Autor: da Redação

  • “Transmutação Urbana”, show da Bate Sopra, comemora os 10 anos do grupo instrumental

    “Transmutação Urbana”, show da Bate Sopra, comemora os 10 anos do grupo instrumental

    A fanfarra integra a Mostra de Artes Cênicas e Música do Teatro Glênio Peres e terá apresentações gratuitas dias 27 e 28 de setembro, às 19h

    Bate Sopra por @vitoriaproenca/ Divulgação

    A Bate Sopra é uma fanfarra formada por instrumentos de sopros e percussão que, desde 2014, vem conquistando o público por onde passa. Vencedora do Festival de Música de Porto Alegre com a música “Ventania”, na categoria Música de Rua, em 2019, se consolida no cenário da música instrumental e independente, colorindo as ruas de Porto Alegre de amarelo e roxo e expressando sua musicalidade contagiante. Transmutação Urbana, o show que apresentará no Teatro Glênio Peres, dias 27 e 28 de setembro, celebra o caos urbano convidando o público para uma imersão sonora, cênica e sensorial, a partir da apresentação de um repertório autoral assim como algumas releituras de músicas que são influências importantes para o grupo. Os shows tem entrada franca e integram a Mostra de Artes Cênicas e Música, já tradicional deste teatro. As senhas podem ser retiradas no local dias 23, 24 e 25 de setembro, das 14h às 17h.

    Com músicas inteiramente instrumentais, a Bate Sopra executa gêneros musicais como cumbia, ska, levadas brasileiras e techno. Em seu repertório atual, constam músicas como Jacarandá, Imersão, Retorno a Marte, Olha a Chuva, Skalamaior, Ventania, Floriana (todas autorais da Bate Sopra), além de releituras de composições de fanfarras nacionais e internacionais.

    São muitas histórias e pessoas envolvidas que estiveram presentes ao longo desses anos da Bate Sopra. Dos ensaios nas manhãs ensolaradas na Redenção, passando por shows e festas, participação nos Honks pelo Brasil afora, festivais de música, os incontáveis dias dentro de estúdios gravando e eternizando suas músicas para espalhar aos quatro cantos do país. Sim, a Bate Sopra tem muita coisa pra trocar, pra mostrar e emocionar. Para a Bate Sopra a rua é um palco muito importante. De cortejo em cortejo, o coletivo atravessa a cidade e também é atravessado por ela.

    O grupo instrumental. Foto: Aruna Cruz/ Divulgação

    Ao longo da sua caminhada já se apresentou nas ruas e em diversos espaços culturais no RS, SP, RJ e BSB. Em 2023 lançou seu primeiro EP chamado “Transmutação Urbana”. Este trabalho, que conta com cinco faixas autorais, foi produzido e gravado em conjunto com o coletivo Pedra Redonda em Porto Alegre e abriu as celebrações dos 10 anos de atividades ininterruptas, marcando cada vez mais o espaço da fanfarra na cena da música instrumental independente. Essa junção de fatores musicais, somada à ocupação dos espaços públicos com alegria e luta, fazem com que a Bate Sopra mova centenas de pessoas nas suas apresentações, sendo carinhosamente chamada por seu público como a fanfarra mais querida da cidade.

    Bate Sopra. Foto: Aruna Cruz/ Divulgação

    Sobre os artistas:

    AMADEU MEDINA (timbal e congas). Músico e percussionista nos tambores de mão da Bate Sopra. Oriundo de Cabo Verde, iniciou sua carreira musical em Porto Alegre no ano de 2012. Desde 2013 é arte-educador na Oficina de Percussão da Turucutá. Atualmente é músico das bandas Turucutá e Chamegado Carimbó. Faz parte ainda do projeto Batucada SA.

    CARÓLIS (ganzá, meia lua, agogô, agbê, triângulo e guiro). Percussionista nos blocos Avisem a Shana que Sábado Vai Chover e Bloco da Laje, Carólis iniciou sua trajetória musical em 2014, estudando instrumentos percussivos, melódicos, teoria e percepção musical. Em 2016 se juntou à fanfarra Bate Sopra.

    DANIELA GARCIA (trompete e eufônio). É mestra em música (University of Massachusetts). Diretora artística do Encontro Pernambucano de Metais, Sopra Metais – Brazilian Brass Festival e do musical Wiz Wham Alakazam. Atualmente é professora de música nas escolas Maple Bear e Aldeia da Fraternidade, estudante da Escola da OSPA, cursando Especialização em Educação Musical pela UERGS e integrante nos grupos O Fabuloso Concerto e Bate Sopra.

    GABI LUZZI (trompete). É historiador formado na UFRGS, músico multi-instrumentista, compositor, arranjador e professor. Começou sua carreira musical em 2013 e nesse tempo já participou de diversos grupos musicais na cidade de Porto Alegre. Atualmente é trompetista na Fanfarra Bate Sopra, Cosmobloco e na Turucutá. Atua também como Professor de trompete e de teoria e percepção musical no seu projeto Colmeia e na ONG Misturai na Vila Planetário.

    GUSTAVO DUBOIS (tuba). Educador físico, músico e entusiasta do carnaval de rua, é tubista na fanfarra Bate Sopra e também compõe outros coletivos artísticos musicais, como o Cosmobloco. Atua na organização do Honk!Poa, festival de fanfarras ativistas que acontece na cidade de Porto Alegre e em diversas cidades do Brasil e do mundo.

    JP SILIPRANDI (saxofone alto e soprano). Músico instrumentista, compositor e professor de saxofone, Jp Siliprnadi tem relação com a música desde os 12 anos de idade e hoje atua como instrumentista em diversos projetos musicais de Porto Alegre, tendo a Fanfarra Bate Sopra como o seu principal, onde trabalha compondo, produzindo e tocando saxofone. Também faz parte do Grupo Mu, um espetáculo cênico-musical infantil.

    LÍVIA TABERT (surdo, caixa e timbal). É musicista autodidata e arte educadora há 20 anos. Frequentou alguns espaços de ensino formal em música como o conservatório Pablo Komlós e o curso técnico em instrumento musical do IFRS. Atualmente é educadora em projetos sociais, culturais e dá aulas particulares de teoria e percepção musical. Além disso, atua como instrumentista independente e acompanha diversos artistas e grupos presentes na cena musical de Porto Alegre.

    MARTIN WEILER (trombone). Atua em shows, espetáculos e projetos culturais como músico percussionista, trombonista, coralista, instrumentista e arranjador. Ministra oficinas de percussão no projeto cultural da Turucutá, é diretor musical e idealizador do espetáculo Cosmobloco e ministra oficinas de Sopros direcionado para coletivos e fanfarras. Músico integrante dos grupos: Cachaça de Rolha, Turucutá, Bate Sopra. É Bacharel em Música pela UFRGS, formado em 2018 e Licenciando pela mesma universidade.

    PEDRO SOUZA (bateria). É músico e baterista da Bate Sopra. Iniciou sua jornada musical em meados dos anos 2000, e atualmente participa dos coletivos musicais Avisem a Shana que Sábado Vai Chover, Axé que Enfim, Bloco da Laje e Cosmobloco. Atua ainda como voluntário no planejamento e organização de projetos culturais junto a ONG Misturaí de Porto Alegre.

    VINÍCIUS ÁVILA (sax tenor). Frequentador assíduo de blocos de rua e ocupações de espaços públicos, o primeiro instrumento que teve contato foi a flauta transversal, migrando ao final de 2017 para o saxofone tenor. Em 2018 participou da estreia do Cosmobloco – A Vaca Abduzida, participando ainda do Bloco da Laje e finalmente vindo a compor o naipe de sopros da Bate Sopra!

    Ficha técnica:

    Amadeu Medina – timbal e congas

    Carólis – ganzá, meia lua, agogô, agbê

    Daniela Garcia – trompete e eufônio

    Gabi Luzzi – trompete

    Gustavo Caspani – tuba

    Jp Siliprandi – sax alto

    Livia Tabert – surdo

    Martin – trombone

    Pedro Souza – bateria

    Vinicius Ávila – sax tenor

    TRASMUTAÇÃO URBANA – Bate Sopra 10 anos

    Dias 27 e 28 de setembro, às 19h

    Teatro Glênio Peres – Av. Loureiro da Silva, 255 – Centro Histórico

    Entrada franca

    Retirada de senhas dias 23, 24 e 25 de setembro, das 14h às 17h, no local

    Produção e realização: Bate Sopra

    Redes:

    https://www.instagram.com/batesopra/

  • Grupo “Cuidado com Mancha promove Gole Amigo – Juntos pelo Marcos Vaz

    Grupo “Cuidado com Mancha promove Gole Amigo – Juntos pelo Marcos Vaz

    O Grupo Cuidado que Mancha promove neste sábado, dia 14 de setembro, a partir das 19h, um encontro cultural-afetivo em prol do técnico Marcos Vaz que foi atropelado, há um mês, enquanto andava de bicicleta e o motorista fugiu. Agora enfrenta um longo e desafiador processo de recuperação. Para ajudá-lo a cobrir os custos médicos e dar o suporte necessário, o coletivo organizou o evento solidário Gole Amigo – Juntos pelo Marcos Vaz.
    Uma noite de música boa com Bárbara Borges, César Hack, Claudio Veiga, Cristiano Hanssen e Raquel Grabauska. Boas energias, comidinhas gostosas, bebidas geladas e aquele clima solidário que só os amigos sabem proporcionar. Uma reunião em um ambiente acolhedor para brindar à vida, compartilhar histórias e, claro, fazer a diferença na vida do Marcos, que tanta diferença faz nas nossas vidas.Como apoiar:
    – Participando do evento: Adquire teu ingresso e vem passar essa noite importante conosco.
    – Contribuição via Pix: Se não puderes comparecer, podes colaborar com qualquer valor pelo Pix arribamarcoveio@gmail.com (conta em nome de Raquel Grabauska, duplamente comadre, colega de trabalho e amiga há mais de 30 anos).

    Destinação: o valor arrecadado será usado para comprar cadeira de rodas específica para o caso do Marcos, comprar fraldas, medicações, pagar cuidadoras, fisioterapia.

    Data: 14 de setembro
    Horário: A partir das 19h
    Local: Espaço Cuidado que Mancha
    Endereço: Rua Damasco, 162 – Bairro Azenha
    Ingressos: A partir de R$ 30,00, com a opção de contribuição adicional.

    https://www.sympla.com.br/gole-amigo—juntos-pelo-marcos-vaz__2634638

    Todo apoio é essencial para a recuperação do Marcos. Tua presença (ou contribuição) faz toda a diferença. Vamos juntos nessa corrente pela vida!

  • O inconfundível traço de Marcelo Hübner, na Bublitz Galeria de Arte

    O inconfundível traço de Marcelo Hübner, na Bublitz Galeria de Arte

     

    O inconfundível traço de Marcelo Hübner estará em destaque na Bublitz Galeria de Arte. A exposição “Multiplicidade” tem vernissage no sábado, 14 de setembro, das 11h às 13h, e fica no espaço até o dia 11 de outubro. A galeria está localizada na Av. Neusa Goulart Brizola, 143, em Porto Alegre. Entrada franca.

    Ao todo, serão apresentadas 30 obras do artista. Conhecido pelas séries “Floristas”, “Banhistas” e “Urbanos” e “Jornais Florais”, presentes na exposição, Hübner apresenta também as “Paisagens Gaúchas”, com a retomada das origens com os cenários do Rio Grande do Sul expressos na grandiosidade dos campos e dos pampas. Nessas obras, estão presentes as colheitas, os animais e as paisagem rurais que compõem a beleza do Estado. Na exposição, o artista também traz duas novidades: a série “Jardins Tropicais”, com suas folhas características, sua exuberância, em diversos tons de verde; e a série “Vívidas”, com figuras femininas, de teor intenso e ardente, que trazem um raio vívido de esperança para as telas.

    O artista visual Marcelo Hübner – Foto: Sérgio Ordobás/ Divulgação

    “A escolha do nome da exposição partiu do próprio significado da palavra, que também tem relação com minha produção. Multiplicidade é aquilo que é diverso, que existe em abundância, que é exuberante, multifacetado, como nossas praias, nossas paisagens gaúchas e as florestas tropicais. Nas cores, eu revelo o vigor dessa natureza”, conta Hübner. “Desde as tradicionais banhistas, eu abri o leque de inspirações e posso dizer que sou um artista de múltiplos temas, que se refletem nessa mostra”, conclui.

    ” Banhistas”. Obra de Marcelo Hubner/ Foto:  Sergio Ortobás/ Divulgação

    Ao lado da Galeria Bublitz, o artista vem percorrendo o Rio Grande do Sul levando suas criações e, muitas vezes, fazendo pinturas ao vivo. Suas obras já conquistaram o interior do Estado e o litoral, integrando exposições em espaços culturais de Alegrete, Bagé, Caxias do Sul, Santa Cruz do Sul, Uruguaiana, Novo Hamburgo, Atlântida, Capão da Canoa, entre outras

    “Floristas . Obra de Marcelo Hubner/ Foto:  Sergio Ortobás/ Divulgação

    SERVIÇO

    “A Multiplicidade de Marcelo Hübner”
    Local: Bublitz Galeria de Arte
    Endereço: Av. Neusa Goulart Brizola, 143
    Período: 14 de setembro a 11 de outubro
    Vernissage: 14 de setembro, das 11h às 13h
    Visitação: segundas às sextas, das 10h às 18h, e sábados, das 10h às 13h

  • Peça teatral G.H. é encenada em meio a retratos da escritora Clarice Lispector

    Peça teatral G.H. é encenada em meio a retratos da escritora Clarice Lispector

    A peça teatral G.H., inspirada livremente no romance “A Paixão Segundo G.H.”, de Clarice Lispector, em cartaz nesta sexta-feira (6/9), sábado e domingo, às 20h, na La Photo Galeria (Travessa da Paz, 44), em Porto Alegre, é encenada pela Cia. Teatrofídico com uma inovação cenográfica: o espetáculo abriga uma exposição de arte composta de nove retratos da célebre escritora, pintados pela artista visual gaúcha Graça Craidy.

    Pintura da artista visual Graça Craidy. Foto: Carlos Souza/ Divulgação

    O quadro mais destacado de todos, no centro do palco, no alto, mostra Clarice na condição da personagem G.H., no momento em que ela se depara com uma barata no quarto da empregada que havia sido demitida. G.H. acaba engolindo o inseto, em meio as suas reflexões existenciais. Os demais oito quadros estão afixados nas paredes entre as quais se localiza a plateia, quatro de cada lado.

    A artista visual Graça Craidy. Foto: Carlos Souza/ Divulgação

    A exposição “Clarices” já foi montada no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Niterói, Florianópolis e Porto Alegre, desde 2022. Na sua formatação original, reúne 33 quadros.

    O grupo Cia. Teatrofídico apresenta a peça teatral. Foto :  Regina Peduzzi Protskof/ Divulgação

    A peça G.H. foi adaptada e é dirigida e produzida por Renato Del Campão, que também atua, junto com quatro atrizes e três atores. Ingressos pelo Sympla.

    FOTO 1: Regina Peduzzi Protskof, com intervenção da Cia. Teatrofídico sobre a obra

     

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    Neste sábado (24), o Espaço 373 recebe a banda carioca de forró TOCAIA. O quarteto feminino, formado por Bela Ciavatta, Mari Jasca, Paloma Ronai e Renata Neves, é conhecido pelos bailes e arrasta-pés que promovem, principalmente, durante o período dos festejos juninos.

    Com apenas dois anos de estrada, já tocaram com artistas como Letrux, Juliana Linhares, Vitória Rodrigues, Lucy Alves e Bebê Kramer nos shows do Baile d’A TOCAIA, projeto produzido por elas em 2023, que passa por clássicos de compositores como Dominguinhos e Luís Gonzaga, cria releituras de músicas latino-americanas como Cuarto de Tula, passeia por canções francesas traduzidas pelo grupo num forró-jazz bem brasileiro e suingado, e ainda inclui um repertório autoral das musicistas do grupo.

    Banda TOCAIA – Foto Maria Magalhães/Divulgação

    SERVIÇO
    24 de agosto | Sábado | 21h
    Banda de forró Tocaia
    Ingressos: R$45 a R$90
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/tocaia/2566386

    Informações e reservas de mesas pelo WhatsApp: (51) 999 99 23 15
    Espaço 373: Rua Comendador Coruja, 373 – Bairro Floresta

  • Companhia de Ópera do RS leva sua Gala Lírica a Dois Irmãos

    Companhia de Ópera do RS leva sua Gala Lírica a Dois Irmãos

     

    A Companhia de Ópera do RS – CORS retoma sua agenda de apresentações pelo Estado com Gala Lírica, no dia 25 de agosto (domingo), às 18h, no Espaço Cultural Antiga Matriz de Dois Irmãos.

    Diferente de uma ópera, a gala lírica não possui o modo teatral, com cenários, figurinos e iluminação, focando nos cantores, que, neste espetáculo, contará com as participações de Rose Carvalho (mezzo-soprano), Rosimari Oliveira (soprano), Alex Barbosa (barítono) e João Ferreira Filho (tenor) ao piano de Patrick Menuzzi.

    Gala Lírica Dois Irmãos – Foto Adriana Marchiori/Divulgação

    No repertório, as obras mais conhecidas em todo mundo dos compositores Gaetano Donizetti, Gioachino Rossini, Georges Bizet, Léo Delibes, Hofmann, Ruggero Leoncavallo, Giacomo Puccini e Giuseppe Verdi.

    Esta é a primeira apresentação da CORS fora de Porto Alegre após as enchentes, que também foi atingida pela tragédia climática e está se reerguendo. Três artistas sofreram perdas materiais – o pianista Eduardo Knob, a soprano Raquel Flores e o barítono Roger Nunez – e dezenas de outros tiveram trabalhos cancelados.

    Flavio Leite-CORS- Foto: Vitor Ceolin/ Divulgação

    “É uma alegria podermos voltar a circular pelo RS, levando a ópera para todos os cantos de nosso estado. Mais do que nunca, nesse momento de reconstrução do nosso Estado, a arte e a cultura têm papel fundamental ao tratar a alma do povo gaúcho tão castigada nos últimos meses”, destaca o presidente da CORS, Flávio Leite.

    Gala Lírica é uma realização da Companhia de Ópera do RS e Ministério da Cultura/Governo Federal, com patrocínio das Farmácias São João.

    Vozes do Ópera Estúdio Foto: V itoria Proenca/ Divulgação

    SERVIÇO
    Companhia de Ópera do RS apresenta Gala Lírica
    Quando: 25 de agosto | Domingo | 18h
    Onde: Espaço Cultural Antiga Matriz de Dois Irmãos (Avenida São Miguel, 473 – Centro)
    Entrada gratuita

  • “Manifesto de uma mulher de teatro”, do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz, em Canoas

    “Manifesto de uma mulher de teatro”, do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz, em Canoas

    O espetáculo Manifesto de uma mulher de teatro, que esteve esta semana na 20ª edição do Aldeia Velho Chico, uma realização do SESC-PE, estará em Canoas dia 29 de agosto, no Teatro do Sesc (Av. Guilherme Shell, 5340). Paralelo às apresentações no RS e em festivais brasileiros, o grupo segue firme e forte em sua campanha a fim de reconstruir sua história e memória, já que sua sede ficou submersa na fatídica enchente de maio de 2024. Quem quiser e puder apoiar, pode fazer sua doação para a Associação dos Amigos da Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, CNPJ 95.123.576/0001-52, através da conta Caixa Econômica Federal – Agência 0448 – Operação 003 – Conta Corrente 01315-4, ou pelo PIX Chave 95123576000152.

    Manifesto_Foto_Vivian_Gradela/ Divulgação

    Manifesto de uma mulher de teatro parte da personagem Ofélia, de um dos textos mais contundentes da dramaturgia contemporânea, Hamlet Machine de Heiner Müller – marcante na trajetória da atriz Tânia Farias. A performance traz ao centro da arena a vociferação contra a engrenagem de violências às quais mulheres são continuamente submetidas. Vozes como a de Violeta Parra, Gioconda Belli e da própria atriz, que ousa contar detalhadamente sua história pessoal de violência sofrida e intercruzar com outra real, a de Magó, bailarina barbaramente violentada e assassinada em 2020, ao qual a atriz presta homenagem. Um ato político contra a violência de gênero, uma nova etapa de construção da reflexão dessa mulher de teatro num momento tão trágico, de autorização de todo tipo de barbárie contra mulheres, negros, lgbtqia+ e tudo o que o conservadorismo dessa elite atrasada considera uma ameaça ao seu projeto de morte, de não corpo e de não felicidade.

    Manifesto_Foto_Vivian_Gradela-/Divulgação

    O espetáculo é uma criação da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, com atuação de Tânia Farias e operação de vídeo, som e luz de Eugenio Barboza.

    Manifesto de uma mulher de teatro –

    Dia 29 de agosto, 20h

    Teatro do SESC – Av. Guilherme Shell, 5340. Canoas

    Ingressos: RS 15,00 (comércio/serviços/empresários) e R$ 30,00 (público em geral). Solidário R$ 10,00

    No local ou no site do SESC RS

    Campanha de reconstrução Terreira da Tribo

    Caixa Econômica Federal – Agência 0448 – Operação 003 – Conta Corrente 01315-4

    PIX Chave 95123576000152.

  • Duas noites para celebrar a Soul Music , com a The Hard Working Band

    Duas noites para celebrar a Soul Music , com a The Hard Working Band

    Duas noites para celebrar três décadas de trabalho e um tributo à história da Soul Music. Essa é a ideia da The Hard Working Band, nos dias 05 e 06 de setembro, às 21h, no TEATRO CIEE-RS BANRISUL (Av. Dom Pedro II, 861).  Grandes nomes da cena musical do Rio Grande do Sul, como Luciano Leães e Mariette Fialho, e Camila Lemos, cantora da nova geração, serão os convidados especiais da estreia do novo show. Ingressos já à venda no uhuu.com.

    Foto de Alexandre Birck/ Divulgação

    Os 30 anos da THWB significa agradecimento. Eu não seria a Andrea Cavalheiro que sou hoje se não fosse a banda. Não seria como ser humano e não seria como artista. Ao público que nos acolheu, sendo uma banda cover, e aos parceiros dessa vida inteira dessa caminhada de 30 anos. Pessoas com história diferentes, vidas diferentes e que há 30 anos compartilham da mesma alegria, dessa mesma vontade de fazer música, a minha gratidão”, afirma Andrea Cavalheiro, vocalista. Os nove integrantes da Hard Working entram no palco como se entrassem nas portas de suas próprias casas. E é este o grande segredo dos shows da banda: a espontaneidade. Toda a produção, escolha de repertório e exaustivos ensaios, tornam a performance grandiosa porém simples, incluindo assim toda a plateia, fazendo do público um convidado e não apenas mera audiência. A soul music sempre se caracterizou por fazer do espetáculo uma grande celebração. James Brown, Aretha Franklin, Stevie Wonder, Ray Charles, eis os mestres da Hard Working, eis os grandes professores da música ao vivo, da música que para contagiar deve ser vibrante, dançante, emocionante. Esta música é a casa deles. Foi com essa mesma arquitetura que a Hard Working construiu a sua própria casa.

    Foto de Alexandre Birck/ Divulgação

    Bah! 30 anos de THWB. Parece que foi ontem que a gente tava no Bar Opinião se preparando para subir no palco. Essa banda fez tanta coisa bacana e sempre primando pela qualidade musical. Esses shows dos 30 anos vão ser muito especiais e eu espero poder participar o máximo que puder, porque estou morando fora agora, vai ser um privilégio me juntar a essa turma e fazer um som de novo. E que venham os próximos 30”, diz Eduardo Bisogno, músico e um dos fundadores da banda. A The Hard Working Band surgiu em 1995 da união de amigos das faculdades de Comunicação da UFRGS e PUCRS.   A ideia era montar uma banda cover diferente das que existiam na época com foco nos clássicos da Era de Ouro da soul music. Inspirada na black music americana, a banda foi sucesso absoluto entre o final dos anos 1990 e o começo dos 2000, realizando uma média cem apresentações por ano. O primeiro disco, The Hard Working Band (1998), que tem em seu repertório músicas como RespectDancing in the StreetMy Girl e I Can See Clearly Now, e inclui compositores como Marvin GayeCarole King e Burt Bacharach, entre outros, vendeu mais de 30 mil cópias e levou o grupo a tocar em outros Estados.

    Foto de Alexandre Birck/ Divulgação

    A THWB gravou mais dois discos: Todas as Salas do Mundo (2001), com um repertório em português, focando os mestres do suingue brasileiro, como Gerson King Combo e Tony Tornado, e Trabalhando Duro (2002), voltando às suas origens, gravado ao vivo no Teatro Novo DC, com a participação da Orquestra de Câmara da Ulbra.  A banda realizou mais de 600 shows, e já dividiu o palco com Fat FamilyGilberto Gil e Kid Abelha, entre outros. “É uma alegria e um privilégio a gente poder comemorar os 30 anos da THWB junto com esses amigos de tanto tempo. Eu enxergo a THWB como uma família que se reúne pra celebrar a soul music. A gente construiu uma relação de 30 anos, que não é só profissional, mas também é uma relação de amizade, de carinho, de muito respeito, onde cada um vibra com as conquistas do outro. E relembrar no palco, junto com o público que nos acompanhou esses anos todos, tantos momentos marcantes, vai ser incrível, bom demais”, diz Carlos Mallman, trombone.

    Com o tempo, os integrantes originais foram saindo para tocar outros projetos, e novos músicos chegaram para dar continuação ao que o grupo construiu. Integram a banda Andrea Cavalheiro (voz), Maurício Nader (guitarra e voz), Daniel Galant (guitarra), Luke Faro (bateria), Rodrigo Rheinheimer (baixo), Carlos Mallmann (trombone) e Vitor Peixoto (teclado), além de Renato Dall Ago (Trumpete) e Cris Ludwig (sax tenor), músicos contratados.  “Esse show de 30 anos foi contemplado dentro do edital Banrisul 2024 – Edição Cultural Reconstruir RS, que estimula a produção artística pós-enchentes de maio”, finaliza Edgar Ruther, da Ruthers Produções. Além do Banrisul, a CR Company patrocina os shows da THWB. Apoio Teatro CIEE RS  Banrisul.

    SERVIÇO

    O QUE:  The Hard Working Band – 30 anos

    DATA: 05 e 06 de setembro

    HORÁRIO: quinta e sexta às 21h

    LOCAL: TEATRO CIEE-RS BANRISUL ((Dom Pedro II, 861).

    INGRESSOS:

    Preço inteira: R$ 160,00 (plateia) – R$ 120,00 (plateia alta)-  R$ 80,00 (mezanino)

    Solidário ( levando 1kg de alimento): R$ 80,00 (plateia) – R$ 60,00 (plateia alta)  e R$ 40,00 (mezanino)

    Meia: R$ 80,00 (plateia) – R$ 60,00 (plateia alta) e R$ 40,00 00 (mezanino)

    COMPRA PELO SITE: uhhu.com

    Ingressos na bilheteria do teatro a partir de duas horas antes do espetáculo.

    Obs.: O Teatro CIEE e possui estacionamento próprio.

  • Sonora Brasil Sesc inicia apresentações na capital e depois vai para o interior do RS

    Sonora Brasil Sesc inicia apresentações na capital e depois vai para o interior do RS

    Até 12/11, mostra que busca exaltar e resgatar a memória musical brasileira passará por outras 13 cidades gaúchas com shows gratuitos

    Com objetivo de identificar, exaltar e resgatar a memória musical brasileira, o projeto Sonora Brasil Sesc inicia seu circuito de apresentações no Rio Grande do Sul em Porto Alegre, no dia 14 de agosto. No palco do Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665 – Centro), às 19h, Chau do Pife & Andrea Lais (AL) mostrarão suas tradições por meio de músicas com referências ancestrais nordestinas, ritmos regionais, ambiências e instrumentação eletrônica. O show, assim como os demais da mostra, é gratuito e aberto ao público em geral. Para acessar, é necessária a retirada de ingresso pelo site sesc-rs.com.br/espetaculosculturais ou em qualquer Unidade do Sesc/RS.

    A dupla Fernando César e Tiago Tunes/ Divulgação

    No mesmo horário e local, outros artistas compartilharão de suas vivências musicais. No dia 15 de agosto, é a vez de Fernando Cesar & Tiago Tunes (DF), com uma performance de choro; em 16/08, Bado & Quilomblocada (RO) misturam hip-hop, rock, MPB, jazz, disco, soul music e percussão; no dia 17/08 Zeca da Rabeca e Melina Mulazani (PR) se complementam em notas de fandango e samba; e, encerrando, no dia 18, Charlles André e Luciane Dom (RJ) apresentam a turnê “Amor, Tempo e Território”.

    Com a temática “Encontros, tempos e territórios”, a mostra Sonora Brasil Sesc 2024 destaca aspectos importantes da iniciativa, que são o olhar, a escuta e a valorização das territorialidades, diversidade e memórias por meio da expressão de seus autores e intérpretes musicais. A curadoria selecionou artistas buscando representatividade das cinco regiões brasileiras. Dez duplas foram escolhidas para criar espetáculos inéditos, mostrando os diferentes movimentos da música popular brasileira. Nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, cinco das duplas se apresentam e a outra metade fará circuito pelos estados das regiões Norte e Nordeste. Ao todo, serão 34 festivais, com mais de 200 shows em 59 cidades do Brasil.

    No Rio Grande do Sul, além de Porto Alegre, 13 cidades receberão apresentações da mostra entre os dias 15 de agosto e 12 de novembro. São elas: Montenegro, Novo Hamburgo, Canoas, Caxias do Sul, Camaquã, Rio Grande, Passo Fundo, Carazinho, Ijuí, Santa Rosa, Santo Ângelo, Alegrete e Pelotas. Os detalhes sobre a passagem do Sonora Brasil nos demais municípios gaúchos, como datas, locais e horários, serão divulgados em breve no site www.sesc-rs.com.br/sonorabrasil/.

    Sobre o Sonora Brasil – O projeto cumpre a missão de difundir o trabalho de artistas que se dedicam à construção de uma obra não comercial. A formação de plateia é o que se busca por meio do contato do público com a qualidade e a diversidade da música, estimulando o olhar crítico sobre a produção e os mecanismos de difusão da música no País. Promovido pelo Sesc nacionalmente, já alcançou 750 mil pessoas, com 6.098 concertos, de 85 grupos, em mais de 150 cidades brasileiras. Ao todo, 431 músicos já se apresentaram no circuito que, a cada biênio, aborda duas temáticas diferentes e promove a circulação dos artistas por todas as regiões brasileiras.

    Mostra Sonora Brasil Sesc 2024 – “Encontros, tempos e territórios”

     

    Teatro do Sesc Alberto Bins

    Endereço: Av. Alberto Bins, 665, Centro – Porto Alegre

    Horário: 19h

    Ingressos: Gratuitos, por ordem de chegada. Os ingressos devem ser retirados pelo site sesc-rs.com.br/espetaculosculturais ou em qualquer Unidade do Sesc/RS.

    Espetáculos:

    14/08 (quarta-feira) – Chau do Pife & Andrea Lais (AL) – 19h

    15/08 (quinta-feira) – Fernando Cesar & Tiago Tunes (DF) – 19h

    16/08 (sexta-feira) – Bado & Quilomblocada (RO)- 19h

    17/08 (sábado) – Zeca da Rabeca e Melina Mulazani (PR) – 17h

    18/08 (domingo) – Charlles André e Luciane Dom (RJ) – 17h


    *De 15/08 a 12/11, outras cidades do RS receberão apresentações: Montenegro, Novo Hamburgo, Canoas, Caxias do Sul, Camaquã, Rio Grande, Passo Fundo, Carazinho, Ijuí, Santa Rosa, Santo Ângelo, Alegrete e Pelotas. Informações detalhadas sobre a programação em breve no site www.sesc-rs.com.br/sonorabrasil/

  • Arthur de Faria e Pedro Longes apresentam o álbum Canciones con Drama, no Espaço 373

    Arthur de Faria e Pedro Longes apresentam o álbum Canciones con Drama, no Espaço 373

    A semana ainda tem Luciano Leães na sexta e Feijoada com Samba no domingo

    Arthur de Faria _ Pedro Longes, Canciones con Drama por @viniangeli Vinícius Angeli/ Divulgação

    Nesta quinta (15), Arthur de Faria e Pedro Longes comemoram o encerramento do financiamento coletivo de Canciones con Drama, que está em fase de produção, no palco do Espaço 373. Em clima intimista – piano, mandolina e acordeom –, o público conhecerá em primeira mão o repertório do álbum, com canções de Arthur e Pedro, além de versões de compositores como Fernando Cabrera, Nico Nicolaiewsky, Noel Rosa e David Bowie.

    Luciano Leães – Foto Joana Berwanger1/ Divulgação

    Na sexta (16), Luciano Leães apresenta o projeto “Blues From the Gutter”, explorando o blues da Louisiana e sua influência na Black American Music. Acompanhado por Ronaldo Pereira (saxofone), Lucas Fê (bateria) e Dionísio (contrabaixo), Leães mergulha no universo do blues de New Orleans, uma cidade emblemática pelo nascimento do jazz e suas múltiplas influências musicais, que espelha sua história como uma metrópole cosmopolita e um porto próspero no século 19.

    Luciano Leães – Foto Joana Berwanger/ Divulgação

    A performance do grupo traça a evolução do blues e seu impacto no desenvolvimento da Black American Music, com um repertório que inclui canções de ícones como Champion Jack Dupree, Guitar Slim, Snooks Eaglin, Fats Domino, Allen Toussaint, Professor Longhair, e Dr. John. “Blues From the Gutter” (disco seminal de Champion Jack Dupree, traduzido livremente como “Blues da Sarjeta”) destila a sonoridade crua e autêntica do blues das ruas de New Orleans e da Louisiana.

    Para fechar a semana, no domingo (18), a partir das 13h30, terá feijoada seguida de samba com o cantor Igor Peres, acompanhado de João Vicente (violão sete cordas), Luis Arnaldo Cabreira (cavaquinho) e Mario Martins (pandeiro).

    O projeto do grupo, “Memória Popular”, combina música ao vivo, depoimentos históricos e interação entre gerações de músicos, preservando a memória dos mestres do samba e incentivando a continuidade e renovação do gênero. O samba é mais do que música: é um símbolo de resistência, identidade e cultura brasileira.

    SERVIÇO
    15 de agosto | Quinta-feira | 21h
    Canciones con Drama – Arthur de Faria e Pedro Longes
    Ingressos: R$25 a R$70
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/canciones-con-drama-no-espaco-373/2557911

    18 de agosto | Sexta-feira | 21h
    Luciano Leães: Blues From the Gutter
    Ingressos: R$30 a R$90
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/luciano-leaes-blues-from-the-gutter/2557942

    19 de agosto | Domingo | 21h
    Feijoada com Samba
    Lote promocional: R$50
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/feijoada-com-samba/2563621

    Informações e reservas de mesas pelo WhatsApp: (51) 999 99 23 15
    Espaço 373: Rua Comendador Coruja, 373 – Bairro Floresta