“A praça é do povo/ como o céu é do condor”, cantava Castro Alves, o “poeta dos escravos”.
Apesar da abolição, a escravidão não acabou como se vê cotidianamente no noticiário.
E a praça (e também o parque) agora vai pertencer a um concessionário. Um investidor que vai usufruir das regras de uso para obter seus resultados.
A justificativa do prefeito é que a prefeitura está quebrada e não tem dinheiro para a manutenção das praças e parques.
O prefeito podia experimentar e conceder a um investidor a Guarda Municipal, que deve custar bem mais do que os parques e praças.
Quem sabe radicaliza e privatiza também o cargo de prefeito. Um empresário talvez consiga resolver os problemas que o político terceiriza.

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