Autor: da Redação

  • Noite de charlas, tertúlias e milongas literárias com especialistas em Simões Lopes Neto

    Noite de charlas, tertúlias e milongas literárias com especialistas em Simões Lopes Neto

     

    Geraldo Hasse
    Quem gosta de charlas, tertúlias e milongas literárias sobre a cultura gaúcha e, particularmente, sobre a vida e a obra do escritor João Simões Lopes Neto, tem uma rara chance de forrar o poncho na quinta-feira 18 de
    abril, a partir das 18h30m, na Livraria Paralelo 30, rua Vieira de Castro, 48, bairro Farroupilha, em Porto Alegre. No centro da mesa, estará o advogado e professor Carlos Francisco Sica Diniz, autor da mais completa biografia do criador do vaqueano Blau Nunes, personagem que se confunde com 1001 peões do Pampa. A seu lado, sempre pronto a trovar com os presentes, o professor Luis Augusto Fischer, da UFRGS, e o juiz aposentado Fausto Domingues, bibliófilo juramentado que colecionou livros e amigos na ex-Princesa do Sul, onde morou por muitos anos.

    Da esq pra direita: Fausto Domingues, Carlos Francisco Sica Diniz e Luis Augusto Fischer no lançamento (dia 14/3 em Pelotas) do livro “João Simões Lopes Neto — uma biografia”, a ser lançado dia 18/4 na livraria paralelo 30 em POA / Foto: Divulgação

    É um lançamento de luxo emoldurado por uma centenária coincidência:  faz um século que João Simões Lopes Neto (1865-1916) recebeu o primeiro
    elogio público do crítico João Pinto da Silva, autor da “História Literária do Rio Grande do Sul”, livro de 1924 em que o contista pelotense mereceu meia dúzia de páginas ao lado de famosos como Alcides Maia, Apolinário Porto Alegre e Marcelo Gama, entre outros.

     

    A capa da mais recente biografia sobre o escritor João Simões Lopes Neto/ Divulgação

    Já a nova biografia do hoje consagrado escritor pampeano, tema da noitada da próxima quinta-feira, dia 18 de abril, tem mais de 400 páginas e abrange pela primeira vez um levantamento minucioso dos 51 anos de vida do neto que morreu pobre apesar de ter nascido numa das famílias mais ricas da província, na época. Por ser o mais recente de uma extensa lista de obras sobre JSLN, o livro de Sica Diniz é mais do que uma biografia: ele avalia, comenta, interpreta, contextualiza e repassa toda a vida e a obra do sujeito franzino e vesgo por todos conhecido na terra natal como Joca Simões.

    Com seu modo diplomático de escrever, Diniz encara e disseca os aspectos polêmicos da vida do seu personagem, que ressurge quase como figura de
    romance. Fora a introdução, os dois prefácios (dos professores Ligia Chiappini e L.A. Fischer) e o posfácio (de Fausto Domingues, que recorda os encontros de amigos em torno de livros em Pelotas), o trabalho de
    Diniz se desdobra ao longo de 16 capítulos. Destes, o único de travessia mais difícil é o primeiro, com 14 páginas sobre a genealogia da família Simões Lopes, cujo pioneiro originário de Portugal ganhou da Coroa
    muitas léguas de campo na região de Pelotas no final do século XVIII.

    As capas dos livros da biografia lançada por Carlos Francisco Sica Diniz, em 2023 e 2024

    O primeiro João Simões Lopes teve 22 filhos. A figura mais folclórica desta parte familiar é Catão Bonifácio Lopes, pai do futuro escritor. É um gauchão largado, quase um capitão Rodrigo Cambará, dado a proezas
    muito faladas. Certa vez teria invadido a cavalo o Teatro Sete de Abril para desfeitear a plateia por ter vaiado artistas brasileiros…

    O cigarro marca Diavolus, uma iniciativa de negócio do escritor João Simões Lopes Neto; Reprodução/Divulgação

    Neto do patriarca de mesmo nome, Joca Simões viveu 25 anos no Império e outro tanto na República. Dividiu-se entre a escrita e negócios de duvidoso sucesso. Embora não tenha estudado além do ensino médio, era
    culto, bem relacionado nos meios literários e se envolveu em atividades tão variadas como o despacho portuário, a manufatura de tabaco, o ciclismo, o culto ao patriotismo, o tradicionalismo, o teatro, o jornalismo e o magistério. O mais famoso de seus empreendimentos foi uma
    indústria caseira de cigarros da marca Diavolus (Diabo) virou sinônimo de coisa ruim e indício de sua desavença com o catolicismo e de sua afeição à maçonaria. Amigo de intelectuais do Rio, onde viveu alguns anos na
    juventude, só foi reconhecido a partir do momento em que morreu inesperadamente de uma úlcera duodenal supurada. Seu enterro “parou a
    cidade”.

    Apenas quatro anos antes havia publicado — em brochuras de baixa tiragem por favor de um parente — os livros que lhe dariam fama: Contos Gauchescos e Lendas do Sul, que teriam servido de inspiração para o mineiro João Guimarães Rosa escrever suas histórias sertanejas. Sim ou não, são eles os maiores joões da literatura brasileira.

    Tudo isso está esmiuçado no primoroso livro agora publicado pela Editora Coragem — na realidade, uma reedição revista e ampliada da primeira edição (300 páginas) editada em 2003 pela AGE em parceria com a UCPel e que ganhou um prêmio Açorianos em 2004. Não se pode dizer que este seja “o melhor” livro sobre Simões: entre tantos publicados desde 1949, cada um com seu viés literário ou enfoque biográfico, este tem a vantagem de ser o mais atual, tendo seu autor percorrido de ponta a ponta toda a trajetória de vida do mais notável escritor sulino até o aparecimento de Erico Verissimo. Foram anos de pesquisa por conta própria. Além de ler tudo que Simões escreveu, sobretudo na imprensa, Sica Diniz foi ao Rio para tirar a limpo a lenda de que o jovem
    pelotense teria estudado medicina na capital do Império.
    Nascido em 1941, Carlos Francisco Sica Diniz trabalhou por um ano (1960) como repórter do Diário Popular de Pelotas antes de se dedicar ao Direito. Com a morte do pai, em 1967, coube-lhe tocar o escritório de advocacia paterno.

    Aos 82 anos, preside o Instituto João Simões Lopes
    Neto, fundado há 25 anos e que funciona numa das casas em que morou Joca Simões com a esposa Francisca e a filha adotiva Firmina. Nesse casarão, o livro teve seu primeiro lançamento no último dia 14 de março, com as
    presenças dos três estudiosos citados no início deste texto.

  • As cores de Marcelo Zanini, em obras de grandes dimensões, no Espaço Cultural Correios

    As cores de Marcelo Zanini, em obras de grandes dimensões, no Espaço Cultural Correios

    Vernissage da exposição “Croma” será no sábado, 13 de abril, às 11h. Mostra segue no local até o dia 18 de maio, com entrada franca.

    Segundo o material de divulgação, Marcelo Zanini alia paixão e beleza em sua trajetória como artista e médico. O resultado dessa união pode ser conferido na exposição “Croma”, que inaugura no sábado, 13 de abril, às 11h, no Espaço Cultural Correios, com curadoria de Fábio André Rheinheimer. São 27 obras de grandes dimensões que expressam nas cores e nos gestos uma arte visceral. A mostra fica em cartaz até o dia 18 de maio e pode ser visitada de terça a sábado das 10h às 17h, com entrada franca.

    O artista visual Marcelo Zanini/ Foto:
    Wandeley Oliveira/ Divulgação

    “As obras selecionadas para compor esta exposição apresentam uma construção livre, gestual e estabelece uma proposta visual potente. São obras isentas de elementos figurativos balizadores convencionais; a discorrer sobre sentimentos como o sofrimento, a paixão e a fúria, elementos essencialmente humanos. ‘Croma’ traz relatos pungentes e arrebatadores, expressos em cada movimento, revelando nas cores, a alma do artista”, apresenta o curador.

    Ibis -Marcelo Zanini – Wanderlei Oliveira/ Divulgação

    Marcelo Zanini iniciou a pesquisa do expressionismo abstrato na década de 90, participando de exposições no Brasil e no exterior. O artista concilia o trabalho médico com a pintura e transformou sua clínica em uma verdadeira galeria de arte, que também abre espaço para o amplo estúdio onde produz suas obras. “Na medicina eu trabalho com precisão milimétrica, mas na arte abstrata eu exerço a liberdade nos gestos e na profusão de cores”, revela.

    Resultado de ininterrupto processo criativo, a exposição “Croma” apresenta um conjunto de obras em sintonia tanto no que se refere ao conceito abordado quanto à técnica empregada. “Sua arte não comunga com dogmas formais, recursos óbvios ou qualquer representação ‘não abstrata’. Por meio de sua gestualidade, expressa a inspiração momentânea a cada pincelada. Nessa pesquisa pictórica continuada, Zanini desenvolve estética visceral e intensa, portanto, muito alinhada à proposta do expressionismo abstrato”, conclui Rheinheimer.

    Frésia – Marcelo Zanini – Foto Wanderlei Oliveira/ Divulgação

    Croma – Pinturas de Marcelo Zanini

    Curadoria: Fábio André Rheinheimer

    Vernissage: 13 de abril, das 11h00 às 13h00

    Visitação: de 13 de abril a 18 de maio de 2024 – terça a sábado das 10h às 17h

    Local: Espaço Cultural Correios

    Endereço: Av. 7 de Setembro, Nº1020, Praça da Alfândega, Porto Alegre, RS

  • Pop Art na Casa Amarela, na mostra “Expo Actioneon”, do pintor Geraldo Markes

    Pop Art na Casa Amarela, na mostra “Expo Actioneon”, do pintor Geraldo Markes

     

    O artista visual santa-mariense Geraldo Markes inaugurou sábado (6/4), na Casa Amarela, em Porto Alegre, a mostra “Expo Actioneon”, que permanece aberta à visitação, de segunda à sexta-feira, das 14h às 17h, até o próximo dia 18. A entrada é gratuita.

    O artista Geraldo Markes na abertura da exposição/ Divulgação

    A Pop Art é a estética que une técnicas diferentes entre as 30 obras exibidas nas duas salas da Casa Amarela, na Avenida José Gertum, 671, bairro Chácara das Pedras. Na primeira sala, com iluminação clara, estão 15 trabalhos digitais feitos a partir de fotos manipuladas no Photoshop. Pode-se ver ali, por exemplo, o legendário Chuck Berry empunhando sua guitarra em uma pose de quase espacato.

    O lendário Chuck Berry no trabalho de Geraldo Markes/ Divulgação

    A segunda sala é dominada pela luz negra, e o espectador mergulha na atmosfera do neon. Essa tinta é usada na produção das 15 obras do recinto, algumas delas remetendo para cenas noturnas de ruas, prédios e personagens nova-iorquinos. A fim de garantir que o efeito visual do neon seja mantido para além do espaço expositivo, quem compra obra dessa sala ganha lâmpada de luz negra para, em casa, curtir o mesmo clima experimentado na galeria. No vernissage, o artista, que morou em São Paulo por muitos anos, produziu um trabalho ao vivo.

    “Geraldo Markes, tendo como tema a ação, logra dar corporeidade a sua inquietude plástica e estética, constituindo duas séries de trabalhos que se entrecruzam através de elementos comuns, a tecnologia e a memória cultural. Com isso, ele rememora e atualiza, homenageia e dá vazão a sua criatividade, produz seu trabalho reproduzindo marcas importantes da cultura contemporânea”, diz Nilda Jacks, fundadora da Casa Amarela.

    Fotos: Carlos Souza/Divulgação

  • O show de humor “UFTchê – A Peleia” faz curta temporada em Porto Alegre

    O show de humor “UFTchê – A Peleia” faz curta temporada em Porto Alegre

    O próximo embate do Guri de Uruguaiana (Jair Kobe), o Gaúcho Raiz,  e o Léo, Gauchão de Apartamento (Dudu Weber) já tem local, data e hora para acontecer. O show de humor UFTchê – A Peleia faz curta temporada no Teatro da AMRIGS nos dias 12, 13 e 14 de abril, sexta e sábado às 21h e domingo às 20h. Com indicação livre para todos os públicos, o espetáculo já está com os ingressos à venda pelo link https://linktr.ee/uftche  ao valor de R$ 60,00 (+ taxas) mais 01 kg de alimento não perecível e R$ 40,00 (+ taxas) a meia entrada. Na hora, o ingresso custará R$ 80,00 (+ taxas).

    É chimarrão ou o Chimas?  Bebe-se na cuia de porongo ou na cuia térmica? E o churrasco? Pode ser abreviado para churras?  Já pode ser feito na Air Fryer e a carne temperada com sal fino? No ringue de humor, as tradições do Pampa Gaúcho são confrontadas pelos dois humoristas durante quase uma hora e meia. “Nesse espetáculo inédito, eu e o Guri exploramos a cultura gaúcha em todos os seus aspectos. Temos nessa peleia entre os costumes raiz e da gauchada de apartamento a missão de transmitir as tradições do nosso Estado para as próximas gerações “, afirma Dudu Weber.

    O Gaúcho Raiz e o Gaúcho de Apartamento disputam o Cinturão de Ouro ou, como se diz em bom gauchês, ao Guaiacão de Ouro.  “É um show muito divertido de fazer, completamente diferente do que eu venho fazendo nesses mais de 20 anos de humor. Esse exercício de interagir com o Léo no palco e essa interação com a plateia, Realmente dá um 1 toque especial para o espetáculo”, finaliza Jair.

    SERVIÇO

    O QUE: UFTchê – A Peleia

    DATA:  12, 13 e 14 de abril

    HORÁRIO:  sexta e sábado às 21h / domingo às 20h

    LOCAL:  Teatro da AMRIGS (Avenida Ipiranga, 5311 Partenon)

    INFORMAÇÕES: (51) 99313.4843

    INGRESSOS:

    Inteiro (Na hora) R$ 80,00

    Antecipado + 1Kg de Alimento R$ 60,00¹

    Meia-entrada R$ 40,00²

    Compra e informações: https://linktr.ee/uftche

     

     

     

    ¹Os alimentos deverão ser entregues no Teatro, no momento da entrada ao evento.

    ² Para o benefício da meia-entrada:

    * 50% de desconto para estudantes: Lei Federal 12.933/13 – é necessária a apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) na entrada do espetáculo.

    * 50% para idosos: Lei Federal 10.741/03 – obrigatória apresentação de identidade ou documento oficial com foto.

    * 50% para jovens pertencentes a famílias de baixa renda: Lei Federal 12.933/13 – obrigatória apresentação da Carteira de Identidade Jovem e de documento oficial com foto.

    * 50% para pessoas com deficiência (e acompanhante quando necessário): Lei Federal 12.933/13 – obrigatória apresentação do Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    * 50% para doadores regulares de sangue: Lei Estadual n° 13.891/12 – obrigatória apresentação de documento oficial válido e expedido pelos hemocentros/bancos de sangue.

    Crianças menores de 5 anos que não ocupem assento (sentem no colo) não pagam ingresso.

    Crianças acima de 5 anos pagam meia-entrada

     

  •  Sexta Blues, no Espaço 373, começa com Mari Kerber e Ale Ravanello Trio

     Sexta Blues, no Espaço 373, começa com Mari Kerber e Ale Ravanello Trio

    Nesta sexta (5), Mari Kerber e Ale Ravanello dão a largada ao Sexta Blues no Espaço 373. Acompanhados pelo baterista Clark Carballo, eles reinterpretam clássicos do blues e do jazz, dois gêneros que os aproximaram a partir de 2014, e músicas do primeiro álbum da dupla, “So Many Stories to Tell”, lançado em 2019.

    Mari Kerber e Ale Ravanello. Foto de Maicon
    Hinrichsen/Divulgação

    Com curadoria e produção do músico Andy Serrano, mais conhecido como Andy Boy, o projeto pretende explorar as mais diversas vertentes do blues e tornar o 373 um espaço de encontro dos admiradores desse estilo.

    Ainda em 2024, sobem ao palco nomes, como o próprio Andy Boy, Alexandre França, Blues da Casa Torta, Coié Lacerda, Guto Konrad, Hard Blues Trio, Money Man e Thiago Bitencourt.

    Mari Kerber e Ale Ravanello. Foto de Maicon Hinrichsen/Divulgação

    SERVIÇO
    5 de abril | Sexta-feira | 21h
    Mari Kerber & Ale Ravanello Trio
    Ingressos: R$30 a R$90
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/mari-kerber-ale-ravanello-trio/2366211

    Onde: Espaço 373 (Rua Comendador Coruja, 373 – Bairro Floresta)
    Informações e reservas de mesas pelo WhatsApp: (51) 9 81423137 ou (51) 9 98902810

  • As pinturas abstratas em cores fortes, na exposição “Portais de Luz”, de Décio Rosolen

    As pinturas abstratas em cores fortes, na exposição “Portais de Luz”, de Décio Rosolen

    O paulista Décio Rosolen, um dos artistas visuais mais celebrados da atualidade, realiza sua primeira exposição na capital gaúcha. Sua arte, presente em espaços culturais, arquitetônicos e em ambientes de Norte a Sul do Brasil, estará na Galeria Bublitz, em Porto Alegre, com a exposição “Portais de Luz”. O vernissage será realizado no sábado, 6 de abril, das 10h às 13h, na Galeria Bublitz, localizada na Av. Neusa Goulart Brizola, 143, em Porto Alegre. São mais de 30 obras do artista, entre pinturas e gravuras, que poderão ser vistas no local até o dia 6 de maio. A mostra tem entrada franca.

    Segundo o material de divulgação, “Nas pinturas abstratas de Rosolen, o concreto aparece em cores fortes, que deixam a luz emanar de telas pintadas originalmente em branco. O dourado e o preto surgem como contorno, mas também evocam uma presença iluminada. Em sua obra, o artista transmite luz, energia, magnetismo, por meio de uma estética gestual e uma assimetria equilibrada, que podem ser observadas nas composições e nas texturas produzidas. Esse cuidado também está presente na exploração e na seleção criteriosa que utiliza em produções de pequeno e grande formato.

    O artista visual Décio Rosolen Foto Júlio Ricardo/ Divulgação

    A maior parte do trabalho do artista é realizada espontaneamente e seu estilo se diferencia pelas formas abstratas, com uso de cores selecionadas, sombreados, transparências e muita profundidade. Rosolen adota a pintura acrílica como técnica predileta e atinge um minimalismo intencional e intrigante em seu trabalho pictórico.

    Décio Rosolen é conhecido no meio das artes visuais. Paulistano, descendente de italianos, atualmente vive em São Paulo e divide seu tempo entre a pintura e a empresa Artprints, referência em gravuras de artistas renomados, como Juarez Machado, Rubens Ianelli, Inos Corradin, Sônia Menna Barreto, Erico Santos, Antônio Peticov e muitos outros.

    Rosolen 2024 – 60 x 60 cm – Foto Valentina Bublitz/ Divulgação

    Seu contato com a arte começou aos 13 anos, a partir de um tio materno que importava e comercializava gravuras de nomes como Miró e Redouté. No início da década de 80, começou seu trabalho como editor de arte na Arteprints, convivendo com inúmeros artistas. Após 14 anos como editor, iniciou um projeto de serigrafias inspiradas na arte abstrata e gestual. Sua obra tem referência em nomes como o norte-americano Franz Kline e o escultor e artista brasileiro Amilcar de Castro.  Desde 2004, Rosolen já produziu mais de 9 mil gravuras, e suas obras estão entre as preferidas por arquitetos e decoradores de todo País.”

    SERVIÇO

    Portais de Luz – Décio Rosolen
    Local: Bublitz Galeria de Arte
    Endereço: Av. Neusa Goulart Brizola, 143
    Período: 6 de abril a 6 de maio
    Vernissage: sábado, 6 de abril, das 10h às 13h
    Visitação: segundas às sextas, das 10h às 18h, e sábados, das 10h às 13h

  • Orixás, crianças de pano e obras de grandes nomes da arte brasileira, na Galeria Duque

    Orixás, crianças de pano e obras de grandes nomes da arte brasileira, na Galeria Duque

    Beatriz Milhazes, Burle Marx, Di Cavalcanti, Magliani, Carybé, Manabu Mabe, Vilaró e Volpi são alguns dos artistas representados na exposição “Inconfundíveis”.

    Espaço traz ainda os “Orixás” de Deja Rosa e as “Crianças de Pano” de Vera Behs.

    Vernissage será no próximo sábado, 6 de abril, a partir das 14h. Entrada franca.

    Segundo o material de divulgação, a cada exposição, a Galeria Duque se consagra por ter um dos mais completos acervos de arte do Brasil e do mundo e por abrir espaço para artistas gaúchos da atualidade. A partir do próximo sábado, 6 de abril, das 14h às 16h30, os visitantes poderão conferir três mostras que reúnem diferentes manifestações da arte e evocam a essência de cada artista representado, como em “Inconfundíveis”, com obras icônicas de grandes nomes da arte, com curadoria de Daisy Viola.

    Obra de Orixás por Deja Rosa/ Divulgação

    Também imperdível, “Orixás” apresenta criações expressivas e representativas da pintora Deja Rosa, com curadoria de Denise Giacomoni. No quarto andar, as produções de Vera Behs remetem às memórias de infância, com “Crianças de Pano”, que também tem a curadoria de Daisy Viola. A Galeria Duque está localizada na Rua Duque de Caxias, 649, no Centro Histórico de Porto Alegre. As exposições ficam no espaço até o dia 25 de maio.

    Obra de Burle Marx/ Divulgação

    “Em ‘Inconfundíveis’, apresentamos obras do acervo da Galeria Duque, de artistas singulares, de quem reconhecemos a assinatura mesmo que ela não esteja ali, explícita”, explica a curadora. “O modo singular pelo qual cada indivíduo se expressa dentro do contexto de sua própria história de vida, evidencia a sua trajetória individual através do mundo da arte. São artistas que desempenham diferentes papéis em diferentes níveis de ação. A singularidade expressa sua subjetividade, sua experiência individual, o que torna um artista autêntico. São criadores que realizam uma obra única, que contém elementos expressivos pessoais cujas poéticas surgem a partir do universo que os rodeia”, detalha Daisy.

    Obra de Beatriz Milhazes/ Divulgação

    Fazem parte dessa exposição nomes que simbolizam a própria arte. Entre eles, estão Beatriz Milhazes, Burle Marx, Iberê Camargo, Tarsila do Amaral, Pedro Weingärtner, Antonio Bandeira, Carlos Scliar, Athos Bulcão, Manabu Mabe, Aldemir Martins, Britto Velho, Danúbio Gonçalves, Gustavo Rosa, Di Cavalcanti, Carybé, Paulo Pasta, Alfredo Volpi, Manoel Santiago, Arcangelo Ianelli, Leopoldo Gotuzzo, Mário Zanini, Pietrina Cecacchi, Ado Malagoli, Carlos Páez Vilaró, Orlando Teruz, Nelson Jungbluth, além de outros grandes artistas.

    Orixás por Deja Rosa / Divulgação

    Orixás – Enquanto a essência da arte é representada pelo acervo da Galeria Duque, a artista Deja Rosa, natural de Santa Cruz do Sul, remonta à ancestralidade com a mostra “Orixás”, em uma série composta por quinze telas com pinturas das divindades do Candomblé. “Os Orixás representam a força que emana de cada elemento: Oxalá é o ar, Iemanjá é o mar, o vento é de Iansã, os rios são de Oxum, as matas de Oxóssi, o metal é de Ogum e o fogo é de Xangô”, ensina a artista. “Em cada obra, Deja Rosa expressa de forma sistemática sua leitura sobre a estética sagrada. Ela nos mostra a difusão e a desmistificação dos elementos e reafirma a luta contra a discriminação racial e o preconceito que circunda a religião e o culto dos Orixás”, destaca a curadora Denise Giacomoni.

    Obra de Vera Behs/ Divulgação

    Crianças de Pano – Já a artista Vera Behs mergulha em suas memórias e faz um resgate de uma infância que pode ser a de cada um de nós na mostra “Crianças de Pano”. A fonte inspiradora de sua obra foi uma menina, hoje uma mulher, filha de coração de Vera. Foi a partir da história das duas, que Vera encontrou na arte uma forma de nos contar das questões que envolvem a infância e o amor construído entre mãe e filha, que evolui pelo tempo e se transforma hoje na relação entre duas mulheres. “Os trabalhos da artista nos encantam e trazem consigo um tanto das memórias da infância. Com suas situações de brincadeiras, sonhos, mas também momentos de solidão e isolamento”, resume a curadora Daisy Viola.

    Orixás por Deja Rosa/ Divulgação

    Agenda:
    Exposições:

    “Inconfundíveis” – Acervo com grandes nomes da arte
    “Orixás” – Deja Rosa
    “Crianças de Pano” – Vera Behs
    Local:
     Galeria e Espaço Cultural Duque
    Endereço:
     Duque de Caxias, 649 – Porto Alegre
    Vernissage: sábado, 6 de abril, das 14h às 16h30min
    Período da exposição: de 6 de abril a 25 de maio
    Horário de funcionamento:
    Seg/Sex: 10h às 18h | Sáb: 10h às 17h
    Entrada Franca

  • Festival de Música de Porto Alegre tem a grande final no próximo domingo, na Praça da Alfândega

    Festival de Música de Porto Alegre tem a grande final no próximo domingo, na Praça da Alfândega

    Doze músicas disputam os grandes prêmios do 15º Festival de Música de Porto Alegre, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, através da Coordenação de Música, que terá sua grande final dia 31 de março, às 17h, na Praça da Alfândega. 

    As concorrentes são: Dores da Solidão, de Lucas Daniel Ortiz Romano; Quebra-cabeça, de Pietra Keiber; Setenta, Setenta, Setenta, de DKg Dekilograma; Teus olhos vão me hipnotizar, de Rodrigo Godinho Corrêa; Gaúcho, de Lorenzo Cidade de Freitas e Carlos Freitas; Deixa o corpo mole, de Cosme Ferreira Rodrigues; Deus não é homem, de Cláudio e José Marques Brasil Jr.; Tempo de amar, de Giovanna Soares Almada; Laranjeira, de Ernesto Aguiar e Fabiano da Silva; Janela, de João Pedro de Azevedo Hann; Oração ao sim, de Elisa Terra; e Chá de cogumelo, de Ronaldo Antônio Leite Severo, são as classificadas das quatro eliminatórias que aconteceram ao longo do mês de março.

    Nesta 15ª edição, o júri composto por Hugo Pereira La Roque, Luciano Souza Gomes, Mariana de Oliveira Lima, Oswaldo Niluk Júnior e Rodrigo Lentino Machado, recebeu um montante de 266 músicas inscritas e teve a árdua tarefa de escolher 44 entre elas. Destas, seis estarão na Categoria Kids, quatro na categoria Músicos de Rua e 34 na categoria Música em Geral. A cada finalista, um grupo ou artista convidado fará uma apresentação. O primeiro grupo Resenhou Samba, se apresentou dia 2. Os Fagundes foram o show da segunda eliminatória, dia 9; Nei Lisboa se apresentou na terceira eliminatória e o Rock de Galpão na última eliminatória, realizada no dia 23. Claus & Vanessa são os convidados da finalíssima do dia 31.

    A premiação abrange os três primeiros lugares da categoria Música em Geral, em prêmios de 10, 5 e 3 mil, respectivamente para 1º, 2º e 3º lugares. Haverá prêmios de 3 mil para o primeiro lugar de cada categoria (Kids e Músico de Rua) e também prêmios para música revelação, melhor instrumentista, melhor torcida e música mais popular. O troféu foi concebido pelo escultor, arquiteto e urbanista Vinicius Vieira. Os escolhidos pelos jurados recebem ainda cursos de produção cultural e imersão instrumental, oferecidos pela Banda Municipal de Porto Alegre. Os primeiros lugares nas categorias Música em geral e Músico de rua estarão nas apresentações do Reveillon 2025, no evento oficial da cidade.

    Criado em 1998, o Festival de Música teve continuidade até a décima terceira edição, em 2010, e depois de uma pausa, foi retomado em 2019 em outro formato, mas sempre com o foco em composições inéditas, voltadas a todos os gêneros musicais. Artistas como Tiago Rinaldi, Gabriel Luzzi e Fanfarra Bate Sopra, Allan Barcellos, Leonardo Ribeiro, Júlia Reis, Rô Bjerk são alguns dos premiados nas edições anteriores do evento. Elton Saldanha, Coordenador de Música, afirma que “o Festival de Música é a forma mais democrática de convívio da cultura. É a oportunidade e integração de artistas reconhecidos e músicos iniciantes na grande partitura da periferia, além de ser um bom momento de se ouvir todas as vozes da cidade.”

    A dupla Claus e Vanessa faz show no domingo.; Foto: Luana Misturini(/Divulgação

    15º Festival de Música de Porto Alegre

    Finalíssima dia 31 de março, 17h, na Praça da Alfândega, no Centro Histórico

    Entrada franca

    O Festival de Música de Porto Alegre é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, através da Coordenação de Música

  • Replicantes: 40 anos da banda, em exposição imersiva, no Museu do Trabalho

    Replicantes: 40 anos da banda, em exposição imersiva, no Museu do Trabalho

    A história de uma das bandas mais importantes da cena punk rock nacional chega ao Museu do Trabalho com a exposição Os Replicantes 1984/2024. A abertura acontece dia 27 de março e a mostra permanece até 19 de maio, com um passeio imersivo e essencialmente musical em duas salas do Museu do Trabalho. Na primeira, haverá capas de discos, fotografias, matérias de jornais, folders, cartazes e letras de músicas que estão em acervos pessoais da banda e de importantes fotógrafos que registraram essa trajetória, como Fernanda Chemale, Fabio Alt, Tonho Meira, Rochele Costi, Marcelo Nunes, Luciana Tomasi, Joice Giacomoni, entre outros fotógrafos que registraram a banda ao longo dessas décadas.

    Os Replicantes . Foto Fernanda Chemale/ Divulgação

    Na segunda sala, serão exibidos vídeos quase inéditos para os fãs e não disponíveis no Youtube. O visitante também encontrará material museográfico referente à banda, como objetos e documentos. A produção e curadoria é da jornalista Paola Oliveira – Tsonora Produções.

    Replicantes formação 2000- Foto: Marcelo Nunes/ Divulgação

    Os Replicantes nasceram em maio de 1984 numa garagem do bairro Floresta, em Porto Alegre. Acharam que teriam vida curta, mas chegam aos 40 anos sem nunca terem parado de tocar. Sua formação atual, que dura quase 17 anos, conta com Julia Barth, Cleber Andrade, Heron Heinz e Claudio Heinz. Também fizeram parte da banda Carlos Gerbase, Wander Wildner, Luciana Tomasi e Ricardo Cordeiro King Jim. Nessas quatro décadas, Os Replicantes produziram treze álbuns, mais de cem canções autorais e dezenas de videoclipes, como os clássicos “Nicotina” (um dos primeiros da história dos videoclipes brasileiros) e “Surfista Calhorda”. Estão em filmes em longa-metragem como Tolerância e O Cerro do Jarau, além da minissérie Carandiru da Rede Globo.

    Replicantes. Foto: Tonho Meira/ Divulgação

    O álbum de estreia, O Futuro é Vortex (1986) é considerado pela revista Rolling Stone como um dos cem melhores do rock nacional. Já na votação que antecedeu a edição do livro 100 Grandes Álbuns do Rock Gaúcho o álbum ficou em primeiro lugar na lista dos melhores discos de rock gaúcho. A banda também é citada em livros como Brock – O Rock Brasileiro dos Anos 80Dias de Luta – O Rock e o Brasil dos Anos 80 e Punk – Anarquia Planetária e Cena Brasileira. Os Replicantes realizaram três turnês europeias ao longo dos 40 anos. Entre os shows marcantes estão o aniversário de novecentos anos do porto de Hamburgo (Alemanha), apresentações em Paris e Viena e festivais brasileiros como Abril Pro Rock e RecBeat.

    Toda esta história será retrata na exposição Os Replicantes 1984/2024 no Museu do Trabalho em Porto Alegre. “Assim como os androides do filme, eles viram coisas que merecem serem apreciadas por todos que curtem Os Replicantes, mas, diferentemente dos fictícios, para a banda não é tempo de morrer, mas sim de dividir essas experiências sobre os caminhos percorridos na cena punk brasileira e mundial”, afirma Paola Oliveira, produtora da banda. Além da exposição acontece o show comemorativo com todos os integrantes no bar Opinião em 16 de maio, bem como a produção do documentário “Seja punk mas não seja burro” que está em campanha de financiamento coletivo.

    Replicantes. Foto: Fernanda Chemale/ Divulgação

    OS REPLICANTES – 1984/2024
    Abertura dia 27 de março, quarta, às 19h
    Visitação 28 de março a 19 de maio – Terça a sábado, das 13h30 às 17h30
    Domingos e feriados, das 15h às 18h
    Museu do Trabalho – Rua dos Andradas, 230. Porto Alegre
    Entrada Franca

    Apoio:  Alquimias do Conny / Back in Black / Bebê Baumgarten Comunicação /
    CopyMundi / Mambembe Chopp Artesanal / Mercado Santiago / Prana Filmes / Thais Ueda

    Designer gráfico: Fabio Zimbres
    Produção: Tsonora Produções
    Realização: Museu do Trabalho

    Redes do Museu:

    museu@museudotrabalho.org

    @museudotrabalho

    A história de uma das bandas mais importantes da cena punk rock nacional chega ao Museu do Trabalho com a exposição Os Replicantes 1984/2024. A abertura acontece dia 27 de março e a mostra permanece até 19 de maio, com um passeio imersivo e essencialmente musical em duas salas do Museu do Trabalho. Na primeira, haverá capas de discos, fotografias, matérias de jornais, folders, cartazes e letras de músicas que estão em acervos pessoais da banda e de importantes fotógrafos que registraram essa trajetória, como Fernanda Chemale, Fabio Alt, Tonho Meira, Rochele Costi, Marcelo Nunes, Luciana Tomasi, Joice Giacomoni, entre outros fotógrafos que registraram a banda ao longo dessas décadas. Na segunda sala, serão exibidos vídeos quase inéditos para os fãs e não disponíveis no Youtube. O visitante também encontrará material museográfico referente à banda, como objetos e documentos. A produção e curadoria é da jornalista Paola Oliveira – Tsonora Produções.

    Os Replicantes nasceram em maio de 1984 numa garagem do bairro Floresta, em Porto Alegre. Acharam que teriam vida curta, mas chegam aos 40 anos sem nunca terem parado de tocar. Sua formação atual, que dura quase 17 anos, conta com Julia Barth, Cleber Andrade, Heron Heinz e Claudio Heinz. Também fizeram parte da banda Carlos Gerbase, Wander Wildner, Luciana Tomasi e Ricardo Cordeiro King Jim. Nessas quatro décadas, Os Replicantes produziram treze álbuns, mais de cem canções autorais e dezenas de videoclipes, como os clássicos “Nicotina” (um dos primeiros da história dos videoclipes brasileiros) e “Surfista Calhorda”. Estão em filmes em longa-metragem como Tolerância e O Cerro do Jarau, além da minissérie Carandiru da Rede Globo.

    O álbum de estreia, O Futuro é Vortex (1986) é considerado pela revista Rolling Stone como um dos cem melhores do rock nacional. Já na votação que antecedeu a edição do livro 100 Grandes Álbuns do Rock Gaúcho o álbum ficou em primeiro lugar na lista dos melhores discos de rock gaúcho. A banda também é citada em livros como Brock – O Rock Brasileiro dos Anos 80Dias de Luta – O Rock e o Brasil dos Anos 80 e Punk – Anarquia Planetária e Cena Brasileira. Os Replicantes realizaram três turnês europeias ao longo dos 40 anos. Entre os shows marcantes estão o aniversário de novecentos anos do porto de Hamburgo (Alemanha), apresentações em Paris e Viena e festivais brasileiros como Abril Pro Rock e RecBeat.

    Toda esta história será retrata na exposição Os Replicantes 1984/2024 no Museu do Trabalho em Porto Alegre. “Assim como os androides do filme, eles viram coisas que merecem serem apreciadas por todos que curtem Os Replicantes, mas, diferentemente dos fictícios, para a banda não é tempo de morrer, mas sim de dividir essas experiências sobre os caminhos percorridos na cena punk brasileira e mundial”, afirma Paola Oliveira, produtora da banda. Além da exposição acontece o show comemorativo com todos os integrantes no bar Opinião em 16 de maio, bem como a produção do documentário “Seja punk mas não seja burro” que está em campanha de financiamento coletivo.

    OS REPLICANTES – 1984/2024
    Abertura dia 27 de março, quarta, às 19h
    Visitação 28 de março a 19 de maio – Terça a sábado, das 13h30 às 17h30
    Domingos e feriados, das 15h às 18h
    Museu do Trabalho – Rua dos Andradas, 230. Porto Alegre
    Entrada Franca

    Apoio:  Alquimias do Conny / Back in Black / Bebê Baumgarten Comunicação /
    CopyMundi / Mambembe Chopp Artesanal / Mercado Santiago / Prana Filmes / Thais Ueda

    Designer gráfico: Fabio Zimbres
    Produção: Tsonora Produções
    Realização: Museu do Trabalho

    Redes do Museu:

    museu@museudotrabalho.org

    @museudotrabalho

  • Porto Alegre, tema recorrente de exposição com 36 fotógrafos  no Paço Municipal

    Porto Alegre, tema recorrente de exposição com 36 fotógrafos no Paço Municipal

    Prédios históricos, o Guaíba, monumentos e personagens das ruas constam das obras da exposição que saúda os 252 anos da Capital

    foto Nilton Santolin/ Divulgação

    Como parte das comemorações oficiais dos 252 anos de Porto Alegre, a exposição fotográfica “Veracidade” será aberta na quarta-feira (27/03), às 18h, no porão do Paço Municipal. A mostra reúne 36 fotógrafos, entre os quais nomes consagrados no Estado, que apresentam obras sensíveis e reveladoras da cidade. A visitação vai até 31 de maio, com entrada gratuita.

     

    O fotógrafo homenageado Eurico Salis – FOTO João Mattos/Divulgação

    O reconhecido profissional Eurico Salis é convidado especial e homenageado pela exposição, que tem curadoria de Denise Giacomoni. Outros nomes de destaque na relação de participantes são Fernando Pires, Nilton Santolin, Luiz Filipe Varella, Gerson Turelly, Guto Monteiro, William Clavijo, Heloiza Averbuck, Wanderlei Oliveira e Andréa Barros.

    Foto Laercio de Menezes_1/Divulgação

    Como alguns artistas assinam duas obras, as paredes centenárias do porão do Paço abrigarão 43 fotos, todas em preto e branco e de 90 x 90 cm, impressas em papel fotográfico fosco. Os trabalhos registram prédios históricos, o Guaíba, monumentos, esculturas, personagens das ruas, manifestações religiosas e flagrantes do cotidiano, legitimando o duplo sentido do título da mostra: o de ver, no sentido de contemplar a cidade, e o relacionado ao caráter de verdadeiro, veraz.

    foto Guto Monteiro/Divulgação

    “Todos os fotógrafos participantes da exposição têm a cidade de Porto Alegre como tema recorrente de sua obra, seja nos detalhes das ruas e calçadas, seja nas feições de seus moradores, seja nas janelas e portas de seus prédios e casas, seja na sombra e na silhueta de seus movimentos, suas igrejas, seus prédios históricos, e, claro, o Guaíba e seu pôr do sol”, assinala a curadora.

    Foto Guto Monteiro/Divulgação

    De acordo com Denise, a exposição quer mostrar uma cidade presente mas nem sempre vista, uma Porto Alegre “tátil, sensível, mas quantas vezes alheia aos olhos, despercebida dos sentidos de quem a vê”. O evento conta com o apoio de produção do fotógrafo Gutemberg Ostemberg, que também expõe. O designer gráfico Rafael Sgari trabalhou na edição das fotos.

    foto Marco Resende/Divulgação

    Eurico Salis, o homenageado, é autor, entre outros livros, de “Porto Alegre – Cenas Urbanas, Paisagens Rurais” e “Porto Alegre – Centro Histórico”, ambos premiados. Em 2010, o profissional, nascido em Bagé, recebeu o Prêmio Joaquim Felizardo de Fotografia. Salis já mostrou seu trabalho na Itália, França e Bélgica.

    foto Leda Zimmermann/
    Divulgação

    Participam da exposição os seguintes fotógrafos:

    Alexandre Freitas, Ana Fernanda Tarrago, Andréa Barros, Anelise Barra Ferreira, Ayres Potthoff, Bia Donelli, Cynthia Jappur, Denise Giacomoni, Douglas Fischer, Eduardo Scaravaglione, Eurico Salis, Fernando Pires, Gerson Turelly, Gutemberg Ostemberg, Guto Monteiro, Heloiza Averbuck, Jorge Lansarin, José Roque Guimarães, Karine Costa, Kathy Esposito, Laércio de Menezes, Leda Zimmermann, Luiz Filipe Varella, Marco Resende, Margaret Abreu, Maria Sallet Domingues, Martin Brugger Titton, Najara Silva, Nilton Santolin, Paulo Paim, Ruth J. Greco, Selmar Medeiros, Victor Ghiorzi, Vinicius Tabajara, Wanderlei Oliveira e William K. Clavijo.

    foto Alexandre Freitas/Divulgação

    SERVIÇO

     Exposição Veracidade

     Abertura: 27 de março, às 18h

    foto Selmar F. de Medeiros/Divulgação

     Visitação: até 31 de maio, de segunda a sexta, das 9h às 17h

    Entrada gratuita

    Local: Paço Municipal, Praça Montevidéu, 10, Centro Histórico de Porto Alegre

    Foto Andréa Barros/Divulgação