termolar; e Eduardo Rocha.
A produção é de Rosane Furtado.
Autor: da Redação
Roda de choro e chimarrão no aniversário da AL
Terceiro ato contra aumento da passagem acaba com dois detidos em Porto Alegre
O terceiro ato contra o aumento das passagens, realizado esta noite em Porto Alegre, terminou com dois detidos em frente ao Paço Municipal. O evento começou a reunir manifestantes por volta das 18h, horário marcado pelas redes sociais.

Protesto fracassou em público | Foto: Ramiro Furquim/Jornal Já
Com bandeira de um partido e de movimentos estudantis, pouco mais de 60 manifestantes dos 300 e tantos confirmados na internet, se reuniram em razão do novo preço da tarifa, ajustado desde a última sexta-feira (31) para R$4,05. Às 18h45, pararam de chegar mais pessoas. O fraco público, diferentemente de outros protestos, não marchou pelas ruas do centro e ficou em frente à Prefeitura.
Lambe-lambe | Foto: Ramiro Furquim/Jornal Já
Ali os estudantes pixaram e colaram cartazes no chão da Praça Montevideo e queimaram canos que pareciam de plástico e representavam uma roleta. Cantos como “Pra trabalhar, pra estudar mais um aumento eu não vou pagar” eram ouvidos enquanto na escadaria da Prefeitura, 12 homens da “tropa de choque” da Guarda Municipal, nenhum identificado, observavam o protesto.
BM na rua Uruguai | Foto: Ramiro Furquim/Jornal Já
Um pouco mais longe, ao lado na rua Uruguai, outros 20 PMs da Tropa de Choque da Brigada Militar zelavam o local. Quando o ato já parecia ter seu fim, o então pacifico protesto foi substituído por momentos de tensão e truculência.
Guarda Municipal, todos sem identificação, mira Taser para o rosto do fotógrafo | Foto: Ramiro Furquim/Jornal Já
Às 19h30, os jovens já não cantavam mais. Metade do pequeno grupo se retirava do local, a outra metade foi em direção ao Largo Glênio Peres. Dois jovens, um homem e uma mulher, pararam na Borges de Medeiros e começaram a pixar a faixa de pedestre, foi então que a Guarda Municipal agiu.
Momento da imobilização | Foto: Ramiro Furquim/Jornal Já
Quatro guardas, um de moto, se aproximaram e tentaram imobilizar os jovens. A garota foi derrubada, o homem agredido e agarrado. Com o joelho, o guarda imobilizou a jovem atirada no chão. Em poucos segundos os dois foram levados ao Paço e logo mais, segundo policiais, encaminhados para o Palácio da Policia.
Momento da condução dos detidos | Foto: Ramiro Furquim/Jornal Já 
O protesto durou pouco | Foto: Ramiro Furquim/Jornal Já 
A “Tropa de Choque” da GMPA em posição | Foto: Ramiro Furquim/Jornal Já 
A catraca | Foto: Ramiro Furquim/Jornal Já 
A catraca é queimada | Foto: Ramiro Furquim/Jornal Já 
“4,05 É ROUBO” | Foto: Ramiro Furquim/Jornal Já 
Local onde houve a prisão | Foto: Ramiro Furquim/Jornal Já 
Um fogo de artifício foi estourado em direção aos Guarda Municipais após a prisão dos manifestantes | Foto: Ramiro Furquim/Jornal Já Domingo tem mais um Brechocão na Osvaldo Aranha
O Brechocão retorna neste domingo, 9, ao Parque Farroupilha (Redenção). Os expositores, divididos em 25 boxes, depois das boas vendas da edição anterior, comemorativa aos 245 anos de Porto Alegre, prometem novidades em roupas e artigos usados.
Será das 9h às 16h, defronte ao Parquinho, na avenida Osvaldo Aranha. Em caso de chuva, o Bechocão será transferido pra o domingo seguinte.
Os recursos obtidos com as vendas auxiliam nas despesas com ração, albergagem, veterinários, clínicas, castrações e outras decorrentes do resgate de animais em situação de vulnerabilidade.
Os organizadores ressaltam que é importante a doação de objetos em bom estado, que podem ser comercializados no próprio local do evento.
Criado em 2013, o Brechocão, que acontece no segundo ou terceiro domingo de cada mês, integra o Calendário de Eventos de Porto Alegre e o Calendário Mensal de Atividades do Município.
Conselho de Comunicação definirá critérios para escolher os futuros conselheiros
O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional (CCS-CN) vai discutir em sua próxima reunião, marcada para 8 de maio, critérios para a escolha dos futuros conselheiros, principalmente dos representantes da sociedade civil.A partir do debate, o Conselho vai aprovar uma recomendação aos deputados e senadores que elegem, em sessão conjunta do Congresso Nacional, os integrantes do colegiado.A proposta da recomendação foi apresentada pela conselheira Maria José Braga, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), na sessão realizada dia 3 de abril, e aprovada por maioria. Os representantes das empresas de comunicação no CCS-CN votaram contra, mas foram derrotados pelo voto dos representantes dos trabalhadores e de um dos representantes da sociedade civil.Foi proposta e aprovada também a criação de uma comissão de relatoria para apresentar o documento que será discutido em maio. A presidente da Fenaj integra a comissão como representante dos trabalhadores; o conselheiro Valter Ceneviva foi o indicado para representar os empresários e a conselheira Patrícia Blanco vai representar a sociedade civil.A criação das comissões de relatoria está prevista no regimento interno do CCS-CN. Ao propor o debate sobre os critérios para escolha dos conselheiros, Maria José argumentou que os representantes da sociedade civil não devem falar por si mesmos, ainda que tenham amplo conhecimento dos temas da comunicação. “Eles devem ser respaldados por entidades que de fato tenham representatividade”, afirmou.O Conselho de Comunicação Social — órgão auxiliar do Congresso Nacional — é composto por quatro representantes dos trabalhadores da comunicação, quatro representantes dos empresários, sendo um deles um profissional com notório saber, e cinco representantes da sociedade civil. A lei que regulamentou o Conselho, entretanto, não estabeleceu nenhum critério para as escolhas.“O poder de decisão é dos congressistas, mas o Conselho pode recomendar a adoção de critérios para tornar a escolha mais transparente e mais republicana”, afirma a presidente da Fenaj. Segundo ela, qualquer entidade interessada no debate pode enviar suas sugestões à Federação.O mandato dos atuais conselheiros encerra-se em julho, e o presidente do Senado, Eunício Oliveira, já enviou ofício a várias entidades pedindo indicações.(Fonte: Fenaj)Governo não descarta hipótese de plebiscito para privatizar estatais
O Governador José Ivo Sartori ainda não tem os votos suficientes para aprovar o projeto que retira a obrigatoriedade de plebiscito para a extinção da CEEE, CRM e Sulgás.
Há dez dias, o governo tinha 26 votos garantidos, hoje teria no máximo 29 votos, dos 33 que precisa para aprovação do projeto, a PEC 259/16.
A conta não é tão simples. O governador tem hoje, certos, os votos dos deputados de quatro partidos da sua base aliada: PMDB, PSB, PP e PSD, PPS e PSDB.
Ao todo eles somam 24 votos. Os votos do deputados Missionário Volnei (PR) e Sérgio Peres (PRB) também estão na soma.
Faltariam sete votos de 16 possíveis, já que PT, PSOL e PC do B ( que somam 14) são contra o projeto. O PDT, que já votou a favor do governo em outros projetos já se posicionou contra este.
A reportagem consultou todos os sete deputados da bancada. De Gerson Burmann não obteve uma posição, Marlon Santos ainda não tem opinião e o restante disse ser contra.
O deputado Gilmar Sossella, líder da bancada garante que o PDT todo votará contra. “Essa emenda que exige o plebiscito foi de autoria do PDT , essa é uma posição antiga do nosso partido”, disse ele.
Regina Becker (REDE) e Bombeiro Bianchini (PPL) também já se posicionaram contra o projeto.
Restaria o PTB, com cinco votos e João Reinelli, do PV. Mesmo se tiver o apoio de todos esses deputados o projeto de Sartori terá 32 votos.
Um deputado da oposição faz apostas: “Ele não passa de 30”.
O apelo dramático que o governador Sartori fez nesta quarta-f eira, ao apresentar situação das três estatais a serem privatizadas, em entrevista coletiva no Palácio Piratini, indica que o governo está consciente das dificuldades na aprovação do projeto na Assembléia.
No interior do governo, segundo uma fonte, já não se descarta mesmo a hipótese de ter que enfrentar o plebiscito para fazer as privatizações, indispensáveis para o acordo da dívida com o governo federal.
Jardim Botânico pode integrar o Patrimônio Cultural e Histórico de Porto Alegre
Cleber Dioni Tentardini
O vereador Marcelo Sgarbossa (PT) apresentou projeto que propõe o tombamento do imóvel onde está a sede do Jardim Botânico de Porto Alegre. Se aprovado o projeto, o imóvel passará a integrar o Patrimônio Cultural e Histórico do Município de Porto Alegre, ficando vedadas alterações que o modifiquem ou descaracterizem.
O Jardim Botânico é considerado um dos cinco maiores do Brasil, possuindo um acervo significativo da flora regional. Em 2003, tornou-se também patrimônio cultural do Estado do Rio Grande do Sul. “Com a missão de realizar a conservação integrada da flora nativa e dos ecossistemas regionais, tornando-se um centro de referência para a pesquisa, a educação, a cultura e o lazer, contribuindo para a qualidade de vida, o Jardim Botânico possui 8 mil exemplares de 650 espécies da flora nativa do Estado”, afirma o vereador.
Além do manejo, da manutenção e da ampliação das coleções vivas de plantas, o Jardim Botânico realiza pesquisas com plantas ameaçadas de extinção e diversas atividades educativas e culturais. “E um pulmão verde da Capital, um dos locais mais aprazíveis da cidade, notabilizando-se pela guarda de significativas coleções científicas”, completa Sgarbossa.Itaipu e ONU firmam acordo para promover soluções em água e energia
Parceria tem como objetivo promover ações que integrem os temas `Água limpa e saneamento` e Energia limpa e acessível, que compõem a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas.
Após dois dias de reuniões entre a Itaipu Binacional e o Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas (UNDESA), representantes das duas organizações assinaram, nesta quarta-feira (5), um memorando de intenções com foco no desenvolvimento de soluções sustentáveis em água e energia.
O acordo foi assinado pelos diretores-gerais da Itaipu, Luiz Fernando Vianna (Brasil) e James Spalding (Paraguai), e pelo diretor de Desenvolvimento Sustentável da UNDESA, Juwang Zhu, em Nova York. A partir da assinatura do documento, técnicos de ambas as instituições vão trabalhar no detalhamento do projeto de cooperação e acordos subsequentes.
“É realmente uma parceria ímpar. De um lado Itaipu, exemplo mundial de cooperação entre dois países, e, de outro, a ONU. Tivemos a oportunidade de nos conhecer e o resultado está sendo muito positivo, tanto para a Itaipu quanto para a ONU, por meio do desenvolvimento sustentável, com ênfase no binômio energia-meio ambiente”, afirmou o diretor-geral brasileiro, Luiz Fernando Vianna.
Durante o encontro, a UNDESA apresentou o esboço da iniciativa global denominada Sustainable Water and Energy Solutions (Soluções Sustentáveis em Água e Energia, em tradução livre) que deverá atuar com uma abordagem integrada sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) de números 6 e 7, que tratam de “Água limpa e saneamento” e “Energia limpa e acessível”, respectivamente, e compõem a Agenda 2030 da ONU.
A parceria entre ambas as instituições será no âmbito dessa nova iniciativa, que deverá contribuir, inclusive, para a revisão desses objetivos, a ser realizada no UN High Level Political Forum (HLPF), em 2018. Deverá contribuir, também, para a consecução da Visão da Itaipu que é de, até 2020, consolidar-se como a hidrelétrica com melhor desempenho operativo e melhores práticas sustentáveis no mundo.
Além dos diretores-gerais, também participaram do encontro o diretor de Coordenação Executiva, Pedro Domaniczky; o chefe de Água e Energia e Desenvolvimento de Capacidade da UNDESA, Iván Vera; o chefe da Equipe de Energia Sustentável da UNDESA, Minoru Tanaka; o embaixador do Paraguai na ONU, Julio Arriola; e o representante da missão brasileira na ONU, Vicente Araújo.
A Itaipu deverá colocar à disposição da UNDESA a experiência acumulada em diversas ações voltadas à sustentabilidade da região de influência de seu reservatório. Entre elas estão o Cultivando Água Boa, que trabalha na resolução de passivos ambientais nas microbacias conectadas com o lago de Itaipu, com o objetivo de assegurar a qualidade da água para os usos múltiplos (geração de energia, abastecimento, pesca, turismo e atividades agropecuárias).
A Itaipu também tem atuado na pesquisa e desenvolvimento para o emprego de outras fontes renováveis de energia, em especial o biogás, que é produzido a partir de dejetos da agropecuária e do tratamento de esgoto. Essa modalidade de geração de pequeno porte tem permitido a pequenos produtores reduzir passivos ambientais e custos de produção, além de viabilizar a autonomia energética.
Por fim, a área técnica da Itaipu também tem avançado no modelo de gestão da usina, de forma a maximizar o aproveitamento dos recursos hídricos para a geração de energia. O modelo, que resulta em maior integração entre as áreas de hidrologia, operação e manutenção, foi adotado em 2012. Desde então, a usina estabeleceu três recordes mundiais de produção anual de energia, culminando na marca histórica de 103,1 milhões de megawatts-hora, em 2016.
Assessoria de Comunicacao de ItaipuSuspensa a reintegração de posse da área Mbya Guarani em Maquiné
ANA MARIA BARROS PINTO*
O governo do Estado do RS pediu à Justiça Federal que suspenda por 30 dias a reintegração de posse da área retomada pelo Mbya Guarani em Maquiné, para tentar um acordo entre as partes. Por decisão judicial, atendendo a ação ajuizada pelo governo, as 30 famílias Mbya Guarani deveriam deixar o local– uma área dentro da Fepagro Litoral Norte, em Maquiné – ontem, dia 4 de abril.
A retomada foi tema de audiência pública da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa no dia 22 de março, com a participação de todos os envolvidos– PGE, MPF, Mbya Guarani, apoiadores da causa indígena e até moradores de Maquiné que avaliam como positiva a presença indígena no local. Ao final, o presidente da Comissão, Deputado Jeferson Fernandes disse que solicitaria ao Procurador Geral a prorrogação do prazo para reintegração de posse da área. “A PGE e o secretário da Agricultura concordaram com nosso pedido”, informa o deputado.
A ideia é buscar uma solução para que o grupo Mbya Guarani possa retomar parte de seu território original sem prejuízo a eventuais pesquisas na área, disse o deputado. “Em visita ao local, constatamos que os indígenas convivem em total harmonia com a natureza e com os servidores da Fepagro, que ainda lá permanecem”, explicou, na abertura da audiência pública, referindo-se à visita que a Comissão fez à aldeia em Maquiné.
Durante a visita, o cacique Cirilo Morinico falou sobre a terra ancestral retomada pelos Mbya Guarani e da alegria de todos, principalmente das crianças, de poder vivenciar a cultura tradicional. Isso só é possível num lugar com “terra boa, água boa, plantas para fazer remédios e frutas”. Aos visitantes, disse que o papel deles é o de lidar com a burocracia, com as leis. “Vocês são mensageiros para divulgar a nossa luta, que Nhanderu (Deus) abençoe a todos”.
As famílias Mbya Guarani que decidiram retomar a área sempre viveram nas redondezas e podiam usufruir da natureza do lugar, tendo um bom relacionamento com as famílias dos servidores da Fepagro que moram ali. A perspectiva de a área ser vendida para a iniciativa privada foi determinante para a retomada, pois eles dizem que “tudo muda quando o dono põe cerca no lugar.” “É retomada porque é nossa área tradicional”, explica o cacique André Benites.
*Texto e fotos
Justiça suspende lei que favorece condominio imobiliário na Fazenda do Arado
Uma sentença da juíza Nadja Mara Zanella, da 10ª Vara da Fazenda Pública, suspendeu a lei complementar que aumentava o índice construtivo na área da antiga Fazenda do Arado, no bairro Belém Novo.
A decisão foi publicada na segunda-feira, 3.
A lei 780/15, de iniciativa do ex-prefeito José Fortinati, foi aprovada em outubro de 2015 com o fim específico de viabilizar o projeto imobiliário que prevê construção de três condomínios fechados, num total de 2.300 casas na área de 426 hectares, metade dos quais enquadrada como área de preservação ambiental.
A decisão da juíza decorre de uma Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público (MP), em fevereiro deste ano.
O MP alega que a lei foi aprovada sem audiência pública, para debate com a comunidade, conforme determina o art. 177 da Constituição Federal. Não houve também, segundo o MP, a devida avaliação dos danos ambientais que podem ser causados pelo empreendimento.
O projeto de três condomínios fechados é da Arado Empreendimentos Imobiliários Ltda, dos empresários Iboty e Eduardo Iochpe.
Até 2015 as terras da Fazenda do Arado obedeciam ao regime urbanístico da Zona Rural e Área de Proteção do Ambiente Natural, suportando no máximo 276 economias (casas, edificações etc).
A lei, aprovada pela Câmara de Vereadores em 5 de outubro de 2015 e sancionada pelo prefeito José Fortunti duas semanas depois, alterou o Plano Diretor, retirando a área do Arado da Zona Rural.
Um forte movimento dos moradores do bairro Belém Novo estimulou a iniciativa do Ministério Público.
Rede de gás natural chega ao bairro Santana
A rede de gás natural de Porto Alegre está sendo ampliada e chegado ao bairro Santana. Moradores e comerciantes da avenida Venâncio Aires e das ruas Olavo Bilac, Vieira de Castro, Jerônimo de Ornelas, João Pessoa, Santana, Ipiranga e Protásio Alves serão os próximos a serem incluídos na rede subterrânea de distribuição da Sulgás.
A previsão da Sulgás é concluir as obras até agosto. O gás natural contribui para a melhora da qualidade do ar na cidade, pois possui uma queima completa, com baixa emissão de poluentes. Com a opção pelo gás natural, condomínios, indústrias e estabelecimentos comerciais deixam de precisar de uma central de gás ou de botijões dentro dos apartamentos.
A cada cem metros, a empresa abre uma pequena área, na lateral da pista, com uma retroescavadeira. A tubulação subterrânea é instalada através de um furo direcional. Na sequência, a vala é fechada e o pavimento recomposto.
Após a conclusão, a rede estará disponível para atendimentos de clientes comerciais e residenciais. Para mais informações, moradores e comerciantes destas vias podem procurar a Sulgás através do 0800-5419700.













