Clientes da Cettraliq buscam alternativa para não parar

Com as atividades suspensas há uma semana, por suposta emissão de odor fora dos limites da propriedade e outras questões burocráticas, a empresa Cettraliq emitiu uma nota declarando preocupação com a situação dos clientes aos quais presta serviço de tratamento de efluentes líquidos.
A empresa atende cerca de 200 empresas de pequeno a grande porte ao mês e, desde que foi interditada, tem recebido diversas visitas e consultas sobre indicações de procedimentos que devem ser adotados, já que a FEPAM deu um prazo de 15 dias para que as empresas vinculadas à Cettraliq apresentem um plano de destino do material gerado.
Segundo os relatos, a indicação de transporte para Santa Catarina mostrou-se inviável, pelo alto custo do frete e trâmites de documentos entre as Secretarias dos dois Estados. Há chance de algumas plantas terem suas atividades interrompidas pela impossibilidade de tratar os resíduos líquidos.
A Cettraliq, que funciona há 12 anos, trata efluentes gerados em empresas de vários segmentos do Rio Grande do Sul. De forma programada, realiza a liberação diária de 150m³/dia de efluentes tratados, volume equivalente a 1 litro/segundo para vazão de 1 milhão de litros/segundo, do Guaíba. Atua com 40 funcionários, além de consultores terceirizados.

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