Prepare-se para uma noite inesquecível de música e emoção! Dia 17 de agosto, sábado, o lendário Wander Wildner trará ao Espaço Marin, na zona norte de Porto Alegre, seu mais novo show: “Canções Iluminadas de Amor Incondicional”. Este evento promete ser um marco para os fãs do artista. O show será às 22h e os ingressos estão à venda na plataforma Sympla.
Segundo o material de divulgação “Nosso carismático menestrel apresentará um repertório de clássicos que marcaram sua carreira, desde os tempos em que liderava a icônica banda Os Replicantes. Entre as músicas que farão parte do setlist, estão os sucessos “Astronauta”, “Sandina” e “Surfista Calhorda”. Além disso, Wander incluirá no show os clássicos de sua carreira solo, como “Bebendo Vinho”, “Eu Tenho uma Camiseta Escrito Eu Te Amo” e “Rodando el Mundo”, mostrando toda a versatilidade e genialidade de seu trabalho ao longo dos anos. Mas as surpresas não param por aí. Wander Wildner também brindará o público com algumas versões especiais de músicas nacionais e internacionais que estarão em seu próximo álbum, “SubVersões – O Verdadeiro Amor Logo Mais Vai Te Encontrar”. Entre essas versões, destacam-se “Redemption Song”, de Bob Marley, “Killing Moon”, do Echo & The Bunnymen, e “Dê um Rolê”, dos Novos Baianos. Essas interpretações prometem encantar os presentes com novas nuances e emoções.
Wander estará muito bem acompanhado por sua banda composta por músicos talentosos como Clauber Scholles no baixo, Rust Machado na guitarra, Rika Barcellos na bateria e Gabriel Guedes também na guitarra. Juntos, eles garantem um espetáculo vibrante, animado e dançante, perfeito para uma noite de sábado inesquecível.”
Galeria Duque recebe exposição Van Psicodélica com bate-papo com artistas nesta quarta-feira, 14 de agosto, a partir das 14h30.
Participantes da Exposição Van Psicodélica/ Divulgação
A Galeria Duque, com um dos mais completos acervos de arte do Brasil, exalta a arte produzida por mulheres gaúchas com a exposição “Van Psicodélica: Encontro de Singularidades”. A mostra reúne obras de 20 artistas, nas mais diversas expressões das formas de expressão, sob curadoria de Daisy Viola. Elas estarão reunidas nesta quarta-feira, 14 de agosto, a partir das 14h30, para falar sobre suas produções e o espaço para a mulher na arte.
Artista ZIca Fortini – Wanderlei de Oliveira /DivulgaçãoSem Título – Técnica Mista – Marli Leal – Crédito Wanderlei de Oliveira/DivulgaçãoObra Navegar é Preciso – Díptico – Técnica Mista – Fátima Pinto – Crédito Wanderlei Oliveira
Os encontros com as artistas também serão realizados nas quartas-feiras, de 21 e 28 de agosto, e no dia 4 de setembro, sempre às 14h30. A exposição segue até 6 de setembro na Galeria Duque, localizada na Rua Duque de Caxias, 649, no Centro Histórico de Porto Alegre. Entrada franca.
No toque da seda filtrada- Acrílica sobre tela- Ana Hochegger, Foto Wanderlei de Oliveira/ DivulgaçãoObra Roda Mundo- Rejane Wagner. Foto: Wanderlei de Oliveira/ Divulgação
“O Psicodélicas é um grupo de mulheres artistas que há anos se reúnem para vivenciar a arte. Circulam pelas exposições e ateliês, estabelecendo uma relação de troca de ideias e convivência social, artística e cultural. O ponto de partida que reuniu estas mulheres foi o fazer artístico que cada uma desenvolve. O respeito à singularidade de fazer e de pensar é o cimento que mantém o grupo unido há tanto tempo”, conta a curadora Daisy Viola.
Esta história linda e divertida, agora ganha um novo capítulo. “Eu propus e elas aceitaram, pela primeira vez, expor juntas, na Galeria Duque, nos terceiro e quarto andares, em espaços sempre destinados a artistas gaúchos contemporâneos”, complementa.
As artistas que participam da exposição “Van Psicodélica: Encontro de Singularidades” são: Ana Hochegger , Ana Rowe, Clara Koury, De Lourdes A. Auler ElisaTesseler, Fátima Pinto, Gleice Maurente, Heloísa Sonaglio, Larissa Scaravaglione, Marli Leal, Noely Luft, Rejane Wagner, Rosane Morais, Soraya Girotto, Suzana Albano, Tereza Albano, Vera Behs, Vera Matos, Yara Knijnik e Zica Fortini
Agenda:
Exposições:
“Van Psicodélica: Encontro de Singularidades”
Local:Galeria e Espaço Cultural Duque
Endereço: Duque de Caxias, 649 – Porto Alegre Bate-papo com artistas: quartas-feiras, a partir das 14h30 Período da exposição: até 6 de setembro Horário de funcionamento:
Seg/Sex: 10h às 18h | Sáb: 10h às 17h Entrada Franca
O Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul (AHRS), instituição da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), será reaberto ao público em 20 de agosto, após permanecer fechado por dois meses em virtude das cheias que assolaram o Estado no mês de maio. O AHRS retorna com seu espaço para pesquisas, mediante agendamento.
Apesar dos danos no térreo do prédio do Memorial do Rio Grande do Sul, edificação onde se encontra o Arquivo Histórico e que ficou inundada por cerca de 30 dias, o acervo e as dependências do AHRS não foram impactados pela enchente.
A instituição localiza-se no segundo andar do prédio. A equipe técnica do Arquivo contribuiu com uma força-tarefa do Memorial, nos últimos dois meses, para que as instalações do prédio estivessem em condições de voltar a receber o público.
– Quando conseguimos retornar, no mês de junho, nossa preocupação maior era com a extrema umidade do ambiente. Assim, desde então, nos dedicamos à conservação e preservação do acervo. Agora, passados dois meses, estamos prontos para reabrir e atender à grande demanda de pesquisadores que buscam por nossa documentação, comemora a diretora do AHRS, Ananda Simões Fernandes.
Em consequência dos danos provocados pela água, a energia do prédio continua sendo fornecida por gerador, com acesso ao arquivo somente pelas escadas do primeiro andar.
O Arquivo Histórico conta com um acervo de mais de 10 milhões de documentos, sendo uma das principais fontes de conjuntos documentais e memória do Rio Grande do Sul. Na instituição também são realizadas exposições.
As pesquisas ao acervo irão funcionar de terças a quintas-feiras, das 13h às 17h, com agendamento prévio pelo e-mail agendamento-ahrs@sedac.rs.gov.
A comunicação com a instituição, neste momento, é apenas via internet. O acesso à documentação é gratuito.
Neste mês de agosto, em que completa 50 anos de existência, a Delphus Galeria e Molduras inaugura, no dia 13 (terça-feira), uma exposição que leva os espectadores a viajar por lugares icônicos de diferentes países.
Trata-se de “Mundo Afora”, da artista visual Márcia Baroni, que se dedica à colagem, técnica que, entre outros, foi praticada por mestres como Pablo Picasso e Georges Braque, fundadores do cubismo. A visitação irá até 12 de setembro.
A mostra conta com 23 quadros, a maioria de 0,80 x 0,80 cm, e uma instalação que reproduz a favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, a partir do conceito de sustentabilidade, utilizando caixas de remédios, de fósforos, de perfumes.
Obra Santa Tereza, no Rio de Janeiro/ Divulgação
A cidade também aparece maravilhosa nas representações de seu bairro mais tradicional e famoso, Copacabana, com sua praia, e de Santa Tereza, esse mostrado com seu emblemático bonde.
A viagem conduzida pela reconhecida técnica de Márcia transporta o visitante a Ushuaia e Cerro Castor, na vizinha Argentina, a Trastevere, em Roma, a Bruges, na Bélgica, ao Time Square, em Nova York, por exemplo.
“É uma honra, um presente significativo, participar desse momento para lá de especial com a galeria Delphus”, diz Márcia, referindo-se à data que marca o meio século de existência da galeria. “Minha gratidão pela partilha desses espaços de criação, desenvolvimento da arte, pesquisa e convívio com a singularidade criativa”.
A artista visual Márcia Baroni – Divulgação
O ponto de partida, a base do trabalho de Márcia, é o seu desenho. A partir daí, usa fragmentos de revistas descartadas como elementos pictóricos. Pedacinhos recortados vão preenchendo os desenhos e dando cor aos espaços retratados. “É um trabalho lento, meticuloso, detalhista, numa produção analógica, de pesquisa, criatividade, paciência, desaceleração”.
Comandada por Salete Salvador, a Delphus Galeria e Molduras possui acervo de obras de mais de 300 artistas de diversos lugares do Brasil, nos estilos clássico, moderno e contemporâneo. A galeria, inaugurada em 1974 em Porto Alegre, trabalha com acervo de obras originais superior a 2 mil itens, entre pinturas, esculturas, fotografias e gravuras seriadas.
Obra Bruges, na Bélgica/ Divulgação
O serviço de moldura para quadros da galeria é referência na Capital, aliando assessoria especializada na escolha da melhor montagem à mão de obra qualificada.
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O quê: Exposição Mundo Afora, da artista visual e colagista Márcia Baroni
Onde: Delphus Galeria e Molduras
Endereço: Av. Cristóvão Colombo, 1501, bairro Floresta
Visitação: de 13 de agosto a 12 de setembro
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h45 e sábado, das 9h às 13h
Solenidade será no dia 15 de agosto e inicia, às 19h, com exposição que retrata a trajetória de 80 anos da mestre da dança, seguida por espetáculo beneficente.
Um dos grandes nomes da dança do Estado será homenageada pelo principal templo da cultura do Rio Grande do Sul. Vera Bublitz recebe uma placa alusiva à sua contribuição para a cultura no Theatro São Pedro na quinta-feira, 15 de agosto. A homenagem é um reconhecimento ao trabalho que a mestre da dança exerce em formar e projetar talentos do Rio Grande do Sul para o Brasil e para o mundo.
O evento inicia às 19h com a exposição “Vera Bublitz: 80 anos” e será seguido, às 20h, pelo espetáculo beneficente, com parte da renda revertida para a Liga Feminina de Combate ao Câncer. Ao final do evento, Vera receberá uma placa alusiva ao seu empenho em prol da cultura do Estado, que fará parte de uma galeria ao lado de outros grandes nomes que também receberam esse reconhecimento.
Vera Bublitz comemora 80 anos – Estúdio Daniel Martins/ Divulgação
“Para nós, é uma alegria e uma honra poder, mais uma vez, ter a presença de Vera Bublitz no palco, mas agora nós queremos homenageá-la e queremos marcar essa história como artista, como criadora, como diretora de escola, como animadora, como alguém que formou muitos jovens e valores que estão levando a dança do Brasil para todo o mundo”, destaca Antonio Hohlfeldt, presidente da Fundação Theatro São Pedro.
Trajetória
Nascida em 19 de fevereiro de 1944, em São Francisco do Sul, em Santa Catarina, Vera Bublitz encontrou a dança muito cedo. Aos 5 anos, começou as aulas de ballet com a russa Albertina Saikowska, uma mestre da dança que seguia a metodologia da lendária professora russa Agripina Vaganova. Vera estudou dança até os 16 anos, quando se casou com o ortodontista gaúcho Carlos Bublitz. Em 1966, Vera fundou sua primeira escola de ballet na cidade de Cruz Alta, no interior do RS. Vieram os filhos Nicholas Bublitz e Carlla Bublitz e o amor pela cultura e pela dança foi transmitido para seus descendentes. Nicholas está à frente da Galeria Bublitz, em Porto Alegre, e Carlla seguiu os passos da mãe e hoje é uma das diretoras do Ballet Vera Bubliz. O neto Patrick Bublitz, filho de Carlla, também acompanhou os passos artísticos da família, e hoje, além de professor de dança, é ator e um dos diretores da BAM – Bublitz Academia de Musicais.
Vera Bublitz no camarim do Theatro São Pedro – Estúdio Daniel Martins/ Divulgação
Nesse percurso, de quase 60 anos, muitos talentos formados pelo Ballet Vera Bublitz brilharam e continuam brilhando em palcos internacionais. Grandes nomes da dança mundial também compartilharam o palco, ao lado dos bailarinos e bailarinas BVB, como Fernando Bujones, Johan Renvall, Albert Evans, Nikolaj Hübbe, a gaúcha Nora Esteves e a primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Ana Botafogo.
Espetáculo e exposição
Para o espetáculo que homenageia Vera Bublitz também foram convidados bailarinos que atualmente estão entre os melhores do Brasil, como Paulo Vitor Rodrigues e Marcos Silva, da Companhia Paulista de Dança Adriana Assaf. Eles dividirão o palco com bailarinas que se destacaram em competições nacionais e internacionais e reforçam o histórico do Ballet Vera Bublitz em revelar talentos.
No repertório, coreografias históricas de ballet já apresentadas pela escola serão revividas no Theatro São Pedro, como Paquita e Corsário, além de peças de ballet contemporâneo, como Seres da Floresta, que recentemente conquistou o segundo lugar no World Ballet Competition, no Estados Unidos.
No hall de entrada do Theatro São Pedro, quem for à homenagem terá ainda a oportunidade de conferir a Exposição “Vera Bublitz: 80 anos”, com imagens, figurinos e recortes de jornais que revelam parte da trajetória dessa diva da dança. Entre os materiais, destaque para os jornais e fotos que registram a primeira apresentação do Ballet Vera Bublitz no Theatro São Pedro, em 2 de outubro de 1984, há quase 40 anos.
Serviço:
Theatro São Pedro homenageia Vera Bublitz
Data: 15 de agosto (quinta-feira)
Horário: 19 h – Exposição “Vera Bublitz: 80 anos”
20h – Espetáculo beneficente com parte da renda em prol da Liga Feminina de Combate ao Câncer
Endereço: Praça Marechal Deodoro, s/n – Centro Histórico – Porto Alegre
Ingressos antecipados: Ballet Vera Bublitz – Rua Coronel Corte Real, 227 – Telefone: (51) 3307-4564 – Whatsapp: (51) 99605-3538, com Raquel.
Ingressos (no dia): Theatro São Pedro
Valor: R$ 100
Primeiro pianista a gravar um disco de blues no RS, Maldonado apresenta o estilo desenvolvido nos Estados Unidos que dominou nos anos 1930 e 1940
Após um período longe dos palcos para dedicar-se à gravação de três álbuns – instrumental, solo de piano e outro dedicado à música brasileira, com as participações de Roberto Menescal, Paulo Braga, Jaques Morelenbaum, Quarteto do Rio, Mú Carvalho (A Cor do Som) e Antonio Villeroy – João Maldonado volta ao Palco Paulo Moreira do Espaço 373, no dia 3 de agosto (sábado), para reviver uma noite de swing, um estilo com origem no final dos anos 1920, em Nova Iorque, e que, na década seguinte, já havia se convertido em um dos mais populares gêneros musicais do país.
Acompanhado de Miguel Tejera (baixo acústico) e Dani Vargas (bateria), Maldonado apresentará releituras de nomes como Ben Bernie, Maceo Pinkard, Duke Ellington, Ray Noble e Bobby Troup, além de uma versão para trio de “Dream a little dream of me”, de Fabian André, Wilbur Schwandt e Gus Kahn.
João Maldonado – Foto Marcelo Nunes /Divulgação
“A chamada ‘Swing Era’ levou o jazz ao mundo através de programas de rádio, filmes e discos, influenciando compositores, músicos, arranjadores e toda uma geração musical que se reflete até hoje”, destaca o pianista, que, há alguns anos, escutou do trompetista e compositor Wynton Marsalis o seguinte conselho: “Você quer tocar jazz? Então comece tocando e dominando o blues nos doze tons.
João Maldonado foi o primeiro pianista a gravar, na década de 1990, um disco de blues com Solon Fishbone, e, nos anos 2000, considerado o melhor guitarrista do Chile nesse estilo.
Livro de Ricardo Silvestrin tem lançamento no dia 20 de julho na Livraria Paralelo 30 com bate-papo e sessão de autógrafos
Em seu novo livro, Irmão Robô (Libretos Editora, 2024, 104 páginas, ISBN 978-65-86264-83-8, R$40), Ricardo Silvestrin traz os impasses deste tempo em que vivemos entre o humano e a alta tecnologia. Poemas de uma vida em movimento, como a própria criação poética do autor, sempre propondo e apontando novos caminhos.
O poeta e professor Jorge Fróes, logo no prefácio, aconselha o “Irmão (que ainda não é um robô)”: “Enquanto os irmãos robôs não herdarem a Terra, como nos é alertado no poema Discurso, vá ao índice e leia o poema Cântico, no punhado de dias que recebemos. Que não seja o raiar do dia a única alegria. Decore. Saber algo de cor é saber de coração”.
Ricardo Silvestrin. foto Marco Nedeff/ Divulgação
E provoca: “Mensagem deste livro? Nenhuma. Poesia não é correio, não é e-mail, não é whats. Poesia é mensagem,correio, e-mail e whats. Eu me contradigo, dizemos eu e o outro bardo (Walt Whitman), e nos diz Ricardo, no poema Mensagem: Tudo fala/e, mais,/nos escuta. Este livro contém multidões e todas as coisas que o Ricardo Silvestrin sabe colocar em poesias: os humanos coisificaram o mundo.”
Com edição e design de Clô Barcellos, o livro tem capa do artista Leo Silvestrin que ilustrou também o livro Carta aberta ao Demônio (Libretos, 2021), de autoria de Ricardo Silvestrin.
O lançamento deIrmão Robôacontece no dia 20 de julho, a partir das 17h, na Livraria Paralelo 30 (Rua Vieira de Castro, 48 – Farroupilha, Porto Alegre – RS). Será realizado bate-papo com Ricardo Silvestrin, Leo Silvestrin e Jorge Fróes e, logo após, sessão de autógrafos.
Ricardo Silvestrin nasceu em Porto Alegre em 1963. Formou-se em Letras pela UFRGS em 1985. Em 2020, recebeu o título de Mestre em Literatura, também pela UFRGS, com a dissertação Manuel Bandeira, um poeta na fenda.
Publicou até o momento dezesseis volumes de poesia. A esse conjunto, agregam-se um romance, um volume de contos, dois livros de tradução, uma peça de teatro, uma produção de canções como compositor e vocalista, com dois CDs, um DVD e três álbuns virtuais, e mais oito livros de poesia para crianças.
Ricardo Silvestrin_foto Marco Nedeff/Divulgação
Foi editado por importantes editoras brasileiras, como Record, Cosac Naify, Ática, Salamandra, Companhia das Letras, Nankin, Patuá, Artes e Ofícios, Projeto, Artes e Ecos, Tchê, Sulina, Bestiário. Pela Libretos, publicou Carta aberta ao Demônio, em 2021.Integra diversas antologias, como, por exemplo, Haicais Tropicais, editada pela Cia das Letras. É citado em vários estudos, como o volume dedicado aos poetas que iniciaram a publicar a partir dos anos 1980 da coleção Roteiro da Poesia Brasileira, editora Global, que percorre a poesia do Brasil ao longo da história.
Recebeu por cinco vezes o prêmio Açorianos de Literatura. Foi premiado também no Encontro Brasileiro de Haicai e no prêmio AGES e foi finalista de outros certames, como Prêmio Candango, Portugal Telecom, Prêmio Brasília de Literatura e Academia Rio-grandense de Letras. É editado em livro individual no Uruguai e figura na Antologia Mundial de Haicai, Frogpond, publicada nos Estados Unidos. Seu livro É tudo invenção integra a Biblioteca Básica do Estudante Brasileiro da FNLIJ.
Leo Silvestrin é artista visual e ilustrador, formado em Artes Visuais na UFRGS. Dirigiu e produziu o documentário Arte e Revolução: o exemplo dos Centros Populares de Cultura. Pela Libretos, ilustrou o livro Carta aberta ao Demônio, de Ricardo Silvestrin.
Serviço
Lançamento do livro Irmão Robô, de Ricardo Silvestrin
Bate-papo com Ricardo Silvestrin, Leo Silvestrin e Jorge Fróes e, logo após, sessão de autógrafos.
Dia 20 de julho, a partir das 17h
Livraria Paralelo 30 – Rua Vieira de Castro, 48 – Farroupilha, Porto Alegre – RS
Os fãs da 50 Tons de Pretas já podem comemorar. As cantoras e instrumentistas Dejeane Arruée e Graziela Pires apresentam um pacote de novidades, que inclui lançamento de single, o novo álbum Dengo, produzido a partir de recursos do edital Natura Musical 2023, e uma turnê com shows no Estado e em São Paulo. A espera terminou no dia 12 de julho com o single Oración nas plataformas digitais. A canção, versão bônus da música Oração, que se conecta com o momento atual que o Rio Grande do Sul, dá um gostinho do novo trabalho da banda, segundo o material de divulgação.
“Oração surgiu como uma força de uma conexão com a crença, com o poder interior, seja qual for. Onde o canto for um grito de conexão, o cantar for a força maior, onde há o encontro da oração e o coração, o momento onde se dá o ritual único: orar + canção = Oração“, afirma Dejeane. Oração é diferente de tudo que as Pretas já fizeram musicalmente. É uma Milonga, uma canção única com uma energia diferenciada, que movimenta, que envolve, que conduz as pessoas para lugares especiais e particulares, tocando cada um de forma única. Oração é um convite a ver o lado bom da vida e se conectar com a sua fé. Alimentar a esperança de que vale a pena olhar pra dentro de si, sobretudo nos momentos difíceis, e ao ver as coisas do seu coração encontrar a coragem pra seguir. “Esta mensagem cabe exatamente neste momento desolador que estamos passando em nosso estado. Para todos nós, que choramos perdas, que ficamos abalados, a fé e a coragem de seguir as coisas do nosso coração é o que nos ajudará na missão de reconstruir nosso estado. E assim será!”, comenta Grazi.
Grazi e Dejeane_credito Ricardo Lage /Divulgação
Para a versão em Espanhol, a ideia foi uma conexão com os países vizinhos. “Ao ouvirmos a canção pronta e toda a sonoridade que ela trouxe, pensamos que seria interessante explorar as possibilidades dela conversar com nosso público mais da fronteira e além dela. Então, pensamos que seria interessante ter uma versão em espanhol para comunicar com o público latino. Oración concretiza nossa ideia de ultrapassar fronteiras com a nossa arte”, diz Grazi. Na percussão, Mimmo Ferreira trouxe o poder e a sonoridade dos tambores que Grazi e Dejeane buscavam. Mimmo trás referências particulares de ritmos de tambores do Sul carregados da presença e influência Uruguaia. Oração é de Dejeane e Grazi, com produção musical e arranjos de Dejeane e com a participação da incrível banda formada pelo João Costa, Gustavo Nunes, Xandy Santos, Vlad Godoy e Alexsandra Amaral.
Oracíon e Oração estão no novo álbum, Dengo, que chega nas plataformas digitais no dia 25 julho, Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. Luta. Ancestralidade. Resistência. Amor! Algumas palavras que definem este segundo álbum autoral da 50 Tons de Pretas. Produzido a partir de recursos do edital Natura Musical 2023, Dengo vem como mais um trabalho representando a resistência pela arte e que promete trazer muito swing, tambores, temas de luta e um lado romântico das Pretas, que muitos fãs vão adorar conhecer.
Grazi e Dejeane_credito Ricardo Lage /Divulgação
“Dengo é carinho, afeto e amor. É um mimo das Pretas para os nossos fãs. Dengo, como dizem nossos ancestrais é aconchego! Ou seja, pra mim Dengo é o que eu fui, o que eu sou e o que serei. É um longo trabalho de tudo que já fiz e o que estou fazendo nele. É a junção do que fui, do que absorvi, do que sou e uma parte do que serei, porque no próximo já vou ter vivido outras experiências e serei mais alguma coisa e pra mim tudo isso é processo”, diz Grazi. O processo de um álbum novo é sempre muito especial e profundo, e nesse novo trabalho estão todos esses elementos. “Fomos buscar na profundidade da nossa ancestralidade todas as nossas referências e memórias ancestrais, um trabalho íntimo tocando na raiz da nossa essência e memórias. Esse novo álbum, assim como Voa, traz muito de nós, das nossas experiências e vivências, mas com uma pitada a mais de amadurecimento musical e pessoal de cada uma das Pretas”, afirma Dejeane. O processo do disco iniciou meses atrás, ainda em 2023, com período de escuta e seleção das composições pelas artistas. “Fomos buscar em nosso arquivo de composições quais as músicas que gostaríamos de explorar, trabalhar nos arranjos e levar pra o disco. É uma parte muito prazerosa do processo, onde temos que seguir nossa intuição, nosso feeling e fazer as melhores escolhas. Dentre mais de 20 composições, selecionamos apenas oito para entrar no disco”, destaca Grazi Pires. Fazem parte as canções: `Dengo´, `Ah, eu espero´, `Melanina´, `A palma da minha mão é preta´, `Só quero te dizer´, `Meus heróis´, `Sou Preta` e `Oração`, com versão bônus em espanhol.
O que deixou o processo mais profundo foram meses de pesquisa íntima individual e coletiva para chegarem no resultado do álbum. “Foram incansáveis escutas de obras que havíamos criado há meses na tentativa de selecionarmos o que mais estava nos representando no momento. Pesquisas rítmicas e culturais pra chegarmos na sonoridade mais verdadeira e íntima dessa nova fase das Pretas. Um processo rico de trocas e vivências com nossa banda e com convidados super especiais que deixaram esse trabalho ainda mais compacto, resistente e repleto de Identidade. O processo de composição é sempre intenso, forte e mostrar, lançar esse novo álbum, é jogar, dividir, expor toda nossa intimidade a mais intensa intimidade que poderíamos dividir é expor e despir a alma”, completa Dejeane.
A banda realizou um período de imersão, fundamental para o processo de gravação iniciado em março, uma vez que optaram por uma gravação em formato “ao vivo”, ou seja, com toda a banda reunida tocando junta. Dejeane conta que foram horas intensas de ensaios para deixar tudo pronto para o processo de gravação. E valeu a pena, pois no primeiro dia de setting a banda gravou as oito músicas. Depois foram gravados mais detalhes de guitarras e violões, as percussões, as vozes e o sopro. Um disco gravado em tempo recorde. “Como diretora musical e artística do projeto, posso antecipar que o novo trabalho vem trazendo muito a essência da nossa música preta brasileira. Tem som pesado e swingado característico do nosso samba rock, muita sonoridade afro gaúcha com referências dos nossos tambores e letras que abordam a resistência, ancestralidade e o amor”, destaca Dejeane Arruée. Entre as participações especiais estão Mimo Ferreira, percussionista, Neuro Junior, violonista, e as crianças e adolescentes do Projeto Afroativos.
Turnê nacional
Dengo já nasce pronto para cair na estrada. “O show vai apresentar ao público este disco que traz a força e presença da mulher negra e da ancestralidade”, afirma Grazi Pires. A turnê nacional, que inicia em julho, inclui shows no Rio Grande do Sul e São Paulo. Confira as datas e locais:
17 de julho, 2024 – Tupanciretã (RS)
02 de agosto, 2024 – Teatro CIEE-Banrisul RS, Porto Alegre (RS)
25 de agosto, 2024 – Casa Natura, São Paulo (SP);
50 Tons de Pretas
A Dupla acumula um repertório representativo e diverso, inúmeros prêmios e um reconhecimento público que as orgulha e consolida no estado do RS. O primeiro espetáculo “A mais pura verdade”, circulou por mais de 15 cidades em 2018, pelo SESC RS, e foi indicado ao Prêmio Açorianos de Música na categoria Melhor Espetáculo, em 2019. O primeiro disco, ‘Voa’, foi lançado em novembro de 2020 e teve enorme reconhecimento de público e de crítica. Sendo premiado no Prêmio Açorianos de música em 2021 como Melhor álbum MPB, melhores intérpretes e melhores compositoras. Um feito inédito na história do tradicional prêmio foi a conquista destes 03 troféus por duas artistas pretas com um trabalho independente. Em 2021, as Pretas lançaram o EP ‘Então Vem’ e foram premiadas em festivais nacionais no Paraná e Minas Gerais. Os últimos reconhecimentos de grande destaque são os de Melhor Banda MPB do Brasil no Prêmio Profissionais da Música 2023 e a contemplação como Artistas NATURA MUSICAL, patrocinadores do próximo trabalho a ser lançado.
Nesta quinta (18), o Espaço 373 recebe Angelo Primon com seu trio para uma noite e releituras de seu trabalho como compositor. Ao lado do contrabaixista Bruno Vargas e do baterista Luke Faro, Primon transita por uma variedade de sons com sua viola de 10 cordas, passando pela singularidade das sonoridades de instrumentos étnicos como Oud árabe, Tanpura e Surbahar indianos, apresentando composições autorais e releituras.
Temas como “Solar Nº1”, “Tus Manos”, “Vira o Tempo”, “Refaz-se o dia”, “Sateriando”, “Vereda da Viola” e “10 de Fole”, junto a performances com o “Surbahar”, agregam tema recolhido do folclore palestino Masar, visitando o cancioneiro gaúcho e brasileiro, além de surpresas interativas.
Em mais uma edição do projeto Sexta Blues, o 373 abre seu palco para a CORUJAZZ. O trio mistura Chicago blues com tropicalismo, free jazz ao fogo latino da salsa, rock n’ roll ao funk groove.
Quem abre o show é a banda Money Man Trio, que tem um repertório repleto de músicas de nomes como Mississippi John Hurt, Muddy Waters e Robert Johnson, a autêntica sonoridade blues.
Jambo Trio – Foto Leandro Rodrigues/ Divulgação
E no sábado (20), Jambo Trio, formado por Luis Henrique New (piano), Everson Vargas (baixo) e Ricardo Arenhaldt (bateria), apresenta músicas do seu mais recente álbum “Janelas” e clássicos de compositores que inspiram o grupo como Baden Powell, Moacir Santos, João Donato e Tom Jobim.
Para celebrar o Dia do Amigo, o Chalé da Praça XV, ponto de encontro da capital receberá a banda Maria Bonita, pioneira do forró no sul. O evento faz parte da retomada das atividades culturais e turísticas do Centro Histórico de Porto Alegre, no próximo sábado, dia 20 de julho
Haverá a combinação de experiência gastronômica e boa música. A Tradicional Feijoada do Chalé marcará a retomada da programação cultural no Dia do Amigo.
A banda Maria Bonita apresentará uma seleção de clássicos do forró no sul e releituras de grandes sucessos de Luiz Gonzaga, Alceu Valença, Trio Forrozão, entre outros. O show marca o início das comemorações de 25 anos da banda, que foi escolhida especialmente para este evento devido ao período das festas julinas, o que tornará a celebração ainda mais especial.
Os destaques do almoço são os 4 tipos de feijoada: a completa, a de feijão vermelho, a de defumados e também uma receita vegana, e mais os seus acompanhamentos clássicos: farofa, arroz branco, couve refogada, banana à milanesa e laranja, além de antepastos, saladas, pratos quentes e sobremesas.
Chalé da Praça XV
Há mais de um século, o Chalé da Praça XV é um espaço emblemático de sociabilidade em Porto Alegre. Tombado pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre por sua relevância cultural, é patrimônio histórico da cidade.
Banda Maria Bonita
Formada por Elojac (violão e voz), Kiko Padilha (sanfona), Lua Barros (Triângulo e Vocal) e Leandro Oliveira (zabumba). A direção artística é assinada pelo músico Elojac, museólogo, pesquisador dos ritmos regionais brasileiros e idealizador do “Forró do Manara”, projeto que lançou inúmeras atrações, bailarinos e DJs.
A banda tem sólido trabalho autoral com temas como Xote Triste (Elojac),Colcha de Retalhos (Elojac), Reabraço (Elojac e Kiko Padilha), Forró no Miudinho (Elojac e Divan Oliveira), Chuva de Baião (Elojac), Cagueta no Forró (Elojac), canções que já são clássicos do forró no sul.
Maria Bonita lançou em 2013 o DVD “Forró na Veia“, com um repertório próprio, além das composições “Torpedo”, composta exclusivamente para o grupo por Adriana Calcanhotto; “Maria do Povo”, de Rosa Franco; e “Xote da Mulheres”, de Mestre Divan Oliveira.
Elojac no Chalé da Praça XV. Fotos: Tiago Trindade/ Divulgação
O segundo disco, gravado em 2014, traz releituras das canções “Asa Morena”, de Zé Caradípia; “Presente”, de Môco Aranda e Kaleb Maximus; “Carro de Boi”, de Zé Evandro; além de um dos primeiros sucessos da banda, “Balanço no Laço”, de Itamar Orla, entre outros temas autorais. O terceiro trabalho está em fase de finalização.
Serviço:
Show da Banda Maria Bonita no Chalé da Praça XV
Dia 20 de julho (sábado) na Feijoada do Dia do Amigo no Chalé.
O restaurante abre às 11h e o show inicia às 12h, com participação de convidados especiais. A programação se estende até 16h.
Chalé da Praça XV – Praça XV de Novembro – Centro Histórico de Porto Alegre