Autor: da Redação

  • Nos 50 anos da Delphus Galeria, exposição de colagens de Márcia Baroni

    Nos 50 anos da Delphus Galeria, exposição de colagens de Márcia Baroni

    Neste mês de agosto, em que completa 50 anos de existência, a Delphus Galeria e Molduras inaugura, no dia 13 (terça-feira), uma exposição que leva os espectadores a viajar por lugares icônicos de diferentes países.

    Trata-se de “Mundo Afora”, da artista visual Márcia Baroni, que se dedica à colagem, técnica que, entre outros, foi praticada por mestres como Pablo Picasso e Georges Braque, fundadores do cubismo. A visitação irá até 12 de setembro.

    A mostra conta com 23 quadros, a maioria de 0,80 x 0,80 cm, e uma instalação que reproduz a favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, a partir do conceito de sustentabilidade, utilizando caixas de remédios, de fósforos, de perfumes.

    Obra Santa Tereza, no Rio de Janeiro/ Divulgação

    A cidade também aparece maravilhosa nas representações de seu bairro mais tradicional e famoso, Copacabana, com sua praia, e de Santa Tereza, esse mostrado com seu emblemático bonde.

    A viagem conduzida pela reconhecida técnica de Márcia transporta o visitante a Ushuaia e Cerro Castor, na vizinha Argentina, a Trastevere, em Roma, a Bruges, na Bélgica, ao Time Square, em Nova York, por exemplo.

    “É uma honra, um presente significativo, participar desse momento para lá de especial com a galeria Delphus”, diz Márcia, referindo-se à data que marca o meio século de existência da galeria. “Minha gratidão pela partilha desses espaços de criação, desenvolvimento da arte, pesquisa e convívio com a singularidade criativa”.

    A artista visual Márcia Baroni – Divulgação

    O ponto de partida, a base do trabalho de Márcia, é o seu desenho. A partir daí, usa fragmentos de revistas descartadas como elementos pictóricos. Pedacinhos recortados vão preenchendo os desenhos e dando cor aos espaços retratados. “É um trabalho lento, meticuloso, detalhista, numa produção analógica, de pesquisa, criatividade, paciência, desaceleração”.

    Comandada por Salete Salvador, a Delphus Galeria e Molduras possui acervo de obras de mais de 300 artistas de diversos lugares do Brasil, nos estilos clássico, moderno e contemporâneo. A galeria, inaugurada em 1974 em Porto Alegre, trabalha com acervo de obras originais superior a 2 mil itens, entre pinturas, esculturas, fotografias e gravuras seriadas.

    Obra Bruges, na Bélgica/ Divulgação

    O serviço de moldura para quadros da galeria é referência na Capital, aliando assessoria especializada na escolha da melhor montagem à mão de obra qualificada.

    O quê: Exposição Mundo Afora, da artista visual e colagista Márcia Baroni

    Onde: Delphus Galeria e Molduras

    Endereço: Av. Cristóvão Colombo, 1501, bairro Floresta

    Visitação: de 13 de agosto a 12 de setembro

    Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h45 e sábado, das 9h às 13h

    Entrada gratuita

  • Homenagem no Theatro São Pedro, com exposição e dança celebram os 80 anos de Vera Bublitz

    Homenagem no Theatro São Pedro, com exposição e dança celebram os 80 anos de Vera Bublitz

     

    Solenidade será no dia 15 de agosto e inicia, às 19h, com exposição que retrata a trajetória de 80 anos da mestre da dança, seguida por espetáculo beneficente.

    Um dos grandes nomes da dança do Estado será homenageada pelo principal templo da cultura do Rio Grande do Sul. Vera Bublitz recebe uma placa alusiva à sua contribuição para a cultura no Theatro São Pedro na quinta-feira, 15 de agosto. A homenagem é um reconhecimento ao trabalho que a mestre da dança exerce em formar e projetar talentos do Rio Grande do Sul para o Brasil e para o mundo.

    O evento inicia às 19h com a exposição “Vera Bublitz: 80 anos” e será seguido, às 20h, pelo espetáculo beneficente, com parte da renda revertida para a Liga Feminina de Combate ao Câncer. Ao final do evento, Vera receberá uma placa alusiva ao seu empenho em prol da cultura do Estado, que fará parte de uma galeria ao lado de outros grandes nomes que também receberam esse reconhecimento.

    Vera Bublitz comemora 80 anos – Estúdio Daniel Martins/ Divulgação

    “Para nós, é uma alegria e uma honra poder, mais uma vez, ter a presença de Vera Bublitz no palco, mas agora nós queremos homenageá-la e queremos marcar essa história como artista, como criadora, como diretora de escola, como animadora, como alguém que formou muitos jovens e valores que estão levando a dança do Brasil para todo o mundo”, destaca Antonio Hohlfeldt, presidente da Fundação Theatro São Pedro.

    Trajetória

    Nascida em 19 de fevereiro de 1944, em São Francisco do Sul, em Santa Catarina, Vera Bublitz encontrou a dança muito cedo. Aos 5 anos, começou as aulas de ballet com a russa Albertina Saikowska, uma mestre da dança que seguia a metodologia da lendária professora russa Agripina Vaganova. Vera estudou dança até os 16 anos, quando se casou com o ortodontista gaúcho Carlos Bublitz. Em 1966, Vera fundou sua primeira escola de ballet na cidade de Cruz Alta, no interior do RS. Vieram os filhos Nicholas Bublitz e Carlla Bublitz e o amor pela cultura e pela dança foi transmitido para seus descendentes. Nicholas está à frente da Galeria Bublitz, em Porto Alegre, e Carlla seguiu os passos da mãe e hoje é uma das diretoras do Ballet Vera Bubliz. O neto Patrick Bublitz, filho de Carlla, também acompanhou os passos artísticos da família, e hoje, além de professor de dança, é ator e um dos diretores da BAM – Bublitz Academia de Musicais.

    Vera Bublitz no camarim do Theatro São Pedro – Estúdio Daniel Martins/ Divulgação

    Nesse percurso, de quase 60 anos, muitos talentos formados pelo Ballet Vera Bublitz brilharam e continuam brilhando em palcos internacionais. Grandes nomes da dança mundial também compartilharam o palco, ao lado dos bailarinos e bailarinas BVB, como Fernando Bujones, Johan Renvall, Albert Evans, Nikolaj Hübbe, a gaúcha Nora Esteves e a primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Ana Botafogo.

    Espetáculo e exposição

    Para o espetáculo que homenageia Vera Bublitz também foram convidados bailarinos que atualmente estão entre os melhores do Brasil, como Paulo Vitor Rodrigues e Marcos Silva, da Companhia Paulista de Dança Adriana Assaf. Eles dividirão o palco com bailarinas que se destacaram em competições nacionais e internacionais e reforçam o histórico do Ballet Vera Bublitz em revelar talentos.

    No repertório, coreografias históricas de ballet já apresentadas pela escola serão revividas no Theatro São Pedro, como Paquita e Corsário, além de peças de ballet contemporâneo, como Seres da Floresta, que recentemente conquistou o segundo lugar no World Ballet Competition, no Estados Unidos.

    No hall de entrada do Theatro São Pedro, quem for à homenagem terá ainda a oportunidade de conferir a Exposição “Vera Bublitz: 80 anos”, com imagens, figurinos e recortes de jornais que revelam parte da trajetória dessa diva da dança. Entre os materiais, destaque para os jornais e fotos que registram a primeira apresentação do Ballet Vera Bublitz no Theatro São Pedro, em 2 de outubro de 1984, há quase 40 anos.

    Serviço:

    Theatro São Pedro homenageia Vera Bublitz

    Data: 15 de agosto (quinta-feira)

    Horário: 19 h – Exposição “Vera Bublitz: 80 anos”

                    20h – Espetáculo beneficente com parte da renda em prol da Liga Feminina de Combate ao Câncer

    Endereço: Praça Marechal Deodoro, s/n – Centro Histórico – Porto Alegre

    Ingressos antecipados: Ballet Vera Bublitz – Rua Coronel Corte Real, 227 – Telefone: (51) 3307-4564 – Whatsapp: (51) 99605-3538, com Raquel.
    Ingressos (no dia): Theatro São Pedro
    Valor: R$ 100

  • João Maldonado de volta, em noite de swing jazz-blues no Espaço 373

    João Maldonado de volta, em noite de swing jazz-blues no Espaço 373

    Primeiro pianista a gravar um disco de blues no RS, Maldonado apresenta o estilo desenvolvido nos Estados Unidos que dominou nos anos 1930 e 1940

    Após um período longe dos palcos para dedicar-se à gravação de três álbuns – instrumental, solo de piano e outro dedicado à música brasileira, com as participações de Roberto Menescal, Paulo Braga, Jaques Morelenbaum, Quarteto do Rio, Mú Carvalho (A Cor do Som) e Antonio Villeroy – João Maldonado volta ao Palco Paulo Moreira do Espaço 373, no dia 3 de agosto (sábado), para reviver uma noite de swing, um estilo com origem no final dos anos 1920, em Nova Iorque, e que, na década seguinte, já havia se convertido em um dos mais populares gêneros musicais do país.

    Acompanhado de Miguel Tejera (baixo acústico) e Dani Vargas (bateria), Maldonado apresentará releituras de nomes como Ben Bernie, Maceo Pinkard, Duke Ellington, Ray Noble e Bobby Troup, além de uma versão para trio de “Dream a little dream of me”, de Fabian André, Wilbur Schwandt e Gus Kahn.

    João Maldonado – Foto Marcelo Nunes /Divulgação

    “A chamada ‘Swing Era’ levou o jazz ao mundo através de programas de rádio, filmes e discos, influenciando compositores, músicos, arranjadores e toda uma geração musical que se reflete até hoje”, destaca o pianista, que, há alguns anos, escutou do trompetista e compositor Wynton Marsalis o seguinte conselho: “Você quer tocar jazz? Então comece tocando e dominando o blues nos doze tons.

    João Maldonado foi o primeiro pianista a gravar, na década de 1990, um disco de blues com Solon Fishbone, e, nos anos 2000, considerado o melhor guitarrista do Chile nesse estilo.

    SERVIÇO
    3 de agosto | Sábado | 21h
    João Maldonado | River’s Blues
    Ingressos: R$30 a R$90
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/joao-maldonado-river-s-blues/2534160

  • Em “Irmão Robô”, livro de Ricardo Silvestrin, o tempo entre o humano e a alta tecnologia

    Em “Irmão Robô”, livro de Ricardo Silvestrin, o tempo entre o humano e a alta tecnologia

     

    Livro de Ricardo Silvestrin tem lançamento no dia 20 de julho na Livraria Paralelo 30 com bate-papo e sessão de autógrafos

    Em seu novo livro, Irmão Robô (Libretos Editora, 2024, 104 páginas, ISBN 978-65-86264-83-8, R$40), Ricardo Silvestrin traz os impasses deste tempo em que vivemos entre o humano e a alta tecnologia. Poemas de uma vida em movimento, como a própria criação poética do autor, sempre propondo e apontando novos caminhos.

    O poeta e professor Jorge Fróes, logo no prefácio, aconselha o “Irmão (que ainda não é um robô)”: “Enquanto os irmãos robôs não herdarem a Terra, como nos é alertado no poema Discurso, vá ao índice e leia o poema Cântico, no punhado de dias que recebemos. Que não seja o raiar do dia a única alegria. Decore. Saber algo de cor é saber de coração”.

    Ricardo Silvestrin. foto Marco Nedeff/ Divulgação

    E provoca: “Mensagem deste livro? Nenhuma. Poesia não é correio, não é e-mail, não é whats. Poesia é mensagem,correio, e-mail e whats. Eu me contradigo, dizemos eu e o outro bardo (Walt Whitman), e nos diz Ricardo, no poema Mensagem: Tudo fala/e, mais,/nos escuta. Este livro contém multidões e todas as coisas que o Ricardo Silvestrin sabe colocar em poesias: os humanos coisificaram o mundo.”

    Com edição e design de Clô Barcellos, o livro tem capa do artista Leo Silvestrin que ilustrou também o livro Carta aberta ao Demônio (Libretos, 2021), de autoria de Ricardo Silvestrin.

    O lançamento deIrmão Robôacontece no dia 20 de julho, a partir das 17h, na Livraria Paralelo 30 (Rua Vieira de Castro, 48 – Farroupilha, Porto Alegre – RS). Será realizado bate-papo com Ricardo Silvestrin, Leo Silvestrin e Jorge Fróes e, logo após, sessão de autógrafos.

    Ricardo Silvestrin nasceu em Porto Alegre em 1963. Formou-se em Letras pela UFRGS em 1985. Em 2020, recebeu o título de Mestre em Literatura, também pela UFRGS, com a dissertação Manuel Bandeira, um poeta na fenda.

    Publicou até o momento dezesseis volumes de poesia. A esse conjunto, agregam-se um romance, um volume de contos, dois livros de tradução, uma peça de teatro, uma produção de canções como compositor e vocalista, com dois CDs, um DVD e três álbuns virtuais, e mais oito livros de poesia para crianças.

    Ricardo Silvestrin_foto Marco Nedeff/Divulgação

    Foi editado por importantes editoras brasileiras, como Record, Cosac Naify, Ática, Salamandra, Companhia das Letras, Nankin, Patuá, Artes e Ofícios, Projeto, Artes e Ecos, Tchê, Sulina, Bestiário. Pela Libretos, publicou Carta aberta ao Demônio, em 2021.Integra diversas antologias, como, por exemplo, Haicais Tropicais, editada pela Cia das Letras. É citado em vários estudos, como o volume dedicado aos poetas que iniciaram a publicar a partir dos anos 1980 da coleção Roteiro da Poesia Brasileira, editora Global, que percorre a poesia do Brasil ao longo da história.

    Recebeu por cinco vezes o prêmio Açorianos de Literatura. Foi premiado também no Encontro Brasileiro de Haicai e no prêmio AGES e foi finalista de outros certames, como Prêmio Candango, Portugal Telecom, Prêmio Brasília de Literatura e Academia Rio-grandense de Letras. É editado em livro individual no Uruguai e figura na Antologia Mundial de Haicai, Frogpond, publicada nos Estados Unidos. Seu livro É tudo invenção integra a Biblioteca Básica do Estudante Brasileiro da FNLIJ.

    Leo Silvestrin é artista visual e ilustrador, formado em Artes Visuais na UFRGS. Dirigiu e produziu o documentário Arte e Revolução: o exemplo dos Centros Populares de Cultura. Pela Libretos, ilustrou o livro Carta aberta ao Demônio, de Ricardo Silvestrin.

    Serviço

    Lançamento do livro Irmão Robô, de Ricardo Silvestrin

    Bate-papo com Ricardo Silvestrin, Leo Silvestrin e Jorge Fróes e, logo após, sessão de autógrafos.

    Dia 20 de julho, a partir das 17h

    Livraria Paralelo 30 – Rua Vieira de Castro, 48 – Farroupilha, Porto Alegre – RS

  • 50 Tons de Pretas lança “Dengo” nas plataformas e sai em em turnê pelo RS e SP

    50 Tons de Pretas lança “Dengo” nas plataformas e sai em em turnê pelo RS e SP

    Os fãs da 50 Tons de Pretas já podem comemorar.  As cantoras e instrumentistas Dejeane Arruée e Graziela Pires apresentam um pacote de novidades, que inclui lançamento de single, o novo álbum Dengo, produzido a partir de recursos do edital Natura Musical 2023, e uma turnê com shows no Estado e em São Paulo. A espera terminou no dia 12 de julho com o single Oración nas plataformas digitais. A canção, versão bônus da música Oração, que se conecta com o momento atual que o Rio Grande do Sul, dá um gostinho do novo trabalho da banda, segundo o material de divulgação.

    Oração surgiu como uma força de uma conexão com a crença, com o poder interior, seja qual for. Onde o canto for um grito de conexão, o cantar for a força maior, onde há o encontro da oração e o coração, o momento onde se dá o ritual único: orar + canção = Oração“, afirma Dejeane. Oração é diferente de tudo que as Pretas já fizeram musicalmente. É uma Milonga, uma canção única com uma energia diferenciada, que movimenta, que envolve, que conduz as pessoas para lugares especiais e particulares, tocando cada um de forma única. Oração é um convite a ver o lado bom da vida e se conectar com a sua fé.  Alimentar a esperança de que vale a pena olhar pra dentro de si, sobretudo nos momentos difíceis, e ao ver as coisas do seu coração encontrar a coragem pra seguir. “Esta mensagem cabe exatamente neste momento desolador que estamos passando em nosso estado. Para todos nós, que choramos perdas, que ficamos abalados, a fé e a coragem de seguir as coisas do nosso coração é o que nos ajudará na missão de reconstruir nosso estado. E assim será!”, comenta Grazi.

    Grazi e Dejeane_credito Ricardo Lage /Divulgação

    Para a versão em Espanhol, a ideia foi uma conexão com os países vizinhos. “Ao ouvirmos a canção pronta e toda a sonoridade que ela trouxe, pensamos que seria interessante explorar as possibilidades dela conversar com nosso público mais da fronteira e além dela. Então, pensamos que seria interessante ter uma versão em espanhol para comunicar com o público latino. Oración concretiza nossa ideia de ultrapassar fronteiras com a nossa arte”, diz Grazi. Na percussão, Mimmo Ferreira trouxe o poder e a sonoridade dos tambores que Grazi e Dejeane buscavam. Mimmo trás referências particulares de ritmos de tambores do Sul carregados da presença e influência Uruguaia.  Oração é de Dejeane e Grazi, com produção musical e arranjos de Dejeane e com a participação da incrível banda formada pelo João Costa, Gustavo Nunes, Xandy Santos, Vlad Godoy e Alexsandra Amaral.

    Oracíon e Oração estão no novo álbum, Dengo, que chega nas plataformas digitais no dia 25 julho, Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. Luta. Ancestralidade. Resistência. Amor! Algumas palavras que definem este segundo álbum autoral da 50 Tons de Pretas. Produzido a partir de recursos do edital Natura Musical 2023, Dengo vem como mais um trabalho representando a resistência pela arte e que promete trazer muito swing, tambores, temas de luta e um lado romântico das Pretas, que muitos fãs vão adorar conhecer.

    Grazi e Dejeane_credito Ricardo Lage /Divulgação

    Dengo é carinho, afeto e amor. É um mimo das Pretas para os nossos fãs. Dengo, como dizem nossos ancestrais é aconchego! Ou seja, pra mim Dengo é o que eu fui, o que eu sou e o que serei. É um longo trabalho de tudo que já fiz e o que estou fazendo nele. É a junção do que fui, do que absorvi, do que sou e uma parte do que serei, porque no próximo já vou ter vivido outras experiências e serei mais alguma coisa e pra mim tudo isso é processo”, diz Grazi. O processo de um álbum novo é sempre muito especial e profundo, e nesse novo trabalho estão todos esses elementos. “Fomos buscar na profundidade da nossa ancestralidade todas as nossas referências e memórias ancestrais, um trabalho íntimo tocando na raiz da nossa essência e memórias. Esse novo álbum, assim como Voa, traz muito de nós, das nossas experiências e vivências, mas com uma pitada a mais de amadurecimento musical e pessoal de cada uma das Pretas”, afirma Dejeane. O processo do disco iniciou meses atrás, ainda em 2023, com período de escuta e seleção das composições pelas artistas. “Fomos buscar em nosso arquivo de composições quais as músicas que gostaríamos de explorar, trabalhar nos arranjos e levar pra o disco. É uma parte muito prazerosa do processo, onde temos que seguir nossa intuição, nosso feeling e fazer as melhores escolhas. Dentre mais de 20 composições, selecionamos apenas oito para entrar no disco”, destaca Grazi Pires. Fazem parte as canções: `Dengo´, `Ah, eu espero´, `Melanina´, `A palma da minha mão é preta´, `Só quero te dizer´, `Meus heróis´, `Sou Preta` e `Oração`, com versão bônus em espanhol.

    O que deixou o processo mais profundo foram meses de pesquisa íntima individual e coletiva para chegarem no resultado do álbum.  “Foram incansáveis escutas de obras que havíamos criado há meses na tentativa de selecionarmos o que mais estava nos representando no momento. Pesquisas rítmicas e culturais pra chegarmos na sonoridade mais verdadeira e íntima dessa nova fase das Pretas. Um processo rico de trocas e vivências com nossa banda e com convidados super especiais que deixaram esse trabalho ainda mais compacto, resistente e repleto de Identidade. O processo de composição é sempre intenso, forte e mostrar, lançar esse novo álbum, é jogar, dividir, expor toda nossa intimidade a mais intensa intimidade que poderíamos dividir é expor e despir a alma”, completa Dejeane.

     

    A banda realizou um período de imersão, fundamental para o processo de gravação iniciado em março, uma vez que optaram por uma gravação em formato “ao vivo”, ou seja, com toda a banda reunida tocando junta. Dejeane conta que foram horas intensas de ensaios para deixar tudo pronto para o processo de gravação. E valeu a pena, pois no primeiro dia de setting a banda gravou as oito músicas.  Depois foram gravados mais detalhes de guitarras e violões, as percussões, as vozes e o sopro. Um disco gravado em tempo recorde. “Como diretora musical e artística do projeto, posso antecipar que o novo trabalho vem trazendo muito a essência da nossa música preta brasileira. Tem som pesado e swingado característico do nosso samba rock, muita sonoridade afro gaúcha com referências dos nossos tambores e letras que abordam a resistência, ancestralidade e o amor”, destaca Dejeane Arruée. Entre as participações especiais estão Mimo Ferreira, percussionista, Neuro Junior, violonista, e as crianças e adolescentes do Projeto Afroativos.

     

    Turnê nacional

    Dengo já nasce pronto para cair na estrada. “O show vai apresentar ao público este disco que traz a força e presença da mulher negra e da ancestralidade”, afirma Grazi Pires. A turnê nacional, que inicia em julho, inclui shows no Rio Grande do Sul e São Paulo. Confira as datas e locais:

     

    17 de julho, 2024 – Tupanciretã (RS)

    02 de agosto, 2024 – Teatro CIEE-Banrisul RS, Porto Alegre (RS)

    25 de agosto, 2024 – Casa Natura, São Paulo (SP);

     

    50 Tons de Pretas

    A Dupla acumula um repertório representativo e diverso, inúmeros prêmios e um reconhecimento público que as orgulha e consolida no estado do RS. O primeiro espetáculo “A mais pura verdade”, circulou por mais de 15 cidades em 2018, pelo SESC RS, e foi indicado ao Prêmio Açorianos de Música na categoria Melhor Espetáculo, em 2019. O primeiro disco, ‘Voa’, foi lançado em novembro de 2020 e teve enorme reconhecimento de público e de crítica. Sendo premiado no Prêmio Açorianos de música em 2021 como Melhor álbum MPB, melhores intérpretes e melhores compositoras. Um feito inédito na história do tradicional prêmio foi a conquista destes 03 troféus por duas artistas pretas com um trabalho independente. Em 2021, as Pretas lançaram o EP ‘Então Vem’ e foram premiadas em festivais nacionais no Paraná e Minas Gerais. Os últimos reconhecimentos de grande destaque são os de Melhor Banda MPB do Brasil no Prêmio Profissionais da Música 2023 e a contemplação como Artistas NATURA MUSICAL, patrocinadores do próximo trabalho a ser lançado.

  • Angelo Primon Trio, Corujazz e Jambo Trio sobem ao palco do Espaço 373

    Angelo Primon Trio, Corujazz e Jambo Trio sobem ao palco do Espaço 373

    Nesta quinta (18), o Espaço 373 recebe Angelo Primon com seu trio para uma noite e releituras de seu trabalho como compositor. Ao lado do contrabaixista Bruno Vargas e do baterista Luke Faro, Primon transita por uma variedade de sons com sua viola de 10 cordas, passando pela singularidade das sonoridades de instrumentos étnicos como Oud árabe, Tanpura e Surbahar indianos, apresentando composições autorais e releituras.

    Temas como “Solar Nº1”, “Tus Manos”, “Vira o Tempo”, “Refaz-se o dia”, “Sateriando”, “Vereda da Viola” e “10 de Fole”, junto a performances com o “Surbahar”, agregam tema recolhido do folclore palestino Masar, visitando o cancioneiro gaúcho e brasileiro, além de surpresas interativas.

    Em mais uma edição do projeto Sexta Blues, o 373 abre seu palco para a CORUJAZZ. O trio mistura Chicago blues com tropicalismo, free jazz ao fogo latino da salsa, rock n’ roll ao funk groove.

    Quem abre o show é a banda Money Man Trio, que tem um repertório repleto de músicas de nomes como Mississippi John Hurt, Muddy Waters e Robert Johnson, a autêntica sonoridade blues.

    Jambo Trio – Foto Leandro Rodrigues/ Divulgação

    E no sábado (20), Jambo Trio, formado por Luis Henrique New (piano), Everson Vargas (baixo) e Ricardo Arenhaldt (bateria), apresenta músicas do seu mais recente álbum “Janelas” e clássicos de compositores que inspiram o grupo como Baden Powell, Moacir Santos, João Donato e Tom Jobim.

    SERVIÇO
    Angelo Primon Trio
    Quando: 18 de julho | Quinta-feira | 21h
    Ingressos: R$25 a R$70
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/angelo-primon-trio/2527115

    Sexta Blues apresenta CORUJAZZ
    Quando: 19 de julho | Sexta-feira| 21h
    Ingressos: R$30 a R$90
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/corujazz-show-de-abertura-money-man/2527163

    Jambo Trio
    Quando: 20 de julho | Sábado | 21h
    Ingressos: R$30 a R$90
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/jambo-trio/2519637

    Informações e reservas de mesas pelo WhatsApp: (51) 999 99 23 15
    Espaço 373: Rua Comendador Coruja, 373 – Bairro Floresta

  • Banda Maria Bonita toca em evento de retomada cultural no Centro Histórico da capital

     

    Para celebrar o Dia do Amigo, o Chalé da Praça XV, ponto de encontro da capital receberá a banda Maria Bonita, pioneira do forró no sul. O evento faz parte da retomada das atividades culturais e turísticas do Centro Histórico de Porto Alegre, no próximo sábado, dia 20 de julho

     Haverá a combinação de experiência gastronômica e  boa música. A Tradicional Feijoada do Chalé marcará a retomada da programação cultural no Dia do Amigo.
    A banda Maria Bonita apresentará uma seleção de clássicos do forró no sul e releituras de grandes sucessos de Luiz Gonzaga, Alceu Valença, Trio Forrozão, entre outros. O show marca o início das comemorações de 25 anos da banda, que foi escolhida especialmente para este evento devido ao período das festas julinas, o que tornará a celebração ainda mais especial.
     
    Os destaques do almoço são os 4 tipos de feijoada: a completa, a de feijão vermelho, a de defumados e também uma receita vegana, e mais os seus acompanhamentos clássicos: farofa, arroz branco, couve refogada, banana à milanesa e laranja, além de antepastos, saladas, pratos quentes e sobremesas.

    Chalé da Praça XV

    Há mais de um século, o Chalé da Praça XV é um espaço emblemático de sociabilidade em Porto Alegre. Tombado pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre por sua relevância cultural, é patrimônio histórico da cidade.

     Banda Maria Bonita

    Formada por Elojac (violão e voz), Kiko Padilha (sanfona), Lua Barros (Triângulo e Vocal) e Leandro Oliveira (zabumba). A direção artística é assinada pelo músico Elojac, museólogo, pesquisador dos ritmos regionais brasileiros e idealizador do “Forró do Manara”, projeto que lançou inúmeras atrações, bailarinos e DJs.

    A banda tem sólido trabalho autoral com temas como Xote Triste (Elojac),Colcha de Retalhos (Elojac), Reabraço (Elojac e Kiko Padilha), Forró no Miudinho (Elojac e Divan Oliveira), Chuva de Baião (Elojac), Cagueta no Forró (Elojac), canções que já são clássicos do forró no sul.

    Maria Bonita lançou em 2013 o DVD “Forró na Veia“, com um repertório próprio, além das composições “Torpedo”, composta exclusivamente para o grupo por Adriana Calcanhotto; “Maria do Povo”, de Rosa Franco; e “Xote da Mulheres”, de Mestre Divan Oliveira.

    Elojac no Chalé da Praça XV. Fotos: Tiago Trindade/ Divulgação

    O segundo disco, gravado em 2014, traz releituras das canções “Asa Morena”, de Zé Caradípia; “Presente”, de Môco Aranda e Kaleb Maximus; “Carro de Boi”, de Zé Evandro;  além de um dos primeiros sucessos da banda, “Balanço no Laço”, de Itamar Orla, entre outros temas autorais. O terceiro trabalho está em fase de finalização.

     

    Serviço:

    Show da Banda Maria Bonita no Chalé da Praça XV

    Dia 20 de julho (sábado) na Feijoada do Dia do Amigo no Chalé.

    O restaurante abre às 11h e o show inicia às 12h, com participação de convidados especiais. A programação se estende até 16h.

    Chalé da Praça XV – Praça XV de Novembro – Centro Histórico de Porto Alegre

    Fones: (51) 3212.1236 e (51) 99933.2404

    Instagram @chaledapracaquinze

     

  • Jeferson Cabral estreia espetáculo de dança-teatro BIXA , no Teatro do SESC

    Jeferson Cabral estreia espetáculo de dança-teatro BIXA , no Teatro do SESC

    Protagonizada pelo ator-bailarino Jeferson Cabral, nova montagem da Mimese Companhia de Dança Coisa terá única apresentação às 19h do dia 19 de julho

     Autobiografia performatizada do ator e bailarino Jeferson Cabral, o espetáculo de dança-teatro BIXA terá sua sessão de estreia às 19h do dia 19 de julho, no Teatro do SESC Alberto Bins (av. Alberto Bins. 665). Os ingressos antecipados custam entre R$ 25,00 (meia-entrada) e R$ 50,00 (inteira) e estão disponíveis para compra no site EntreAtos Divulga. As entradas também podem ser adquiridas na bilheteria do teatro, a partir de 1h antes da apresentação. Neste caso, os valores passam para R$ 30,00 (meia-entrada) e R$ 60,00 (inteira).

    Nova montagem da Mimese Companhia de Dança Coisa e primeiro espetáculo solo de Cabral (que é Doutor e Mestre em Artes Cênicas, e licenciado em Dança e Teatro pela Ufrgs), BIXA expõe o preconceito de uma sociedade machista e misógina. Em cena, o ator-bailarino representa várias vozes, retratando a jornada de quem decidiu “sair do armário”, para – com resistência – ser quem verdadeiramente é. Uma realidade difícil no Brasil, onde o preconceito com a comunidade LGBTQIA+ ainda é muito grande.

    A ação cênica é atravessada pela dança, teatro, performance e música, diluindo as barreiras que separam essas linguagens, enquanto busca ressignificar o termo estereotipado “bixa”, fruto do preconceito na sociedade. “BIXA é uma afirmação de que é necessário se orgulhar e fazer do seu corpo um veículo contra a homofobia. “O que me levou a realizar essa montagem foi a vontade de me reconciliar com a minha criança, a partir da percepção de que tudo que vivi na minha infância, no bairro Cohab Cavalhada, onde cresci e sofri os primeiros julgamentos em relação ao meu corpo e meu comportamento – situações comuns na vida de qualquer pessoa LGBTQIAPN+”, explica o ator-bailarino. “Quando adulto, consegui entender que estava construindo meu empoderamento (que também é fruto da resistência de muitas pessoas) pelo caminho da arte”.

    Apresentando essa criança que “se via como bixa” e hoje se depara com essas memórias no tempo presente, o espetáculo navega nesse ideal de transmutação de um termo pejorativo para uma palavra de luta, culminando “numa ode ao ser bicha”, explica Cabral. Autor do texto, ele assina também a concepção, o figurino, a composição e a direção cênica do espetáculo. Baseado em estudos que defendem a ideia do ato de narrar a si como uma ferramenta de autoconhecimento, a exemplo de conceitos teóricos defendidos pela socióloga e antropóloga Marie Christine Josso, o artista gaúcho iniciou o argumento dramatúrgico de BIXA em 2013, e foi aprimorando a narrativa ao longo da última década, até dar o início ao trabalho de criação em setembro de 2023.

    Já a inspiração cênica do espetáculo tem os aportes argentinos sobre Teatro Documental, bem como o trabalho da coreógrafa alemã Pina Bausch, que usava as experiências das artistas de sua companhia como material dramatúrgico de espetáculos de dança-teatro. Em cena, Cabral estabelece uma relação de cumplicidade com a plateia, inspirado na poética dos termos teóricos de Patrícia Fagundes e Iassanã Martins. Ambas as autoras pesquisam formas de criação de intimidade com o público através de um espetáculo proximal na relação com o espectador, tanto espacialmente como na forma de abordagem discursiva.

    Utilizando luzes piscantes, ofuscantes e estroboscópicas em breves momentos, a montagem conta com uma iluminação que alterna essa intimidade cênica com um clima de festa. Para construir sua paisagem sonora e inspirar a corporeidade do artista em sua performance, a obra mergulha no universo pop, com trilha sonora que remora grandes canções de sucesso dos anos de 1990 e anos 2000 (que influenciaram Cabral no decorrer de sua vida), num resgate histórico-cultural de influências políticas e artísticas, potencializando não somente o discurso cênico, as coreografias, e os imaginários da montagem, mas também exaltando o legado das “divas do pop” na produção de conhecimento e resistência.

    SOBRE JEFERSON CABRAL:

    Doutor e Mestre em Artes Cênicas, licenciado em Dança e Teatro (UFRGS). Atuou em coletivos como Ói Nóis Aqui Traveiz e Santo Qoletivo, bem como foi dançarino em diversos espetáculos. Em 2023, esteve em Cães (2023), com direção de Alexandra Dias, com o grupo Outro Dances. No presente ano, comemora 16 anos de vida artística e mantém vínculo criativo com a Mimese Companhia de Dança Coisa.

    SOBRE A MIMESE COMPANHIA DE DANÇA COISA:

    Criada em 2002, como projeto de pesquisa e extensão na UniCruz. Em 2004, passa a ter o caráter independente, apresentando, dentre outros trabalhos, SemelhançasOs Humores do poetaUm corpo bem de perto (de Luciana Paludo), Além DissoVai-te, Se a morte bater na minha portadiga a ela que eu volto amanhã (de Mário Nascimento). Realiza projetos como Luciana Paludo Convida (2016) e Degustação de Movimentos (2019), este último enquanto projeto de extensão, vinculado à UFRGS.

    SERVIÇO:

    Data: 19 de julho (sexta-feira)

    Horário: 19h
    Local: Teatro do SESC Alberto Bins (av. Alberto Bins, 665)

    INGRESSOS DISPONÍVEIS:

    EntreAtos Divulga

    entreatosdivulga.com.br/bixa

    Antecipados:

    R$ 50,00 (inteira)

    R$ 25,00 (professoras, estudantes, pessoas idosas, pessoas com deficiência, artistas, pessoas trabalhadoras do comércio/serviço e empresárias).

    Na hora:

    R$ 60,00 (inteira)

    R$ 30,00 (professoras, estudantes, pessoas idosas, pessoas com deficiência, artistas, pessoas trabalhadoras do comércio/serviço e empresárias).

    Bilheteria Virtual encerra 1h antes do espetáculo.
    Bilheteria no local abre 1h antes do espetáculo.

    Não será permitida a entrada no teatro após o início do espetáculo.

    REDES SOCIAIS:
    https://www.instagram.com/bixa_espetaculo/

    FICHA TÉCNICA:

    Concepção, Texto, Figurino, Performance, Composição e Direção Cênica: Jeferson Cabral

    Colaboração Criativa: Luciana Paludo

    Iluminação: Pati de la Rocha

    Técnico de Áudio: Pedro De Camillis

    Operação de Áudio: Paula Lages

    Fotografia: Julia Oliveira

    Filmagem: Rafael Torres

    ID Visual: Marina Goulart

    Gestão Mídias Digitais: Jeferson Cabral e Pedro De Camillis

    Assessoria de Imprensa: Adriana Lampert

    Produção: Pedro De Camillis

    Realização: Mimese Companhia de Dança Coisa

    Apoio: Curso de Licenciatura em Dança/ESEFID/UFRGS.

  • Duas novas mostras na Galeria Duque, “Inconfundíveis  e Psicodélicas: Encontro de Singularidades”

    Duas novas mostras na Galeria Duque, “Inconfundíveis e Psicodélicas: Encontro de Singularidades”

     

    Duas novas exposições abrem na Galeria Duque: Inconfundíveis e Psicodélicas- Encontro de Singularidades
    A vernissage no próximo sábado, 13 de julho, a partir das 13h30min h. “Inconfundíveis” expõem obras do acervo da Galeria Duque, de artistas singulares, de quem
    reconhecemos a assinatura mesmo que ela não esteja ali, explícita. O modo singular pelo qual cada indivíduo
    se expressa dentro do contexto de sua própria história de vida, evidencia a sua trajetória individual através
    do mundo da arte. São artistas que desempenham diferentes papéis em diferentes níveis de ação. A
    singularidade expressa sua subjetividade, sua experiência individual, o que torna um artista autêntico. São
    criadores que realizam uma obra única, que contém elementos expressivos pessoais cujas poéticas surgem a
    partir do universo que os rodeia. Fazem parte dessa exposição nomes que simbolizam a própria arte.

    Entre eles, estão Beatriz Milhazes, Burle Marx, Iberê Camargo, Tarsila do Amaral, Pedro Weingärtner, Antônio
    Bandeira, Carlos Scliar, Athos Bulcão, Manabu Mabe, Aldemir Martins, Britto Velho, Danúbio Gonçalves,
    Gustavo Rosa, Di Cavalcanti, Carybé, Paulo Pasta, Alfredo Volpi, Manoel Santiago, Arcangelo Ianelli,
    Leopoldo Gotuzzo, Mário Zanini, Pietrina Cecacchi, Ado Malagoli, Carlos Paes Vilaró, Orlando Teruz, Nelson
    Junghbluth, além de outros grandes artistas.

    Neste segundo momento da exposição que está exposta na galeria desde o mês de abril, e
    atravessou o período trágico que vivenciamos em Porto Alegre, acrescentamos obras de artistas muito
    importantes na história da arte brasileira no século XX: Maria Martins e Frans Krajcberg.

    Grupos de mulheres artistas

    “Psicodélicas: Encontro de Singularidades”. O Psicodélicas é um grupo de mulheres artistas que
    há anos se reúnem para vivenciar a arte. Circulam pelas exposições e ateliês, estabelecendo uma relação
    de troca de ideias e convivência social, artística e cultural. O ponto de partida que reuniu estas mulheres
    foi o fazer artístico que cada uma desenvolve. O respeito à singularidade de fazer e de pensar é o
    cimento que mantém o grupo unido há tanto tempo. E esta história linda e divertida, agora ganha um
    novo capítulo: eu (Daisy Viola) propus e elas aceitaram, pela primeira vez, vão expor juntas, na Galeria
    Duque, nos terceiro e quarto andares da galeria, espaços sempre destinados a artistas gaúchos (as)
    contemporâneos (as). Artistas que participam: Ana Hochegger , Ana Rowe, Clara Koury, De
    Lourdes A. Auler ElisaTesseler, Fátima Pinto, Gleice Maurente, Heloísa Sonaglio, Larissa
    Scaravaglione, Marli Leal, Noely Luft, Rejane Wagner, Rosane Morais, Soraya Girotto, Suzana
    Albano,Tereza Albano Vera Behs, Vera Matos, Yara Knijnik , Zica Fortini
    A cada exposição, a Galeria Duque se orgulha por ter um dos mais completos acervos de arte
    do Brasil e por abrir espaço para artistas gaúchos da atualidade. A partir do próximo sábado, 13 de julho de
    24 das 13h30minh às 16h30minh, os visitantes poderão conferir duas exposições que reúnem diferentes
    manifestações de arte que mostram a essência de cada artista representado em seu trabalho, como em
    “Inconfundíveis”, com obras icônicas de grandes nomes da arte, que fazem parte do acervo da galeria, como
    em “Psicodélicas: Encontro de Singularidades”. As duas exposições tem a curadoria de Daisy Viola. A Galeria
    Duque está localizada na Rua Duque de Caxias, 649, no Centro Histórico de Porto Alegre. As exposições
    ficam no espaço até o dia 06 de setembro.
    Agenda:
    Exposições:
    “Inconfundíveis” – Acervo com grandes nomes da arte
    “Psicodélicas: Encontro de Singularidades”
    Local: Galeria e Espaço Cultural Duque
    Endereço: Duque de Caxias, 649 – Porto Alegre

    Contato: Watts (51) 98354.1022
    galeriadaduque@gmail.com
    Vernissage: sábado, 13 de julho, das 13: h30min às 16h30min
    Período da exposição: de 13 de julho a 06 de setembro de 2024
    Horário de funcionamento:
    Seg./Sex: 10h às 18h | Sáb: 10h às 17h
    Entrada Franca
    www.galeriaespacoculturalduque.com.brue

  • Festival de Roteiro será presencial na Casa Mário Quintana e já recebe inscrições

    Festival de Roteiro será presencial na Casa Mário Quintana e já recebe inscrições

    O Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre (FRAPA)  que vai manter sua 12ª edição em formato presencial, de 4 a 8 de novembro na Casa de Cultura Mario Quintana, sua sede original.

    A decisão foi anunciada nesta terça-feira 09/07, e a venda de credenciais já está reaberta – com prazo até o dia 31 de agosto – no site do FRAPA.

    Ainda é possível se inscrever para a Rodada de Negócios (com mais de 80 players participantes) até o dia 12 de julho. Informações em: frapa.art.br.

    “Foram diversos os motivos que nos levaram à essa decisão: a começar pela CCMQ, que felizmente está livre de alagamentos há mais de um mês e, dia após dia, une esforços para retomar suas atividades e estará em pleno funcionamento em novembro”, anuncia a organização do FRAPA. “Nosso hotel parceiro, Master Hotéis, também está apto a receber nosso público em segurança, assim como grande parte dos estabelecimentos comerciais na região. E por fim, a ciência da importância local do evento e para o setor audiovisual brasileiro como um todo”, concluem.

    A produção aconselha os participantes a chegarem por outros aeroportos, além de Canoas (RS), que opera com um número limitado de voos. “Nosso principal objetivo agora é seguir em busca de apoios e parcerias que nos ajudem a viabilizar transfers gratuitos de ida e volta para todos os participantes desde os aeroportos de Caxias do Sul (RS) e de Florianópolis (SC)”, asseguram os realizadores.

    Grandes nomes do audiovisual brasileiro como Carla Esmeralda, Chica Andrade, Daniel Bandeira, Guto Parente, Hilda Lopes Pontes e Rubens Rewald são alguns dos convidados já confirmados. Entre os consultores para esta edição do FRAPA[LAB] estão André Novais Oliveira, Maíra Oliveira, Mariana Jaspe e Tiago Rezende.

    Com o apoio de instituições como a ABRA, Projeto Paradiso e Conspiração, o FRAPA é uma realização da Coelho Voador e da Epifania Filmes e tem direção-geral de Leo Garcia e produção executiva de Mariana Mêmis Müller.

     

    12ª Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre (FRAPA)

    De 4 a 8 de novembro de 2024 na Casa de Cultura Mario Quintana

    Informações e venda de credenciais: frapa.art.br

     

    Sobre o FRAPA

    O FRAPA – Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre é o principal ponto de encontro e porto seguro de centenas de roteiristas de todas as regiões do Brasil. Inspirado em festivais do gênero consagrados no exterior, o FRAPA acontece anualmente de maneira ininterrupta desde 2013. Foram mais de três mil roteiros de longa-metragem e piloto de série inscritos no Concurso de Roteiros, mais de 800 argumentos inscritos nas duas primeiras edições do Concurso de Argumentos em 2023 e mais de três mil reuniões realizadas na Rodada de Negócios.

    Além de apostar na qualificação profissional de roteiristas e dar visibilidade a projetos, o FRAPA é uma rara oportunidade para que criadores se aproximem de canais, produtoras e distribuidoras. A atração já trouxe à capital gaúcha nomes como James V. Hart (“Drácula de Bram Stoker”), Bráulio Mantovani (“Cidade de Deus”), Renata Martins (“Histórias Impossíveis”), Eduardo Melo e Mariana Bardan (“Cangaço Novo”), Lucas Paraizo (“Os Outros”), Luiz Bolognesi (“Uma História de Amor e Fúria”) e Pablo Stoll (“Whisky”), entre outros. Conspiração, Amazon, NBCUniversal, Netflix, O2 Filmes e Vitrine Filmes foram alguns dos players que já participaram do FRAPA.