Autor: da Redação

  • “Ecos do Feminino” traz exposição coletiva com obras de cinco artistas gaúchas

    “Ecos do Feminino” traz exposição coletiva com obras de cinco artistas gaúchas

    Com abertura programada para o dia 19/02, a Habitart Galeria de Arte, em Porto Alegre/RS, reúne cinco artistas visuais e suas criações em pinturas que retratam representações sobre a mulher na exposição “Ecos do Feminino” até o dia 22 de março de 2025.

    Obra de Delise Renck. Crédito_Marilene Bittencourt/ Divulgação

    Por meio de seus traços, Delise Renck, Graça Tirelli, Ita Stockinger, Jaque Biazus e Tita Macedo destacam aspectos que realçam etnias, acolhimento, força, vulnerabilidade, compaixão, sensualidade, independência, leveza, poder. Para Marilene Bittencourt, curadora da exposição, a mulher, nos seus mais diversos papéis na sociedade, merece estar representada, também, como forma de ativismo frente aos cenários que o mundo vive: “Cada vez mais, precisamos reafirmar nossa importância em todas as frentes, e a arte é um veículo de expressão que impacta e faz refletir. Além disso, reunimos um grupo de artistas mulheres admiráveis em suas trajetórias, técnicas e identidades próprias”.

    Obra de Graça Tirelli-Matrioska. Crédito Marilene Bittencourt

    A coletiva abre o calendário de exposições de 2025 da Habitart, que tem se destacado na divulgação e exposição de nomes consagrados nas artes visuais, bem como novos artistas que estão despontando no circuito.

    Tita Macedo -Recatada. Crédito Marilene Bittencourt/Divulgaçãao

    Faz parte da programação do “Ecos do Feminino” o Conversa com as Artistas e a Visita Guiada, no dia 12/03. Por meio de um bate-papo informal, o público poderá interagir com perguntas sobre processos criativos, inspirações, referências e vivências das artistas para a realização de suas obras. Integrando a programação, a palestra da curadora de arte e historiadora Giselle Padoin sobre a mecenas e um dos nomes mais importantes do mundo das artes, a norte-americana Peggy Guggenheim, com data prevista para o dia 22 de março.

    Obra de Jaque Biazus-Estelares. crédito Marilene Bittencourt/Divulgação

    SERVIÇO

    Exposição: Ecos do Feminino

    Artistas: Delise Renck, Graça Tirelli, Ita Stockinger, Jaque Biazus e Tita Macedo

    Coquetel de abertura: quarta-feira, dia 19 de fevereiro de 2025, das 18h30 às 21h30

    Vigência: a exposição seguirá aberta à visitação até o dia 22 de março. A galeria é aberta ao público de quarta a sábado, das 14h às 18h

    Outros dias e horários, sob agendamento prévio pelo WhatsApp (51) 981899181

    Conversa com as artistas e visita guiada: dia 12 de março, das 18h30 às 21h30

    Visitação gratuita

    Endereço: Rua Coronel Armando Assis, 286 – Bairro Três Figueiras – Porto Alegre/RS

    Instagram: @_habitart_

     AS ARTISTAS

    Artista Delize Renck. Crédito: Marilene Bittencourt/Divulgação

    Delise Renck (Cachoeira do Sul/RS). Vive entre Porto Alegre/RS e Cascais/Portugal. Publicitária pela PUC-RS, tendo atuado no mercado por longos anos. Após um período morando em Paris, aproximou-se da arte. Ao retornar, iniciou cursos de extensão em História da Arte e passou a frequentar o Atelier Lou Borghetti, recebendo orientação da artista por sete anos. Sempre buscando aperfeiçoamento, tem participado de cursos sobre temáticas relacionadas à arte, tecnologia, técnicas de pintura, bem como profissionalização na área. Incorporam-se ao currículo salões internacionais de pintura nos EUA, sendo premiada em duas categorias, além de exposições no Brasil, Peru, Ucrânia, Barcelona e Dubai.

    Artista Graça Tirelli. Crédito Graça Tirelli/Divulgação

    Graça Tirelli (Alegrete/RS). Graduada em Biologia, desde muito jovem demonstrou interesse pela arte. Desenvolveu sua técnica em cursos e escolas no Brasil e no exterior. Frequentou ateliês, como Fernando Baril, Carlos Wladimirsky, Paulo Houayeck. Estudou no Atelier Livre Xico Stockinger, em Porto Alegre; na Art Academy, em Londres; na Ball State University/EUA com Marilynn Derwenskus; além de David Rosado, em Lisboa. Participou de projetos de arte nacionais e internacionais, como a National Endowment for the Arts/EUA. Com mais de 75 exposições coletivas nacionais e internacionais, suas obras marcaram bienais e feiras, entre elas, Red Dot/Miami, Macau Biennale/China, Carrousel Du Louvre/Paris, Artconnect Women/Dubai, Mauritius ArtFair. Representada por galerias de Porto Alegre, São Paulo e Barcelona, com obras nas plataformas online Artsy, SaatchiGallery, Artsper. Soma mais de 20 exposições individuais e 15 premiações em exposições de arte nacionais e internacionais.

    ArtistaI ta Stockinger. crédito Marilene Bittencourt/Divulgação

    Ita Stockinger (Bagé/RS). Advogada, artista visual, galerista, curadora de arte. Tem formação em desenho industrial e artístico e realiza estudos permanentes em pintura com mestres brasileiros. Nos anos 1980, sob influência do escultor austríaco Francisco A. Stockinger, começou a admirar a arte modernista e a conviver no meio artístico. A partir de 2000, estudou pintura com Lou Borghetti e Fernando Baril. Tem influência das obras de Maria Lídia Magliani, Marcelo Grassmann, Iberê Camargo, com os cadernos de Picasso e Paula Rego. Hoje faz parte do Grupo de Estudos com o professor Charles Watson no Parque Lage/RJ. Dentro da arte expressionista contemporânea, seus trabalhos são exibidos no Brasil e no exterior.

    Artista Jaque Biazus. crédito Marilene Bittencourt/Divulgação

    Jaque Biazus (Caxias do Sul/RS). Sua vivência nos últimos 30 anos na inspiradora Praia do Rosa/SC a fez despertar para a pintura como autodidata. Em 2015, passou a frequentar o Atelier Lou Borghetti. Teve aulas com Fernando Baril, Rosali Plentz e, atualmente, Márcia Rosa é uma de suas mestras. Participou de exposições coletivas na Art Lab Gallery/SP, na Art Design Gallery/Miami/EUA, na Fundação Iberê Camargo e Galeria 506, em Porto Alegre.

    Artista Tita Macedo. Crédito Marilene Bittencourt/Divulgação

    Tita Macedo (Porto Alegre/RS). Sua carreira se iniciou no Rio de Janeiro, quando estudou na Sociedade Brasileira de Belas Artes no Rio de Janeiro, em 1975. Em Porto Alegre, frequentou o Atelier Livre Xico Stockinger, fez cursos de desenho com Ho Monteiro, Fabriano Rocha e Gustavot Dias. Participou, por 13 anos, das aulas regulares no Atelier Lou Borghetti. Para ampliar seus interesses, frequentou cursos de História da Arte com Maria Helena Bernardes, Jailton Moreira, extensão em História da Arte na PUCRS, cursos de Função Poética com Ricardo Silvestrin, pintura com Fernando Baril e o Laboratório de Criatividade de Ana Flavia Baldisserotto. Realizou exposições individuais em Porto Alegre e coletivas no Espaço Cultural dos Correios, Fundação Iberê Camargo, Galeria Bolsa de Arte, Museu de Arte de Londrina/PR, e em países como Estados Unidos (Miami e Los Angeles), Hungria, Áustria, Eslováquia, República Dominicana, França.

     

     

  • Exposição que a enchente frustrou está no Espaço Força e Luz até 15/2

    Exposição que a enchente frustrou está no Espaço Força e Luz até 15/2

    Está no Espaço Força e Luz, no Centro Histórico de Porto Alegre,  a exposição “Antropologia Visual” que reúne 17 trabalhos de 27 artistas trabalhos selecionados por edital.

    Sob forma de etnografias visuais e audiovisuais, fotografias, desenhos, colagens e ensaios, as obras apresentam recortes de vivências sociais e culturais contemporâneas caracterizadas pela diversidade.

    “O objetivo é aproximar o público e dar visibilidade à tradição de pesquisa, interpretação e produção no campo da antropologia visual e da imagem”, segundo Sylvia Bojunga, diretora do Museu Antropológico do Rio Grande do Sul.

    A exposição estava em montagem, quando   o prédio do Margs, na praça da Alfândega, em Porto Alegre, foi inundado pela enchente de maio de 2024.

    A mostra foi adiada e transferida para o Espaço Força e Luz, enquanto o edifício do Memorial passa por reformas e obras.

    Obras e autores participantes da exposição:

    ·  Nosso Território Nhande Ywy | filme etnográfico de Ana Ferraz

    ·  Nhanderexarai Vaerã Heỹ – Moa’i (Para não esquecer – Remédios) | filme etnográfico de Fábio Abbud e Cacique Karaí Tatendê (José de Souza)

    ·  Quando um livro se torna álbum de família: o reencontro do fotoetnógrafo Luiz Eduardo Robinson | Luiz Eduardo Robinson Achutti e Museu das Memórias (In)Possíveis

    ·  Estudantes da EJA: sujeitos/as/es de direito | Katiuci Pavei

    ·  A senhora de todas as sessões | Karen Käercher

    ·  Cybernéticos Low Tech | Mauro Bruschi, Jerônimo Magni Bruschi e Claudia Turra Magni

    ·  Entre sakuras, danças e tambores | Alexsânder Nakaóka Elias

    ·  Da Palha Cana-brava – Ilha de Maré | Lucas Barreto de Souza

    ·  Escrituras com Palimpsestos fotográficos urbanos | Felipe da Silva Rodrigues

    ·  Contra-intuitivo: Toda mulher que precisa de um santo é forte | Maria Carmencita da Felicidade Job, Laura Veronese e Camila Xavier Nunes

    ·  Estaleiro em dois tempos | Fernanda Rechenberg e Joaquim Rechenberg Benatto

    ·  É preciso aprender a voltar para casa | Araunã, Éder Braz, Jeferson Vieira, Luz Mariana Blet e Sérgio Anansi

    ·  O negro e a cidade | Elisa Algayer Casagrande

    ·  Abismo: agora não se ouvia mais nada, só o silêncio. Só o abismo daquele silêncio | Alex Hermes

    ·  Na encruzilhada do mercado | Aiá Rodriguez

    ·  Do outro lado do espelho tem um rio que corre na minha direção | Júlia Mistro Rodrigues

    ·  Uma vida bordada: a malha de Luiz Carlos Lessa Vinholes (1933-) | Hellen Fonseca

    Local: Galeria Arquipélago, Espaço Força e Luz – Rua dos Andradas, 1223, Centro Histórico de Porto Alegre

    Visitação: até 15/02/2025 – de segunda a sexta, das 10 às 19h, e aos sábados, das 11h às 18h

     

     

  • Graça Craidy completa dez anos de arte expondo violência contra mulher em  “Meu bem, meu mal”

    Graça Craidy completa dez anos de arte expondo violência contra mulher em “Meu bem, meu mal”

     

    Depois de uma década denunciando violência contra a mulher com suas pinturas, a artista visual gaúcha Graça Craidy reúne obras das suas várias coleções como a série Até que a morte nos separe, com retratos das cenas dos crimes de feminicídio coletadas em fotos de noticiários, a série Livrai-nos do Mal, em que aponta as violências referidas pela Lei Maria da Penha, a série Feminicidas, o machismo que mata, com homens portando revólveres no lugar do pênis, e Estupro, com assédio masculino, entre outras.
    A exposição Meu bem, meu mal, abre na terça-feira (11/02), no Memorial do Ministério Público, na Praça Marechal Deodoro, esquina com a rua Jerônimo Coelho.

    Tudo começou em março de 2015, ano da primeira exposição da artista, quando suas obras da série Até que a morte nos separe foram selecionadas para o Salão de Artes do Atelier Livre Xico Stockinger, de Porto Alegre, onde estudava desenho e pintura, e quando foi convidada, também, a compor o Dia da Mulher no Centro Cultural Zona Sul, no bairro Tristeza, da Capital.

    Após essas mostras iniciais, Graça Craidy foi convidada a expor a mesma série sobre feminicídio em importantes instituições, como o Memorial do Palácio da Justiça, Pinacoteca AJURIS, Memorial da Justiça Federal, Assembleia Legislativa, Memorial do TRE, Memorial do TRF4, e também em universidades, como FURG – campus de Rio Grande, UFPR – Campus Mourão (online), e mais tarde, no Museu da UFRGS, como convidada especial dos graduandos em Museologia, para integrar a sua exposição feminista de final do curso.

    Também inspirou trabalho acadêmico para aluna de disciplina Projetos Especiais, no curso de Artes Visuais do Instituto de Artes da UFRGS, integrou a capa do livro A Lei Maria da Penha na Justiça, da desembargadora Maria Berenice Dias, além de ilustrar capa e quatro páginas do caderno DOC, de ZH, em novembro de 2015, quando a redação do ENEM abordou o tema Violência contra a mulher.

    Fotos: Arquivo pessoal/ Divulgação

    “A palavra feminicídio ainda nem era conhecida, tive que fazer um banner explicando o termo”, conta a artista. “Coloquei embaixo dos quadros a foto original da reportagem que inspirou a pintura, e o efeito foi devastador. Ao atinarem que aquele não era apenas o retrato de uma mulher dormindo, mas de uma mulher morta – e pior: morta pelo marido ou pelo ex – as pessoas levavam um choque, queriam debater o assunto, entender o que se passava”- acrescenta a artista.

    “Foi assim que o assunto feminicídio passou das páginas policiais para o caderno de cultura. Em pouco tempo, eu expus mais de 12 vezes a mesma série. Todo mundo queria discutir feminicídio e, lamentavelmente, continua querendo, dado os recentes números de feminicídio no Brasil, considerado hoje não mais apenas um caso de segurança, mas de saúde pública.”

    O nome da exposição, “Meu bem, meu mal”, é uma referência ao contexto onde acontecem os crimes: sempre dentro do lar, sempre, na maioria das vezes, praticado pelo marido, companheiro, namorado ou ex que não aceita a separação.

    Nesta mostra no Memorial do Ministério Público, Graça Craidy mostra 30 obras selecionadas entre as mais de 50 que pintou sobre o tema. O vernissagem será às 17h, na Praça Marechal Deodoro 110. A entrada é franca.

    Texto: Carlos Souza

    SERVIÇO

    O QUÊ: EXPOSIÇÃO MEU BEM MEU MAL, DE GRAÇA CRAIDY
    QUANDO: DE 11 DE FEVEREIRO A 11 DE MARÇO

    HORÁRIO: DE 2ª A 5ª, DAS 8 ÀS 19 HORAS,
    ÀS 6ªs, DAS 8 ÀS 15 HORAS;
    SÁBADO E DOMINGO,FECHADO

    ABERTURA: 11 DE FEVEREIRO, ÀS 17 HORAS

    ONDE: MEMORIAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

    PRAÇA MARECHAL DEODORO, 110, ESQUINA COM A RUA JERÔNIMO COELHO.

  • “Atos e Cenas do RS”: inscrições abertas para selecionar 20 espetáculos

    “Atos e Cenas do RS”: inscrições abertas para selecionar 20 espetáculos

    O edital “Atos e Cenas do RS”, para ocupação do Teatro Oficina Olga Reverbel, foi lançado nesta segunda-feira (3/2), pela Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), por meio do Instituto Estadual de Artes Cênicas (Ieacen) e da Fundação Teatro São Pedro (FTSP).

    A iniciativa busca contemplar 20 espetáculos de artes cênicas, como circo, dança e teatro, com o subsídio de R$ 2,5 mil, isenção da taxa do teatro e bilheteria integral. As inscrições estarão abertas de terça-feira (4/2) até o dia 24 de março e podem ser realizadas neste link.

    As apresentações ocorrerão em um total de 20 datas, entre os dias 2 de julho e 19 de novembro, em todas as quartas-feiras, às 19h, em sessões únicas. Por meio de uma parceria com o Serviço Social do Comércio do Rio Grande do Sul (Sesc/RS), as equipes dos espetáculos selecionados que tenham endereço fora de Porto Alegre contarão com apoio para logística de alimentação, hospedagem e transporte. Acesse o regulamento na íntegra clicando aqui.
    Podem apresentar propostas pessoas jurídicas de direito privado representantes de artistas, grupos e coletivos – que tenham entre suas finalidades legais o exercício de atividades na área cultural, como associações, fundações, sociedades simples, incluindo cooperativas –, sociedades empresariais e empresas individuais de responsabilidade limitada (EIRELI) ou Micro Empreendedor Individual (MEI), desde que estabelecidas no Rio Grande do Sul, conforme comprovado pelo endereço cadastrado no cartão de CNPJ do proponente responsável pelo espetáculo.
    A Comissão de Avaliação do edital irá considerar os seguintes critérios: consistência da concepção artística do espetáculo; criatividade e inovação na forma de experimentação artística e relação com o espaço; estratégias de produção, montagem e divulgação; e ações afirmativas (inclusão e protagonismo de grupos sociais discriminados no elenco, na equipe ou na temática abordada). O atendimento aos princípios receberá, respectivamente, 35, 35, 20 e 10 pontos, totalizando 100 pontos.
    Os resultados preliminares serão divulgados em 14 de maio, e a listagem definitiva dos contemplados e suplentes, em 02 de junho.

    Esse edital faz parte do LabMultipalco, é um projeto de políticas públicas desenvolvido para a ocupação descentralizada do Multipalco Eva Sopher, com fornecimento de eixo formativo para as artes cênicas gaúchas.

    (Com informações da Assessoria de Imprensa)

  • Coletiva de artistas  gaúchas apresenta obras com abordagem feminista no Rio de Janeiro

    Coletiva de artistas gaúchas apresenta obras com abordagem feminista no Rio de Janeiro

    Mostra reúne mais de 120 trabalhos, de 46 criadoras, no Centro Cultural Correios, entre 5 de fevereiro (abertura) e 22 de março

    Obra de Helena d’Avila /Divulgação

    Uma mostra com viés feminista e representativa da recente produção de artistas visuais mulheres do Rio Grande do Sul será aberta no dia 5 de fevereiro, às 16h, no Centro Cultural dos Correios, no Rio de Janeiro. Com curadoria de Ana Zavadil, que foi curadora-chefe do MARGS, o principal museu público do RS, e do MACRS, além de curadora assistente da 10ª Bienal Mercosul (2015), a exposição apresenta mais de 120 obras, de autoria de 46 artistas.

    Curadora Ana Zavadil – Arquivo pessoal – Divulgação –

    “Esse trabalho é mais um avanço na expansão da pesquisa em relação às artistas gaúchas”, diz Zavadil, que desde 2014 mantém foco na abordagem feminista e busca visibilidade e reconhecimento para as mulheres que produzem arte. Uma de suas exposições, “Fora das Sombras: Novas Gerações do Feminino na Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul”, ficou em cartaz durante oito meses no Museu Oscar Niemeyer (MON) em Curitiba, sendo prorrogada a pedido da instituição em razão do interesse do público, que a visitou entre agosto de 2022 e março de 2023.

    Obra ‘Clitóris’, de Simone Barros/ Divulgação
    .Obra de Mary Marodin/Divulgação

    A atual exposição, denominada “Reivindicação: Escrituras e Utopias do Feminismo”, começou a ser projetada há mais de um ano, a partir de convite do Centro Cultural Correios. A mostra, instalada nas Galerias I e II, no 3º andar do CCC, reúne trabalhos produzidos nas mais diferentes técnicas e linguagens artísticas, executados por nomes reconhecidos, como, por exemplo, Cláudia Sperb, Andréa Brächer, Umbelina Barreto, Simone Bernardi, Sandra Gonçalves, Helena d’Ávila, Isabel Marroni, Kika Costa, Márcia Marostega e Sílvia Brum, e também por outras artistas donas de carreiras consolidadas.

    Obra de Susan Mendes. /Divulgação

    Graduada em Desenho e Pintura em 1978 pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IA/UFRGS), onde também lecionou, Umbelina Barreto conta que seus desenhos são construídos com diversos materiais, iniciando com o carvão e seguindo com pastéis secos coloridos e pedras calcárias. “A relação das imagens perpassa a história da arte, as experiências vividas e por vezes a indignação com o que ocorre no mundo. Fazer arte é minha forma de ser justa”, afirma.

    Obra de Ivone Rabelo/Divulgação
    Obra de Mariana Orengo/Divulgação

    ARTISTAS DA EXPOSIÇÃO

    Alexandra Eckert, Ana Flores, Andréa Brächer, Clara Figueira, Clara Koppe, Cláudia Sperb, Cristie Boff, Esther Bianco, Evenir Comerlato, Fátima Pinto, Gio Hemb, Griseldes Vieira, Helena d’Ávila, Isa Dóris Teixeira de Macedo, Isabel Marroni, Ita Stockinger, Ivone Rabelo, Jane Maria, Juiara Barbizan, Jussara Moreira, Karina Koslowski, Kika Costa, Laura Ribero Rueda, Lisi Wendel, Lorena Steiner, Lu Gaudenzi, Márcia Marostega, Maria Paula Giacomini, Mariana Orengo, Marinelsa Geyer, Mary Marodin, Mery Bavia, Milene Gensas, Miriane Steiner, Mylène d’huyer, Neca Lahm, Regene Rocha, Sandra Gonçalves, Selir Straliotto, Sílvia Brum, Simone Barros,

    Simone Bernardi, Sirlei Hansen, Susan Mendes, Susie Prunes, Umbelina Barreto.

     SERVIÇO

    Obra de Susie Prunes/Divulgação
    .Obra de Lisi Wendel/Divulgação9

    Exposição: “Reivindicação: Escrituras e Utopias do Feminismo”

    Curadoria: Ana Zavadil

    Abertura: 5 de fevereiro (quarta-feira), às 16h

    Visitação: 6 de fevereiro a 22 de março

    Horário: de terça a sábado, das 12h às 19h

    Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro

    Entrada franca

    Fotos: Divulgação das artistas

    .Obra de Umbelina Barreto/ Divulgação
  • ‘Baile das Letrinhas’, montagem teatral com Deborah Finocchiaro , em versão inédita

    ‘Baile das Letrinhas’, montagem teatral com Deborah Finocchiaro , em versão inédita

    O espetáculo solo, que faz brincadeiras com jogo de palavras e traz a questão do respeito às diferenças, encanta crianças e adultos e desde a sua estreia é um sucesso absoluto

    Baile das Letrinhas, da Companhia de Solos & Bem Acompanhados, com direção de Júlia Ludwig, chega com novidade para esta nova temporada, no Porto Verão Alegre: a peça vem com animações incríveis criadas por Angelo Maximo, numa versão ainda inédita, ou seja, terá sua estreia no festival. A montagem parte do livro infantil escrito pela multiartista Deborah Finocchiaro e propõe uma brincadeira com o alfabeto de forma poética e lúdica. Através de elementos simples que se transformam sob o olhar do público, a premiada atriz baila com as letras e as palavras, reconhecendo seus formatos e sonoridades, aproximando-as do universo das crianças através de imagens, música ao vivo e manipulação de objetos. Baile das Letrinhas integra o Porto Verão Alegre, junto com outras montagens de Deborah, que celebra em 2025 seus 40 anos de palco.

    “A peça estimula e exalta a imaginação, o prazer de aprender e o autodesenvolvimento, valorizando o respeito às diferenças e à autenticidade. Conscientiza e provoca a reflexão sobre a diversidade e unicidade de cada indivíduo, que, assim como as letrinhas – que só formam palavras por serem diferentes umas das outras -, tem seu valor único e intransferível”, afirma a atriz.

    O livro Baile das Letrinhas, editado pela Bestiário, teve seu lançamento, em julho de 2022, na Casa de Cultura Mario Quintana em Porto Alegre, emocionando um público de crianças e adultos. E assim, a peça teatral ganhou corpo e atualmente é um sucesso entre crianças e adultos que lotam as salas de teatro para vê-la. Já participou de inúmeros eventos, entre eles feiras de livro e temporadas no RS e em SP.

    Deborah Finocchiaro é multiartista e completa 40 anos de teatro em 2025, algo para se comemorar! Bacharel em Interpretação Teatral no DAD / UFRGS (1992), já participou de centenas de trabalhos como atriz no teatro, cinema e televisão. É também diretora, locutora, produtora, mestre de cerimônias, apresentadora, roteirista e ministrante. Ao longo de sua carreira, recebeu 36 prêmios, entre eles melhor espetáculo, melhor atriz, melhor direção, melhor texto adaptado, melhor roteiro e melhor artista de teatro. Em 1993 criou a Companhia de Solos & Bem Acompanhados – que atingiu mais de 500 mil pessoas através de seus espetáculos, oficinas e performances. Percorreu mais de 80 cidades no Rio Grande do Sul, 18 estados brasileiros, Uruguai, Argentina e Portugal, participando de temporadas, projetos, mostras e festivais nacionais e internacionais.

    Júlia Ludwig é diretora, atriz e professora de teatro. Idealizadora da Cia Circular e diretora do Bloco da Laje, desenvolve projetos tanto em palcos quanto em espaços públicos urbanos. A composição dramatúrgica, especialmente de mulheres e crianças, permeia seu trabalho como encenadora e professora. É proponente do projeto Solos Férteis, dirigiu solos autorais femininos de Dedy Ricardo, Maria Falkembach, Renata de Lélis, e atua na peça Solo Fértil: Canção para o Povo em Pé, também em cartaz no 26º Porto Verão Alegre. Desenvolveu o podcast “Bendita Sois Voz” ao lado de Luciane Panisson e é professora da A Barca, Escola Aberta de Teatro. Premiada como melhor diretora do Festival da Cidade do Rio de Janeiro em 2011 por “Tempografia”. Como professora foi premiada como melhor orientação, melhor roteiro original, melhor sonoplastia e melhor espetáculo no 6° Festival de Teatro Escolar de Canela em 2003, por “Brincadeira no Escuro”, em sua primeira experiência como diretora.

    Ficha técnica:

    Texto, músicas e atuação – Deborah Finocchiaro

    Concepção – Deborah Finocchiaro e Júlia Ludwig

    Direção – Júlia Ludwig

    Construção de formas animadas, cenografia e orientação de manipulação – Paulo Martins Fontes e Eduardo Custódio

    Boneco de luva – Rodrigo Hernández Sandoval

    Figurino – Renan Vilas

    Iluminação – Leandro Roos Pires

    Trilha sonora – Rafael David

    Animações – Angelo Maximo

    Fotos – Fernanda Chemale e Thiago Cardinali

    Social media – Geovana Benites

    Assessoria de imprensa – Bebê Baumgarten

    Parceria cultural – Cia Circular

    Produção e realização – Companhia de Solos & Bem Acompanhados

    Duração: 35 minutos

    Classificação: livre

    Alguns comentários:

    “‘Baile das letrinhas’ é uma celebração à palavra no que ela produz de espanto e faísca de luz quando se vislumbra o encanto pelo verbo. Um despertar sensorial da intelecção e da consciência crítica nos primeiros passos dos e das pequenas cidadãs. É inteligente como a dramaturgia não se rende ao ordenamento do alfabeto, embaralhando seus signos, dando corpo e musicalidade ao ato do brincar. A oficina com a plateia, na sequência, materializa belamente esse dispositivo capaz de fisgar também pais ou responsáveis.” Valmir Santos, crítico teatral – São Paulo, julho de 2023

    “Poucas foram as obras que me impactaram no trabalho de ator que usava seu corpo metamorfoseando-se como criança, suas surpresas, suas descobertas do prazer, delicadezas e até as dores. Foi quando na estreia de “Baile das Letrinhas” que ao ter a experiência de poetizar com essa enorme atriz que é a Deborah Finocchiaro, a cena me conduziu a um momento feliz da minha infância em que tudo que se tocava se transformava e potencializava, e no final todos nós éramos crianças regidas pelo jogo da criança grande da cena. Sucesso total… amor trazido da infância recobrados, vivos…  esqueci de tudo à nossa volta, predisposto pelo espetáculo que me transportou e brinquei… hoje festejo toda vez que relembro, obrigado Deborah por mais esse encontro mágico! Aprendi com a fluidez dessa sutil aliança e com você que ainda vale a pena amar!” Paulo Martins Fontes, Ator-bonequeiro – Porto Alegre, 07/11/2022

    “… As letrinhas deste belo trabalho de Deborah Finocchiaro são quentes, começando pelo carinhoso diminutivo, tão aconchegante. Vamos abraçar estas letrinhas, a autora, os leitores e os espectadores…”  Deonísio da Silva, da Academia das Ciências de Lisboa, escritor – agosto de 2022

    BAILE DAS LETRINHAS

    25 de janeiro, sábado, 15h e 17h – “Baile das Letrinhas”

    Com Deborah Finocchiaro, direção Júlia Ludwig

    Instituto Ling – Rua João Caetano, 440 – Três Figueiras, Porto Alegre/RS

    ingressos antecipados:

    https://ingressos.portoveraoalegre.com.br/event/13/baile-das-letrinhas

    Valores:

    De R$ 21,00 a R$ 80,00

    Preços populares, em conformidade com a Lei Rouanet, além de outros descontos com parceiros, detalhados no site do festival

    Pontos de venda:

    Online, pelo site: www.portoveraoalegre.com.br

    Pontos de venda físicos:

    Barra Shopping (Av. Diário de Notícias, 300), no 2º andar, ao lado da Loja da Havaianas. De segunda a sábado das 10h às 22h, domingos e feriados das 14h às 20h.

    Casa de Cultura Mario Quintana/ térreo, de terça a domingo das 13h às 20h.

    Nos dias das apresentações, a partir de 1h antes do início das sessões, nas bilheterias dos respectivos teatros

    Material para imprensa:

    https://drive.google.com/drive/folders/19f8x25n0NY7CMYjPEQVXSkmDvAoGmOOc?usp=share_link

    Teaser: https://youtube.com/shorts/WeNUi7agA5s

    Redes da artista:

    https://www.youtube.com/user/deborahfinocchiaro

    www.instagram.com/deborahfinocchiaro

    www.deborahfinocchiaro.com

    Outras montagens da Companhia de Solos & Bem Acompanhados no Porto Verão Alegre 2025

    31 de janeiro, 01 e 02 de fevereiro, 20h – “Descartada – Diário secreto de uma Secretária Bilíngue”

    Com Deborah Finocchiaro, direção Vinícius Piedade e Deborah Finocchiaro

    CHC Santa Casa – Avenida Independência, 75 – Independência, Porto Alegre

    https://ingressos.portoveraoalegre.com.br/event/13/descartada-diario-secreto-de-uma-secretaria-bilingue

  • Espetáculo “O Lanceirinho Negro”, apresentado em praças e parques de Porto Alegre

    Espetáculo “O Lanceirinho Negro”, apresentado em praças e parques de Porto Alegre

    O espetáculo infanto juvenil “O Lanceirinho Negro”, inspirado no livro homônimo da escritora gaúcha Angela Xavier, será apresentado em diversos espaços públicos de Porto Alegre entre os dias 23 e 26 de janeiro. Com realização do coletivo Trupi di Trapu e contemplado pelo último Edital de Produção Artística do Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural de Porto Alegre (Fumproarte), o projeto é financiado pelo Grupo Carrefour Brasil.

    A diretora do espetáculo infanto juvenil Mayura Matos: Foto Divulgação

    A montagem dirigida por Mayura Matos traz à tona histórias de luta e resistência dos Lanceiros Negros, promovendo reflexões sobre ancestralidade e fortalecimento identitário para crianças e adolescentes. No elenco, estão Anderson Gonçalves, Bruno Fernandes, Jane Oliveira e Yannikson (no papel do Lanceirinho). Ketelin Oliveira integra o grupo, realizando a interpretação de libras.

    A peça é uma adaptação teatral da obra de Angela Xavier, criada para responder às inquietações de uma aluna sobre a Revolução Farroupilha. O espetáculo, rico em sonoridades e elementos da cultura afro-gaúcha, utiliza recursos como atabaques, samba de roda e arquétipos dos orixás para envolver o público em uma narrativa poética e educativa.

     

    Os personagens conectam vivências contemporâneas com a memória dos Lanceiros Negros, símbolos de coragem e resiliência. “O espetáculo surge como uma possibilidade de resgate ancestral, de difusão de conhecimento e de aproximação das novas gerações com a cultura e com a história negro-brasileira, ao mesmo tempo em que marca os 17 anos da Trupi di Trapu”, explica o ator e bonequeiro Anderson Gonçalves, responsável pela produção e cenografia do espetáculo.

    Para Gonçalves, apresentar a peça em locais públicos é essencial para ressaltar o papel dos Lanceiros Negros na história do Rio Grande do Sul e enfrentar o racismo estrutural do Estado. “Esses espaços são democráticos e permitem discutir a invisibilidade histórica de heróis negros e indígenas, que muitas vezes são omitidos da narrativa tradicionalista”, ressalta. “Mostrar essas histórias na rua ajuda a desconstruir estereótipos e contribui para a formação de uma consciência antirracista, valorizando a diversidade e a memória desses heróis esquecidos”, opina.

     

    Além da valorização histórica, a encenação destaca a importância do protagonismo negro, explorando temas como identidade e combate ao racismo por meio de jogos, músicas e brincadeiras afrorreferenciadas. A montagem é uma oportunidade única de promover o diálogo entre gerações, fortalecendo o orgulho das raízes culturais negras.

     

    Com o objetivo de ampliar o debate presente no livro e de expandir cada vez mais a memória dos Lanceiros Negros, o espetáculo teatral O Lanceirinho Negro, proposto pelo grupo, surge como uma possibilidade de resgate ancestral, de difusão de conhecimento e de aproximação das novas gerações com a cultura e com a história negro-brasileira.

     

    Com este projeto, a Trupi di Trapu se coloca em um lugar de acolhimento com as infâncias negras, se propondo ao resgate da memória heróica negra com grande relevância histórico-socialcultural e também de prospecção de lugares heróicos, positivos e de identificação para as novas gerações.

     “Nosso trabalho, ao abordar o letramento racial e destacar a importância de personagens negros, promove reflexões e valoriza heróis que inspiram resistência e esperança. Embora tratemos de temas históricos pesados, como a luta e a morte dos Lanceiros Negros, trazemos também a mensagem de virtude e liberdade, que vai além da ausência de correntes, abrangendo a aceitação e a valorização do outro em sua essência”, afirma Anderson. “Pedagogicamente, mostramos que os heróis podem e devem ser negros, indígenas ou LGBTQIA+, ampliando referências e fortalecendo as relações étnico-raciais na comunidade”.

    FICHA TÉCNICA:

    Atuadores: Anderson Gonçalves, Bruno Fernandes, Jane Oliveira e Yannikson

    Diretora cênica/encenadora: Mayura Matos

    Produtor executivo, cenógrafo e criação de bonecos: Anderson Gonçalves

    Diretora musical: Jane Oliveira

    Intérprete de Libras: Ketelin Oliveira

    Assessoria Histórica: Angela Maria Xavier Freitas

    Figurinos e cenografia: Mari Falcão

    Designer gráfico: Yannikson

    Assessoria de Imprensa: Silvia Abreu

    Identidade Visual: Mitti Mendonça e Alisson Affonso

    Fotografia e Gestão de Redes Sociais: Juliette Bavaresco

    Produção local: Rita Santos

     

    Realização: Trupi Di Trapu
    Financiamento: Fumproarte, Prefeitura de Porto Alegre

    Canais de comunicação:
    Instagram: @trupiditrapu
    E-mail: trupiditrapu@hotmail.com

    SERVIÇO:

    O quê: Espetáculo infantojuvenil “O Lanceirinho Negro” com a Trupi di Trapu. Direção: Mayura Mattos

    Quando e onde:

    • Dia 23/01, quinta-feira, 17h – Explanada da Restinga, Estr. João Antônio da Silveira, 2359
    • Dia 25/01, sábado, 10h30min – Chocolatão | Biblioteca, Av. Loureiro da Silva, 445, Centro Histórico
    • Dia 26/01, domingo, 16h – Redenção | Perto da Cancha de Bocha
    • Quanto: Gratuito
      Classificação indicativa: Livre
  • Lançamento do Curso EAD do Projeto Tamo Junto: Metodologias para abordagens de adolescentes

    Lançamento do Curso EAD do Projeto Tamo Junto: Metodologias para abordagens de adolescentes

    Neste dia 10 de janeiro, sexta-feira, às 9h, na sede da Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (FASE/RS), na capital, será apresentado o Curso EAD do Projeto Tamo Junto, uma iniciativa conjunta entre a Prefeitura de Porto Alegre e a FASE/RS. O objetivo é instrumentalizar profissionais para promoção de saúde emocional e o bem-estar dos adolescentes, oferecendo-lhes informações e ferramentas que os ajudem a desenvolver autonomia no cuidado individual e coletivo intra e extramuros. O curso será online e gratuito, disponível pela plataforma educaPOA. A formação é voltada para profissionais que atuam no sistema socioeducativo, saúde, educação, assistência social e áreas relacionadas ao cuidado de adolescentes.

    Composto por três módulos, o curso capacita profissionais para desenvolver habilidades éticas, sociais e emocionais que promovam relações de cuidado, compaixão e apoio ao desenvolvimento integral de adolescentes em medidas socioeducativas ou fora desse contexto. Entre os objetivos específicos, destacam-se: formar agentes e profissionais de diversas áreas para aplicar a metodologia do projeto, promover discussões temáticas sobre adolescência em contextos de vulnerabilidade, incluindo autonomia e aprendizagem socioemocional, e oferecer ferramentas práticas para o manejo de emoções no atendimento a esses jovens.

     “Considerando as características que permeiam a adolescência e os adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa e a necessidade de habilidade dos profissionais que se dedicam a este público, é essencial que os mesmos tenham qualificação para abordagem adequada e oportuna das situações identificadas. Entendemos que a melhora no cuidado aos adolescentes pode vincular os mesmos aos profissionais, reduzir danos e exposição a riscos e reconduzi-los para uma adolescência plena”, afirma a Coordenadora da Área Técnica da Criança e Adolescente da Secretaria Municipal de Saúde, Sonia Silvestrin. O Curso proposto viabiliza a formação dos profissionais da FASE, instrumentalizando os mesmos na abordagem dos temas centrais da adolescência, fomentando o planejamento e execução de oficinas junto aos adolescentes. O curso fica disponível de janeiro a dezembro para a realização dos profissionais.

    PRIORIDADE ESTRATÉGICA

    A proposta do Tamo Junto – vai além do bem-estar individual. Ela também visa reduzir danos e fortalecer a autonomia de cuidado dos adolescentes durante e pós sistema socioeducativo. A iniciativa é vista como uma estratégia essencial para humanizar o cuidado e fortalecer os vínculos entre jovens e profissionais.

    RESULTADOS E EXPANSÃO FUTURA

     Os resultados obtidos até agora mostram avanços significativos. Adolescentes que participam das atividades têm demonstrado maior autonomia no cuidado com a saúde, além de melhorias no bem-estar emocional e físico. Com base nesses êxitos, a Prefeitura e a FASE/RS planejam expandir o projeto para outros centros socioeducativos e desenvolver programas de formação contínua para os profissionais envolvidos.

    A parceria com a Secretaria da Saúde de Porto Alegre é uma excelente notícia visando a qualificação do atendimento socioeducativo. “O projeto atende a duas diretrizes fundamentais de atuação da Fase: a formação permanente dos nossos servidores e as ações destinadas à promoção da saúde física e mental entre os adolescentes e jovens adultos”, destacou o presidente da Fase, José Stédile. O gestor lembra, ainda, que as primeiras edições do Tamo Junto já garantiram a realização de oficinas temáticas junto aos jovens entre os anos de 2020 e 2023. “O objetivo, agora, é potencializar ainda mais as atividades. As oficinas desenvolvem autonomia no processo individual e coletivo do cuidado visando promover, proteger e recuperar a saúde da população socioeducativa”, completou.

    A apresentação do projeto marca um novo passo na consolidação de políticas públicas voltadas à inclusão e ao cuidado de adolescentes. O evento reforça o compromisso das instituições envolvidas em construir novas formas de ações e educação em saúde para adolescentes em medida socioeducativa.

    Serviço:

    O que: Apresentação do Projeto Tamo Junto – Edição Conecta

    Quando: 10 de janeiro de 2025, às 9h

    Onde: Auditório da Sede da Administrativa da FASE/RS, Avenida Padre Cacique,1372, Porto Alegre

  • Lançamento do Curso EAD do Projeto Tamo Junto: Metodologias para abordagens de adolescentes

    Lançamento do Curso EAD do Projeto Tamo Junto: Metodologias para abordagens de adolescentes

    Neste 10 de janeiro, às 9h, na sede da Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (FASE/RS), na capital, será apresentado o Curso EAD do Projeto Tamo Junto, uma iniciativa conjunta entre a Prefeitura de Porto Alegre e a FASE/RS. O objetivo é instrumentalizar profissionais para promoção de saúde emocional e o bem-estar dos adolescentes, oferecendo-lhes informações e ferramentas que os ajudem a desenvolver autonomia no cuidado individual e coletivo intra e extramuros. O curso será online e gratuito, disponível pela plataforma educaPOA. A formação é voltada para profissionais que atuam no sistema socioeducativo, saúde, educação, assistência social e áreas relacionadas ao cuidado de adolescentes.

    Composto por três módulos, o curso capacita profissionais para desenvolver habilidades éticas, sociais e emocionais que promovam relações de cuidado, compaixão e apoio ao desenvolvimento integral de adolescentes em medidas socioeducativas ou fora desse contexto. Entre os objetivos específicos, destacam-se: formar agentes e profissionais de diversas áreas para aplicar a metodologia do projeto, promover discussões temáticas sobre adolescência em contextos de vulnerabilidade, incluindo autonomia e aprendizagem socioemocional, e oferecer ferramentas práticas para o manejo de emoções no atendimento a esses jovens.

    Considerando as características que permeiam a adolescência e os adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa e a necessidade de habilidade dos profissionais que se dedicam a este público, é essencial que os mesmos tenham qualificação para abordagem adequada e oportuna das situações identificadas. Entendemos que a melhora no cuidado aos adolescentes pode vincular os mesmos aos profissionais, reduzir danos e exposição a riscos e reconduzi-los para uma adolescência plena”, afirma a Coordenadora da Área Técnica da Criança e Adolescente da Secretaria Municipal de Saúde, Sonia Silvestrin. O Curso proposto viabiliza a formação dos profissionais da FASE, instrumentalizando os mesmos na abordagem dos temas centrais da adolescência, fomentando o planejamento e execução de oficinas junto aos adolescentes. O curso fica disponível de janeiro a dezembro para a realização dos profissionais.

     PRIORIDADE ESTRATÉGICA

    A proposta do Tamo Junto – vai além do bem-estar individual. Ela também visa reduzir danos e fortalecer a autonomia de cuidado dos adolescentes durante e pós sistema socioeducativo. A iniciativa é vista como uma estratégia essencial para humanizar o cuidado e fortalecer os vínculos entre jovens e profissionais.

    RESULTADOS E EXPANSÃO FUTURA

     Os resultados obtidos até agora mostram avanços significativos. Adolescentes que participam das atividades têm demonstrado maior autonomia no cuidado com a saúde, além de melhorias no bem-estar emocional e físico. Com base nesses êxitos, a Prefeitura e a FASE/RS planejam expandir o projeto para outros centros socioeducativos e desenvolver programas de formação contínua para os profissionais envolvidos.

    A parceria com a Secretaria da Saúde de Porto Alegre é uma excelente notícia visando a qualificação do atendimento socioeducativo. “O projeto atende a duas diretrizes fundamentais de atuação da Fase: a formação permanente dos nossos servidores e as ações destinadas à promoção da saúde física e mental entre os adolescentes e jovens adultos”, destacou o presidente da Fase, José Stédile. O gestor lembra, ainda, que as primeiras edições do Tamo Junto já garantiram a realização de oficinas temáticas junto aos jovens entre os anos de 2020 e 2023. “O objetivo, agora, é potencializar ainda mais as atividades. As oficinas desenvolvem autonomia no processo individual e coletivo do cuidado visando promover, proteger e recuperar a saúde da população socioeducativa”, completou.

    A apresentação do projeto marca um novo passo na consolidação de políticas públicas voltadas à inclusão e ao cuidado de adolescentes. O evento reforça o compromisso das instituições envolvidas em construir novas formas de ações e educação em saúde para adolescentes em medida socioeducativa.Serviço:

    O que: Apresentação do Projeto Tamo Junto – Edição Conecta

    Quando: 10 de janeiro de 2025, às 9h

    Onde: Auditório da Sede da Administrativa da FASE/RS, Avenida Padre Cacique,1372, Porto Alegre

  • Semana de Arte da Galeria Bublitz, com mais de 400 itens, na praia de Atlântida

    Semana de Arte da Galeria Bublitz, com mais de 400 itens, na praia de Atlântida

    O mar está para arte. E o veraneio começa com a tradicional Semana de Arte da Galeria Bublitz na Sociedade dos Amigos do Balneário Atlântida (SABA). A programação inicia no sábado, 4 de janeiro, e segue até domingo, 12. Além das obras de arte de diversos artistas gaúchos e nacionais, tapetes orientais e objetos de decoração, a mostra terá a participação de Marcelo Hübner, fazendo pinturas ao vivo, retratando cenas do litoral. E na sexta-feira, dia 10 de janeiro, às 20h, haverá a palestra “Ver a Arte” com a professora de história da arte Tânia Bian. A entrada é franca para a palestra e a exposição.

    O artista visual Marcelo Hubner/ Divulgação

    Durante a temporada, Hübner, que mora em Porto Alegre, praticamente se muda para Atlântida e para a SABA, que se transforma em seu atelier. As cores e os traços característicos de Hübner poderão ser conferidos pessoalmente por quem visitar a exposição, que também traz obras de suas principais séries: “Banhistas”, “Floristas”, “Urbanos”, “Jornais Florais” e as “Paisagens Gaúchas”, com a retomada das origens com os cenários do Rio Grande do Sul, expressos na grandiosidade dos campos e dos pampas; “Jardins Tropicais”, com suas folhas características, sua exuberância, em diversos tons de verde; e a série “Vívidas”, com figuras femininas, de teor intenso e ardente, que trazem um raio vívido de esperança para as telas.

    “A Galeria Bublitz faz do Rio Grande do Sul sua casa. Ao longo do ano, levamos arte para o interior, para cidades como Caxias do Sul, Uruguaiana, Itaqui, Bagé e muito mais. E, agora, abrimos a programação de 2025 em um lugar que representa cultura, lazer e arte, com uma mostra perto do mar, na SABA, para toda a população do litoral e veranistas. Começamos o ano em um dos mais belos cenários e com muita beleza em obras de arte, tapetes orientais e objetos de decoração, que não só poderão ser apreciados como adquiridos por quem visitar a exposição”, detalha o marchand Nicholas Bublitz.

    A professora de arte Tânia Bian faz palestra dia 10. Foto: Acervo pessoal/ Divulgação

    Além das obras de Marcelo Hübner, a Semana de Arte da Galeria Bublitz traz mais de 400 itens, com destaque para as criações de Erico Santos, Antonio Soriano, Paulo Amaral, Paulo d’Avila, Marcelo Zeni, Mirian Garcia, Vitório Gheno, Kenji Fukuda, Fernando Ikoma, Flávio Scholles, Ênio Lippmann, Ana Caroline Becker, Sergio Lopes e João Carlos Bento.

    Os tapetes orientais, que são outra marca registrada da Bublitz, também estarão no espaço. Exclusivos e importados da Índia e do Irã trazem a tradição dos modelos Kashan, Tabriz, Hamadan, Shiraz, Ziegler, Nain, Mood, Kazak e Beluche. A exposição também destaca objetos de decoração, como porcelana europeia, itens em cristal checo e polonês e faianças vindas de Toscana, na Itália.

    A mostra funcionará como um outlet, com todos os itens à venda com descontos de 25% a 50%, com pagamento em até 10 vezes sem juros.

    Serviço:

    Semana de Arte no Litoral com Bublitz Galeria de Arte
    Local: SABA – Av. Central, 5 – Atlântida
    Período: 4 a 12 de janeiro de 2025
    Horário: das 10h30 às 19h30

    Palestra “Ver a Arte”
    Ministrante: Tânia Bian
    Data: 10 de janeiro
    Horário: 20h às 21h30