A candidatura de Juliana Brizola, na cabeça de uma inédita frente de esquerda, coloca o ex-governador Leonel Brizola, seu avô e inspirador, no centro da disputa eleitoral deste ano.
Brizola morreu em junho de 2004.
Governador do Rio Grande do Sul, líder do legendário movimento da Legalidade, deputado federal e, depois de 15 anos de exílio, duas vezes governador do Rio de Janeiro e duas vezes candidato à presidência da República, Leonel Brizola – que começou a vida como engraxate em Porto Alegre – se tornou uma figura mítica na política brasileira por seu discurso contundente e sua defesa incansável da soberania nacional e da educação pública como pilar da justiça social.
Ele está colocado no centro da campanha eleitoral no Rio Grande do Sul e poderá ter peso decisivo no resultado de uma disputa histórica no Estado.
É normal que apareçam as críticas e até alguns equívocos a respeito do grande líder popular. O mais grave deles até agora diz respeito às “brizoletas”, os títulos do Tesouro Estadual que o governo Brizola emitiu para pagar o funcionalismo que amargava cinco anos de atrasos salariais.
Foi uma medida inédita e arrojada que gerou muitas críticas na época, mas que hoje está sendo distorcida pelos adversários de Juliana. Outro equívoco é a relação das lendárias “escolinhas do Brizola” com as brizoletas. Nada a ver, mas o erro repetido na imprensa tem envolvido até alguns brizolistas históricos.
A candidatura de Juliana Brizola, na cabeça de uma inédita frente de esquerda, coloca o ex-governador Leonel Brizola, seu avô e inspirador, no centro da disputa eleitoral deste ano.
Brizola morreu em junho de 2004.
Governador do Rio Grande do Sul, líder do legendário movimento da Legalidade, deputado federal e, depois de 15 anos de exílio, duas vezes governador do Rio de Janeiro e duas vezes candidato à presidência da República, Leonel Brizola – que começou a vida como engraxate em Porto Alegre – se tornou uma figura mítica na política brasileira por seu discurso contundente e sua defesa incansável da soberania nacional e da educação pública como pilar da justiça social.
Ele está colocado no centro da campanha eleitoral no Rio Grande do Sul e poderá ter peso decisivo no resultado de uma disputa histórica no Estado.
É normal que apareçam as críticas e até alguns equívocos a respeito do grande líder popular. O mais grave deles até agora diz respeito às “brizoletas”, os títulos do Tesouro Estadual que o governo Brizola emitiu para pagar o funcionalismo que amargava cinco anos de atrasos salariais.
Foi uma medida inédita e arrojada que gerou muitas críticas na época, mas que hoje está sendo distorcida pelos adversários de Juliana. Outro equívoco é a relação das lendárias “escolinhas do Brizola” com as brizoletas. Nada a ver, mas o erro repetido na imprensa tem envolvido até alguns brizolistas históricos. (Elmar Bones)
