“Ainda não encontrei explicação para votação tão baixa”, diz o jornalista Lasier Martins, recém-eleito senador pelo partido fundado por Leonel Brizola.
Com 305 mil filiados, o PDT é o maior partido do Rio Grande do Sul em número de sócios, mas seu candidato a governador, Vieira da Cunha, recebeu cerca de 250 mil votos, 10 vezes menos do que o candidato mais votado, Ivo Sartori, do PMDB.
A infidelidade dos pedetistas é um dos temas do debate que o novo senador quer promover dentro do PDT.
Com 72 anos de idade e mais de 50 anos de rádio e TV, Lasier nunca havia disputado cargos eletivos, embora diversas vezes tenha sido convidado a concorrer a deputado – a primeira vez foi em 1982 por Pedro Simon.
Ao estrear na última campanha, recebeu mais de 2 milhões de votos, batendo os ex-governadores Olívio Dutra e Pedro Simon. Ele atribui a vitória à sua postura crítica como radialista e comentarista de TV.
Nascido em Vale Verde, ex-distrito de General Câmara, no vale do Jacuí, é o mais velho dos sete filhos de um operário fã de Getúlio Vargas.
Quando foi registrá-lo, em plena guerra, o velho Antonio Martins queria dar-lhe o nome de Hailé Selassié, imperador da Etiópia, aliado dos EUA na guerra contra o nazifascismo.
O escrivão negou-se a aceitar o nome estrangeiro mas, por um acordo, chegou-se a Lasier, filho legítimo de um trabalhista de origem açoriana, Pereira Martins por parte de pai, Alves da Costa por parte de mãe.
Por causa do pai, Lasier filiou-se quatro vezes ao PDT enquanto era jornalista, mas se desfiliou outras tantas vezes para poder trabalhar livremente como mediador em debates políticos por rádio ou TV.
Sempre foi chegado aos microfones
Com 15 anos era o locutor do altofalante do colégio marista de Montenegro. Com 16, fazia um programa sobre esportes na Radio Montenegro.
Na capital, seu primeiro emprego lhe foi dado em 1960 pelo locutor esportivo Armindo Antonio Ranzolin na Difusora.
Em 1962, depois do serviço militar, foi repórter esportivo e comentarista na Radio Guaíba, onde trabalhou por 24 anos, sendo chefiado inicialmente por Mendes Ribeiro.
Formado em Direito pela UFRGS, trabalhou por dez anos como advogado trabalhista da Souza Cruz, cargo que abandonou em 1990 para trabalhar como funcionário full time da RBS – onde acabou ficando por 27 anos como apresentador da Rádio Gaúcha, da TV Gaúcha e da TV Com.
Work aholic, cobriu cinco copas e conheceu 36 países. Nos últimos anos, envolveu-se profundamente com os debates sobre o futuro da economia gaúcha, assunto que o fascina.
JÁ – Como Você se posiciona politicamente: direita, centro ou esquerda?
LASIER – A polarização direita x esquerda não faz mais sentido. Nunca me esqueço de uma palestra do pensador Alvin Tofler em Porto Alegre no século XX: ele disse que as pessoas deviam ser classificadas em lentas e rápidas. A meu ver, o que importa é o resultado. Fui contra a privatização da Petrobras, da Eletrobras, da Vale do Rio Doce, mas fui a favor da privatização da CEEE e da CRT. Banrisul? Sou contra privatizar.
JÁ – Mas dentro do PDT há correntes de direita e de esquerda…
LASIER – Bom, dentro do PDT, eu tenho um fiscal histórico na figura do Chris Goulart, que carrega na sua pessoa o DNA do trabalhismo. Eu sigo a linha do Alberto Pasqualini, que pregava o equilíbrio entre o capital e o trabalho. Minhas referências, além do Pasqualini, que foi ministro da Justiça, são Salgado Filho, que criou o Ministério da Viação; Getulio Vargas, que criou a Petrobras e o BNDES; o Jango, que caiu pelas reformas de base; e o Brizola, que criou 6251 brizoletas no Rio Grande do Sul e os CIEPs – as escolas integrais — no Rio de Janeiro.
JÁ – Você pretende uma reforma do PDT?
LASIER – Não é reforma, mas uma revisão. Quando aceitei a candidatura a senador, fixei duas condições. Primeiro, que o partido apresentasse candidato a cargos executivos em todas as eleições. Segundo, que fizéssemos uma revisão dos estatutos no sentido de harmonizar os grupos que vivem em conflito dentro do partido. É um absurdo que um partido com 305 mil filiados não dê 305 mil votos para seu candidato a governador.
JÁ – O que dizer da baixa votação do candidato do PDT a governador?
LASIER – Ainda não encontrei explicação, a não ser que havia três candidaturas mais fortes. Mas chega de andar a reboque do PT. Ou de qualquer outro partido.
JÁ – Quais seus planos para o Senado? Você tem aspirações a cargos executivos, por exemplo, o Palácio Piratini dentro de quatro anos?
LASIER – Eu quero servir ao Rio Grande no Congresso. Lá meu norte é o senador Christovam Buarque. Eu penso em provocar debates e apresentar projetos. Por exemplo, vou batalhar pela regulamentação da Lei Kandir. Meu consultor Darci Santos acha que o Rio Grande do Sul tem cacife, como exportador, para receber um bilhão de reais por ano por créditos da Lei Kandir. Eu também quero rediscutir o pacto federativo. A União exerce um poder imperial sobre o Brasil porque fica com 65% dos recursos nacionais. Pode-se entrar com uma ação contra a União por rompimento do pacto federativo, não?
JÁ – E a renegociação da dívida dos Estados?
LASIER – Estão falando em alongamento da dívida, o que não é suficiente para aliviar a situação dos Estados. Na época da negociação, em 1998, achei bom para os Estados, mas com o tempo o indexador se tornou muito pesado. Então aí está, é preciso mudar o indexador da dívida, mas vai ser difícil mudar isso se o Congresso continuar submisso ao Executivo.
JÁ – Aí o assunto passa a ser a reforma política.
LASIER – Sim, 80% do Congresso é submisso ao Executivo. Isso nos leva a pensar seriamente na corrupção que permeia as atividades dos ministérios, das estatais, das obras públicas. Num discurso de 15 de outubro no Senado, Pedro Simon bateu forte nisso. Eu liguei para ele e disse que pretendo seguir sua linha de conduta. Quero ser fiscalizador da sangria dos recursos públicos. Acho, por exemplo, que o Senado precisa sabatinar os presidentes das estatais e os responsáveis pelas grandes obras, exigir que mostrem as contas e se justifiquem.
JÁ – O que V. acha da transição tecnológica dos meios de comunicação?
LASIER – Hoje há uma avalanche de informações na internet, que está democratizando o acesso mas vem criando uma situação difícil até para os grupos que lideram o mercado convencional. A RBS, que é líder por sua qualidade, está passando por dificuldades. A demissão de 130 profissionais foi causada pela perda dos anúncios classificados, que migraram para a internet.
JÁ – Agora como senador eleito, Você está sofrendo mais assédio do andar de cima ou do andar de baixo?
LASIER – Tenho recebido quatro a cinco pedidos de emprego por dia. E olha que pouca gente tem meu celular.
JÁ – Quanto lhe custou a campanha eleitoral?
LASIER – O contador está fechando as contas, mas ficou em torno de 600 mil reais. Uma campanha barata. Só entraram mais recursos nos últimos dias. Quem botou mais dinheiro foi o Gerdau: 100 mil. Outras empresas como a Celulose, a Randon também ajudaram. Mas não recebi nenhum centavo de empreiteira nem de banco…
JÁ – O que Você pensa da reforma agrária, um tema caro ao trabalhismo histórico?
LASIER – Não há recursos para desapropriações de terras. Os recursos que houver precisam ser destinados à melhoria de vida nos assentamentos. A maioria é favela. Eles precisam de eletrificação, escolas, assistência técnica. O Rio Grande do Sul ainda é uma sociedade agrária.
JÁ – E quanto às outras reformas de base?
LASIER – A mais importante, a fundamental é a reforma política. Na campanha eleitoral eu vi o quanto é intenso o uso da máquina governamental. A presidenta Dilma fazer campanha sem deixar o cargo é corrupção eleitoral. Por outro lado, é preciso vetar a participação das empresas.
JÁ – Você é favorável ao financiamento público das campanhas?
LASIER – Não. Acho que as campanhas têm de ser custeadas por duas fontes: fundo partidário e doação de pessoas físicas.
JÁ – E o carvão como fonte energética?
LASIER – Sou a favor da exploração intensiva, com tecnologia moderna, sem danos ao meio ambiente, para que o Estado reduza a dependência da energia fornecida pelos estados vizinhos.
O suplente
O senador Lasier Martins tem como suplente o advogado Christopher Goulart, neto do ex-presidente Jango Goulart, que nasceu no exílio, em Londres, em 1976, em plena ditadura militar.
Suplente de vereador em Porto Alegre, até julho passado Chris estava trabalhando para disputar um mandato de deputado federal, mas sabia que tinha pouca esperança de eleger-se.
Acabou sendo indicado pela direção do PDT para compor a chapa ao Senado depois que dois nomes do DEM não passaram pelos filtros partidários.
Agora, para começo de trabalho, está incumbido de ajudar na revisão do estatuto e do programa do partido.
Entrevista a Geraldo Hasse e Elmar Bones
Autor: da Redação
Lasier Martins: "Sigo Pasqualini e Leonel Brizola"
Rei Haile Selassie I, Imperador da Etiópia Lasier, o novo senador pelo Rio Grande do Sul, e o seu suplente, Christopher Goulart, neto de Jango. Procurador examina projeto de parque no Morro Santa Teresa
O secretário estadual de habitação pediu parecer ao Procurador Geral do Estado sobre a criação de um parque ambiental no Morro Santa Teresa, em Porto Alegre.
O secretário quer saber também se há obstáculo legal para que o Estado regularize, através da concessão de uso, a situação dos moradores que ocupam áreas do morro.
A regularização das cinco vilas consolidadas na área e a criação de um Parque Estadual para preservar o restante da área – são as duas principais reivindicações do Movimento em Defesa do Morro Santa Teresa.
O movimento foi criado ainda no governo de Yeda Crusius, como uma reação a um projeto que transferia a uma empresa os dez hectares do Morro, um dos pontos mais valorizados da capital, debruçado sobre o Guaiba, a 10 minutos do centro. Em troca a empresa entregaria ao Estado nove imóveis em diversos pontos da cidade, para diversificação do atendimento a menores infratores. .
O movimento conseguiu derrubar o projeto na Assembléia Legislativa e deu início a um trabalho para resgatar o que ainda resta do morro, um dos santuários ambientais de Porto Alegre, e ao mesmo tempo regularizar as ocupações já consolidadas, para impedir que se ampliem.
Desde o início do governo Tarso Genro uma equipe técnica da Secretaria de Habitação e Saneamento do Estado (SEHABSRS), negocia com as comunidades, representadas também por dois advogados e uma arquiteta.
A nota do movimento diz:
” Espera-se para essa semana, a possibilidade de isso acontecer, já que a nossa solicitação foi acolhida naquele Órgão Público com visível interesse. Aí haverá chance de o Procurador Geral do Estado, de viva voz e diretamente, conversar conosco sobre os nossos direitos e dizer o que já conseguiu adiantar sobre os mesmos, na redação do parecer que deve ser dado em seguida”.
Dilma e Aécio representam dois modelos em disputa
Luis Nassif*
Pela primeira vez nas últimas décadas, estão claramente explicitados dois modelos de governo, que disputam a eleição do dia 26: o neodesenvolvimentista e o neoliberal.
Ambos têm suas virtudes e defeitos e propõem o pote de ouro da retomada do desenvolvimento no final do arco-íris. E essa divisão é quase tão antiga quanto o surgimento da economia.
Historicamente, o protagonismo na economia sempre foi disputado por dois setores: o financeiro e o da chamada economia real (comércio, indústria e serviços).
A partir de determinado período, o trabalho também tornou-se protagonista, de certo modo aliando-se aos empresários da economia real.
Políticas econômicas, no fundo, representam esses interesses, o neoliberal representando a alta finança; o desenvolvimentista representando a indústria.
Obviamente o desenvolvimento de um país vai muito vai muito além do interesse imediato dos empresários de ambos os setores.
É aí que entra o Estado, com políticas públicas suficientemente objetivas para colocar os dois setores alinhados com planos de desenvolvimento de longo prazo, sem permitir que interesses imediatos de um ou outro setor se sobreponham ao interesse de país.
Os neoliberais são fundamentalmente internacionalistas. Isto é, não estão ligados aos interesses nacionais. E, como tal, não enxergam problemas nacionais – como saúde, educação, inclusão social, industrialização – como prioridade.
Sua prioridade é o interesse do grande capital. Seu discurso é que, quanto melhor tratar o capital, mas ele entrará e, entrando, automaticamente trará o desenvolvimento.
Em alguns pontos o interesse do grande capital bate com o interesse do país. Na hora, por exemplo, em que o mercado ajuda a reestruturar setores em crise ou bancar novos setores dinâmicos.
Mas, no geral, o interesse de curto prazo do grande capital conflita com os projetos de longo prazo dos países.
E, quando o mercado toma a política econômica nos dentes – como ocorreu no Brasil de FHC e de Lula (até a crise de 2008) – todos os conflitos entre o interesse do capital e do país são arbitrados em favor do capital.
O interesse nacional e dos cidadãos ficam em segundo plano.
Para avaliar melhor as chamadas políticas neoliberais, o primeiro passo é entender o que é o negócio do grande capital.
Emprestar a governos, através de compra de títulos públicos.
Arbitragem de ativos: comprar na baixa e vender na alta. Vale para imóveis, empresas, ações ou moedas de países, cotações de commodities.
Reestruturação de empresas: seja comprando, recuperando e vendendo ou promovendo aquisições e fusões.
Swaps de moedas: tomar empréstimos em determinada moeda e aplicar em outra, aproveitando o diferencial de juros.
É em cima desses modelos de negócio que devem ser vistas as políticas econômicas neoliberais.
O grande capital não se liga nem a empresas nem a nações. Se um país ou empresa está “barato”, ele compra. Se fica “caro”, ele vende.
Não há compromissos de longo prazo. Essa característica intrínseca do capital financeiro faz com que invista permanentemente em ondas de valorização de ativos e seu horizonte seja sempre o curto prazo. São as chamadas “bolhas”.
Essa lógica nada tem a ver com a do desenvolvimento de países, que exige investimentos de longo prazo, em saúde, educação, inclusão social, apoio à industrialização até ganhar o status de nação desenvolvida.
O grande capital tem os pés firmemente fincados no presente.
Em função dessa lógica, na política econômica, ao capital financeiro interessam apenas alguns aspectos seguidos à risca por seus representantes quando Ministros:
Mobilidade de capitais – é condição necessária para entrar rapidamente em mercados “baratos” e sair quando a bolha explode. Qualquer política prudencial recomendaria prazos mínimos de permanência desse capital gafanhoto. Na gestão neoliberal, é anátema.
Políticas de controle da inflação – toda a estratégia consiste em elevar os juros acima da inflação esperada (como é o caso da política de metas inflacionárias). Afeta o emprego, a produção, mas preserva-se o valor do capital, que crescerá mais do que a desvalorização da moeda.
Política cambial e de juros – interessa apenas a apreciação da moeda. Se um investidor trouxer US$ 100 milhões com o dólar a R$ 2,20 e o dólar for a R$ 1,80, só por conta da valorização do real ele sairá do país com US$ 122,2 milhões. Se aplicar a uma Selic de 12%, sairá com US$ 140 milhões. Se, pelo contrário, na saída o dólar estiver a R$ 2,50, só pelo efeito câmbio seu capital será reduzido para US$ 88 milhões. Esse negócio extremamente rentável fica comprometido quando a relação dívida/PIB torna-se muito alta; ou quando as contas externas se deterioram. Logo, a perpetuidade desse negócio depende de superávits fiscais robustos. No plano cambial, a política neoliberal sempre colocará o negócio financeiro acima dos interesses da indústria e do emprego.
Superávit fiscal – Cada tostão aplicado em programas sociais tira espaço do capital financeiro para continuar ganhando com a dívida pública. Daí porque programas como o Bolsa Família, Reuni, Prouni, crédito agrícola jamais serão prioritários em um governo neoliberal. E as metas de superávit são sempre muito maiores do que o necessário, justamente para não restringir o uso dos juros elevados.
Bancos públicos – Um setor em crise é um grande negócio. Basta o financista comprar a empresa ou parte dela, injetar capital para imediatamente haver um salto no seu valor. O mesmo vale para empresas que precisam se capitalizar para crescer. Ao prover capital para esses setores, o BNDES tira mercado e protagonismo dos fundos de investimento. O industrial tem mais trunfos para abrir mão do investidor ou para negociar com ele em melhores condições.
Política agrícola – o foco do mercado é a grande propriedade agrícola apta a receber financiamento em dólares ou investimento. O crédito agrícola é uma pedra no caminho da concentração fundiária, além dos impactos no orçamento. A grande propriedade tem acesso aos mercados internacionais; os pequenos, não. Sem o crédito agrícola, seria muito mais fácil a aquisição das pequenas e médias propriedades pelo agronegócio.
Ao país interessa agregar valor às commodities, para gerar empregos mais qualificados e balança comercial mais robusta. Ao neoliberal, não. Como seu horizonte é o mundo, tanto faz se o processamento das commodities é feito aqui ou na China, desde que seja em empresas controladas por ele.
As chamadas políticas neodesenvolvimentistas têm seus vícios flagrantes, também, como o subjetivismo na escolha dos campeões nacionais, a pouca atenção aos aspectos fiscais dos programas subsidiados etc.
São erros passíveis de correção, porque o foco de análise é mais amplo.
Consegue-se a competitividade interna não apenas melhorando o ambiente econômico, mas investindo maciçamente em educação, ciência e tecnologia, programas de capacitação da mão de obra, políticas industriais destinadas a criar setores competitivos e garantir a geração futura de empregos de boa qualidade.
email: luisnassif@ig.com.brCultura: Felipe Azevedo tamborila canções no Ecarta Musical
O Ecarta Musical do sábado, 25 de outubro, recebe o cantor e compositor Felipe Azevedo e o seu show “Tamburilando Canções em Trânsito”. No formato que singulariza suas performances musicais, denominado Violão com Voz pelo artista, a apresentação contempla um repertório de canções e temas instrumentais de sua autoria e algumas de domínio público. Os arranjos são executados em violão de 7 e de 6 cordas, viola caipira e ukulele hawaiano.
O programa inclui faixas como Milonga con dolor, Viola de guia, Choro deslizante, Quebradinho, Fazendo Hora, Balagulá, xibimba (Felipe Azevedo), A janela entreaberta (Felipe Azevedo/Marco de Menezes), Kothbiro (Ayub Ogada), Ribeira, fronteira (Felipe Azevedo/Marco de Menezes) e Oi Cangorô (Domínio público).
O show acontece na Fundação Ecarta (Av. João Pessoa, 943), às 18h. A entrada é franca.
FELIPE AZEVEDO | Compositor, violonista, cantor, educador musical e ensaísta. Tem quatro discos lançados: Cimbalê, 1998; Identidades, 2002; Percussìvé ou a prece do louva-a-deus, 2007; e Tamburilando Canções – Felipe Azevedo – Violão com Voz, 2011/12. Foi vencedor de seis prêmios Açorianos. Já se apresentou em países como Suíça, Noruega e Uruguai. É mestre em Letras, especialista em Educação e também licenciado em Música e Letras, além de bacharel em Cordas – Violão.
ECARTA MUSICAL
Show Tamburilando Canções em Trânsito, de Felipe Azevedo
Quando: 25 de outubro, sábado, às 18h
Onde: Fundação Ecarta (Av. João Pessoa, 943, Porto Alegre)
Quanto: Entrada francaPolo naval resgata vocação histórica de Porto Alegre
Um “protocolo de intenções”, assinado esta semana entre a empresa MBS e o governo do Estado, é o primeiro passo para a construção de um estaleiro em Porto Alegre.
O projeto vai reabilitar uma vocação histórica da cidade.
A indústria naval foi uma das primeiras atividades econômicas da capital já no início da sua povoação e uma das maiores empresas de sua história foi o centenário Estaleiro Só, que faliu em 1990.
O Polo Naval do Guaiba não vai fabricar barcos ou navios, mas módulos para de plataformas de petróleo. Se tudo der certo as obras começam em fevereiro.
No primeiro semestre de 2015, a primeira etapa pode entrar em operação, ficando uma segunda fase da planta para o final do anos.
O empreendimento vai ocupar duas áreas do porto da Capital: ao lado do Campo de Treinamento do Grêmio, no Cais Marcílio Dias, e outra próxima à rodoviária, no final do Cais Mauá e começo do Cais Navegantes.
Essa última é que terá as atividades iniciadas mais rapidamente.
O início das obras depende principalmente da autorização da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e do licenciamento ambiental.
O projeto tem apoio da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI) e da SPH, para acelerar o processo.
O investimento será de R$ 50 milhões, segundo a empresa.
A obra vai gerar em torno de 300 empregos diretos. Depois, na operação, serão criados entre 500 a 800, inicialmente, podendo chegar a mil postos de trabalho.
Os módulos serão fabricadas mediante encomenda das empresas, como Ecovix, EBR, Quip e Iesa (com Andrade Gutierrez), que montam as plafatormas para exploração de petróleo em alto mar, para a Petrobrás – todos esses grupos possuem atividades no Rio Grande do Sul.
Com matriz em Itaboraí, no Rio de Janeiro, a companhia já desenvolve trabalhos para o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e para as plataformas P-67 e P70.
De acordo com a empresa, a primeira área do complexo em Porto Alegre (próxima da rodoviária) será destinada à fabricação dos blocos para os módulos e a segunda (perto do CT do Grêmio) à estocagem.
Os dois terrenos somam um total de 134 mil metros quadrados.
O diretor de portos da SPH, Paulo Astrana, informou que, pelo arrendamento, será cobrada, mensalmente, uma taxa portuária de R$ 3,00 o metro quadrado."Eleger Dilma virou minha missão", diz neto de João Goulart
João Alexandre Goulart, neto de Jango, o presidente deposto em 1964 por um golpe civil militar deixou um incisivo depoimento nas redes sociais, no domingo à noite, 12/10, declarando voto em Dilma:
“Jamais me calarei! Na vida deve-se tomar posições! A minha agora virou missão!! Eleger Dilma 13!”
De acordo com João Alexandre, o mesmo papel golpista que a mídia exerceu em 1964 contra o seu avô, faz agora contra a reeleição de Dilma Rousseff.
Na foto, João Alexandre Goulart, no segundo sepultamento de João Goulart (1919-1976), após a exumação dos restos mortais por peritos a pedido da Comissão da Verdade. Os restos mortais do presidente João Goulart foram sepultados novamente em 07/12/2013, no município de São Borja (RS), no dia em que a morte dele completou 37 anos.
João Alexandre Goulart em seu Facebook
12/10/2014
Tenho ouvido recomendações de amigos próximos amigos estes que votam em Aécio, que não me pronuncie a respeito, que eu vote em quem eu quiser mas que fique calado.
JAMAIS ME CALAREI! NA VIDA DEVE-SE TOMAR POSIÇÕES! A MINHA AGORA VIROU MISSÃO!! ELEGER DILMA 13!
Quando falo que está em marcha um golpe midiático para derrubar Dilma, algo parecido quando o IPÊS agiu para derrubar meu avô o Presidente João Goulart em 64, falo com preocupação.
Preocupação ao neoliberalismo que fará de tudo para manipular e distorcer informações. O mesmo neoliberalismo que no governo FHC tapou com seus bilhões investidos os furos dos bancos quebrados. Bancos estes que jamais estiveram ao lado do governo. Isso eles podem!! E ainda se atrevem a chamar o Bolsa Família de “Bolsa Esmola” ou seja: dar bilhões para bancos falidos pode, ajudar no combate a fome quem vive na pobreza não pode!!
Vejam vocês que tudo isso é tão contraditório que ainda hoje ouvi um depoimento ATREVIDO de Aécio dizendo que: VÃO APRIMORAR O BOLSA FAMÍLIA! Mas o que acontece com essa gente? O que eles entendem de bolsa família?
Finalmente deixo para reflexão estas questões reafirmando que sim eles estão muito preparados para dar um “Golpe branco” em Dilma, seja agora mesmo ou após as eleições.
Mais uma prova desse golpe midiático deixo aqui com vocês para análise. Mais uma prova do que esta gente é capaz!Saúde: Porto Alegre reduz mortes por Aids com trabalho pioneiro
Os índices de óbitos por Aids no Sistema de Informação de Mortalidade de Porto Alegre (registrados pela Equipe de Eventos Vitais da Vigilância em Saúde) apontam tendência contínua de queda. Os dados parciais de 2013 indicam o menor patamar dos últimos dez anos. Em 2004, foi registrado o pico: 37,94 por 100 mil habitantes. Em 2013, o índice foi para 28,09, demonstrando a tendência de queda das taxas de mortalidade na capital gaúcha.
“Além do trabalho incansável das unidades de saúde do município, foi fundamental a criação em Porto Alegre do Comitê de Mortalidade por AIDS. Ele trouxe uma dinâmica mais intensa na aproximação dos pacientes com os serviços de saúde”, salienta o secretário municipal de Saúde, Carlos Henrique Casartelli.
O Comitê, pioneiro no Brasil, foi criado em 2011 e transformado em lei municipal (Lei 11.425 de 22.04.2013) e tem como objetivo principal analisar todos os casos de óbitos por AIDS na capital, discutindo as circunstâncias de cada situação. Com base nestas investigações, propõe medidas para redução das mortes e planos mais efetivos de prevenção. O Comitê reúne mensalmente representantes das áreas técnicas e unidades de saúde da SMS, hospitais, ambulatórios de assistência HIV/AIDS, Vigilância em Saúde, o Departamento de Saúde Prisional da Susepe e as ONGs ligadas a luta contra à AIDS. Além das causas clínicas, as discussões consideram todas as determinantes sociais, econômicas e culturais que pesam em cada morte por Aids na capital gaúcha.
Tolerância Zero no combate AO VÍRUS
Porto Alegre foi também a primeira capital do país a oferecer regularmente nas unidades de saúde testes rápidos para detectar a presença do vírus. “O resultado fica pronto em 15 minutos. Se é constatado que uma gestante tem o HIV, é possível proteger o bebê e garantir uma qualidade de vida melhor para a mãe”, diz o coordenador da Área Técnica DST/AIDS da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Gerson Winkler.
Ele ressalta que o Comitê estabeleceu um principio de Tolerância Zero para mortalidade por AIDS em Porto Alegre. “É inconcebível que tenhamos altas taxas de mortalidade em nossa cidade quando dispomos de medicamentos e tratamento de ponta à disposição da população na rede de saúde”, salienta Winkler. O coordenador lobserva ainda que é preciso continuar trabalhando forte na prevenção e detecção dos casos. Estudos mostram que 40% da mortalidade por AIDS é resultado da demora em descobrir a doença. Portadores do vírus que custam a iniciar o tratamento tem risco de morte 49 vezes maior.
Rede de saúde em alerta constante
O monitoramento dos soropositivos em Porto Alegre começa com as informações do laboratório de análises clínicas do município, que informa às unidades de saúde e ao Comitê a lista de portadores com índice CD 4 (capacidade imunológica da pessoa) menor que 200, o que aponta alto risco de exposição a doenças. Estas pessoas são imediatamente procuradas pelos agentes comunitários e levadas para tratamento preventivo. “Estas ações são determinantes para proteger os soropositivos contra doenças oportunistas que podem levar à morte”, ressalta Winkler.
Além destas ações, a Secretaria Municipal de Saúde tem investido em campanhas de conscientização que buscam permanentemente esclarecer a população sobre medidas preventivas, discutindo os comportamentos de risco e estimulando o uso de preservativos masculinos e femininos. São oferecidos gratuitamente nas unidades de saúde e disponibilizados também sem custo para instituições e empresas que solicitam estoques à SMS. Além disso, dois grandes “dispensers” (equipamentos onde a pessoa retira de graça os preservativos) circulam pela cidade, com milhares de camisinhas em cada um. Atualmente, estão posicionados na “Esquina Democrática”, no centro de Porto Alegre.
“Estamos trabalhando intensamente para tirar Porto Alegre do ranking das capitais com maior incidência de AIDS. Os números apontam que estamos no caminho certo”, comemora o secretário Casartelli.Hemocentro necessita de sangue de todos os tipos
O Hemocentro do Estado do Rio Grande do Sul atende 52 hospitais de Porto Alegre, região metropolitana e litoral norte do estado, numa abrangência de aproximadamente 200 municípios.
Tem uma necessidade de 3 mil bolsas/mês para atender, entre eles, dois hospitais de pronto socorro (Canoas e Porto Alegre) além de cinco hospitais neo-natal.
O HEMORGS está com estoque de sangue baixíssimo e está precisando de sangue de todos os tipos.
Contato: Anaí Andrade Setor de Captação Hemocentro do Estado do Rio Grande do Sul – HEMORGS Telefone: 3336 6755 ramal 102Comunicação: Ajuris debate regulação da mídia e democracia
A Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris) promove dia 23 de outubro um debate sobre a regulação dos meios de comunicação na América Latina.
O evento “Ajuris 70 Anos – A Liberdade de Expressão na América Latina” ocorrerá no auditório do Foro II, em Porto Alegre, e segundo o presidente da entidade, Eugênio Terra, objetiva envolver a sociedade brasileira na discussão sobre regulação da mídia e democracia.
O evento terá como “case” a Argentina, que criou sua “Ley de Servicios de Comunicación Audiovisual y Reglamentación”, em 2009.
Brasilia (DF) – A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) aponta 173 casos de violência contra profissionais e veículos de comunicação no Brasil no último ano. Em seu Relatório sobre Liberdade de Imprensa apresentado na 44ª Assembleia geral da Associação Internacional de Radiofusão (AIR), no Panamá, a entidade denuncia que o índice é 27% maior que o registrado no período anterior.
O documento registra dados desde outubro de 2013 e indica 66 agressões, sem contar os casos ocorridos durante as manifestações na Copa do Mundo, quando houve 35 casos de violência contra profissionais e veículos de comunicação. Do total, 30 são agressões e intimidações, a maior parte cometida por manifestantes e policiais militares.
São Paulo (SP) – A Editora Abril, responsável pela revista Veja, não deve indenizar o ex-ministro José Dirceu por ter publicado notícias afirmando que ele — condenado na Ação Penal 470 — tinha benefícios na prisão.
Para o juiz Renato Perine, da 17ª Vara Cível, há indícios de veracidade nas notícias publicadas, não existindo, portanto, abuso por parte da revista. José Dirceu ajuizou ação contra a editora pedindo indenização por danos morais e direito de resposta.
Rio de Janeiro (RJ) – Marco Aurélio de Mello, do extinto blog Doladodelá, ex-editor do Jornal Nacional, da Rede Globo, foi condenado a pagar R$ 15 mil por danos morais a Ali Kamel, diretor-geral de Jornalismo e Esporte da emissora.
A 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça entendeu que “a liberdade de expressão não impede que jornalistas sejam responsabilizados caso publiquem textos ofensivos a alguém”. Kamel cobrou indenização depois de Mello afirmar no blog que foi demitido da Globo em 2007 por se recusar a assinar um abaixo-assinado para manipular as eleições presidenciais do ano anterior e disse que Kamel plantava maconha em casa.
Brasilia (DF) – O Monumento à Liberdade de Imprensa, idealizado pelo escritório Gustavo Penna Arquiteto para a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), foi agraciado no World Architectural Festival (WAF), realizado em Cingapura, como destaque na categoria Cultura (projetos futuros).
Esta é a quarta vez em seis anos que a agência figura entre os finalistas do evento. Considerado um potencial marco cultural na capital federal, o monumento pretende dar voz a um dos pilares da democracia brasileira, o princípio de autonomia ao profissional de comunicação.
A obra com cerca de 1000 m² terá ambiente equipado para fornecer condições de trabalho aos correspondentes e jornalistas que passam pela cidade. No local, serão disponibilizadas salas de reuniões, galerias para exposições, instalações para eventos e projeções multimídia.
Pelo mundo
Paquistão – O jornalista Yaqoob Shehzad, do grupo de mídia Express, foi assassinado em seu escritório no distrito de Punjabem em 5 de outubro. Os criminosos chegaram ao local numa motocicleta, dispararam diversas vezes contra o escritório e conseguiram fugir antes da chegada da polícia.
Iraque – O cinegrafista Raad al-Azzawi, da TV Sama Salaheddin, foi executado pelo Estado Islâmico (EI) em 10 de outubro na cidade de Samra, ao norte da capital Bagdá. Al-Azzawi havia sido sequestrado pelo grupo em 7 de setembro.
China – A correspondente chinesa Zhang Miao, do jornal alemão Die Zeit, foi presa em 2 de outubro em Pequim após cobrir os protestos por democracia.
Miao foi detida durante a cobertura de um sarau poético promovido por artistas chineses. A jornalista foi acusada de “perturbação da ordem” e desacato por ter, supostamente, ofendido um policial. Testemunhas negam as acusações.
EUA – O editor Vince Lovato, do jornal Lake County Leader, foi preso em 1º. de outubro no estado de Montana, acusado de “obstruir um agente da lei” enquanto fotografava um acidente de carro numa estrada. Lovato foi detido por policiais da Patrulha Rodoviária, acusado de “desordem” e “resistência à prisão”.
Sua esposa, Michelle Lovato, que também atua como repórter e fotógrafa para o Leader, conseguiu registrar a imagem de seu marido sendo preso. O jornalista foi solto no mesmo dia após pagar fiança. Nem a polícia local e nem Lovato comentam o caso, que aguarda audiência para 15 de outubro.
Siria – Uma equipe da BBC foi atacada quando fazia reportagem em uma área ameaçada pelo grupo extremista Estado Islâmico (EI) na cidade de Kobane, na fronteira com a Turquia.
O correspondente Paul Adams estava na região para mostrar como a polícia turca tentava evacuar duas vilas próximas a Kobane com gás lacrimogêneo. No momento em que registrava a ação, policiais lançaram bombas contra a equipe.
Venezuela I – O governo bloqueou em 11 de outubro o acesso pela internet do jornal digital argentino Infobae, depois deste ter publicado imagens do corpo do deputado Robert Serra, assassinado em circunstâncias ainda não divulgadas.
A ordem de bloquear o acesso ao periódico argentino ocorreu por este haver repercutido e reproduzido fotos originalmente publicadas por várias contas no Twitter.
Venezuela II – O jornal Tal Cual anunciou em nota de capa que tem estoque de papel para manter a circulação do diário por apenas 15 dias. Caso não consiga resolver a falta de matéria-prima, avisa que encerrará suas atividades. Em razão disso, a Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) alertou em comunicado sobre cerco quase total à imprensa independente na Venezuela.
Os obstáculos impostos pelo governo para a atribuição de divisas que permitem a compra de insumos e matérias-primas gerou uma grave crise na indústria de meios de comunicação independentes no país.
Venezuela III – O caricaturista Roberto Weil, da revista Dominical, do grupo Últimas Notícias, foi demitido após uma de suas charges virar alvo de críticas por líderes e simpatizantes do governo que alegaram que o profissional ofendeu o deputado Robert Serra, morto em 1º de outubro em sua casa em La Pastora, Caracas.
O desenho, que não foi publicado na última edição da revista, mostrava ratos em uma espécie de igreja e apresentava a inscrição: “Nosso amado Miguel era honesto, colaborativo e solidário… sempre me lembrarei dele como um tremendo rato”. O deputado foi encontrado morto junto com sua esposa María Herrera.
Equador – A Superintendência da Informação e Comunicação (Supercom) ordenou em 6 de outubro que o canal de TV Teleamazonas peça desculpas públicas ao grupo LGBT “Silhueta X” por veicular conteúdo discriminatório de orientação sexual em um programa de humor.
O canal deverá se desculpar no mesmo espaço do programa “La pareja feliz” (O casal feliz), além de publicar uma nota com a retratação em seu site.
Libéria – O Sindicato de Jornalistas manifestou preocupação com a ameaça à liberdade de imprensa após medidas do governo para limitar o aumento do vírus ebola. A entidade escreveu uma carta ao Ministro da Justiça na tentativa de chamar a atenção para as dificuldades que os jornalistas enfrentam ao cobrir a epidemia no país.
As autoridades estabeleceram áreas restritas de atendimento aos pacientes, onde serão proibidas fotos, vídeos e gravações de áudio. Além disso, todas as entrevistas escritas e os arquivos gravados no interior de centros de saúde serão supervisionados. O governo acredita que ao restringir as informações, o país conseguirá proteger a privacidade dos pacientes, bem como a saúde e segurança de profissionais de imprensa.
A Associação Riograndense de Imprensa (www.ari.org.br) disponibiliza o correio eletrônico imprensalivre@ari.org.braos profissionais e estudantes da comunicação social para as denúncias envolvendo atentados ao livre exercício da profissão de jornalista.
O programa Conversa de Jornalista, transmitido aos sábados pela Rádio da Universidade AM 1080 Mhz, de Porto Alegre (RS), apresenta a resenha semanal das ocorrências nacionais e internacionais sobre liberdade de imprensa e expressão.
Fontes: ARI (www.ari.org.br), ABI (www.abi.org.br), Fenaj (www.fenaj.org.br), ANJ (www.anj.org.br), Observatório da Imprensa (www.observatoriodaimprensa.com.br), Abert (www.abert.org.br), Abraji (www.abraji.org.br), Portal Imprensa (www.portalimprensa.com.br), Rede em Defesa da Liberdade de Imprensa (www.liberdadedeimprensa.org.br), Portal Coletiva (www.coletiva.net), Consultor Jurídico (www.conjur.com.br), Sociedade Interamericana de Imprensa (Miami), Federação Internacional de Jornalistas (www.ifj.org) (Bruxelas), Sindicato dos Jornalistas de Portugal (www.jornalistas.eu)(Lisboa), ONG Repórteres Sem Fronteiras (www.rsf.org) (Paris), Portal Comunique-se (portal.comunique-se.com.br), Comitê de Proteção aos Jornalistas (Nova Iorque), Centro Knight para o Jornalismo nas Américas (knightcenter.utexas.edu), ONG Campanha Emblema de Imprensa (PEC), Freedom House (www.freedomhouse.org), Associação Mundial de Jornais (www.wan-ifra.org), Fórum Mundial dos Editores e outras instituições e entidades de defesa do livre exercício da profissão de jornalista.
Pesquisa e edição de Vilson Antonio Romero
